Seus recursos não são seus! Três princípios sobre mordomia cristã

Saiba os princípios que mostram Deus como o verdadeiro dono de tudo o que temos.

Instruir sobre Deus como o dono da nossa vida, recursos e família foi o tema do programa Mais Valor (vídeo ao fim), que está com nova temporada na TV Viva Promessa. Apresentado por Daniel Freschi, educador financeiro e Pastor promessista, ele tratou de três princípios que envolvem as finanças e mostram que Deus é o verdadeiro dono de tudo o que temos.

Primeiro princípio: Deus é o dono de tudo!
Daniel usou o texto de Salmos 24:1, que celebra a soberania de Deus: “Ao Senhor pertence a terra e tudo o que nela se contém, o mundo e os que nele habitam.” Comentando este versículo, ele disse: “Deus é o dono da nossa vida, mas não só da nossa vida, do nosso carro, da nossa casa, dos nossos filhos, da nossa roupa, de tudo o que existe.”

A partir dessa consciência, Daniel afirmou que devemos administrar tudo o que temos conforme a Bíblia. “E qual o jeito certo de administrar? O jeito que a Palavra de Deus nos orienta. Esse salmo vai afirmar que Deus é o legítimo dono de toda a criação”, ressaltou. Ele reforçou essa verdade com Salmos 89:11: “Teus são os céus, tua, a terra; o mundo e a sua plenitude, tu os fundaste.” 

Também alertou os internautas para a necessidade de reconhecer isso no dia a dia:
“E será que nós temos essa consciência? Essa consciência muitas vezes nós não temos. Nós vamos vivendo: minha empresa, meu carro, minha casa, minha família, minha bolsa, meu sapato, tudo é meu. Não! Se eu entreguei minha vida para Jesus, tudo o que Ele me concedeu é dEle, e eu preciso ter essa consciência.”

 

Segundo princípio: os seres humanos são mordomos
Daniel explicou que os seres humanos são mordomos, ou seja, administradores. Ele disse que é como se Deus nos “contratasse” para cuidar daquilo que pertence a Ele. Com base em Êxodo 19:5, destacou que o povo de Deus é chamado para ser mordomo e também propriedade especial: “Agora, pois, se diligentemente ouvirdes a minha voz e guardardes a minha aliança, então sereis a minha propriedade peculiar dentre todos os povos; porque toda a terra é minha.”

Ele explicou: “O tesouro pessoal de Deus não são os nossos bens, somos nós; Ele olha para nós e confia os seus bens. Nós somos aqueles que cuidam dos recursos, e quanto melhor nós gerirmos esses recursos, mais o Senhor colocará nas nossas mãos.”

Terceiro princípio: prestaremos contas
No terceiro ponto, o pastor falou sobre a parábola do administrador infiel, e disse que a Bíblia mostra que Deus pode tirar a responsabilidade de quem não administra bem os recursos que Ele deu. 

Com base em Lucas 16:2: “…Que é isto que ouço a teu respeito? Presta contas da tua administração, porque já não podes mais continuar nela.”, ele concluiu: “Nós vamos prestar conta um dia da nossa mordomia: como administramos a nossa casa, como cuidamos dos nossos filhos, como administramos nosso casamento, como administramos a nossa vida pessoal, como administramos a nossa saúde. Tudo isso nós prestaremos conta de alguma maneira. Haverá um dia de prestação de contas.”

 

Reflexão e desafio
No final do episódio, o pastor deixou perguntas para reflexão: “Você administra seus bens como se fossem seus, ou como propriedade de Deus? O seu coração reflete isso nas suas decisões financeiras? As suas decisões financeiras, as minhas decisões, refletem esse pensamento de que tudo é de Deus?”

E lançou um desafio prático para a semana: Pegue uma folha de papel e faça uma lista de tudo o que Deus te deu. Coloque ali seus bens materiais, o nome da esposa ou esposo, filho, filha, nora, cunhado, neto, animais. “Coloque tudo na lista, porque tudo isso são recursos que Ele deu. E nas suas orações você vai sempre dizer: ‘Tudo isso, Senhor, é Teu. Me dá sabedoria para administrar tudo o que o Senhor me deu’”, propôs.

E finalizou: “A verdadeira liberdade financeira começa quando você entrega a posse e assume a mordomia. Assume que você é tão somente administrador de Deus.”

Assista ao programa Mais Valor toda segunda-feira, às 21h, no canal da TV Viva Promessa no YouTube.

Texto: Agência Promessista de Comunicação (APC).

Consejos para la clase de la Lección 3 – ¿Es realmente importante revitalizar?

Consulta los consejos para el estudio del sábado: con formas de lectura en grupo y una dinámica.

CONSEJO UNO – LECTURAS ESPECIALES
La lección se basa en las siete iglesias de Asia. Por eso, se recomienda leer los capítulos 2 y 3 de Apocalipsis antes de la clase del sábado, para que los alumnos se familiaricen con el contenido del estudio.
Durante la clase, puedes dividir el grupo en parejas o tríos y distribuir entre ellos las siete cartas, pidiéndoles que lean y presenten una explicación resumida del contenido de cada una.

CONSEJO DOS – DINÁMICA: ¿A QUÉ IGLESIA NOS PARECEMOS?
Objetivo: Llevar a los participantes a reflexionar, con sinceridad y sin juicios, sobre la salud espiritual de la iglesia local, a la luz de las cartas a las siete iglesias de Asia.
Tiempo estimado: 15 minutos

Material necesario:

  • 5 recipientes (pueden ser vasos, botellas o cajas)
  • Bolitas o papeles de colores (tres colores: Verde = positivo; Amarillo = atención; y Rojo = alerta espiritual)

¿Cómo funciona?

Introducción (2 minutos)
El maestro debe resumir los principales problemas y recomendaciones que Jesús hizo a las cinco iglesias con críticas más severas:

  • Éfeso: Abandonó el primer amor
  • Pérgamo: Toleró errores doctrinales e inmoralidad
    Tiatira: Aceptó falsas enseñanzas y una moral corrompida
  • Sardis: Tenía apariencia de vida, pero estaba muerta
  • Laodicea: Se creía rica, pero era espiritualmente miserable

Frase de apertura: “Vamos a mirarnos en el espejo de las iglesias del Apocalipsis para entender dónde estamos y hacia dónde necesitamos ir como iglesia.”

 

Actividad: Bolas de Evaluación (10 minutos)
Coloca 5 recipientes con etiquetas que indiquen el nombre y el problema de cada iglesia.
Entrega a cada participante tres bolitas o papeles de colores (uno de cada color: verde, amarillo y rojo).

 Instrucciones para los alumnos:

  • Evalúa la iglesia local en su conjunto, sin mencionar personas.
  • Deposita en silencio los colores en los recipientes que representen cómo ves ese aspecto en la iglesia: Verde: Estamos bien en esa área; Amarillo: Debemos estar atentos; y Rojo: Este problema está presente y necesita ser corregido
    La actividad es anónima y sin comentarios.

 

Conclusión (3 minutos)
Después de que todos participen:
El maestro observa la predominancia de colores en cada recipiente.
Hace una breve reflexión sobre los resultados: Más verde: La iglesia está alejada de ese problema; Más amarillo: Hay señales de alerta; y Más rojo: La iglesia se parece mucho a esa situación
Lectura final: Lee las recomendaciones de Jesús a cada iglesia (ítem 2 del estudio), como propuestas de cambio para hoy.
Sugerencia de cierre: “Si nuestro recipiente de Laodicea está lleno de rojo, eso no es motivo de vergüenza, sino de despertar. Jesús no condena sin antes ofrecer sanidad. Él sigue llamando a la puerta y pidiendo que escuchemos lo que el Espíritu dice a las iglesias.”

Resultado esperado: Reflexión colectiva, sin juicios personales, comprensión práctica de los mensajes a las iglesias y estímulo a la oración, la vigilancia y el cambio

Texto: Secretaría de Escuela Bíblica / Traducción con ayuda de IA.