Assista: O presidente da Convenção Geral afirmou que “2026 se apresenta como um ano de novos desafios, novas responsabilidades e novos caminhos”.
Em mensagem de Ano Novo divulgada na TV Viva Promessa e nas redes sociais da Igreja Adventista da Promessa, o presidente da Convenção Geral, Pastor Adelmilson Julio Pereira, afirmou que “2026 se apresenta como um ano de novos desafios, novas responsabilidades e novos caminhos”. Ele completou: “Mas entramos neste novo tempo com a certeza de que Deus ainda está escrevendo a nossa história. Nós cremos que Deus já está à frente, preparando o futuro”.
A mensagem, que pode ser assistida ao final da matéria, destaca três motivos para encerrar 2025 com gratidão no coração e iniciar o novo ano com fé e esperança em Cristo.
O primeiro motivo é a gratidão.
Adelmilson apontou afirmou:“Como Igreja Adventista da Promessa e como família, podemos dizer: ‘Até aqui nos ajudou o Senhor’. A gratidão nos lembra que Deus esteve presente nos dias bons e também nos dias difíceis.”
O segundo motivo é a esperança.
“O Deus que foi fiel em 2025 continuará sendo fiel também em 2026. Nossa esperança não está em cenários favoráveis nem na ausência de desafios, mas na presença constante de Cristo”, reforçou o líder geral.
Por último, o compromisso com a missão.
Foi reafirmado o papel da denominação cristã: “A Igreja Adventista da Promessa é chamada não apenas a celebrar, mas a servir. Não apenas a receber, mas a compartilhar o evangelho”, ressaltou. Em complemento, ele afirmou que o ano de 2026 “nos convida a renovar nosso compromisso com a Palavra de Deus, com a oração, com o discipulado e, sobretudo, com a missão”.
Ao final, o presidente destacou que a Promessa “é uma igreja chamada para viver o evangelho com fidelidade, relevância e amor para com as pessoas”.
Toda virada de ano somos despertados para a ideia de uma vida nova por causa da mudança do calendário. Alguns pensam que essa mudança é uma espécie de “virada mágica”, como se apenas a passagem do tempo fosse suficiente para transformar nossa vida. Esse período também nos leva a ressuscitar “velhas promessas” acumuladas, feitas no início de cada ano, às vezes por décadas.
Na Palavra de Deus, somos esclarecidos de que nossa vida, independentemente do réveillon ou de datas especiais, pode ser uma vida de novidade, uma vida cheia de momentos novos, a partir de duas ações: uma realizada por Deus e outra como resposta nossa (2 Coríntios 5.17; Romanos 6.4).
1. Para termos um ano novo, é necessário um coração novo
“Assim que, se alguém está em Cristo, nova criatura é: as coisas velhas já passaram; eis que tudo se fez novo.” (2 Coríntios 5.17 – ARC)
A partir de um nascimento espiritual (João 3.3,5), como ensinou Cristo a Nicodemos, é possível perceber novas intenções, disposições e mudanças, uma transformação que acontece “de dentro para fora”. Essa nova vida nasce dessa obra espiritual que nos faz novas criaturas.
Paulo afirma, 2 Coríntios 5.17, que as “novas criaturas” estão em Cristo, uma linguagem frequente no Novo Testamento que indica que a pessoa salva está unida a Ele. Nessa união, recebe a nova vida, Seu poder e acesso a Deus, bem como as bênçãos de orar, obedecer e viver uma vida totalmente nova, fruto de uma transformação do coração.
A “nova criatura” é uma recriação feita por Deus no interior do ser humano. Com o mesmo poder que criou o mundo, Deus pode fazer nascer dentro de nós uma nova pessoa. Trata-se de uma nova fundação, capaz de gerar novos desejos, inclinados a uma nova forma de viver, pois “nós temos a mente de Cristo” (1 Coríntios 2.16).
Isso significa que nossa vida e que o novo ano podem ser diferentes se vivermos com a disposição do Senhor, obedecendo ao Pai e fazendo Sua vontade. Desejar obedecer, buscar bons pensamentos e ter afetos verdadeiros e profundos pelo próximo fazem parte dessa nova vida gerada pelo Espírito em nós (Filipenses 4:8).
Essa nova vida interna se manifesta porque um novo tempo chegou. Nas palavras de Paulo, “as coisas velhas já passaram”; e, em Cristo, “tudo se fez novo”. A nova vida se torna pública, como resultado inevitável de um novo coração.
2. Para termos um ano novo, é necessário novas práticas
“De sorte que fomos sepultados com ele pelo batismo na morte, para que, como Cristo ressuscitou dos mortos pela glória do Pai, assim andemos nós também em novidade de vida.” (Romanos 6.4 – ARC)
O novo nascimento e o novo coração jamais se resumem a boas intenções. Pelo contrário, quem nasce de novo passa a viver uma nova jornada. Paulo chama essa vida separada, o processo de santificação, de “novidade de vida”: a vida de quem passou da morte para a vida, de quem ressuscitou espiritualmente (Romanos 6.4).
Paulo diz que fomos sepultados com Cristo no batismo para que “andemos” nessa nova vida. Isso significa fazer o próprio caminho, como imitadores de Deus (Efésios 5.1), não mais seguindo o caminho do pecado, do egoísmo e da vontade própria. Por isso, devemos aproveitar as oportunidades para viver conforme a vontade de Deus, assim como Jesus viveu.
O caminho do crente, segundo Paulo, é a estrada da novidade de vida, preparada por Deus, “para que andássemos nela” (Efésios 2.10). Quem nasceu de novo obedece à Palavra de Deus (João 14.15), experimenta os dons espirituais (1 Coríntios 12.7) e prova, já aqui, uma antecipação da eternidade. O ressuscitado é alguém cheio de vida, que já experimentou um pouco do céu nesta vida e o experimentará plenamente na eternidade.
A nova vida também representa uma vitória sobre nós mesmos, pois, ao nos tornarmos discípulos de Cristo, somos chamados a “negar a si mesmo, tomar a sua cruz e seguir-me” (Mateus 16.24).
Nesta virada de ano, devemos refletir sobre o novo nascimento e sobre a palavra de Jesus, que afirma a necessidade de nascer de novo (João 3.7). Isso representa uma ação divina, pois é o Espírito quem nos faz nascer de novo, mediante a fé e o arrependimento, quando cremos no Salvador (Tito 3.5; Efésios 2.8).
Para termos um ano novo, precisamos de novas atitudes. Elas são a resposta humana diante da transformação divina operada em nós. Em Cristo, temos condições de amar a Deus acima de todas as coisas (Mateus 22.37), amar o próximo como a nós mesmos (Mateus 22.39), perdoar quem nos ofendeu (Efésios 4.32) e compartilhar nossa fé com aqueles que precisam viver uma nova história de vida (Mateus 28.19-20), para que a vida aqui já seja transformada até o dia em que o Senhor voltar (Filipenses 1.6).
Texto: Agência Promessista de Comunicação (APC)/Andrei Sampaio
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