Muito há que se fazer, mas números mostram que a igreja segue levando a mensagem do Salvador ao mundo.
No dia 24 de janeiro de 1932, o fundador da Igreja Adventista da Promessa, que já havia saído de sua igreja anterior há quatro anos, voltou a orar ao Pai em busca do batismo no Espírito Santo, com a evidência de falar em línguas estranhas. Embora naquela tarde não pedisse o revestimento de poder de forma direta, seu clamor a Deus era para que não morresse em circunstâncias tão incertas.
“Não pedi para ser batizado com o Espírito Santo, mas Aquele que prometeu o Consolador aos seus discípulos e O deu lá no Cenáculo e, posteriormente, à Sua Igreja, respondeu à minha oração. Em línguas estranhas e glorificações ao Pai e ao Cordeiro exaltado, o Espírito Santo completou em meu ser a obra excelsa da Trindade. Possuído do gozo que experimentava o meu coração, levantei-me da oração e glorifiquei a Deus pelo que havia recebido”, contou o fundador.
Assim, após a “Tarde da Promessa Cumprida”, o Pr. João Augusto levantou-se e celebrou com a esposa, a pioneira Marcionila, com quem reforçou seu propósito de vida: sair pelo mundo, pregando o revestimento de poder. Do quarto da casa em Paulista, o pioneiro servo de Deus saiu pelo estado de Pernambuco, depois por São Paulo e Brasil afora, levando a mensagem poderosa.
Como testemunhou seu filho, Otoniel da Silveira, autor da primeira edição de Marcos que pontilham o caminho: “Papai desapareceu no dia seguinte e só voltou à casa depois de oito dias”. Assim, Deus foi acrescentando o número de salvos, e a Igreja da Promessa se expandiu, através do testemunho de outros homens e mulheres que foram chamados pelo Senhor.
Uma igreja global
Ao decorrer do tempo, Deus continua levantando seus servos e servas para pregar a Cristo, e este crucificado (1 Co 1:18-25). Como informou o presidente da Convenção Geral, Pastor Adelmilson Julio Pereira, durante sessão da Primeira Assembleia Geral da Convenção Euroásia, em 2025.
Ele lembrou que o Pr. João Augusto já sonhava, em 1954, com a chegada da denominação aos Estados Unidos. Em 1957, houve o primeiro contato com Portugal e, em 1961, com a Nigéria: “São os três primeiros contatos além do Oceano Atlântico. O que temos hoje é resultado de sonhos e orações”.
Por fim, Pr. Adelmilson ressaltou o impacto global do trabalho: “Essa obra começou lá atrás e está frutificando hoje para a glória de Deus. A nossa Igreja Adventista da Promessa, de fato, é uma Promessa global”.
No último relatório divulgado pela Secretaria da Convenção Geral, com dados referentes a 2024, o total de promessistas no Brasil é de 64.306. No exterior, são 7.405 fiéis, totalizando globalmente 71.711, um crescimento registrado de 3,94% em relação ao relatório de 2023. São 989 igrejas no Brasil e 90 igrejas no exterior. Atualmente, com a graça de Deus, a denominação está estabelecida em 19 países: Brasil, Argentina, Paraguai, Chile, Bolívia, Peru, El Salvador, Uruguai, Guatemala, Colômbia, Portugal, Espanha, Nepal, Índia, Inglaterra, Moçambique, Angola, Nigéria e Uganda.
Igreja avançando
Há ainda países com famílias promessistas: Honduras, Alemanha, França, Itália, Austrália, Irlanda, Japão e Canadá; e países com igrejas em plantação: Estados Unidos, Inglaterra, Catalunha e Equador. Também há Malawi e Burundi, ambos na África, que tiveram contatos virtuais e já contam com crentes que se consideram promessistas.
O líder geral destacou ainda o Projeto 2032, que prevê “ampliar as tendas” e plantar novas igrejas até o centenário da denominação. Entre os novos locais em planejamento estão Londres, na Inglaterra; Lisboa, em Portugal; Katmandu, no Nepal; Lucknow, na Índia; além de Alemanha e França, com cidades a serem definidas. O projeto visa alcançar também a Austrália.
Graças à parceria de promessistas em suas igrejas locais, convenções regionais, Junta de Missões e Aliança Mundial Promessista (AMP), o Evangelho da Cruz está sendo espalhado.
Confira sermão especial que analisa algumas verdades sobre a mensagem do calvário e suas consequências.
“Certamente, a palavra da cruz é loucura para os que se perdem, mas para nós, que somos salvos, é poder de Deus. Pois está escrito: Destruirei a sabedoria dos sábios e aniquilarei a inteligência dos instruídos. Onde está o sábio? Onde, o escriba? Onde, o inquiridor deste século? Porventura, não tornou Deus louca a sabedoria do mundo?
Visto como, na sabedoria de Deus, o mundo não o conheceu por sua própria sabedoria, aprouve a Deus salvar os que creem pela loucura da pregação. Porque tanto os judeus pedem sinais como os gregos buscam sabedoria; mas nós pregamos a Cristo crucificado, escândalo para os judeus, loucura para os gentios;
mas para os que foram chamados, tanto judeus como gregos, pregamos a Cristo, poder de Deus e sabedoria de Deus. Porque a loucura de Deus é mais sábia do que os homens, e a fraqueza de Deus é mais forte do que os homens” (1 Coríntios 1:18-25).
Introdução
Escrevendo um artigo para uma antiga revista promessista chamada O Restaurador, de junho de 1945, o fundador da Igreja Adventista da Promessa, Pastor João Augusto da Silveira, refletiu em alguns dos versículos lidos acima. Entre essas reflexões estava a seguinte:
“Aos judeus que não entendiam a linguagem (João 8:43), Jesus perguntou lhes: ‘Porventura isto vos escandaliza?’ (João 6:61). A mensagem da cruz jamais será pregada sem escândalo. Paulo, o continuador desta mensagem, diz: ‘Os judeus pedem um sinal e os gregos buscam sabedoria, mas nós pregamos a Cristo crucificado, que é escândalo para os judeus e loucura para os gregos’ (1 Coríntios 1:22-23). Eis aqui o que pode fazer oposição à verdade que emana de Deus. Nós pregamos, diz o apóstolo, isto é, seja ou não escândalo e loucura. Os judeus não aceitam o Novo Testamento, alguns chamados cristãos rejeitam o Velho, e nós pregamos a Cristo como objeto central de toda a Bíblia.
Pregamos ainda que ele batiza hoje com o Espírito Santo como fez na igreja apostólica (Atos 2:4; Atos 10:44-45). O que nos importa se os judeus dizem que falamos línguas de lique lique ou que estamos cheios de mosto, e os gregos digam que somos incompreensíveis? O que muito nos interessa e sobremodo nos alegra é vermos, dia a dia, o número de almas se rendendo a Cristo e este derramar, em seus corações, o Espírito Santo da promessa” (Atos 2:38-39).
O pioneiro refletiu a respeito da mensagem do Calvário pregada pela Promessa há 94 anos de história. Ele destacou que essa mensagem é poderosa para transformar a vida e capacitar homens e mulheres ao anúncio da mensagem (Romanos 1:16; Atos 1:8). Diante disso, vale refletir sobre algumas verdades do “Evangelho da cruz” (1 Coríntios 1:18).
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Assista o Programa especial de 94 anos na TV Viva Promessa:
1. O EVANGELHO DA CRUZ É UMA MENSAGEM PARA SER CRIDA
Quando se dirigiu aos irmãos de Corinto, Paulo afirmou no início de sua carta: “Pois a mensagem da cruz é loucura para os que estão perecendo, mas para nós, que estamos sendo salvos, é o poder de Deus” (1 Coríntios 1:18). Ele disse que judeus e gregos não entenderam a mensagem da cruz como uma mensagem poderosa (1 Coríntios 1:22). Mas por que o entendimento foi esse?
Analisando o texto de 1 Coríntios 1:22-24, o Comentário Bíblico Matthew Henry diz que “muitos judeus pensaram que as Boas Novas de Jesus eram tolice, porque lhes tinham ensinado que o Messias seria um rei conquistador […] Jesus não restaurou o trono de Davi como eles esperavam que o fizesse. Além disso, foi executado como um criminoso comum e, como um criminoso poderia ser um salvador?”. E prossegue analisando o contexto: “Os gregos também consideravam que o evangelho era néscio: não acreditavam na ressurreição corporal; não viam em Jesus as características poderosas dos deuses de sua mitologia e pensavam que uma pessoa com reputação não devia ser crucificada.”
Porém Paulo faz uma defesa aos cristãos de Corinto do poder transformador do Evangelho. Ele, sob inspiração do Espírito, disse: “mas para os que foram chamados, tanto judeus como gregos, pregamos a Cristo, poder de Deus e sabedoria de Deus” (1 Coríntios 1:24). Os que estão sendo salvos são os que creram na salvação de Cristo, aqueles que passaram da morte para a vida (João 5:24) e os que recebem o poder da obra da cruz, capaz de transformar o pecador (2 Coríntios 5:17).
A mensagem da cruz é uma mensagem de transformação e a forma que Deus escolheu para salvar homens e mulheres, judeus e gregos, brasileiros e estrangeiros (Romanos 1:16). Por duas vezes no texto é dito que a mensagem do Calvário é o “poder de Deus” (1 Coríntios 1:18,24), em grego encontramos a expressão “dynamis”, a mensagem carrega a ação de Deus em transformar a vida de alguém.
O profeta Isaías falou desse poder transformador do Calvário para quem crê. Isaías 53:4-5 diz: “Certamente, ele tomou sobre si as nossas enfermidades e as nossas dores levou sobre si; e nós o reputávamos por aflito, ferido de Deus e oprimido. Mas ele foi traspassado pelas nossas transgressões e moído pelas nossas iniquidades; o castigo que nos traz a paz estava sobre ele, e pelas suas pisaduras fomos sarados.”
Em outras palavras, o profeta messiânico, que viveu cerca de 800 anos antes de Cristo, profetizou que crer no sofrimento de Jesus salva (Isaías 53:6). Confiar na obra do Servo sofredor cura. Ter fé naquilo que o Salvador fez na cruz traz a paz com Deus (Romanos 5:1), traz a paz para dentro da alma e nos torna construtores da paz (Mateus 5:9).
Aparentemente, o Cristo crucificado na cruz, instrumento de punição dos piores malfeitores da época, não pode sarar ou trazer a paz, mas por meio da morte e da ressurreição de Cristo, o pecador que crê é salvo da morte eterna (João 11:25-26), é reconectado com Deus (Colossenses 1:20) e passa a ser uma nova pessoa (2 Coríntios 5:17). Essa é a poderosa consequência da fé em Cristo: somos mudados das “águas para o vinho” (João 2:9), não da noite para o dia, mas pela graça que nos liberta do poder do pecado para uma vida de santidade (Romanos 6:22).
2. O EVANGELHO DA CRUZ É UM ESTILO DE VIDA PRA SER VIVIDO
Diante da mensagem que nos transforma quando cremos, aprendemos que o Evangelho da cruz é um estilo de vida para ser vivido. Ele nos coloca no caminho do discipulado, no caminho da cruz. Aqui lembramos do que Jesus nos disse: “Se alguém quer vir após mim, a si mesmo se negue, tome a sua cruz e siga-me” (Mateus 16:24).
Mas o que é “tomar a cruz” que Jesus mandou carregar? Vale ressaltar que essa cruz da qual Jesus falou não é o cônjuge, não é uma doença nem uma circunstância, por mais difícil que eles sejam. Ela não tem uma medida diferente para cada um e nem muito menos tem o mesmo sentido da cruz de Cristo, que trouxe salvação à humanidade. Não! A cruz do discípulo é uma vida de testemunho.
Primeiro, é uma vida em que o ego é “crucificado”. Quem deseja seguir o Senhor deve abrir mão de escolhas pessoais para fazer a vontade de Jesus (Lucas 22:42). Segundo, é necessária a atitude de “tomar a cruz”, ou seja, viver como o Crucificado viveu, com novos pensamentos, atitudes e intenções (Gálatas 2:20). Afinal, nos tornamos “cópias de Jesus”, como escreveu Pedro em sua primeira carta: “Porquanto para isto mesmo fostes chamados, pois que também Cristo sofreu em vosso lugar, deixando vos exemplo para seguirdes os seus passos” (1 Pedro 2:21).
Portanto, “carregar a cruz” é viver o discipulado ensinado por Jesus, negar a si mesmo, renunciar ao pecado e seguir o Senhor em obediência (Romanos 6:11). Ao celebrarmos os 94 anos da Promessa, reafirmamos nosso compromisso com o Evangelho da cruz, que transforma vidas e conduz ao caminho da salvação e ao discipulado (Gálatas 2:20).
Lembramos do Evangelho da cruz, da porta estreita e do caminho estreito (Mateus 7:13-14). O discipulado exige renúncia ao pecado e obediência aos mandamentos do Senhor, é uma “vida em forma de cruz” (João 14:15). Lembramos que somos parte daquele povo que o apóstolo João viu, “os que têm o testemunho de Jesus e guardam os mandamentos de Deus” (Apocalipse 12:17). É esse povo que, na grande tribulação, não se renderá ao anticristo, mas será protegido por Deus e encontrará o Senhor em sua volta (Apocalipse 14:12; 1 Tessalonicenses 4:16-17).
3. O EVANGELHO DA CRUZ É ANÚNCIO PARA SER PROCLAMADO
Faz parte do estilo de vida dos cristãos uma vida de proclamação do Evangelho. No trecho de 1 Coríntios 1:18-25, Paulo menciona a importância da pregação. No versículo 21 ele escreveu: “Visto como, na sabedoria de Deus, o mundo não o conheceu por sua própria sabedoria, aprouve a Deus salvar os que creem pela loucura da pregação”; e no versículo 23 ele ressalta: “mas nós pregamos a Cristo crucificado, escândalo para os judeus, loucura para os gentios”.
A palavra que aparece no primeiro texto é o termo em grego “kerygma”, que, segundo o livro Kerigma, do CETAP, “é o conteúdo da mensagem cristã (…). O verdadeiro conteúdo da pregação lhe fora dado pelo Senhor Jesus. Não pode ser adulterado, abrandado ou camuflado”.
O livro ainda reforça: “… uma das palavras utilizadas para pregação no Novo Testamento era empregada para se referir ao ‘arauto’, pessoa enviada pelo imperador para transmitir uma mensagem. Uma das qualidades que se exigia do arauto era que ele fosse fiel e transmitisse a mensagem exatamente como havia recebido”. Portanto, a Igreja de Cristo deve se manter fiel ao conteúdo da Bíblia Sagrada, que é a Palavra de Deus (2 Timóteo 4:2; Apocalipse 22:18-19).
No segundo texto, no versículo 23, o termo original é “kerysso”, no sentido do ato de anunciar a Palavra de Deus (Marcos 16:15; Romanos 10:14-15). Aqui lembramos que a mensagem da cruz é uma mensagem para ser compartilhada, não escondida (1 Coríntios 9:16).
O fundador da Igreja Adventista da Promessa, Pr. João Augusto da Silveira, vivenciou esse anúncio em sua vida. Quatro anos após ter recebido o batismo com o Espírito Santo, em 1936, entre tantas caminhadas, ele já estava realizando um batismo na cidade de Rolândia, no Paraná, depois de ter passado por São Paulo (Atos 1:8).
Essa missão pioneira continua ativa na vida de cada promessista. Décadas depois, a Igreja do Senhor segue em caminhada, com o poder do Altíssimo, ao anunciar o Evangelho de Cristo em tantos lugares, Brasil afora, levando muitas pessoas ao Evangelho da cruz (Mateus 28:19-20). Como em uma grande colheita, com 44 pessoas batizadas, que testemunharam publicamente sua fé em Moçambique, em 2025 (Atos 2:41).
Agora somos chamados para sermos os arautos de Jesus. Com a Bíblia na mente e nos lábios e o fogo do Espírito no coração, somos convocados a anunciar as virtudes daquele que nos chamou das trevas para a sua maravilhosa luz (1 Pedro 2:9). Como diz a visão da igreja: “Cada promessista sendo missionário no poder do Espírito Santo”. Chegou a sua voz, nossa vez de pregar o Evangelho da cruz (Romanos 10:17).
Busquemos o batismo no Espírito Santo, que nos dá poder para testemunhar (Atos 1:8). Estudemos as Escrituras, para anunciarmos com fidelidade a mensagem do Evangelho (2 Timóteo 2:15). Compartilhemos sem medo, em nossa rua e do outro lado do mundo, por meio dos cultos, nas classes de Escola Bíblica, nos Pequenos Grupos e Bases Missionárias. Anunciemos todo o conselho de Deus, anunciemos Jesus até que ele volte (Atos 20:27; Apocalipse 22:20).
Conclusão
A mensagem da cruz põe em cheque o nosso coração. Ela retira de nós as condições de nos salvar por nossas próprias forças (Efésios 2:8-9). Diante da cruz, somos lembrados de que o Crucificado inocente esteve lá por conta dos nossos pecados (1 Pedro 2:24), e as bênçãos gratuitas que recebemos só foram possíveis porque ele enfermou, foi moído por Deus e oprimido (Isaías 53:4-5).
A mensagem da cruz nos leva à reflexão do hino 76 do Hinário Brados de Júbilo, HBJ: “Morri, morri, na cruz por ti. Que fazes tu por mim? Morri, morri, na cruz por ti. Que fazes tu por mim?”. A mensagem do louvor e deste sermão nos chama a pelo menos três decisões.
A primeira é para quem não crê em Jesus: abra seu coração e se renda à mensagem do Calvário (João 3:16; Romanos 10:9). A segunda é o compromisso após ser chamado pelo Salvador: obedecer aos mandamentos do Mestre (João 14:15; Mateus 28:20). Por último, todos os cristãos promessistas são chamados a sair e anunciar o Evangelho da cruz no outro lado da rua e no outro lado do mundo (Mateus 28:19; Atos 1:8).
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