A programação foi realizada no sábado (25), com 360 promessistas de vários lugares de Pernambuco, Bahia, Paraíba e Rio Grande do Norte.
A 16ª Assembleia Regional da Convenção Nordeste Oriental foi um momento de anúncio de crescimento regional, investimento na construção de templos e aquisição de novas igrejas. A convenção, onde nasceu a Igreja Adventista da Promessa, realizou o evento no sábado (25), nas dependências do auditório do Sindsprev, com a participação de 360 promessistas.
Eram líderes e membros da região metropolitana do Recife, do sertão de Pernambuco, da Bahia, do agreste, além de representantes de Campina Grande, João Pessoa e Natal, que se reuniram em adoração e celebração a Deus pela ação de sua igreja.
Os louvores ficaram por conta do Ministério Som da Promessa e da jovem Maysa Evelyn, da Promessa de Vivência. A pregação da Palavra de Deus foi ministrada pelo superintendente da Convenção Litoral e Leste Paulista, Pastor Wilbert Magalhães, com o tema: “Deus nos vê!”. Ele também representou a Junta Geral Deliberativa (JGD), participou da parte administrativa dos trabalhos, da reunião da Junta Regional e do culto especial, marcado por louvores e momentos de adoração ao Senhor. A direção das atividades ficou por conta do vice-superintendente da Convenção, Pr. Claudio Freire.
Para o Pr. Wilbert, “a assembleia regional foi incrível. É claro que, se tratando do reino, a expectativa sempre é positiva. Mas, no caso dessa, especificamente, penso que tenha marcas distintas. A parte administrativa foi leve, pois os irmãos foram muito respeitosos com o momento, prestando atenção nas apresentações”, relatou o representante da JGD.
Wilbert também testemunhou que “o culto foi o auge do encontro. A casa estava cheia e a sensação era que todos estavam envolvidos com tudo que acontecia. Eu saí renovado. Acredito que muita gente também viveu essa renovação. A Deus toda glória!”.
Confira os recursos para sua aula sobre gula: sugestão de entrevista, vídeo sobre a diferença entre “fome e gula”, dinâmica da “mesa da gula e controle”, perguntas reflexivas e dinâmica “Prato certo ou prato errado”.
DICA 1 – Entrevista com especialista
Caso você tenha acesso, na igreja local ou fora dela, a um nutricionista, pode entrevistá-lo por vídeo ou convidá-lo para a aula, para tirar dúvidas sobre alimentação, saciedade e a importância de saber dizer “basta”.
A ideia é mostrar que, além de um pecado, a gula faz mal para o corpo, trazendo consequências sérias para aquilo que a Bíblia chama de “templo do Espírito” (1Co 6:19).
DICA 2: Vídeo “Descubra se você sente FOME ou GULA” (I-De olho na mídia; item 2)
No vídeo sugerido, Descubra se você sente FOME ou GULA, um médico explica pontos importantes que ajudam a pessoa a discernir quando deve comer ou quando quer apenas satisfazer um desejo. Ele destaca que um dos diferenciais é quando há algum tipo de “problemas hormonal”, situação em que a pessoa busca compensação no alimento, nem sempre saudável.
Ao final, você pode utilizar o vídeo para fazer perguntas aos alunos: “E aí, conseguiram detectar se o que sentem muitas vezes é fome ou gula?”
Assista o vídeo aqui:
DICA 3: Dinâmica “mesa da gula e controle”
Monte uma mesa dividida ao meio para facilitar a explicação. Lado 1: coloque alimentos como biscoitos, salgadinhos e doces ultraprocessados. Lado 2: organize opções como frutas, arroz e carnes (podem ser fotos dos produtos). Inclua também algumas placas com palavras-chave: jejum, ceia do Senhor, oração, telas desligadas, satisfação e contentamento.
Durante a aula, utilize a mesa como recurso visual para explicar o que é a gula e apresentar caminhos práticos para combatê-la. Relacione os exemplos com os itens 2 e 3 e com a parte explicativa do estudo, ajudando os alunos a compreenderem de forma clara e aplicada.
DICA 4: Perguntas reflexivas
Use as perguntas reflexivas da aplicação para ajudar em discussões sobre como vencer a gula; utiliza-as a fim de que seus alunos pensem sobre práticas concretas que ajudam na superação deste pecado.
Existe algum gatilho emocional (ansiedade, tédio, tristeza) que já fez você buscar na comida um conforto que deveria vir de Deus? Isso pode acontecer? Como romper com isso? Comente com base na primeira aplicação.
Como a consciência de que seu corpo é “templo do Espírito Santo” pode influenciar suas escolhas alimentares e a prática da moderação? Comente com base na segunda aplicação.
DICA 5: Dinâmica “Prato certo ou prato errado”
Utilize pratos plásticos grandes para realizar a dinâmica. A proposta é levar a classe a refletir: isso serve como alimento espiritual ou deve ser descartado?
Escreva frases (veja abaixo) com piloto ou cole papéis nos pratos. Em seguida, vire-os e deixe sobre a mesa. Ao final do estudo, explique à turma que será feita uma recapitulação do estudo.
Execução: Convide alunos diferentes para vir à frente, virar um prato, ler a frase e avaliar: isso deve permanecer na mesa (prato certo) ou ser descartado (prato errado)? Peça que justifiquem a resposta com base no que foi aprendido.
Sugestão pedagógica: ao final de cada resposta, complemente com a explicação bíblica, reforçando o ensino.
Pratos da dinâmica:
Prato 1: Alimento é um presente divino (Gn 1:29-31; Ec 2:24)
Prato 2: Relação desordenada com alimentos e bebidas
Prato 3: Enfermidades: compulsão, bulimia e anorexia
Prato 4: Sintoma da ansiedade: comer por estresse ou vazio emocional (Fp 4:6-7 )
Prato 5: Adão e Eva desejaram o único fruto proibido (Gn 2:16-17; 3:6)
Prato 6: Problema moral e espiritual; obras da carne (Pv 23:1-3; Gl 5:19-23)
Prato 7: Finalidade correta: sustento do corpo, comunhão e prazer equilibrado (Ec 9:7; 1Co 10:31)
Prato 8: Lembrar do sacrifício de Cristo (Ceia do Senhor – 1Co 11:25)
Prato 9: Desfrutar as refeições com alegria em Deus (Ec 8:15)
Prato 10: Priorizar a Deus, viver em contentamento em Cristo e praticar o jejum (Mt 6:16-18; Fp 4:11-13)
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