A participação da liderança na temática da inclusão é estratégica, afirma líder da Secretaria da Inclusão

Para a diaconisa Juliana Duque, líderes como pastores e missionárias podem ajudar a mudar a mentalidade da igreja de forma mais consistente.

 

De acordo com a líder da Secretaria de Inclusão, Juliana Duque, falar sobre a igreja local como um espaço para a Pessoa com Deficiência (PCD) é algo que deve começar pela liderança, como pastores e missionárias, além dos líderes de ministérios e demais ordenados. Para a líder geral, “é um movimento muito importante, fundamental para a igreja. É um ponto estratégico para a gente pensar no tema da inclusão com este público”.

Ela avaliou essa questão durante entrevista ao Promessistas.org, ao relembrar a Trilha “Espaços de Ensino Inclusivo na Igreja”. Os slides podem ser baixados no link abaixo, junto com o material da maioria dos conteúdos ministrados no 2º Congresso de Educação Cristã (conteúdo disponível abaixo), realizado no dia 2 de maio, no Centro de Eventos do Pantanal, em Cuiabá (MT). “Ter essas pessoas, que são estratégicas para movimentar e mudar a mentalidade da igreja, porque a inclusão começa com mudança de mentalidade, foi muito positivo”, relembrou.

 

A líder também definiu que a inclusão é, acima de tudo, uma postura de vida. Segundo ela, como a liderança influencia a igreja, foi importante ter esse público no evento. A entrevistada explicou que havia em sua trilha pastores, presbíteros, missionárias, professores e professoras da Escola Bíblica e do ministério infantil. “Muito bacana tê-los para a gente conversar sobre isso.”

 

A igreja como espaço de inclusão

Ju avaliou que, apesar de o tema parecer difícil, a igreja precisa ser uma centro de referência para pcd’s, numa visão mais ampla, até mesmo para o bairro. “Porque nós temos igrejas da Promessa construindo até espaços específicos. É importante a igreja local, de fato, assumir essa pauta. A igreja é a maior célula de transformação social do mundo”, afirmou a líder, que destaca a importância da comunidade local.

Para ela, como a igreja é um reflexo de Jesus, ela precisa ter espaços de ensino inclusivos. “O Mestre era assim. Quando Jesus falava para alguns públicos, ele usava parábolas, para públicos mais simples. Quando ele falava com os fariseus e doutores da lei, havia debate teológico. Quando ele curava o surdo, ele usava sinais para ‘falar’, gestos”, ponderou.

 

Jesus fala a todos os públicos. A igreja deve falar também

A líder da SI lembrou que, em Marcos 7:37, quando Jesus cura um surdo, ele falou “Efatá” (aramaíco que significa “abre-se”), olhou para o céu e curou o homem. “Jesus é esse mestre que fala para todos os públicos. Assim, a igreja precisa refletir esse caráter de Jesus no ensino, pois ela é um ponto do reino aqui neste mundo. Ela é esse lugar que impacta a sociedade, que gera mudança, que oferece essa transformação.”

Em sua avaliação, num mundo caído, cheio de exclusão e com pessoas esquecidas, “é na igreja que a gente encontra essa convergência do reino, onde todos são importantes, onde todos têm o seu lugar, onde todos têm a sua dignidade garantida, porque nós fomos restaurados e inseridos nesse projeto do reino pelo nosso mestre Jesus”, finalizou.

 

Momento de preparação – A Secretaria de Inclusão está preparando o Fórum Presencial Casa Cheia, um encontro nacional que reforça o compromisso missionário da igreja com a inclusão. O evento ocorrerá de 25 a 27 de setembro de 2026, no Espaço Promessa, em Cosmópolis (SP), e contará com trilhas formativas, oficinas, devocionais e momentos de adoração, reunindo ministros, líderes, voluntários e membros que desejam viver a inclusão como parte essencial da missão da igreja.

O investimento é de R$ 810,00 (PIX) ou R$ 850,00 (em até 10x no cartão), incluindo hospedagem, alimentação completa, Kit Inclusão e certificado. As inscrições já estão abertas, e o link está disponível no Instagram da SI (link abaixo) ou pelo WhatsApp: https://forms.gle/SBxtn1cxFHV3Ymo57

Siga a Secretaria de Inclusão no Instagram: @inclusaopromessista

Texto: Andrei Sampaio/APC

CONSEJOS DE LA LECCIÓN 8 | MALEDICENCIA: “Esparciendo rumores” | La lucha contra el pecado

Utilice en su clase los recursos indicados a continuación: una pregunta para la reflexión y dos dinámicas para los puntos explicativos y aplicativos.

 

DICA 1: Pregunta para la reflexión en clase

Comience la clase con la pregunta propuesta después del ítem “De ojo en los medios”. Por ser actual y formar parte de la vida de todas las personas, ayudará a iniciar el estudio de manera que los alumnos se involucren en el tema:

  • ¿De qué manera la cultura de las redes sociales contribuye actualmente a la práctica de la maledicencia?

Al mismo tiempo que habla y espera las respuestas, usted puede motivarlos a buscar en internet casos de rumores que llevaron a la difamación, a procesos judiciales e incluso a la muerte.

 

Dica 2: Dinámica “Pequeño fuego, grandes perjuicios”

Aplique la dinámica “Pequeño fuego, grandes perjuicios”. Utilice un plato (de cerámica o vidrio) y varios fósforos colocados uno al lado del otro. Luego, colóquelos en un lugar destacado sobre una mesa o silla en el aula.

Después de iniciar las explicaciones, invite a un alumno a encender los fósforos. Asegúrese de que no haya nada inflamable cerca, como plásticos o papeles. 

Después de encenderlos, destaque la rapidez con la que todos los fósforos se queman, aunque solo el primero haya sido encendido, siempre incentivando la participación de los alumnos durante la explicación.

Después de la demostración, pida que un alumno lea la Epístola de Santiago 3:5-6 y el episodio citado en el punto 2, en el Libro de Números 16:3, 28-32, sobre Coré, Datán y Abiram. Haga comentarios junto a la clase y muestre cómo la dinámica se relaciona con el episodio bíblico.

Fuente: Adaptado de internet.

 

Dica 3: Dinámica “Palabras podridas”

Para el punto 1 o para la aplicación de la lección, aborde las “palabras podridas”, expresión traducida como “torpe” en Efesios 4:29. Explique que el término se refiere tanto a frutas como a pescados en mal estado.

Mientras el profesor explica el texto bíblico, distribuya platos con las imágenes recortadas (imagines al final del texto para descargar). Los platos deben contener las inscripciones “Pescados podridos” y “Frutas podridas”, con sus respectivas figuras. Páselos de mano en mano y pregunte a los alumnos: “En la vida real, ¿cuál sería el olor de este plato? ¿Alguna vez han sentido algo parecido?”

Después de las respuestas, explique que, cuando practicamos el chisme, difundimos rumores y usamos la maledicencia, estamos sirviendo a las personas ese mismo tipo de “palabra podrida”. Por lo tanto, debemos evitar tales actitudes, llenar nuestra boca de la Palabra de Dios y hablar de acuerdo con esa verdad (aplicación 1).

Imagines para descargar: FiguraEBAula08_Pescadosfrutas

Texto: Secretaría de Escuela Bíblica