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Guarda o sábado quem foi liberto do pecado

Por meio de Cristo Jesus, a pessoa obedece amorosamente ao mandamento do descanso.

 

O sábado faz parte do primeiro bloco dos mandamentos, aqueles que tratam do amor a Deus. Ele foi instituído num contexto de libertação — após 400 anos de escravidão no Egito (Êxodo 20:8-11).

“No Egito, na escravidão, não há folga, não há dia de descanso. O Egito é símbolo de escravidão, de se estar longe da presença de Deus”, explicou o apresentador, Pastor Kennedy de Matos, no programa Evangelho em Foco, da TV Viva Promessa.

No episódio intitulado “O descanso que santifica”, que faz parte de uma série de programas sobre os Dez Mandamentos, o teólogo reforça que o descanso separado pelo Criador foi dado como um gesto de salvação.

“O descanso parte de uma ação poderosa de libertação da parte de Deus”, pontuou.
“Você precisa ser liberto da opressão do pecado, e esse descanso que Deus oferece só faz sentido quando houve uma libertação da parte de Deus na vida daquele que agora é chamado a descansar em Cristo Jesus, e em um dia que Deus separou”, completou.

O programa também destacou que o mandamento do sábado é um convite à lembrança, pois foi dado na criação.

 

“O sábado não é estabelecido no Sinai, o sábado não é lei de Moisés; o sábado foi dado à humanidade, não apenas ao hebreu ou ao judeu”, enfatizou o apresentador, com base em Gênesis 2:1-3.
“O que Deus fez nos Dez Mandamentos foi ratificar, homologar o sétimo dia”, acrescentou.

Pode-se dizer que quem descansa neste dia é feliz porque o faz em resposta à graça salvadora de Deus, guarda o santo dia como expressão de gratidão pela redenção recebida em Cristo Jesus (Hebreus 4:9-10). Além disso, ao observar o sábado, o cristão demonstra obediência amorosa ao Pai celestial, Criador de todas as coisas (João 14:15; Apocalipse 14:7).

Assista ao conteúdo completo no vídeo abaixo:

 

Texto: Agência Promessista de Comunicação (APC)

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