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A missão da rede | por Dsa. Andrea Nunes

“O Reino dos céus é ainda como uma rede que é lançada ao mar e apanha toda sorte de peixes. Quando está cheia, os pescadores a puxam para a praia. Então se assentam e juntam os peixes bons em cestos, mas jogam fora os ruins.” (Mateus 13:47-48) 

 

Existe uma série de televisão chamada Pesca Mortal (Prime Vídeo), e ela mostra pescadores no mar de Bering, estreito entre Alasca (EUA) e a Sibéria (Rússia), os quais pegam muitos peixes usando redes enormes. Eles pescam até tubarões, polvos e lulas. Mas também puxam algum tipo de lixo e rejeitos presentes nas águas. Então, acaba sendo um mistério o que virá na rede. 

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Essa é a ideia por trás da parábola que Jesus contou em Mateus 13, citada acima. Nela, o Reino de Deus é comparado a uma rede de pesca puxada das águas, e com essa rede todo tipo de peixe é apanhado. Percebam que o nosso trabalho como igreja é puxar essa rede das “águas da humanidade” e pegar o máximo de “peixes” que pudermos.  

Não cabe aos discípulos de Cristo fazer a seleção do que pescam. Vamos pegar uns ruins no meio de outros bons? Claro que sim, gente! Pois nem todos os que vêm, professam verdadeiramente a fé no Salvador. Vamos ter falsos crentes junto dos verdadeiros? Sem dúvida alguma! Mas vamos lançar a Palavra para que, ao ouvirem o evangelho, se convertam por meio da pregação ao Senhor. Glória a Deus! 

Lembrem-se do que Jesus disse: “Sigam-Me, e Eu os farei pescadores de homens” (Mateus 4:19). O diabo, nosso adversário, trabalha para aprisionar as pessoas ao pecado, lançando suas armadilhas (2 Timóteo 2:26). Nós, que já fomos “pescados” pelo Senhor e por seus trabalhadores, devemos lançar a rede para trazer novas vidas. 

Agora, pare para pensar: ou estamos com Jesus apanhando pessoas para a vida, ou Satanás fará isso, levando-as para a prisão! E aí? Qual vai ser a sua postura? Nosso trabalho não é procurar e destruir, mas encontrar e libertar, ensinando a verdade. Os anjos farão essa separação no fim dos tempos (Mt 13:49-50). A nós, cabe a pescaria, não o juízo no tempo presente. 

 

Texto por: Dsa. Andrea Nunes

Foto: Reprodução/Freepik. 

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