Manhã de domingo tem pregação em libras

A pregação da manhã deste domingo foi passada de forma diferente, mas com a mesma eficiência de sempre.
O diácono Daniel Pereira da Cruz, deficiente auditivo, foi o preletor, e o pastor Marco Arriens deu voz à sua linguagem de sinais.

A mensagem, em libras, com base na passagem de João 4:23-30, falou sobre adoração. “Deus nos escolhe para uma atitude de adoração”.
Daniel contou um pouco de sua história. Ele nasceu ouvinte e tinha a fala normal até um ano e meio, próximo de 2 anos de idade, quando passou mal, desmaiou e foi levado ao hospital.
Após alguns exames, os médicos diziam aos pais de Daniel que ele poderia morrer aos poucos. Deus esteve no controle e, cerca de dois meses depois, ele começou a se recuperar. Tudo voltou ao normal, a não ser sua audição. Daniel ficou surdo por conta da meningite.
“Amo me comunicar, não importa se fiquei surdo ou mudo”, relatou o diácono, ao enfatizar que Deus ama a todos de igual forma, sejam cegos, surdos, cadeirantes, ou não.
Ele agradece a Deus por suas mãos e por poder se comunicar através delas. “Ele me deu essa língua e por isso sou grato.”

 

Jovem louva ao Deus do impossível e emociona a assembleia

Fabiana Ferreira Mendes da Silva, jovem da IAP Pq. Itália, em Campinas, cantou um louvou no culto da manhã deste domingo e emocionou a toda assembleia.

Ela cantou ‘Os sonhos de Deus’. Junto com ela, a igreja repetiu o coro “Acredito sim, acredito sim. Acredito sim, que Deus vai fazer o impossível em meu viver.”
Ao final do louvor, toda a igreja se colocou de pé para aplaudir a Deus. A missionária Marlene lembrou que Deus só dá presentes especiais a pessoas ainda mais especiais, fazendo menção aos pais da Fabiana.
 

A mais impactante notícia

Pr. José Lima fala sobre a transformação que o Evangelho produz

Saulo de Tarso e Moisés foram dois dos personagens citados pelo Pr Lima em sua mensagem, enfocado o poder do Evangelho na vida das pessoas. “Para mim e para você nesta noite, o Espírito Santo diz: tira tua sandália, porque eu sou santo. Tira tua tradição, tua teologia, tua experiência, tua arrogância. Deus te conhece!”

Projeto 'Adoção Educacional' adota mais 76 crianças moçambicanas

A Junta de Missões expôs um painel no saguão do auditório da Estância Árvore da Vida com fotos de crianças moçambicanas.
O painel foi em prol do projeto ‘Adoção Educacional’, que visa o apoio financeiro dos estudos de cada uma delas.

Para adotá-las, cada pessoa interessada devia preencher um cadastro e se comprometer a colaborar com 600 reais por ano, que é a soma de 50 reais mensais.
Com o slogan ‘Você pode plantar esperança investindo na educação secular de uma criança moçambicana’, o projeto alcançou o objetivo, pois todas as 76 crianças apresentadas no painel foram adotadas.

Testemunho de libertação


Irmão Jim Vargas conta como Deus o libertou do homossexualismo
Jim Vargas, peruano, vive por mais de 30 anos no homossexualismo mas Deus o libertou. “Basta querer, porque eu quis ser liberto”, contou ele, que diz não se envergonhar do evangelho, que é poder de Deus para todo que crê. O irmão Jim se casou há dois anos, e dá um excelente testemunho de transformação, de acordo com seu pastor.
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Oficina responde se é homofobia dizer que homossexualidade é pecado

‘O evangelho e a homofobia’ é o tema da segunda oficina da tarde de sábado da Assembleia Geral.
Dirigida pelo pastor Eleilton William de Souza Freitas, a oficina contou com as participações da diaconisa Romi Scheineider, pastor Junior Mendes e pastor Hermes Brito.

No começo da exposição sobre o assunto, a diaconisa Romi esclareceu a diferença entre homossexualidade e hermafroditismo, pois muitas pessoas justificam a prática homossexual com o hermafroditismo, mas o hermafroditismo é um problema genético e algo muito raro.
Embora tenha um problema genético, o hermafrodita nasce com a sexualidade definida. “Só existe xx e xy”, afirmou.
Ao comentar o conceito de homofobia, o pastor Junior Mendes disse que acreditar que homossexualidade é pecado não torna alguém homofóbico. “Só o faz não compartilhar dessa ideia e pensamento”.
O pastor Hermes Brito falou sobre a forma como a homossexualidade tem sido imposta pela mídia. “Esse assunto nos é apresentado como forma de cultura”, ponderou. Mas ele frisou que, de acordo com a Bíblia, continua sendo errado. “Não é uma prática diferente de qualquer outro pecado.”
A oficina permitiu que as pessoas presentes enviassem perguntas aos entrevistados. Uma delas foi sobre uma possível lei que prenda um pastor que se recuse a realizar um casamento homossexual.
O pastor Hermes respondeu e disse acreditar que isso pode sim acontecer e que a igreja deve estar preparada. “Está chegando o momento de pastor ser preso por amor a Deus. E a igreja não deve se escandalizar com isso”.
 

O Evangelho e a Homofobia


Neste momento, o Pr. Genésio Junior, Hermes Brito e a Dsa. Romi Schneider participam da oficina O Evangelho e a Homofobia, que discute este importante e polêmico assunto.
Logo no inicio, o Pr. Eleilton mostrou os dados colhidos com 111 participantes da Assembleia:

  • 52% têm amigos homossexuais
  • 89,5% acreditam que é uma questão de escolha (pecado)
  • 9% não têm opinião a respeito
  • 1,5% acreditam que as pessoas já nascem assim

Sobre atitudes homofóbicas:

  • – 8% acreditam que afirmar que é pecado é homofobia
  • – 84,5% acreditam que quando se evita o contato com homossexuais
  • – 7,5% acreditam que pregar a heterossexualidade como vontade de Deus é atitude homofóbica

O Pr. Hermes disse que acredita que a perseguição vai chegar ao ponto da elaboração de leis que punam pastores que não façam casamentos de homossexuais.
O Pr. Genésio Junior diz que não é surpreendente a maneira como a mídia vem tratando o assunto, pois as pessoas da mídia pensam de acordo com o “deus deste século”.
 

49ª Assembleia celebra o Evangelho nos confins da terra


A Junta de Missões teve o prazer de apresentar a toda assembleia os moçambicanos promessistas que estão pela primeira vez no Brasil.
Daniel a Alda, que antes eram chamados de Sr. e Sra, foram apresentados como irmãos em Cristo, pelo pastor José Lima de Farias Filho.
“Não era esse calor que eu esperava encontrar”, disse o irmão Daniel, que enfatizou a eficiência do projeto Plantando Esperança no acolhimento às crianças pobres de Moçambique.

Muito simpática e sorridente, a irmã Alda falou sobre a marca que a Igreja Adventista da Promessa deixou ao chegar em Moçambique. “A chegada fez com que ficássemos ainda mais alegres e entendêssemos a Palavra de Deus. A Igreja Adventista deixou marcada a bondade e santidade. Foram até lá mostrar o que é o amor”, celebrou.
O jovem Marcelino, que era escravo em Moçambique, hoje é pastor da Igreja Adventista da Promessa. Em sua fala, ele resumiu seu testemunho de transformação.
“Antes de pertencer a Deus eu era escravo, fui humilhado”, contou Marcelino. “Mas Deus mudou tudo, Ele estava só me preparando”, afirmou.
No começo do projeto, a IAP tinha quatro igrejas em Moçambique, hoje Marcelino contou à toda assembleia e celebrou pelas 27 igrejas que existem lá atualmente.