Culto nos confins
É sexta feira à noite, dia de mesquitas lotadas
Dia de tambores e sinos nos templos hindus
Entre essa babilônia espiritual,
Nos dirigimos para um lugar especial:
Uma casa, uma sala, um tapete
Treze indianos convertidos a Cristo,
A cultuar a Deus Pai, por meio de Jesus Cristo
Músicas no dialeto maleala
A menina, de nove anos, inicia todas as canções
E também as leituras bíblicas
Pregação em português para o inglês e deste para o dialeto
Adoração, ministração, edificação, libertação,
Oração por enfermidades e revestimento espiritual
“Não sei o que dizer de tanta alegria!”
É o dono da casa, emocionado, glorificando a Jesus
É uma igreja humilde em seu nascimento,
Mas com vigor espiritual autêntico,
Porque confessa que Jesus é único Salvador e Senhor!
Testemunhas vivas dos confins da terra!
Planos de Deus, mistérios de Deus,
Que seja sempre assim!
O SINAL NA PAREDE

Deus se revela de muitas maneiras e formas
Tem prazer em comunicar sua vontade a seus servos
Talvez o campo missionário seja o seu ambiente preferido,
Onde o Espírito Santo deixa suas intenções claras
Ficamos espantados com um sinal da comunicação de Deus,
Para a nova igreja dele aqui nos confins do mundo
Depois de longa conversa com o casal missionário nativo
Depois de exporem seus medos, anseios e esperanças
Depois de nos alegrarmos com a firmeza de sua fé em Cristo
Depois de tomamos decisões para ajudá-los na missão
Depois de ajustarmos tudo para a nova etapa da igreja
Depois de orarmos agradecendo a Deus pelo que nos dera
O enviado da IAP no Brasil viu um sinal na parede
Um papel com desenho e escrita de criança,
Com uma comovente oração a Deus:
Que o Altíssimo lhe concedesse uma casa com uma sala maior
Exatamente o que acabávamos de decidir!
Uma casa com sala maior para culto público e moradia
Por esse anseio, a menina de nove anos vinha orando
Olhava para o desenho que fizera,
Lia o pedido que escrevera e buscava o Senhor
Agora via seu pedido atendido
Sinal inequívoco de Deus para sua igreja!
Nossa decisão estava alinhada com o Espírito Santo
Trazendo-nos tranquilidade e segurança espiritual
Olhamos para a menininha indiana, que emoção!
Manifestação viva da graça de Deus!
Sinal divino em nossa humilde missão!
Demonstração inequívoca da ação de Deus na IAP indiana!
Para o louvor de sua glória!
Ceia nos confins
O casal missionário, esposo e esposa
Sábado de manhã em sua casa, em Kovalam
Bacia, água e toalhas
Pão e vinho na mesa
Louvores, Palavra e orações
Toalha na cintura, água nos pés
O rito da humildade é celebrado
Pão repartido para os irmãos
“Comei dele todos!”
Na mente e coração, o drama do calvário,
O corpo de Jesus dilacerado,
Moído pelas nossas iniquidades
O vinho é servido
“Bebei dele todos!”
Do alto da cruz se vê o sangue,
A descer pelo corpo maltratado, violado
Sangue purificador, lavador de pecados
Sangue que afasta o juízo eterno
Sangue que transforma filhos da ira em filhos de Deus
Nos confins da terra,
Come-se o pão e bebe-se o vinho,
Celebrando a vitória de Jesus,
E a salvação que Ele fez chegar aqui
UMA IGREJA NO MEIO DO PAGANISMO
Há narrativas difíceis de entender
Como o longo tempo para um hindu se converter a Cristo
Às vezes levam dez, quinze ou até vinte anos
O enviado da IAP está a menos de dez anos por aqui
Neste sábado à noite, está a nos levar à casa de um ex-hindu
Nos encontramos com mais de trinta seguidores de Jesus
Mais de vinte deles são adventistas da promessa
Todos cantam com a alma, entusiasmados com Deus
Estão a orar com fé e em tom pentecostal
Sabem que foram libertos da tenebrosa escuridão
Ouvem a pregação com temor e dão muitas glórias a Jesus
Declaram sua fé exclusiva em Cristo
Num bairro onde hindus e muçulmanos imperam
Onde os demônios norteiam as mentes
Onde as trevas parecem invencíveis
Parecem…
É nesse lugar que a IAP está!
Fazendo a sua parte no imenso reino de Deus
Espargindo a luz de Jesus!
Não é por acaso que o nome dele é Salvador,
Rei dos reis, Senhor dos senhores,
Todo-Poderoso no céu a na terra!
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Estamos a nos deslocar para uma cidade sagrada O condutor, de fé muçulmana, em silêncio Zona rural toda cultivada, cheia de mulheres, Lavrando a terra, Colhendo grãos, sementes e folhas, Cuidando de animais, Carregando objetos caseiros, Cuidando de crianças… Quase sempre em blocos femininos Afastadas, separadas, distantes dos homens Nada de aperto de mãos Nada de abraços Nada de afeto público Mulheres rurais, não muito diferente das urbanas Mulheres indianas A ÁRVORE SAGRADA Paramos o carro em rua movimentada Tratores, carros, motocicletas, bicicletas, pedestres… Ao lado está ela, exuberante Tronco, galhos, ramos, folhagens imensas No pé, estatuetas de deuses hindus Figuras exóticas, fisionomicamente assustadoras E mais lanças, ganchos, setas, amuletos, velas coloridas É a árvore sagrada adornada, Ataviada para a adoração pagã As pessoas chegam, se abaixam, se curvam, Fazem gestos de reverência, de veneração, de adoração Lembrei-me do profeta Isaías: deuses de madeira que de nada valem!




Neste dia 2 de maio, dormiu no Senhor o Da. Davi Alves da Cunha, aos 66 anos. O Da. Davi era um homem muito dedicado à família, bem como à igreja e aos serviços do reino de Deus. Um homem exemplar, bem calmo, sereno e companheiro de todas as horas. Portanto, trata-se de uma irreparável perda para a família, para a igreja e para os amigos.