O trabalho e o dinheiro
Dicas
- Dinâmica: Aplique após a introdução e o item 1 “A origem do trabalho”, ou ao final do tópico 3 “Equilíbrio no trabalho”, a dinâmica “Aprendendo com as Formigas”. Ela fala sobre o dever de trabalhar.
Materiais: Meia folha sulfite para cada aluno/aluna; pincéis atômicos ou canetas.
Execução: – Entregue as folhas e os pincéis ou canetas, aos alunos e alunas, e peça que escrevam a profissão que exercem, exerceram ou a forma de sustento (pode ser a dos reesposáveis se for o caso; aposentados/as).
-Depois, recolha os pedaços de papéis, e distribua de forma que eles vejam a variedade de profissões. Se tiverem em círculo coloque no meio da sala, ou em cima de uma mesa, ou reúna todos os papéis e mostra de um a um a eles.
-Pergunte a cada aluno e aluna, quais os benefícios daquele trabalho em sua família. Aguardem as respostas e conte a história:
“Numa colônia de formigas cada indivíduo desempenha um papel “específico”. As operárias jovens realizam melhor as tarefas dentro do ninho, como cuidar das larvas, ao passo que as mais velhas saem para forragear em busca de alimentos ou escavar galerias. Já as muito velhas se dedicam a manejar os desperdícios dentro da colônia. As castas de maior tamanho, a dos soldados, são especializadas para a defesa da colônia.” (dados da internet).
– Para finalizar leiam esta passagem bíblica Pv 6. 6 a 11.
– Mostre aos alunos e alunas, que Deus nos deu capacidade para o trabalho.Adaptado de: Lição 3 “Porque trabalhar”?. Disponível em: http://atitudedeaprendiz.blogspot.com.br/2012/04/licao-03-por-que-trabalhar.html
- Vídeo: Para falar sobre “a retidão no trabalho”, mostre aos seus alunos o vídeo, em que o Bispo Walter McAlister responde: “como posso servir a Cristo no meu trabalho?”. Ele dá conselhos importantes de como podemos servir a Deus no ambiente profissional. Acesse o vídeo aqui: https://www.youtube.com/watch?v=2e2Qi9wAib0.
Comentários Adicionais
1. Bíblia, o livro do trabalho:
“As Escrituras estão repletas de louvor pelo labor das mãos, corações e mentes humanas. Habilidades no trabalho são descritas como dons de Deus, que é um trabalhador (Gn 2.4, 7, 8, 19, 23) e um habilitador (Êx 35.30-32; Sl 65.9-13; 104.22-24; Gn 10.8, 9).” (CARRIKER, Timóteo. Trabalho, descanso e dinheiro. Viçosa: Ultimato, 2001, p.42).
2. Trabalhadores imitando a Deus:
“Não deve ser encarada como trabalho penoso, fadiga ou castigo de Deus, mas como uma oportunidade de realizar nossa vocação como seres humanos criados à imagem do Criador e Trabalhador par excellence. Isso é um privilégio especialmente daqueles que são chamados seus embaixadores aqui.” (Ibidem, p.36).
3. Dificuldades no trabalho:
“Gênesis 3.18 não diz apenas que ‘espinhos e ervas daninhas’ brotariam do solo, mas também que comeríamos ‘das plantas do campo’. Espinhos e comida. O trabalho continuará dando fruto, embora nem sempre cumpra o prometido. O trabalho será tanto frustrante quanto gratificante (…).” (KELLER, Timothy. Como integrar fé e trabalho. Tradução: Eulália Pacheco Kregness. São Paulo, Vida Nova, 2014, p.92).
4. Escravidão nas Escrituras:
“(…) quando Paulo ou outro escritor do Novo Testamento falam acerca da escravidão, nós reconhecemos que eles estão falando sobre um sistema que, de alguma forma, foi removido dos nossos relacionamentos atuais entre patrão e empregado [com exceções], no local de trabalho. Mas os princípios que eles defendem permanecem importantes, porque eles estão aplicando a verdade do evangelho à raiz do problema – a condição pecaminosa de nosso coração.” (TRAEGER, SEBASTIAN. O evangelho no trabalho. São José dos Campos: Fiel, 2014, p.139).
5. Chefes semelhantes a Deus:
“(…) devemos usar essa autoridade para o bem daqueles sobre quem nós a usamos, não apenas para os nossos próprios objetivos. Ela realmente é uma questão de obediência fi el ao Rei, mas ela também transmite ao mundo ao nosso redor como é nosso Rei. Quando usamos bem a autoridade, demonstramos para os nossos empregados e para todo mundo ao nosso redor que a autoridade é basicamente uma coisa boa, que ela vem de um Deus que exerce autoridade com amor e justiça perfeitos.” (Ibidem, p.154).