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Outubro Rosa: um alerta para que “tenhas saúde!”

Texto de 3 João 1:2 ressalta que a fé evangélica valoriza o cuidado com o corpo, com a saúde do discípulo e com a totalidade do ser humano.

 

Quando o apóstolo João escreve sua terceira carta, ele cumprimenta seu destinatário, Gaio, um presbítero da igreja, da seguinte forma: “Amado, desejo que te vá bem em todas as coisas, e que tenhas saúde, assim como bem vai a tua alma” (3 João 1:2). O desejo apostólico expresso na saudação é que, assim como o presbítero tinha uma espiritualidade sadia, sua vida fosse plenamente abençoada, inclusive sua saúde física.

O texto ressalta que a fé evangélica valoriza o cuidado com o corpo, com a saúde do discípulo e com a totalidade do ser humano. No Outubro Rosa, lembramos que, além de contar com a bênção de Deus, manter a saúde em dia faz parte de uma espiritualidade madura.

 

O Instituto Nacional de Câncer (INCA) revelou que entre 90% e 95% dos casos de câncer de mama não têm relação com mutações genéticas hereditárias. De acordo com o instituto, na maior parte das situações, o desenvolvimento da doença resulta da combinação de fatores como envelhecimento, alterações hormonais, histórico reprodutivo, condições ambientais e hábitos de vida.

Por isso, recomenda-se que todas as mulheres estejam atentas aos cuidados com a saúde, independentemente da existência de casos da doença entre familiares. Também é importante considerar a idade, pois aproximadamente quatro em cada cinco casos ocorrem após os 50 anos.

Simulação de análise de exame de mamografia. Foto: Canva.

Além de conhecer o próprio corpo e observar possíveis alterações nas mamas, as recomendações de saúde enfatizam a importância da mamografia, principal exame utilizado para o rastreamento do câncer de mama. Ela pode identificar alterações antes que sejam percebidas pelo toque.

As recomendações atuais do Ministério da Saúde orientam que mulheres de 50 a 74 anos realizem o exame de rastreamento a cada dois anos. Mulheres de 40 a 49 anos e aquelas com mais de 74 anos também podem ter acesso à mamografia pelo Sistema Único de Saúde (SUS), após receberem orientações de profissionais de saúde sobre os possíveis benefícios e riscos do exame.

 

Fatores e cuidados

São diversos os fatores de risco, que envolvem uma combinação de aspectos biológicos, hormonais, reprodutivos, ambientais e comportamentais. Entre eles estão o envelhecimento, a menopausa tardia, a obesidade, o consumo de bebidas alcoólicas, o sedentarismo e a exposição prolongada a hormônios em situações específicas.

Embora não eliminem completamente o risco, hábitos saudáveis podem contribuir para reduzir as chances de desenvolver a doença. O INCA recomenda a prática regular de atividade física, a alimentação equilibrada, o controle do peso corporal e a redução do consumo de bebidas alcoólicas e carnes processadas. Essas medidas podem ajudar a prevenir parte dos casos de câncer.

Texto: Agência Promessista de Comunicação (APC)

Com informações do: Ministério das Mulheres/Governo do Brasil

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