Dormiu no Senhor o Pr. Justo González, pioneiro da IAP no Paraguai

A Diretoria da Convenção Geral das Igrejas Adventista da Promessa, em nome de todo o Presbitério promessista e em nome de todos os promessistas, vêm, mui fraternalmente expressar seu mais profundo sentimento cristão pelo descanso ( morte ) de um de seus mais aguerridos defensores do evangelho de Cristo no Paraguai, o pastor Justo González Davilago.
Destacamos, aqui, sua perseverança na fé em Jesus e seu trabalho incansável. É certo que a Igreja Adventista da promessa no Paraguai, muito deve a esse servo de Cristo Jesus em reconhecimento de seu esforço constante, no sentido de ajudar a construir uma igreja mais forte e vibrante no poder do Espírito Santo.
Aos familiares, nossos mais sinceros sentimentos pela irreparável perda desse patriarca honrado e amado. Recebam o consolo do Espírito Santo e se reanimem com a promessa da ressurreição, no grande e glorioso dia do Deus Todo Poderoso.
O pr. Justo Gonzálezagora dorme o sono do “justo”, como diz a Bíblia Sagrada. Se por um lado há tristeza e dor pela separação física, por outro, há alegria pela esperança em Cristo Jesus.
Por fim, terminamos essas poucas entrelinhas, com as palavras de Paulo, inspiradas pelo Espírito Santo: Não quero, porém, irmãos, que sejais ignorantes acerca dos que já dormem, para que não vos entristeçais como os demais, que não têm esperança ( I Ts 4.13 ).
Diretoria da Convenção Geral Brasileira
e Junta de Missões




Poço em Muthai quase pronto. Testes apontam boa qualidade de água, extraída abaixo das rochas, há mais de 32 metros de profundidade. A bomba foi instalada, com sucesso, ao final do dia.
Água utilizada por toda a comunidade de Muthai, para fazer frente a todas as necessidades, desde banho até preparo das refeições. A foto mostra exatamente a nascente e como bem se pode ver a água já nasce turva. A casa mais próxima está há aproximadamente 600 metros e da IAP este poço está há aproximadamente 1,2km.
Criança dormindo volta para as costas da mãe que se prepara para carregar outros pesos, por uma subida leve de mais ou menos 900m em um carreador apertado pelo meio da mata seca.
Em Nacuca os trabalhos foram atrasados por uma sequência de incidentes. Primeiro faltou óleo diesel para este grande caminhão que se vê ao fundo e aqui é chamado de máquina, por transportar todo o equipamento de furação dos poços. Resolvido o problema do diesel, o acesso era muito apertado para entrada deste caminhão o que aumentou o tempo de chegada ao local escolhido para o poço. Como resultado, o radiador do caminhão foi furado por um tronco de árvore no caminho . A foto mostra tentativa de fazer funcionar o hidráulico da máquina (guindaste) de furação do poço artesiano. Ontem, quando nos dirigíamos a esta comunidade nosso carro quebrou e ficamos na estrada. Deus há de nos dar vitória aqui também. Veja as demais fotos e saiba porque precisamos tanto desta bênção nesta comunidade, distante cerca de 1h30 de Malema, se o percurso for realizado de camionete.
Assim, nesta água, são lavadas as roupas da comunidade de Nacuca.
Em Malema/Nataleia, os trabalhos são suspensos nesta semana, ao final da sexta-feira, após conclusão da pintura externa da Igreja. Equipe, comandada pelo Pr. Almir, aguarda para realização da oração de pôr-do-sol e recebimento do sábado.
Ontem fomos abordados pelo comandante de policiamento de trânsito de Malema querendo saber por que razão nos locomovemos tanto. Esclarecemos a ele sobre nossas atividades nos Estados de Nampula e Zambézia e resolvemos re-visitar as autoridades de Malema, local onde estamos hospedados para relembrá-los do Projeto Plantando Esperança. Na foto, momento de nossa visita ao Secretário Permanente de Malema, Sr. Ali
Hora de Voltar para casa. Este foi um grande presente de Deus, nos permitir assistir o espetáculo da natureza durante nosso regresso para mais uma noite de descanso.
A equipe comandada pelo Pr. Almir, avançou ainda mais e hoje concluiu a primeira etapa da pintura da igreja de Nataleia, em Malema.
Nossa equipe foi surpreendida com a quebra do carro. Rodamos algum trecho sem freios em decorrência da quebra de uma das correias que alimentava o sistema de freio hidráulico e arrefecimento do motor. Por ser um lugar distante e de pouco movimento, não conseguimos visitar as duas comunidades onde estamos furando os poços artesianos.