Assembleia na Convenção RS

Nove pessoas se rendem a Cristo

 
No dia 21 de março tivemos em uma belíssima reunião da Assembleia da Convenção Regional do Rio Grande do Sul, na qual estiveram presentes os pastores Osmar Pedro da Silva, representante da DGE, Elias Higino Roberto da Silva, representando a JGD e José Wilbert Magalhães, Vice Superintendente da Convenção Litoral e Leste Paulista.
Deus se manifestou maravilhosamente, trazendo nove pessoas a Jesus e proporcionando seis reconciliações.
Somos Gratos a Ele por estar no controle desta Convenção e nos capacitar para sua maravilhosa obra.
 

Convenção Regional RS

Nota de falecimento

Dormiu no Senhor o Pr. Milton da Silva, da IAP em Sergipe

Hoje acordamos tristes, tendo em vista a partida de um grande companheiro de jornada cristã, nosso Pastor Milton da Silva, aos 76 anos, que nesta madrugada, por volta de 00:40, dormiu no Senhor Jesus, deixando muita saudades do Pastor, Colega, Pai, Esposo e servo de Deus fiel. Ele foi batizado nas águas em 20/01/1952, pelo Pr. Mario Rabelo em Flexeiras – Santo Amaro (SE). 
Porém, louvamos a Deus, pois bem sabemos que na volta de Cristo, na primeira ressurreição, ele subirá com a Igreja ao encontro do Mestre Jesus. Oremos pedindo consolo para a viúva, Dsa. Ivonete Cardoso da Silva e aos sete filhos, bem como a toda família.
Secretaria Regional – Convenção Seal

Eu fui curado! Meu problema era só a aceitação

 
Não sei se todos conhecem minha trajetória de vida, em relação à saúde. Achei por bem tocar neste assunto, como forma de desabafo e limpeza do coração.
Nasci com catarata congênita, uma doença visual séria, que normalmente é diagnosticada em pessoas idosas. A origem de tal doença, até hoje, ninguém sabe dizer. O fato é: nasci com a visão prejudicada. Com a finalidade de resolver o problema, fui submetido a cirurgias de transplante de cristalino (uma lente natural, que todos possuem) e tive, no olho esquerdo, um rompimento de córnea, aquela membrana que protege os olhos. Por conta disso, outras cirurgias foram necessárias, até o transplante de córnea, no olho esquerdo. Tudo corrias às mil maravilhas no processo pós-operatório até que, durante a retirada dos pontos da cirurgia, fui acometido por uma úlcera corneana, que me impossibilitou de enxergar com o olho esquerdo.
A partir daí, o quadro se estagnou. O resultado foi: visão do olho esquerdo totalmente perdida e a visão do olho direito comprometida em 80%, restando 20%, que é o que eu enxergo hoje.
Durante todo o processo de cirurgias e dificuldades, acredito que não aconteceu nenhuma oração intercessória nos cultos da comunidade cristã da qual eu fazia parte que eu não fui à frente, na certeza de que algo sobrenatural aconteceria. Insistentemente e repetidamente eu estava lá, crente e complexado. Jogando Deus na parede, na certeza de que Ele era “obrigado” a me dar a cura.
O tempo foi passando, a idade chegando e eu lá, todo culto “recebendo oração”… Até que um dia eu entendi, por meio da voz de Deus, de maneira sobrenatural, que eu não precisava de cura física. Meu problema era só a aceitação. Deus queria que eu aceitasse a condição em que estava, pois era assim que Ele queria que eu testemunhasse de Sua glória.
Eu fui curado! Fui curado dos meus traumas e complexos, da minha raiva de Deus e das minhas concepções errôneas em relação a Ele. Fui curado da ingratidão, pois Ele fez-me entender o quanto eu era agraciado por ainda ter os 20% e com eles poder fazer o que mais amo: ler! Ler o Evangelho, ler os livros sobre o Evangelho. Ele me deu uma baixa visão, mas uma vontade tremenda de falar (rs) e Ele usa isso pra glória dele!
Eu nunca mais pedi a Deus para enxergar plenamente. Eu peço a Ele para fazer o que for melhor, segundo a sua vontade. Minha postura, hoje, é de filho agradecido e não de criança birrenta, que exige presente na hora que quer.
Por fim, deixo minhas palavras de incentivo, repetindo as palavras de Jeremias: “Porque eu bem sei os pensamentos que penso de vós, diz o Senhor,  pensamentos de paz e não de mal, para vos dar o fim que esperais.” (Jr. 29.11)
Os planos de Deus sempre são melhores! A Ele, louvor, honra e glória pelos séculos dos séculos!
 
Eric de Moura é seminarista em Vila Medeiros e congrega na IAP em Vila Falchi (Mauá, SP).

Programa Minha Família no Esconderijo do Altíssimo – Radio Vertical – 97.7 FM – Criciúma (SC)

Há dois anos e meio, a IAP mantém em Criciúma (SC) o programa “Minha Família no Esconderijo do Altíssimo”, sob responsabilidade do Pr. Josias Meloni e Departamento Regional de Evangelismo da Convenção Sul. O programa é veiculado pela Rádio Vertical FM – 97.7, toda terça-feira, das 22 às 23 horas. Ouça e divulgue.
Se você desejar ajudar esta iniciativa, pode ofertar através da
Agencia 3626 
Conta Poupança 2328-4 Op 013
Caixa Economica Federal – Convenção Regional Sul da IAP

Lágrimas nas alturas

O piloto Andreas Lubitz levou consigo todas as respostas
Andreas Lubitz, um jovem piloto alemão de 27 anos, na terça feira, 24 de março, fez uma manobra absurda, extremamente difícil de se compreender. Silenciosamente, por oito terríveis minutos, fez uma viagem para a morte, levando impiedosamente consigo outros 149 passageiros. Fechou-se para si e para o mundo. Gritos, apelos e lágrimas de angústias não lhe significaram nada. Não houve razão que o fizesse mudar de ideia. Sua ofegante respiração, registrada na famosa “caixa preta”, denunciava o desequilíbrio de uma alma confusa e culposa. Coube à dureza gelada dos Alpes franceses interromper tamanha dor, destroçando brutalmente jovens visionários e velhos sonhadores, abrindo uma cratera de interrogações por toda a terra.  Por quê? Meu Deus, por quê?  Andreas levou consigo todas as respostas.  A única certeza: “nas alturas havia um rastro de lágrimas”!
Tragédias com essa magnitude costumam nos fazer pensar sobre o quanto desconhecemos de nós mesmos. Quem somos, afinal?
“Porque eu não sou o que visto.
Eu sou do jeito que estou!
Não sou também o que eu tenho.
Eu sou mesmo quem eu sou”! (Pedro Bandeira)
Entrar no mundo desconhecido da mente humana nunca foi fácil. Nunca será. Da mente humana, tudo podemos esperar. Com a palavra, Caim, o primogênito de Adão… Primeira geração dos conhecedores do bem e do mal. Mesmo quando Deus pediu que abrisse a porta do coração, escolheu precipitar-se com Abel a bordo de sua ira. No Éden, houve o desastre dos desastres. A queda de todas as quedas. De lá, o jovem Andres Lubitz iniciou sua viagem, com escala para a morte.
Uma produção de Shakespeare na tragédia de Hamlet, ajuda-nos a definir Andres Lubitz: “Ser ou não ser?  Eis a questão.” Será mais nobre suportar na mente as flechadas da trágica fortuna, ou tomar armas contra um mar de obstáculos e, enfrentando-os, vencer? Morrer, dormir, nada mais; e dizer que pelo sono se findam as dores. É a conclusão que devemos buscar. Morrer,  dormir; dormir, talvez sonhar.
Ele escolheu morrer. Preferiu não enfrentar o mar de obstáculos. Não houve nobreza. Foi trágico. Sim foi trágico, por isso faço depressa o meu lamento, pois sei que o anonimato faz a tragédia virar história, apenas mais uma história. Aos que são de casa, o tempo não apaga, o tempo não afaga. Impossível riscar da festa quem nunca precisou ser convidado. Para os de casa haverá sempre a lembrança: nosso amado derramou lágrimas nas alturas.
Meu lamento vem com a esperança de que todas as interrogações serão respondidas por Cristo, aquele que enxugará de nossos olhos todas as lágrimas.
 
Pr. Ismael Narcizo é responsável pela IAP em Douradina (MS).