III Simpósio de Assistência Social

Departamento de Assistência Social – Paulistana Leste realiza evento sobre “O Perigo das Drogas”


Com o tema “O Perigo das Drogas”, a Missionária Solange (coordenadora da Capelania Prisional da IAP) ministrou palestra no dia 25 de abril, na IAP em Cumbica Base, Guarulhos (SP), num evento promovido pelo Dasap da Convenção Paulista Leste. Além dela, falaram também os jovens Mauricio IAP IV Centenário e Dá. Ronaldo (IAP Aracaré), que testemunharam como foram libertos pelo evangelho de Cristo.
Deus se fez presente de forma maravilhosa quebrantando e despertando os  corações para este difícil assunto.
 

Novo terremoto no Nepal e na Índia

Continue orando pelo povo tão afligido daquela região


Um novo terremoto, de magnitude 7,3, atingiu o Nepal e a Índia na manhã de hoje, matando 41 pessoas e ferindo cerca de 1.070. Nas cidades indianas fronteiriças com o Nepal, morreram cinco pessoas.
Mas tivemos notícias de nossos missionários na Índia que, graças ao livramento de Deus, estão bem. Por favor, continue orando por eles.
Vamos clamar também por misericórdia e socorro do Senhor para o povo tão sofrido daquela região, que vai levar muitos anos para se reerguer. O terremoto de 25 de abril matou 8 mil pessoas no Nepal.

Dicas de lição 7 – CRISTÃOS DE VERDADE – ”Não seja ingênuo!"


01. Devocional Diário: Não se esqueça de ler a Bíblia e de orar por seus alunos e pela Escola Bíblica diariamente, conseguindo, assim, autoridade espiritual, para facilitar a compreensão de todos.  Utilize a Leitura Diária.
 
02. Slides da lição: Utilize os slides da lição, que o ajudam a expor o conteúdo da lição bíblica de maneira visualmente moderna e fácil. Baixa os slides agora: http://portaliap.org/slides-licao-cristaos-de-verdade/
 
03. Comentários adicionais: Acesse este material extra para ajudar a expor melhor o conteúdo a seus alunos, nas páginas 11 e 12 do livreto:  “Crentes críticos”, “Tem o Espírito? Não creia em qualquer espírito!”, “Mundo: salas de aula dos falsos profetas” e “Teste de ensino”. Disponível em: http://portaliap.org/wp-content/uploads/2015/08/LB-311_Comentarios-Adicionais.pdf
 
04. Vídeo: Este tem 0:44 segundos, nele, o suposto “apóstolo” Agenor Duque (fundador da Igreja Apostólica Plenitude do Trono de Deus), ameaça “amaldiçoando” aquele que se opõem aos seus ensinos. Disponível no link: https://www.youtube.com/watch?v=zn_Rh1RQ1K8. Utilize-o durante a exposição do item 1. Seja crítico. Proponha uma discussão sobre a importância de conhecer e conferir a Bíblia em cada ensino dela extraído, até mesmo pelo professor da Escola Bíblica.
Inicie a discussão com algumas questões, como: Será que podemos questionar uma profecia? Pecamos contra o Espírito Santo quando duvidamos de uma “revelação”? Qual o perigo de acolhermos as pregações, músicas e livros incentivados pela mídia gospel, sem nenhum critério? Etc.
Enfatize que o crente ao ser crítico, no sentido correto da palavra (conforme esclarecido pelo autor da lição), não estará pecando, por examinar ao que ensina, pelo contrário estará seguindo a orientação bíblica. Mostre que até a mensagem de Paulo era analisa, por exemplo, pelos irmãos de Beréia (At 17.11).
 
05. A Importância do Discipulado para não ser ingênuo: Durante a aplicação do item 2. Não seja ingênuo: examine as Escrituras Sagradas. Divida a classe em 2 grupos (se houver menos de 15 pessoas na classe não precisa dividir), distribua o texto abaixo para que um representante leia para o grupo.
Peça que discutam sobre a importância do discipulado na igreja (seja por meio de extensões da Escola Bíblica ou Pequenos Grupos durante a semana). Para encerrar, incentive a todos enfatizando a importância das classes de discipulado assim como a Escola Bíblica, como excelentes oportunidades para o amadurecimento de todos os cristãos, tornando-os cada vez menos ingênuos, porque nestas, a Bíblia é examinada. (Reserve 5 a 10 minutos para esta parte).

COMO O DISCIPULADO DEVE SER VISTO PELA IGREJA?

As Igrejas Deveriam Ver o Discipulado Primariamente como um “Programa” ou como um “Estilo de Vida”?
A igreja não deveria ver o discipulado primariamente como um evento especial ou um programa espalhafatoso. Discipulado não é algo ocasional ou fora do normal, algo que pode ser isolado do resto de nossa vida cristã. Ser um cristão é ser um discípulo de Cristo. E ser um discípulo de Cristo significa:

  • Procurar ajuda de outros para ser como Cristo (ser um discípulo);
  • Procurar ajudar outros a serem como Cristo (discipular).

Portanto, as igrejas deveriam ver o discipulado como um estilo de vida. O discipulado deveria constituir uma parte normal de ser um cristão e um membro de igreja. É o que um seguidor de Cristo faz.

Isso significa que igrejas podem ou não usar programas para promover o discipulado. Mas elas definitivamente desejam promover uma cultura de discipulado. Deveria ser normal que cristãos mais novos discutissem assuntos espirituais durante refeições com cristãos mais velhos.

Deveria ser normal que cristãos mais novos passassem tempo nas casas de cristãos mais velhos para ver como eles aplicam sua fé a cada área da vida, até como eles colocam as suas crianças para dormir. Pela graça de Deus, uma igreja que fomenta uma cultura de discipulado será cheia de membros que parecem mais e mais com o Senhor Jesus (1Co 11.1).

Extraído do site www.9marks.org. Copyright © 2013 9Marks. Usado com Permissão. Original: Should churches primarily view discipleship as a “program” or a “lifestyle”? e How can I as a church leader help cultivate a culture of discipleship?
Tradução: Vinícius Silva Pimentel – Ministério Fiel © Todos os direitos reservados. Website:www.MinisterioFiel.com.br / www.VoltemosAoEvangelho.com. Original:  Como o Discipulado deve ser visto pela igreja?
Fonte: http://voltemosaoevangelho.com/blog/2013/11/como-o-discipulado-deve-ser-visto-pela-igreja/
 
06. Plano de Leitura Bíblica: Após o transmitir o DESAFIO DA SEMANA”, enfatize a importância de aceita-los semanalmente, para o crescimento pessoal. Para incentivar os alunos a estudarem a Bíblia todos os dias, cumprindo assim os desafios propostos, envie por e-mail durante a semana e/ou imprima para eles (se for possível) e entregue este plano de leitura bíblica: http://portaliap.org/wp-content/uploads/2015/08/plano-de-leitura-biblica-para-novos-convertidos.pdf
 
Disponível em: https://drive.google.com/uc?export=download&id=0B8__7o0pukv4QWg4NVRZNDhGdVk
E/ou: http://www.esbocandoideias.com/2011/12/planos-de-leitura-da-biblia-1-ano-3-meses-fases.html.

Promessistas: nem adventistas, nem assembleianos

Inicio uma série de textos sobre a identidade dos Adventistas da Promessa. Amo a denominação da qual faço parte e desejo compartilhar com meus leitores a minha percepção (não doutrinária) desta “Nordestina” de 83 anos.
 
O que de melhor há no “Sétimo Dia” e na “Assembleia de Deus”
Começo perguntando: que cara tem a Igreja Adventista da Promessa? Alguns já disseram que somos uma junção do que há de melhor nos adventistas do Sétimo Dia e o que há de melhor nos assembleianos. Do Sétimo Dia teríamos “herdado”: a) os mandamentos de Deus, com destaque para o sábado, a abstinência de certos tipos de alimentos; b) o ardor doutrinário; c) A ênfase na Volta de Cristo. Já da Assembleia de Deus “herdamos”: a) o “fogo do Espírito”: b) a manifestação de dons espirituais: com ênfase em línguas e cura; c) a “exuberância” na oração.
 
O que de pior há no “Sétimo Dia” e na “Assembleia de Deus”   
Há os que pensam o contrário. Na verdade, dizem, somos a junção, resultando no pior das duas denominações. Para estes, herdamos dos adventistas: a) a prepotente visão de que somos “o único povo de Deus na Terra”; e b) o legalismo. Já dos assembleianos, teríamos “herdado”: a) o improviso litúrgico; b) a “censura” no porte e na conduta cristã (com ênfase na proibição de calças e adornos, restritivamente para as mulheres).

Nossa diferença com o “Sétimo Dia”
Já temos mais de 80 anos, e se pensarmos, já temos – e sempre tivemos –  muitas diferenças destas duas denominações. De fato, elas nos influenciaram, tanto no nosso nome como em nosso comportamento. Acredito que podemos entender que somos diferentes da Igreja Adventista, e não sugiro com isso como um “ódio ao adventismo”, nem proponho a mudança de nosso nome, porém, não há como aceitarmos o rótulo, depois de 83 anos de história, de que ainda somos “adventistas” como nossos irmãos.
Basta lembrarmos que não temos nenhum compromisso com algumas doutrinas: a) os escritos de Ellen White; b) não cremos na doutrina do “santuário celestial”, um “remendo” mal feito, para o equívoco da tentativa de agendamento da volta de Jesus para 1844; c) o despojamento de que somos a “única igreja verdadeira”. Isso fica evidente nas palavras do Pr. João Augusto da Silveira, nosso fundador:
 “O nosso título denominacional traduz justamente o que nós cremos a respeito de títulos de igrejas. ‘Universal assembleia’¹, estas duas palavras, as encontramos na epístola aos Hebreus 12:23, e cremos que elas nos falam de uma única igreja de Jesus Cristo na terra, não cremos que ela tem referência a nenhuma das denominações existentes, e nem mesmo a nós que a adaptamos como um título, mas antes que ela diz respeito a totalidade dos cristãos em Jesus Cristo de todas as denominações, os quais têm andado em sinceridade de coração, na luz que têm recebido.²
Além de outras diferenças: d) a abstinência para nós é uma questão da soberania divina (a visão adventista é uma espécie de “reforma de saúde”); e) não cremos que Miguel é Jesus (Hb 1).
Vejam quantas diferenças, muito mais que as “línguas estranhas”.
 

Nossa diferença com a “Assembleia de Deus”
Quando penso em nossa “face assembleiana”, acredito estarmos distantes deles também. A) “Nosso pentecostalismo” é equilibrado, conquanto haja alguns extremos em alguns lugares, mas, no geral, não acreditamos em descontrole espiritual (perda da consciência durante a manifestação do dom de línguas, profecia e etc.); B)  não acreditamos que perdemos nossa personalidade quando Deus nos usa; C) não cremos no cair no Espírito; D) não adotamos cultos intermináveis (embora nem todos assembleianos sejam assim) E) não cremos no arrebatamento secreto da igreja; F) não cremos no inferno presente e eterno (porém na punição aniquilacionista no “lago de fogo”).
 
Promessista, povo que caminha
Nesta caminhada de mais de 80 anos não andamos para nos tornarmos uma mistura de doutrinas, como se fôssemos uma “babel convertida”. Nossa identidade tem caminhado para uma nova face que, queira o Senhor, nos ajude a parecer mais com Cristo, resultado da obra do Espírito Santo, o qual tem operado desde o início dos promessistas. Inclusive sem descartar a boas influências que as duas denominações trouxeram a nós.
Nossa caminhada teológica (estudar não é pecado), nossa ênfase na Graça e o aperfeiçoamento doutrinário está nos direcionando para que sejamos, como sempre fomos e cada vez mais, a igreja da Palavra. Buscamos cada vez mais conhecer ao Senhor (Os 6.3) e crescer na sua graça (2Pe 3.18), aprimorando nosso conhecimento na salvação pela graça, sem perder o fervor espiritual e o zelo pela Lei de Deus. Lutando para que, como promessistas que somos, contribuamos à  Igreja de Cristo na tarefa que nos foi confiada.

Andrei Sampaio Soares | congrega na IAP em Vila Medeiros (SP) e é colaborador do Departamento de Educação Cristã da IAP
 
1 O primeiro nome da Igreja Adventista da Promessa foi: “Universal Assembleia dos Adventistas da Promessa”.
2 SILVEIRA, Augusto da. NOSSO NOME DENOMINACIONAL. Disponível in: http://portaliap.com.br/2012/05/iap-80-anos-2/> Acessado: 26/03/2015. 

Dubsmash

A nova sensação das redes sociais é o Dubsmash, um aplicativo em que as pessoas dublam trechos de músicas, frases e publicam nas redes sociais. Esse aplicativo permite a gravação de um vídeo com câmera frontal do celular, usando o áudio de alguma canção, alguma cena famosa, alguma frase. Com uma infinidade de sons que estão divididos em categorias e também com a possibilidade de incluir um áudio que a própria pessoa tenha gravado, ela faz o vídeo e insere a música que escolheu, ainda com a opção de colocar figuras etc. Como já se encontra a versão traduzida para português, a facilidade de acesso é rápida.
Muitos anos atrás, um homem chamado Paulo enviou uma carta aos irmãos da igreja de Corinto e falava claramente: “Sede meus imitadores como eu também sou de Cristo” (I Cor 11.1). É óbvio que não havia todas essas tecnologias naquela época, a cultura era outra, os tempos eram outros, mas a imitação era para ser de Cristo. Com toda certeza, havia pessoas que faziam shows, que alegravam os reis, que faziam a corte dar risadas, gargalhadas, pessoas que imitavam os nobres e a plebe. Mas Paulo não cita nenhuma dessas pessoas, não cita os famosos, não cita porque imitar é fazer algo que não lhe é próprio, veio de outra pessoa.
Paulo se refere à uma pessoa em que há a única possibilidade de se imitar por não haver maldade, por não haver mal pensamento, por não querer se exibir,  por não querer passar os outros para trás, por ser servo, por ser puro, por ser santo. Como as pessoas curtem, compartilham e seguem facilmente uma pessoa, às vezes até sem saber o que ela pensa ou faz! Ou até sabem o tipo de vida que ela leva, conhecem suas músicas ou dança, fazendo apologia ao crime, ao sexo, às drogas, mas, porque achamos engraçado, compartilhamos! Será que vale a pena imitar essa pessoa?
A Bíblia têm muitos aplicativos e mas não os divulgamos em nossas redes sociais. Aquele que eu realmente devo imitar, por ser cristão, é Cristo (Jo 13.15). Como nova criatura, minha fé precisa influenciar meu comportamento, porque o novo nascimento envolve algo mais profundo, envolve meu interior e a superação das “coisas velhas”.
O aplicativo Dubsmash já foi baixado por mais de 20 milhões de usuários em 192 países. Enquanto isso, temos de ser conscientes de que a proclamação do evangelho não pode parar. Alcance seu amigo, seu vizinho, sua família. Apenas imite a Cristo.
Dá. Nelson Leal é Secretário do Departamento Assistencial da Convenção Paulista