Nota de falecimento

Dsa. Clarice será sepultada às 14h

Nesta manhã, dormiu no Senhor a querida Dsa. Clarice Correa Menezes, aos 76 anos. Ela era viúva do Pr. José da Costa Menezes, que faleceu em agosto passado. Ica, como era carinhosamente chamada, estava bem de saúde e faleceu em Curitiba (PR), na casa do filho, Pb. Nilson Menezes.
Dsa. Clarice se casou em 1961 e foi consagrada ao diaconato em 1972. Ela e o Pr. Menezes formavam um casal especial. Tiveram sete filhos, todos fieis ao Senhor: Nilson, Aldo, Elcio, Hamilton, Wellington, Marli (in memorian) e Marcia (in memorian).
Ela congregava na IAP em Vila Medeiros, sempre alegre e participativa. No último sábado, havia participado da Cantata do Coral Melodias de Sião.
Oremos para que o Espírito Santo console aos filhos, noras, genros e netos.
O velório será realizado no cemitério Jardim das Primaveras I, em Guarulhos, a partir das 9h.
O culto fúnebre terá início às 12h e o sepultamento será às 14h.

O cântico das boas-notícias

Os anjos anunciaram que Deus enviara seu único filho para viver como homem e morrer por nossa redenção

De repente, uma grande multidão do exército celestial apareceu com o anjo, louvando a Deus e dizendo: “Glória a Deus nas alturas, e paz na terra aos homens aos quais ele concede o seu favor” (Lucas 2.10-14)
Nessa época próxima ao final do ano, ouvimos muito a respeito do nascimento de Jesus, mesmo que seja de uma maneira superficial. Em nossa sociedade, a proximidade com a data de 25 de dezembro causa uma série de reações. Algumas pessoas se preocupam em realizar a melhor ceia possível, outras pensam em comprar presentes para a toda família (mesmo enfrentando a crise financeira), já outras pessoas refletem sobre o motivo desta data ser tão comemorada e comentada. Sabemos que Jesus não nasceu no dia 25 de dezembro, e que o dia correto do seu nascimento não foi registrado na Bíblia Sagrada, mas podemos meditar sobre esse acontecimento tão importante para todos nós: o nascimento do Filho de Deus, que nasceu como homem para nos salvar. Para isso, vamos refletir sobre o cântico que os anjos cantaram e que está registrado em Lucas 2. 14.
Imaginemos a cena: um grupo de pastores estava numa determinada noite apascentando suas ovelhas. Mais um dia de trabalho havia passado e a perspectiva era de que esses pastores teriam uma noite sem grandes novidades. Mas, de repente, algo surpreendente aconteceu, quebrando totalmente a rotina de trabalho e descanso desses homens: um grupo de anjos começou a louvar a Deus! Certamente, isso causou grande espanto e assombro aos pastores!
No entanto, o mais maravilhoso foi o teor do cântico dos anjos: “Glória a Deus nas alturas, e paz na terra aos homens aos quais ele concede o seu favor“. (Lucas 2.14). Qual foi a razão desse cântico? A resposta está nos versículos 10 – 12: o Salvador da humanidade, o Filho de Deus havia acabado de nascer. Isso deveria ser motivo suficiente para encher o coração dos pastores (e o nosso também) de alegria e de gratidão a Deus, pois ele enviara o seu único Filho para viver como homem e para morrer pela nossa redenção e salvação. Diante desse nascimento tão importante e especial, os anjos cantaram e adoraram a Deus por sua bondade e graça. Por meio do nascimento de Jesus, podemos hoje ser alcançados por sua salvação.
Os anjos louvaram a Deus pelo seu plano de redenção e salvação, e particularmente, pelo nascimento do Redentor e Salvador (v.14). Eles reconheceram a majestade e a soberania de Deus, e também exaltaram a graça e a misericórdia do Senhor demonstradas através do nascimento do Salvador Jesus. Além disso, em suas palavras, eles enfatizaram que somente em Cristo o homem poderia alcançar a verdadeira paz (14). Neste período, o Império Romano estava vivendo um período chamado de Pax Romana (Paz Romana), marcada pela tranquilidade externa. No entanto, a paz proclamada pelos anjos é muito mais duradoura e profunda do que a ausência de conflito entre as nações, pois a verdadeira paz é proveniente de Deus, o Senhor. É a paz que habita na nossa vida a partir do momento em que cremos em Cristo e dedicamos nossas vidas a ele. Esta paz é concedida por Jesus, preenche o vazio de nossos corações e nos fortalece nos momentos de aflições e dificuldades. Sendo assim, essa paz “aos homens aos quais ele concede o seu favor” não é algo que se adquire por uma ação humana, mas é recebida por cada um de nós somente pela graça e pela misericórdia de Deus.
Ao crermos no Salvador Jesus e entregarmos nossa vida a ele nos é concedido pelo Senhor: paz, perdão e salvação. Que cada um de nós glorifique a Deus pela grande salvação que ele nos concedeu ao enviar Jesus Cristo, e que a paz de Deus “que excede todo o entendimento” (Filipenses 4: 7) continue guardando nossas mentes e corações em Cristo Jesus!

Dsa. Claudia Duarte congrega na IAP em Votuporanga (SP) e é diretora do Departamento Infantojuvenil Regional