Posso trocar de irmão?

Tenho um irmão, Matheus, 3 anos mais velho. Minha mãe teve uma irmã (que faleceu há 14 anos). Meu pai tem 5 irmãos. Minha cunhada tem um irmão e meu sobrinho vai ganhar um irmãozinho em breve. Meus primos têm irmãos, os filhos deles têm irmãos (a maioria). Estou rodeada de variados formatos de família, de tamanho e diferentes relações entre irmãos. Sempre estivemos próximos, toda a família. O barulho na casa, a correria das crianças, as risadas, jogos, brincadeiras. Tudo isso é comum por aqui.
No meio de todo esse emaranhado de amor, temos várias conexões diferentes. Sendo uma das mais fortes, acredito eu, a dos irmãos. Vou tentar explicar: eu e meu irmão brigamos por várias bobagens e pouco tempo depois tudo passa, a gente se desculpa sem nem notar, não guardamos rancor, seguimos em frente porque os nossos laços são mais fortes que nossas brigas. Li uma vez que irmão é assim: “não empresta nem o carregador do celular, mas se precisar, dá a vida.” Muitas vezes amor de irmão é louco e não faz sentido, mas é forte, é sangue.
Meus pais sempre disseram que eu e meu irmão deveríamos cultivar uma amizade e convivência próxima, afinal, quando eles se forem, nós seremos nossa família. Meu irmão é extensão de mim, assim como a família dele. Claro, tive sorte em ser presenteada com uma cunhada que é uma das minhas melhores amigas, o que torna a relação entre irmãos ainda melhor.
Já deixei de valorizar meu irmão? Claro! Já falhei, chateei, magoei? Sim! Tem coisas que não suportamos um no outro? Obviamente! Somos humanos e decepcionamos os outros constantemente, mas quando Cristo reina nas nossas vidas, Ele cuida para que o amor entre nós supere os defeitos. Como lemos em Efésios 4:32: “Sede bondosos e compassivos uns com os outros, perdoando-vos mutuamente, como Deus vos perdoou em Cristo.”
Lembra da história de José? Seus irmãos tinham ciúmes, o venderam como escravo, ele foi parar na prisão injustamente onde ficou preso por 2 anos. Claro, depois se tornou o segundo homem mais poderoso no Egito, mostrando e nos lembrando que Deus é capaz de agir em nossas vidas apesar de qualquer situação. Voltando para José, anos depois, este encontra seus irmãos, e o que faz? Perdoa-os e os convida para viverem com ele. É impensável imaginar que José conseguiria liberar perdão depois de tudo que aconteceu. Mas acontece! Acontece porque Deus é quem comandava o coração de José e não o ser humano pecador que José era.
Cristo perdoou tanto de nós! Nós que pecamos constantemente, que dia após dia precisamos cair de joelhos e pedir pelo renovo das misericórdias de Jesus na nossa vida. E Jesus nos perdoa de novo e de novo e de novo. Se você tem um relacionamento rico com seus irmãos, nunca deixe de cultivar e valorizar. Mas se, por qualquer motivo, está longe dos seus, repense, reflita, perdoe, peça perdão, corra atrás, engula sapos sim (até Jesus levou desaforo pra casa!), derrube o orgulho, demonstre amor e experimente uma vida de comunhão com esses laços de sangue!
Escrito por Mariana Mendes, da Igreja Adventista da Promessa do Parque Itália, em Campinas-SP

Apoio emocional para quem cuida

Nestes tempos de pandemia, há uma sobrecarga emocional para pastores, missionárias e seus cônjuges, afinal, muitas pessoas estão tendo dificuldades em lidar com as emoções e procuram ajuda pastoral. Mas quem cuida também está vivenciando dias difíceis e pode estar adoecendo emocionalmente. Por isso, criamos o Ombro Amigo , um canal para que você, pastor, esposa, missionária ou cônjuge, busque ajuda se precisar.
WhatsApp: (11) 95658-8346

Dicas da lição 8 “OPOSIÇÃO EM ALTA”

Vídeo sobre os opositores de Jesus            
No Vídeo “Diferenças entre Fariseus e os Saduceus da Bíblia” você entenderá por meio de desenhos, as principais diferenças entre os fariseus e os saduceus, que embora rivais se uniram em oposição a Jesus. Ressalte isso, apesar de terem crenças e práticas distintas, eles rejeitaram a pregação do Messias. Já que o item 1 fala sobre “A rejeição ao Rei é intensificada” (p. 63-64), você pode usá-los para falar do que trata o tópico e ressaltar que eles eram um dos quatros tipos de oponentes enfrentado pelo Mestre, juntos aos: conterrâneos, governo e escribas.
Link do vídeo: https://www.youtube.com/watch?v=CXOLR8t8HeE&t=53s
 
MAPA MENTAL “O PROGRAMA DO REI”
Para ajudar a fixar o conteúdo do item 2 “O programa do rei é clarificado” (p. 64-66), baixe o mapa mental e compartilhe com sua classe e seus familiares, participantes do estudo. Nele, temos ícones e um resumo, do que trata o tópico.

DINÂMICA “OPOSITORES DOS DISCÍPULOS DE JESUS”
Para a aplicação “1. Sofrer oposição por causa de Cristo é inevitável.” (p. 67) faça esta dinâmica.
 
Objetivo: Mostrar que o discípulo e a discípula de Jesus sofrerá oposição.
Material: tiras de papel.
Desenvolvimento:
Escreva, em três tiras de papel, a pergunta: “Qual oposição você enfrenta na sua vida cristã?”.
Depois, coloque-as debaixo de três cadeiras, ou no lugar reservado para o estudo (sofá, pufe e etc.) sem os participantes verem. Então, antes do estudo, peça para todos conferirem embaixo de onde sentarem. Quem sentar ali responderá a pergunta.
Aplicação:
Se Jesus sendo Senhor e o Cabeça da Igreja enfrentou oposição, quanto mais seus discípulos e discípulas, quanto mais o Seu Corpo, a Igreja.
(Adaptado de: https://www.revistamda.com/inimigos-do-cristao-autentico/).

Dias de Esperança

A cena é réveillon. Fogos de artifício, abraços e risos, planos pra um novo ano, projetos de mudança de atitude, alegria e esperança. As pessoas realmente esperam que tudo seja melhor no ano que se inicia. Não porque haja algo místico na virada do ano, mas porque vislumbram coisas boas e se enchem de ânimo e força para o que é novo.
E 2020 chegou, mas o que ninguém sabia era que a esperança por dias melhores seria tão abruptamente assolada por um vírus com alcance mundial.
Planos, projetos e desejos, todos lançados na incerteza do próximo dia. Ficamos paralisados ante um monstro roubador de sonhos.
Toda grandeza humana teve de se curvar diante desse monstro. Porque o mundo se deu conta de que apesar de o ser humano ser aquele que domina, não temos poder sobre todas as coisas.
Vidas foram tragadas pela morte, e a morte é a confirmação de nossa limitação, de nossa fraqueza, de nosso pecado humano. Pessoas se sentem solitárias. O medo aterroriza a muitos. O brilho da esperança se esvai por entre os dedos como água que não se pode conter.
Porém, de alguma forma, essa situação mostrou ao mundo as coisas que são mais importantes: a vida, a família, a amizade, o amor, a empatia, a fé.
Um ser microscópico nos fez olhar e valorizar as coisas que pensamos serem pequenas, mas são grandiosas. Um abraço, um carinho, uma visita, um aperto de mão. Atitudes sinceras que hoje nos fazem falta.
Mas apesar de dias sombrios e incertos, nosso coração não pode ser subjugado à desesperança e solidão. Nesses momentos precisamos de lampejos de amor e esperança. E isso só podemos encontrar plenamente, quando mergulhamos no infinito amor de Deus.
O ser humano que se volta ao seu Criador, cabisbaixo por sua insuficiência e tristeza, pode olhar para o alto, como que clamando por auxílio, pois é de lá que vem o seu socorro.
Não estamos sozinhos, encontramos em Deus, aquilo que é necessário. A solidão do distanciamento não é maior que a certeza da presença de um Pai eterno e pleno que não nos abandona. A tristeza não pode ser maior que o conforto com o qual o Espírito Santo nos abriga. As dificuldades dessa vida não são maiores que a esperança da vida eterna, garantida por Cristo Jesus.
Olhemos para a Bíblia, que é a carta de amor de Deus para nós, e como o salmista, digamos: “Estou quase desfalecido, aguardando a tua salvação, mas na tua palavra depositei a minha esperança.” Salmos 119:81
Olhemos para o alto, para o soberano, infinito e magnífico Deus.
Não precisamos que o ano acabe para fazer novos planos e sonhar novamente. Voltemos a sonhar! Renovemos a esperança!
Encorajemos uns aos outros! Se o futuro nos assusta, levantemos nossos olhos para contemplar aquele que garante que nossa esperança viva está!
Francieli Capellari Gonçalves é esposa do Pastor Silvio Gonçalves, formada em Ciências Contábeis e Teologia. Congrega na Igreja Adventista da Promessa em Londrina (PR).

Pedido de oração por Rosimar Vilarinho

A irmã Rosimar Vilarinho, da IAP de Barra do Garças, precisa passar por uma Cirurgia no crânio, e necessita da intercessão dos promessistas. Após consulta com médico especialista, foi identificada fistulas liquoricas no crânio, (pequenas aberturas na base do crânio, por onde o líquido que reveste o cérebro escapa).
Além das orações, a irmã carece de ajuda para custear o procedimento cirúrgico, para saber valores e como ajudar acesse este link: https://www.facebook.com/photo.php?fbid=2930620416974178&set=a.644450752257834&type=3&theater
 

O Dia das Mães é festivo para você?

As mídias preparam lindas propagandas com muitos corações e músicas melodiosas. Há festas nas escolas, as lojas são decoradas, há promoções nos comércios, enfim, existe uma grande movimentação pra celebrar essa data.Mas, é uma data festiva para você?
Talvez, como eu, você seja feliz e tenha motivos para celebrar por ter filhos e por ter uma mãe, mas talvez essa data traga a você lembranças amargas. Talvez sua gravidez foi indesejada, talvez você não goste de ser mãe ou talvez você deseje intensamente ser mãe, mas por alguma razão não pode. Talvez essa data seja dolorosa porque a sua amada mãe já não está mais viva e você não pode dar aquele abraço carinhoso. Pode ser que você tenha uma mãe maravilhosa, presente, amiga, mas pode ser que sua mãe tenha problemas, vícios, e é você quem se torna responsável por ela. Pode ser que você converse com sua mãe todos os dias pelo telefone, WhatsApp, mas pode ser que você tenha discutido com ela e não estão se falando.
Pode ser que hoje você esteja se sentindo culpada por trabalhar muito e não ter tanto tempo para seus filhos, ou por ter perdido a paciência e dito coisas erradas e se sentir uma péssima mãe. Você pode ter abortado e rejeitado um filho.
São tantas realidades, são tantos sentimentos… então, como encarar esse dia?
Crendo que absolutamente todas as coisas cooperam para o bem daqueles que amam a Deus (Rm 8.28), crendo que absolutamente tudo o que Deus faz é bom e perfeito. Portanto, se sua mãe é amável ou não, estando presente ou não, você tendo filhos ou não, absolutamente tudo está debaixo do controle do nosso Amado Pai e Ele está usando tudo isso para aperfeiçoar o caráter de Cristo em sua vida.
Se você puder celebrar esse dia, faça-o! Mas se você não puder celebrar, glorifique ao Senhor que te ama e está cuidando de você, com um amor que não muda, não falha e não abandona!
Feliz dia do Criador das mães, dos pais, dos filhos, da vida!

Dicas da lição 7 “PARÁBOLAS QUE ENSINAM”

Vídeo “Por que Jesus falava por parábolas?”
Para começar a lição, você pode utilizar o vídeo “Por que Jesus falava por parábolas?” Nele, é respondido sobre Jesus utilizar este recurso em Seu ensino. Com 2min39 é dada explicações interessantes sobre o uso deste método. Assista ao vídeo aqui e compartilhe com sua classe e família: https://www.youtube.com/watch?v=8dJ2I6yYIeY. Após, perguntes aos participantes do estudo sobre o que as parábolas trazem em seu aprendizagem do Evangelho.
 
OUTROS VÍDEOS SOBRE PARÁBOLAS
A lição 7 tem este número de parábolas, que estão presentes em Mt 13. Depois de estudá-las na Bíblia e ler o comentário da lição, é possível encontrar diversas reflexões em vídeo no YouTube. Se preferir, você pode lançar mão deste recurso e utilizar este conteúdo disponibilizado. Vale ressaltar, que se deve ter cuidado com a interpretação (que deve está de acordo com a Bíblia e as Lições Bíblicas) e o tempo dos vídeos para sua aula.
 
INFOGRÁFICO
            Elaboramos um infográfico que sintetiza o item 1 (p. 55) da lição, que trata da parábola do semeador e seus significados. Compartilhe com seus alunos e com seus familiares para o estudo.
 
Sementes de Mostarda e fermento
No item 2, “O crescimento do reino” (pp. 55-56), que se explicará as parábolas da semente de mostarda e do fermento, você pode usar os próprios elementos do ensinamento de Jesus para ilustrar e dinamizar a aula, ou seja, procure sementes de mostarda (pode ser uma imagem da Internet) e uma lata de fermento. Ao colocar nas mãos dos participantes do estudo, pergunte o que fariam com isso, se já utilizaram em alguma receita, e/ou o que poderiam falar das parábolas que se utilizam deles.
 
Observação: para as demais parábolas, dos itens 3 e 4, você pode utilizar vídeos e os elementos das próprias parábolas como auxílio na explicação da lição.
 
 
 
 

Dicas da lição 6 “DUROS DE CORAÇÃO”

DINÂMICA “CORAÇÃO DE PEDRA”
Para ajudar na visualização do conteúdo e tornar mais dinâmico o estudo, faça um coração de cartolina ou outro material, com estampa de pedra. A ideia é mostrar a dureza do coração (mente) dos fariseus em relação ao ministério de Jesus e João Batista.
Utilize tiras de papel, em um formato que dê dentro do coração, escrito os itens da lição 6: “Hostis ao mensageiro”; “Hostis aos ensinos”; “Hostis aos milagres”; e “Hostis ao Messias”. À medida que os papeis vão sendo colados no coração, a lição vai sendo explicada e cada participante estimulado a falar sobre o tópico. Provoque os participantes a pensarem se aquelas marcas de incredulidade não são encontradas no coração deles.
MAPA MENTAL “O SÁBADO DE JESUS x O SÁBADO DOS FARISEUS”
Utilize a imagem abaixo para auxiliar no entendimento do item 2 “hostis aos ensinos”, que explica sobre a visão oposta de Jesus e os fariseus, em relação ao sábado. Um exemplo de como eles eram contrários a visão do Mestre.

Vídeo “O que é blasfemar contra o Espírito Santo?”
Utilize o vídeo do bispo Walter McAlister, “O que é blasfemar contra o Espírito Santo?”, onde ele explica o trecho de Mt 12:22-32. O vídeo deve ser compartilhado entre os que estiverem estudando, durante a explicação dos itens 3 “Hostis aos milagres” e 4 “Hostis ao Messias”. Veja o vídeo aqui: https://www.youtube.com/watch?v=Gvipb0kDSz4.
 
 
 
 
 

Socorro: tá todo mundo em casa!

De um dia para outro as crianças e os adolescentes não vão mais à escola; o pai ou a mãe está trabalhando em homeoffice, ou pior, algum deles pode ter perdido seu ganha-pão.  Há ainda o vovô, a tia, a sogra… que estão proibidos de sair de casa. Lembrando também que o cachorro, com quem fazíamos festa ao chegar em casa,  agora está o tempo todo em cima de nós querendo brincar.
Com todo mundo em casa há mais comida pra fazer, mais sujeira pra limpar, mais problemas pra pensar e talvez o mais difícil: além de conviver com os medos e as preocupações que a pandemia da COVID 19 traz, enfrentar o desafio de conviver “em relativa paz” com a família!
Talvez no começo as coisas não sejam assim tão complicadas: podemos encarar como férias fora de época: oportunidade para descansar, fugir da rotina, fazer planos. Porém, depois de alguns dias de confinamento, saturados da TV que só fala em pandemia, entediados de ver filmes ou séries, jogar online, interagir no Face, morar no ZAP… as coisas podem ficar um pouquinho mais complicadas.
E é nesse tipo de situação, totalmente inesperada e peculiar que precisamos desenvolver a serenidade e utilizar as reservas emocionais que temos, ou pensamos ter. É importante ter consciência de que não podemos resolver a situação, mas que atitudes pessoais podem ser decisivas para passarmos por ela com o menor prejuízo possível. Todos estamos no mesmo barco e sempre há algo que podemos fazer para melhorar as coisas. A primeira é exercer a empatia, pensar que se eu estou sofrendo, os outros também estão, cada um a seu modo. Todos perderam um pouco de seu espaço, de sua rotina, de seus prazeres. Se você adulto, está estressado, imagine seu filho jovem ou adolescente, em confinamento, sem ir para escola, sem encontrar amigos e até namorar? O seu cônjuge que, além de outras coisas, pode estar pensando se terá seu emprego quando tudo se normalizar? O seu familiar idoso, que já é limitado para tantas coisas, e agora perde até a liberdade de transitar? As crianças, com toda energia que possuem, sem nem mesmo descer para o play?
Além da enxurrada de sugestões de atividades que a mídia traz para este momento,  podemos ainda ser iluminados com boas ideias do que fazer, mas que podem exigir um pouco de cautela.  Não seria fantástico utilizar o tempo em casa para fazer umas arrumações, talvez uma faxina geral? Pode ser também que alguém pense que finalmente conseguirá colocar todo mundo na linha, estabelecer rotinas, dividir tarefas como nunca conseguiu antes. Talvez também possamos achar oportuno e necessário puxar as rédeas dos filhos, colocar limites que deixamos em outros tempos. Isso tudo parece muito bom, desde que não torne o isolamento mais pesado do que já é. Analise, antes de tudo,  se o estresse de virar a casa de pernas pro ar com todo mundo dentro vai compensar o resultado;  se vai conseguir manter as novas rotinas e os limites quando tudo voltar ao normal.
Por outro lado, conviver intensamente com o cônjuge nesse contexto também pode ser um desafio novo, pois é bem provável que vejamos os defeitos dele saltarem aos nossos olhos como nunca. Mas, será uma boa ideia tentar modificar em dias o que não conseguimos em anos? Vale lembrar que a pessoa que está ali é a mesma a quem você prometeu amar e respeitar na alegria e na tristeza, na saúde e na COVID, ops! se não prometeu, está na hora de prometer!
E o que fazer com nossos idosos, sempre rotulados como teimosos e muitas vezes tratados como crianças? Nesses tempos, temos visto muita chacota a respeito deles, mas ainda que o comportamento de alguns possa parecer infantil, eles não são crianças. São pessoas adultas, dotadas de experiência de vida e personalidade própria. Mais do que nunca eles precisam ser cuidados, com firmeza, se necessário, mas sem abrir mão do respeito e do carinho.
Por tudo isso, esse é o momento em que nossas relações familiares são colocadas à prova e a forma como construímos nossos vínculos pode ser decisiva para o bem ou para o mal. Se já tínhamos diálogo e respeito, é hora de acrescentar a isso a paciência e submissão da vontade própria ao interesse comum. Se precisamos melhorar as relações, é um excelente momento para chegar mais perto, aprender a ouvir, se abrir para o outro sem a pressão da rotina e da falta de tempo. E, por que não, aproveitar para aparar as nossas próprias arestas?
Sobretudo devemos pensar que além da vida eterna, nada é para sempre. Um dia, que esperamos seja logo, isso tudo terá passado. Certamente ficarão prejuízos, teremos que retomar e reconstruir muitas coisas, mas podemos ser mais do que sobreviventes se usarmos com nossa família um antídoto para qualquer crise: O AMOR! Só ele é capaz de nos dar a paciência, a lucidez e a serenidade que precisamos em dias tão difíceis. E o melhor: só ele é capaz de mandar o nosso medo embora!1
(1) I João 4:18
Por: ROMI CAMPOS SCHNEIDER DE AQUINO Psicóloga, Líder do Ministério de Mulheres da Região Sul. Casada com Luciano, mãe de Henrique e Davi, congrega na Igreja Adventista da Promessa de São José dos Pinhais, Paraná.

Pedido de oração

Pr. Edvaldo Barbosa (RJ) precisa de nossa oração
Vamos nos unir em oração à família do pr. Edvaldo Barbosa, da IAP em Vaz Lobo (RJ), que está internado no Rio de Janeiro com Covid -19. Os pulmões haviam sido atingidos em 50% mas Deus tem sustentado a vida dele e seu quadro é estável. Vamos clamar para que ele se restabeleça diariamente, até a cura completa e poder celebrar a Deus com sua família.
Oremos também pela esposa, Dsa. Rita, que tem ido diariamente ao hospital, buscar notícias e levar os recursos necessários. Que Deus guarde a saúde dela e também do filho, Samuel.
 

Nota de falecimento

Dormiu no Senhor o Pr. Obadias, da Convenção Norte

Nesta quinta-feira, o Senhor recolheu para si o pr. Obadias Auzier Marialva, aos 57 anos, dois dias após seu aniversário. Ele faleceu em função de um ataque cardíaco e não em função de Covid 19, como divulgamos anteriormente, pois o teste deu negativo. Os irmãos das IAPs em Una, Carmelândia e Marinha, todas em Belém (PA), choram a morte de seu pastor, além de toda a Convenção Norte e sua família.
Um servo do Senhor muito dedicado, por duas vezes havia sido superintendente da Convenção Amazônica.
Clamemos a Deus por consolo  de sua esposa, Ms. Ana Sampaio Soares Marialva, além dos  filhos Vinicius, Victor e Diene Marialva, além de toda a família.