Filhos õrfãos de pais vivos – como é possível isso?
Assista a este interessante Papo de Discípulo, com a psicóloga Rubenita.
Filhos õrfãos de pais vivos – como é possível isso?
Assista a este interessante Papo de Discípulo, com a psicóloga Rubenita.
“Flavinho, vem aqui. Você é filho de pastor! Tem que ser exemplo!” Esta foi a frase de um diácono segurando firmemente no meu braço, quando estava correndo no pátio da igreja, acompanhado de outras crianças da mesma faixa etária. Esta é uma das recordações que tenho da minha infância.
O pastor de uma igreja tem muitos filhos, espiritualmente falando, e até adotivos. Todos os cultos ele ensina, prega, atende o seu rebanho. O desejo de muitas pessoas é ficar mais tempo perto deste homem de Deus para absorver toda a sabedoria dele. Alguns devem pensar: privilegiados são os filhos legítimos por terem um pastor só para ele em casa! Será? Com essa pergunta refleti muito sobre minha trajetória de vida e experiência como filho de pastor, e analisei as vantagens e desvantagens, com auxílio do meu irmão, Fabiano (da IAP em Barão Geraldo – Campinas, SP), que me ajudou a enriquecer esta reflexão.
A maior desvantagem que vejo, por ser filho de pastor, são as pressões que sofremos pelo ministério do pai. Devido a essas pressões, muitos se decepcionam com a experiência de serem filhos de pastor. Não foram poucas as cobranças, piadas no colégio, na rua, na lanchonete, por parte dos professores que desprezavam cristãos por escândalos de pastores, mas a pressão maior era na própria igreja, onde a cobrança de uma vida em santidade é inevitável para os filhos de pastores.
Mas, nem sempre é verdadeiro o ditado: “filho de peixe, peixinho é”. Com esse conceito equivocado, de que os filhos de pastores devem ser os mais santos possíveis, perfeitos, referência em todas as áreas, as pessoas se esquecem que, na verdade, “filho de pastor, ‘pecadorzinho’ é”. Como toda a humanidade é, dependente da graça de Deus. Sempre querendo ser algo que as pessoas esperavam, chegou um tempo da adolescência em que comecei a pensar: afinal, quem sou eu???
Então, tentei quase tudo: ter sucesso com as meninas, ser o músico da escola, ser poeta, ter as melhores notas, ter as piores notas, usar terno, usar calça jeans rasgada, ter cabelo comprido, ter cabelo raspado, adotar estilo esportista, ter estilo intelectual, ser rebelde, ser pacifista, enfim, comecei a experimentar várias identidades, que eu encontrei em filmes, sonhos, vídeo games. Qualquer coisa que fosse diferente do meu pai e parecido com o que o mundo esperava.
Foi o período em que eu dizia frases agressivas, mas que refletiam minha crise interna: “Quero um pai, não um pastor!”, “Quem é você agora, pai ou pastor?”, “Pelo menos me trate como uma de suas ovelhas”, “Eu, pastor? Jamais!!” ; “Cuide de sua igreja e me deixe em paz!”.
Mas hoje, com a maturidade, vejo que foi um grande privilégio ser filho de pastor. Agradeço a Deus porque tive um pai que sempre me instruía na verdade bíblica, com sua experiência, fé, amor e compreensão, que sempre manifestava nas longas conversas que tínhamos a sós. Ele nunca esqueceu que tinha uma família para cuidar, talvez não cuidasse do modo como ele gostaria, mas fazia o sempre máximo.
Em um desses dias em que eu estava perdido tentando encontrar minha identidade, numa dessas conversas, ele deixou claro que tudo aquilo estava acontecendo porque eu ainda não havia encontrado a minha identidade em Deus. Eu não tinha entendido o real motivo da minha existência.
Existe um plano de Deus estabelecido para cada filho de pastor. Assim como para cada um dos filhos de Deus. Não aquilo que pressionam você a ser, mas, aquilo que Deus criou você para ser.
Sei que o inimigo tenta mostrar para todos os filhos de pastores só o lado ruim de ter pais no ministério, mas, aprenda a ser grato a Deus por ter nascido em um lar cujo o foco é Jesus, no qual os seus pais tiveram um encontro com Deus de tal forma que isso fez com que eles tivessem a coragem de largar tudo para servir ao Senhor, doando o seu tempo de forma integral. Quando você se encontrar naquilo que Deus criou você para ser, nunca mais vai se sentir pressionado por ser filho de pastor.
Gostaria de deixar dois pequenos conselhos, para pastores e filhos. Pastores, lembrem-se que vocês têm família. Nunca se esqueçam que o primeiro ministério de vocês é leva-la aos pés de Jesus. Em suas orações, peçam a Deus sabedoria e conhecimento para guiar competentemente sua família (2 Crônicas 1:10).
Quanto aos filhos de pastores, é muito comum ouvirmos que filhos de pastores não precisam aceitar Jesus ou ter comunhão com Deus, porque seus pais “fazem isso por eles”. Mas esse é o maior engano em que podemos cair. O relacionamento dos nossos pais com Deus é o relacionamento deles. Eles construíram, individualmente, ao longo dos anos. Cabe a nós fazermos o mesmo, afinal, temos a nossa própria caminhada com Deus para seguir.
Flávio Dias dos Santos, filho do Pr. Ozias e Dsa. Elena dos Santos (jubilados), casado com Jéssica Sanches Dias. É pastor em tempo integral na IAP em Vila Virginia, Ribeirão Preto (SP).
Recurso pré-aula: Para facilitar a familiarização com o estudo, utilize o podcast da lição 10, acessando o link: http://backup.portaliap.org/wp-content/uploads/2019/06/Licao_10_Paulo.mp3
Abertura: Antes de iniciar a sua aula, lembre-se que o estudo da Bíblia é uma atividade não apenas intelectual, mas, sobretudo, espiritual. Portanto, convoque a classe a orar em favor do estudo.
Slides da lição: Baixe o slide da lição 10, acessando o link: http://backup.portaliap.org/licoes-biblicas/licao-biblica-328/#downloads e utilize-o no desenvolvimento da sua aula.
Estudo em Libras: A Junta de Missões sempre disponibiliza a Lição Bíblica em libras. Informe seus alunos sobre este importante trabalho. Veja: https://www.youtube.com/channel/UCSajxLcXf10Zmvnz3wv7qag
Dinâmica 1: “Saiba o propósito de sua vida”[1]
Objetivo: Levar o grupo a entender que todos nós nascemos com um Propósito.
Desenvolvimento: Prepare alguns objetos do cotidiano (caneta, faca, pinça, cd, fone de ouvido, etc…). Deixe cada um escolher um dos objetos e peça-lhes para que, usando a criatividade, cada um dê pelo menos uma função para aquele objeto, que não seja a função real do mesmo (Ex: usar a pinça para comer arroz). Explique que, embora na vida tenhamos que desempenhar várias funções, fazer muitas coisas, existe um real significado em nossa existência: “Sermos instrumentos da glória de Deus”. E ainda que usemos nossos dons, energia e conhecimento para tantas coisas, como trabalhar, ganhar dinheiro, estudar, etc., nunca seremos completos se não cumprirmos o maior propósito para o qual nascemos: “Responder ao chamado de Deus”. Finalize mostrando que a caneta pode servir para qualquer outro fim, mas só será plena em sua utilidade quando fizer o que foi designada para fazer. Depois, questione: “Você está usando devidamente seus dons para glorificar a Deus?”. Essa dinâmica pode ser aplicada na abordagem da introdução do estudo.
Dinâmica 2: “O que podemos aprender com Paulo?”
Materiais: caneta e papel.
Desenvolvimento: No decorrer da Lição, conforme os tópicos forem sendo apresentados, faça um quadro para ir colocando as características de Paulo de um lado do quadro:
(antes da conversão) (depois da conversão)
judeu zeloso, perseguidor implacável discípulo grato, missionário incansável
A partir disso, discuta com os alunos de que forma Deus pode nos transformar quando damos espaço a Ele. Para isto, distribua papel e caneta para os alunos e peça para que eles analisem suas vidas quanto ao chamado de Deus, respondendo a duas perguntas: 1- Como estou? 2- Como Deus quer que eu esteja? Dê um tempo para eles concluírem a atividade. Não é necessário que eles compartilhem na classe, a não ser que alguém o queira. Mas isto fará com que os alunos façam uma autoanálise de suas vidas em relação à vida missional. Peça para que, durante a semana, cada um ore em prol de suas dificuldades sabendo que sem a ajuda do Espírito Santo, ou somente com nossos dons e habilidades naturais, não conseguiremos cumprir nosso chamado.
Vídeo: Após a segunda parte da lição e antes do Desafio Missional, exiba o vídeo do link: https://youtu.be/gLQiXFbkE_c . Esse vídeo servirá para que os alunos se conscientizem da importância de adotar um estilo de vida missional e se proponham a orar por isso! Desafiemos os nossos alunos a buscar, por meio da oração: consciência, desejo e ação. Que Deus abençoe a sua Igreja nos torne seus canais por meio dos quais vidas possam ser salvas.
Colaboradora: Ana Carolina Rodrigues de Souza, serve a Deus na IAP em Marco, Belém do Pará – PA.
Editor: Jailton Sousa Silva
Observação importante: Para realizar as sugestões de dicas deste estudo, é necessário dividir bem o tempo. Como isso nem sempre é possível no decorrer da aula, o ideal é que o (a) professor (a) encontre maneiras de aproveitar melhor tais sugestões. Por exemplo: se não for possível exibir, no momento da aula, o vídeo proposto, este pode ser enviado aos alunos através de uma rede social durante a semana. Use a sua criatividade!
[1] Fonte: http://pastora-com.blogspot.com/2016/05/dinamica-saiba-o-proposito-da-sua-vida.html . Disponível em 29/05/2019.
Louvemos a Deus por este grande milagre!
A irmã Jordania, da IAP em Bengui (Belém, PA) já está em franca recuperação, para glória de Deus. Ela sofreu um ataque a facadas no sábado da semana passada (24/08) , na porta da igreja. Houve perfuração do intestino, o quadro foi gravíssimo, foi submetida a cirurgia durante horas. Mas em cada dia, a mão do Senhor esteve sobre ela manifestando seus milagres. Na terça-feira já estava sem sedação, na quinta-feira já se sentava, e na sexta, já caminhou pelo hospital. Deus seja louvado! Continuemos orando por sua plena recuperação. Ouça o áudio que ela enviou agradecendo as orações.
Aos 83 anos, o Pr. Jorge de Moura (Brasília, DF) dormiu no Senhor ontem. Ele foi um dos pioneiros da IAP no Distrito Federal, tendo pastoreado as IAP’s em Santo Antônio do Descoberto e Santa Maria.
Seu sepultamento será neste sábado (31) no Cemitério de Taguatinga. O culto fúnebre acontecerá no mesmo local, às 9h30 e o sepultamento, às 10h30.
Pr. Jorge prestou um excelente trabalho na Convenção Distrito Federal como Diretor Ministerial, deixando um legado de fé a todos que conviveram com ele.
Deixa a esposa, Dsa Elisa de Moura, um casal de filhos, Gerson e Eunice, e um casal de netos.
“Combateu o bom combate, encerrou a carreira e guardou a fé”.
Diretoria da Convenção Distrito Federal
Novo Hinário Brados de Júbilo. Ouça online ou baixe as músicas.
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Hoje os irmãos promessistas do região do Rio Alto Solimões (AM) estão chorando o falecimento do irmão Emenegildo, líder promessista entre as IAPs Ribeirinhas daquela região. Ele foi recolhido pelo Senhor ontem, por volta das 15 hs.
Este irmão foi um grande exemplo de fé, perseverança e vida missional, mantendo por vários anos uma congregação em sua própria casa mesmo privado, pelas condições geográficas, de receber visita pastoral. Um grande auxiliador do pr. Vilson dos Santos, responsável pelos campos.
Que o Espírito Santo console todos os familiares e a igreja, com a certeza do reencontro na volta de Cristo. “Combati o bom combate, acabei a carreira, guardei a fé. Desde agora, a coroa da justiça me está guardada, a qual o Senhor, justo juiz, me dará naquele dia; e não somente a mim, mas também a todos os que amarem a sua vinda.” (2 Timóteo 4:7,8)
Deserto, segundo o dicionário, é um lugar solitário, desabitado, abandonado. Logo, não é lugar desejável para se viver nele. A Bíblia menciona esse lugar em várias situações, como na jornada do povo de Deus ao sair do cativeiro do Egito e seguir para a terra de Canaã, prometida por Deus aos descendentes de Abraão. O povo enfrentou as adversidades do deserto por 40 anos. Aquela gente se cansou, quis voltar ao Egito, mas a liderança forte e firme de Moisés sempre prevaleceu, porque Deus estava com o povo durante o tempo no deserto.
Em Gênesis 21:14-20 temos narrada a experiência de Agar e Ismael, que nos traz lições valiosas para compreendermos como o Senhor, nosso Pai, está ali presente conosco. Abraão, a pedido de sua esposa legítima, Sara, decidiu mandar embora do convívio familiar a Agar, com quem o patriarca tivera o filho Ismael, que era ainda uma criança. Assim, Abraão preparou alguns pães e um cântaro com água, pôs sobre os ombros de Agar e despediu-a com o menino. O texto bíblico relata que mãe e filho ficaram vagando pelo deserto de Berseba, que significa “poço do juramento”.
Quando acabou a água, Agar colocou o menino debaixo de um arbusto e ficou a certa distância para não ver o filhinho morrer. Diz a palavra (v. 15) que o coração da mãe doeu muito por ver aquela difícil situação, então começou a chorar. Mas Deus estava ali. Ele ouviu o choro do menino e da mãe, com certeza. Trouxe consolo e solução, indicando uma fonte de água próxima do local onde estavam. O menino foi saciado em sua sede, a mãe, aliviada da dor da angústia e uma promessa de Deus foi feita para o futuro de Ismael. Ele cresceu e viveu no deserto, tornando-se arqueiro e pai de uma descendência. É assim que Deus faz, vem estar conosco mesmo pelos caminhos do deserto.
Isaias 64:4 declara que Ele é o Deus forte e poderoso que trabalha em favor daqueles que nele esperam. Ao seu povo na jornada para a terra prometida, não deixou faltar o alimento e a água. O pão veio do céu, o maná; a água saiu da rocha (Sl 105:40, 41). Para Deus, tudo é possível.
Elias, o profeta, viveu a experiência da vida no deserto. Foi um homem forte e valoroso no propósito de Deus. Quando desafiado, também desafiou, não a um, mas a 450 profetas de Baal (o supremo deus dos cananeus), conforme relata I Reis 18:19. A luta não era pela espada, mas pela verdade: Deus ou Baal? Precisavam decidir quem era o verdadeiro Deus. No Monte Carmelo, Elias pôde provar a suprema superioridade do seu Deus. Quando preparou o altar e colocou sobre ele a oferta, orou a Deus e fogo veio do céu e queimou toda a oferta do sacrifício. Resultado? Os 450 profetas de Baal foram mortos por Elias junto ao ribeiro de Quison (v.40).
Quando Jezabel soube o que havia acontecido, prometeu matar Elias até o dia seguinte. Aqui começa o deserto do profeta de Deus. Homem tão destemido, corajoso, agora é atacado pelo medo da morte e foge (I Reis 19:1-4). Elias passou por um momento desesperador! Imagine, ele fugiu com medo: no deserto, pediu a morte! Como estava a mente de Elias? Foi ali, deitado debaixo de uma árvore, cansado da viagem e desiludido, que ele recebeu a visita de Deus através do anjo que lhe dizia: “levante-se e coma”. É como se o anjo dissesse a ele: “vamos rapaz, coragem, você não é homem fraco, já lutou muito e sempre foi vitorioso, confie em Deus que sempre foi o seu ajudador”.
Elias levantou-se, comeu e bebeu, mas voltou a deitar-se. O ser humano é fraco por natureza, por isso, nas adversidades da vida, por vezes, demonstra a sua fragilidade. Novamente o anjo ordena a ele: “levante-se e coma, porque você tem um longo caminho pela frente”. Elias ainda temia pela sua vida. Comeu, bebeu e caminhou por 40 dias até Horebe, o monte de Deus. Chegando ali, entrou numa caverna e passou a noite. O deserto dele ainda não havia acabado.
Agora é o próprio Deus que fala: “O que você está fazendo aqui, Elias?”. Lá de dentro da caverna, ele tenta se justificar (I Reis 19:9, 10). O Senhor determina: saia (da caverna) e fique no monte, o Senhor vai passar. Ele percebeu soprando um forte vento, em seguida um terremoto e depois um fogo. Deus estava mostrando ao profeta nessas manifestações da natureza que Ele não aprovou a ameaça de Jezabel contra ele, porque, em seguida, Elias ouviu uma voz mansa e delicada, a voz de Deus que traz paz e bênção. Cumpriu-se aí o que declara Isaías no capítulo 54:17. Só assim Elias saiu do seu deserto e continuou destemidamente o seu ministério profético, até quando foi arrebatado ao céu pelo seu grandioso Deus (II Reis 2:1 e 11).
Qual é o seu deserto? A solidão, a escassez, os sofrimentos, a depressão, qual? No livro “O Poder da Esperança”, seus escritores chamam a “ansiedade” de excesso de futuro; a “depressão” de excesso de passado e o “estresse” de excesso de presente. Há pessoas que estão chorando nos seus desertos, muitas sem saber o motivo. Tudo o que citamos acima pode estar causando essa situação desconfortável. Para algumas, a solidão, para outras, os sofrimentos; ainda para outras, a depressão.
Como afirmam os autores do livro citado: “A depressão é o mal que predomina nas consultas psiquiátricas e de psicologia clínica. Em breve ela poderá ocupar o segundo lugar entre as causas de doenças e de incapacidade, ficando atrás apenas dos problemas cardiovasculares.”
Lembre-se da palavra inspirada: “O choro pode durar uma noite, mas a alegria vem pela manhã.” (Sl 30:5). O Senhor nos dá plena esperança: “Com certeza o Senhor consolará Sião e olhará com compaixão para todas as ruínas dela; ele tornará seus desertos como o Éden, seus ermos como jardim do Senhor” (Is 51:3).
Que Deus maravilhoso é o nosso Deus! Com ele a promessa divina conforta o coração e dá certeza da vitória sobre todas as adversidades da vida. “Quem nos separará do amor de Cristo? Será a tribulação, ou a angústia, ou a perseguição, ou a fome ou a nudez, ou o perigo da espada? Eis a resposta: ¨Mas em todas essas coisas somos mais que vencedores, por meio daquele que nos amou” : Jesus, que por nós intercede diante do Pai (Hb. 7:25; Rm. 8:35 e 37). Você quer sair do seu deserto, de sua caverna? Então, “entregue o seu caminho ao Senhor, confie nele e ele tudo fará.” (Sl 37.5)
Pedimos aos irmãos para orarem pelo André, de Santarém (PA), filho do Pr. Antonio e Dsa. Socorro Castro. Acometido por um grave acidente, está hospitalizado há vários meses e a família precisa de nossa ajuda em orações.
Sua mãe relata como tudo aconteceu: “O André sofreu um acidente no dia 28 de fevereiro de 2019, quando caiu sobre o guidão da bicicleta; ali começou nossa batalha. Diante da gravidade do acidente, o André fez sua primeira (de cinco cirurgias) no dia 9 de maio. 15 dias depois ele piorou e começou uma nova batalha para poder transferi-lo do Hospital Municipal de Santarém para o Hospital Regional, porque era só lá que fazia a cirurgia necessária.
Como a transferência estava demorando muito, tivemos que entrar no Ministério Público para podermos conseguir . A transferência se deu em 19 de junho, onde está até o momento.
No acidente ele teve um rompimento no pâncreas, o médico disse que foi dividido ao meio. Ele chegou a pesar 32 quilos, já passou por cinco cirurgias, ficou entubado por cinco dias, recebeu cinco drenos. Hoje, está pesando 46 quilos, para glória de Deus.
Meu filho tem uma família, um filhinho de três anos. Em virtude deste acidente o André está sem trabalhar desde que ele foi acidentado. Hoje o quadro de saúde dele é estável, teve alta da UTI e está na enfermaria, mas ainda não sabemos quando vai ter alta do hospital. Meu filho é um milagre do Senhor. Ele começou a andar no último domingo, meu coração quase não aguentou de emoção. Serei grata ao Senhor, enquanto eu viver”.
Deus opera milagres e realizou isso na vida da irmã Jordania, da IAP em Bengui (Belém, PA). Ela sofreu um ataque violento no último sábado, na porta da igreja, por um homem que desferiu três facadas contra ela. Pr. Thiago Braga, seu tio, lutou contra o agressor e conseguiu dominá-lo.
Jordania passou por uma cirurgia delicada, pois houve perfuração do intestino, mas para glória de Deus, hoje pela manhã já estava conversando, sem sedação e se recuperando muito bem. Vamos continuar orando para que não haja nenhuma intercorrência nesse processo de recuperação e oremos também por seus dois filhos, para que superem todo o trauma.
Recurso pré-aula: Para facilitar a familiarização com o estudo, utilize o podcast da lição 09, acessando o link: http://backup.portaliap.org/wp-content/uploads/2019/06/Licao_09_Dorcas.mp3
Abertura: Antes de iniciar a sua aula, lembre-se que o estudo da Bíblia é uma atividade não apenas intelectual, mas, sobretudo, espiritual. Portanto, convoque a classe a orar em favor do estudo.
Slides da lição: Baixe o slide da lição 09, acessando o link: http://backup.portaliap.org/licoes-biblicas/licao-biblica-328/#divulgacao e utilize-o no desenvolvimento da sua aula.
Estudo em Libras: A Junta de Missões sempre disponibiliza a Lição Bíblica em libras. Informe seus alunos sobre este importante trabalho. Veja: https://www.youtube.com/channel/UCSajxLcXf10Zmvnz3wv7qag
Reflexão: Se possível, coloque em um slide de sua apresentação da aula, o seguinte texto do final do item 1: “Que atos de serviço você pode fazer em seu bairro, sua escola, seu trabalho, sua faculdade e sua sociedade, de forma geral? Quais são as necessidades que o rodeiam? Pense nisso.” Após as discussões da pergunta 1, mostre à turma este slide e leve-os a refletir, por um instante. Ajude cada aluno a pensar em como pode mover-se em direção às necessidades das pessoas. Quando chegarem à pergunta 5, pergunte aos alunos se alguém gostaria de compartilhar algo sobre a reflexão feita neste ponto.
Dinâmica: Durante a questão 6, encoraje os alunos a externalizarem ações práticas de generosidade que terão durante os próximos dias. Você pode escrever algumas atitudes em pequenos papéis e sugerir que cada aluno retire e compartilhe o que fará. Veja as sugestões no último parágrafo do item 3. Acrescente outras que julgar viáveis e adequadas. Fale à classe que eles podem encontrar parceiros para ajudá-los a colocar algo em prática. Seja exemplo sendo o primeiro a retirar e compartilhar sua atitude de generosidade. Se possível, separe cinco minutos da aula do sábado seguinte para que os alunos possam compartilhar algo sobre esta atividade. Se for outro(a) professor(a) em função, não se esqueça de pedi-lo(a) educadamente para que promova este espaço no início de aula.
Vídeos: Nestes links: https://www.youtube.com/watch?v=ZorGrSnDCmI e https://www.youtube.com/watch?v=NddIwDcbXBw, você encontrará vídeos sobre lições de generosidade. Para não extrapolar no tempo de aula, apresente apenas um vídeo à classe no fim da aula. Reflita brevemente sobre a importância de reproduzir gestos de bondade em favor do próximo. Mostre que para sermos generosos, não necessitamos de muito dinheiro, necessariamente; mas, sobretudo, disposição em servir os outros. Se quiser, baixe o outro vídeo e compartilhe com os alunos durante a semana, através das mídias sociais.
Observação importante: Para realizar as sugestões de dicas deste estudo, é necessário dividir bem o tempo. Como isso nem sempre é possível no decorrer da aula, o ideal é que o (a) professor (a) encontre maneiras de aproveitar melhor tais sugestões. Por exemplo: se não for possível exibir, no momento da aula, o vídeo proposto, este pode ser enviado aos alunos através de uma rede social durante a semana. Use a sua criatividade!
Colaborador: Silvio Gonçalves, serve a Deus na IAP em Paranavaí – PR.
Editor: Jailton Sousa Silva
“As mulheres idosas, semelhantemente, que sejam sérias no seu viver, como convém a santas, não caluniadoras, não dadas a muito vinho, mestras no bem; Para que ensinem as mulheres novas a serem prudentes, a amarem seus maridos, a amarem seus filhos, a serem moderadas, castas, boas donas de casa, sujeitas a seus maridos, a fim de que a palavra de Deus não seja blasfemada.” (Tito 2. 3-5)
A esposa do pastor precisa ser hospitaleira, boa dona de casa, auxiliadora, ter domínio próprio (sobre a língua, sobre o consumismo etc), cuidar dos filhos, ser amorosa, disposta ao trabalho, amiga, confidente, entre tantas outras coisas. Sim, a esposa precisa ser tudo isso, mas não só a esposa do pastor: a esposa do mecânico, a esposa do professor, a esposa do aposentado, enfim a esposa!!!
Não há na Bíblia uma lista de características de como deve ser a esposa do pastor, mas há várias qualidades que a esposa deve ter!
Lembro-me que quando me casei, logo no começo do ministério, as cobranças começaram: você é a esposa do pastor, precisa fazer isso, aquilo, precisa se comportar assim, não pode tal coisa, etc. Eu entrei no esquema e tentava de fato fazer tudo porque eu era esposa do pastor, até que cheguei em um determinado ponto em que me sentia tão frustrada, imperfeita, incapaz e infeliz. Foi nesse momento que Deus me disse algo que marcou e mudou minha vida para sempre: Para mim, você é simplesmente filha! E minha perspectiva mudou.
Somos mulheres cristãs (lembrando que cristão significa pequeno Cristo). É nele que nossas forças precisam se concentrar. Porque se eu me empenho em ser parecida com Cristo, eu serei uma esposa melhor, mãe melhor, amiga melhor, pessoa melhor. E não só isso: minhas ações (visitar, orar pelas pessoas, amar, ter compaixão, ser boa dona de casa, auxiliadora) acontecerão naturalmente, não pelo fato de ser esposa de pastor, mas por ser filha do Pai. Em resposta a essa filiação, eu atuarei de forma que o nome dele seja glorificado em mim.
Se você é esposa de pastor, busque conhecer sua identidade em Cristo. Não acumule as pressões impostas pelas pessoas que ainda não tiveram o conhecimento bíblico sobre o seu papel. Entregue cada palavra diante do trono do Pai Celestial e seja livre para amar, servir, cuidar, renunciar, porque Ele te amou primeiro.
Não importa se somos esposa de pastor, médico, gari, professor ou funcionário públicos. Tudo que fizermos, seja em palavra ou em ação, devemos fazer para o Senhor!
E por último, lembremos que somos pecadoras, imperfeitas, vamos errar. Não se cobre em demasiado. “Mas a vereda dos justos é como a luz da aurora, que vai brilhando mais e mais até ser dia perfeito.” (Pv 4:18). Não desista de você, não entregue os pontos. “Tendo por certo isto mesmo, que aquele que em vós começou a boa obra a aperfeiçoará até ao dia de Jesus Cristo” (Fl 1:6)
Danubia Guarnieri congrega na IAP em Catanduva, é esposa de pastor e atua no Ministério de Vida Pastoral – Convenção Geral.
Considere que você esteja em uma roda de amigos ou familiares, ou mesmo no trabalho, entre um café e outro, e durante uma conversa, uma pergunta lhe é direcionada:
– Por que você é cristão?
Pego de surpresa, e considerando que o cristão é sempre chamado a prestar contas, qual seria sua resposta?
Bem, para apresentar um caminho seguro, podemos nos valer do texto de Mateus 16.15, que narra a chegada de Jesus em Cesaréia de Filipe: e perguntando aos seus discípulos disse-lhes: – E vós, quem dizes que sou? Pedro então respondeu a Cristo: – Tu és o Cristo, o Filho do Deus vivo!
Neste sentido, estaríamos em solo firme, se quando inquiridos, respondêssemos: “Porque Jesus é o filho do Deus Vivo, que veio ao mundo trazendo-nos a boa e indispensável notícia da salvação! Porque ele carregou nossos pecados para cruz! E na cruz, foi julgado e morreu por nós! Nos libertando do pecado e nos dando nova vida! Para nos ensinar o amor verdadeiro! Porque Cristo, cumpriu as profecias do antigo testamento sendo de forma inequívoca o Messias! O ungido que ressuscitou e voltará em breve para nos apresentar uma nova terra!”
Bem, a esta altura, acreditamos possuirmos contornos suficientes para responder à pergunta! Mas para contribuir para nossa reflexão, trazemos algumas breves considerações e as respostas dadas a esta mesma questão – Por que sou cristão? – feita pelo pastor, escritor e teólogo britânico, John Stott.
John Stott foi autor de mais de 40 livros, dentre os quais está “Cristianismo básico”, que vendeu mais de 2 milhões de cópias, sendo traduzido para mais de 60 idiomas. Dentre outros, ele foi eleito em 2005 uma das 100 mais importantes personalidades do mundo. Dedicou 73 anos de sua vida à propagação do cristianismo, vindo a falecer em 2011, aos 90 anos de idade.
Em 2003, publicou o livro “Por que sou Cristão” e responde a esta questão de seis formas distintas.
Primeira resposta de John Stott à pergunta “Por que sou Cristão?”
– Porque Cristo me perseguiu, porque foi dele a iniciativa!
John Stott tornou-se cristão, não porque seus pais eram cristãos, muito menos porque teve educação cristã, mas sim, porque Jesus o caçou, o perseguiu até sua aceitação em 1938: “O fato de eu ser cristão não se deve em última análise à influência de meus pais e professores, nem à minha decisão pessoal por Cristo, mas ao Cão de Caça do Céu, ou seja, ao próprio Jesus Cristo, que me perseguiu incansavelmente” (p.17).” O autor é categórico ao afirmar que não foi ele que encontrou a Cristo, mas sim, Cristo o encontrou, o perseguiu, o cutucou e aguilhoou até sua entrega: “Se somos de fato cristãos, não é porque tenhamos nos decidido por Cristo, mas porque Cristo se decidiu por nós” (p.20)
Para ilustrar essa ação de perseguição de Cristo, esta “caça”, o autor cita alguns exemplos dentre os quais estão o de Saulo de Tarso. Stott nos relembra que em relação a Saulo (Paulo), Jesus vinha o procurando o “cutucando, o perseguindo” – em sua mente, em sua memória, em sua consciência – até culminar no decisivo e transformador encontro na estrada de Damasco que trataria de convertê-lo imediatamente, transformando o coração de Saulo, o levando a ser o principal apóstolo de Cristo.
Segunda resposta de John Stott à pergunta “Por que sou Cristão?”
– Porque as palavras de Cristo são verdadeiras, portanto, o cristianismo é verdadeiro!
“Eu Sou O Pão da Vida”; A Luz do Mundo; O Caminho, A Verdade e A Vida; A Ressurreição e a Vida…” “Venham a Mim e Sigam-me”.
A segunda resposta que Stott apresenta para a indagação que registrou o título do livro se refere as afirmações de Jesus que, para o autor, são verdadeiras, portanto, o cristianismo é verdadeiro, verdade esta que o fez cristão!
Terceira resposta de John Stott à pergunta “Por que sou Cristão?”
– Porque Cristo morreu para expiar nossos pecados, para revelar o caráter de Deus e para vencer o mal!
Julgamento e perdão. Essas duas condicionantes que estão vinculadas à mensagem da Cruz era, para Stott, um dilema divino e este dilema foi resolvido quando da crucificação. Sim, pois ao morrer na cruz, Deus em Cristo nos julgou e nos perdoou: “Quando Jesus morreu na cruz, o próprio Deus, em Cristo, recebeu o julgamento que merecíamos, e a fim de nos dar o perdão que não merecíamos” (p.60). Para o autor, há uma estrutural diferença entre o perdão que existe entre os homens, e o perdão de Deus, isto porque Deus é Santo! Ele não poderia julgar (como a justiça requer) nem perdoar (como o amor invoca) dada sua santidade: “perdoar é para o homem a mais simples das tarefas; para Deus é o mais profundo dos problemas” (p.59). Contudo, ao ser crucificado, Deus julgou as iniquidades dos homens e perdoou nossos pecados resolvendo o dilema divino: “A pena plena do pecado foi paga – não por nós, mas por Deus, em Cristo” (p.61) ”.
Continua em breve
Alexandro Alves Ferreira[1]
Elias Alves Ferreira[2]
[1] Pós graduado em filosofia da religião e em história das religiões, formado em História e Filosofia, bacharelando em Teologia.
[2] Pastor, atualmente congrega na IAP em Boqueirão (Curitiba-PR) e atua no Ministério de Vida Pastoral – Convenção Geral.
Nos últimos três dias da viagem, os pastores Osmar e Magno se dedicaram à obras necessárias nas instalações da igreja. Eles trabalharam na regularização e instalação da energia elétrica, energia solar e da água, na igreja, no PEPE (Programa de Educação Pré-escolar) Promessinha e nas três casas que estão dentro do terreno, em Nampula.
Ainda não foi suficiente pra concluir todo o trabalho, mas eles deixaram o eletricista com a ajuda dos irmãos, sob a coordenação do pastor Marcelino Faira Jane para a conclusão dos trabalhos, que deve terminar por estes dias.
Hoje saíram de Moçambique em direção à África do Sul e dali, amanhã, embarcam de volta para o Brasil. Que Deus os traga em paz e continue abençoando os irmãos promessistas ali na África.
Neste fds, foi a vez dos pastores e esposas da Convenção Sul Matogrossense desfrutarem do cuidado do Senhor, através do Congresso Ministerial, com tema “Resistindo às Pressões”, em Campo Grande (MS).
Foram dois dias de aprendizado, reflexão, intercessões e compartilhar de experiências, entre aqueles que vivem as mesmas alegrias e os desafios do ministério.
Representaram o Ministério de Vida Pastoral – Geral o pr. Efraim Teixeira e sua esposa, Dsa. Deusa Teixeira.
Ao final, a Convenção preparou um presente muito criativo: caricaturas de cada casal. Uma boa lembrança dos dias tão alegres na presença do Pai.