Dicas da lição 5 – “A gratidão e o dinheiro”

A gratidão e o dinheiro

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Dicas

  1. Relembrando Testemunhos
    Peça com antecedência para os seus alunos relembrarem de um momento difícil de suas vidas financeira, descrevendo isso numa folha de papel. Em seguida, na mesma folha, os alunos deverão descrever as formas que Deus utilizou para suprir as necessidades daquele momento difícil passado pelo aluno ou por sua família. No sábado, quando os alunos trouxerem os relatos, os mesmos deverão ser compartilhados entre os alunos, conduzindo a discussão no entendimento de que Deus cuida de nós nos cuidados mais simples e que às vezes nem percebemos. Após isso indague: “É possível ofertar em meio à crise financeira?”
  2. Caixa de Presentes
    Leve para a classe uma caixa de presente grande e bem bonita. Dentro dela, coloque papéis com algumas palavras que representem os presentes que recebemos de Deus em nossas vidas, como por exemplo: trabalho, escola, faculdade, transporte, plano de saúde, lazer, aumento de salário, mudança de profissão (melhoria), promoção no trabalho, viagem de férias… etc. Peça aos alunos para eles retirarem um a um os presentes de dentro da caixa e peça para que eles mostrem a importância de cada um deles em suas vidas. Quando a caixa estiver vazia faça a seguinte pergunta: “Que presentes a obra de Deus precisa?”. Isso deve ser feito para esclarecer que as ofertas são necessárias para a manutenção da Obra de Deus, assim como nós, a obra de Deus tem as suas necessidades e devemos ofertar com gratidão, voluntariedade e proporcional às bênçãos recebidas.

Comentários Adicionais

  1. Uma motivação graciosa:
    “Ofertamos porque ofertar é pela graça, não com o luto de uma perda, nem pelo constrangimento de uma coerção, mas com alegria, por amor. É algo difícil de entender por aqueles que ainda não foram alcançados pela graça da salvação.” (SOBRINHO, João Falcão. Princípios bíblicos do dízimo cristão. Curitiba: A.D. Santos, 2010, p.11).
  2. Uma oferta alegre:
    “Alegria contagiante vem de fazer o que Deus quer e o que agrada ao Senhor. A oferta generosa sempre se distingue por sua alegria. A fonte de alegria é ter recebido tanto de Deus que o ofertante se alegra com a oportunidade de dar.” (BOST, Bryan J. Deus e o dinheiro: o papel das finanças na vida do cristão. 2 ed. São Paulo: Arte Editorial; Vida Cristã, 2007, p.62).
  3. Ofertas livres:
    “Portanto, damos nossas ofertas por conta própria, e não como resposta a uma ordem (2Co 8.8). Damos, livremente, de tal modo que nosso íntimo podemos afirmar que a oferta foi dada genuinamente por nós.” (CARRIKER, Timóteo. Trabalho, descanso e dinheiro. Viçosa: Ultimato, 2001, p.71).
  4. A oferta errada:
    “Há igrejas que estão desengavetando as indulgências da Idade Média e vendendo as bênçãos de Deus, cobrando taxas abusivas por seus serviços. Há igrejas que levantam dinheiro apenas para enriquecerem, lançando mão de metodologias opressivas. A igreja não pode imitar o mundo. (LOPES, Hernandes Dias. Dinheiro: a prosperidade que vem de Deus. São Paulo: Hagnos, 2009, p.43).
  5. Ofertar só o que pode:
    “Quando há proporcionalidade na oferta não há sobrecarga para ninguém. Quem muito recebe, muito pode dar. Quem pouco recebe, do pouco que tem oferece uma oferta sacrificial. Devemos contribuir de acordo com a nossa renda para que Deus não torne a nossa renda de acordo com a nossa contribuição.” (Ibidem, p.45)

Pr. Lima passa bem

Ele passou pela cirurgia hoje

Pr. José Lima, segundo secretário geral da IAP, passou hoje pela cirurgia, para intervenção na bexiga. Graças a Deus, está passando muito bem. Wladia, sua esposa, agradece pelas orações e pede que continuemos orando por sua recuperação.

Somente a graça

“Sola gratia”, o maior presente que recebemos

“Todos recebemos da sua plenitude, graça sobre graça.” (João 1:16).
Em que consiste a graça de Deus? A Bíblia Sagrada nos ensina que a graça divina é o seu favor imerecido sendo concedido para a humanidade. Neste mês em que estamos refletindo sobre os cinco pontos principais da Reforma Protestante, agora vamos meditar sobre a graça de Deus, pois ela é um dos pontos bíblicos principais enfatizados pelos reformadores.
Já abordamos a importância da fé para a nossa justificação diante de Deus e para o perdão dos nossos pecados. E isso está profundamente relacionado à graça divina, pois somos justificados unicamente e apenas por causa da graça do Senhor, através da nossa fé em Cristo. Num mundo cada vez mais “carente de graça” é muito importante que eu e você saibamos e possamos reconhecer que a graça divina é o maior e melhor presente que o “Deus de toda a graça” (1Pe 5.10) poderia nos dar. A Palavra de Deus é categórica ao ensinar que somos salvos não por nossos próprios méritos ou ações, mas sim pela graça. E isso é magnífico, pois a graça não depende do que fizemos por ou para Deus, porém, é o precioso presente que representa o que ele fez por cada um de nós. Ou seja, a salvação origina-se na graça de Deus, é realizada por meio também desta graça e concretiza-se na vida dos pecadores (como eu e você) através da graça.
É pela graça que somos salvos, justificados, transformados e santificados em Cristo Jesus. Todos nós estávamos mortos em nossos pecados e nossos erros. No entanto, Deus disponibilizou a salvação através do sacrifício de Jesus para toda a humanidade, por meio de sua infinita graça. Da mesma forma, é a graça que remove as nossas culpas diante do Senhor e a consequente punição do pecado, modifica o nosso interior, e gradativamente, purifica a nossa vida através da ação do Espírito Santo.
Ao reconhecermos o maravilhoso dom de Deus que é a sua graça ao pecador, tornamo-nos conscientes de que não temos o que oferecer a ele em troca de nossa salvação. Além disso, abrimos mão de qualquer orgulho ou arrogância, pois entendemos que não podemos cooperar com a nossa salvação de forma alguma, já que ela é o resultado da maravilhosa graça de Deus. E isso deve motivar cada um de nós a amá-lo, adorá-lo e servi-lo de todo o coração, alma e entendimento. Não existe problema, circunstância ou pecado capaz de nos afastar da graça do Senhor. Sendo assim, podemos agradecer ao Senhor e nos aproximar cada vez mais dele, pois é através de sua graça que somos alcançados pelo evangelho de Cristo. Jesus é presente de Deus para o ser humano. A salvação está profundamente relacionada ao que Cristo fez na cruz por nós: morrer pelos nossos pecados. Mas, isso é assunto para o próximo artigo…
Finalizamos esta reflexão intercedendo ao “Deus de toda a graça” para que ele continue derramando “graça sobre graça” sobre a nossa vida e a de todos aqueles que confiam em Cristo e entregaram suas vidas a ele.

Dsa. Claudia Duarte congrega na IAP em Votuporanga (SP) e é diretora do Departamento Infantojuvenil Regional

Pedido de oração

Pr. Luiz Beltran sofreu infarto

Pedimos à amada Igreja de Cristo que interceda pelo Pr. Luiz Beltran, marido da Ms. Celia Beltran, da Convenção Paulistana. Ele sofreu um infarto há alguns dias e permanece no coma induzido, pois ainda está sob risco. Oremos para que a mão poderosa do Senhor esteja sobre ele e também sobre a Ms. Celia, esposa dedicada, que confia no Senhor mas tem sofrido com essa grande luta.

Pr. Brito já se recupera da cirurgia

Agradecemos a todos que oraram pelo Pr. Manoel Brito, que foi submetido a cirurgia nesta quinta feira, mas passa bem. Ele sofreu uma intervenção no rim esquerdo. Pedimos que continuem orando por sua recuperação, para que o rim funcione satisfatoriamente.
Pr. Brito é pai do Pr Hermes, presidente geral da IAP.

Festa da colheita

Convenção Norte exalta ao Senhor por conversões

A Convenção Norte da IAP viveu um final de semana festivo, para glória de Deus. O Departamento Regional de Evangelismo (Derme), através do Pr. Francileu, e o Pr. Thiago Braga, diretor financeiro da Convenção e pastor ministerial, estiveram em Laranjal do Jari (AP), campo cujo responsável é o Pr. Robson Tomas. Ali houve treinamento para evangelismo nos Pequenos Grupos e a Festa da Colheita, quando sete pessoas aceitaram Jesus como Salvador! Também houve apresentação de cerca de 40 pessoas que aderiram à fé na IAP neste ano, neste município. Foi muito maravilhoso.
Ainda nesta viagem, na cidade de Macapá (AP), os pastores realizaram treinamento para evangelismo e curso para diáconos e presbíteros. Houve a consagração de sete diáconos e um presbítero, mais trabalhadores para a seara do Senhor, graças a Deus! Foram 11 dias de trabalho do Derme e do Demi neste estado, onde Deus tem abençoado sobremaneira!

Mulheres avivadas em missão

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Resofap Geral e Paulistana Sul realizam culto em 12/11

Para celebrar o Dia da Mulher Promessista, a Resofap Geral e a Resofap Paulistana Sul promoverão um grande culto ao Senhor, no dia 12 de novembro, às 16 horas, na IAP em Vila Maria (SP).
Será uma tarde para as mulheres adorarem a Deus e buscarem o avivamento. A Palavra será ministrada pela Ms. Marlene Mendonça. Ore por este evento, convide suas amigas e participe desta grande festa na presença do Senhor![/vc_column_text][/vc_column][/vc_row][vc_row][vc_column][vc_single_image image=”13958″ img_size=”full”][/vc_column][/vc_row]

Pedido de Oração

pr-brito-2Pr. Manoel Brito passará por cirurgia

Nesta quinta feira, o Pr.  Manoel P.  Brito passará por uma cirurgia no rim esquerdo.  Ele é pai do Pr.  Hermes Brito,  presidente geral da IAP.  Vamos orar pelo procedimento cirúrgico e por sua recuperação, pedindo ao Senhor que, em breve, ele esteja plenamente restabelecido.

Dicas da lição 4 – “O dízimo e o dinheiro”

O dízimo e o dinheiro

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Dicas

  1. Dinâmica de participação
    Distribua entre seus alunos os versículos correspondentes aos 4 itens da lição, a fim de que leiam e expliquem os determinados trechos bíblicos, motivando-os a participação na aula. Utilize um envelope de dízimo para distribuir os papéis aos alunos e alunas, apenas para simbolizar que é sobre aquele ato de entregar a décima parte de nossos recursos, é que se trata a lição.
    Item 1:
    Gn 14:18-20; Gn 28:22.
    Item 2: Lv 27:30-33; Dt 14:22; Nm 18:20, 21, 24; Nm 18:25-28; 2 Cr 31:4; Ml 3:10; Dt 14:28-29.
    Item 3: Mt 23:23; Lc 11:42; Hb 7:17.
    Item 4: Ml 3:10; 1 Pd 2:5, 9-10; 1 Co 9:14; 3 Jo 1:7; 2 Co 11:8; 1 Tm 5:17-18.
    Quando forem tirados do envelope os versículos, peça que ocupem o lugar perto daqueles e daquelas, que tirarem os textos correspondentes aos mesmos itens, para que interajam antes de comentarem as passagens bíblicas.
  2. Dinâmica: “O bolo e o dízimo”
    Material: Um bolo pequeno em uma vasilha, cortado em dez pedaços.
    Execução: Combine previamente com um aluno ou aluna, a respeito da dinâmica. Diga que em determinado momento da aula, você (professor ou professora) irá dar a vasilha de bolo para a pessoa escolhida, já na frente da classe toda.
    Em seguida, depois de entregue a vasilha com o bolo ao aluno ou aluna, peça um pedaço do bolo dado (e como combinado antes da aula) este aluno ou aluna, deverá negar dar um pedaço.
    Depois, pergunte as seus alunos e alunas, se tal atitude de acusação foi correta, sendo você o dono ou dona do bolo. Mostre que por falta de incompreensão e obediência, muitas pessoas não entregam o dízimo a quem devido. Você poderá aplicar esta dinâmica no item 3 “A validade do dízimo”.Retirado e adaptado de: http://euvoupraebd.blogspot.com.br/2014/05/dinamica-da-licao-08-o-discipulo-e-o.html#.WAT4w_krKM8.

 

Comentários Adicionais

1. Analisando a palavra dízimo:
“Existem duas palavras hebraicas (ma’aser e ‘eser) e uma grega (deka) que traduzimos como dízimos. Esses termos dão a ideia de um décimo e se referem ao produto da terra que os féis do Antigo Testamento entregavam a Deus para o sustento do santuário e dos seus sacerdotes. [Ao longo da história de Israel] as comunidades locais deveriam acumular o dízimo durante três anos para suprir as necessidades materiais dos levitas, dos estrangeiros, dos órfãos e das viúvas (Dt 14.28; 26.12).” (SOBRINHO, João Falcão. Princípios bíblicos do dízimo cristão. Curitiba: A.D. Santos, 2010, pp. 64, 66).
2. O que é o dízimo?:
“Dentro do contexto eclesiástico, dízimo é a décima parte daquilo que Deus nos concede e que deve ser devolvida a ele. O dízimo é santo ao Senhor: ‘Todas as dízimas da terra, tanto dos cereais do campo como dos frutos das árvores, são do Senhor; santas são ao Senhor’ (Lv 27.30). E ‘No tocante às dizimas do gado e do rebanho, de tudo o que passar debaixo do bordão do pastor, o dízimo será santo ao Senhor’ (Lv 27.32). (SOUZA, Samuel Junqueira de. Dízimos e ofertas: um panorama bíblico. São Paulo: Cultura Cristã, 2010, p.59).
3. Dízimo de Deus:
“Se ele pertence exclusivamente a Deus, deve ser entregue imediatamente à igreja, como as primícias de nossas rendas. É muito perigoso negligenciar aquilo que é santo. A entrega fi el do dízimo pelo crente representa seu reconhecimento de que Deus é o Senhor e o legítimo proprietário de todas as coisas; também expressa gratidão pela misericórdia divina ao nos permitir usar alguns bens, exigindo para si mesmo apenas a décima parte.” (Ibidem, p.61).
4. A entrega do Dízimo:
“O dízimo que eu entrego, ou devolvo pertence a Deus, é uma graça que Deus me concede e o Senhor me concede a graça de entregar parte dos bens que Ele mesmo me dá, para o sustento e a extensão da sua Igreja.” (SOBRINHO, João Falcão. Princípios bíblicos do dízimo cristão. Curitiba: A.D. Santos, 2010, p.11).
5. Dízimo e desfrute:
“O dízimo é graça também porque para cada dez, pelo menos, que eu entrego, Deus me dá alegria de desfrutar de noventa para meu sustento e da minha família. Portanto, tudo vem de graça: Tanto os 10% e mais que eu devolvo através da agência do Reino de Deus que é a Igreja, quanto os 90% que retenho para desfrutar com minha família.” (Ibidem, p.11)

Somente Cristo

“Solus Christus”, outro pilar da Reforma Protestante

“Porque Deus não nos destinou para a ira, mas para alcançarmos a salvação por nosso Senhor Jesus Cristo,” 1 Tessalonicenses 5:9.
Vamos abordar mais um princípio bíblico muito importante, que foi utilizado como um dos pontos principais da Reforma Protestante: Solus Christus (Somente Cristo). Num período em que as pessoas buscavam outros mediadores para chegarem a Deus e para serem salvos, os reformadores acharam muito importante reforçar que somente através de Cristo o homem pode ser salvo.
E neste período em que vivemos, será que é muito diferente? Vemos muitos homens e mulheres buscarem a Deus por meio de inúmeros caminhos diferentes. Também observamos que as pessoas procuram a salvação de inúmeras formas. Mas, o que a Bíblia Sagrada nos ensina a respeito dessas questões tão importantes para o ser humano?
Conforme a Palavra de Deus, Jesus Cristo é o único e verdadeiro caminho para nos aproximarmos de Deus, conhecermos a ele e firmarmos um relacionamento íntimo e sincero com o Senhor. É Jesus quem sacia a nossa “fome” de Deus e de nos entregarmos a ele. Além disso, a nossa salvação está somente em Cristo: foi ele quem morreu numa cruz para perdoar as nossas culpas e salvar-nos da condenação do pecado. Ele é o único caminho para a vida eterna e para a nossa salvação.
Como já até mencionamos nas reflexões anteriores, não existe outra pessoa que possa nos redimir e nem outra maneira de sermos salvos, já que a nossa justificação e salvação acontecem apenas por intermédio de Jesus. Sendo assim, o que podemos fazer diante deste fato tão importante? Eu e você devemos entregar as nossas vidas a Cristo e reconhecê-lo como nosso Senhor e Salvador para que tenhamos a vida eterna e sejamos salvos.
Ao depositarmos completamente a nossa fé em Cristo, Deus, pela sua graça, nos concede o perdão dos pecados e a salvação. Portanto, sem Jesus o homem não pode ser salvo, já que a salvação pode ser recebida exclusivamente por meio da fé no sacrifício de Cristo. Ele é a fonte da salvação para todo aquele que nele crê.
Num mundo cada vez mais relativo, em que cada um tem a sua verdade, é muito importante reconhecermos que Jesus completa a nossa vida, nos traz vida abundante e nos concede a vida eterna. Somente ele pode restaurar o nosso interior e transformar a nossa história, dando um sentido pleno à nossa existência. Mesmo sendo Deus, Jesus veio a este mundo, nasceu e viveu como um de nós para libertar e salvar todo aquele que nele crê e se rende à sua soberania e ao seu senhorio. Com certeza, isso é um grande motivo para que cada um de nós ame ao Senhor Jesus, cumpra a sua vontade e dedique-se a ele todos os dias que viver. Para conhecer um pouco mais sobre Cristo e sobre a vontade “boa, perfeita e agradável” (Rm 12: 2) é necessário ler e estudar a Palavra de Deus. É justamente sobre ela que vamos refletir no próximo artigo.

Dsa. Claudia Duarte congrega na IAP em Votuporanga (SP) e é diretora do Departamento Infantojuvenil Regional

Oremos pelo Pr. José Lima

Pedimos a oração de todos os irmãos pelo Pr. José Lima, segundo secretário da Convenção Geral. Ele passará por uma cirurgia na bexiga, nos próximos dias. Vamos orar para que Deus esteja com Suas mãos conduzindo tanto o processo quanto o pós-operatório, para que este servo de Cristo esteja plenamente recuperado, em breve.

Pedido de oração

Vamos continuar clamando pelo Ms. Adriano

O Ms. Adriano, da Convenção Rondoacre, está internado para a segunda sessão de quimioterapia, em função de um câncer. Vamos continuar clamando ao Senhor, que é Deus de milagres! Vamos orar também por sua jovem esposa, Aline, para que ela tenha a força necessária para passar por essa prova, e também pelas duas filhinhas. Vamos adotar essa família em nossas orações!

Príncipes e princesas

Neste Dia das Crianças, vale a pena refletir sobre como estamos tratando nossas crianças

Atualmente é assim que as crianças são chamadas pelos pais, avós, tios e amigos da família. Desde a gestação quando o assunto é referente ao bebê o tratamento é o mesmo: nosso príncipe ou nossa princesa. Este hábito é facilmente verificado nos últimos tempos, tanto nas conversas, quanto nas postagens da família e dos amigos em relação às crianças, nas redes sociais. Razões para isso não faltam. O mundo todo assistiu embevecido a pompa e o esplendor, veiculados por todos os tipos de mídia, do último casamento real inglês, do príncipe William com Kate Middleton. O mesmo foi feito quando do anúncio da gestação e do nascimento do bebê real, fruto da união, que contemplou a todos os mortais comuns com uma explosão de imagens de uma criança linda, fofa, famosa, rica e herdeira do título real.
O mundo da animação não deixa por menos. Estamos vivendo uma overdose de princesas e príncipes. A maioria dos lançamentos de filmes de animação tem um personagem da realeza como foco principal. Uma produção dos estúdios Disney colocou dose dupla de princesas no desenho “Frozen”. Logo em seguida, lançaram o filme da Cinderela, interpretado por humanos. É evidente que isto gera um mercado para vender os mais variados produtos decorrentes da fama dos personagens entre as crianças e os adultos.
As famílias, por sua vez, influenciadas pela publicidade e pelo modismo, são levadas a imaginar que, realmente, elas têm um príncipe ou uma princesa em casa, dignos de tudo que envolve o título. As crianças, é claro, estão cada vez mais convencidas da “nobreza” dada a elas, e não deixam a desejar, usando e abusando das regalias que lhes são concedidas. Afinal, príncipes e princesas não podem ser contrariados, passar necessidades ou ter qualquer tipo de aborrecimento ou sofrimento. Nasceram para reinar! O resultado é que, muitas vezes, o relacionamento da família com as crianças acaba confuso, sem que haja uma definição clara sobre o papel a ser desempenhado por cada parte. Os primeiros frutos dessa inovação não têm sido nada doces. As crianças estão muito difíceis no trato, não somente para a família, mas também para outras pessoas que lidam com ela fora do círculo familiar. Qual seria, então, a maneira equilibrada de valorizar a presença da criança na família?
É evidente que a chegada de uma criança concentra todas as decisões e ações de uma família. Na criança é centralizada toda sorte de expectativas, anseios e realizações. O mundo passa a girar em torno de um ser indefeso, frágil e totalmente dependente. O medo do insucesso em relação ao futuro da criança, em um mundo como o que estamos vivendo, corrompido e destituído de valores como moral, ética e fé, é real, por mais despreocupada que uma família possa ser. No entanto, não podemos nos esquecer que apesar de toda a aparente inocência, a criança também é herdeira do pecado (Rm 3:23), e que sofre com as consequências deste, sendo sujeita aos riscos que esta triste realidade impõe.
Nesta época do ano em que as crianças são homenageadas, aproveite para dar às suas crianças, além do presente comemorativo, o melhor dos presentes. Entregue a elas a chave da felicidade! A chave é Jesus Cristo. Ele mesmo disse: Deixem vir a mim as crianças, não as impeçam; pois o Reino de Deus pertence aos que são semelhantes a elas. (Mc 10:14). Elas podem continuar a serem seus príncipes e suas princesas, porém, tanto você quanto elas precisam ter a noção correta da verdadeira situação do ser humano, independente da idade, e saber que Jesus Cristo é o Rei dos reis e Senhor dos senhores (Ap 19:16), e que todos precisam dele para a salvação, e assim poderão ter a concreta promessa de possuir um reino eterno.
Quando temos a compreensão correta de quem é o Soberano e a ensinamos às nossas crianças, oferecemos a elas um presente maravilhoso com garantia eterna de felicidade, além da certeza de reinar com Cristo. Da mesma forma, quando as regras da Palavra de Deus passam a orientar os relacionamentos familiares, os papéis que cada um devem desempenhar se tornam nítidos e a submissão ao senhorio do Senhor Jesus Cristo abre espaço para que toda a família comece a experimentar da grandeza do reino de Deus ainda nesta vida, usufruindo de maneira sadia a bênção de ter crianças em casa.
Famílias com crianças abençoadas, regradas, fortes espiritualmente e herdeiras do reino celeste é a proposta do Rei e Senhor Jesus Cristo. Entreguemos a Ele o comando das nossas vidas e de nossas crianças, para que estas tenham a chance de aprender dele e com Ele através do ensino, da oração e do bom exemplo deixado pelos seus responsáveis. Dessa forma, elas terão a gloriosa oportunidade de se tornarem verdadeiramente príncipes e princesas e reinar com Cristo para sempre.
Veja dicas de programação com as crianças para o mês de outubro: http://fesofap.portaliap.org/?p=10216&preview=true

Dsa. Rute de Oliveira Soares – Dijap (Departamento Infanto Juvenil da igreja Adventista da Promessa) Convenção Geral

Dicas da lição 3 – “O trabalho e o dinheiro”

O trabalho e o dinheiro

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Dicas

  1. Dinâmica: Aplique após a introdução e o item 1 “A origem do trabalho”, ou ao final do tópico 3 “Equilíbrio no trabalho”, a dinâmica “Aprendendo com as Formigas”. Ela fala sobre o dever de trabalhar.
    Materiais: Meia folha sulfite para cada aluno/aluna; pincéis atômicos ou canetas.
    Execução: – Entregue as folhas e os pincéis ou canetas, aos alunos e alunas, e peça que escrevam a profissão que exercem, exerceram ou a forma de sustento (pode ser a dos reesposáveis se for o caso; aposentados/as).
    -Depois, recolha os pedaços de papéis, e distribua de forma que eles vejam a variedade de profissões. Se tiverem em círculo coloque no meio da sala, ou em cima de uma mesa, ou reúna todos os papéis e mostra de um a um a eles.
    -Pergunte a cada aluno e aluna, quais os benefícios daquele trabalho em sua família. Aguardem as respostas e conte a história:
    “Numa colônia de formigas cada indivíduo desempenha um papel “específico”. As operárias jovens realizam melhor as tarefas dentro do ninho, como cuidar das larvas, ao passo que as mais velhas saem para forragear em busca de alimentos ou escavar galerias. Já as muito velhas se dedicam a manejar os desperdícios dentro da colônia. As castas de maior tamanho, a dos soldados, são especializadas para a defesa da colônia.” (dados da internet).
    – Para finalizar leiam esta passagem bíblica Pv 6. 6 a 11.
    – Mostre aos alunos e alunas, que Deus nos deu capacidade para o trabalho.

    Adaptado de: Lição 3 “Porque trabalhar”?. Disponível em: http://atitudedeaprendiz.blogspot.com.br/2012/04/licao-03-por-que-trabalhar.html

  2. Vídeo: Para falar sobre “a retidão no trabalho”, mostre aos seus alunos o vídeo, em que o Bispo Walter McAlister responde: “como posso servir a Cristo no meu trabalho?”. Ele dá conselhos importantes de como podemos servir a Deus no ambiente profissional. Acesse o vídeo aqui: https://www.youtube.com/watch?v=2e2Qi9wAib0.

 

Comentários Adicionais

1. Bíblia, o livro do trabalho:
“As Escrituras estão repletas de louvor pelo labor das mãos, corações e mentes humanas. Habilidades no trabalho são descritas como dons de Deus, que é um trabalhador (Gn 2.4, 7, 8, 19, 23) e um habilitador (Êx 35.30-32; Sl 65.9-13; 104.22-24; Gn 10.8, 9).” (CARRIKER, Timóteo. Trabalho, descanso e dinheiro. Viçosa: Ultimato, 2001, p.42).
2. Trabalhadores imitando a Deus:
“Não deve ser encarada como trabalho penoso, fadiga ou castigo de Deus, mas como uma oportunidade de realizar nossa vocação como seres humanos criados à imagem do Criador e Trabalhador par excellence. Isso é um privilégio especialmente daqueles que são chamados seus embaixadores aqui.” (Ibidem, p.36).
3. Dificuldades no trabalho:
“Gênesis 3.18 não diz apenas que ‘espinhos e ervas daninhas’ brotariam do solo, mas também que comeríamos ‘das plantas do campo’. Espinhos e comida. O trabalho continuará dando fruto, embora nem sempre cumpra o prometido. O trabalho será tanto frustrante quanto gratificante (…).” (KELLER, Timothy. Como integrar fé e trabalho. Tradução: Eulália Pacheco Kregness. São Paulo, Vida Nova, 2014, p.92).
4. Escravidão nas Escrituras:
“(…) quando Paulo ou outro escritor do Novo Testamento falam acerca da escravidão, nós reconhecemos que eles estão falando sobre um sistema que, de alguma forma, foi removido dos nossos relacionamentos atuais entre patrão e empregado [com exceções], no local de trabalho. Mas os princípios que eles defendem permanecem importantes, porque eles estão aplicando a verdade do evangelho à raiz do problema – a condição pecaminosa de nosso coração.” (TRAEGER, SEBASTIAN. O evangelho no trabalho. São José dos Campos: Fiel, 2014, p.139).
5. Chefes semelhantes a Deus:
“(…) devemos usar essa autoridade para o bem daqueles sobre quem nós a usamos, não apenas para os nossos próprios objetivos. Ela realmente é uma questão de obediência fi el ao Rei, mas ela também transmite ao mundo ao nosso redor como é nosso Rei. Quando usamos bem a autoridade, demonstramos para os nossos empregados e para todo mundo ao nosso redor que a autoridade é basicamente uma coisa boa, que ela vem de um Deus que exerce autoridade com amor e justiça perfeitos.” (Ibidem, p.154).

2ª Conferência Teológica – "Uma Igreja para a cidade"

Encarando de frente os desafios da sociedade urbana contemporânea

A Conferência

A Faculdade de Teologia Adventista da Promessa – FATAP, desde 1995, oferece cursos de formação bíblica, teológica, dogmática e pastoral para as lideranças das Igrejas Adventista da Promessa e daqueles que tem o interesse em enriquecer seus conhecimentos para melhor servir à Igreja e ao nosso Deus.
O propósito da existência da Fatap é oferecer capacitação bíblica, teológica e prática para aqueles que desejam servir melhor a Deus e ao seu reino. Desejamos formar líderes que sejam relevantes no contexto onde servem a Deus, dirigidos pelos valores do evangelho.
A Conferência Teológica é uma destas ferramentas de capacitação. É um evento que busca contribuir na reflexão de alguns temas importantes para a igreja, no cumprimento de sua missão no mundo. Na Conferência Teológica de 2016, o tema escolhido para refletirmos é: UMA IGREJA PARA A CIDADE: Encarando de frente os desafios da sociedade urbana contemporânea.
Nosso desejo é que o bom Deus, através dessa reflexão, nos faça ser uma igreja mais engajada na missão de Deus nas cidades onde estão plantadas.
Esperamos você e seus amigos para refletirmos juntos nesta Conferência Teológica, com a convicção de que Deus nos abençoará ricamente. Participe! A entrada é gratuita!

Diretoria da FATAP.

****************
Dia 29/10 às 15h
Fatap Geral
secretaria@fatap.org / diretor@fatap.org
(11) 3104-6402 / (11) 97578-6722
****************
Localização:
IAP (Igreja Adventista da Promessa) em Vila Maria
Endereço: Rua Guaranésia, 995 – Vila Maria Baixa, São Paulo – SP, 02112-000


Programação

15h – Abertura
Oração e Louvor (Banda Kerigma)
15h30 às 16h30 – Exposição
OS DILEMAS DAS GRANDES CIDADES E O MANDATO DA IGREJA
16h30 às 16h45 – Coffee Break
16h45 às 18h – Trilhas
UMA IGREJA QUE FAZ A DIFERENÇA NA CIDADE
Revisitando algumas ações frente aos desafios da igreja na cidade

  • Trilha 01 – PROJETOS ALTERNATIVOS PARA CRIANÇAS
  • Trilha 02 – DONS E VOCAÇÃO: CRISTÃOS SERVINDO A CIDADE
  • Trilha 03 – REVITALIZANDO O CULTO E A LITURGIA
  • Trilha 04 – A MÍDIA A SERVIÇO DA MISSÃO DA IGREJA

18h às 18h45 – Coffee Break
18h45 às 19h45 – Exposição
O VALOR DA CONTEXTUALIZAÇÃO NA COMUNICAÇÃO DO EVANGELHO NAS CIDADES
19h45 às 20h – Encerramento
Oração e Louvor (Banda Kerigma)