Dicas da Lição 10 – “A vontade do Filho do Homem”

A vontade do Filho do Homem

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Dicas

Para a introdução da lição, distribua uma folha de papel para cada um de seus alunos e peça que eles respondam à seguinte pergunta: “Para você, o que significa fazer a vontade de Deus?” A partir da resposta de cada um deles, relacione com a proposta bíblica de fazer a vontade de Deus e como ela deve impactar a nossa vida.
Para incentivar a reflexão do aluno, realize essa dinâmica que tem como objetivo reforçar a relação que existe entre cumprir a vontade de Deus e como essa atitude transforma a nossa vida. O material necessário para essa dinâmica é: 01 porção de milho de pipoca, 01 porção de pipoca, alguns piruás (grãos que não estouraram), 01 porção de óleo, 01 panela.
Apresente para os alunos uma porção de milho de pipoca e outra de pipoca. Pergunte a eles: vocês sabem o que ocorre com o milho para que ele se transforme em pipoca? Aguarde as respostas dos alunos. Provavelmente eles vão mencionar que depois de colocar o milho numa panela com óleo e com ação do fogo os grãos vão estourar (Se você quiser, simule colocando o óleo e o milho de pipoca na panela).
Relacione a resposta da sala com a transformação de nossa vida que acontece quando fazemos a vontade de Deus. A pipoca dentro da sua casca dura, fechada em si mesma, não pode imaginar um destino diferente para si e nem pensar na mudança que está sendo preparada para ela. O milho vai passar por uma grande mudança! De repente, sem aviso prévio, dentro da panela, a grande transformação acontece: o milho aparece como outra coisa completamente diferente – a pipoca! Este processo de transformação do grão duro em pipoca macia pode ser comparado ao estado de mudança que ocorre na vida de quem foi alcançado pela salvação e cumpre a vontade de Deus. Tal pessoa foi liberta da casca dura do pecado que a aprisionava, para viver conforme a vontade de Deus, com ações e pensamentos transformados pelo Espírito Santo. No entanto, ainda temos o piruá, que é o milho de pipoca que não estoura. Ele representa aquelas pessoas que não cumprem a vontade de Deus, e que por isso, não são transformadas pelo Senhor. O final delas certamente será trágico e triste. Fiquemos atentos: a proposta de Deus para cada um de nós é que cumpramos a sua vontade e consequentemente, tenhamos nossos pensamentos, palavras e atitudes transformadas pelo Espírito Santo! Para finalizar a dinâmica, peça que um (ou mais) de seus alunos testemunhem as mudanças que o Senhor Jesus tem feito em suas vidas, a partir do momento em que eles decidiram cumprir verdadeiramente a vontade de Deus.
Para encerrar a lição utilize o vídeo que está disponível em https://www.youtube.com/watch?v=SZ03riwdKRI&list=PL40486DB979E7FEF8&index=51. Este vídeo vai mencionar (de uma forma leve e bem –humorada) sobre a mudança de vida que acontece na vida de todos aqueles que servem a Deus e cumprem a sua vontade. É interessante você, professor, refletir com seus alunos que tal mudança deve ser observada no dia-a-dia, por meio de nossas atitudes cotidianas.
 

Comentários adicionais

Item da lição: “Virtudes esperadas”
1. Diante dos escândalos:
“Que o perdão das ofensas é um grande dever, e que cada um de nós deve ter consciência disto ([Lc 17] v.3): ‘olhai por vós mesmos’. Isto pode se referir ao que vem antes, ou ao que se segue: Tomem cuidado para não dizer ou fazer qualquer coisa que possa ser um desencorajamento, ou para enfraquecer os cristãos.” (Henry, Mattew. Comentário bíblico: Mateus a João. Tradução: Degmar Ribas júnior. Rio de Janeiro: CPAD, p.672).
2. Fé para perdoar:
“Alguns pensam que eles fizeram esta súplica a Cristo por ocasião da imposição do dever de perdoar as ofensas [posição da lição] (…). A fé na misericórdia perdoadora de Deus nos capacitará a superar as maiores dificuldades que se encontrarem no caminho do perdão aos nossos irmãos.” (Idem).
3. Servos dispensáveis:
“Em resumo: a idéia básica desta parábola é que todo recurso, toda confiança e todo apoio na realização própria são condenados. Tudo é pura graça. O juízo de Jesus sobre a obra do servo de Cristo aniquila plena e cabalmente o farisaísmo, apagando de maneira radical qualquer pensamento meritório por parte do ser humano e qualquer compromisso e obrigação de Deus perante o ser humano.” (Rienecker, Fritz. Evangelho de Lucas: comentário Esperança. Tradução: Werner Fuchs. Curitiba: Esperança, 2005, p.354).
Item da lição: “Atitudes esperadas”
4. Como criança:
“Todos os santos de Deus devem esforçar-se para viver ‘como uma criança’. A sua fé simples, sua dependência dos outros, sua indiferença às riquezas do mundo, sua despreocupação para com as coisas do mundo, sua comparativa humildade, seu caráter inofensivo e sua falta de malícia são aspectos que fornecem aos crentes excelentes exemplos.” (Ryle, J. C. Meditações no Evangelho de Lucas. São Paulo: Fiel, 2002, pp.293-294).
5. Cenário da parábola:
“Não restam dúvidas de que Jesus tenha apresentado essa parábola [fariseu e publicano] durante a marcha para Jerusalém. O fato de que muitos peregrinos seguiam para a festa no templo deve ter dado ensejo a que Jesus descrevesse duas pessoas que subiram ao templo para orar ali.” (Rienecker, Fritz. Evangelho de Lucas: comentário Esperança. Tradução: Werner Fuchs. Curitiba: Esperança, 2005, p.369).

Fumap lança canal no Youtube

Tem dúvida sobre algum assunto?
Pergunte pra Fumap!

A gente sabe que são as perguntas que movem o mundo, despertam o interesse e nos impulsionam para as mais surpreendentes e inspiradoras descobertas. 

Esse processo de busca contribui para a formação do raciocínio crítico e para consolidar princípios e valores norteadores da nossa vida. Pensando nisso, a Fumap decidiu criar um canal no Youtube para a publicação de vídeos com respostas para assuntos atuais e relevantes, enviadas por internautas por meio do site.

Veja abaixo o primeiro vídeo, produzido para o lançamento do canal.

 
Para enviar perguntas ao canal, acesse o link: http://fumap.portaliap.org/fumap-lanca-canal-idai/

Capacitação de Líderes

O Dasap da Convenção Paulista realizará evento sobre “A Importância da Assistência Social” no Acampamento Canaã, em Cosmópolis (SP), no dia 23 de julho. Todos os líderes estão convidados. Participação do Pr. Hermes Brito, presidente da Convenção Geral, Pr. Osmar Pedro, vice-presidente, Da. Nelson Leal, diretor do Dasap e Michele Santana, psicóloga.

Dasap_Paulista
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Reunião da JGD

A liderança da IAP está reunida em Cosmopolis, desde ontem até amanhã, deliberando sobre importantes decisões para Igreja de Cristo.
Porém, tudo acontece debaixo da graça de Deus e mediante a intervenção dele.
Ontem, o período devocional foi marcado pelo quebrantamento dos pastores, na presença do Senhor. A palavra foi ministrada pelo Pr. Aldo de Oliveira, diretor do Demi Geral.
Hoje de manhã, outro momento glorioso, com a Palavra ministrada pelo Pr. Cristiano, da Convenção Paulistana.
Deus falou, edificou e consolou. Poder e alegria desceram do céu!
 


Assembleia na Paulista

O Acampamento Canaã (em Cosmópolis), foi palco da Assembleia da Convenção Paulista, no dia 16 de abril. O evento reuniu um grande números de membros da Convenção e teve a participação do Pr. Osmar Pedro, vice-presidente da IAP, e Otoniel Alves, diretor financeiro. Deus foi adorado pelo seu povo!

Andando na verdade

Mesmo num mundo relativizado, devemos propagar a verdade absoluta

O presbítero ao amado Gaio, a quem amo na verdade.
Amado, oro para que você tenha boa saúde e tudo lhe corra bem, assim como vai bem a sua alma.
Muito me alegrei ao receber a visita de alguns irmãos que falaram a respeito da sua fidelidade, de como você continua andando na verdade.
Não tenho alegria maior do que ouvir que meus filhos estão andando na verdade”. (3 João 1:1-4)
Vivemos numa sociedade em que tudo tem sido relativizado, até mesmo o conceito do que é a verdade. Para várias pessoas, cada um tem direito à sua própria verdade, pois não existe uma verdade absoluta e universal. No entanto, nesse texto, podemos ler que o apóstolo João expressou sua alegria pelo fato de os irmãos andarem na verdade. O propósito de João era o de encorajar os cristãos daquele momento a permanecerem firmes na fé e na verdade, não permitindo que qualquer tipo de ensino falso fosse disseminado nos lares deles.
Será que a nossa situação é muito diferente? Temos sido bombardeados por vários tipos de ensinamentos que são totalmente contrários à Palavra de Deus. Por isso, é muito importante colocarmos em prática a orientação bíblica de andarmos na verdade, ou seja, de vivermos conforme a vontade de Deus e em obediência aos seus ensinamentos.
Ao contrário do que tem sido propagado pela sociedade em que vivemos, a verdade existe e é objetiva e absoluta. Jesus é a verdade (Jo 14. 6) e na Palavra de Deus está registrada a verdade do Senhor, que é capaz de libertar a mim e a você. E isso, não é algo subjetivo ou superficial, mas é algo que transforma e salva a vida de todo aquele que crê em Cristo.
Mas, você pode estar se perguntando: o que significa andar na verdade? Em primeiro lugar, é importante destacar que a fé em Cristo e no seu evangelho é imprescindível para conhecer a verdade e andar nela. Andamos na verdade quando não somos influenciados pelos valores deturpados do mundo à nossa volta, mas quando vivemos de forma obediente a Deus e à sua Palavra, em qualquer área da nossa vida, independente da situação que estivermos enfrentando. Da mesma forma, andar na verdade significa que vivemos aquilo que pregamos, ou seja: nossas palavras e nossas atitudes são um testemunho do agir de Deus em nossas vidas. A partir do momento em que andamos na verdade, oferecemos a nossa vida, com tudo o que somos, em sacrifício vivo, santo e agradável a Deus (Rm 12: 1). Quando não nos moldamos ao padrão deste mundo em que vivemos, mas buscamos a transformação da nossa mente pelo poder do Espírito Santo estamos também andando na verdade.
A proposta de Deus para cada um de nós é que, perseverantemente, andemos na verdade que está somente na mensagem do evangelho. Rejeitando os valores da sociedade contrários à Palavra de Deus, que possamos andar na verdade que foi revelada em Cristo Jesus para que assim, possamos também vivenciar e comprovar a boa, perfeita e agradável vontade de Deus!

Dsa. Claudia Duarte congrega na IAP em Votuporanga (SP) e é diretora do Departamento Infantojuvenil Regional

Dicas da Lição 9 – “Os opositores do Filho do Homem”

Os opositores do Filho do Homem

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Dicas

  1. Depoimento:
    Para início da aula, verifique se na igreja local, há alguém que foi hostilizado devido sua fé (por familiares, amigos; na vizinhança, trabalho, escola, universidade e etc.). Pergunte: como foi lidar com isso, como permaneceu firme na fé, se ainda sofre alguma oposição. Essa pergunta pode ser feita a seus alunos. Se não houver casos assim, pergunte como enfrentariam tais oposições se ocorresse com eles.
  1. Vídeo:
    Para falar que sobre a crítica que Jesus sofria devido seu relacionamento com os “publicanos e outros pecadores” (Item 2), exiba em sala um vídeo sobre preconceito, ele irá falar sobre vários comportamentos assim. A ideia é mostrar que assim como há diversos preconceitos hoje, na época de Jesus, os fariseus e escribas, praticavam contra Ele. Aproveite a temática pra dizer que nenhuma opinião preconceituosa que possa existir em nós, deve impedir-nos de pregar a palavra a todos, além de ser abandonada. Acesse o vídeo aqui: https://www.youtube.com/watch?v=HYFr2zT2GrA
  1. Riquezas:
    No item 3, entre outros assuntos, na parte que fala sobre as riquezas, trate com seus alunos do perigo de se usar mau o dinheiro e de usá-la somente para si. Escreva num quadro, imprima num papel ou envie por WhatsApp, algumas perguntas, que o ajudam a usar seu dinheiro para fins proveitosos:
  • Só uso o dinheiro para mim?
  • Compro o que preciso, ou gasto naquilo que não é necessário?
  • Ajudo meus familiares?
  • Ajudo meus irmãos de fé?
  • Ajudo pedinte ou instituições beneficentes?
  • Planejo o que gasto?

(Obs.: Professor, você pode criar outras perguntas).
Reforce a seus alunos, que dinheiro é para ser servo e não patrão.
 

Comentários adicionais

Item da lição: “Os opositores de Jesus o observam”
1. Convite ou observação:
“Sentimo-nos inclinados a dizer: ‘Que fariseu amável era este, em convidar Jesus!’. O propósito de se fazer o convite a Jesus era que eles – o anfitrião e seus colegas fariseus, bem como os especialistas na lei que este convidara –, ao observá-lo detidamente, pudessem descobrir uma razão para formular uma acusação contra ele.” (Hendrinksen, Willian. Comentário do Novo Testamento: Lucas. São Paulo: Cultura Cristã, 2003, vol. 2, p.254).
2. O bem no sábado:
“‘É lícito curar no sábado?’ Esta pergunta requer reflexão: Está em harmonia com a lei de Deus curar no dia de descanso? De acordo com o ensino rabínico, não era lícito. A cura só podia ser feita no sábado quando a vida estava em perigo. Este homem provavelmente não pioraria se esperasse mais um dia. [Mas, para Jesus, qualquer bem ao outro deve ser feito no sábado].” (ARRINGTON, French L. & STRONSTAD, Roger (Editores). Comentário bíblico pentecostal: Novo Testamento. Tradução: Luís Aron de Macedo e Degmar Ribas Júnior. Rio de Janeiro: CPAD, 2003, p.414).
Item da lição: “Os opositores de Jesus o criticam”
3. Murmuradores:
“Havia murmurações e reclamações (…) sempre que estas duas classes entravam em contato com Jesus. Conforme os publicanos e pecadores se aproximavam de Jesus, os fariseus e os escribas aumentavam suas reclamações. A diferença social é aqui um abismo enorme.” (ROBERTSON, A. T. Comentário Lucas: à Luz do Novo Testamento Grego. Tradução: Luís Aron de Macedo. Rio de Janeiro: CPAD, pp.273-274).
4. Comendo com pecadores:
“Esta é uma acusação antiga (Lc 5.30) e uma transgressão muito mais séria, do ponto de vista dos fariseus. A sugestão é de que Jesus prefere estes párias às classes consideradas ‘respeitadas’ (os fariseus e os escribas) porque Ele é como eles, em caráter e gostos, associando-se inclusive as meretrizes. Havia um aguilhão na acusação de que Ele era ‘amigo’ (…) de publicanos e pecadores (Lc 7.34).” (Ibidem, p.274).
Item da lição: “Os opositores de Jesus o ridicularizam”
5. Zombaria:
“Zombavam. Literalmente, erguer o nariz diante de. Os romanos tinham uma expressão correspondente, naso adunco susoendere, suspender no nariz curvo. Quer dizer, curvar o nariz para cima formando um gancho, sobre o qual (de modo figurado) o objeto a ser ridicularizado seria pendurado. Assim, Horácio, em uma das suas sátiras, ao fazer o relato de um banquete pretencioso na casa de um rico avarento, descreve um dos convidados suspendendo tudo no seu nariz, ou seja, fazendo gracejos com tudo o que ocorria.” (VINCENT, Marvin Richardson. Vincent: estudo no vocabulário grego do Novo Testamento. Tradução de Degmar Ribas Júnior e Marcelo Siqueira Gonçalves. Rio de Janeiro: CPAD, 2012, p.326).

Fumap põe no ar seu novo site

A Fumap acaba de lançar seu novo site, com visual totalmente reformulado.

A ferramenta, que foi ao ar no início da noite deste domingo, é o meio de comunicação oficial da juventude, e está com visual agradável e intuitivo.

Por meio do site, os jovens poderão conhecer os projetos que serão desenvolvidos ao longo dos próximos anos, e terão acesso a devocionais, materiais para pequenos grupos, logotipos para download, e muito mais.

A partir de agora, a página passa a ser um subdomínio do Portal IAP, sendo acessada em novo endereço: fumap.portaliap.org.

Conheça e compartilhe!

Novo site da Fumap

100 Dias de Oração

Informações sobre a campanha 100 Dias de Oração

  • Clique AQUI para download do cartaz em PSD e o logotipo em EPS.
  • Para baixar o cartaz, o livreto e uma apresentação em PowerPoint com as informações sobre a campanha, clique AQUI.

 

OBJETIVO

O projeto “100 dias de oração” é uma ação planejada pela liderança geral da Igreja Adventista da Promessa, para acontecer neste e nos próximos três anos. Consiste num período de consagração para toda a igreja, em que estão programadas algumas atividades devocionais, tais como: leitura bíblica, jejum, orações individuais e coletivas, vigílias, cultos no templo e nos lares, oração de madrugada e assim por diante.
A intenção principal é incentivar a busca pelo avivamento espiritual e também levar os membros a entender e cumprir sua missão, enquanto oram. Desejamos que, no final de cada um destes períodos, encontremos a igreja renovada pelo Espírito Santo, mais encorajada à oração e às demais práticas devocionais, mais sedenta pela presença de Deus, mais disposta ao serviço a Deus no dia-a-dia, mais cientes de sua missão, de seus dons, mais dedicada nos relacionamentos. Queremos ver também mais manifestação de dons espirituais na igreja, mais comunhão e solidariedade entre os irmãos.
 

INFORMAÇÕES GERAIS

Neste ano, o programa de consagração dos “100 dias de oração” será desenvolvido por toda a igreja, no período de 17 de junho a 24 de setembro, tendo como tema: “Se o meu povo orar…”.
1. Este livreto que você tem em mãos é um roteiro de atividades para este período, contendo textos bíblicos para leitura direcionada, reflexões e motivos de oração para todos 100 dias.
2. Várias atividades coletivas serão realizadas pela igreja, neste período de consagração; contudo, este roteiro pode e deve ser usado para direcionar seu momento de oração pessoal e diário, isto é, você pode usá-lo como seu devocional.
3. Sugerimos que os cultos propostos no projeto tenham a seguinte ordem:

  • Início com um hino ou cântico, referente ao tema do dia indicado neste roteiro.
  • Leitura bíblica.
  • Oração.
  • Cânticos de louvor a Deus.
  •  Mensagem de acordo com o tema do dia indicado neste roteiro.
  • Intercessões objetivas, de acordo os motivos de oração, indicados para cada dia.
  • Oração em conjunto.

4.  Convocamos todos os consagrados promessistas para um jejum especial, nas últimas quartas-feiras de cada mês, durante o período de oração, (29/06, 27/07, 31/08 e 21/09), tendo como propósito o fortalecimento do corpo ministerial da Igreja Adventista da Promessa.
5.  No mês de setembro, aos sábados, teremos uma série de sermões missionários para serem pregados em todas as igrejas.
6.  As atividades e programas devocionais propostos neste roteiro são colocados aqui a título de sugestão. Portanto, podem ser adaptados pela liderança local.
 

ATIVIDADES A SEREM DESENVOLVIDAS DURANTE OS 100 DIAS DE ORAÇÃO

1. Culto de Oração no Templo
Bendizei ao Senhor, todos vós, servos do Senhor que assistis de noite na casa do Senhor. (Sl 134:1)
O culto deverá ser iniciado às 20h, e, para realizá-lo, os diretores poderão seguir as diretrizes temáticas especificadas neste roteiro.
2. Culto de Oração nos Lares
E todos os dias, no templo e nas casas, não cessavam de ensinar e anunciar a Jesus, o Cristo. (At 5:42)
Deverão ser definidos os lares onde serão realizados os cultos. Os irmãos se reunirão nos lugares mais próximos de suas casas. Os que morarem em lugares distantes poderão orar em sua própria casa (conferir, neste programa, a sugestão de liturgia e observar a orientação indicada, para as reflexões bíblicas e intercessões objetivas, referentes a cada dia da semana de consagração).
3. Culto Doméstico (oração em família)
Que todas estas palavras que hoje lhe ordeno estejam em seu coração. Ensine-as com persistência a seus filhos. Converse sobre elas quando estiver sentado em casa… (Dt 6:6,7a).
A família deverá se reunir para orar de acordo com o conteúdo deste roteiro. Isso pode acontecer no período noturno ou quando a família conseguir se reunir naquele dia.
4. Jejum Coletivo
Promulgai um santo jejum, convocai uma assembleia solene, congregai os anciãos, todos os moradores desta terra, para a Casa do Senhor, vosso Deus, e clamai ao Senhor. (Jl 1:14)
O jejum deverá ser realizado por toda a igreja e acontecerá duas vezes, durante os 100 dias de oração. O dia do jejum é definido de acordo com a letra inicial do nome dos participantes, a saber:

  • Domingo: A, B, C
  • Segunda: D, E, F
  • Terça: G, H, I, J
  • Quarta: K, L, M
  • Quinta: N, O, P, Q
  • Sexta: R, S, T, U
  • Sábado: V, W, X, Y, Z

– Orientações básicas para o jejum (Mt 6:16-18)
Início

  • Alimentar-se, antes de iniciar;
  • Ler a Palavra de Deus;
  • Orar pelos objetivos das semanas de oração;
  • Adorar a Deus com hinos ou cânticos;
  • Meditar na Palavra e no poder de Deus.

Encerramento

  • Procurar um lugar tranquilo;
  • Ler a Palavra de Deus;
  • Orar novamente pelos objetivos das semanas de oração;
  • Agradecer e louvar a Deus pela conclusão da consagração;
  • Voltar a alimentar-se; de preferência, com líquido; em seguida, ingerir alimento sólido.

– Objetivos Espirituais do Jejum

  • O jejum não deve ser praticado como um sacrifício, a fim de obtermos bênçãos de Deus, porque elas já nos são garantidas pela cruz de Cristo. Devemos jejuar para que os nossos corpos estejam colocados sob a total dependência do Senhor (Mt 4:4; Rm 12:2) e possam ser alimentados pelo pão espiritual (Jo 6:35). O princípio é este: enquanto o estômago descansa, o espírito é alimentado e fortalecido por Deus. Jesus, após jejuar quarenta dias, venceu o diabo, que se afastou dele (Mt 4:1-11).

5. Jejum de Consagrados
Então, apregoei ali um jejum (…) para nos humilharmos perante o nosso Deus, para lhe pedirmos jornada feliz para nós, para nossos filhos e para tudo o que era nosso. (Ed 8:21)
Todos os pastores, presbíteros, missionários, obreiros, diáconos e diaconisas promessistas estão convocados a fazerem um jejum, nas últimas quartas-feiras de cada mês, durante o período dos 100 dias (29/06, 27/07, 31/08 e 21/09), tendo como propósito o fortalecimento do corpo ministerial da Igreja Adventista da Promessa.
6. Oração na Madrugada
Eu, porém, SENHOR, clamo a ti, e de madrugada te envio a minha oração. (Sl 88:13)
Oração na madrugada é a oração pessoal realizada em casa, às 3h da manhã. Esta atividade será desenvolvida em algumas semanas, durante este período de consagração.
7. Vigília de Oração
Vigiai, pois, a todo tempo, orando, para que possais escapar de todas estas coisas que têm de suceder e estar em pé na presença do Filho do Homem. (Lc 21:36)
A Vigília é uma atividade de oração tradicional entre os progressistas. Começa por volta das 22h e continua através da madrugada, até a manhã seguinte. É um dos momentos propícios para a oração, de forma coletiva ou individual, quando se pode buscar o batismo no Espírito Santo e os dons espirituais.
A vigília poderá ser programada pela igreja local ou em conjunto com outras igrejas do mesmo distrito. O lugar para a sua realização fica a critério da direção do evento.
8. Relógio de Oração
De tarde, e de manhã, e ao meio-dia, orarei; e clamarei, e ele ouvirá a minha voz. (Sl 55:17)
Sugerimos que, num sábado, seja realizado um “relógio de oração” de 10 horas (das 8h às 18h), com um culto ao pôr-do-sol, como fechamento. Deve-se organizar dez grupos com os membros da igreja, e cada grupo deve ser responsabilizado por uma hora de oração, seguindo a leitura bíblica, o tema e motivos de oração do dia.
9. Momento de Oração no Culto Matutino
Como é bom render graças ao Senhor e cantar louvores ao teu nome, ó Altíssimo, anunciar de manhã o teu amor leal… (Sl 92:1-2)
Reservar um espaço no programa do sábado de manhã para toda a igreja orar em conjunto, conforme o tema e os motivos de oração do dia.
10. Momento de Oração no Culto Noturno
Venham! Bendigam ao Senhor todos vocês, servos do Senhor, vocês, que servem de noite na casa do Senhor. (Sl 134:1)
Realizar um momento de oração no culto de domingo, conforme o tema e os motivos de intercessão do dia.
 

Faça o download do material da Campanha, divulgue em sua igreja e participe!

De 17 de junho a 24 de setembro, toda a IAP estará envolvida no Projeto de 100 Dias de Oração. Clique na imagem abaixo para baixar o cartaz, o livreto e uma apresentação em PowerPoint com as informações sobre a campanha.

Campanha 100 Dias de Oração

Liderança da IAP

Nos próximos dias 23, 24 e 25 de maio, a Junta Geral Deliberativa da IAP se reunirá para discutir assuntos relevantes da Igreja. O evento será na Chácara Canaã, em Cosmópolis (SP), e reunirá a Diretoria Geral Executiva, seus Departamentos e a Diretoria de todas as Convenções Regionais. Caro irmão promessista, ore por este evento, para que Deus dirija todas as decisões.

Dicas da Lição 8 – “Os ensinos do Filho do Homem”

Os ensinos do Filho do Homem

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Dicas

  • Para a introdução da lição, distribua uma folha de papel para cada um de seus alunos e peça que eles respondam à seguinte pergunta: “Qual foi o ensinamento você aprendeu na escola que marcou a sua vida? Por quê?” A partir da resposta de cada um deles, relacione com os ensinamentos de Jesus e a importância desses ensinamentos para a nossa vida.
  • Para incentivar a reflexão do aluno, realize essa dinâmica que tem como objetivo reforçar a importância de aprendermos e assimilarmos os ensinamentos de Jesus. O material necessário para essa dinâmica é: uma bolinha de isopor, um giz, um pote de vidro vazio, uma esponja e uma vasilha com água. Em primeiro lugar, você pode explicar que a água representa os ensinamentos de Jesus e que o objeto representa a cada um de nós. Depois você deve colocar a água na vasilha, e alguém mergulha o isopor. Após ver o que acontece com o isopor, outra pessoa mergulha o giz, depois, outro aluno mergulha o vidro de remédio e por último, a esponja é mergulhada por outro aluno. Na medida em que cada objeto for mergulhado, reflita com a classe: “ao colocar a bolinha de isopor na água, observemos que o isopor não afunda e nem absorve a água. Como nós absorvemos os ensinamentos de Jesus? Somos também impermeáveis?” Ao mergulhar o giz na água, diga: “o giz retém a água só para si, sem repartir. E nós? Temos absorvido os ensinamentos de Jesus, mas sem compartilhar com as outras pessoas?”
    A seguir, encha de água o pote de vidro e logo em seguida despeje toda a água e reflita: “o pote tinha água só para passar para os outros, mas sem guardar nada para si mesmo. E nós? Temos guardado os ensinamentos de Jesus em nossos corações?” Por fim, mergulhe a espoja e esprema a água que ficou nela. Depois disso, compartilhe com a classe: “a esponja absorve bem a água e mesmo espremendo ela continua molhada. Que possamos “absorver” os ensinamentos de Jesus e ser transformados por eles. Além disso, que sejamos capazes de compartilhar estes ensinamentos a todas as pessoas que estão à nossa volta”.
  • Para finalizar, peça que um (ou mais) de seus alunos testemunhem as mudanças que o Senhor Jesus tem realizado em suas vidas, a partir do momento em que eles decidiram colocar em práticas os ensinamentos de Jesus que estão propostos na lição.

 

Comentários Adicionais

Item da lição: “Seus ensinos eram práticos”
1. Capacitados às boas obras:
“Em gratidão pela salvação que, pelos méritos de Cristo, já recebemos como um dom gratuito, e guiados e dotados com poder pelo Espírito Santo, devemos agora viver uma vida que seja para a glória do Deus Triúno. Isso significa que, mesmo quando durante nossa vida terrena não pudermos amar a Deus e ao próximo de forma perfeita, contudo, em princípio, começaremos a viver de conformidade com sua lei. A lei do amor não foi cancelada.” (Hendrinksen, Willian. Comentário do Novo Testamento: Lucas. São Paulo: Cultura Cristã, 2003, vol. 2, p.95).
2. As duas irmãs:
“É surpreendente comparar a descrição dessa dupla de irmãs em uma hora tão pacífica e indizivelmente ditosa com a descrição das mesmas mulheres no dia da morte e do luto (Jo 11). Marta, em ambas as situações atarefada e voltada para ação, Maria, em ambas concentrada e voltada para o íntimo. O fato de que não se trata de uma cópia decorre do fato de que Lucas silencia completamente acerca de Lázaro.” (Rienecker, Fritz. Evangelho de Lucas: comentário Esperança. Tradução: Werner Fuchs. Curitiba: Esperança, 2005, p.245).
3. Aprendendo a orar:
“Impressionados com alguma coisa acerca da maneira pela qual Jesus orava, um dos seus discípulos pediu orientação do tipo que João Batista dera. Líderes religiosos daqueles dias frequentemente ensinavam seus seguidores como orarem (…). Seu pedido, Senhor, ensina-nos a orar, talvez quisesse dizer que queria uma forma de palavras que pudesse empregar, ou um padrão segundo o qual pudesse modelar suas orações, ou algumas instruções gerais sobre o assunto.” (MORRIS, Leon L. O Evangelho de Lucas. Tradução de Gordon Chown. São Paulo: Vida Nova e Mundo Cristão, 1983, p.182)
Item da lição: “Seus ensinos eram confrontadores”
4. Exigindo sinais:
“(…) eles fizeram a Jesus a exigência de um ‘sinal do céu’, como tinha sido exigido na Galileia (Mt 12.38). Com ‘sinal’ (…) eles queriam dizer o tipo de grande e espetacular exibição de poder celestial, que eles esperavam do Messias. O Diabo tinha sugerido tal exibição a Jesus no pináculo do templo.” (ROBERTSON, A. T. Comentário Lucas: à Luz do Novo Testamento Grego. Tradução: Luís Aron de Macedo. Rio de Janeiro: CPAD, p.218).
5. Lavar as mãos:
“O escândalo experimentado pelo fariseu por causa do comportamento de Jesus não podia ser tacitamente ignorado pelo Senhor. A hospitalidade demonstrada não deveria ser motivo para atenuar as críticas por causa da culpa dos líderes do povo, os fariseus. Jesus imputa aos fariseus três pecados que tornam toda a sua aparente devoção aos olhos de Deus: a) hipocrisia ([Lc] v.39-41); b) ambição (v.42-43); c) influência nociva, que eles exerciam sobre todo o povo com sua devoção fingida (v.44).” (Rienecker, Fritz. Evangelho de Lucas: comentário Esperança. Tradução: Werner Fuchs. Curitiba: Esperança, 2005, p.263).

Aconselhamento

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Mãe, qual tem sido sua prioridade?

Não podemos nos esquecer do principal: que nossos filhos tenham um encontro com Cristo

“Certa vez quando terminou de comer e beber em Siló, estando o sacerdote Eli sentado numa cadeira junto à entrada do santuário do Senhor, Ana se levantou
e, com a alma amargurada, chorou muito e orou ao Senhor.
E fez um voto, dizendo: “Ó Senhor dos Exércitos, se tu deres atenção à humilhação de tua serva, te lembrares de mim e não te esqueceres de tua serva, mas lhe deres um filho, então eu o dedicarei ao Senhor por todos os dias de sua vida.” ( I Samuel 1:9-11)
No período em que vivemos, muito se tem debatido a respeito do conceito de família e das próprias responsabilidades inerentes à função uma mãe no lar. No meio de todo este turbilhão de opiniões ou pensamentos é muito importante atentarmos para a seguinte questão: o que a Bíblia Sagrada enfatiza para nós, quando aborda a influência da mãe sobre sua família e, particularmente falando, sobre os seus filhos?
Ao refletir nesta questão, logo me recordo da história de Ana, que está registrada em 1 Samuel. Neste capítulo, observamos quão grande era o desejo de Ana em ser mãe. Mesmo extremamente amargurada e entristecida por causa da sua infertilidade, esta mulher buscou a Deus em oração, derramou o seu coração diante do Senhor e apresentou diante dele a sua súplica. E ainda mais: Ana garantiu a Deus que se ele ouvisse a sua oração e lhe concedesse a oportunidade de ser mãe, ela dedicaria o seu filho ao Senhor, enquanto ele vivesse. O que aconteceu depois disto? Deus ouviu a oração de Ana e concedeu a ela um filho, que foi chamado Samuel e que, posteriormente, tornou-se um grande instrumento de Deus para o povo de Israel.
Só que a narrativa bíblica sobre Ana não terminou por aí. Nos versículos finais de 1 Samuel 1 podemos ler que esta mãe cumpriu o seu voto a Deus: ela consagrou Samuel ao Senhor, e ele tornou-se um grande profeta e juiz de Israel. Como mãe, posso afirmar que a história de Ana é um grande exemplo e um grande incentivo para mim. Ela foi uma mulher que confiou em Deus seja antes de ter o filho, seja depois do filho nascido (certamente, não foi fácil para ela deixar seu menino de mais ou menos três anos de idade no tabernáculo, num lugar estranho para ele, com pessoas que eram desconhecidas para Samuel).
Justamente pelo fato de Ana ter consagrado seu menino a Deus, ela conseguia confiar que o Senhor iria cuidar dele e proporcionar-lhe uma vida plena e realizada. A preocupação maior de Ana com relação a Samuel não era simplesmente se ele teria uma boa roupa, ou se estudaria numa boa escola, ou ainda se teria a melhor refeição possível. Todas essas são preocupações válidas, diga-se de passagem. No entanto, ao dedicar Samuel a Deus, Ana demonstrou que a sua maior preocupação era a de que seu filho conhecesse, amasse e servisse ao único e verdadeiro Deus. Este era o principal alvo de Ana como mãe: ensinar e incentivar o seu filho a ter um relacionamento com o Senhor, mesmo que para isso ela tivesse que deixá-lo no tabernáculo.
Estas atitudes de Ana, como mãe, precisam nos conduzir a uma reflexão sobre qual é o nosso principal objetivo: será que temos conduzido nossos filhos a Cristo? Será que temos nos preocupado verdadeiramente com a salvação deles? Será que temos trabalhado para que nossos filhos conheçam, amem e sirvam ao Deus Criador e Salvador? Ou será que temos estado tão atarefadas e preocupadas em suprir as outras necessidades de nossos meninos e meninas que temos nos esquecido da principal: que eles tenham um encontro com Cristo e dediquem a ele as suas vidas?
Nós sabemos que as outras necessidades de nossos filhos são importantes (se estão se alimentando bem, se estão sendo bem cuidados, se frequentam uma boa escola, se dizem “obrigado” ou “por favor”). No entanto, é imprescindível que eu e você reconheçamos que Deus nos chamou principalmente para que ensinemos a nossos filhos “os louváveis feitos do Senhor, o seu poder e as maravilhas que fez.” (Salmos 78:4). Com que objetivo fazemos isso? Para que eles coloquem a confiança em Deus; não se esqueçam dos atos do Senhor e obedeçam aos seus mandamentos. (Salmos 78:7).
Eu e você, como mães, fomos chamadas para ensinar e transmitir aos nossos filhos a respeito da salvação que está somente em Jesus. Eu e você também somos responsáveis por discipular a nossa descendência para que nossos filhos e filhas cresçam na graça e no conhecimento do nosso Senhor Jesus Cristo (2Pe 3: 18). E isso é uma das missões mais importantes para a qual Deus nos chamou e tem nos capacitado. Que, ao refletir sobre o exemplo de Ana, possamos educar nossos filhos e filhas reconhecendo que nossa maior prioridade deve ser a de ensiná-los a amar a Deus e a servi-lo de todo o coração, alma e entendimento!

Dsa. Claudia Duarte congrega na IAP em Votuporanga (SP) e é diretora do Departamento Infanto Juvenil Regional.

Dicas da Lição 7 – “Os discípulos do Filho do Homem”

Os discípulos do Filho do Homem

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  • Para ouvir o podcast desta lição, clique AQUI.

 

Dicas

Dinâmica sobre o discípulo:
Para introdução (em 5 minutos no máximo):

  • Peça para que os alunos citem o nome dos doze discípulos (se tiver um quadro vá anotando conforme forem falados).
  • Depois peça para alguém ler os nomes em Lucas 6:12-16 para comparar com os nomes citados.
  • Então projete os nomes dos doze discípulos previamente digitados.
  • E por fim, fale aos alunos que Deus chamou os doze e os enviou (conforme estudarão no item 1), chamou mais 70 discípulos e os enviou (conforme estudarão no item 6) e tantos outros como também chamou a todos nós (cite o nome dos alunos presentes) para serem discípulos de Cristo, “pois todo cristão verdadeiro é um discípulo de Jesus” e um missionário – enviado por ele (cf. João 20:21).

Vídeo:
Após a exposição dos seis itens na primeira parte da lição (Estudando o Evangelho) reproduza o vídeo “Integridade no Ambiente de Trabalho” (Um trecho do filme “Corajosos”) disponível em: https://www.youtube.com/watch?v=VQ8iz7OshA4; a seguir faça uma aplicação comparando-o com os itens apresentados anteriormente. Ressalte a importância da integridade dos discípulos de Cristo em todos os lugares e situações e a certeza da provisão contínua de Deus.

Comentários Adicionais

Item da lição: “A missão dos doze discípulos”

  1. Poder sobre demônios e doenças:
    “(…) nesta ocasião solene, Jesus os conclamou todos juntos. Os demais Sinotistas [Mateus e Marcos] dizem que Jesus deu autoridade aos apóstolos, mas Lucas reforça isto com a referência também ao poder e com a informação que era sobre todos os demônios (…). juntamente com este poder vem o de curar os enfermos. Foram, portanto, equipados com poder adequado, e com a autoridade para exercer tal poder.” (MORRIS, Leon L. O Evangelho de Lucas. Tradução de Gordon Chown. São Paulo: Vida Nova e Mundo Cristão, 1983, p.154).
  2. A missão dos Doze:
    “Esses homens haviam de ser embaixadores de Cristo ou ‘apóstolos’, homens investidos com autoridade para representarem aquele que os enviara. O fato de que exatamente doze homens, nem mais nem menos, receberam essa designação deve significar que o Senhor os designara para serem o núcleo do novo Israel, porque o Israel da antiga dispensação fora representado por doze patriarcas. Apocalipse 21.12, 14.” (Hendrinksen, Willian. Comentário do Novo Testamento: Lucas. São Paulo: Cultura Cristã, 2003, vol. 1, p.629).
    Item da lição: “As advertências aos discípulos”
  3. A cruz que devemos carregar:
    “Tomar a cruz sobre si refere-se ao fardo que devemos nos dispor a carregar. A cruz é a mais infame pena de morte que jamais existiu. Jesus compro- mete os seus com a morte. Ao mostra-lhes o desfecho que esperava por ele em Jerusalém (…)” (Rienecker, Fritz. Evangelho de Lucas: comentário Esperança. Tradução: Werner Fuchs. Curitiba: Esperança, 2005, p.215).
  4. A cruz no dia-a-dia:
    “A crucificação do ‘eu’ acontece paulatinamente, de acordo, com a medida determinada por Deus para cada um e para cada etapa da vida. É o que dizem as palavras ‘dia a dia’ e ‘sua cruz’. A razão de Lucas inserir a expressão ‘dia a dia’ só pode ter sido que ele entedia esta exigência como uma ação constantemente repetida no discipulado de Jesus.” (Idem).
    Item da lição: “As exigências para ser discípulo”
  5. Olhar sempre pra frente:
    “Os que contemplam o glorioso serviço de Cristo, mas olham para trás, para o sossego em casa com a família, não são aptos para o reino de Deus. Foi em 1860 que Garibaldi, grande herói italiano, embarcou em Gênova, com seu exército, para libertar a Sicília. Logo depois desembarcar em Marsala, o inimigo conseguiu destruir todos os seus navios. Garibaldi, exultando, clamou aos seus soldados: ‘Avancemos! Ou a vitória ou a morte!’ O exército não podia mais olhar para trás, e o herói voltou da campanha completamente vitorioso. Cristo nos chama a queimar todas as pontes atrás de nós para não podermos voltar atrás.” (Boyer, Orlando S. Espada cortante 2. Rio de Janeiro: CPAD, 2006, p.96).