Para la clase del sábado, consulte un infográfico como apoyo en la explicación y una dinámica.
CONSEJO 1 – Infográfico sobre la lujuria Para ayudar en la visualización del contenido y la fijación de las enseñanzas, muestre la imagen que presenta explicaciones sobre qué es la lujuria. Contiene conceptos y textos bíblicos para ser utilizada impresa, en diapositivas o enviada al grupo durante la explicación.
CONSEJO 2 – Dinámica: “¿Quién soy yo?” (Punto 2) Escriba el nombre “David” en una cinta y “José” en otra. Elija a dos alumnos para sostenerlas. Luego, haga preguntas relacionadas con los personajes y el tema de la lujuria. Para participar, los alumnos deben levantar la mano antes de responder.
Preguntas: 1. Cuando estaba ocioso, miró a alguien que no era su pareja. 2. Demostró fidelidad a Dios por encima de su jefe. 3. Adulteró con la esposa de un comandante. 4. Huyó para no involucrarse con la esposa de un oficial del faraón. 5. Intentó encubrir su pecado, llegando a causar la muerte de alguien. 6. Su huida demostró madurez y discernimiento espiritual.
Aplicación final Después de la dinámica, profundice la reflexión con preguntas como: ¿Qué llevó a David a caer? ¿Qué fortaleció a José para resistir? ¿Cómo se aplica esto a nuestra vida hoy?
Enfatice que la lujuria comienza en el corazón y en los pensamientos, y que el dominio propio es esencial en la vida cristiana. Finalice animando a los alumnos a buscar una vida de santidad, vigilancia y dependencia de Dios.
Para a aula de sábado, confira um vídeo para definição do assunto, um infográfico para apoio na explicação e uma dinâmica.
DICA 1 – Vídeo: “O que é luxúria?”
Para introduzir o tema da aula, o professor pode utilizar o vídeo acima como recurso didático. Ele apresenta, de forma objetiva, o conceito bíblico de luxúria, mostrando que se trata de um desejo descontrolado que ultrapassa os limites estabelecidos por Deus.
O vídeo pode ser aplicado em diferentes momentos da aula:
na introdução, para contextualizar o tema;
na seção “De olho na mídia”, promovendo reflexão crítica;
ou no item 1 da lição, como apoio ao conteúdo.
Após a exibição, incentive os alunos a comentarem o que entenderam e relacione com textos bíblicos como Mateus 5:28 e Colossenses 3:5.
DICA 2 – Infográfico sobre luxúria
Para ajudar na visualização do conteúdo e fixação dos ensinamentos, mostre a imagem que traz explicações sobre o que é luxúria. Ela traz conceitos e textos bíblicos para ser usada impressa, nos slides ou enviadas no grupo durante a explicação.
DICA 3 – Dinâmica: “Quem sou eu?” (Item 2)
Escreva o nome “Davi” em uma faixa e “José” em outra. Escolha dois alunos para segurá-las. Em seguida, faça perguntas relacionadas aos personagens e ao tema da luxúria.
Para participar, os alunos devem levantar a mão antes de responder.
Perguntas:
Quando estava ocioso, olhou para alguém que não era sua parceira.
Demonstrou fidelidade a Deus acima do seu chefe.
Adulterou com a esposa de um comandante.
Fugiu para não se envolver com a esposa de um oficial do faraó.
Tentou encobrir seu pecado, chegando a causar a morte de alguém.
Sua fuga demonstrou maturidade e discernimento espiritual.
Respostas esperadas:
Davi: 1, 3, 5
José: 2, 4, 6
Aplicação final
Após a dinâmica, aprofunde a reflexão com perguntas como:
O que levou Davi a cair?
O que fortaleceu José para resistir?
Como isso se aplica à nossa vida hoje?
Enfatize que a luxúria começa no coração e nos pensamentos, e que o domínio próprio é essencial na vida cristã. Finalize incentivando os alunos a buscarem uma vida de santidade, vigilância e dependência de Deus.
Confira os recursos para sua aula sobre gula: sugestão de entrevista, vídeo sobre a diferença entre “fome e gula”, dinâmica da “mesa da gula e controle”, perguntas reflexivas e dinâmica “Prato certo ou prato errado”.
DICA 1 – Entrevista com especialista
Caso você tenha acesso, na igreja local ou fora dela, a um nutricionista, pode entrevistá-lo por vídeo ou convidá-lo para a aula, para tirar dúvidas sobre alimentação, saciedade e a importância de saber dizer “basta”.
A ideia é mostrar que, além de um pecado, a gula faz mal para o corpo, trazendo consequências sérias para aquilo que a Bíblia chama de “templo do Espírito” (1Co 6:19).
DICA 2: Vídeo “Descubra se você sente FOME ou GULA” (I-De olho na mídia; item 2)
No vídeo sugerido, Descubra se você sente FOME ou GULA, um médico explica pontos importantes que ajudam a pessoa a discernir quando deve comer ou quando quer apenas satisfazer um desejo. Ele destaca que um dos diferenciais é quando há algum tipo de “problemas hormonal”, situação em que a pessoa busca compensação no alimento, nem sempre saudável.
Ao final, você pode utilizar o vídeo para fazer perguntas aos alunos: “E aí, conseguiram detectar se o que sentem muitas vezes é fome ou gula?”
Assista o vídeo aqui:
DICA 3: Dinâmica “mesa da gula e controle”
Monte uma mesa dividida ao meio para facilitar a explicação. Lado 1: coloque alimentos como biscoitos, salgadinhos e doces ultraprocessados. Lado 2: organize opções como frutas, arroz e carnes (podem ser fotos dos produtos). Inclua também algumas placas com palavras-chave: jejum, ceia do Senhor, oração, telas desligadas, satisfação e contentamento.
Durante a aula, utilize a mesa como recurso visual para explicar o que é a gula e apresentar caminhos práticos para combatê-la. Relacione os exemplos com os itens 2 e 3 e com a parte explicativa do estudo, ajudando os alunos a compreenderem de forma clara e aplicada.
DICA 4: Perguntas reflexivas
Use as perguntas reflexivas da aplicação para ajudar em discussões sobre como vencer a gula; utiliza-as a fim de que seus alunos pensem sobre práticas concretas que ajudam na superação deste pecado.
Existe algum gatilho emocional (ansiedade, tédio, tristeza) que já fez você buscar na comida um conforto que deveria vir de Deus? Isso pode acontecer? Como romper com isso? Comente com base na primeira aplicação.
Como a consciência de que seu corpo é “templo do Espírito Santo” pode influenciar suas escolhas alimentares e a prática da moderação? Comente com base na segunda aplicação.
DICA 5: Dinâmica “Prato certo ou prato errado”
Utilize pratos plásticos grandes para realizar a dinâmica. A proposta é levar a classe a refletir: isso serve como alimento espiritual ou deve ser descartado?
Escreva frases (veja abaixo) com piloto ou cole papéis nos pratos. Em seguida, vire-os e deixe sobre a mesa. Ao final do estudo, explique à turma que será feita uma recapitulação do estudo.
Execução: Convide alunos diferentes para vir à frente, virar um prato, ler a frase e avaliar: isso deve permanecer na mesa (prato certo) ou ser descartado (prato errado)? Peça que justifiquem a resposta com base no que foi aprendido.
Sugestão pedagógica: ao final de cada resposta, complemente com a explicação bíblica, reforçando o ensino.
Pratos da dinâmica:
Prato 1: Alimento é um presente divino (Gn 1:29-31; Ec 2:24)
Prato 2: Relação desordenada com alimentos e bebidas
Prato 3: Enfermidades: compulsão, bulimia e anorexia
Prato 4: Sintoma da ansiedade: comer por estresse ou vazio emocional (Fp 4:6-7 )
Prato 5: Adão e Eva desejaram o único fruto proibido (Gn 2:16-17; 3:6)
Prato 6: Problema moral e espiritual; obras da carne (Pv 23:1-3; Gl 5:19-23)
Prato 7: Finalidade correta: sustento do corpo, comunhão e prazer equilibrado (Ec 9:7; 1Co 10:31)
Prato 8: Lembrar do sacrifício de Cristo (Ceia do Senhor – 1Co 11:25)
Prato 9: Desfrutar as refeições com alegria em Deus (Ec 8:15)
Prato 10: Priorizar a Deus, viver em contentamento em Cristo e praticar o jejum (Mt 6:16-18; Fp 4:11-13)
Confira os recursos para sua aula: dinâmica, vídeo e ideias de envolvimento em projetos de generosidade.
DICA 1: Vídeo – Buraco negro Utilize o vídeo abaixo para ilustrar o que a ganância faz: quanto mais se tem, mais se quer ter, não importam os meios. Ao exibir o vídeo em sala ou enviá-lo nos grupos para ser visto no momento ou previamente analisado, após a exibição, o professor deve questionar os alunos sobre qual é a ligação do vídeo com o tema da ganância. Após as colocações dos alunos, faça observações relacionadas ao conteúdo quando for explicar itens das seções: I – De olho na mídia ou item 1: Um pecado insaciável.
DICA 2: Dinâmica: Coração, bolso e carteira Faça um coração com uma espécie de bolso para ser colocado em um suporte ou quadro branco; também leve uma camisa com bolso e coloque-a em algum espaço do suporte ou do quadro. Tenha algumas cédulas de dinheiro ou moedas, ou mesmo notas de imitação, e coloque-as sobre uma mesa.
Quando for explicar o item 2 ou 3, pergunte: “Onde vocês acham que o ganancioso coloca o dinheiro?”. Após a participação de um aluno voluntário, explique que o grande problema não é ter dinheiro, mas onde ele está: se no bolso, para ser usado como recurso para o bem-estar, a generosidade e a adoração a Deus, ou se no coração, como uma divindade, dividindo a glória de Deus.
Finalize com a reflexão: onde o dinheiro está na sua vida: no bolso ou no coração?
DICA 3: Projetos para generosidade Para aplicação do estudo, você pode apresentar aos seus alunos links de projetos missionários e de assistência social desenvolvidos pela igreja ao redor do mundo. Explique que o objetivo é que cada um escolha um deles para incluir em sua lista de metas, envolvendo-se de forma mais ativa:
Agência Humanitária Promessista (AHP): desenvolve diversos projetos no Brasil, além de necessitar de contribuições para sua atuação em momentos de calamidade. Acesse e conheça:https://www.instagram.com/agenciahumanitariapromessista/
Amigos da Missão: com qualquer quantia, você pode fortalecer e abençoar os veículos de comunicação da Convenção Geral, como a TV Viva Promessa, além do Portal e das redes sociais da Igreja, para que o anúncio do Evangelho se expanda. Doações pela chave PIX: sou@amigosdamissao.org
Iniciativas locais: acrescente ações da sua realidade, como o incentivo à doação de alimentos, melhor gestão das ofertas e dos dízimos ou outras demandas da igreja local.
Confira quatro recursos para sua aula de sábado: meme ilustrativo, Dinâmica ‘panela de pressão’ da ira, vídeo: ‘Irai-vos e não pequeis’ e a tarefa ‘selecionando acontecimentos’.
Dica 1 – Meme do “sal grosso” (Introdução I-De olho na vida)
Para Introdução e o item “I-De olho na vida”, utilize em sua aula o conhecido meme em que um cristão justifica sua grosseria dizendo que é “sal grosso”. Apresente a imagem e promova um diálogo com a turma, perguntando se essa justificativa é coerente com a vida cristã. Como o texto cita, a pessoa com a ira negativa, trata esse sentimento como traço da personalidade, para se justificar: “Eu sou assim mesmo”.
A proposta é refletir sobre o controle da ira e das palavras, lembrando que Cristo nos chamou para sermos pacificadores (cf. Mateus 5:9).
DICA 2 – Dinâmica “panela de pressão” da ira Sugerimos a dinâmica cômica “panela da ira” para ser aplicada durante os momentos aplicativos da aula. Leve para a sala uma panela de pressão identificada como “ira”. A proposta é construir, com a participação dos alunos, uma reflexão visual e progressiva sobre o tema.
Separe previamente algumas frases retiradas do estudo (itens: Apresentando o Tema; 1. A ira nas línguas bíblicas; 3. O perigo da ira pecaminosa; 4. A ira sob o governo do Espírito), que evidenciem o que é a ira e os prejuízos que ela causa aos relacionamentos e à comunhão cristã.
Baixe as frases em formato de figuras de feijão(clique aqui).
Sugestões de frases:
Sentimento intenso de raiva ou indignação que, quando não controlado, tende a se expressar de forma destrutiva.
Discussões acaloradas, ofensas verbais e respostas imediatas no ambiente digital.
Antigo Testamento: a palavra hebraica ’aph, literalmente “nariz” ou “respiração ofegante”; já qetsef enfatiza a fúria descontrolada e destrutiva.
Novo Testamento: Paulo utiliza orgê para indicar uma indignação ponderada; thymós refere-se à ira impulsiva, passional e desmedida, considerada obra da carne (Gl 5:20).
Ler Provérbios 29:22 e Tiago 1:20.
A ira nasce do orgulho ferido, da inveja ou do desejo de controle; quando não tratada, torna-se instrumento de destruição (ver história de Saul).
A Bíblia alerta para o perigo de nutrir a ira ao longo do tempo (Ef 4:26).
Pode transformar-se em rancor, endurecer o coração e abrir espaço para a ação divisora do inimigo.
A ira justa é breve, direcionada e redentora; a ira pecaminosa é prolongada, egocêntrica e destrutiva.
Imprima e recorte as figuras. Você pode distribuí-las aos alunos no início da aula ou deixá-las disponíveis sobre uma mesa. Em seguida, peça que, voluntariamente, cada aluno leia sua frase e a coloque dentro da panela, fazendo um breve comentário. O professor pode conduzir com perguntas e complementar com observações, incentivando a participação e a aplicação prática.
Ao final, quando todas as frases forem colocadas, feche a panela e conduza a reflexão: “Imagine a pressão acumulada dentro de uma pessoa que alimenta esses sentimentos. Por isso, todo cuidado é pouco com a ira no coração.”
DICA 3 – Vídeo: “Irai-vos e não pequeis” Para auxiliar na reflexão do item 2, “A legitimidade da ira justa”, ou nos momentos aplicativos, recomendamos a exibição do vídeo “Irai-vos e não pequeis”, do Pr. Augustus Nicodemus.
O vídeo explica o sentido de “ira” como indignação e diferencia a ira justa da ira pecaminosa, trazendo exemplos práticos. Após a exibição, conduza um diálogo com a turma, incentivando-os a identificar situações do cotidiano em que essa distinção se aplica, promovendo reflexão e aplicação pessoal.
DICA 4 – Selecionando acontecimentos Para enriquecer a parte aplicativa da lição, peça que os alunos busquem na internet fatos ou notícias que apresentem exemplos de indignação diante do erro e também de ira pecaminosa.
Após um tempo de pesquisa, solicite que compartilhem o que encontraram. A partir das exposições, conduza a reflexão com a turma, destacando pontos como: indignar-se diante do erro de forma bíblica, controlar os sentimentos afetados pela ira e buscar a restauração de relacionamentos.
Para mais materiais de aula, acesse: www.promessistas.org/lb355/
Conheça os recursos para aula de sábado: a dinâmica do “emoji e o invejoso”, dois recursos pedagógicos: coração do invejoso e escudo contra inveja, além do desafio da semana.
DICA UM – Dinâmica “emoji e o invejoso” (Item 1)
Com um emoji e uma máscara de emoji feitas de papel, que representa a pessoa que temos inveja, escolha um aluno (convide voluntariamente), que terá a tarefa de representar o invejoso: aquele que vive pensando no outro e em como superá-lo.
Após isso, o aluno deverá fazer algumas tarefas, como:
Olhar no espelho com a máscara (e em vez de ver seu rosto, verá o emoji).
Colocar um emoji dentro de uma Bíblia (sem a pessoa saber); ao abrir, ela verá o emoji e pode interpretar que a mensagem é para outra pessoa.
Colocar um emoji em uma mochila (representando a inveja no ambiente de estudos e trabalho).
Preparar um suco e colocar o copo sobre o emoji (o invejoso pensará: “ele se alimenta melhor do que eu”).
Ideia central: Mostrar que o invejoso vive com a mente focada no outro, tenta superá-lo e deseja ocupar o seu lugar. As situações (espelho, Bíblia, mochila, alimento) representam áreas da vida onde a inveja pode surgir: identidade, espiritualidade, desempenho e provisão. No caso de Caim, isso o levou a eliminar o irmão, mas, ao fazer isso, destruiu a própria vida. Por isso, devemos vencer esse sentimento pecaminoso.
DICA DOIS – Recurso pedagógico “O coração do invejoso” (itens 1 e 2)
Desenhe um coração em cartaz e o coloque em um quadro, flipchart ou outro suporte.
Escreva ou imprima as frases abaixo que são algumas características do coração invejoso (presentes na lição) e recorte-as em pequenos pedaços. Em seguida, peça que os alunos colem essas características no coração a medida que forem sendo feitas as explicações. Você pode distribuir os recortes e, durante a explicação, solicitar que cada aluno vá até o desenho e fixe sua parte.
Abaixo, seguem as frases retiradas do estudo:
“A inveja é um sentimento de tristeza ou irritação diante de quem possui algo desejável.”
“É um incômodo interior diante do bem, da prosperidade ou do reconhecimento concedido ao outro.”
“É algo corrosivo, que consome silenciosamente.”
“É um pecado que pode e deve ser resistido.”
“Revela uma compreensão equivocada da graça de Deus.”
“A inveja transforma Deus em rival e o próximo em ameaça.”
“A inveja não fica guardada apenas dentro de nós.”
“Destrói a comunicação e rompe a comunhão.
“Anestesia o senso de responsabilidade e torna o coração insensível à dor causada.”
DICA TRÊS – Recurso pedagógico “Escudo de proteção contra inveja”
Para auxiliar na reflexão da parte explicativa da lição, sugerimos o uso do recurso pedagógico “Escudo de proteção contra a inveja”, a ser utilizado no item III – De olho na vida. Baixe os escudos em PDF, imprima-os e coloque as descrições abaixo nas suas figuras respectivas:
Escudo de proteção contra a inveja 1 Contentamento: confiança na providência de Deus (Fp 4:12)
Celebração do sucesso do outro
Orar por quem se teve inveja
Escudo de proteção contra a inveja 2
Autorreflexão por meio da meditação e da oração (Pv 4:23)
DICA QUATRO – Desafio da semana
Reforce, antes do término do estudo, para que seus alunos pratiquem na semana os dois desafios propostos. Tire um tempo da aula para que a turma possa sair com o desafio “engatilhado”.
– Exercício da gratidão e contentamento: Identificar uma pessoa de seu convívio que tenha alcançado algo que você secretamente deseja e, de forma sincera, envie-lhe uma mensagem ou faça um elogio público celebrando aquela conquista.
– Reserve cinco minutos diários para listar cinco motivos de gratidão que não envolvam bens materiais, focando estritamente no caráter de Deus e na sua salvação em Jesus Cristo.
– Ore especificamente pela prosperidade daquela pessoa que você costuma comparar consigo mesmo.
Veja os recursos para sua primeira aula do trimestre: a área com novos recursos e três dinâmicas para fazer em classe.
DICA UM: Materiais para estudos e as aulas da nova série de Lições Bíblicas
Acesse agora a área com os materiais de divulgação, para estudos e aulas, que pode ser acessado no link a seguir: www.promessistas.org/lb355; nela você encontrará recursos como: vídeo de apresentação da nova série de estudos; estudo 01 da nova série em PDF para baixar de graça; Cartaz A4 para impressão e exposição em um espaço da igreja; post para redes sociais; Slides de Apoio e telas para uso em projetores durante as aulas da Escola Bíblica.
Na parte “I – DE OLHO NA MÍDIA”, há a definição de um artigo em que a autora lista algumas características de uma pessoa soberba: 1) o soberbo menciona e ressalta, de forma constante, suas realizações ou vivências; 2) procura elogios de outras pessoas; 3) precisa de aprovação e reconhecimento; 4) compete com outras pessoas e as rebaixa para enaltecer a sua própria figura; 5) não admite outros pontos de vista; e 6) tem dificuldade em respeitar as opiniões alheias.
Sugerimos a dinâmica Coroas da soberba – utilizamos o assunto abordado acima:
Coroa 1: só fala de si Coroa 2: procura elogios Coroa 3: busca aprovação Coroa 4: compete e rebaixa os outros Coroa 5: não admite outros pontos de vista Coroa 6: só ela tá certa
Faça coroas de papel ou compre as que vende em armarinhos de festas; coloque as coroas em uma mesa com as descrições acima: elas podem estar em etiquetas nas coroas ou em papéis sobre a mesa. Escolha um aluno para receber as coroas e outros para colocá-las em sua cabeça. Cada vez que alunos diferentes forem “coroar” o “soberbo”, devem fazer comentários sobre aquelas características, gerando envolvimento e participação de todos.
Ao final, leia Provérbios 6:16-17 que trata das “seis coisas que o Senhor aborrece, e a sétima a sua alma abomina” (Provérbios 6:16), e entre elas está “olhos altivos…” (v. 17), que é uma forma de se referir à pessoa arrogante; após encerrar a dinâmica prossiga com o estudo.
DICA 3: Dinâmica – Dois caminhos
Na parte II do estudo, o ponto 1, “Um caminho perigoso”, menciona dois caminhos: o caminho do soberbo (Pv 16:18) e o caminho da humildade (Mt 11:29).
Sugerimos a seguinte dinâmica para o ensino: faça dois caminhos físicos no chão da sala de aula, utilizando fita branca ou fita isolante (prepare isso antes da chegada dos alunos). Identifique cada caminho com seus respectivos nomes.
No momento de explicar o item 1, tenha previamente recortadas algumas palavras e chame os alunos para identificarem a qual caminho cada uma pertence. À medida que participarem, comente sobre as características que fazem parte de cada caminho.
Para o caminho da soberba, utilize palavras como: “orgulho”, “competição”, “não ouvir”, “queda” e “morte”. Para o caminho da humildade: “mansidão”, “dependência de Deus”, “ouvir” e “vida” (você pode acrescentar outras palavras ou expressões, se desejar).
DICA 4 – Dinâmica “Venda da soberba”
A lição, no ponto 2 da parte II, trata sobre “Uma impressão falsa” e afirma, em uma de suas frases, que o “orgulho é capaz de cegar as pessoas, impedindo-as de enxergarem os próprios erros” (Mt 7:5).
Nesse momento, você pode vendar um aluno e pedir que ele caminhe pela sala. Oriente-o a seguir em direção a um ponto específico, mas dê instruções imprecisas ou diferentes da posição real. Em seguida, retire a venda e peça que a classe analise o comportamento da pessoa vendada.
Explique: “isso é uma metáfora para falar de quem é soberbo”. Por não enxergar os próprios erros, a pessoa orgulhosa desenvolve uma falsa impressão de si mesma (1 Co 4:7 – NTLH), dos outros (Pv 13:10a) e de Deus (Lc 18:9-12). Peça que seus alunos leiam os textos em classe e comentem sobre eles. E também os textos do item 3, que trata do tratamento severo de Deus sobre os orgulhosos: Sl 101:5; Pv 16:5; Tg 4:6; Dn 4:25-35 e Êx 14:1-31.
Texto: Secretaria de Escola Bíblica
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