Escolha o que vai pensar

Você já se pegou repetindo em sua cabeça, no final da tarde, uma mesma música que ouviu na primeira hora do seu dia? Provavelmente sim, ainda mais se a música em questão for uma daquelas com poucas estrofes, infinitas repetições e que esteja na moda. Para terminar com tal “sofrimento” adotamos a estratégia de tentar pensar em outra coisa, como uma outra música, ou “ocupar a cabeça” com algum fato importante do dia, ler um livro ou, ainda, prestar atenção em alguma coisa que esteja ocorrendo em nosso redor. No entanto, não vai demorar muito para aquela “música” voltar a ocupar os nossos pensamentos com todas as suas repetições, rimas e assim por diante.
A música, mais dia ou menos dia, ela irá parar. E quando os nossos pensamentos, ao invés de uma música, são verdadeiros turbilhões de ideias pessimistas, perturbadoras, destrutivas, regadas de ansiedade e desesperança. Onde procuramos soluções e simplesmente não conseguimos, o que fazer?
É muito importante controlar os nossos pensamentos. Mas isso não é nada simples, é uma tarefa complicada. Mas não se desespere! Controlar os pensamentos não é impossível.
Os pensamentos são processos que ocorrem em nosso cérebro que, na verdade, fazem parte de nossas funções mentais. A maioria das funções requer a ação conjunta de neurônios integrados em várias regiões do nosso córtex cerebral.
Algumas pesquisas na área de psicologia mostraram que o pensamento pode alterar os padrões de funcionamento da atividade neuronial em nosso cérebro, acarretando consequências sobre o comportamento motor, e alterações na habilidade de aprendizagem. Tais alterações podem nos causar problemas e alterar a forma como percebemos o mundo e, consequentemente, em dificuldades, que podem resultar em doenças como depressão e ansiedade.
Pensamentos turbulentos resultam em sentimentos turbulentos, e logo o coração e a mente se veem divididos e estrangulados pela ansiedade. Mas, é possível controlar os nossos pensamentos? Acredito que a resposta para essa pergunta esteja onde focamos o nosso pensamento.
Esta é a proposta do apóstolo Paulo em Filipenses 4:8: Finalmente, irmãos, tudo o que for verdadeiro, tudo o que for nobre, tudo o que for correto, tudo o que for puro, tudo o que for amável, tudo o que for de boa fama, se houver algo de excelente ou digno de louvor, pensem nessas coisas (grifo nosso).
A orientação de Paulo é a de que você coloque o foco do seu pensamento em Deus e em tudo o que ele tem feito por você. Pense nele, não como algo inalcançável, mas como um pai amoroso, real e presente, que cuida integralmente de você. Gaste seu tempo pensando em Deus e em tudo o vem dele, e não naquilo que você acha que poderia ter tido ou sido, ou, ainda, nos eventuais problemas que, porventura, estejam acontecendo.
Confie e concentre-se no seu Deus, deixe que ele te controle inteiramente, principalmente, em relação aos seus pensamentos, e você experimentará a paz que envolve o coração e a mente. A promessa de Deus é real: Tu conservarás em paz aquele cuja mente está firme em ti; porque ele confia em ti (Is 26:3).
Precisamos “[levar] cativo todo pensamento à obediência de Cristo” (2 Co 10:5). Este é um exercício difícil e exaustivo, no entanto, não é uma tarefa impossível. A melhor forma de controlar seus pensamentos é entregá-los integralmente a Deus. Faça isso, com o apoio e segurança que a Palavra de Deus te dá, e você viverá em paz com os seus pensamentos.
Que Deus te abençoe.
 
Por: Roberto de Oliveira Soares é casado com Kizie C. Leonardo Soares, pastor da IAP em Sorocaba, integrante do Ministério de Vida Pastoral e diretor do Ministério Jovem Paulista. Graduando em Teologia pela FTSA, Psicólogo pela UFSCar, mestrado e doutorado em Psicobiologia pela USP e pós-doutorado em Neurociências pela USP.
 
 

NÃO BASTA SER PAI, TEM QUE PARTICIPAR!    

 Mensagem para o dia dos pais

Quando estava no seminário, em São Paulo, lembro-me de um professor amigo, Pr. Aléssio, ponderar, em um dos momentos de almoço com a gente, sobre o “estar preparado” para o ministério. Em sua fala, ele dizia que uma vez lhe perguntaram se antes de se tornar pai, estava preparado, e sua resposta foi não, pois ainda não era, como poderia saber se estava preparado? Então continuou: “E, depois do primeiro filho, estou preparado para ser pai de um segundo? Também não, pois ainda não sou, saberei quando for”. Uma verdade muito simples, mas que carrego para a minha vida, em todas as áreas, até hoje.
Aqui em casa todos gostamos muito de música. Não faz muito tempo, descobrimos um grupo musical infantil sensacional que, ao mesmo tempo em que diverte a criançada, de forma criativa, cativante e educativa estimula a coordenação motora e, toda a família embarca com muita alegria. É o Grupo Tiquequê. Nessa descoberta me emociono muito com a letra de uma de suas canções, “Nasceu Mamãe, Nasceu Papai”:
 
Você era uma moça muito esperta. Que fazia e acontecia; Mas não era mãe.
Você era uma pessoa encantadora; Trabalhadora, estudiosa, mas não era mãe.
Só porque eu não existia (2x)
Você era um cara cheio de ideias; Que pensava sobre a vida. Mas não era pai;
Você era competente em tudo o que fazia. Mas não sabia ser papai.
Só porque eu não existia (2x)
E foi naquele dia, depois de nove meses; Quando a gravidez chegou no final;
Era hora! Faz força! Tá quase! É agora! Lá de dentro eu ouvi o sinal.
Nasceu mamãe, nasceu mamãe; Mamãe nasceu, quando eu nasci, nasceu mamãe;
Nasceu papai, nasceu papai; Papai nasceu, quando eu nasci, nasceu papai.
 
Acesse a música em: https://youtu.be/FyHutIoKlVA
 
Olhando para Bíblia, particularmente, gosto muito do texto de Paulo, quando se compara a um pai, para os tessalonicenses:
 
Irmãos, certamente vocês se lembram do nosso trabalho esgotante e da nossa fadiga; trabalhamos noite e dia para não sermos pesados a ninguém, enquanto lhes pregávamos o evangelho de Deus. Tanto vocês como Deus são testemunhas de como nos portamos de maneira santa, justa e irrepreensível entre vocês, os que crêem. Pois vocês sabem que tratamos cada um como um pai trata seus filhos, exortando, consolando e dando testemunho, para que vocês vivam de maneira digna de Deus, que os chamou para o seu Reino e glória (1 Ts 2:9-12, grifo nosso).
 
Hernandes Dias Lopes escreveu um livro para liderança pastoral: De pastor a pastor. E, com base neste texto, ele destaca o exemplo do ministério pastoral de Paulo como um pai espiritual. Citando Wiesrbe, ele afirma que “O verdadeiro pai é não apenas o que gera filhos, mas também o que cuida deles”. No texto bíblico, Paulo fala de si mesmo, para lembrar aos tessalonicenses algumas características sobre a paternidade, que tem nos ajudado muito. Pois bem, como um pai pode participar da vida de seus filhos?
 
Em primeiro lugar, sendo um bom trabalhador (vs. 9).
 
Embora a igreja de Filipos tivesse enviado dinheiro para ajudar Paulo em Tessalônica, duas vezes (Fp 4. 15,16,) e embora ele tivesse o direito de exigir o sus-tento da igreja, (1Ts. 2.7), Paulo decidiu trabalhar para se sustentar (2Ts. 3.6-12). Um dos papeis do homem é o de provedor, e, na maioria das vezes, com a ajuda da es-posa, portanto, um pai trabalha para sustentar a família. Mas não é somente pra fora, o pai que participa também ajuda nos afazeres de casa. Desde o inicio, Karina e eu entendemos que o lar é nosso, portanto partilhamos tudo, inclusive as tarefas de casa. Eu também lavo a louça, limpo o chão, lavo o banheiro, cozinho, passo a roupa, tiro o lixo, faço mercado. Com os meninos, desde o começo, troco fraldas, dou banho, levo à escola, escolho a roupa. Fazemos tudo juntos! E, porque não faria? Aprendi com meus pais quando criança que é assim que se faz. Meu pai foi quem me ensinou a fazer arroz pela primeira vez. Minha mãe sempre trabalhou fora para ajudar em casa. Então quando chegavam à tarde, os dois faziam tudo juntos. Conforme meus irmãos e eu fomos crescendo aprendemos com eles e dividíamos as tarefas.
É claro que nem sempre gostávamos. Ainda é assim. Mas não é justo a mãe cuidar de tudo sozinha. Além do mais, se eu faço alguma coisa, não faço porque sou referência de bondade para alguém. Eu preciso vencer a preguiça e a indisposição para fazer toda vez. Isso tem uma repercussão muito positiva em nossos fi-lhos, pois nosso exemplo torna mais eficiente o ensino que lhes transmitimos. Em casa, nosso filho mais velho, de 6 anos, é quem troca o lixo do banheiro, nem sem-pre ele quer, mas faz direitinho. Esses dias ele terminou de lavar a louça para mãe. Por mim mesmo, não quero e não consigo fazer essas coisas. Mas Deus trabalha por nós o tempo todo, e por nos amar trabalha em nós também. Se, fazemos tudo juntos, é porque nos amamos, sobretudo, é porque o nosso Pai celestial fez muito mais por nós e nos amou primeiro e concede-nos força a cada dia.
Em segundo lugar, tendo um bom procedimento (vs. 10).
 
Paulo tinha um bom procedimento com relação a Deus, consigo mesmo e com o os outros. Ele vivia de maneira santa. Tinha uma vida piedosa. Era um homem de oração. Tinha uma postura justa. Era um homem integro e não de duas caras. Mas também era irrepreensível. Ele tinha um bom relacionamento com as pes-soas. Viver de maneira santa, justa e irrepreensível não são escolhas que podemos fazer, para viver separadamente. Os três adjetivos estão juntos no exemplo de Paulo e devem ser perseguidos por nós com perseverança simultaneamente. Na correria que vivemos em nosso tempo, é um desafio desenvolver uma vida de oração, por exemplo.
Mas temos lutado para fazer um culto doméstico diário com nossos filhos, o que nem sempre conseguimos. Porém, não queremos desistir, pois esse momento faz a diferença para nós e entendemos que se trata de uma necessidade espiritual. Estevão já teve algumas experiências de curas e paz enquanto oramos juntos. Ele ora desde pequeno. Mas tem dias que não quer orar, assim como nós também não queremos. Mas sempre insistimos com ele e também com o nosso caçula de dois aninhos, que normalmente fica inquieto nessas horas. Procuramos treinar o caráter deles para serem honestos em tudo e com todos. Não é fácil, precisamos da ajuda de Deus todos os dias. E ainda bem que Ele nos ajuda pela sua bondade inesgotável. Pois sem o Senhor do nosso lado para nos sustentar, além de não fazermos o que é correto aos seus olhos e aos olhos dos outros, corremos o risco de fazer o contrário.
 
Em terceiro e último lugar, tendo boas palavras (vs. 11-12).
 
Wiersbe também disse que “um pai não deve apenas sustentar a família com seu trabalho e ensinar-lhe com seu exemplo, mas também deve ter tempo para conversar com os membros da família”. Paulo ensinava, encorajava, consolava e confrontava cada filho espiritual, individualmente. Será que temos tempo para conversar com nossos filhos ou sempre estamos ocupados com alguma coisa ou com algum adulto? Hoje em dia, os dispositivos eletrônicos (tablets, celulares, entre outros), passam mais tempo dialogando com eles do que nós. Este também é um empreendimento que lutamos para pôr em prática. Até por causa dos malefícios que o uso contínuo destes pode acarretar no cérebro de nossos filhos. Cientistas comprovam que o uso do celular e seus similares, por mais de uma hora seguida, em crianças de 2 a 5 anos prejudica lhes no desenvolvimento. Até dois anos é contraindicado!
 
Essa também foi uma descoberta recente para nós. O desafio agora é tirar aos poucos para não causar um trauma abrupto neles. Então tentamos passar mais tempo de qualidade com eles, conversando, brincando, passeando, fazendo com-pras. Eles valorizam as coisas simples. Quando estou conversando com alguém e um deles vem chamar a minha atenção, procuro interromper a conversa, para dar atenção a eles. Enquanto escrevo, já parei várias vezes para responder e ajudar o mais velho com o dever de casa. São nesses momentos que lhes ensinamos mais. Quando estão errados e lhes corrigimos, também; eles choram, sofrem, e sofremos com eles. Mas aproveitamos a oportunidade para explicar-lhes o porquê da corre-ção. Abraçamo-nos e dizemos que amamos um ao outro. Isso realmente tem sido um grande aprendizado para mim.
 
Enfim, quando recebi o presente de ser pai pela primeira vez e nos dias se-guintes, até hoje – e agora, pai pela segunda vez – foi exatamente o que refletimos naquela conversa do almoço no seminário e a música do Tiquequê expressa isso com muita lucidez. Quando meus filhos nasceram, nasceu mamãe, nasceu papai. Aprendemos com a chegada do Estevão, ou melhor, estamos aprendendo. E com o nascimento do Jessé Augusto é a mesma coisa. Não sabia o que era ser pai de um menino, tampouco o que seria ser pai de dois meninos.
 
Não é porque temos dois filhos que não somos “pais de primeira viagem”. Sempre será uma viagem nova. A cada etapa da vida, deles e nossa, temos uma aventura diferente, onde aprendemos tanto com os erros quanto com a prática necessária e participativa de pai. Afinal de contas, “Não basta ser pai, tem que participar!”. Mas para isso, dependemos integralmente da Graça de Deus, o nosso Pai de amor, que entregou o seu único Filho, Jesus, para que recebêssemos o direto de sermos chamados seus filhos novamente (Jo 1:12; 3:16). Sejamos pais como Paulo foi para os tessalonicenses, tendo como modelo maior nosso Deus, para que nossos filhos vivam de maneira digna de Deus, que os chamou para o seu Reino e glória.
 
Mateus Silva de Almeida, pai de Estevão (6 anos) e Jessé Augusto (2 anos), casado com Karina Almeida há 8 anos. Pastor em tempo integral na Convenção Paulista da IAP desde 2010.
 
Referências
 
LOPES, Hernandes Dias. De pastor a pastor: princípios para ser um pastor segundo o coração de Deus. São Paulo: Hagnos, 2008.
 
ROBERTS, Michelle. Celular e tablets para crianças: passar muito tempo usando eletrônicos pode prejudicar desenvolvimento. Disponível em: <https://www.bbc.com/portuguese/geral-47036386> Publicado em 29/01/2019 – 06h57, Acesso em: 09/08/2019.

Capelania Prisional: O que você precisa saber?

As prisões se encontram praticamente em todas as cidades! Quando passamos perante seus altos muros, tentamos ignorá-las, não fosse o árduo trabalho que o Santo Espírito faz em nós, até conseguiríamos mesmo! O que precisamos saber? Ou melhor, será que queremos mesmo saber? Cabem-nos algumas perguntas! Já que se trata de um assunto tão difícil de ser tratado tanto pela igreja, quanto pelas políticas públicas.
Tentamos fugir da ordem de Jesus registrada em Mateus 25:36,43: …estava na prisão e fostes me ver… E olhem o que está escrito em Hebreus 13:3: lembrai-vos dos presos, como se estivésseis juntos com eles… Precisamos saber que atrás desses muros existem pessoas que estão pagando um preço muito alto por sua desobediência e falta de conhecimento sobre o Eterno e, se Ele, sendo soberano nos comissionou, então alguma coisa precisa mudar em nós!
Parece difícil aceitar o fato de que eles também são amados pelo mesmo Deus que nos ama. Aceitei o desafio e me envolvi com o ministério de capelania prisional. O primeiro contato foi horrível, no primeiro pavilhão visitado tive a sensação que não era lugar para nós estarmos, o cheiro era insuportável, meus pés ficaram pesados e a sensação de fracasso tomou conta de minha mente. No entanto, o Espírito Santo veio em meu socorro e imediatamente fui envolvida e restaurada de forma sobrenatural.
Quando o Senhor me abriu os olhos pude ver no pavilhão mais de duzentos homens e, estes andando de um lado para o outro sem chegar a lugar algum e, para minha surpresa fomos conduzidos a um local dentro do pavilhão que eles chamam de igreja, sim! Existe uma igreja lá dentro clamando por socorro! E nossa equipe estava sendo a resposta do seu clamor! Nossos irmãos improvisam um local feito com material reciclado, lá não tem nada de luxo! Eles oferecem seus assentos à equipe e eles ficam em pé ouvindo a palavra, esta que muitas vezes nós não paramos para ouvi-la.
Lá pude ver poder de Deus!  Poder sendo derramado entre nós, vi que lágrimas corriam no rosto deles, que falavam em outras línguas e cantavam com muita alegria e simplicidade, ali não havia microfones e instrumentos musicais. Porém, eles ofereciam uma adoração maravilhosa e DEUS certamente a recebia! Nossos irmãos presos adoram a Jesus debaixo de um sol muito quente e por eles a celebração pode durar o dia todo. Nossos irmãos fazem campanhas de oração na madrugada, fazem jejum e seus cultos acontecem de forma organizada. Aguardam ansiosamente a visita da equipe de capelania. Eles estão sendo ensinados a guardar os preceitos do Senhor, eles recebem batismo nas águas e ceia.
Eles não são tratados como inocentes como muitos pensam, ao contrário, fazemos um trabalho de conscientização sempre orientando que receberam o perdão dos seus pecados, porém as consequências de seus erros os acompanharão e, eles recebem isso como vindo de Deus para vida deles. Muitos nunca iriam parar para ouvir a voz do Eterno e reconhecem que estão ali porque Deus os livrou da morte e os transportou para o reino da luz.
Nossos momentos de oração são tensos, pois estamos em um lugar em que há pessoas dominadas pelo maligno, é nítida a opressão que sentimos lá dentro; como também é perceptível que o Espírito Santo nos envolve de forma especial. Quando entramos, esquecemos que estamos em um presídio. Ali ninguém é estrela; quem brilha é o REI da glória!
Precisamos saber que enquanto nos calamos, eles estão clamando por socorro. Precisamos saber que lá dentro, nossos irmãos acreditam que a igreja os espera e intercede por eles, que a igreja está disposta a amá-los sem julgamento ou preconceito. Precisamos saber que Deus esta à procura de pessoas que se disponham a ir à busca de vidas como essas que ninguém mais acredita. Precisamos saber que recebemos o perdão por nossos pecados e eles também receberão. Precisamos saber que eles têm famílias aqui fora que necessitam receber a visita de pessoas como você. Precisamos saber que missão se faz fora do templo, no secreto onde os holofotes não brilham e que a chama do Espírito arde no coração. Precisamos saber que vidas estão sendo eliminadas da face da terra enquanto estamos preocupados com construções de coisas materiais ou equipamentos sofisticados.
Nossa missão não é fazer o que quero e, sim o que o Senhor manda. E essa é a ordem idepregue em tempo e fora de tempo, ensinem a guardarem todas as coisas e, se você pensar que está sozinho olha o que Cristo diz: Estarei com vocês todos os dias… Marcos 16:15, e então virá o fim! Somos uma equipe muito pequena comparada à demanda apresentada. Creio que se você conseguiu ler essa reflexão até o final, é porque este assunto te interessa, então ouça a voz do Espírito Santo te convidando a ser um voluntário. Nossa equipe conta com o número de 250 voluntários(as), muito pequeno comparado a uma carência tão grande. Reflita e aceite esse chamado e você nunca mais será o mesmo.
Por: Rosely Tavares, congrega na Igreja Adventista da Promessa de Avaré, SP. Graduanda em serviço social. Voluntária em capelania prisional e em aconselhamento espiritual para dependentes de substâncias psicoativas. Diretora do ministério de mulheres regional.
Se desejar ser um voluntário, entre em contato pelo email: solcapelania|@hotmail.com e se informe.
 

Espremi a laranja, saiu suco

Me espremeram, saiu…

“Ele foi oprimido e afligido, contudo não abriu a sua boca; como um cordeiro foi levado para o matadouro, e como uma ovelha que diante de seus tosquiadores fica calada, ele não abriu a sua boca.” (Isaías 53:7)
Quando uma laranja é espremida, o resultado é o suco da laranja. O limão espremido resulta em suco de limão, a azeitona espremida, dá azeite e tantos outros produtos que, uma vez espremidos, têm como resultado a essência do produto.
Quando você é “espremido” pelas adversidades da vida, o que “sai” de você?
Quando você é injustiçado, quando você é difamado, maltratado, rejeitado, confrontado, o que sai de você?
A Bíblia diz que a boca fala do que está cheio o coração. Quando as adversidades espremem você, consegue ver Deus agindo a seu favor? Você consegue ver Deus forjando o caráter de Cristo na sua vida? Você consegue se calar, orar, louvar, agradecer, amar?
Abraão foi espremido e saiu fé.
Ester foi espremida e saiu oração e jejum.
Maria foi espremida e saiu entrega.
Paulo e Silas foram espremidos e saíram louvores.
Estevão foi espremido e saiu adoração.
Jesus foi espremido, moído, afligido e dele saiu amor.
É nas adversidades que revelamos quem realmente somos, onde estão plantadas nossas raízes, nossa essência. É nas adversidades que vemos o resultado da nossa vida no Secreto, aos pés do Pai. E se o resultado tem sido algo negativo, talvez seja necessário parar, respirar, ver onde caímos e recomeçar. O mais importante de tudo isso é que Deus sempre está disposto a nos dar uma nova oportunidade e nos ajudar em todo processo.
Você tem sido espremido pelo Pai? Qual tem sido o resultado?
 

Discipulado entre Mulheres

[vc_row][vc_column][epic_element_header compatible_column_notice=”” header_type=”heading_6″ first_title=”Discipulado entre Mulheres”][/vc_column][/vc_row][vc_row][vc_column width=”1/2″][vc_single_image image=”25671″ img_size=”large”][/vc_column][vc_column width=”1/2″ el_class=”text-left”][vc_column_text]O discipulado entre mulheres é muito mais do que um estudo bíblico. Neste livro, a teóloga e doutora em psicologia, Paula Coatti Ferreira, faz uma profunda análise desse processo, tendo como base os papéis sociais do feminino e do masculino na família.
Compre clicando aqui arrow_forward[/vc_column_text][/vc_column][/vc_row]

Discipulado entre mulheres

Lançamento do livro

No dia 12 de fevereiro, aconteceu em São Paulo o lançamento do livro Discipulado entre Mulheres, da autora Paula Coatti, com apoio do Ministério de Mulheres da Igreja Adventista da Promessa. O evento foi no Seminário Teológico do Betel Brasileiro, durante a Semana Teológica (evento que acontece todos os anos nessa instituição).
A repercussão do livro foi muito boa, inclusive entre os homens. A teóloga e doutora em Psicologia, Paula Coatti, numa breve explanação sobre a obra, disse que: “não se trata de um livro padrão de discipulado; antes é uma profunda análise do feminino e do masculino no contexto familiar.”
Ela partiu do conceito de que o alicerce da pessoa é formado no ambiente familiar. “Assim, as mulheres precisam se conscientizar dessa importância , revendo sua postura como discipuladora e discípula em cada papel familiar: mãe, esposa, tia, avó, entre outros.”
Você pode adquirir o livro no site da Editora A Voz do Cenáculo – www.vozdocenaculo.com.br, ou pelo whatsapp (11) 94216-1080.

Mais do que estudo bíblico

“Discipulado é mais do que um estudo bíblico com alguém. É um processo educacional de vida, em que discipuladora e discípula empreendem uma caminhada em busca de serem cada vez mais parecidas com Cristo.” Essa é a definição de Paula Coatti, doutora em Psicologia e terapeuta cristão, a preletora deste sábado no Treinamento – Discipulado entre Mulheres.
Paula começou sua fala diferenciando identidade e identificação e abordando os papeis sociais na familia nuclear (pai, mãe e filhos). “O projeto de Deus é a parceria, não o machismo ou feminismo, que instigam provar quem é superior ou inferior”.
“O que distingue o homem ou mulher não é a atividade. Quem estabeleceu que a mulher cuida sozinha dos filhos ou que o homem não cozinha? Antes de serem marido ou mulher, são discípulos de Cristo e devem estabelecer uma parceria em tudo.”

Discipulado entre mulheres

Liderança feminina da IAP em evento em SP
Neste sábado e domingo, cerca de 100 muheres da liderança feminina da IAP esarão refletindo sobre o que é e a importância do discipulado feminino. O treinamento foi organizado pelo ministério feminino da Igreja Adventista da Promessa (Fesofap) e reúne as líderes de Resofaps, missionárias e mulheres de todo o Brasil que exercem liderança em suas comunidades locais.
Pr. Osmar Pedro, vice -presidente da IAP , abriu o evento convidando a todas para orarem pelos propósitos dos 100 dias de oração e destacando a importância da atuação feminina na IAP.

14 de Novembro – Dia da Mulher Promessista

Continue exalando o “bom perfume” de Cristo

Fágil e forte, corajosa e dependente,
sensível e racional, assim é a mulher
criada por Deus, com toda a sua
complexidade. Ele conhece seus
sonhos, anseios, medos e alegrias.
E também olha além de suas limitações,
fazendo-a benção para os outros e
para que Sua glória se revele.
Mulher promessista, continue exalando
o “bom perfume de Cristo” para que
outras pessoas sejam alcançadas.
Parabéns!

A graça compartilhada

As mulheres da Resofap Amazônica decidiram sair das 4 paredes da igreja e levar o Evangelho a diferentes lugares. Os frutos são notórios! Conheça mais de perto esse trabalho no Congresso Feminino da Fesofap.

Congressos por todo o Brasil

Leia a repercussão dos eventos femininos no site da Fesofap


Até o final do ano, muitos Congressos de Mulheres estão ocorrendo por todo o Brasil, realizados pelas Resofaps. A Fesofap será representada em todos. Temos a certeza de que a benção do Senhor já está  e continuará derramada entre as mulheres da IAP. Acompanhe as notícias de cada evento no www.fesofap.com.br

Culto evangelístico da Resofap Seal

Oito pessoas recebem Jesus como Salvador

O culto evangelístico promovido pela Resofap Seal (Sergipe / Alagoas) em junho foi uma grande bênção para toda a igreja. Oito pessoas receberam Jesus como Salvador, sendo quatro de Alagoas (todos da mesma família) e quatro de Sergipe. O evento foi promovido atendendo iniciativa da Fesofap, de que todas as Resofaps realizem culto evangelístico anualmente.