Curso para professores de Escola Bíblica ensina uso da tecnologia, dinâmicas e preparo de aula

O ‘Mestres do Ensino’ entra na 2ª edição e terá cinco aulas ao vivo no Promessa Educa.

 

Da tecnologia ao contexto bíblico, das dicas pedagógicas ao planejamento de aula, a Secretaria de Escola Bíblica da Convenção Geral, em parceria com o Promessa Educa, plataforma de ensino a distância do CETAP Geral, realizará de 23 a 27 de fevereiro a capacitação Mestres do Ensino 2026.

Serão cinco noites de conteúdo prático, e-book digital exclusivo e certificado de participação. As inscrições já estão abertas e podem ser realizadas pelo link: site.promessaeduca.com.br/curso/view/30

“Nessa segunda edição teremos uma variedade de disciplinas que vão proporcionar ao professor ferramentas para uma aula mais criativa e dinâmica. Além disso, ele terá mais embasamento, tanto com relação às Escrituras quanto com relação à tecnologia”, esclarece a líder da Secretaria de Escola Bíblica, missionária Célia Beltran. “Convido pastores, professores e todos os que amam a Escola Bíblica a se envolverem e participarem dessa maratona para fortalecer as aulas na igreja local”, completou.

As disciplinas do curso incluem:

  • O preparo do professor e o engajamento da classe
  • Estímulos didáticos: além do texto e da fala
  • O texto no lugar certo: geografia, mapas e contextos
  • Tecnologia como apoio ao ensino bíblico
  • Curadoria cultural: discernimento em tempos de excesso

A proposta é reunir professores da Escola Bíblica de todo o Brasil em uma formação acessível e alinhada às necessidades da igreja local. O investimento é de apenas R$ 59,99.

Serviço
Curso: Mestres do Ensino 2026
Data: 23 a 27 de fevereiro
Inscrições: https://site.promessaeduca.com.br/curso/view/30
Investimento: R$ 59,99

Texto: Agência Promessista de Comunicação (APC)

CNPJ local: e-book auxilia implantação de programa nas igrejas locais

Aprovada pela Junta Geral Deliberativa (JGD), a iniciativa “Igrejas Vivas” apresenta caminhos e diretrizes para o pedido de CNPJ, dentro de critérios definidos.

 

Está disponível no Promessistas.org o e-book que auxilia as Igrejas Adventistas da Promessa na implementação do programa “Igrejas Vivas”, aprovado pela Junta Geral Deliberativa (JGD). A iniciativa visa apresentar os caminhos e as diretrizes para que cada comunidade local possa solicitar seu CNPJ, dentro de critérios específicos. Além disso, o propósito é que o Senhor continue  a fortalecer para que cada igreja local seja cada vez mais bíblica e viva. 

O livro digital contém a seguinte estrutura: O que é?; 1. A justificativa bíblica; 2. Os critérios mínimos; 3. Os caminhos da legalização; 4. As questões financeiras; 5. O relacionamento com a DCR (Diretoria da Convenção Regional); e 6. Os compromissos básicos. O material pode ser baixado aqui ou na área de downloads deste portal (https://promessistas.org/downloads/). 

Autonomia bíblica e responsável

De acordo com a apresentação do e-book, o grupo de trabalho da JGD adotou uma diretriz básica: “Que as igrejas locais tenham autonomia, inclusive administrativa, e que, gradualmente, num futuro, o nosso modelo administrativo mude”. O documento explica que essa mudança decorre de um trabalho realizado ao longo de quase duas décadas. 

“Há tempo afirmamos que desejamos igrejas locais protagonistas dentro do nosso sistema administrativo, e o programa ‘Igrejas Vivas’ apresenta caminhos para que este desejo se torne uma realidade. É importante lembrarmos que, há quase 20 anos, a Igreja Adventista da Promessa vem caminhando para descentralizar a administração”, relembra o texto.

Além disso, o e-book informa que esse movimento de descentralização ocorre de forma gradual. “Esse movimento se iniciou com a decisão de conceder CNPJ às Convenções Regionais. Agora que todas elas já possuem os seus CNPJ’s, chegou a vez das igrejas locais”.

Com base bíblica e com o objetivo de ampliar a missão e a participação dos promessistas, o documento destaca que, no Novo Testamento, a membresia das igrejas participava das decisões locais e gerais. Um exemplo é o episódio narrado em Atos 15, quando surgiu uma demanda a ser resolvida. Em Atos 15.22, lemos: “Então, pareceu bem aos apóstolos e aos presbíteros, com toda a igreja”. Isso comprova que a membresia participava das decisões, analisa o documento.

 

Detalhes importantes

Por se tratar de uma aprovação institucional, o Estatuto das igrejas locais que se enquadrarem no programa já está disponível na área de downloads do Promessistas.org neste endereço: promessistas.org/downloads/. No local, há dois documentos:

  • Regulamento da Igreja Local, destinado às igrejas mantidas pelas Convenções Regionais, ou seja, igrejas que operam sob o CNPJ da Convenção Regional, modelo que todas devem utilizar desde maio de 2025.
  • Estatuto da Igreja Local, documento exclusivo para igrejas locais não mantidas pelas Convenções Regionais e vinculadas ao programa Igrejas Vivas, ou seja, igrejas que possuem CNPJ próprio.

Em caso de dúvidas, deve-se procurar a diretoria da Convenção Regional para mais informações.

Mais conteúdo

Para saber mais mais sobre o Programa “Igrejas Vivas”, a TV Viva Promessa tem em seu canal, uma entrevista com o Vice-Presidente da Convenção Geral, Pastor Eleilton Freitas (assista abaixo):

 

Texto: Agência Promessista de Comunicação (APC)

Com informações: JGD

CONSEJOS de la Lección 5 – Invitación al arrepentimiento

Consulta cuatro consejos con video, dinámicas y recursos pedagógicos para la clase de esta semana.

CONSEJO UNO – Video con resumen del profeta Zacarías (introducción e ítem)
Para ayudar a comprender el contexto del libro del profeta Zacarías, recomendamos, para estudio en casa o en el aula, el video “Zacarías”, de Bible Project. En él, profesores y alumnos aprenden más detalles sobre el esquema general del libro y su sentido, lo que contribuye a una mejor comprensión del mensaje presentado al pueblo.
Mira el video a continuación:

 

Atención: el video puede mostrarse completo o en fragmentos, según el tiempo disponible, sirviendo como introducción o refuerzo del contenido.Continue reading

Audiobook do livro “O Apocalipse” está disponível na TV Viva Promessa

A iniciativa tem foco em pessoas com deficiência visual ou visão monocular, mas atende também ao público em geral.

Uma parceria entre a Secretaria de Inclusão, a Editora Promessa e a Agência Promessista de Comunicação (APC) disponibiliza, na TV Viva Promessa no YouTube (www.youtube.com/@tvvivapromessa), o audiobook do livro O Apocalipse. O material tem foco em pessoas com deficiência visual, irmãos cegos e pessoas com baixa visão ou visão monocular, entre outras realidades, mas também atende ao público em geral que consome conteúdos em áudio.

A playlist pode ser acessada aqui:

 

Atualmente, já são três audiobooks disponíveis (clique nos nomes para ir aos conteúdos): O Doutrinal, Trilho do Discipulado e, agora, o livro O Apocalipse, todos da Editora Promessa.

Em entrevista ao Promessistas.org, a líder da Secretaria de Inclusão, Diaconisa Juliana Duque, explicou que há um público expressivo que pode consumir gratuitamente o conteúdo em áudio. “Entendemos que existe um público importante de pessoas com deficiência visual — irmãos idosos que perderam a visão por conta de diabetes, catarata ou outras condições —, irmãos cegos e muitos que têm baixa visão ou visão monocular, entre outras realidades, que não conseguem acessar conteúdos teológicos, doutrinários ou mesmo devocionais de forma habitual por meio da leitura”, analisa.

Ela explica a importância do material: “Essas pessoas não deixam de ler por preferência, mas por necessidade. Elas precisam de conteúdos em áudio para desenvolver a fé, continuar conhecendo e prosseguindo em conhecer Cristo e a sua Palavra”.

Segundo Juliana, muitos irmãos se emocionam por poder acessar O Doutrinal em audiobook, mesmo sem ter visão, ou o Trilho do Discipulado, outro material já disponível. “Agora queremos ampliar essa rede de estudos, entregando o livro O Apocalipse em áudio. Agradecemos à Editora Promessa, que nos autorizou a realizar esse projeto”.

Ela também destaca que o conteúdo atende a outros públicos. “Esses audiobooks têm servido a muitas pessoas. Na correria da vida, eles se tornaram um catalisador de estudos para o povo promessista em geral, pois geram acessibilidade aos novos contextos: dá para ouvir no carro enquanto dirige. Fiquei sabendo de um irmão caminhoneiro que estudou O Doutrinal enquanto ‘rodava’ pelo Brasil”.

Juliana conclui: “Esse é o nosso objetivo: servir uns aos outros, edificar uns aos outros e que o nome de Jesus seja glorificado”.

 

Sobre o livro
A série especial em áudio O Apocalipse é uma jornada profunda e transformadora pelo livro do Apocalipse, uma obra editada da Igreja Adventista da Promessa que auxilia na compreensão da última revelação de Jesus Cristo, não como um livro de medo, mas de esperança, consolo e vitória final de Deus.

A versão impressa do livro está disponível na loja virtual da editora:
www.editorapromessa.com.br/produtos/o-apocalipse/

Texto: Andrei Sampaio/Agência Promessista de Comunicação (APC)

DICAS da Lição 5 – Convite ao arrependimento

Confira cinco dicas com vídeos, dinâmicas e recursos visuais para a aula desta semana. 

 

DICA UM – Vídeo com resumo do profeta Zacarias (introdução e item)

Para ajudar a entender o contexto do livro do profeta Zacarias, indicamos, para estudo em casa ou na sala de aula, o vídeo “Zacarias”, do Bible Project. Nele, professores e alunos aprendem mais detalhes sobre o esboço geral do livro e o seu sentido, contribuindo para uma melhor compreensão da mensagem apresentada ao povo.

Português:

 

Atenção: o vídeo pode ser exibido integralmente ou em trechos, conforme o tempo disponível, servindo como introdução ou reforço do conteúdo.

 

DICA DOIS – Recurso “Convite divino” (introdução ou item 3)

Pergunte aos alunos: Como se sente quando recebe um convite para um aniversário, casamento ou algo importante? Nesse primeiro trecho de Zacarias 1:1-7, Deus envia um convite ao povo por meio da profecia de Zacarias.

Nesse momento, distribua um convite contendo o texto de Zacarias 1:3:
“Portanto, diga ao povo: ‘Assim diz o Senhor dos Exércitos: Voltem-se para mim, e eu me voltarei para vocês, diz o Senhor dos Exércitos’” (Zc 1:3 – NVT).

Coloque a porção da Escritura em envelopes pequenos ou médios, coloridos, com o texto escrito. Após distribuir aos alunos, conduza a reflexão com as perguntas:

  • Como vocês se sentem ao ler essas palavras?
  • Qual seria a reação diante desse convite?
  • Como vocês veem o papel do profeta Zacarias nesse contexto?

DICA TRÊS – Dinâmica “Atenção necessária” (Introdução)

O professor pode iniciar pedindo que os alunos fiquem de costas para ele. Em seguida, leia o texto inicial da lição e faça algumas explicações da introdução. Depois disso, caminhe pela sala e pergunte aos alunos:

  • Quais são as dificuldades de assistir à aula dessa forma?
  • O que há de estranho nessa situação?

Após a reflexão, peça que os alunos voltem à posição normal e explique: na prática, os antepassados daquela geração de Israel viraram de costas para os ensinamentos do Senhor. Na profecia de Zacarias, era tempo de voltar-se para Deus e aceitar o convite ao arrependimento.

DICA QUATRO – Dinâmica “Mural das escolhas” (item 2)

Prepare um mural com as seguintes palavras dispostas em sequência:
Deus – pecado – distrações – Palavra de Deus – ânimo – desânimo.

Escolha dois alunos e, à medida que se aproximem de cada palavra, pergunte: devemos virar de costas ou receber isso em nossa vida?
Embora a resposta pareça óbvia, explique que os antepassados de Israel, muitas vezes, escolheram errado e se viraram de costas para o que era bom e abraçaram aquilo que era ruim. Deus, porém, chamava as novas gerações para uma atitude diferente.

Ao final, pergunte à classe: qual tem sido a nossa escolha hoje?

DICA CINCO – Resumo em vídeo

Resumos em vídeo da aula podem ajudar tanto na obtenção de novas ideias quanto na apresentação de conteúdos para estudo pessoal ou para exibição em sala. Neste episódio 5, algumas telas do vídeo abaixo apresentam uma linha do tempo que contribui para o entendimento do contexto da profecia de Zacarias, abordando a reconstrução paralisada, a equipe usada no processo de despertar o povo de Deus e o significado original do arrependimento.

Esses pontos principais funcionam como boas ilustrações para serem exibidas durante a aula.

 

Texto: Secretaria de Escola Bíblica

94 anos da Promessa é celebrado com louvores de Paulo Cesar Baruk e a mensagem da cruz na Convenção Paulista

Cerca de 1.300 promessistas, representantes de 40 igrejas locais celebraram ao Senhor num tempo de festa ao Senhor no Espaço Promessa, em Cosmópolis (SP). 

 

A celebração regional realizada pela Convenção Paulista, em comemoração aos 94 anos da Igreja Adventista da Promessa, reuniu cerca de 1.300 promessistas e representantes de 40 igrejas locais, para um momento especial na presença de Deus. O louvor foi ministrado pelo cantor Paulo Cesar Baruk, que, de forma cativante, conduziu o público com muita reverência à adoração ao Senhor da Igreja, no Espaço Promessa, em Cosmópolis (SP), no dia 24 de janeiro. 

Em entrevista ao perfil do Instagram da convenção, o cantor ressaltou a importância da obra de Cristo no Calvário. “Na cruz Jesus efetuou e consumou o ato que transformou a nossa vida para sempre. Não apenas a minha vida individualmente, mas a condição de vida de toda a humanidade”, pontuou Baruk. E ainda explicou a profundidade e importância do Evangelho cristocêntrico.

 

“Na cruz, embora Ele não precisasse provar nada a ninguém, Jesus provou que o seu amor é mensurável por toda a humanidade.” E justificou: “Então, não há como deixar a cruz de fora das mensagens que a gente canta, das mensagens que são pregadas na oratória dos pastores e não há como deixar de fora a nossa percepção de que na cruz Jesus fez por nós o que ninguém mais poderia fazer”

A noite contou ainda com a participação especial de um coral de aproximadamente 50 crianças, organizado pelo Kids Paulista, o ministério regional de crianças, que cantaram a primeira música com Baruk, “Tributo a Iehovah”, abrilhantando a programação. O superintendente regional, Pastor Arley Dias, fez a abertura institucional após a exibição de um vídeo com o relato histórico dos 94 anos da igreja.

 

Testemunho e pregação
O pregador da noite, Pr. Mateus Silva de Almeida, que é o secretário regional, falou com  base em 1Coríntios 1:18-25. Ele explicou que desde o início, a Igreja existe porque existe uma mensagem. “E essa mensagem não é neutra, confortável ou culturalmente segura. Ela é a palavra da cruz. A cruz de Cristo não é apenas o ponto de partida da fé cristã; ela é o fundamento permanente da identidade, da missão e do futuro da Igreja. É isso que Paulo nos mostra neste texto: a cruz define quem somos, confronta cada geração e orienta a nossa missão no mundo”, esclareceu em sua pregação. 

Em seu sermão bíblico, os promessistas foram conduzidos em três verdades: 1. A Cruz Define A Identidade Da Igreja, 2. A Cruz Confronta Cada Geração Da Igreja E A 3. A Cruz Orienta A Igreja Para Missão. 

Mateus também testemunhou sobre um fato histórico pessoal. Falando sobre a missão, relembrou que, há muitas décadas, entre seis ou sete, o avô de Karina, sua esposa, João Lima, evangelizou seu avô, Manoel de Melo, no interior do Paraná. “A mensagem da cruz foi pregada pelos nossos pioneiros e chegou até nós hoje por meio de gerações. Décadas depois, conheci a Karina, nos casamos e temos esse legado de transmitir a mesma mensagem.”

Ele ressaltou que, na família de seu avô, hoje há pastores, presbíteros, músicos e muitos servos de Cristo, porque Deus usou o avô de Karina no passado. “Qual a chance de isso ter dado certo, se não fosse a condução do Senhor na história da igreja?”

E prosseguiu: “Se nos colocarmos à disposição do Senhor, valorizando nossa história e permitindo que Ele nos use com os recursos do nosso tempo, muitas outras famílias serão alcançadas, pela graça de Deus.”

 

Intercessão e missão

Após o sermão, ele conduziu um momento de oração junto com os pastores, no qual os promessistas puderam vir à frente para receber oração como resposta à missão. O apelo foi em torno da missão da igreja, destacando que são chamados a viver em missão sem desprezar nem “canonizar” a geração anterior, em nossa geração. Ao final, o Vice-Superintendente Pr. Moisés Laurentino concluiu agradecendo a todos e reforçando o compromisso assumido com a missão da igreja.

A programação também contou com recurso de acessibilidade, com interpretação em Libras, coordenada por Dilma Rodrigues, parceira da Inclusão Regional, e pela equipe da Promessa Itatiba.

 

Lançamento da noite

A noite contou ainda com o lançamento das inscrições para a Conferência Promessa, que será realizada junto com a Assembleia Regional, com os preletores confirmados: Pr. Tom Dias e Pr. Junior Mendes. As inscrições podem ser feitas em: https://www.e-inscricao.com/convencaopaulista/confpromessa.

 

Texto: Agência Promessista de Comunicação (APC)

Com informações: Secretaria Regional

Fotos: Divulgação

Mais de mil pessoas participam das comemorações dos 94 anos da Promessa na Convenção Noroeste

 Celebrações ocorreram em cinco cidades; em Jales (SP), sete vidas se entregaram a Cristo.

 

Cerca de 1.365 pessoas participaram das comemorações pelos 94 anos da Igreja Adventista da Promessa, promovidas pela Convenção Noroeste, no dia 24 de janeiro, no estado de São Paulo. As celebrações ocorreram em três cidades do interior paulista: Em Jales, onde sete pessoas se entregaram a Cristo; além de Votuporanga, São José do Rio Preto, Araçatuba e Jaboticabal. 

Celebração em Votuporanga.

 

Em Jales (SP), a programação reuniu cerca de 450 promessistas e convidados. Durante o culto, a mensagem do Evangelho da Cruz foi ministrada e sete vidas se entregaram a Cristo, para a glória da Igreja do Senhor.

 

Além de Jales, as comemorações também aconteceram em Votuporanga, com a participação de 360 irmãos, e em São José do Rio Preto, onde 325 pessoas louvaram ao Senhor Jesus em cultos marcados por adoração a Deus, comunhão entre os irmãos e a proclamação das Escrituras Sagradas.

Celebração em São José do Rio Preto.

 

Confira a celebração de Rio Preto: 

 

A festa também ocorreu em outras duas cidades da convenção: Jaboticabal, com 150 promessistas e com 80 irmãos e irmãs, em Jaboticabal.

Celebração em Araçatuba.

 

Texto: Agência Promessista de Comunicação (APC)
Com informações e fotos: Convenção Noroeste Paulista

 

Promessistas da Bahia celebram a Deus pelos 94 anos da Promessa

 Culto comemorativo ocorreu em Feira de Santana (BA), com cerca de 400 pessoas.

Cerca de 400 pessoas se reuniram para festejar os 94 anos da Igreja Adventista da Promessa no Brasil e no mundo, em celebração promovida pela Convenção Bahia. O culto comemorativo ocorreu em Feira de Santana (BA), no sábado (24), no Colégio Angélica de Morais, e contou com caravanas de promessistas vindas de cidades da região metropolitana de Salvador.

O encontro foi marcado por um culto de adoração a Jesus, em gratidão pela obra da cruz, e teve a pregação da Palavra ministrada pelo vice-presidente da Convenção Geral, pastor Eleilton Freitas.

Em mensagem divulgada, a diretoria regional destacou o significado da celebração: “A festa foi um momento de grande alegria e louvor a Deus. A Convenção Bahia é mais que seus administradores; é formada por todos os pastores que realizam a obra do Senhor, junto aos promessistas nas igrejas locais. Uma convenção grande, mas que ainda tem muito a crescer”.

Texto: Agência Promessista de Comunicação (APC)

Foto: Divulgação | Convenção Bahia

De Paulista (PE) para o mundo: Igreja Adventista da Promessa segue no anúncio do Evangelho da Cruz

Muito há que se fazer, mas números mostram que a igreja segue levando a mensagem do Salvador ao mundo. 

No dia 24 de janeiro de 1932, o fundador da Igreja Adventista da Promessa, que já havia saído de sua igreja anterior há quatro anos, voltou a orar ao Pai em busca do batismo no Espírito Santo, com a evidência de falar em línguas estranhas. Embora naquela tarde não pedisse o revestimento de poder de forma direta, seu clamor a Deus era para que não morresse em circunstâncias tão incertas.

“Não pedi para ser batizado com o Espírito Santo, mas Aquele que prometeu o Consolador aos seus discípulos e O deu lá no Cenáculo e, posteriormente, à Sua Igreja, respondeu à minha oração. Em línguas estranhas e glorificações ao Pai e ao Cordeiro exaltado, o Espírito Santo completou em meu ser a obra excelsa da Trindade. Possuído do gozo que experimentava o meu coração, levantei-me da oração e glorifiquei a Deus pelo que havia recebido”, contou o fundador.

Assim, após a “Tarde da Promessa Cumprida”, o Pr. João Augusto levantou-se e celebrou com a esposa, a pioneira Marcionila, com quem reforçou seu propósito de vida: sair pelo mundo, pregando o revestimento de poder. Do quarto da casa em Paulista, o pioneiro servo de Deus saiu pelo estado de Pernambuco, depois por São Paulo e Brasil afora, levando a mensagem poderosa.

Como testemunhou seu filho, Otoniel da Silveira, autor da primeira edição de Marcos que pontilham o caminho: “Papai desapareceu no dia seguinte e só voltou à casa depois de oito dias”. Assim, Deus foi acrescentando o número de salvos, e a Igreja da Promessa se expandiu, através do testemunho de outros homens e mulheres que foram chamados pelo Senhor.

 

Uma igreja global

Ao decorrer do tempo, Deus continua levantando seus servos e servas para pregar a Cristo, e este crucificado (1 Co 1:18-25). Como informou o presidente da Convenção Geral, Pastor Adelmilson Julio Pereira, durante sessão da Primeira Assembleia Geral da Convenção Euroásia, em 2025.

Ele lembrou que o Pr. João Augusto já sonhava, em 1954, com a chegada da denominação aos Estados Unidos. Em 1957, houve o primeiro contato com Portugal e, em 1961, com a Nigéria: “São os três primeiros contatos além do Oceano Atlântico. O que temos hoje é resultado de sonhos e orações”.

Por fim, Pr. Adelmilson ressaltou o impacto global do trabalho: “Essa obra começou lá atrás e está frutificando hoje para a glória de Deus. A nossa Igreja Adventista da Promessa, de fato, é uma Promessa global”.

No último relatório divulgado pela Secretaria da Convenção Geral, com dados referentes a 2024, o total de promessistas no Brasil é de 64.306. No exterior, são 7.405 fiéis, totalizando globalmente 71.711, um crescimento registrado de 3,94% em relação ao relatório de 2023. São 989 igrejas no Brasil e 90 igrejas no exterior. Atualmente, com a graça de Deus, a denominação está estabelecida em 19 países: Brasil, Argentina, Paraguai, Chile, Bolívia, Peru, El Salvador, Uruguai, Guatemala, Colômbia, Portugal, Espanha, Nepal, Índia, Inglaterra, Moçambique, Angola, Nigéria e Uganda.

Igreja avançando

Há ainda países com famílias promessistas: Honduras, Alemanha, França, Itália, Austrália, Irlanda, Japão e Canadá; e países com igrejas em plantação: Estados Unidos, Inglaterra, Catalunha e Equador. Também há Malawi e Burundi, ambos na África, que tiveram contatos virtuais e já contam com crentes que se consideram promessistas.

O líder geral destacou ainda o Projeto 2032, que prevê “ampliar as tendas” e plantar novas igrejas até o centenário da denominação. Entre os novos locais em planejamento estão Londres, na Inglaterra; Lisboa, em Portugal; Katmandu, no Nepal; Lucknow, na Índia; além de Alemanha e França, com cidades a serem definidas. O projeto visa alcançar também a Austrália.

Graças à parceria de promessistas em suas igrejas locais, convenções regionais, Junta de Missões e Aliança Mundial Promessista (AMP), o Evangelho da Cruz está sendo espalhado.

94 ANOS DA PROMESSA: A PREGAÇÃO DO EVANGELHO DA CRUZ

Confira sermão especial que analisa algumas verdades sobre a mensagem do calvário e suas consequências. 

 

“Certamente, a palavra da cruz é loucura para os que se perdem, mas para nós, que somos salvos, é poder de Deus. Pois está escrito: Destruirei a sabedoria dos sábios e aniquilarei a inteligência dos instruídos. Onde está o sábio? Onde, o escriba? Onde, o inquiridor deste século? Porventura, não tornou Deus louca a sabedoria do mundo?

Visto como, na sabedoria de Deus, o mundo não o conheceu por sua própria sabedoria, aprouve a Deus salvar os que creem pela loucura da pregação. Porque tanto os judeus pedem sinais como os gregos buscam sabedoria; mas nós pregamos a Cristo crucificado, escândalo para os judeus, loucura para os gentios;

mas para os que foram chamados, tanto judeus como gregos, pregamos a Cristo, poder de Deus e sabedoria de Deus. Porque a loucura de Deus é mais sábia do que os homens, e a fraqueza de Deus é mais forte do que os homens” (1 Coríntios 1:18-25).

 

Introdução

Escrevendo um artigo para uma antiga revista promessista chamada O Restaurador, de junho de 1945, o fundador da Igreja Adventista da Promessa, Pastor João Augusto da Silveira, refletiu em alguns dos versículos lidos acima. Entre essas reflexões estava a seguinte:

“Aos judeus que não entendiam a linguagem (João 8:43), Jesus perguntou lhes: ‘Porventura isto vos escandaliza?’ (João 6:61). A mensagem da cruz jamais será pregada sem escândalo. Paulo, o continuador desta mensagem, diz: ‘Os judeus pedem um sinal e os gregos buscam sabedoria, mas nós pregamos a Cristo crucificado, que é escândalo para os judeus e loucura para os gregos’ (1 Coríntios 1:22-23). Eis aqui o que pode fazer oposição à verdade que emana de Deus. Nós pregamos, diz o apóstolo, isto é, seja ou não escândalo e loucura. Os judeus não aceitam o Novo Testamento, alguns chamados cristãos rejeitam o Velho, e nós pregamos a Cristo como objeto central de toda a Bíblia.

Pregamos ainda que ele batiza hoje com o Espírito Santo como fez na igreja apostólica (Atos 2:4; Atos 10:44-45). O que nos importa se os judeus dizem que falamos línguas de lique lique ou que estamos cheios de mosto, e os gregos digam que somos incompreensíveis? O que muito nos interessa e sobremodo nos alegra é vermos, dia a dia, o número de almas se rendendo a Cristo e este derramar, em seus corações, o Espírito Santo da promessa” (Atos 2:38-39).

O pioneiro refletiu a respeito da mensagem do Calvário pregada pela Promessa há 94 anos de história. Ele destacou que essa mensagem é poderosa para transformar a vida e capacitar homens e mulheres ao anúncio da mensagem (Romanos 1:16; Atos 1:8). Diante disso, vale refletir sobre algumas verdades do “Evangelho da cruz” (1 Coríntios 1:18).

[continua após o anuncio]

Assista o Programa especial de 94 anos na TV Viva Promessa:

 

1. O EVANGELHO DA CRUZ É UMA MENSAGEM PARA SER CRIDA

Quando se dirigiu aos irmãos de Corinto, Paulo afirmou no início de sua carta: “Pois a mensagem da cruz é loucura para os que estão perecendo, mas para nós, que estamos sendo salvos, é o poder de Deus” (1 Coríntios 1:18). Ele disse que judeus e gregos não entenderam a mensagem da cruz como uma mensagem poderosa (1 Coríntios 1:22). Mas por que o entendimento foi esse?

Analisando o texto de 1 Coríntios 1:22-24, o Comentário Bíblico Matthew Henry diz que “muitos judeus pensaram que as Boas Novas de Jesus eram tolice, porque lhes tinham ensinado que o Messias seria um rei conquistador […] Jesus não restaurou o trono de Davi como eles esperavam que o fizesse. Além disso, foi executado como um criminoso comum e, como um criminoso poderia ser um salvador?”. E prossegue analisando o contexto: “Os gregos também consideravam que o evangelho era néscio: não acreditavam na ressurreição corporal; não viam em Jesus as características poderosas dos deuses de sua mitologia e pensavam que uma pessoa com reputação não devia ser crucificada.”

Porém Paulo faz uma defesa aos cristãos de Corinto do poder transformador do Evangelho. Ele, sob inspiração do Espírito, disse: “mas para os que foram chamados, tanto judeus como gregos, pregamos a Cristo, poder de Deus e sabedoria de Deus” (1 Coríntios 1:24). Os que estão sendo salvos são os que creram na salvação de Cristo, aqueles que passaram da morte para a vida (João 5:24) e os que recebem o poder da obra da cruz, capaz de transformar o pecador (2 Coríntios 5:17).

A mensagem da cruz é uma mensagem de transformação e a forma que Deus escolheu para salvar homens e mulheres, judeus e gregos, brasileiros e estrangeiros (Romanos 1:16). Por duas vezes no texto é dito que a mensagem do Calvário é o “poder de Deus” (1 Coríntios 1:18,24), em grego encontramos a expressão “dynamis”, a mensagem carrega a ação de Deus em  transformar a vida de alguém. 

O profeta Isaías falou desse poder transformador do Calvário para quem crê. Isaías 53:4-5 diz: “Certamente, ele tomou sobre si as nossas enfermidades e as nossas dores levou sobre si; e nós o reputávamos por aflito, ferido de Deus e oprimido. Mas ele foi traspassado pelas nossas transgressões e moído pelas nossas iniquidades; o castigo que nos traz a paz estava sobre ele, e pelas suas pisaduras fomos sarados.” 

Em outras palavras, o profeta messiânico, que viveu cerca de 800 anos antes de Cristo, profetizou que crer no sofrimento de Jesus salva (Isaías 53:6). Confiar na obra do Servo sofredor cura. Ter fé naquilo que o Salvador fez na cruz traz a paz com Deus (Romanos 5:1), traz a paz para dentro da alma e nos torna construtores da paz (Mateus 5:9).

Aparentemente, o Cristo crucificado na cruz, instrumento de punição dos piores malfeitores da época, não pode sarar ou trazer a paz, mas por meio da morte e da ressurreição de Cristo, o pecador que crê é salvo da morte eterna (João 11:25-26), é reconectado com Deus (Colossenses 1:20) e passa a ser uma nova pessoa (2 Coríntios 5:17). Essa é a poderosa consequência da fé em Cristo: somos mudados das “águas para o vinho” (João 2:9), não da noite para o dia, mas pela graça que nos liberta do poder do pecado para uma vida de santidade (Romanos 6:22).

 

2. O EVANGELHO DA CRUZ É UM ESTILO DE VIDA PRA SER VIVIDO

 

Diante da mensagem que nos transforma quando cremos, aprendemos que o Evangelho da cruz é um estilo de vida para ser vivido. Ele nos coloca no caminho do discipulado, no caminho da cruz. Aqui lembramos do que Jesus nos disse: “Se alguém quer vir após mim, a si mesmo se negue, tome a sua cruz e siga-me” (Mateus 16:24).

Mas o que é “tomar a cruz” que Jesus mandou carregar? Vale ressaltar que essa cruz da qual Jesus falou não é o cônjuge, não é uma doença nem uma circunstância, por mais difícil que eles sejam. Ela não tem uma medida diferente para cada um e nem muito menos tem o mesmo sentido da cruz de Cristo, que trouxe salvação à humanidade. Não! A cruz do discípulo é uma vida de testemunho. 

Primeiro, é uma vida em que o ego é “crucificado”. Quem deseja seguir o Senhor deve abrir mão de escolhas pessoais para fazer a vontade de Jesus (Lucas 22:42). Segundo, é necessária a atitude de “tomar a cruz”, ou seja, viver como o Crucificado viveu, com novos pensamentos, atitudes e intenções (Gálatas 2:20). Afinal, nos tornamos “cópias de Jesus”, como escreveu Pedro em sua primeira carta: “Porquanto para isto mesmo fostes chamados, pois que também Cristo sofreu em vosso lugar, deixando vos exemplo para seguirdes os seus passos” (1 Pedro 2:21).

Portanto, “carregar a cruz” é viver o discipulado ensinado por Jesus, negar a si mesmo, renunciar ao pecado e seguir o Senhor em obediência (Romanos 6:11). Ao celebrarmos os 94 anos da Promessa, reafirmamos nosso compromisso com o Evangelho da cruz, que transforma vidas e conduz ao caminho da salvação e ao discipulado (Gálatas 2:20).

Lembramos do Evangelho da cruz, da porta estreita e do caminho estreito (Mateus 7:13-14). O discipulado exige renúncia ao pecado e obediência aos mandamentos do Senhor, é uma “vida em forma de cruz” (João 14:15). Lembramos que somos parte daquele povo que o apóstolo João viu, “os que têm o testemunho de Jesus e guardam os mandamentos de Deus” (Apocalipse 12:17). É esse povo que, na grande tribulação, não se renderá ao anticristo, mas será protegido por Deus e encontrará o Senhor em sua volta (Apocalipse 14:12; 1 Tessalonicenses 4:16-17).

 

3. O EVANGELHO DA CRUZ É ANÚNCIO PARA SER PROCLAMADO

Faz parte do estilo de vida dos cristãos uma vida de proclamação do Evangelho. No trecho de 1 Coríntios 1:18-25, Paulo menciona a importância da pregação. No versículo 21 ele escreveu: “Visto como, na sabedoria de Deus, o mundo não o conheceu por sua própria sabedoria, aprouve a Deus salvar os que creem pela loucura da pregação”; e no versículo 23 ele ressalta: “mas nós pregamos a Cristo crucificado, escândalo para os judeus, loucura para os gentios”.

A palavra que aparece no primeiro texto é o termo em grego “kerygma”, que, segundo o livro Kerigma, do CETAP, “é o conteúdo da mensagem cristã (…). O verdadeiro conteúdo da pregação lhe fora dado pelo Senhor Jesus. Não pode ser adulterado, abrandado ou camuflado”.

O livro ainda reforça: “… uma das palavras utilizadas para pregação no Novo Testamento era empregada para se referir ao ‘arauto’, pessoa enviada pelo imperador para transmitir uma mensagem. Uma das qualidades que se exigia do arauto era que ele fosse fiel e transmitisse a mensagem exatamente como havia recebido”. Portanto, a Igreja de Cristo deve se manter fiel ao conteúdo da Bíblia Sagrada, que é a Palavra de Deus (2 Timóteo 4:2; Apocalipse 22:18-19).

No segundo texto, no versículo 23, o termo original é “kerysso”, no sentido do ato de anunciar a Palavra de Deus (Marcos 16:15; Romanos 10:14-15). Aqui lembramos que a mensagem da cruz é uma mensagem para ser compartilhada, não escondida (1 Coríntios 9:16).

O fundador da Igreja Adventista da Promessa, Pr. João Augusto da Silveira, vivenciou esse anúncio em sua vida. Quatro anos após ter recebido o batismo com o Espírito Santo, em 1936, entre tantas caminhadas, ele já estava realizando um batismo na cidade de Rolândia, no Paraná, depois de ter passado por São Paulo (Atos 1:8).

Essa missão pioneira continua ativa na vida de cada promessista. Décadas depois, a Igreja do Senhor segue em caminhada, com o poder do Altíssimo, ao anunciar o Evangelho de Cristo em tantos lugares, Brasil afora, levando muitas pessoas ao Evangelho da cruz (Mateus 28:19-20). Como em uma grande colheita, com 44 pessoas batizadas, que testemunharam publicamente sua fé em Moçambique, em 2025 (Atos 2:41).

Agora somos chamados para sermos os arautos de Jesus. Com a Bíblia na mente e nos lábios e o fogo do Espírito no coração, somos convocados a anunciar as virtudes daquele que nos chamou das trevas para a sua maravilhosa luz (1 Pedro 2:9). Como diz a visão da igreja: “Cada promessista sendo missionário no poder do Espírito Santo”. Chegou a sua voz, nossa vez de pregar o Evangelho da cruz (Romanos 10:17).

Busquemos o batismo no Espírito Santo, que nos dá poder para testemunhar (Atos 1:8). Estudemos as Escrituras, para anunciarmos com fidelidade a mensagem do Evangelho (2 Timóteo 2:15). Compartilhemos sem medo, em nossa rua e do outro lado do mundo, por meio dos cultos, nas classes de Escola Bíblica, nos Pequenos Grupos e Bases Missionárias. Anunciemos todo o conselho de Deus, anunciemos Jesus até que ele volte (Atos 20:27; Apocalipse 22:20).

 

Conclusão

A mensagem da cruz põe em cheque o nosso coração. Ela retira de nós as condições de nos salvar por nossas próprias forças (Efésios 2:8-9). Diante da cruz, somos lembrados de que o Crucificado inocente esteve lá por conta dos nossos pecados (1 Pedro 2:24), e as bênçãos gratuitas que recebemos só foram possíveis porque ele enfermou, foi moído por Deus e oprimido (Isaías 53:4-5).

A mensagem da cruz nos leva à reflexão do hino 76 do Hinário Brados de Júbilo, HBJ: “Morri, morri, na cruz por ti. Que fazes tu por mim? Morri, morri, na cruz por ti. Que fazes tu por mim?”. A mensagem do louvor e deste sermão nos chama a pelo menos três decisões.

A primeira é para quem não crê em Jesus: abra seu coração e se renda à mensagem do Calvário (João 3:16; Romanos 10:9). A segunda é o compromisso após ser chamado pelo Salvador: obedecer aos mandamentos do Mestre (João 14:15; Mateus 28:20). Por último, todos os cristãos promessistas são chamados a sair e anunciar o Evangelho da cruz no outro lado da rua e no outro lado do mundo (Mateus 28:19; Atos 1:8).

Baixe a versão PDF do texto aqui: SermãoEspecial_94 anos_ a pregação do evangelho da cruz_PDF

 

Texto: Agência Promessista de Comunicação (APC)

 

94 anos de Promessa: Programa entrevista Diácono parente de família pastoreada pelo Pr. João Augusto da Silveira

Conteúdo especial vai ao ar nesta sexta-feira (23), às 20h (horário de Brasília).

Na semana em que a Igreja Adventista da Promessa completa 94 anos de história, a TV Viva Promessa transmite um programa especial em que um dos destaques é uma entrevista com um parente de família pastoreada pelo Pastor João Augusto da Silveira, fundador da denominação. O conteúdo vai ao ar nesta sexta-feira (23), às 20h (horário de Brasília) no canal da TV no YouTube: @tvvivapromessa

“Vamos ter uma entrevista exclusiva com o Diácono Josafá Rufino, filho e neto de irmãos que fizeram parte das primeiras famílias que eram pastoreadas pelo Pastor João Augusto, que ainda eram do Sétimo Dia e depois foram para a Promessa. Nossa equipe gravou a entrevista onde as primeiras reuniões da igreja começaram”, revelou o colaborador da TV Viva Promessa, Pr. Santiago Correa.

Além da entrevista, o programa terá a participação da Diretoria da Convenção Geral e a pregação do Evangelho, com o secretário geral, Pr. Genesio Mendes Júnior.

 

Sobre a data

No próximo sábado, dia 24 de janeiro, a Igreja da Promessa comemora os 94 anos da experiência do batismo com o Espírito Santo, vivida na tarde daquele ano pelo pastor João Augusto da Silveira, na cidade de Paulista (PE), e que se tornou a data de fundação denominacional. Após o acontecimento, o fundador do promessismo compartilhou a experiência com familiares e amigos em seu estado e, posteriormente, em São Paulo, de onde a igreja se espalhou para todo o Brasil e o mundo.

Para saber mais detalhes sobre a experiência, assista ao documentário “Rota 32: a história de João Augusto da Silveira”, na TV Viva Promessa (assista abaixo); além de ler reportagens especiais no Promessistas.org.

 

Empreendedorismo e missão: expedição ao Marajó leva “sementes” para desenvolvimento local

A comunidade local teve atividades voltadas à produção de renda sustentável no Plantando Esperança Tajapuru; loja colaborativa foi aberta no Instagram.

 

Paula Santos, de 21 anos, é uma das jovens alcançadas pelo Projeto Plantando Esperança no Tajapuru, em Breves (PA), desde o início dos trabalhos e durante a Expedição 2026 da Agência Humanitária Promessista (AHP), ela pôde ser despertada para um lado que jamais imaginaria: o empreendedorismo, um dos focos da ação vivida entre os dias 11 e 16 de janeiro, na Ilha do Marajó.

 

Com a participação da irmã Juliana Mateusa, da Igreja Adventista da Promessa de Cotia, Convenção Paulistana em São Paulo (SP), que trabalha com projetos ligados ao empreendedorismo e a iniciativa Mulheres da Promessa, Paula sentiu-se tocada a estruturar pequenos negócios que ajudarão a movimentar a economia local, gerando renda e um legado permanente para os moradores.

“A vinda dos voluntários abrilhantou pra gente começar a investir em trabalhos artesanais, como, por exemplo, trabalhos que a gente faz aqui e que a gente pode colocar à venda online, que pode gerar valores e que pode ser reconhecido em outros lugares”, explicou a moradora. Com as primeiras noções de empreendedorismo dadas durante a missão, Paula e os demais moradores que vendem artesanato e roupas poderão escoar a produção. “A gente abriu uma loja online que se chama Tajapuru na rede. A gente vai começar a expor lá os trabalhos feitos artesanalmente e, assim, tentar vender pra outras pessoas”, explicou, sorridente, pela nova oportunidade.

Paula conta que, por meio da parceria dos voluntários, a visão foi ampliada. “Com as ideias que o pessoal deu, a gente tá tendo o reconhecimento de que o trabalho é valoroso e que a gente vai conseguir ir além”, ressaltou.

 

Empreendedorismo de mãos dadas com a missão

Por meio da parceria entre a AHP, a Convenção Norte e as igrejas da Promessa em Breves, serviços em saúde, psicologia, assistência social, atividades com crianças, além da pregação do Evangelho de Cristo, foram levados em quase uma semana de atividades. Assim como o empreendedorismo, que mais do que uma ajuda circunstancial, busca orientar uma ideia de sustentabilidade a longo prazo.

A voluntária Juliana, durante os dias da expedição, fez uma espécie de mapeamento no início dos trabalhos, quando observou e conversou com os líderes comunitários, viu o forte trabalho ligado com o açaí, e outras potencialidades para gerar sustentabilidade para os ribeirinhos.
“A gente pensou primeiro, criar uma liderança local para viabilizar melhor a comercialização desses produtos, para eles entenderem o valor de tudo que eles fabricam aqui, de quanto é bonita a arte deles, com os recursos que eles têm da natureza”, explicou Juliana.

A liderança local para organizar na produção dos artesanatos ficou a cargo de Paula. Também foi realizada uma feirinha no último dia da expedição, com artesanato produzido da comunidade: tapetes, remos, brinquedos de madeira, cestas de talas de árvores locais e paneiros estavam entre os produtos comercializados. Além disso, um Instagram foi aberto para ajudar a tornar a produção conhecida e vendável (@tajapurunarede), o que contribui para o desenvolvimento da região, mostrando que a expedição e o Projeto Plantando Esperança Tajapuru se comprometem com o desenvolvimento comunitário e a dignidade das pessoas, como valores vindos do Evangelho.

 

“Fazendo tendas” no Tajapuru

Juliana lembrou à reportagem que Paulo, enquanto pregava o Evangelho, também produzia tendas (Atos 18:1-3). Ela ressaltou que a assistência com cestas é importante, assim como a pregação do Evangelho, e que o empreendedorismo chega para somar, destacando a importância da pessoa nesse processo.
“Deus deu a todos dons e talentos. E quando a pessoa coloca isso em movimento, ela honra a Deus com isso, glorifica Deus com os dons dela, serve uns aos outros, sai daquela posição de só receber, mas passa também a agir, é incluída na missão”, ressaltou. “Então, acho que o empreendedorismo, além de gerar renda e dignidade financeira, é esperança, gera inclusão. Ele inclui a pessoa, inclui aquela comunidade na missão.”

Juliana destacou que a ideia é incentivar uma produção local para que, ao produzir artesanato, esse material sirva de lembrança para quem visita a missão, gerando legado e fonte de renda locais. “Isso vai trazer valor, eles vão se sentir reconhecidos em cada objeto. Traz muitos legados que vão além de recursos, além de dinheiro. São coisas muito profundas e significativas. Todos os negócios, quando são para o Reino, podem transformar.”

Além dos produtos artesanais, Paula, a empreendedora local, recebeu um “capital semente”, uma oferta pessoal, para que possa investir em uma loja de roupas e revender para os moradores da região. “A gente tá deixando um capital semente, com as irmãs da nossa igreja, para iniciar um negócio na área de vendas de roupas, e a ideia que a gente já colocou na cabeça dela, já identificou e já repassou, é que isso é uma forma de fazer missão”, pontuou. 

“Porque, ao vender uma roupa e atender os ribeirinhos, ela pode estar levando amor, a missão, fala de Deus; vende com segurança, comodidade e carinho. É usar os negócios não só para comercializar, mas para amar as pessoas por meio dos negócios, levar o evangelho e transformar realidades. Relacionamento, essa é a chave”, concluiu.

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‘bAutismo’: sinal da graça que encontra todos os espectros

Quando o Aautismo encontra o amor de Deus, a graça se sobrepõe a toda limitação

 

O título “bAutismo” nasceu de uma sugestão carinhosa e bem-humorada do meu amigo e irmão de caminhada Andrei Sampaio. Ele une duas palavras que, à primeira vista, parecem distantes (batismo e autismo), mas que na prática revelam algo extraordinário e disruptivo: a graça de Deus alcança todas as pessoas, sem exceções, inclusive pessoas com autismo.

Ao longo da minha jornada, tenho visto o Senhor agir poderosamente na vida de crianças e jovens autistas, conduzindo-os à fé, à comunhão com a igreja e à decisão pública por Jesus Cristo. E isso traz a tona uma verdade que precisamos nos lembrar, sem nunca esquecer:

Dentre todas as necessidades que o autismo pode apresentar, existe uma que é a mais fundamental de todas — pessoas autistas precisam de Jesus (Jo 3:16). Talvez essa afirmação cause estranhamento. Eu entendo.

O Transtorno do Espectro Autista (TEA) envolve inúmeras demandas: dificuldades de comunicação, desafios sensoriais, comorbidades como deficiência intelectual, epilepsia, apraxia de fala, transtornos de ansiedade, seletividade alimentar, TDAH, entre outras. Muitas pessoas passam a vida tentando responder a essas necessidades, o que de fato é importante.

Mas em meio a tantas ocupações legítimas por sinal, a verdade da cruz jamais deve ser suprimida, pois dentre todas as necessidades humanas ela deve ocupar a primazia, em primeiro lugar devemos atender a essa necessidade essencial: estar no reino, estar à sombra da cruz.

É em Cristo que pessoas autistas e suas famílias encontram força, propósito e esperança. É apenas em Jesus que elas encontrarão sentido, segurança e paz  para enfrentarem os tantos desafios da vida. É n’Ele que descobrimos que somos mais que vencedores, não por nossas capacidades, mas por causa d’Aquele que nos amou e nós capacita em cada acordar.

 

O mesmo Jesus que entregou Sua vida na cruz por amor a você, também ama profundamente cada pessoa autista. Ele toca esses corações de maneira singular. Ele transforma suas histórias, sem nenhuma restrição. Ele concede vida eterna, sem fazer acepção. Eu sei que o autismo traz desafios reais. Mas também sei que NADA pode nos separar do amor de Deus que está em Cristo Jesus (Rm 8:35).

Por mais intenso que seja o comprometimento, por mais profundo que seja o grau do autismo, mais profundo ainda é o amor de Deus. Maior é  seu poder de alcançar e transformar. Mais extrema é a graça d’Aquele que Se entregou por amor.

A missão da Igreja não é medir níveis de compreensão, calcular capacidades cognitivas ou avaliar limitações humanas. Nossa missão é pregar o Evangelho e confiar na Palavra que alcança o coração pela ação sobrenatural do Espírito Santo — o mesmo Espírito que convence do pecado, da justiça e do juízo (Jo 16:8).

 

Uma história de “bAutismo”

Essa verdade se tornou viva na minha própria história familiar por meio do Samuel, meu filho autista. Ele mal falava até os quatro anos de idade. Quando tinha apenas dois anos, ouvimos um prognóstico duro: “Ele nunca vai aprender.”

Para nós, como pais, ouvir isso foi devastador. Muitas preocupações surgiram. Mas a primeira que tomou meu coração foi: “Como vou ensinar Jesus para ele?” E a resposta foi simples: ensinando! (Dt 6:7) Falando, lendo, cantando, vivendo o Evangelho no dia a dia.

Aos cinco anos, ainda com poucas palavras, ensinei a ele e ao irmão, Pedro, a história da Páscoa. Como Samuel não conseguia explicar com palavras, pedi que desenhasse o significado. Ele desenhou Jesus na cruz. Ali eu entendi: o coração dele já havia sido alcançado. Aos nove anos, Samuel pediu para ser batizado. Achamos cedo e pedimos que esperasse.

Foto: Desenho do Samuel aos 5 anos.

 

Em cada apelo de batismo feito por seu pai, pastor da igreja, ele assentia, desejando ser candidato. E nós dizíamos: “Ainda não.” Mas ele sempre respondia: “Eu quero ser amigo de Jesus para sempre.” Quando o irmão mais velho se batizou, Samuel ficou triste por ainda não ter sido autorizado. Até que, aos onze anos, ele adoeceu com dengue. Foram dias difíceis. Ele perdeu quatro quilos em três dias e mal conseguia abrir os olhos. Tememos o pior. Oramos.

Em um momento de extrema fragilidade, ele me perguntou:

— “Mamãe, se eu morrer, eu vou para a eternidade com Jesus, como o tio Flávio?”

— “Vai, filho.”

— “Mas eu não batizei…”

 

Naquele instante, eu entendi que o desejo dele por Jesus precisava ser respeitado. Então meu marido e eu decidimos diante do Senhor que quando Samuel estivesse plenamente restabelecido, ele seria batizado no próximo culto de batismo da igreja. Três meses depois, no dia 5 de outubro de 2024, Samuel declarou publicamente sua fé nas águas batismais.

Foi um momento precioso. Um marco para ele, para nossa família, amigos de jornada cristãos ou não, e um testemunho extraordinário do poder e amor de Jesus! (E havia ainda um detalhe tocante: aquela data seria o aniversário do tio Flávio, meu irmão, que já dorme no Senhor. Para mim, foi um sinal da fidelidade e do cuidado de Deus.)

Não existe laudo, sentença ou prognóstico capaz de limitar o poder de Deus na vida daqueles que creem. Por isso, podemos afirmar com convicção, parafraseando Paulo: “Nem a morte, nem a vida, nem o autismo, nem qualquer outra condição… nada pode nos separar do amor de Deus que está em Cristo Jesus, nosso Senhor.”

Que o bAutismo continue sendo um testemunho vivo de que o Evangelho é para todos. A Ele seja toda a glória!

 

Texto: Diaconisa Juliana Duque | líder da Secretaria de Inclusão da Convenção Geral

Dormiu no Senhor o Pastor Abel de Mattos Neto, aos 66 anos

A Diretoria da Convenção Regional Meio Norte das Igrejas Adventistas da Promessa emitiu nota informando que descansou no Senhor o valoroso Pastor Abel de Mattos Neto, aos 66 anos, em decorrência de um choque séptico seguido de infecção. No comunicado, a convenção citou o texto bíblico: “Chorai com os que choram” (Romanos 12.15).

A nota diz que, apesar da circunstância, fica no coração dos que conheceram Abel e foram alcançados por seu ministério uma profunda gratidão a Deus por todo o tempo compartilhado com o amado Pastor, que vivenciou milagres em sua vida, como a cura de uma Leucemia noticiada pela TV Viva Promessa como fruto de intercessão do programa “Aliança de Oração”, e foi grato a Deus em todo momento.

A Diretoria Regional encerra o informe e pede aos irmãos que orem pela família, pela Diaconisa Domingas Matos dos Santos, sua esposa e agora viúva, e pelos filhos enlutados: Ana Tereza, Elba, Jeane, Josiane, Lucas, Sarah e Aglaysa. “Que Deus os console e que a esperança na ressurreição para a vida eterna permaneça em nossos corações”, conclui a nota de pesar.

 

Informações Fúnebres

O velório ocorrerá na Promessa do Porto Alegre, em Teresina (PI), a partir das 16h. O sepultamento será nesta quarta-feira (21), às 10h.

Texto: Agência Promessista de Comunicação (APC)
Com informações: Convenção Meio Norte

 

CONSEJOS de la Lección 4 – El Señor de la historia

Vea cuatro recursos que ayudan a dinamizar su clase: ambientación del aula, recurso visual y dos dinámicas.

 

CONSEJO UNO – Ambientación del aula (ítem 1)
Sugerimos que el profesor coloque, en el aula o en el espacio de enseñanza de la iglesia, algunos elementos que remitan a una obra de construcción, como: casco de seguridad, latas de pintura, martillo, pinceles, una pequeña escalera, etc. La propuesta es destacar que fue en un contexto semejante a este que Ageo transmitió el mensaje del Señor a Zorobabel.

Prepare la ambientación antes de la llegada de los alumnos. Luego, explique qué representan esos objetos y conduzca la reflexión, haciendo la conexión con el contenido del estudio: “Mientras el pueblo estaba con las ‘manos en la masa’, reconstruyendo el templo, Dios habló” (Ag 2:20).

 

CONSEJO DOS – Recurso visual
Para ayudar en la explicación sobre la importancia de la Palabra de Dios en la orientación de Su pueblo, preparamos dos pantallas ilustrativas: una con la imagen de un tren fuera de control y otra con la imagen de una brújula. Estas ilustraciones, mencionadas en el ítem 1, ayudan a comprender que la Historia no está sin dirección y que la Palabra de Dios orienta al pueblo de Dios como una brújula.

 

CONSEJO TRES – Dinámica “Corona aplastada”
Prepare para la clase una corona real, hecha de papel o adquirida en tiendas de artículos para fiestas. Al explicar el ítem 2, “El plan de la historia”, y al citar el texto de Ageo 2:22, en el cual el Señor enfatiza que iba a “derribar tronos y destruir poderes”, así como “destruir carros de guerra y a sus jinetes”, tome la corona y aplástela. Luego diga: “¡Eso es lo que el Señor hace con los poderes terrenales. Él es el Señor de la historia!”.
Después, pregunte a los alumnos: ¿cuál es la sensación al ver este gesto de aplastar la corona a la luz del texto de Ageo?

 

CONSEJO CUATRO – Dinámica: “El sello y la rueda”
Organice a los alumnos en círculo y explique que el círculo representa el plan de Dios en la historia. Elija a un alumno para representar a Jeconías y pídale que salga del círculo. Muestre a la clase que, con su salida, la rueda pierde la forma, ilustrando la ruptura causada por la desobediencia y por la pérdida de la autoridad delegada por Dios.
Luego, elija a otro alumno para representar a Zorobabel y pídale que ocupe el lugar dejado por Jeconías. Muestre que el círculo vuelve a formarse, indicando la restauración del plan de Dios.
Explique entonces: el sello era el anillo usado por el rey para validar decisiones. No tenía valor en sí mismo, sino que dependía de quien lo portaba. Jeconías perdió el privilegio por apartarse del Señor. En cambio, Zorobabel es llamado “sello” por Dios, pues fue elegido para restaurar la línea davídica, que culmina en Jesús.

Aplicación: Así como el círculo solo funciona cuando cada uno está en el lugar correcto, Dios conduce la historia usando personas que se ponen en Sus manos.

 

Texto: Secretaría de la Escuela Bíblica

DICAS da Lição 4 – O Senhor da história

Veja cinco recursos que ajudam no dinamismo em sua aula: cenário da aula, recurso visual, duas dinâmicas e um vídeo. 

DICA UM – Cenário de aula (item 1)

Sugerimos que o professor coloque, na sala de aula ou no espaço de ensino da igreja, alguns elementos que remetam a um canteiro de obras, como: capacete de segurança, latas de tinta, martelo, pincéis, uma pequena escada etc. A proposta é destacar que foi em um contexto semelhante a esse que Ageu transmitiu a mensagem do Senhor a Zorobabel.

Monte o cenário antes da chegada dos alunos. Em seguida, explique o que aqueles objetos representam e conduza a reflexão, fazendo a ligação com o conteúdo do estudo: “Enquanto o povo estava com a ‘mão na massa’, reconstruindo o templo, Deus falou” (Ag 2:20).

 

DICA DOIS – Recurso visual

Para auxiliar na explicação sobre a importância da Palavra de Deus no direcionamento do Seu povo, preparamos duas telas ilustrativas (faça o download abaixo): uma com a imagem de um trem desgovernado e outra com a imagem de uma bússola. Essas ilustrações, citadas no item 1, ajudam a compreender que a História não está sem direção e que a Palavra de Deus orienta o povo de Deus como uma bússola.

 

 

DICA TRÊS – Dinâmica Coroa amassada

Prepare para a aula uma coroa real, feita de papel ou adquirida em armarinhos de festa. Ao explicar o item 2, “O plano da história”, e ao citar o texto de Ageu 2:22, no qual o Senhor enfatiza que iria “derrubar tronos e destruir poderes”, bem como “destruir carros de guerra e seus cavaleiros”, pegue a coroa e amasse-a. Em seguida, diga: “É isso que o Senhor faz com os poderes terrenos. Ele é o Senhor da história!”.

Depois, pergunte aos alunos: qual é a sensação ao ver esse gesto de amassar a coroa à luz do texto de Ageu?

 

DICA QUATRO – Vídeo sobre anel de selar

Em vídeo, confira uma breve explicação sobre o significado do anel de selar. A estudiosa apresenta referências bíblicas que ajudam a compreender melhor o contexto da promessa de que, em Zorobabel, Deus restauraria a dinastia davídica, estabelecendo elos que ligam Davi e Zorobabel a Jesus (Mateus 1:12; Lucas 3:27).

Assista aqui: 

 

DICA CINCO – Dinâmica: “O sinete e a roda”

Organize os alunos em círculo e explique que o círculo representa o plano de Deus na história. Escolha um aluno para representar Jeconias e peça que ele saia do círculo. Mostre à turma que, com a saída dele, a roda perde a forma, ilustrando a ruptura causada pela desobediência e pela perda da autoridade delegada por Deus.

Em seguida, escolha outro aluno para representar Zorobabel e peça que ele ocupe o lugar deixado por Jeconias. Mostre que o círculo volta a se formar, indicando a restauração do plano de Deus.

Explique então: o sinete era o anel usado pelo rei para validar decisões. Ele não tinha valor em si mesmo, mas dependia de quem o portava. Jeconias perdeu o privilégio por se afastar do Senhor. Já Zorobabel é chamado de “sinete” por Deus, pois foi escolhido para restaurar a linhagem davídica, que culmina em Jesus.

Aplicação: Assim como o círculo só funciona quando cada um está no lugar certo, Deus conduz a história usando pessoas que se colocam em Suas mãos.

 

Reforce seus estudos com os RESUMOS EM VÍDEO:

Neles, confira um resumo criativo com reflexões e imagens que também podem ser utilizadas em sala de aula:

 

Texto: Secretaria de Escola Bíblica