7 Razões para fazer a diferença com nosso trabalho

1) O trabalho em sua essência é bom, faz parte do propósito de Deus para nossas vidas. O trabalho não é fruto do pecado como muitos pensam, portanto não é algo ruim. Ele foi instituído por Deus antes do pecado (Gn 1:26; Gn 2:15). Ao ser humano foi dada a responsabilidade de cuidar de toda a criação, do jardim do Éden, cultivar a terra. Foi depois do pecado que o trabalho passou a ser caracterizado como sofrido, árduo. E isso não é culpa de Deus. É consequência dos erros do ser humano (Gn 3: 17-19).
2) Tudo o que fazemos deve ser para glorificar a Deus. Fomos criados para isso! (Is 43:7; Cl 1:16; Rm 11:36; 1 Co 10:31). “Foi em Cristo que descobrimos quem somos e por que vivemos. Muito antes de ouvirmos falar de Cristo e de depositarmos a esperança nele, ele já pensava em nós e tinha planos de nos dar uma vida gloriosa, que é parte do propósito geral que ele está executando em tudo e em todos” (Ef 1:11 e 12 – versão A Mensagem). Podemos adorá-lo em tudo que fizermos! Não tem trabalho mais santo ou menos santo. Se acreditamos que tudo foi feito por Deus e somos seres integrais, não temos que dividir vida espiritual e vida secular. Nosso comportamento deve ser o mesmo em todos os lugares, em todo tipo de atividade, buscando agradar a Deus e não o ser humano. Servimos também a Deus quando desenvolvemos nosso trabalho.
3) Tudo que nos prontificamos a fazer deve ser bem feito pois é para Deus, o que não precisa ser perfeito (pois só Ele é!), mas precisamos dar o nosso melhor. Na versão mensagem lemos “Não façam apenas o mínimo exigido, e sim o melhor que puderem. Trabalhem de coração para o real Senhor de vocês, para Deus, pois serão plenamente recompensados quando receberem sua herança. Lembrem- se de que, no fim das contas, o Senhor que vocês estão servindo é Cristo.” (trecho extraído de Colossenses 3: 22 a 25, versão A Mensagem)
4) Ele nos capacita para o trabalho (Rm 12: 6-8; Mt 25: 15 a 29). Deus espera que usemos as aptidões, os talentos e os dons que têm nos dado conforme seu querer. Claro, estudamos e buscamos aperfeiçoamento, fazemos nossa parte. Mas, se temos inteligência e capacidades diversas, tudo vem Dele.
5) Do trabalho retiramos nosso sustento e devemos abençoar os necessitados com o que ganhamos (Sl 104: 14 e 15; Ef 4:28; Lc 10: 25-37; Ec 2:24; Ec 3:13). Devemos ajudar uns aos outros. A bíblia está cheia da frase “uns aos outros” e exemplos de que devemos pensar no bem coletivo e não sermos egoístas. Deus valoriza a cooperação e não a competição.
6) Deus nos conhece e conhece o nosso trabalho (Mt 10: 29 a 31; Lc 12:7). Ele está sempre no controle. Caso não estejamos felizes no nosso trabalho, avaliemos se é esse o serviço e se é nesse local que Deus nos quer. Pela Palavra de Deus, podemos dizer que nada é por acaso. Onde Deus nos colocou ou permitiu que estejamos? Busquemos entender o que Deus está fazendo e como pode usar nossas vidas para abençoar outras.
7) Nossas atitudes no trabalho podem adorar a Deus e torná-lo conhecido. Através do amor que dedicamos às pessoas e o cuidado no que realizamos, levamos Cristo às pessoas. Tenhamos coerência entre discurso e prática. Seja qual for as atividades que nos colocamos a fazer, façamos de acordo com a perspectiva divina. Vejamos o mundo pelos olhos de Deus e tudo ganhará sentido. Sejamos gratos a Deus pela oportunidade do sustento, do crescimento e de testemunhar seu Amor (Cl 4:5; 1 Pe 2:9). Peçamos a Ele para entender seus propósitos e façamos a diferença onde estivermos!
Lilian Gava Ferreira, psicóloga, casada com Nestor Freschi Ferreira, mãe da Beatriz e da Rebeca. Atualmente, lidera o MMG.

O futuro a Deus pertence

No capítulo 10 e versículo 23 do livro de Jeremias, o profeta diz: “Eu sei, Senhor, que não está nas mãos do homem o seu futuro; não compete ao homem dirigir os seus passos”. As escrituras também nos aconselham a não nos preocuparmos com o amanhã, pois ele trará as suas próprias preocupações (Mateus 6.34). Mas o que faremos então com o presente que já nos foi dado?
O futuro a Deus pertence, de fato, mas podemos refletir e tomar atitudes no hoje. Temos tomado decisões direcionadas por Deus em nosso presente? Temos vivido nosso presente de modo que estejamos prontos para vivermos as oportunidades que Deus nos dará no futuro?
Em tudo que fizermos, devemos fazer para a glória de Deus. Viver o nosso presente e nos preparar para oportunidades futuras é glorificar a Deus.
Deus não nos chamou para sermos inertes diante da vida, mas sim para vivermos na plenitude da sua vontade. E a sua vontade é de nos prosperar, dar esperança e futuro (Jeremias 29:11). E a prosperidade do Senhor engloba todos os aspectos da nossa vida: espiritual, profissional e relacional.
Noemi, sogra de Rute, ao se ver viúva e sem filhos, buscou o Senhor e agiu. Ela decide regressar à sua terra natal e lá iniciar uma nova vida, pois o Senhor havia visitado o seu povo. Ela pede às suas noras que retornem para casa de seus pais, pois não poderia mais lhes dar um futuro. Rute decide acompanhá-la para a terra de Judá (Rute 1) e tomou atitude diante das circunstâncias, mesmo não sendo prometido a ela nenhum futuro junto a Noemi. Ela confiou no Deus de Judá, no Deus de Noemi, e o Senhor deu a Rute um futuro glorioso. Ela casou-se com Boaz e é mencionada no Evangelho de Mateus como uma estrangeira pertencente à linhagem de Jesus.
A vida de Rute é exemplo para nós, pois nos mostra que as dificuldades chegam, vivemos dias ruins, mas as ações do nosso presente irão perpetuar-se no nosso futuro.
Ao sermos regenerados por Cristo vivemos em novidade de vida, nos tornamos dependentes da sua graça e confiamos nossos caminhos a Ele. Mas sermos dependentes de Deus não é o mesmo que sermos inertes ao nosso futuro, que a Deus pertence, mas o presente Ele já nos deu.
Em Eclesiastes 7:14 nos é revelado que Deus fez tanto os dias bons quanto os ruins, e o profeta nos chama a refletir sobre eles: “quando os dias forem bons, aproveite-os bem; mas, quando forem ruins, considere: Deus fez tanto um quanto o outro, para evitar que o homem descubra alguma coisa sobre o seu futuro”.
Infelizmente, durante a pandemia milhares de pessoas perderam seus empregos. De acordo com o IBGE (Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística) a taxa de desemprego no final do mês de setembro foi de 13,8%, a maior da série histórica da pesquisa, iniciada em 2012. Isso representa 13,1 milhões de pessoas na fila por um emprego.
Muitos desses milhões são cristãos, você pode ser um deles, vivendo dias ruins. E o que fazer agora? Você não tem o futuro em suas mãos, ele está nas mãos de Deus, e é por isso que sua esperança pode ser renovada, pois o Pai sempre tem os melhores planos para seus filhos.
Então, enquanto estiver vivendo as lutas de estar nesta fila, reflita, busque o Senhor, tenha fé, esperança e muita oração. Ore e tome atitudes, não fique inerte, busque novos conhecimentos, se profissionalize, se capacite e se mantenha atualizado em sua profissão. Mas se precisar, busque uma nova carreira e esteja receptivo a mudanças. Diversas instituições públicas e não governamentais oferecem cursos superiores e profissionalizantes, atualizações e qualificações gratuitas e acessíveis. E enquanto se prepara para os novos desafios, siga confiante no Deus da provisão, no Deus que tem o futuro em Suas mãos.
Vivamos o nosso presente para a glória de Deus, na certeza de que no nosso futuro seremos recompensados por ELE.
Juliana Mateusa Meira Cruz, casada com Walter Oscar Pereira Cruz, mãe do Gabriel e da Melissa, é graduada em Ciências Contábeis e mestre em Gestão e Organizações Públicas. Congrega na Igreja Adventista da Promessa em Santana, São Paulo – SP.

Dicas da lição 05 “COMO INTERPRETAR A BÍBLIA?”

Nesta semana, as dicas da lição 5 trazem um vídeo, uma dinâmica de interação em classe e um infográfico, e ajudam você a dar uma aula mais participativa na Escola Bíblica. Confira a seguir:
DICA UM | VÍDEO “SOLA SCRIPTURA”
A aula da lição de número cinco acontece exatamente no dia 31 de outubro de 2020, data que se comemora os 503 anos da Reforma Protestante de 1517, cujo o protagonista foi Matinho Lutero. Separamos um vídeo intitulado “O que é Sola Scriptura?”, do pastor presbiteriano Ronaldo Vasconcelos, em que explica a importância da correta interpretação bíblica, resgatada pelos reformadores. Confira o vídeo aqui: https://www.youtube.com/watch?v=hGyNgcsLsSg&t=13s.
Após a exibição do vídeo, não se esqueça de levantar questões sobre o comentário exibido e o assunto do estudo. Se preferir, envie antecipadamente o vídeo a seus alunos, via redes sociais e/ou aplicativos de mensagem.
 
Entendendo os “sola”
O “sola scriptura” é um dos 5 slogans que foram sistematizados após a Reforma, a saber: “sola fide”; “sola Cristhus”; “Sola Gratia”; “Soli Deo Gloria” (em latim). A expressão “sola” é traduzida para o português como “somente”, esses pontos sistematizaram detalhes centrais da reforma luterana, após a ocorrida. Utilize esta dica, preferencialmente, na introdução ao estudo.
 
DICA DOIS | INTERAÇÃO COM OS ALUNOS
O item 1, “os equívocos da interpretação” (p. 45), ensina sobre a distorção que muitos fazem dos textos bíblicos, e como a busca pela correta interpretação, ajuda a desfazer os erros. Peça que cada aluno cite um trecho ou versículo da escritura que acha difícil.
Explique antecipadamente que algumas das respostas aos textos podem ser encontradas na série, ou em pesquisas fora da aula. A ideia dessa interação com os alunos é apenas notificar que todos têm algum ponto que consideram difícil em relação à Bíblia, porém, isso não impede de crer nela como Palavra de Deus. Após a fala dos alunos, fale dos pontos principais que os céticos levantam sobre as Escrituras, que estão na lição desta semana.
 
DICAS TRÊS | INFOGRÁFICO “MÉTODOS DE INTERPRETAÇÃO”
Juntamos em um infográfico, os itens 2 e 3 da lição, para que o estudante da Escola Bíblica possa lembrar com facilidade as palavras-chave, tanto dos “princípios de interpretação”, bem como, do “método de interpretação” (pp. 46-47). Com as ilustrações e esses pontos principais dos tópicos, você pode explicar melhor aos seus alunos este trecho do estudo de sábado. Confira a imagem para download abaixo e compartilhamento:

Uma boa Vizinhança

Algum tempo atrás mudou-se para o apartamento ao lado de onde moramos um novo vizinho. Nosso primeiro contato foi no estacionamento. Chegamos e ele estava lá com seu filho (até então ele não sabia quem éramos).
O cumprimentamos e ele assustado respondeu: “Nossa, vocês são as primeiras pessoas que falam comigo nesse prédio. Aqui as pessoas não falam umas com as outras”. Trocamos algumas palavras e seguimos.
Dias depois o encontramos novamente. Dessa vez entramos juntos no elevador. Foi aí que veio a pergunta: “Vocês são evangélicos, né!?” Respondemos que sim e falamos rapidamente sobre a igreja.
Ao sair do elevador comentei com meu esposo: Imagine se no primeiro dia que encontramos o vizinho não o tivéssemos cumprimentado com um simples “boa tarde”? Qual seria a impressão que ele teria de nós como cristãos?
Sabemos porém, que nem sempre é isso o que acontece. Muitos de nós não falam com seus vizinhos, nem ao menos um breve cumprimento. E para piorar, as vezes incomodamos a vizinhança com as músicas em alto volume ou estacionando na frente das garagens, atrapalhando a circulação.
Fico pensando o que seria da viúva de II Reis 4 quando precisou das vasilhas de seus vizinhos para que o milagre do azeite acontecesse. Se ela não tivesse um bom relacionamento com seus vizinhos não teria conseguido tantas vasilhas e o milagre não teria sido tão abundante.
Como é seu relacionamento com seus vizinhos? Se hoje, como no caso da viúva, o seu milagre dependesse dos seus vizinhos, você seria abençoado?
Nosso vizinho logo se mudou, realmente ele não se adaptou ao condomínio. Mas durante o pouco tempo em que morou por aqui tivemos um bom relacionamento e ele levou consigo o testemunho de que o primeiro contato que teve no condomínio foi conosco, um casal cristão.
Débora Hilário Pereira casada com Dayvison Levy e congrega na Igreja Adventista da Promessa em Osasco, SP

Glorificando a Deus nas finanças

Em Salmos 24:1 lemos “Do Senhor é a terra e a sua plenitude, o mundo e aqueles que nele habitam”, isso significa dizer que tudo o que possuímos e desfrutamos, desde os recursos naturais aos bens materiais, é de Deus. Em João 10:10 está escrito “Eu vim para que tenham vida e a tenham em abundância”. Deus deseja a felicidade dos seus filhos e o melhor para nós, mesmo nesta vida passageira.
Se tudo é de Deus, o que nós somos? Mordomos! E mordomo significa administrador. No novo testamento em várias ocasiões Jesus contou parábolas sobre administradores: alguns fiéis, outros nem tanto, alguns que maltratavam os empregados, outros que multiplicavam seus talentos e outros que os enterravam. Em todas essas parábolas Ele reforça a ideia de que somos administradores e iremos prestar contas do que nos foi confiado.
Portanto, é evidente que somos responsáveis por cuidar do nosso dinheiro, do nosso salário e dos nossos recursos financeiros. Para isso é muito importante o planejamento financeiro familiar, e como é familiar, não deve ser feito apenas por um integrante da família. Deve ser realizado pelo casal, com a participação dos filhos, se possível, pois deverá contar com a colaboração de todos, na sua execução.
Algumas consequências que a falta de um bom planejamento financeiro pode trazer às famílias:
• problemas nos relacionamentos familiares (discussões, desentendimentos e até mesmo divórcios);
• baixa produtividade no trabalho (que pode levar ao desemprego);
• dívidas que desmotivam o trabalho, diminuem o ânimo para sonhar/realizar, causam depressão, etc.;
• problemas na saúde física, emocional, e pior, espiritual: o relacionamento do homem com Deus é afetado. Muitas pessoas têm deixado de desfrutar as bençãos, pelo fato de não praticarem os inúmeros conselhos deixados na Palavra de Deus ou por sequer conhecê-los.
O Senhor sabia quantos problemas poderíamos ter ao falharmos na administração financeira, pois a maneira que lidamos com nossas posses revela nossa motivação, nosso caráter e mostra o que de fato importa para nós. A Sua vontade é que tenhamos equilíbrio e sabedoria ao cuidarmos do dinheiro para que tenhamos uma vida mais tranquila e o sirvamos de todo o coração, sendo bons administradores no pouco e no muito. Por estes motivos, a Bíblia traz diversos textos a respeito de dinheiro, finanças e planejamento.
Apesar disso, infelizmente, pouco se falava ou ensinava nas famílias e escolas sobre isso, tornando esse assunto um tabu. É importante reconhecermos nossas limitações para lidarmos com o dinheiro, e compreendermos a importância do planejamento financeiro, pois podemos facilmente cair nas armadilhas do capitalismo: consumismo desenfreado, crédito “fácil” (compre agora e pague depois), desejos de consumo de itens desnecessários.
Devemos pedir a sabedoria divina e estudarmos para obter o conhecimento que hoje já é acessível a todos pela internet, livros, cursos, e por meio de uma consultoria financeira, no caso de não estarmos conseguindo sozinhos. Educadores, mentores ou coachs financeiros são especialistas em auxiliar pessoas a entender como se relacionar com o dinheiro, aprender a cuidar melhor dos seus recursos, se prevenir para possíveis crises ou emergências, realizar objetivos e sonhos, e a planejar um futuro com mais tranquilidade financeira.
Que o Senhor, que é o dono de tudo, nos abençoe e nos capacite, e que glorifiquemos a Ele através da boa administração de cada um dos bens e recursos que Ele, tão bondosamente, nos concedeu. Que nós O convidemos para ser nosso parceiro nesta área também, e assim, com certeza, o sucesso será garantido.
Aleluia! Como é feliz o homem que teme o Senhor e tem grande prazer em seus mandamentos! Seus descendentes serão poderosos na terra, serão uma geração abençoada, de homens íntegros. Grande riqueza há em sua casa, e a sua justiça dura para sempre. Salmos 112:1-3.
Por: Tatiane Negrão Ribas Nogueira, casada com Paulo Nogueira, mãe da Isabelli, Contadora, Especialista em Controladoria e Finanças e Educadora Financeira, congrega na Igreja Adventista da Promessa em Barreirinha, Curitiba-PR

Emprego abençoado por Deus!

O tempo em que estamos vivendo tem sido de grandes reflexões e eu gostaria de refletir sobre uma área que tem sofrido muitas transformações nesse período: a área profissional.
Ao escrever esse texto, me transportei para lembranças do início da minha vida profissional. Desde criança, sonhava em ser professora. Vivia enchendo a minha mini-lousa com exercícios e dando aulas para meus ursinhos e minhas bonecas. O ensinar e o aprender faziam parte da minha vida de uma forma muito especial e me traziam uma alegria imensurável.
Entretanto, ao compartilhar meu desejo de ser professora com parentes, amigos e conhecidos, muitas vezes, ouvia críticas e até mesmo conselhos para não seguir por esse caminho, devido a detalhes como não ser uma profissão valorizada. Foi aí que escolhi mudar completamente de planos e entrei na área da Mecânica Industrial.
Sempre busquei fazer tudo com dedicação e confesso que foi uma experiência importante para o meu crescimento. Fiz um curso de Mecânica de Usinagem no SENAI, conheci pessoas especiais, ótimos professores e até peguei gosto pela área. Mas não sentia que era o lugar que eu deveria estar.
Então resolvi retomar os meus planos iniciais e voltar a sonhar com a possibilidade de ser professora. E como foi bom me encontrar novamente. Com a Pedagogia tive novos desafios? Sim! Muitos! Mas, em qual profissão não surgem desafios? O fato é que quando fazemos o que amamos, a jornada fica mais leve. E quando surge uma dificuldade, a lembrança dos bons momentos nos dá forças pra continuar.
Lembro-me de uma passagem bíblica que diz: “Tudo o que fizerem, façam de todo o coração, como para o Senhor, e não para os homens (…)”. Colossenses 3:23
Não sei se você está no ensino básico pensando no que fazer de faculdade, se você já está na faculdade, se já está trabalhando em seu primeiro emprego ou se já passou por muitos empregos… Mas se você está lendo esse texto, talvez tenha chegado o momento para repensar: Você está no lugar que deveria estar?
Se sim, continue caminhando e pedindo sabedoria para Deus a fim de fazer um bom trabalho. Se não, o primeiro passo é, continue se esforçando onde você está agora. Em todos os lugares pelos quais passamos, precisamos agir de forma que o nome de Deus seja glorificado. Aproveite para ser o melhor funcionário e fazer a diferença nesse lugar.
O segundo passo: Ore! Conte a Deus o que você sente, em qual lugar gostaria de estar. Peça a direção Dele e que Ele mostre a você onde Ele quer que você esteja. O terceiro e último passo: Descanse e Confie! Da mesma forma que o semeador coloca a semente no solo, cuida dela e espera que dali surja uma árvore, devemos colocar nossos planos e sonhos diante de Deus e esperar que Ele faça crescer e florescer.
E quando o Pai te direcionar para o melhor Dele na sua vida profissional lembre-se: “(…) quer vocês comam, quer bebam, quer façam qualquer outra coisa, façam tudo para a glória de Deus.” 1 Coríntios 10:31
Que o nome Dele seja glorificado através das nossas vidas!
Por: Mirian dos Santos Salvador, 27 anos. Graduada em Pedagogia e Pós Graduada em Neuropsicopedagogia Clínica, cursando pós graduação em Musicoterapia. Congrega na IAP de Alvorada – Guarulhos/SP.

Encontrando consolo na Palavra para consolar os outros

A Bíblia é fonte de consolo e inspiração sempre!

“Pois tudo quanto, outrora, foi escrito para o nosso ensino foi escrito, a fim de que, pela paciência e pela consolação das Escrituras, tenhamos esperança.” – Rm 15.4 (ARA)
 
Vivemos um período de isolamento social. A expressão em Inglês “Low Touch”, ou pouco contato, define o período de pandemia produzida pelo Covid 19. Isto moldará uma nova geração com novos hábitos de higiene, de saúde, de política, de consumidores e de relacionamento social. E, por que não dizer, novos hábitos de fé?
Além dos decretos governamentais, há aqueles que decretaram para si próprios, um lockdown pessoal. O seu próprio confinamento. As pesquisas avaliam que um número alto da população terá influência negativa na área da saúde mental provocando crises de ansiedade e depressão.
Porém, aqueles que creem num Deus Todo-Poderoso, pessoal, que age por meio da sua soberania, que nos deu Jesus de presente lá na cruz, encontrará forças na sua Palavra.  E o que a Bíblia é para nós?
A Bíblia é inerrante e infalível – “Pois tudo quanto, outrora, foi escrito para o nosso ensino foi escrito”.  Nada se perde nas Escrituras. Nada está por acaso. Ela não enruga, não mofa, não envelhece. Todas as histórias, todos os princípios, todos os valores, todas as promessas, produziu vida no passado, produz no presente e produzirá no futuro. Ela é a nossa fonte de ensino normativo e autoritativo. Por meio da Palavra crescemos espiritualmente; descobrimos Jesus, o tema central; e de uma forma especial, a grandeza, o desejo, o propósito de Deus para as nossas vidas.
Ela é terapêutica – “paciência e pela consolação das Escrituras”. “Paciência” e “consolação” são verdadeiros bálsamos e antídotos contra o estresse, o desânimo, a falta de coragem, a tristeza e a baixa autoestima. Os personagens bíblicos nos desafiam a viver uma vida frutífera que glorifica o nome do Senhor.
Ela nos faz vitoriosos“tenhamos esperança”. A Bíblia é uma fonte de poder espiritual. Uma fonte inesgotável de esperança para o presente que nos faz dar mais uma chance para nós mesmos e nos leva a suplantar as situações tirânicas da vida. Mas, ela também nos confere uma esperança escatológica, como escreveu Champlin.[1] Ou seja, nos faz respirar, saudar o futuro e sonhar com a felicidade eterna ao lado do Senhor.
Gostaria de viver na plenitude da graça e ministrar ajuda aos outros? O prazer pelas sagradas letras, conforme o primeiro dos Salmos, determinará a profundidade e a qualidade da vida espiritual.

Pr. Elias Alves Ferreira  congrega na IAP em Prado Velho (PR) e atua no Ministério de Vida Pastoral Geral
[1] Champlin, Russel Norman, N. T. Interpretado, Candeia, São Paulo, SP, 1995 – Vl 3 (856)

A escravidão da pornografia

Bilhões de reais circulam no ramo pornográfico. Atualmente há uma explosão na circulação desse tipo de material com disponibilidade e facilidade de acesso pelo computador a sites vulgares, ambíguos e promíscuos. Em vista disso, a “popular” revista Playboy, nos EUA, anunciou o fim da publicação de fotos de mulheres nuas em poses eróticas e artigos relativos a sexo na revista e o redirecionamento de seu conteúdo (outubro de 2015). No Brasil, a publicação deixou de circular em dezembro último, diante da concorrência com os sites pornográficos. É a admissão de que agora a internet domina o mercado, tornando inviável a tentativa de manter seus leitores.
A pornografia também cresce assustadoramente porque a cultura contemporânea se tornou escrava de tudo o que se relaciona a sexo. O apóstolo Pedro, em sua segunda carta, capítulo 2, versículo 19, nos diz: “Prometem liberdade a essas pessoas, mas eles mesmos são escravos de hábitos imorais. Pois cada pessoa é escrava daquilo que a domina”. Milhões de pessoas no mundo estão escravizadas pelo vício da pornografia. Ela é um dos mais atrozes instrumentos de Satanás para destruir seres humanos, famílias e igrejas. A revista americana The Week divulgou dados estatísticos alarmantes relacionados à pornografia na internet, como se vê no quadro na página anterior. No Brasil, não há ainda dados estatísticos que possam nos fornecer uma noção clara da atuação dessa indústria.
Despertar do desejo incontrolável
A pornografia é um pecado que consegue destruir vidas. A palavra “pornografia” tem sua origem em duas expressões gregas: prostituta e escrever, cuja referência está associada a registros sobre prostituição. No decorrer dos séculos, ela passou a significar todo tipo de atividade sexual fora do casamento e se propagou através da produção de filmes, vídeos, DVDs, revistas, sites na internet, em lojas virtuais e de rua, enfim, por meio de uma parafernália de “material adulto” pornô. Mensalmente, somente no que diz respeito a revistas pornográficas, cerca de oito milhões de cópias chegam às bancas de jornal brasileiras.
A pornografia manifesta-se de forma criativa e variada, sem considerar limites e afrontando desrespeitosamente, e de diversas maneiras, a dignidade do ser humano. Na internet, por exemplo, há a exposição pública de nudez e de relações sexuais explícitas. Porém, o mais grave, cruel e doloroso é o horror da pornografia infantil.
O principal propósito de toda essa aberração é despertar um incontrolável desejo sexual naqueles que assistem, ouvem ou leem. É claro que, por trás dessa armadilha, está a ganância pelo lucro financeiro.
O que a Bíblia diz
É importante reconhecermos a distinção que há entre erotismo e pornografia. No contexto de um relacionamento conjugal, o erotismo é plenamente saudável. Quando duas pessoas se casam e se comprometem a ficar juntas “até que a morte as separe”, o prazer sexual que podem experimentar é uma bênção. O sexo foi idealizado por Deus para a procriação e para a satisfação. Então, o prazer do casal não tem qualquer relação com pornografia.
Em Provérbios 5.15-19 e Cantares de Salomão 4.12; 5.1; 7.9-12 encontramos a exploração do erotismo no contexto em que Deus o abençoa, isto é, no casamento. Diferente disso, a pornografia tem como alvo a excitação sexual por intermédio da exibição de imagens sexuais explícitas no contexto da prostituição, do adultério, da homossexualidade, da bestialidade (ou relações sexuais entre seres humanos e animais).
A Bíblia condena qualquer relação sexual fora do casamento. Duas cidades, Sodoma e Gomorra, foram destruídas por Deus como punição contra a homossexualidade ali praticada (Gênesis 18.16-21; Romanos 1.21-25; Hebreus 13.4). A Bíblia também condena a pornografia infantil. Ela é um dos aspectos mais trágicos desse pesadelo que envergonha e fere a nossa sociedade ou qualquer outra. A legislação brasileira considera pedofilia apresentar, produzir, fornecer, divulgar ou publicar fotografias ou imagens com pornografia ou cenas de sexo explícito envolvendo criança ou adolescente.
Aqueles que praticam este tipo de crime precisam ser punidos pelas mais severas leis e penalidades. Em Mateus 18.6-10, Jesus disse as seguintes palavras em prol da proteção das crianças: “Qualquer, porém, que fizer tropeçar a um destes pequeninos que creem em mim, melhor lhe fora que se lhe pendurasse ao pescoço uma grande pedra de moinho e fosse afogado na profundeza do mar” (v.6). “Vede, não desprezeis a qualquer destes pequeninos; porque eu vos afirmo que os seus anjos nos céus veem incessantemente a face de meu Pai celeste” (v.10).
A pornografia pode causar distúrbios emocionais e espirituais, alerta a Palavra de Deus. A carta de 2 Pedro 2.7-8 relata as dificuldades que Ló, sobrinho de Abraão, enfrentou vivendo na cidade pervertida de Sodoma. A pornografia é um tormento repugnante para a alma do homem de Deus, que baseia seus padrões na sua Palavra.

Dependência compulsiva
O vício sexual é uma dependência compulsiva de uma excitação erótica que resulta em padrões de comportamento e pensamentos destrutivos. Você se sente encurralado, neste momento, na prisão do vício da pornografia? Será que ainda há esperança de quebrar os grilhões de um estilo de vida tão corrompido?


Nossas necessidades estão além do sexo
A necessidade de ser amado
O sexo fornece a sensação de sermos amados, porém sexo não é amor e amor não é sexo. O amor verdadeiro busca ofertar o melhor para a outra pessoa. É assim que Deus nos ama, como está relatado em 1 Coríntios 13.4-7.
A necessidade de significância
O sexo pode dar a sensação de sermos significantes. Ele provoca um sentimento de autoestima elevada. Em Salmo 139.13-18, Deus estabeleceu o quanto valemos. O texto afirma que somos especiais e preciosos por sermos apenas o que somos, criaturas de Deus.
A necessidade de segurança
O sexo faz esquecer, temporariamente, a dor da insegurança. Deus é o nosso pastor e só ele faz com que nada nos falte. Somente ele pode nos dar completa segurança.
O sexo, de modo algum, nos assegura amor, significância ou segurança. Precisamos focar nossa atenção naquilo que é positivo e verdadeiro. Temos a força de Deus (Filipenses 4.13). Temos uma nova prioridade (Romanos 12.2). Temos um novo propósito: refletir a imagem de Jesus Cristo no nosso caráter (Romanos 8.29).
Libertação
Por certo, alcançar a libertação de um vício tão sério não é algo simples, porém não é impossível. Antes de tudo, a pessoa precisa ter vontade e determinação de fazê-lo e, para isso, provavelmente necessitará de ajuda psicológica, de preferência de um cristão.
Aqueles que creem em Deus podem contar com a sua ajuda e a sua presença constante ao seu lado, fortalecendo sua mente e seu corpo para fugir das tentações e abandonar esse vício que, impiedosamente, quer encarcerar e limitar sua vida em definitivo. O Senhor lhe ajudará a:

  1. Permitir que Jesus supra as suas necessidades: “O meu Deus, segundo as suas riquezas, suprirá todas as vossas necessidades em glória, por Cristo Jesus” (Filipenses 4.19).
  2. Discernir a sua maior necessidade emocional: Amor? Significância? Segurança?
  3. Encontrar uma pessoa de confiança para acompanhá-lo: Alguém a quem prestar contas.
  4. Estabelecer limites: Ser honesto e transparente ao prestar contas de suas atividades semanais, compartilhando comportamentos, atitudes e até mesmo palavras e pensamentos.
  5. Mergulhar diariamente na leitura, meditação e memorização da Palavra de Deus: “Com que purificará o jovem o seu caminho? Observando-o conforme a tua palavra. Com todo o meu coração te busquei; não me deixes desviar dos teus mandamentos. Escondi a tua palavra no meu coração, para eu não pecar contra ti” (Salmo 119.9-11).

Jaime Kemp é diretor do Ministério Lar Cristão. Foi missionário da Sepal por 31 anos e fundador dos “Vencedores por Cristo”. É palestrante e autor de 60 livros. Casado com Judith Kemp, é pai de três filhas e avô de três netos.

Dicas da Lição 4 “A BÍBLIA É UM LIVRO CONFIÁVEL?”

DICA UM | ILUSTRAÇÃO – BARCO A VELAS
O conteúdo do item 1 fala sobre a inspiração das Escrituras. Para ajudar a elucidar o tópico, utilize a imagem de um barco a velas, seja em forma de objeto ou imagem, para explicar o sentido da palavra “inspirados”. Como explica o conteúdo da lição, “inspirados” é a tradução de um termo grego que significa “movidos” e mostra como o Espírito Santo orientou os autores bíblicos em seus relatos.
Como fazer: enquanto você explica para seus alunos o significado da expressão, mostre o barco para eles, e diga que este significa os autores bíblicos; enquanto o “vento” seria a condução de Deus sobre os relatos. Enfatize que assim como o vento não tira o barco do mar, ou o livra de uma tempestade, por exemplo, a inspiração do Espírito não tirou os autores de sua realidade contextual e intelectual, conquanto dirigi-os no registro da verdade definitiva de Deus;
Ressalte as palavras chaves do tópico: inspiração plenária, dinâmica, verbal e sobrenatural.
DICA DOIS | VÍDEO “O CÂNON DAS ESCRITURAS”
Para explicar de forma mais dinâmica o item 2 da lição “A Bíblia é confiável em sua autoridade”, a Editora Promessa preparou um pequeno vídeo que mostra quais os critérios utilizados para a canonicidade da Palavra de Deus, que chegaram nos 66 livros das Escrituras. Compartilhe com seus alunos o vídeo, previamente ou na hora do estudo. Peça que destacam o que aprenderam sobre o tema mostrado. Acesse o vídeo no fim das dicas.
 
DICA TRÊS | PESQUISA SOBRE EVIDÊNCAS BÍBLICAS
Aproveite os meios tecnológicos e peça que sua classe faça uma pesquisa sobre achados arqueológicos que comprovam a veracidade dos episódios bíblicos; diga à eles que tragam a pesquisa na hora da aula e exponham em rápidas palavras e/ou imagens o que encontraram; mostre também o que o tópico 3 traz sobre outras evidências.

 

Emprego em tempos de pandemia: dicas para entrevista e orientações!

O cenário de isolamento social frente à pandemia trouxe grandes desafios aos empregadores e empregados e uma nova, mas não desconhecida, modalidade de trabalho: o home office, que até então, normalmente era praticado por trabalhadores independentes, os autônomos também conhecidos por freelancers.
Desde março deste ano, a maioria das empresas teve que desbravar esse universo do qual talvez tenha se esquivado por muito tempo, por ser um mundo desconhecido para muitas organizações ou, digamos, impraticável até aquele momento. No entanto,  foi necessário se render às exigências do Governo, porque a ordem do momento era para ficar em casa.
Como Gerente na área de Recursos Humanos em um Grupo Empresarial do ramo automobilístico, pude perceber que, inicialmente, as empresas optaram por redução no quadro de seus funcionários, pois o cenário era de incertezas. Havia muitas perguntas e poucas ou quase nenhuma resposta, que somente vieram com o passar dos meses. Outras aproveitaram a oportunidade para a renovação de suas equipes, traçando novos perfis, pois o cenário desenhado era bastante desafiador.
Com os impactos da pandemia, não tinha mais como evitar. Além dos desligamentos, tiveram que adotar o home office, e essa experiência trouxe novos olhares para as organizações e o que aparentemente era impraticável, tornou-se totalmente viável, com reflexos positivos de redução de custos e otimização de tarefas. Identificou-se que era possível executar mais atividades, de forma eficiente e eficaz, com menos colaboradores. A contrapartida, foi que os colaboradores também tiveram que se reeducar para a adaptação ao novo modelo de trabalho proposto pelas empresas, aliás muito mais trabalho, sendo que a grande maioria dos remanescentes tiveram que se reinventar com esta modalidade, revendo conceitos e reforçando competências, tais como disciplina, gestão do tempo, autogerenciamento, entregas mais relevantes e mensuráveis de resultados e muitas outras que foram estabelecidas por este contexto. O grau de exigência aumentou e agora, mais do que nunca, pela alta demanda de trabalho, se faz necessário ter profissionais engajados, comprometidos e de alta performance.
Interessante observar que, não demorou muito, algumas empresas identificaram que se precipitaram nos desligamentos, pois a produtividade em alguns ramos de atividade aumentaram, então elas passaram a fazer uma retomada gradativa das atividades e, consequentemente, a reposição de seu quadro de colaboradores. E atualmente estamos vivenciando um tempo onde muitas oportunidades de trabalho têm surgido. Então, você precisa se preparar pois, a qualquer momento, você poderá estar diante daquela oportunidade de trabalho que tanto tem esperado.
E se isso ocorrer? Você está pronto para esta nova realidade?
Dessa forma, vale dizer que um dos primeiros contatos que um candidato tem com o empregador é através do currículo. Já parou para pensar o que realmente significa esse documento de tanta importância? Se buscarmos o conceito de currículo vitae, trata-se de um termo proveniente do latim, que significa trajetória de vida ou trajetória profissional, onde você pode relatar suas experiências profissionais, histórico acadêmico, cursos livres e também  demonstrar as habilidades e competências adquiridas ao longo de um período da vida.
Costumo dizer que o currículo é o retrato da sua vida profissional. O selecionador, ao ler seu currículo, tem contato com a sua história, quais caminhos você transitou até aquele momento. Assim, estará avaliando se o seu currículo se adequa com a vaga existente na empresa.
Então, vejamos quais são os novos desafios para quem está em busca de uma nova oportunidade de trabalho.
Vamos observar 09 DICAS para elaborar o seu currículo em tempo de pandemia, em busca de uma oportunidade de emprego, seja home office ou não:
1 – Tenha cuidado ao copiar o currículo de alguém. Muitas vezes a pretensão é só copiar o modelo e você pode acabar deixando dados que são da outra pessoa e não os seus. Isso pode ser uma armadilha, pois se for questionado em uma entrevista, pode ficar em uma saia justa.
2 – Descreva corretamente dados pessoais, nome completo, endereço, e-mail, telefones fáceis de contato. Não subtraia estes dados, pois na hora da seleção, a falta deles pode fazer com que o selecionador coloque seu currículo de lado. São dados importantes para enquadramento na vaga que está em aberto. Mesmo com o advento do home office, o endereço se faz necessário, caso a empresa tenha rotina em que colaborador precise atender alguma demanda na empresa ou, no caso de vaga presencial, a empresa avalia distância para verificar o tempo de locomoção do candidato até o local onde a vaga está sendo disponibilizada. Ressalto que este item logo mais terá que ser revisto, considerando que a LGPD (Lei geral de proteção de dados), que já entrou em vigor mas ainda está em processo de compreensão, determina que algumas informações não poderão mais ser solicitadas pelas empresas contratantes. Fiquem atentas, pois logo mais as empresas criarão dispositivos de recebimento de dados dos candidatos, para efetivação de seus processos seletivos.
3 – Foto –  não precisa inserir, a não ser que seja solicitado. E quando solicitarem, atente para a foto que irá enviar, lembrando que “você tem uma chance de causar uma primeira boa impressão”.
4 – Quanto à idade, é opcional mencionar, as empresas não podem exigir esta descrição pois pode incorrer em informação discriminatória. Mas saiba que, ao não indicar, você poderá concorrer a vagas que não estejam de acordo com as suas expectativas.
5 – Descreva seu OBJETIVO. Facilita muito quando o candidato descreve em qual área deseja atuar. Não importa que haja uma diversidade de interesses, destaque no mínimo um e no máximo três, isto aumenta suas chances diante da quantidade de currículos que chegam todos os dias para seleção. Imaginem triar 300 currículos para uma vaga!
6 – Descreva de forma sucinta as atividades que já desempenhou, um breve histórico com a descrição das funções exercidas.
7 – Coloque as três últimas experiências profissionais em ordem decrescente, ou seja, em primeiro lugar a última empresa em que trabalhou. Opte por descrever a data de saída ao invés de colocar tempo de permanência na empresa. A última data é importante para o selecionador saber a quanto há tempo está desempregado ou se está trabalhando atualmente.
8 – Descreva sua formação acadêmica também em ordem decrescente.
9 – Discorra sobre os cursos realizados nos últimos meses, ainda que tenham sido online. muitos profissionais orientam para não colocar, no entanto esta descrição demonstra que você está sempre buscando atualização.
E não se esqueça que todas as sugestões acima são preparações técnicas e pessoais, para se apresentar no universo corporativo. Mas você não deve deixar de colocar a sua vida nas mãos de Deus, para que Ele  a conduza para a melhor oportunidade. Nós como seres humanos, pecadores que somos, temos visão limitada e, muitas vezes, podemos nos deparar com situações que são aparentemente brilhantes, mas podem ser grandes armadilhas.
Faça a preparação que que estiver ao seu alcance, pois certamente, a seu tempo, a porta que Deus preparou para você lhe será aberta.
Não desanime, confie! Porque aquele que começou a boa obra é fiel para aperfeiçoá-la.
 
Cleonice Andrade da Costa é casada com Valdeir Gomes da Costa, mãe do Murilo e do Felipe, é Gerente de Recursos Humanos, graduada em Administração de Empresas e pós graduada em Gestão Estratégica de Pessoas e Docência para o Ensino Superior. Serve a Jesus na Igreja Adventista da Promessa em Santana, São Paulo – SP
Ajuda com orientações: https://www.linkedin.com/in/cleocosta
 
 

A missão de ensinar para transformar

É certo que os tempos mudaram, e com isso as necessidades educacionais também. As metodologias e ferramentas utilizadas anteriormente necessitaram de um novo olhar. Os professores se reinventaram rapidamente, aprenderam novas habilidades, aliaram-se às tecnologias, trouxeram a sala de aula para dentro de casa e enfrentaram todos os desafios para cumprir uma missão: ENSINAR.
Porém ensinar é muito mais do que transmitir conhecimentos e o professor comprometido com a educação compreende que ensina para transformar vidas. Para isso precisa manter o amor pelo ensino e por seus alunos, criando vínculos afetivos, conhecendo as adversidades que enfrentam, o contexto social em que vivem e demonstrando interesse em seus questionamentos.
Quando compreendemos que somos salvos pela graça e que nossa missão é ensinar aos outros tudo o que Jesus nos ordenou (Mateus 28:20), somos tomados por um sentimento de gratidão e pela vontade de servir a Deus com o nosso trabalho, nos âmbitos sociais em que estamos inseridos. O professor tem a oportunidade diária de impactar vidas por meio de suas palavras, atitudes, por sua dedicação ao próximo e pela busca da excelência em suas aulas. Assim podemos ser uma igreja presente entre as pessoas, atuando de maneira relacional e intencional, apresentando Jesus a partir de atitudes diárias que demonstram o Amor de Deus com paciência, bondade, igualdade e justiça.
Desse modo, professor, não deixe que as dificuldades do cotidiano lhe impeçam de continuar transformando vidas por meio da educação. Procure ser missional, interessado(a) em se relacionar com a sociedade em que está, ao passo que as pessoas percebam a singularidade de uma vida que foi impactada pela graça de Deus. Parabéns pelo seu dia, Professor! Orgulhe-se por tão nobre profissão que é capaz de transformar e impactar vidas! Que Deus te abençoe e capacite cada dia mais!
Lílian de Lima Pimenta Lopes é casada com Kassio Lopes, pedagoga pós-graduada em psicopedagogia, atua como professora do Ensino Fundamental l, ela e o esposo servem a Jesus na Igreja Adventista da Promessa no Bairro de Santana, São Paulo – SP.
 
 
 
 
 

Tornando Jesus acessível

Os verdadeiros amigos são aqueles com quem dividimos bons e maus momentos em nossas vidas, que nos aconselham, ajudam, estão sempre ao nosso lado. Dizem que os amigos valem ouro!
A Bíblia nos conta sobre um belo exemplo de amizade que foi capaz de superar muitos desafios. Em Marcos 2: 1 a 12 lemos o relato de quatro amigos que levaram um paralítico a Jesus. Este homem possuía algum tipo de deficiência física, uma paralisia que o impedia de andar. Mas ele tinha amigos que o acolheram, que se relacionavam com ele e que conheciam sua necessidade.
Você já teve a experiência de precisar de um auxílio ou favor e saber com quem você pode contar? Saber que existem pessoas que estão ao seu lado em todos os momentos? Os amigos deste homem paralítico levaram ele até Jesus e não desistiram facilmente, superando barreiras físicas, suspenderam-no até o telhado da casa em que Jesus estava para proporcionarem um encontro transformador. E então o paralítico recebe além da cura, algo muito melhor e mais importante: a salvação e o perdão de todos os seus pecados. Imaginem quantos motivos aqueles amigos tiveram para celebrarem juntos.
Diante de tal exemplo, desafio você a refletir como tem acolhido e se relacionado com aqueles que são deficientes ou portadores de síndromes. Será que você tem buscado construir um laço de amizade com estas pessoas e suas famílias? Tem tido um olhar sensível as suas necessidades? Tem buscado conversar e passar um tempo com eles? Tem ensinado as verdades do evangelho? Assim como esses amigos, nós precisamos persistir em construir relacionamentos com todas as pessoas que nos cercam a fim de levá-los a conhecer a Jesus para que recebam algo muito melhor e mais importante que a cura, a Salvação! Esta é a missão de Deus, salvar a todas as pessoas e nós como discípulos Dele somos responsáveis por contribuir com o cumprimento desta missão. Que Deus te abençoe e o desperte para tornar o evangelho acessível a todas as pessoas!
 

Dicas da lição 3 | EXISTEM PROVAS DA EXISTÊNCIA DE DEUS?

Dica um | Questões para se pensar
Ao explicar o item 1 “A racionalidade da fé” (pp. 27-28), peça para que seus alunos tragam reflexões pessoais sobre a fé cristã que um dia professaram. A ideia é mostrar que a fé cristã além de ser racional, no sentido de ser processada na mente por influência do Espírito, tem nas mudanças da vida sua manifestação real. Faça “questões para se pensar”:

  • Qual mudança de pensamento você passou a ter após acreditar em Jesus?
  • Como suas práticas de vidas foram alteradas diante da crença no evangelho (o que fazia e o que passou a fazer?)

Se desejar, distribua folhas de sulfite e canetas para que seus alunos escrevam as palavras-chave dessas mudanças, e na hora de falarem, exibam como um ponto visual para todos.
 
Dica dois | Vídeos sobre a Plausibilidade da fé
            Para explicar os três argumentos que mostram a coerência da fé em Deus, indicamos três vídeos que, respectivamente, embasam o conteúdo do item 2 da lição desta semana (pp. 28-29).
Como sugestão, para melhor uso do seu tempo, mostre no dia da aula o vídeo do assunto mais complexo de se explicar e após, faça apontamentos necessários.
Uma outra dica, é que você envie a sua classe todos os vídeos para que eles assistem antecipadamente. Peça que venham com as conclusões que tiraram de cada vídeo que assistiram.
Acesse os vídeos neste link: https://tuporem.org.br/argumentos-para-a-existencia-de-deus/.