Convenção Mineira

Assembleia teve ordenação de cinco pessoas
Aconteceu na IAP em S. Gabriel a Convenção da IAP Mineira, no sábado, dia 27 de abril. Na ocasião, foram ordenados cinco servos de Cristo, um ao pastorado e quatro ao diaconato.
No período da tarde, os presentes receberam o conteúdo do Unificado 2019 – Suporte Prático para a Implementação dos Ministérios. Foram palestrantes o pr. Leonardo Junior, diretor Jurídico da Convenção Geral, Pr. Silvio Gonçalves, da Convenção Paranaense e pr. Aldo de Oliveira, do Ministério de Vida pastoral – Convenção Geral.
No domingo, as famílias pastorais se reuniram em uma chácara, para um delicioso domingo, que contou com momentos de reflexão e lazer.

Convenção da Geral

Assembleia e Unificado reúne lideranças
A Convenção da Geral – envolvendo as IAPs em Vila Maria, Vila Medeiros, Pq. Edu Chaves e Santana – realizou sua Assembleia no sábado, dia 27.04, na IAP em Vila Medeiros. Ao final, pr. Hermes Brito, presidente da Convenção Geral, lembrou que a nossa missão, como igreja, é que cada promessista seja missionário no poder do Espírito Santo. É neste sentido, lembrou ele, que as mudanças estão acontecendo na IAP.
No domingo, cerca de 80 líderes participaram do Unificado 2019, que abordou a implantação dos ministérios nas igrejas locais. O pr. José Lima, segundo secretário da Convenção Geral, analisou a nossa relação com a cultura, lembrando que o desafio da igreja é “unir profundidade bíblica e relevância cultural”.
O discipulado foi o enfoque do pr. Eleilton Freitas, diretor do Centro de Estudos Teológicos da IAP. “Discipular é ajudar alguém a seguir a Jesus. Não existe discipulado sem relacionamentos. Portanto, devemos focar nas pessoas antes das estruturas”, definiu ele.
Pr. Junior Mendes, diretor do Ministério de Jovens da Convenção Geral, encerrou o evento falando sobre o método na implantação dos ministérios,  lembrando que é relevante que a visão ministerial esteja clara para todos os líderes.

 

Ciclo Vital Familiar

Slides sobre o Ciclo Vital Familiar. “É interessante pensarmos nas diferenças e na riqueza de funcionamento e de respostas para lidarmos com situações muito difíceis ou muito tensionadas.”

Discipulado entre Mulheres

[vc_row][vc_column][epic_element_header compatible_column_notice=”” header_type=”heading_6″ first_title=”Discipulado entre Mulheres”][/vc_column][/vc_row][vc_row][vc_column width=”1/2″][vc_single_image image=”25671″ img_size=”large”][/vc_column][vc_column width=”1/2″ el_class=”text-left”][vc_column_text]O discipulado entre mulheres é muito mais do que um estudo bíblico. Neste livro, a teóloga e doutora em psicologia, Paula Coatti Ferreira, faz uma profunda análise desse processo, tendo como base os papéis sociais do feminino e do masculino na família.
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O valor da correção

Pais, não desistam de disciplinar seus filhos, de forma equilibrada e amorosa.

“Permitam que Deus eduque vocês, pois Ele está fazendo o que qualquer pai amoroso faz com seus filhos. Pois quem já ouviu falar de um filho que nunca foi corrigido?” (Hb 12:7 – Bíblia Viva).
Parece brincadeira de tão ridículo que é; mas, sim, é verdade. Refiro-me a um episódio ocorrido no início deste ano, na cidade de Ohio, nos Estados Unidos e que, no Brasil, foi noticiado no site da Isto É.1 Trata-se de uma ocorrência policial em que uma garota de 16 anos de idade ligou para denunciar o pai. O motivo: ele confiscou o telefone celular dela como punição por tê-lo protegido por senha. Para justificar sua atitude, a garota argumentou aos policiais que atenderam a ocorrência: “Meu pai pegou minha propriedade, que é um telefone de US$ 800 que não pertence a ele. Ele não comprou”. O pai, por sua vez, explicou que pegou o telefone da filha porque ela é uma adolescente: “Eu não posso inspecionar, porque o telefone está com senha, então, eu tirei dela”. Os policiais ficaram ao lado de Robertson, o pai da menina, e determinaram que se tratava apenas de uma questão disciplinar.
Esse ocorrido traz à memória o que foi alertado pelo apóstolo Paulo no primeiro século, em 2 Tm 2:1-2: Sabe, porém, isto: nos últimos dias sobrevirão tempos difíceis, pois os homens serão egoístas, avarentos, jactanciosos, arrogantes, blasfemadores, desobedientes aos pais, ingratos, irreverentes. Os tempos difíceis chegaram e, nós, os presenciamos. Convivemos com uma geração difícil de entender, de convencer e de lidar. A impressão que surge é que se foi o tempo em que os cabelos brancos de alguém simbolizavam a virtude da sabedoria adquirida pela longa experiência de vida e, que, hoje em dia, eles não passam de sinais de caduquice, ruína, decadência. Talvez seja este um dos motivos pelos quais muitos filhos não aceitam se curvar à autoridade de seus progenitores; estes filhos maculam o princípio do quinto mandamento da lei de Deus, que orienta: “Honra teu pai e tua mãe, para que se prolonguem os teus dias na terra que o SENHOR, teu Deus, te dá” (Êx 20:12).
Os pais são detentores de honra. De acordo com o quinto mandamento do Decálogo, o próprio Deus os investiu de autoridade. Eles merecem o respeito, a consideração e o cuidado de seus filhos. Este princípio é inegociável e irrevogável (Mc 7:10-13). Cabe aos pais, portanto, a incumbência de ensinar a criança no caminho em que deve andar (Pv 22:6). Para isso, é necessário, por vezes, lançar mão do ato da correção. A disciplina é um princípio bíblico e deve ser levada a sério. Nas sábias palavras de Provérbios 6:23b: as repreensões da disciplina são o caminho da vida. O pai e a mãe que aplicam a correção em seu lar fazem bem à família.
A disciplina deve ser levada a sério na família por algumas razões importantes. Em primeiro lugar, a disciplina é uma atitude preventiva: Ele morrerá pela falta de disciplina… (Pv 5:23). Filhos que não recebem a correção quando erram, continuam a cometer os mesmos erros. Pais negligentes condenam seus filhos ao risco de um futuro marcado pela criminalidade. O sacerdote Eli faltou com a correção e seus filhos receberam a morte como castigo (1 Sm 2:29,34). Davi se mostrou negligente ante o pecado de seu filho Amnom e viu a tragédia arrasar sua família (1 Sm 13). Esses males seriam evitados se a correção houvesse sido posta em prática. A disciplina é um remédio que, quando aplicado, pode arder na ferida, mas em seguida, garante a cura; ela obriga os filhos a chorarem no presente para que os pais não lamentem no futuro.
Em segundo lugar, a disciplina é amorosa: “Porque o Senhor corrige a quem ama e açoita a todo filho a quem recebe” (Hb 12:6). Deus nos ama como filhos e, por isso, nos corrige quando é preciso. É nele que os pais devem se espelhar; como ele os pais devem agir. A correção é, portanto, um ato de amor. Quem ama, corrige. Quem ama sabe dizer “não”. Há quem pensa que o amor é uma porta de entrada para uma vida sem imposição de limites. Quem dá aos filhos tudo o que eles querem, ignorando o que eles realmente precisam, está cometendo um erro grave. Quem ama ensina o limite do outro e corrige quando tal limite é desrespeitado. É isso que ensinam as instrutivas palavras de Pv 13:24: “O que retém a vara aborrece a seu filho, mas o que o ama, cedo o disciplina.” Ensinar o bem é uma questão de urgência.
Pais, não desistam de seus filhos. Sempre que necessário, os corrijam. Contudo, façam isso em amor. Não os disciplinem sem razão justificável. Explique-lhes o motivo de eles estarem recebendo a devida punição e faça-lhes entender que isso é uma atitude de amor; que você se importa com eles ao ponto de prezar pela formação de seu caráter. Deixo também uma consideração aos filhos: não desistam de seus pais. Aceitem a correção, os conselhos e o amor deles. Diante de Deus, eles são responsáveis pelo bem-estar de vocês. Então, honre-os! A propósito: Coroa dos velhos são os filhos dos filhos; e a glória dos filhos são os pais (Pv 17:6).
Disponível em: https://istoe.com.br/pai-retira-celular-de-filha-e-ela-chama-a-policia-nos-eua-e-minha-propriedade/, acessado em 03/04/2019.

A dor de ser homem

São cada vez mais evidentes os efeitos desse vazio existencial, que se propaga em meio ao medo

Mais do que nunca, a violência contra a mulher, e o feminicídio como sua maior expressão, tem sido denunciada, debatida e combatida. Milênios de vida humana descrevem os horrores do machismo contra mulheres e crianças. Mas, infelizmente, pouco ou nada se fala sobre os danos causados ao próprio homem. A dor do masculino permanece oculta, ignorada, até mesmo negada.
Contudo, seus efeitos estão cada vez mais evidentes na realidade brasileira, no mundo. Cresce dia a dia uma massa volumosa de homens que não conseguem progredir em estudo, em carreira, em relacionamentos. Estão dentro e fora das igrejas, ao nosso redor, em todas as categorias socioeconômicas. Não é mais um mérito da pobreza. Crescem também, os números de mortes de homens, entre 14 e 25 anos de idades, por violência e suicídio; a superlotação dos presídios masculinos, os desempregados e descasados, cujas companheiras cansaram de sua inércia ou dos vícios diversos.
Homens que não conseguem relacionar-se com outros homens porque assistiram e sofreram até o final de sua adolescência a ação violenta do pai biológico contra sua mãe, ele e seus irmãos. Homens cuja autoestima é tão destroçada pela necessidade não suprida de afeto masculino, a constante ameaça de abandono ou agressão, a responsabilidade de tornar-se precocemente o “homem casa” para supri-la materialmente, ou mesmo afetivamente, as  dificuldades maternas.
Homens que não conseguem acreditar que podem estudar e desenvolver uma carreira, porque aprenderam que virilidade é ter força bruta, impô-la sobre outros, para serem bem sucedidos, conquistar riqueza e satisfação sexual. Homens que acreditam que não lhes resta o que fazer, além do refúgio na bebida, nas drogas, na pornografia e masturbação. E muitos, mesmo conhecendo o Evangelho, não conseguem ter uma experiência com Cristo, uma representação masculina de Deus, porque não sabem como dialogar com sua própria imagem e semelhança.
O silêncio cresce juntamente com a apatia dos meninos das novas gerações, que aguardam, mas não sabem o que aguardam. Um grande vazio existencial, que se propaga em meio a medo. O medo de ser homem. Algo ruim, negativo, sem sentido.
Esperança? Somente se os homens conseguirem admitir o que acontece, quebrantarem-se, e procurarem ajuda para curar suas feridas. A masculinidade redimida, em Cristo, só pode ocorrer pela admissão do que se vive, e não pelo silêncio.  O Cristo certamente  aguarda, como homem perfeito  e amigo, para resignificar a história de vida de cada um.

Clamor por Moçambique

Poucos dias depois que o ciclone Idai arrasou o país, deixando mais de mil mortos, Moçambique sofre com o ciclone Kenneth.
Ele deve produzir ventos de até 140km/h, atingindo o nordeste de Moçambique.
A previsão é que ele estacione em Moçambique, causando fortes chuvas até segunda feira e criando grandes inundações, num país que já está arrasado.
Neste vídeo, o PR Christian mostra a situação de algumas horas atrás, antes da chegada do fenômeno.
Pedimos a todos os irmãos que façam um clamor por aquele povo, para que Deus Todo Poderoso, acalme essa tempestade e poupe a vida de muitos.

Orientações para noivos

[vc_row][vc_column][ultimate_modal modal_title=”Saiba mais sobre o curso” modal_on=”text” modal_on_align=”left” read_text=”Saiba mais sobre o curso.” modal_size=”medium” modal_style=”overlay-zoomin” overlay_bg_opacity=”80″ header_bg_color=”#01579b” modal_border_style=”solid” modal_border_width=”2″ modal_border_color=”#01579b” modal_border_radius=”10″ img_size=”80″ close_icon_position=”popup-top-right” header_text_color=”#ffffff” txt_color=”#01579b”]Num determinado tempo da história, Adão estava sozinho no Jardim do Éden. Deus viu a solidão do homem e decidiu: Vou fazer uma companheira para ele, uma auxiliadora à altura dele. (Gn 2:18 — BV). Feita da costela do homem, Eva foi conduzida por Deus à presença de Adão. Ao vê-la, ele exultou de alegria: Isto sim! … Ela é parte dos meus ossos e da minha carne! (Gn 2:23 – BV). De acordo com a palavra de Deus, Esta é a razão porque o homem deixa de viver junto com seu pai e sua mãe e se une à mulher dele. E de tal maneira se unem os dois que se tornam uma só pessoa! (Gn 2:24 — BV). Essa é a verdade absoluta sobre a origem da família tradicional: com macho e fêmea.
Uma das tarefas da Igreja de Cristo é zelar pela pureza da família, de acordo com sua forma original (Hb 13:4). Para auxiliar no cumprimento dessa santa missão, a Diretoria Geral da Igreja Adventista da Promessa, através de seu Departamento Ministerial, lança o CURSO PRÉ-NUPCIAL, cujo objetivo é “ajudar os jovens noivos, prestes a contrair matrimônio, a refletirem sobre o casamento, a conhecerem o plano de Deus para ele, a base bíblica, as bênçãos ligadas a ele, direitos e obrigações”.
Trata-se de um importante instrumento de orientação para a formação familiar, a ser utilizado pelos pastores e presbíteros da Igreja. Através deste curso, o consagrado saberá como orientar os noivos sobre os temas relevantes à nova vida que pretendem viver: desde paixão, amor, ciúmes, características da personalidade da pessoa amada, relacionamento interpessoal, do casal e de suas famílias, exames médicos necessários antes do casamento, companheirismo, procriação, prazer, tarefas domésticas, finanças, filhos, sexualidade, tabus, prática sexual, perversões sexuais, adultério, divórcio, aborto, cerimônia religiosa, até as questões legais sobre como agir corretamente, para que o casamento seja realizado de acordo com as leis civis brasileiras.
O autor deste curso, pastor Gilberto Fernandes Coelho, oferece ainda modelos de cerimônia e de sermão para serem utilizados nas Bodas de Prata e de Ouro, além de uma lista que determina os anos de casamento que poderão ser comemorados.
A Diretoria Geral espera que os pastores e os presbíteros da Igreja Adventista da Promessa coloquem em prática as orientações oferecidas no CURSO PRÉ- NUPCIAL, para que haja mais qualidade em todos os serviços que envolvem a formação e a manutenção da família cristã.[/ultimate_modal][/vc_column][/vc_row]

Pontos aprovados em JGD

Extrato da Ata da Reunião da Junta Geral Deliberativa da Igreja Adventista da Promessa, realizada nos dias 25 e 26 de novembro de 2009, na Estância Árvore da Vida, Sumaré -SP. 

Dia 25


PONTO 085:
 LIBERAÇÃO DE UM DOMINGO POR MÊS PARA DESCANSO PASTORAL. O Departamento Ministerial solicitou que a Junta Geral Deliberativa autorizasse a liberação um domingo por mês para o descanso pastoral, com a possibilidade dele se ausentar do culto nesse dia. O pastor Hermes Pereira Brito disse que os pastores têm dificuldade em desfrutar do descanso na segunda-feira com a própria família.  O pastor Efraim Silvino Teixeira disse que para a maior parte dos pastores a segunda-feira não é dia de descanso: é dia de solidão, pois o pastor não pode contar com a família nesse dia.
ECISÃO: A proposta do DEMI foi aprovada.