Dicas da lição 12 – “Enfim, livres do pecado!”

Enfim, livres do pecado!

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Dicas

  • Dinâmica: Divida a turma em dois grupos, e peça que cada um deles destaque duas pessoas que representarão dois assuntos.
    Materiais: Procure enviar esta dinâmica durante a semana, para que seus alunos e alunas montem uma apresentação: slides, recortes de revistas, vídeos e etc.
    Desenvolvimento: O grupo 1, ficará com o “Mundo atual”. O representante deve junto a seu grupo destacar os malefícios deste mundo, como explicados na lição, mostrando o que o pecado causou, de maneira contextualizada. Vamos mostrar que: Humanos são corruptos; o mundo tem defeitos; a vida tem sofrimento; e os relacionamentos tem crise. Falarão o oposto dos tópicos da lição 12.
    O grupo 2, ficará com o “Mundo futuro”. A ideia é que o representante faça o contraponto do mundo atual. A ideia é mostrar como será essa nova ordem, após a vinda de Nosso Senhor, no céu por mil anos e depois a nova terra. Vão mostrar que: Humanos sem corrupção; o mundo sem defeitos; a vida sem sofrimento; e os relacionamentos sem crise. Com base nos tópicos do estudo 12.
    Os grupos deverão dividir as lições nas partes do “Mundo atual” e do “Mundo futuro”. Gaste cerca de 15 minutos. Depois professor (a), faça as considerações devidas daquilo que faltou e precisa ser dito.
  • Vídeo: Ao fim da lição exiba o vídeo deste link: https://www.youtube.com/watch?v=cUe9F_3twME. Nele, temos a narração de Apocalipse 21, quando é falado do novo e nova Terra. Termine falando do desafio da semana e de como devemos manter a esperança firme na segunda Volta de Cristo.
  • Desafio da semana: Mande para seus alunos e alunas pelo WhatsApp, redes sociais ou exiba em sala, o infográfico com o desafio da semana desta lição.


 

Comentários Adicionais

  1. Kabôd:
    “Para compreender a doutrina da glorificação, precisamos primeiro conhecer o significado do termo glória, que traduz algumas palavras bíblicas. Uma delas é kabôd. Refere-se a um atributo perceptível, uma exibição de individual esplendor, riqueza e pompa.” (ERICKSON, Millard J. Introdução à teologia sistemática. Tradução: Lucy Yamakami. São Paulo: Vida Nova, 1997, pp. 430-431).
  2. Doxa:
    “No Novo Testamento, a palavra grega doxa transmite o significado de brilho, esplendor, grandiosidade e fama. Aqui encontramos a glória atribuída a Jesus Cristo, exatamente era atribuída a Deus no Antigo Testamento. A segunda vinda de Cristo também deve ser ocasião para sua glória. Jesus mesmo deixou um quadro vivaz da natureza gloriosa de seu retorno: ‘Verão o Filho do Homem vindo sobre as nuvens do céu, com poder e muita glória’ (Mt 24.30).” (Ibidem, p.431).
  3. Silêncio da morte:
    “No novo céu e na nova terra não haverá luto nem morte ([Ap] 21:4). A morte vai morrer e nunca vai ressuscitar. Ela será lançada no lago de fogo. Ela não pode mais nos atingir. Fomos revestidos de imortalidade. No céu não há separação, acidente, morte, hospitais. Na Babilônia se calam as vozes da vida (18:22-23), mas na Nova Jerusalém se calam as vozes da morte (21:4)!” (LOPES, Hernandes Dias. Apocalipse/ O futuro chegou: as coisas que em breve devem acontecer. São Paulo: Hagnos, 2005, p.365).
  4. Povo unido:
    “[Lá não seremos denominações]. Seremos a igreja, a noiva, a cidade santa, a família de Deus, o povo de Deus. Jesus disse que o céu é a casa do Pai, o nosso lar (Jo 14:2), um lar com muitas moradas, um lugar de segurança, um lugar de descanso, um lugar de perfeito entendimento e amor, um lugar de permanência.” (Ibidem, p.368).
  5. Eterna felicidade:
    “Na nova terra, uma grande reversão acontecerá. Tudo o que foi amaldiçoado por causa do pecado de Adão será transformado. A maldição será substituída pela bênção! Consequentemente, a morte será substituída pela vida; a pestilência, pela saúde; a tristeza, pela alegria; a dor, pelo gozo; a miséria, pela abundância; a guerra, pela paz; e a desordem, pela ordem! A reversão será total, para que Deus seja glorificado em todos, e desfrutemos de uma existência docemente infindável!” (CAMPOS, Heber Carlos de. O habitat humano: o paraíso restaurado: parte 2. São Paulo: Hagnos, 2015, p.101).

Pedido de oração

Vamos clamar pelo jovem Diego

Vamos orar em favor do Diego, filho do pastor Marcos Waldeir, de Minas Gerais, que sofreu acidente há alguns meses.ele estava se recuperando bem, no entanto contraiu uma grave infecção. Vamos clamar para que nosso Deus novamente intervenha.

Deus respondeu à oração

Encontrei pela internet a igreja pela qual orava havia sete anos

Sou muito grato a Deus por responder minhas orações, na maneira como conheci esta igreja, há cerca de um ano e meio. Não nasci no berço promessista, nem em berço evangélico, mas por meio de meus estudos bíblicos diários, aceitei Jesus aos 15 anos (hoje estou com 23 anos) sem, contudo , estar plenamente feliz. Porque não havia encontrado uma igreja que eu pudesse chamar de lar, em especial as convicções referentes às doutrinas da Palavra do Senhor . Estudando diariamente, fui levado a crer na guarda do Santo Sábado e no Batismo no Espírito Santo, dentre outras doutrinas, que não encontrei em nenhuma outra denominação. Orei ao Senhor e, em meio às lágrimas, Ele me escutou, depois de sete anos orando para encontrar uma igreja assim.
Descobri, como que “sem querer”, o site da Igreja Adventista da Promessa. Ansioso, acessei o link “No que cremos” e quase não pude acreditar que havia encontrado minha igreja, aquela que aprendi a amar deste o primeiro contato.
Hoje sou promessista batizado, e meu lema de vida é levar a outros ao conhecimento de Cristo, pregando a volta do Senhor e a necessidade do estudo do derramamento da chuva serôdia. Amo a IAP com tudo o que sou, enquanto discípulo do Salvador.
Agradeço a cada um que faz parte da IAP, tornando-a um lar para tantos que, como eu, estão em busca da verdade bíblica. Amem esta igreja e sirvam ao Senhor dos Exércitos sempre . Deus é fiel! Atualmente, sirvo com alegria na IAP Jardim América de Fortaleza – Sede Regional.

Dacio Estevam Veras, IAP em Jardim América – Fortaleza (CE)

Pedido de oração

Dois irmãos envolvidos no mesmo acidente

Nesta semana, dois irmãos consanguíneos da IAP em Cajaíba (SE) se envolveram em um acidente na BR 235, entre Itabaiana e Moita Bonita, ambas no Sergipe. O condutor da moto, Davi, infelizmente faleceu e seu irmão, Isaías, sofreu muitas fraturas e está hospitalizado, em estado grave. Ambos sempre se dedicaram ao louvor a Deus na IAP em Cajaíba. Vamos orar pela família e pelo milagre da restauração na vida do irmão Isaías.

Nota de falecimento

Oremos pela família da Dyandra

Nesta manhã, dormiu em Cristo a jovem Dyandra, da IAP em Óbidos (PA), aos 19 anos. Ela sofreu um infarto fulminante.
Oremos especialmente pelos pais, Pb. Carlos Isaias e Dsa. Diana, pois apenas o Espírito Santo consolador pode ajudá-los a suportar essa dor. Que a certeza da vida eterna e do reencontro seja um bálsamo para os dias difíceis. Vamos adotá-los em oração!

Celebrando o milagre da vida

A pequena Antonella venceu dificuldades na gestação e no pós-parto

Na minha angústia clamei ao Senhor, e ele me ouviu. Salmo 120:1
Venho testemunhar o grande amor de Deus por mim e minha filha, Antonella. Quando estava com três meses de gestação, tive uma hemorragia considerável. Na sala de medicação, clamei a Deus, confiei em seu poder e entreguei nas suas mãos o meu bebê. Fiz um ultrassom e estava tudo bem com minha filha. Glória a Deus por isso!
Passei o restante da minha gestação muito bem. No dia do nascimento de minha filha, tive um parto abençoado. Em todo momento, Deus estava cuidando de nós. Mas minha filha nasceu com pouco peso pelo tempo gestacional. E os médicos disseram que ela ia ficar um mês internada na UTI Neonatal do Hospital Estadual de Sumaré SP). Novamente, clamei ao Senhor e, com apenas 15 dias de internação, ela teve alta com um bom peso.
Agradeço a Deus por essa benção maravilhosa em nossas vidas.

Eliane A. Silva Stelato, da IAP em Sumaré – Nova Veneza. Convenção Paulista

Dicas da lição 11 – “Vida após a morte?”

Vida após a morte?

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Dicas

  • Texto: Mostre para sua classe, para o item 1, o texto que fala sobre o purgatório, do livro apócrifo de 2 Macabeus 12:39-46, para mostrar onde essa doutrina contrária a Bíblia é embasada:
    “No dia seguinte, Judas e seus companheiros foram tirar os corpos dos mortos, como era necessário, para depô-los na sepultura ao lado de seus pais. Ora, sob a túnica de cada um encontraram objetos consagrados aos ídolos de Jânia, proibidos aos judeus pela lei: todos, pois, reconheceram que fora esta a causa de sua morte. Bendisseram, pois, a mão do justo juiz, o Senhor, que faz aparecer as coisas ocultas, e puseram-se em oração, para implorar-lhe o perdão completo do pecado cometido. O nobre Judas falou à multidão, exortando-a a evitar qualquer transgressão, ao ver diante dos olhos o mal que havia sucedido aos que foram mortos por causa dos pecados. Em seguida, fez uma coleta, enviando a Jerusalém cerca de dez mil dracmas, para que se oferecesse um sacrifício pelos pecados: belo e santo modo de agir, decorrente de sua crença na ressurreição, porque, se ele não julgasse que os mortos ressuscitariam, teria sido vão e supérfluo rezar por eles. Mas, se ele acreditava que uma bela recompensa aguarda os que morrem piedosamente, era esse um bom e religioso pensamento; eis por que ele pediu um sacrifício expiatório para que os mortos fossem livres de suas faltas.”
  • Vídeo: No vídeo “O que acontece depois da morte?”, de Hernandes Dias Lopes, o pastor explica erradamente para onde vai a pessoa quando morre. Mostre a seus alunos, que é assim que creem a maioria dos evangélicos. Mostre isso no item 2. Enfatize que a crença bíblica não é essa. Link do vídeo aqui: https://www.youtube.com/watch?v=K4KTwD-fyQA.
  • Dinâmica: Faça a seguinte dinâmica aplicada no item 3.
    Material: Bandeja; Envelopes (branco e cinza).
    Tempo: 10 minutos.
    Desenvolvimento: Coloque dentro do envelope branco, numa tira de papel, a expressão “vida eterna”. No envelope cinza, coloque a expressão “Morte Eterna”. Em seguida, coloque na bandeja. Divida a classe em dois grupos e escolha um líder de cada um. Peça que eles escolham um dos envelopes e em seguida o abram.
    – O grupo da “Vida Eterna” deve mostrar como isso será possível e o grupo “Morte Eterna” deve mostrar como o ser humano terá esse desfecho. Peça que tirem os argumentos do item 3 e das duas aplicações. Após breve período de pesquisa, o líder deve expressar a opinião do grupo e falar sobre seu assunto. O professor (a) deverá concluir, fazendo as considerações necessárias.
  • Desafio da semana: Mande para seus alunos e alunas pelo WhatsApp, redes sociais ou exiba em sala, o infográfico com o desafio da semana desta lição.


 

Comentários Adicionais

  1. O que é morte?:
    “Morte é cessação da vida e da atividade na terra. Biblicamente, ocorre por ocasião da ruptura entre o pó da terra e o fôlego de vida. Na morte, acontece uma cisão entre o corpo e o espírito. Isto está de acordo com o que está escrito em Eclesiastes: … o pó volte à terra de onde veio e o sopro volte a Deus que o concedeu (Ec 12:7 – BJ). Neste texto, há uma clara alusão ao relato da criação, quando Deus fez o homem do pó da terra e soprou-lhe nas suas narinas o fôlego de vida (Gn 2:7).” (O Doutrinal: Nossa crença ponto a ponta. São Paulo: GEVC, 2012, pp.264-265).
  2. Os “espíritos em prisão”:
    “Os espíritos em prisão [1Pd 3.20] são aqueles que, noutro tempo, foram rebeldes (a palavra tem um sentido de rebelião ativa), quando a paciência de Deus esperava enquanto a arca era construída nos dias de Noé. Essas orações subordinadas indicam que o texto só pode estar falando de espíritos humanos [pessoas], pois em nenhum momento e em nenhuma parte da Bíblia ou da literatura judaica extrabíblica se diz que anjos desobedeceram ‘durante a construção da arca’.” (GRUDEM, Wayne A. Comentário bíblico de 1 Pedro. Tradução: James Reis e Marcio Loureiro Redondo. São Paulo: Vida Nova, 2016, p.158).
  3. Pensando na morte:
    “Salomão acrescentou outra frase que parece igualmente sem sentido. Ele declarou: ‘Melhor é ir à casa onde há luto do que ir à casa onde há banquete’ ([Ec] 7:2). Como pode? Seu raciocínio é que, já que a morte é o destino de todos nós, deveríamos chegar à casa de luto para pensar especificamente sobre dois temas: o que o falecido fez com que as possibilidades que lhes foram dadas ao nascer e o que nossa própria mortalidade trará em termos de realização.” (STURZ, Richard J. Teologia sistemática. Tradução: Lucy Yamaki. São Paulo: Vida Nova, 2012, p.697).
  4. Morte compartilhada:
    “A morte ou a alienação de Deus é o fator que todas as vidas humanas naturais (a vida segunda a carne, Rm 8.6; 1 Jo 3.14) têm em comum, porque o pecado, com sua morte resultante, vive dentro da pessoa, a despeito da lei de Deus (Rm 7.9; 1 Co 15.56; Tg 1.15). O arqui-rebelde Satanás é o senhor da morte (Hb 21.4); realmente, a própria morte pode ser vista como um poder demoníaco (1 Co 15.26-27; Ap 6.8; 20.13-14).” (ELWEll, Walter A. Enciclopédia Histórico-Teológica da Igreja Cristã. Tradução: Gordon Chown. São Paulo: Vida Nova, 2009, p.558).
  5. Teologia da morte:
    “Ninguém crê em sua própria morte (Freud), mas, como disse S. Agostinho, ‘todas as coisas são incertas; de certo só existe a morte’. Muitos tentam ignorá-la, a exemplo de Epicuro: ‘O mal medonho, a morte, não nos interessa. Enquanto estamos aqui, a morte não está; quando ela está, nós não estamos mais’. A teologia cristã, por sua vez, não pode ignorar a morte, pois a fé cristã como um todo é, de certo modo, uma resposta à questão da morte.” (BORTOLLETO FILHO, Fernando (Org.). Dicionário Brasileiro de Teologia. São Paulo: ASTE, 2008, p.686).

Qual o “porquê” da sua vida?

Não perca o motivo de viver

O “porque” em questão não é “por que” de pergunta. É “porquê” de motivo. Talvez você nunca parou para pensar no “porquê” de motivo. A sua mente se ocupa mais com o outro “por que”, o de pergunta. É normal pensar mais nele mesmo, ainda mais quando se lida com o Deus soberano, o Deus que, como está dito em certo lugar, “faz tudo o que lhe apraz, no céu e na terra, no mar e nas profundezas das águas”. Muitas dessas ações dele nos deixam cheios de questões!
Mas o “porque” que agrega sentido à vida não é o “por que” de pergunta. É o “porquê” de motivo. É por causa desse “porquê”, o de motivo, é que muita gente não joga a toalha na lutas diárias. Quanto mais forte esse “porquê”, mais forte se torna a sua alma. Assim sendo, vale a pena pensar um pouco no seu “porquê”. Diga aí: Qual é o seu “porquê”?
Nem todo mundo tem o mesmo “porquê”. Para alguns, esse “porquê” é casa, é filho, é compra, é carro, é viagem, é lazer. Para outros, esse “porquê” é grana, é mulher, é poder, é amigo, é fama. Sabe qual a grande questão desses “porquês”? Eles não se mantêm para sempre. Tudo isso – casa, filho, compras, carro, viagem, lazer, grana, poder, amigo, fama – passa com o tempo. Esses “porquês”, mais cedo ou mais tarde, se perdem.
E perder o “porquê” é coisa séria, porque tem a ver, dentre outros coisas, com perder o motivo que faz você acordar todas as manhãs, se levantar da cama, tomar banho quente, se perfumar, se alimentar, sair para trabalhar. Enfim, perder o “porquê” é perder o que ou quem dá valor à sua vida. E o maior risco de quem sofre essa perda é achar que a vida não vale mais a pena.
A única forma de você não se perder na perda de algum desses “porquês” é fazer de Cristo o “porquê” último da sua vida. Jesus é o “porquê” dos “porquês”. O “porquê” que é o mesmo ontem, hoje e eternamente. Quando Jesus se torna o “porquê” ou a razão da sua vida, você não se indaga mais: “como vou lidar com essa perda?”, porque com Jesus você pode enfrentar qualquer como, sem se quebrar por dentro! Através da força dele você pode todas as coisas! Sempre!

Genilson Soares da Silva é pastor da IAP em Vila Camargo (Curitiba – PR).

Pedido de oração

Aiara Oliveira, da IAP em Mogi das Cruzes (SP), precisa da nossa intercessão

Pedimos a todos irmãos orações em favor da irmã Aiara Oliveira, da IAP em Brás Cubas (Mogi das Cruzes – SP), que se encontra internada em estado grave. Ela tinha um aneurisma cerebral, não diagnosticado, que se rompeu há alguns dias. Pela demora no atendimento, o sangue espalhou-se pelo cérebro e seu estado agravou-se. Hoje ela está entubada, em função de complicações por uma pneumonia.
Somente um milagre pode restituir-lhe a saúde. Oremos por ela e também pelo marido e as 3 filhas, que estão vivendo este momento de angústia. Que nosso Deus tenha misericórdia desta família.

Sou o seu tesouro

Lembre-se de mim, neste 10 de dezembro

Fui escrita há mais de dois mil anos. Já tive modelos frágeis, hoje sou forte, sou até aplicativos, fico aberta nas casas. Fico empoeirada, mas as pessoas não me lêem.
Tenho muitas mensagens para ensinar, acalmo as pessoas no desespero mas elas não lembram de me ler na alegria. Fico esquecida, na correria da semana.
Estou ali, no cantinho da gaveta ou na cabeceira da cama.
Eu sou a Bíblia Sagrada e meu dia é comemorado no segundo domingo de dezembro. Muitos só lembram de mim no fim de semana, isso quando meu dono vai à igreja. Se ele viaja, muitas vezes, não sou levada na mala.
Sou o melhor presente para dar a alguém. Às vezes, me oferecem para as crianças quando nascem, mas nem falam para elas sobre mim. Elas ficariam encantadas com minhas histórias.
Desejo que isso mude. Há muitas pessoas que arriscam suas vidas para me ler, pessoas são mortas por saber tudo o que sei. Anseio que os que me tem, aproveitem essa chance. Se algum dia, me lerem de verdade, que aprendem a nunca me esquecer.
Estou cheia de heróis e exemplos a serem seguidos. Se as pessoas me lessem, haveria menos perigos. Eu conto as coisas que já foram , para ensinar você hoje. E também aviso sobre as coisas que virão. Sou a palavra de Deus para os homens.
Lembre-se de ler minhas páginas.

Rebeca Dalava, membro da IAP em Cascavel e Toledo (PR)

Dicas da lição 10 – “Estamos em guerra”

Estamos em guerra

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Dicas

  • Dinâmica: Para o item 2 “Nossos oponentes na guerra”, distribua folhas de sulfite e canetas, pedindo que os alunos dividam a folha em três partes, escrita “mundo, a carne e o diabo”. Peça que escrevam o que acham de cada um. Primeiro o “mundo” e em seguida explique o que a Bíblia diz. Em seguida faça isso com os outros itens. A ideia é mostrar aquilo que a Bíblia diz e a lição expõe, e o que os alunos sabem sobre o assunto (ou sabiam antes de estudarem a lição).
  • Vídeo: Para a aplicação da lição mostre para classe o vídeo “Existe uma guerra espiritual pela sua alma (como vencê-la). Nela, é explicada como o ser humano vence a batalha contra o pecado. Acesse o vídeo neste link: https://www.youtube.com/watch?v=S9i4J4kdLsU.
  • Desafio da semana: Mande para seus alunos e alunas pelo WhatsApp, redes sociais ou exiba em sala, o infográfico com o desafio da semana desta lição.


 

Comentários Adicionais

  1. Nossa natureza mascarada:
    “Nossa natureza caída, pecaminosa, caracteriza-se pela sutileza e hipocrisia. Todos temos uma tremenda dificuldade de enxergar nossa carnalidade. Vivemos atrás de máscara que nos esconde de nós mesmos. Impedimos que o espelho de Deus revele o que somos (cf. Tg 1.23s).” (SHEDD, Russel. O mundo, a carne e o diabo. São Paulo: Vida Nova, 1995, p.52).
  2. Santidade do Espírito:
    “O mesmo Espírito que esteve presente na criação e fez com que você nascesse de novo, está agindo para capacitar o íntimo de seu ser (ou seja, sua vontade ou coração) para que você possa resistir aos pecados que não conseguia resistir anteriormente e para fazer coisas boas que, de outra sorte, seriam impossíveis para você.” (DEYOUNG, Kevin. Brecha em nossa santidade. Tradução de Eros Pasquini Júnior. São José dos Campos: Fiel, 2003, pp. 116-117).
  3. Obediência grata:
    “Em virtude das misericórdias de Deus de Romanos 1-11 (p. ex. justificação, adoção, predestinação, expiação, reconciliação, preservação, glorificação), nossa grata resposta deve ser a obediência aos imperativos dos capítulos 12 a 16. Conforme afirma John Stott, ‘não é por acaso que no Grego um e o mesmo substantivo (charis) substitui tanto ‘graça’ como ‘gratidão’.” (Ibidem, pp.118-119).
  4. Parceria:
    “(…) chegamos a uma parte da aplicação da redenção que é uma obra progressiva, que continua por toda nossa vida na terra. Também é uma obra na qual Deus e o homem cooperam, cada um desempenhando papéis distintos. (…) santificação é uma obra progressiva da parte de Deus e do homem que nos torna cada vez mais livres do pecado e semelhantes a Cristo em nossa vida presente.” (GRUDEM, Wayne. Teologia Sistemática. Tradução de Norio Yamakami; Lucy Yamakami; Luiz A. T. Sayão. São Paulo: Vida Nova, 1999, p.622).
  5. Santos em ascensão:
    “Paulo diz que por toda vida cristã ‘todos nós […] somos transformados, de glória em glória, na sua própria imagem’ (2Co 3.18). Gradualmente nos tornamos cada vez mais semelhantes a Cristo, conforme avançamos na vida cristã. A expectativa de todos os autores do Novo Testamento é que nossa santificação aumente no curso de nossa vida cristã.” (Ibidem, p.624).

A igreja da Palavra – uma síntese para quem perdeu (e para quem foi também)

No último final de semana de novembro, estivemos reunidos no Congresso “A Igreja da Palavra – o ensino a serviço da missão”. Dias intensos, muitas atividades, palestras, trilhas, amizades e boas conversas. Para nós, que nos envolvemos com a organização, muita correria! Esse texto não se trata de um resumo abrangente, muito menos cronológico daquilo que foi aprendido pelos participantes, mas o que proponho é uma síntese realmente. Vamos lá!
A tese do congresso é que o ensino deve estar a serviço da missão. Isto é, se somos daquelas igrejas que ainda valorizam o texto bíblico como única fonte e regra de fé e prática, se valorizamos a Bíblia como Palavra de Deus inspirada e revelada, ensiná-la significa vive-la a tal ponto que ela impacte nosso estilo de vida e que também seja nossa fonte e inspiração da prática da missão, pois fomos chamados para participar do plano cósmico do Deus Criador, que decidiu redimir toda a sua criação por meio de Jesus, seu Filho, nos concedendo o Espírito Santo como parceiro e guia de nossa missão no mundo até que a história encontre sua conclusão.
A tese é linda! Mas a realidade, por vezes, parece ser a antítese do exposto acima. Classes de escola bíblica esvaziadas, jovens que não leem a Bíblia, professores de adolescentes que não sabem mais o que fazer porque não conseguem se comunicar com eles, músicos que cantam verdades eternas e não vivem por elas ou que cantam besteiras, mas não conseguem discernir porque desconhecem a fonte, a Palavra! Então, você pensa assim: “você está abordando os que não aprendem por ausência ou omissão, mas temos aqueles, ainda que em menor número, que participam das nossas classes de escola bíblica…” Pois é, parece que também esses tem adquirido um conhecimento racional das coisas da Palavra, mas nem sempre isso se torna prática de uma vida em missão, porque muitos de nossos alunos (e talvez dos professores também) partem do pressuposto que o ensino é para edificação pessoal e não para servir à missão. Um professor meu tem uma frase interessante para as reuniões de culto de muitas denominações: “temos diversos encontros e reuniões sobre Deus, mas poucos encontros reais com Deus em nossas reuniões”. Vou parafraseá-lo para o ensino: “temos muitas aulas sobre Deus, mas pouco ensino efetivo e prático sobre como expressar Deus na sociedade”.
Qual é a síntese desse paradoxo entre o ideal e o real? O congresso desse final de semana foi feliz em apresentar essa discussão. O ensino bíblico é central enquanto conteúdo para que o evangelho seja presente na vida daquele que aprende. Consistência doutrinária é importante para que o ensino inspire confiança. Porém, nada disso é possível sem dois aspectos fundamentais que são a síntese do que vivenciamos nesse tempo de ensino do congresso: primeiro, o professor precisa ser transparente, inspirador, contextualizado, sábio, seguro do conteúdo e resiliente. Pastores, líderes de ministérios e pessoas ligadas ao ensino da igreja: precisamos aliar integridade no ensino (conhecimento bíblico e testemunho de vida) com relevância (contextualização e linguagem). Segundo, é necessário caminhar a segunda milha da atualização nas metodologias e práticas do ensino voltadas intencionalmente não somente para a edificação pessoal, mas para o serviço que podemos e devemos praticar.
Assim, eu e você, no contexto de nossos ministérios, como líderes ou mestres, precisamos ter uma postura que valorize a missão de Deus em nossas próprias vidas, através de integridade e relevância. Aquilo que ensinamos ou pregamos, precisa estar centrado na Palavra e intencionalmente direcionar para a prática da missão no dia a dia, através de abordagens e aplicações que incentivem e inspirem a uma vida de serviço ao Reino de Deus.
A tese é linda. A antítese é preocupante. A síntese é a busca que devemos empreender diante de Deus, clamando para que o Espírito Santo nos capacite para o ensino relevante, cativante e transbordante dos desafios sempre presentes de um Deus que está em missão. Topa?

Publicado originalmente em: http://fumap.portaliap.org/a-igreja-da-palavra-uma-sintese-para-quem-perdeu-e-para-quem-foi-tambem/

A oração que muda a história

Precisamos persistir, ser sábios ao pedir e confiar

Agora, pois, ó Senhor nosso Deus, te suplico, livra-nos da sua mão; e assim saberão todos os reinos da terra que só tu és o Senhor Deus.” (II Rs 19:19)
Desde sempre, o homem se comunica e não vive sem comunicação. Os persas, por exemplo, usavam o couro de animais como “papel” para se comunicarem. Pombos correio com cores pré-estabelecidas e navios também levavam comunicados aos seus interessados.
Os gregos, na Antiguidade, utilizavam arautos no intuito de informar e avisar o destinatário de forma verbal. Os romanos inventaram uma espécie de jornal (tábua branca) para informar sobre as deliberações do imperador. Na China surgiu o papel, cujo meio de comunicação é usado até a atualidade. Hoje em dia a comunicação é muito fácil: internet, celular e outros.
E para se comunicar com Deus? Será que é fácil? Nossa “correspondência” pode ser extraviada no meio do caminho? Será que ele recebe nossa comunicação? Quando recebe, será que ele responde logo ou nos deixa sem resposta?
“A oração é nosso canal direto de comunicação com o Pai Celestial”. Jesus afirma que, se orarmos com fé, a oração será respondida (Mt 21:22).
Em primeiro lugar, a oração muda a história quando há persistência.E eu vos digo a vós: Pedi, e dar-se-vos-á; buscai, e achareis; batei, e abrir-se-vos-á; Porque qualquer que pede recebe; e quem busca acha; e a quem bate abrir-se-lhe-á.” (Lc 11:5-10). “E Deus não fará justiça aos seus escolhidos, que clamam a ele de dia e de noite, ainda que tardio para com eles?” (Lc 18:7).
Em segundo lugar, a oração muda a história quando há sabedoria. Deus não segue nosso cronograma. Ele atende e responde a oração no tempo certo e se for de sua vontade. “Pedis, e não recebeis, porque pedis mal, para o gastardes em vossos deleites” (Tg 4:3). Sabedoria também é obediência e temor às suas leis, pois se assim não proceder, sua oração não é atendida. “Se alguém se recusa a ouvir a lei, até suas orações serão detestáveis” (Pv 28:9).
Em terceiro lugar, a oração muda a história quando não há dúvida. Acazias foi um rei que não deu crédito e duvidou do Deus de Israel. Ele caiu da sacada do seu quarto e preferiu consultar um deus chamado Baal-Zebude sobre sua saúde, não o Deus de Israel. Sua história poderia ser bem diferente, se buscasse o Deus verdadeiro (II Rs 1:2,4). Elias, ao contrário, tinha certeza de quem era o Deus de Israel. “O anjo do Senhor disse a Elias: ‘Acompanhe-o; não tenha medo dele’. Então Elias se levantou, desceu com ele e foi falar com o rei. Ao chegar, disse ao rei: “Assim diz o Senhor: Acaso não há Deus em Israel? Por que você mandou consultar Baal-Zebube, deus de Ecrom? Por isso, você não se levantará mais dessa cama e certamente morrerá! E Acazias morreu, conforme a palavra do Senhor, anunciada por Elias” (vv 15-17a).
Por fim, a oração muda a história quando direcionamos a glória a Deus. Ezequias foi um rei que confiava muito em Deus. Sua oração era suplicando livramento das ameaças do inimigo (II Rs 18:28-38), mas sobretudo, ele reconhecia a grandeza de Deus. “Agora, Senhor nosso Deus, salva-nos das mãos dele, para que todos os reinos da terra saibam que só tu, Senhor, és Deus” (II Rs 19:19).
Ezequias nos ensina a suplicar com persistência, com sabedoria, sem duvidar e a glorificar a Deus.“Então Isaías, filho de Amoz, enviou uma mensagem a Ezequias: “Assim diz o Senhor, o Deus de Israel: Ouvi a sua oração acerca de Senaqueribe, o rei da Assíria” (vv.20).
A oração dirigida a Deus muda nossa história quando persistimos, apresentando nossos problemas a ele; com sabedoria, invocando o seu nome; sem duvidar, confiando que ele vai responder, para que o Seu nome seja glorificado. Amém!

Da. Jonatas Ribeiro congrega na IAP em Jd. Amelia – Sumaré (SP)

Dicas da lição 9 – “Salvos pelo sangue”

Salvos pelo sangue

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Dicas

  • A lição em uma frase: Pelo fato de o sangue de Cristo nos ter livrado da condenação do pecado, temos uma nova vida, para ser vivida sem escravidão, pelo poder do Espírito.
  • Desenvolvimento da lição:

    Convidar para a aula

    Duração
    5 min

    Atividade

    Mostre esta imagem para a classe:

    Comente com a classe o seguinte fato: Em nossa sociedade, toda vez que se faz um contrato formal de trabalho, dispõem-se os termos com que as partes envolvidas se comprometem legalmente.

    Faça as seguintes perguntas à classe e peça que as respondam conversando em pares ou pequenos grupos:
    1. O que acontece se um empregado ferir uma das cláusulas do contrato?

    2. O que acontece se o empregador romper o contrato sem justa causa?

    OBS.: Deixe a imagem em exibição enquanto eles conversam.
    Dê 3 minutos para esse bate-papo. Reserve mais 1 minuto para algumas respostas.

    Recursos
    Data show/ou cartolina para desenhar a imagem sugerida

    Apresentar o assunto

    Duração
    10 min

    Atividade

    De forma breve, relacione o fato que acabaram de comentar com a situação de quebra de contrato por parte do ser humano, que deliberadamente infringiu a aliança firmada com Deus.
    Mostre em Romanos 3.10 e 23 a condição de réu condenado em que se encontra o homem por ter transgredido os termos desse pacto, colocando-se debaixo sob a condenação da lei, a qual prescreve pena de morte ao transgressor.
    Porém, ao fazer um pacto com Abraão, Deus comprometeu-se a assumir os efeitos da transgressão por parte do homem. Naqueles tempos antigos, quando firmavam uma aliança, os contratantes matavam animais, dispunham as metades deles formando um caminho, e passavam entre elas. Ambos passavam, afirmando desse modo reconhecer que o destino daqueles animais mortos seria também o destino de qualquer dos contratantes que transgredisse o pacto que acabavam de firmar.
    Na visão registrada em Gênesis 15.12-20, porém, Deus – representado por um fogareiro em chamas – passa sozinho entre os corpos cortados. Abrão não passou entre eles. Só o Senhor. Desse modo, Deus comunicou a nosso pai na fé que ele mesmo, Deus, sofreria a punição decorrente da nossa violação da aliança.
    Aliás, já no começo da história humana, por ocasião da Queda, quando Adão e Eva falharam ao desobedecer os termos do pacto, Deus, por graça, lhes prometeu um resgatador (Gn 3.15).
    Desse modo, a Bíblia anuncia que Deus deseja relacionar-se de forma extraordinariamente maravilhosa com o povo que escolheu: ele faz um pacto cujos termos ele mesmo estabelece e que devem ser obedecidos. E toma a iniciativa de assumir a punição pela quebra desse pacto, providenciando resgate da dívida gerada pela desobediência do seu povo.
    Ele nos incluiu nessa história maravilhosa. O que representa para nós o resgate pago pelo sangue de Cristo? Poderemos responder a essa pergunta ao estudarmos hoje esta lição.

    Recursos
    Bíblia, revista, dicionário bíblico

    Pesquisar sobre o assunto

    Duração
    20 min

    Atividade

    Os alunos trabalharão em pequenos grupos para responderem às perguntas que você apresentará. Essa perguntas deverão ser impressas e distribuídas para cada grupo. Providencie folhas para anotarem as respostas. Os alunos devem consultar a Bíblia e a revista para encontrarem suas respostas e você estará à disposição para auxiliá-los na pesquisa.
    • SUGESTÃO DE PERGUNTAS
    1. Que pena recai sobre o homem, como parte infratora do pacto com Deus? (Rm 5.12; 6.23)
    2. De que forma Deus intervém para que haja reparação da ofensa e pagamento da dívida? (Rm 5.8 e 8.32)
    3. Com referência ao sacrifício de Cristo, o que significam as seguintes expressões:
    a) Morte vicária ________________
    b) Expiação ____________________
    c) Propiciação __________________
    4. Após ler o item 2 da revista (Ef 2.8; 2Co 5.21), responda: O que queremos dizer, ao afirmar que, pelo sangue de Jesus, o crédito dele é transferido para nós?
    5. O que significa dizer que alguém é escravo do pecado? O que é a natureza pecaminosa ou a carne? Como o sangue de Jesus e o Espírito Santo agem em relação a isso? Leia Rm 6.6,12, 8.1-17; Gl 5.16-17, e o item 3.
    6. De que forma podemos vivenciar nossa condição de salvos pelo sangue de Cristo? Como deve andar aquele que tem essa certeza?

    Recursos
    Bíblia, revista, dicionário bíblico. Papel sulfite, canetas ou lápis

    Expressar o que aprenderam

    Duração
    10 min

    Atividade

    Após a atividade de pesquisa, você poderá propor um nome para esta próxima atividade:
    BANCO DE SANGUE
    Com antecedência, prepare:
    1. Duas caixas: uma forrada com papel marrom e a outra com papel vermelho. Na frente da caixa marrom escreva DÉBITO. Na frente da vermelha escreva CRÉDITO.
    2. Cartões onde você escreverá as referências bíblicas que foram estudadas na lição, incluindo algumas indicadas na LEITURA DIÁRIA. Em cada cartão escreva a referência de apenas um versículo, por exemplo: Rm 3.23.
    Nesse momento da aula, os alunos deverão colocar na caixa marrom os versículos referentes à dívida, ao débito do homem por ter quebrado a aliança com Deus. Na caixa vermelha, os que se referem ao pagamento providenciado por meio do sangue de Cristo.
    Sabendo que adquirimos em Cristo o acesso a esse “banco”, pergunte aos alunos como isso afeta a nossa vida nas diversas áreas:
    Espiritual/social/mental/física/etc.

    Recursos
    Duas caixas de papel duro, papel marrom e papel vermelho para forrar as caixas, papel sulfite para confeccionar cartões

    Inspirar a prática de vida

    Duração
    5 min

    Atividade

    Com antecedência, prepare envelopes vermelhos com o nome de cada aluno escrito na frente. Dentro do envelope, coloque um pedaço de papel com a palavra RESGATADO. É bom ter alguns envelopes extras caso venham visitantes.
    No fim da aula, distribua os envelopes e peça que os abram e vejam o que há dentro. Peça a cada aluno que compartilhe com outro o que representa o sangue de Cristo para ele. Terminem com orações de gratidão pela salvação e cantem o hino sugerido na revista.

    Recursos
    Envelopes vermelhos/papel sulfite

    Atividade proposta por Sandra Salum Marra, no Congresso de Educação da IAP.

  • Desafio da semana: Mande para seus alunos e alunas pelo WhatsApp, redes sociais ou exiba em sala, o infográfico com o desafio da semana desta lição.

 

 

Comentários Adicionais

  1. Dívida perdoada:
    “No que diz respeito à nossa dívida para com Deus, a ‘escrita da dívida’ contra nós foi removida por Cristo. Um aviso de que a dívida havia sido paga foi afixado em lugar público quando Jesus foi ‘pregado na cruz’. Essa seção desarmou as potestades e os principados do mal, tornando o triunfo de Jesus sobre eles um espetáculo público.” (SPROUL, R.C. Salvo de quê? Compreendendo o significado da salvação. Tradução de Fabiani Medeiros. São Paulo: Vida, 2006, p.81).
  2. Substitutiva:
    “(…) sua morte foi substitutiva ou vicária. Assim como os sacrifícios do Antigo Testamento tinham um caráter substitutivo, assim também Cristo, que cumpriu e substituiu aqueles sacrifícios antigos, ofereceu-se como o ‘cordeiro de Deus’ no lugar dos pecadores.” (SEVERA, Zacarias de Aguiar. Manual de Teologia Sistemática. Curitiba: AD Santos, 2014, pp.203-204).
  3. Esboço de bênçãos:
    “Romanos 8.1-17 trata de seis bênçãos da nova aliança concedidas ao cristão e procedentes do Espírito: justificação (v.1), obediência (v. 2-8,12,13), habitação do Espírito (v.9,10), ressurreição (v.11), adoção (v.14-16) e herança (v.17). Romanos 8.18-30 acrescenta outra bênção da nova aliança procedente do Espírito: glória (por meio do sofrimento) (…).” (PATE, C. Marvin. Romanos. Tradução de Suzana Klassen e Vanderlei Ortigosa. São Paulo: Vida Nova, 2015, p.166).
  4. Obediência:
    “(…) ao enviar seu Filho ao mundo como homem para vencer o pecado, Deus resolveu o dilema de como capacitar os seres humanos para obedecer-lhe. A morte sacrificial de Cristo derrotou o pecado e substitui-o pela obediência no cristão. As profecias da nova aliança do Antigo Testamento (p. ex., Jr 31.31-34; Ez 26.26-28) associavam a nova aliança com a obediência sincera alcançada pelo Espírito.” (Ibidem, p.167).
  5. Uma obra completa:
    “(…) Jesus realizou quatro coisas importantíssimas: expiação, propiciação, redenção e reconciliação. Primeiro, Ele removeu a culpa do nosso pecado ao assumi-la na cruz (expiação). Segundo, Ele satisfez a ira de Deus contra o pecado ao morrer na cruz (propiciação). Terceiro, Ele nos resgatou do domínio do pecado e do reino de Satanás (redenção). Por fim, Ele eliminou a distância que havia entre nós e Deus (reconciliação). Nisto vemos a obra completa que Jesus realizou na cruz (Rm 3.23-25; 5.10,11; 2 Co 5.19; Cl 1.20-23; 1 Jo 2.2).” (MCALISTER, John. Seminário Teológico de Base: fundamentos da Teologia – Jesus Cristo e o Espírito Santo. Rio de Janeiro: Anno Domini, 2013, pp.29-30).

Ensino para jovens

O último dia do Congresso de Educação da Igreja Adventista da Promessa foi marcado, entre outras coisas, pela fala do diretor do Ministério Jovem da IAP, Pr. Júnior Mendes, que tratou do ensino para jovens numa sociedade em transformação.
O evangelho conversa com as novas gerações, afirma o Pr. Júnior. Para ele, o evangelho é atual e tem respostas para os dilemas dos jovens: “O problema não está na mensagem e nem no conteúdo, mas na forma como comunicamos o evangelho de Jesus Cristo.”
A forma a que ele se refere, está ligada à integridade, profundidade e relevância. O jovem dessa geração tem disposição para cumprir a missão de Deus. Ele está disposto a comprometer-se e compartilhar, no entanto, não basta apenas um ensino moderno – ele precisa ser relacional e contextualizado. Precisamos falar de temas relevantes e que façam parte do dia a dia de jovens e adolescentes. Boas técnicas didáticas são importantes, mas, definitivamente, não são suficientes. O jovem quer encontrar uma maneira de cumprir sua missão no mundo. Ele precisa encontrar sua identidade essencial, mas para isso precisa de um líder que olhe nos olhos, que seja de carne e osso, que tenha a capacidade de rir de si mesmo, que tenha testemunho de vida, que fale de modo coloquial e faça discípulos de Jesus Cristo – transparentes e verdadeiros.