“Mujeres como Débora”

Encontro de Mulheres da Resofap Chile

Aconteceu, nos dias 11 e 12 de outubro, o Encontro “Mujeres como Débora”, da Resofap do Chile, no Cabañas Parque Salto Del Laja.
Participaram, com muito entusiasmo e atenção, quarenta e quatro mulheres, vindas das quatro igrejas chilenas – Santiago, Nacimiento, Santa Fe e Curanilahue.
As palestras e mensagens foram proferidas pelas Dsas. Terezinha e Maisa, representantes da Fesofap. Foram apresentadas algumas características de Débora que devem estar presentes em nossa vida, hoje, inclusive algumas atitudes e iniciativas, principalmente, estar sensível à voz de DEUS e disposta a cumprir o que Ele determinar! As irmãs foram chamadas a se despertarem, a se levantarem e estarem prontas para as batalhas da vida cristã diária, incluindo a prontidão e a necessidade de proclamar a salvação em Jesus.
Aconteceram momentos de quebrantamento, de restauração, nos quais o mover de Deus foi maravilhoso! No encerramento, levantou-se um emocionante clamor pela Igreja de Cristo no Chile!
Os louvores foram lindamente dirigidos pelas próprias irmãs do Encontro, Telma, Karina e Jaqueline, que conduziram todas as participantes a adorarem a Deus, em espírito e em verdade!
Houve um passeio à Cascada Salto Del Laja, onde as maravilhas de Deus  puderam ser contempladas! Um lugar onde a presença de Deus pode ser sentida ainda mais perto de nós!
No início e no encerramento, todas as irmãs receberam presentes preparados pela Resofap. A alegria e gratidão eram visíveis no rosto de cada irmã pelos cuidados e amor de Deus!
A Missionária Telma, diretora da RESOFAP Chilena, e sua dedicada equipe se esmeraram em promover um Encontro de cada irmã com Seu Senhor, Seu Pai,  sentindo e recebendo dele Seus cuidados e Sua Graça, desfrutando de momentos de comunhão com as irmãs e, principalmente, com o próprio Deus!
“Que DIOS bendiga la obra de sus manos, siempre”.
 

Treinamento de Capelania Prisional em Sorocaba (SP)

Um dia intenso de atividades e uma pessoa batizada no Espírito Santo

A IAP de Sorocaba (SP) e cidades vizinhas é muito grata a Deus pelos momentos inesquecíveis e maravilhosos que passaram juntos com a Equipe de Capelania Prisional no dia 27 de setembro. Deu-se início à Escola Bíblica com a participação de uma parte da Equipe, enquanto a outra se dirigiu à IAP Vitória Régia, na qual o irmão Rafael foi o mensageiro do culto.
O jovem Wagner ministrou a Palavra na IAP em Vila Helena. Pela manhã, os participantes ouviram alguns testemunhos de jovens que foram alcançados pela infinita graça de Deus e louvores que nos encheram de paz e esperança. Às 16 horas,  foram ministrados com a Missionária Solange de Oliveira com treinamento, orientações, bate-papo e vídeos de outras cidades que já foram implantados e estão empenhadas com a Capelania Prisional e mais alguns testemunhos.
À noite, aconteceu o Culto Evangelístico com a ministração da Palavra pelo irmão Rafael (fruto do trabalho de Capelania) que, com certeza, moveu os alicerces e portas foram abertas, cadeias caíram e grilhões foram quebrados, tudo para Glória de Deus. Vidas foram alcançadas pelo evangelho, que é o poder de Deus para salvação de todo aquele que crê. O resultado de tudo isso foram vidas restauradas na presença do Senhor e impactadas pelo poder de Deus com a autoridade e o desejo de que um novo projeto de Capelania Prisional nasça na cidade de Sorocaba.
E, para a Glória do Altíssimo, uma vida foi batizada no Espírito Santo, confirmando todo o trabalho que Deus realizou durante todo o dia. Que Deus abençoe a Ms. Solange e toda a Equipe de Capelania pelo esforço e dedicação, além de todos da IAP em Sorocaba e cidades vizinhas que, direta e indiretamente, colaboraram para este grande acontecimento.
Agradecemos à Junta de Missões, liderada pelo Pr. Osmar Pedro. Parabéns à Equipe, que o Deus Todo-Poderoso continue fazendo-os instrumentos em suas mãos para sua honra e glória. Parabéns à liderança do G7 da IAP em Sorocaba/SP. Parabéns à IAP de Vila Helena, que recepcionou os nossos convidados com muito amor e carinho. A honra, a glória e o louvor sejam eternamente dados ao Deus Triuno.
 
Pr. Uziel Gomes, responsável pela IAP em Sorocaba (SP), e Solange Carvalho de Almeida Oliveira, Coordenadora Geral de Capelania Prisional da IAP.
 

Igreja Adventista da Promessa atende cerca de 1.500 pessoas em ação comunitária

Divulgação

No último domingo (28), aconteceu o 1º ACAP (Ação Comunitária Adventista da Promessa), na escola Caic do Jardim Amanda. O evento, que teve o apoio da Prefeitura, aconteceu entre as 9h e as 16h e beneficiar cerca de 1.500 pessoas. A ação contou com a prestação de vários tipos de serviços como aconselhamento familiar, consultoria com advogado, atendimento do PAT (Posto de Atendimento ao Trabalhador) para orientação e entrega de currículum, corte de cabelo, manicure, design de sobrancelha, exame de vista, aferição de pressão, apresentações artísticas, palestras e atividades recreativas para as crianças. Todo serviço destinado à população foi gratuito. A Igreja Adventista da Promessa fica no Jardim Amanda II e já está buscando parcerias para a realização do 2º ACAP.

Publicado no Portal Página Popular – http://www.paginapopular.com.br/site/igreja-adventista-da-promessa-atende-cerca-de-1-500-pessoas-em-acao-comunitaria/

É possível perdoar uma traição?

Mesmo com o modernismo e o secularismo, “saber amar sem trair” ainda é o esperado nos relacionamentos

Ao me deparar com esta pergunta, achei oportuno começar por outra questão: Por que alguém trai seu cônjuge? Fiz esta indagação para algumas pessoas do meu relacionamento, cristãs ou sem religião, solteiras, casadas, homens ou mulheres, e julguei curiosas as respostas que obtive. Resumindo, elenco as seguintes: por encontrar em outra pessoa aquilo que seu cônjuge não tem; por dificuldades ou problemas enfrentados no relacionamento; por fraqueza; por vício pornográfico; por falta de convicção; por falta de princípios; por falta de amor.

Achei interessante o fato de ter recebido respostas de fraqueza e falta de amor vindas de pessoas que não tem uma religião, ou seja, o sentimento do amor é algo universal, não é necessário conhecimento teológico para se valorizar sua essência, até porque, vemos cristãos que conhecem na teoria o conceito do amor, mas cujas vidas andam bem distantes de uma vida de amor…

Para mim, traição é uma questão de fraqueza e falta de amor, acima de qualquer coisa. Se você está em um relacionamento, começa a sentir a tentação se aproximar e se entrega a ela, isto é fraqueza, problema de caráter…

A Bíblia deixa claro que o problema nos persegue desde a queda de Adão e Eva e, embora critiquemos tanto nossos antepassados, fazemos tal escolha quase sempre, ao cometermos pequenos erros no dia-a-dia, e tentamos nos justificar, mostrando porque agimos desta ou daquela maneira, findando por culpar outros por nossos erros.

Então, não é o que fizeram Adão e Eva?

Em Mateus 26, Jesus afirma: “Vigiai e orai, para que não entreis em tentação; na verdade, o espírito está pronto, mas a carne é fraca”.

Nosso caráter é fraco, somos fracos, nossa carne é fraca, somos exortados a alimentarmos nosso espírito, para que ele se fortaleça e vença as fraquezas da carne. É uma batalha que devemos travar por todos os dias de nossas vidas, minuto a minuto, nem sempre conseguindo vencer, seja na área sexual ou em outra qualquer.

Porém, Paulo nos alerta em 1 Coríntios 10:13: “Não veio sobre vós tentação, senão humana; mas fiel é Deus, que não vos deixará tentar acima do que podeis, antes com a tentação dará também o escape, para que a possais suportar”. Deus não nos deixa órfãos, se realmente o buscamos. Procurando agradá-lo constantemente, conseguiremos ver os escapes que ele coloca a cada instante em nossa vida e evitaremos cair em tentação.

Deus sugere um modelo para os casais, em Hebreus 13:4: “Venerado sejam, entre todo, o matrimônio e o leito sem mácula; porém, aos que se dão à prostituição, e aos adúlteros, Deus os julgará”.

Precisamos pensar bastante antes de assumir tão grande compromisso, como o do casamento, pois é diante de Deus que o fazemos e devemos mantê-lo sem manchas, sem máculas, puro e santo, como é o nosso Deus.

Não apenas perdoar, mas continuar o relacionamento

Claro que Deus conhece a dureza dos nossos corações, mas devemos cuidar e fazer o possível para trilhar os caminhos que Ele nos orienta a fazer. Afinal, seremos os primeiros beneficiados, pois Deus conhece aquilo que precisamos. Não me refiro à salvação, este departamento é exclusivo de Deus e não cabe a nós julgar quem será salvo ou não, só Ele conhece a sinceridade e profundidade dos nossos corações e intenções.

Voltando ao assunto da traição, minha resposta é direta: sim, é claro que é possível perdoar. Se não fosse assim, Jesus não nos daria como modelo de oração algo que inclui a seguinte afirmação: “E perdoa-nos as nossas dívidas, assim como nós perdoamos aos nossos devedores” (Mateus 6. 12).

Ao nos orientar sobre como devemos orar, Jesus sabia da dureza dos nossos corações e da maneira como julgamos o erro dos outros, sendo sempre compassivos com nossos próprios erros. Logo, se esperamos o perdão de Deus, devemos saber perdoar.

A traição é algo terrível. Uma pessoa traída se sente humilhada, desprezada, inútil, mal-amada. Para o psiquiatra e psicoterapeuta Luis Cruschinir, sobre a questão da infidelidade entre famosos: “Ideal mesmo ainda é saber amar sem trair. Toda essa comoção em torno da infidelidade entre os casais famosos só escancara que, apesar de uma liberdade aparentemente maior, o buraco é mais embaixo. Saber amar sem trair ainda é esperado nos dias atuais”.

Eduardo Borges administra o braço brasileiro do maior site de encontros extraconjugais do mundo, mas faz a seguinte afirmação: “Bom, sem fugir da pergunta: se for traído, vou passar um bom tempo refletindo. Se vou perdoar ou não, é outra questão. Em minha concepção, acho que não. Ninguém quer ser traído”.

Nem o modernismo ou o secularismo gostam da traição. O mais difícil não é o fato de perdoar, mas de continuar o relacionamento. Essa sim, em minha ótica, é a questão mais crucial, difícil e delicada. Como voltar a confiar em alguém que me traiu? Como conviver sem que isso se torne uma relação neurótica, opressora ou sofrida?

Eis a dificuldade de toda a questão: esta é a grande batalha que precisamos travar. Tive a oportunidade de conhecer vários casais que conseguiram com brilhantismo vencer este desafio, pessoas que foram traídas ainda no namoro, mas perdoaram, casando-se e vivendo muito bem há mais de 20 anos. Outras, que foram traídas pelos cônjuges e que também perdoaram, convivendo em harmonia em seus casamentos.

Existem alguns pontos que julgo fundamentais para que isso venha a ser possível:

  1. Assumir e denunciar seu próprio erro. A pessoa que traiu seu cônjuge deve ter a decência de contar a verdade, antes que o outro saiba do fato por outras pessoas.
  2. Reconhecer o erro, pedindo perdão, é uma atitude que torna a continuidade do relacionamento menos traumática. É necessário que haja humildade e sentimento verdadeiro e profundo de dor por ter errado e machucado a outra pessoa.
  3. Mudar de atitude. Avaliar a própria conduta, descobrir que brechas abriu e proteger as demais. Isso também colabora para que tudo se normalize. Cristo nos pede mudança de comportamento e que o nosso velho homem seja morto para que o novo possa viver em nós. Paulo alerta, em Romanos 12:2: “E não sejais conformados com este mundo, mas transformados pela renovação de vosso entendimento, para que experimenteis qual seja a boa, agradável, e perfeita vontade de Deus”.

Porém, o mais importante, e necessário, é a obra do Espírito Santo nos corações machucados e feridos, curando, trabalhando, acalmando, depositando confiança e fé em uma vida refeita e transformada, fazendo com que ambos, traído e traidor, experimentem o poder curador do Senhor, em todo o seu ser. Apenas com a ação do Espírito Santo tudo pode ser refeito e reconstruído em nossos relacionamentos. Filipenses 1:6 nos diz: “Tendo por certo isto mesmo, que aquele que em vós começou a boa obra a aperfeiçoará até ao dia de Jesus Cristo”. Acredite!

Dsa. Maria Regina Guimarães Longo Mendes congrega na IAP em Pq. Itália (Campinas – SP) e atua no Departamento Ministerial – Convenção Paulista e Geral. 

Pedido de oração

Vamos orar pelo Pr. José Francisco, da Convenção Matogrossense


A Convenção Regional Matogrossense vem solicitar aos irmãos promessistas orações em favor do pastor José Francisco da Silva – Superintendente desta convenção. Ele se encontra hospitalizado desde terça-feira (07/10) com fortes dores. Depois de ser submetido a um exame de videolaparoscopia no dia 26/09, o Pr. José Francisco passou a sentir dores, que se intensificaram no decorrer dos dias, sendo necessária sua internação. De acordo com os médicos, é muito provável a necessidade de uma intervenção cirúrgica nos próximos dias.
Cremos nas orações dos santos e por isso conclamamos a todos que intercedam em favor de nosso querido pastor que necessita muito de nossas orações.
Secretaria da Convenção Regional Matogrossense

Encarando quem realmente somos


“Não desejamos ser principiantes. Mas, convençamo-nos do fato de que, por toda a vida, nunca seremos mais que principiantes!”

Já reparou nos boleiros discutindo futebol? Nos torcedores, nos fanáticos, nos atletas de final de semana, já reparou? Todos têm o esquema tático perfeito e imbatível. Todos têm a receita da vitória. Bastaria seguir à risca suas orientações, palpites e pronto, qualquer time sempre ganharia, nunca perderia. Só que não, futebol é um dos esportes que mais aprontam surpresas.

Especialistas, competentes, capazes, habilidosos, ágeis, melhores, enfim, pessoas que se acham acima da média, não faltam. Na verdade, sobram. E sobram em todas as áreas. Profissionais, acadêmicas, esportistas, familiares e, sim, religiosas. Isso mesmo, gente que se julga profissional e qualificadíssima lotam os bancos das igrejas a cada semana.

Um dia desses, um pastor desabafou comigo. Disse que enquanto assistia, se edificava e aprendia com a mensagem de um jovem pastor, dois seminaristas ao seu lado detonavam a pregação do mesmo. Errou na concordância, o significado do grego daria peso, se ele aplicasse o hebraico ficaria melhor, a divisão de tópicos está fraca, falta criatividade, o cara não tem presença, que discurso óbvio, eu faria assim, eu faria assado, é fraquinho, bem fraquinho esse irmão.

Os dois seminaristas eram, disse o pastor, profissionais demais para o gosto dele. Até podiam criticar, mas em outro momento, de preferência com temor e amor, visando construir e não destruir. Tão jovens e tão presunçosos. Tão franguinhos e achando que já eram leões. O desabafo continuou. Confessou um certo dissabor e desânimo com as constantes ironias, sarcasmos e risadinhas de canto de boca, tudo numa combinação de atitudes carnais que evidenciam o ar de superioridade em muitos colegas ministeriais. E esta última parte do desabafo ele dirigiu não só aos jovens, mas também a velhos pastores. O que aumenta a decepção dele. E minha.

O comportamento se repete entre as lideranças leigas igualmente. Por culpa de alguns, músicos e cantores já são figuras carimbadas quando o tema é estrelismo e achismo. Módulos semanais, seminários de final de semana, apostilas de cursos com dez lições e congresso em alguma cidade turística também fazem o ego de muitos não caber em si. E dá-lhe arrogância estampada em expressões “eu-sei-bem-mais-que-você”.

É a velha comparação da pedra e da vidraça. Ser pedra é fácil. Vidraça, no entanto, é bem mais complicado. Como numa gangorra, segue-se a vida, ora em cima, ora embaixo. O que somos, institucionalmente falando, somos apenas circunstancialmente. Cargos e posições passam, têm data de validade. Numa sentença seca, direta e sem rodeios, Josué 1:2 nos lembra das limitações humanas: “Moisés, meu servo, é morto…”

Este texto escrevi para principiantes, e parafraseando Paulo, dos quais eu sou o primeiro. Precisamos de mais e mais principiantes. Pessoas que têm fome de aprendizado, gente que se emociona com a estrofe de um hino, com a poesia de um salmo, com pequenas providências divinas.

Principiantes não se apóiam em suas seguras experiências, e elas são importantíssimas, mas se firmam na fé. Principiantes vibram com pequenas coisas, tudo motiva ajudar, servir, dividir, acompanhar. Principiantes são influenciados por um sentimento que a Bíblia chama de primeiro amor, lugar espiritual para o qual sempre devemos voltar. Principiantes anseiam conhecer e entender as línguas originais, hermenêuticas, exegeses, gramáticas, visões liberais e conservadoras, progressistas e históricas, enfim, principiantes querem acesso a todo tipo de ferramenta boa e possível, mas não perdem a vitamina dos sonhos que os impulsionam e fazem deles exatamente isso: principiantes.

Também estou farto de profissionais em igrejas. Se a teologia apagar a poesia, a emoção e a aventura da fé, eu prefiro abrir mão dela. E este tipo, na verdade, é uma teologia meramente técnica e só, e desta já abri mão faz tempo. A boa teologia, que respeita o ritmo das narrativas bíblicas, que pisa o chão de terra, areia e pedra que os antigos pisaram, a ponto de sentir o cheiro de cada personagem bíblico, nos aproxima da poesia, nos coloca como admiradores das obras de Deus, como dependentes da Graça Divina e com corações dispostos e abertos a aventurarem-se nos campos da fé.

Principiantes estão sempre ávidos por descobrir. Nunca param de ler, pesquisar, questionar, fuçar, ouvir. Principiantes já descobriram que a Trindade, o amor, a fé e a vida são mistérios e, diante do mistério, já aprenderam que a melhor posição atende pelo nome de humildade. Thomas Merton sacou com plena lucidez esta verdade, e para principiantes como eu, deixou uma frase que sintetiza plenamente este meu texto: “Não desejamos ser principiantes. Mas, convençamo-nos do fato de que, por toda a vida, nunca seremos mais que principiantes!”.

Pr. Edmilson Mendes congrega na IAP em Pq. Itália (Campinas, SP) e integra do Departamento Ministerial – Convenção Geral e Paulista.

Conferência Evangelística

15 pessoas aceitam Jesus como Salvador na Convenção Amazônica

“Então vi outro anjo voando muito alto, com uma mensagem eterna do evangelho para anunciar aos povos da terra, a todas as raças, tribos, línguas e nações.” (Ap 14.6)
Foi exatamente o Evangelho que nos levou ao município de Maués, no interior do Amazonas, em cumprimento ao “Ide” do Senhor da Igreja. Organizamos uma caravana de 15 missionários, incluindo membros da Diretoria da Convenção e dois ministros de louvores e rumamos a Maués no dia 13/09/2014.
A Conferência Evangelística teve como tema: “O Poder do Evangelho”, muito bem divulgado na principal rádio do município pelo Pr. Benjamim e equipe. O sábado do Senhor foi de total dedicação: entrevistas na rádio e uma extensiva tarde de evangelização nos arredores do colégio onde se realizou a Conferência.
À noite, o Espírito Santo marcou presença através do louvor e da adoração ministrados pelo grupo da IAP Maués e os cantores: Rinaldo Abecassis e Keren Rapuk.
Os resultados não poderiam ser diferentes: um grande público, uma  mensagem impactante e 15 pessoas foram transformadas pelo poder do evangelho. Glórias a Deus!
 
Pr. Alfredo Viana Gomes, Superintendente da Convenção Amazônica e Diretor do Departamento Regional de Evangelismo