Vea los recursos para su primera clase del trimestre: dos dinámicas y un cuadro para explicación.
CONSEJO 1: Dinámica – Coronas de la soberbia En la parte “I – DE OJO EN LOS MEDIOS”, se presenta la definición de un artículo en el que la autora enumera algunas características de una persona soberbia: 1) el soberbio menciona y resalta, de forma constante, sus logros o vivencias; 2) busca elogios de otras personas; 3) necesita aprobación y reconocimiento; 4) compite con otras personas y las rebaja para exaltar su propia imagen; 5) no admite otros puntos de vista; y 6) tiene dificultad para respetar las opiniones ajenas.
Sugerimos la dinámica Coronas de la soberbia – utilizamos el tema abordado anteriormente: Corona 1: solo habla de sí mismo Corona 2:busca elogios Corona 3:busca aprobación Corona 4:compite y rebaja a los demás Corona 5: no admite otros puntos de vista Corona 6:solo ella tiene la razón
Haga coronas de papel o compre las que se venden en tiendas de artículos de fiesta; coloque las coronas en una mesa con las descripciones anteriores: pueden estar en etiquetas en las coronas o en papeles sobre la mesa. Elija a un alumno para recibir las coronas y a otros para colocarlas en su cabeza. Cada vez que alumnos diferentes “coronen” al “soberbio”, deben hacer comentarios sobre esas características, generando participación e involucramiento de todos.
Al final, lea Proverbios 6:16-17, que trata de “las seis cosas que el Señor aborrece, y la séptima abomina su alma” (Proverbios 6:16), y entre ellas están “los ojos altivos…” (v. 17), que es una forma de referirse a la persona arrogante; después de finalizar la dinámica, continúe con el estudio.
CONSEJO 2: Dinámica – Dos caminos En la parte II del estudio, el punto 1, “Un camino peligroso”, menciona dos caminos: el camino del soberbio (Pr 16:18) y el camino de la humildad (Mt 11:29).
Sugerimos la siguiente dinámica para la enseñanza: haga dos caminos físicos en el suelo del aula, utilizando cinta blanca o cinta aislante (prepare esto antes de la llegada de los alumnos). Identifique cada camino con sus respectivos nombres.
Al momento de explicar el punto 1, tenga previamente recortadas algunas palabras y llame a los alumnos para que identifiquen a qué camino pertenece cada una. A medida que participen, comente sobre las características que forman parte de cada camino.
Para el camino de la soberbia, utilice palabras como: “orgullo”, “competencia”, “no escuchar”, “caída” y “muerte”. Para el camino de la humildad: “mansedumbre”, “dependencia de Dios”, “escuchar” y “vida” (puede añadir otras palabras o expresiones, si lo desea).
CONSEJO 3: Dinámica “Venda de la soberbia” La lección, en el punto 2 de la parte II, trata sobre “Una impresión falsa” y afirma, en una de sus frases, que el “orgullo es capaz de cegar a las personas, impidiéndoles ver sus propios errores” (Mt 7:5).
En ese momento, puede vendar a un alumno y pedirle que camine por el aula. Oriéntelo a dirigirse hacia un punto específico, pero dé instrucciones imprecisas o diferentes de la posición real. Luego, quite la venda y pida a la clase que analice el comportamiento de la persona vendada.
Explique: “esto es una metáfora para hablar de quien es soberbio”. Al no ver sus propios errores, la persona orgullosa desarrolla una falsa impresión de sí misma (1 Co 4:7), de los demás (Pr 13:10a) y de Dios (Lc 18:9-12). Pida que sus alumnos lean los textos en clase y comenten sobre ellos. También los textos del punto 3, que trata del trato severo de Dios sobre los orgullosos: Sal 101:5; Pr 16:5; Stg 4:6; Dn 4:25-35 y Éx 14:1-31.
Neste artigo, entenda biblicamente a doutrina com recursos especiais como: gráfico com os dias e a doutrina em audio.
*Publicado: 27/03/2024 | Atualizado: 01/04/2026
O Promessistas.org e a Editora Promessa publicam com exclusividade, parte do estudo de O Doutrinal sobre “O dia da crucificação e da ressurreição de Jesus”, que trata dos acontecimentos descritos nos evangelhos acerca dos últimos momentos de Jesus, antes, durante e depois da sua crucificação, morte e ressurreição. Esses dois dias, o da crucificação e o da ressurreição, para os crentes em Jesus, são incrivelmente cheios de significado. Neles, a vitória sobre a morte foi decretada e confirmada, através do que o Senhor fez. O objetivo é mostrar quando essas coisas aconteceram.
Você também pode ouvir esta doutrina, no audiobook na TV Viva Promessa (no vídeo abaixo, a partir dos 38 minutos):
O Doutrinal diz:… o Filho do homem estará três dias e três noites no coração da terra. (Mt 12:40b)
Talvez você se pergunte: “Por que um estudo só para descobrir o dia em que Jesus morreu e ressuscitou?”. O estudo se faz necessário porque a maioria dos cristãos, em todo o mundo, diz que Jesus morreu em uma sexta-feira e ressuscitou num domingo. E mais: utilizam-se desse argumento para validar a observância do domingo em lugar do sábado. Mesmo que isso tivesse realmente acontecido, não significaria, em hipótese alguma, que o domingo deve ser guardado como dia de descanso. Se o dia da sua ressurreição serve de base para confirmar o dia a ser observado, este, então, continua sendo o sábado, como veremos na sequência.
1. O dia da crucificação de Jesus: Há uma estreita relação entre a antiga páscoa dos judeus e a morte de Jesus. A afirmação de Paulo: Cristo, nossa páscoa, foi sacrificado por nós (1 Co 5:7b), fortalece ainda mais essa relação, pois, como cordeiro pascal, Jesus morreu por ocasião da celebração dessa importante festa. A páscoa era a primeira festa do calendário judaico. Acontecia no mês de abibe ou Nisã (Dt 16:1). Era celebrada todo ano, no dia catorze do primeiro mês, ao entardecer (Lv 23:5). Foi instituída pelo próprio Senhor, por ocasião da libertação do seu povo da terra do Egito (Ex 12:1-14). Segundo as instruções divinas, no dia 10 de abibe, o cordeiro deveria ser separado para o sacrifício, que acontecia no dia 14 do mesmo mês, ao entardecer (Êx 12:1-11).
A cada ano, ao comemorarem a páscoa, as famílias de Israel celebravam ao Senhor pela libertação do cativeiro egípcio. No dia seguinte à Páscoa, dia 15 de abibe, era celebrado o primeiro dia da Festa dos Pães Asmos: E aos quinze dias deste mês é a festa dos pães asmos do Senhor: sete dias comereis pães asmos (Lv 23:6). A Festa dos Pães Asmos se estendia até o dia 21 de abibe, fazendo com que a festa toda (a da páscoa e a dos pães asmos) durasse oito dias. Essas duas festas eram tão estreitamente ligadas uma a outra que, pela época do Novo Testamento, o período todo dos oito dias de celebração, às vezes, era chamado de “Páscoa” e, às vezes, de “Festa dos Pães Asmos”. Um exemplo disso é o texto de Lucas capítulo 22: Estava próxima a festa dos pães asmos, chamada páscoa (v. 1). Observe que, aqui, os dois termos são usados como sinônimos. Precisamos entender muito bem essas questões, pois serão fundamentais para descobrirmos o dia da morte de Jesus.
É muito claro, pela leitura de todos os evangelhos, que Jesus foi traído e preso na mesma noite em que ceou com os seus discípulos. Sobre os preparativos para essa noite, Mateus, Marcos e Lucas registram: E no primeiro dia dos pães asmos, quando se fazia o sacrifício do cordeiro pascal, disseram-lhe seus discípulos: Onde queres que vamos fazer os preparativos para comeres a páscoa (Mc 14:12 – grifo nosso –; cf. Mt 26:17; Lc 22:7). O primeiro dia dos Pães Asmos não era o dia de se sacrificar o cordeiro pascal. Isso acontecia no dia da Festa da Páscoa, isto é, em 14 de abibe. Todavia, conforme já explicamos anteriormente, “Festa dos Pães Asmos” e “Festa da Páscoa” são termos usados como sinônimos, no Novo Testamento. Este é o caso, aqui. O primeiro dia da Festa dos Pães Asmos, nesse texto, é, na verdade, o dia da Festa da Páscoa.
Surge, portanto, uma pergunta: Jesus e os discípulos comeram a Páscoa regular do dia 14 de abibe? O apóstolo João, sobre essa mesma noite, diz: Ora, antes da festa da páscoa, sabendo Jesus que era chagada a sua hora… (Jo 13:1). Em outra versão, esse texto está assim: Faltava somente um dia para a Festa da Páscoa (NTLH). Nessa noite, Jesus foi preso. O evangelho de João narra que, depois, levaram Jesus da casa de Caifás para o pretório. Era cedo de manhã. Eles não entraram no pretório para não se contaminarem, mas poderem comer a páscoa(Jo 18:28). Então, de acordo com essa narrativa, os líderes religiosos ainda não haviam comido a páscoa. Isso mostra, de forma muito clara, que a páscoa que Jesus comeu não foi a mesma que os líderes religiosos de Jerusalém comeram.
Lendo, porém, os outros três evangelhos, notamos que o dia em que Jesus ceou com seus discípulos era o dia em que o cordeiro pascal era sacrificado, isto é, o dia da Páscoa. Afinal, em qual dia Jesus ceou a Páscoa? Precisamos entender algumas questões relativas a essa celebração. Por ocasião da sua instituição, a páscoa era uma cerimônia essencialmente doméstica. Eram os próprios anciãos de Israel que sacrificavam o cordeiro em suas casas, segundo as suas famílias (Êx 12:21). Com o passar do tempo, porém, a páscoa deixou de ser uma cerimônia familiar para ser uma cerimônia pública (Dt 16:1-7). Assim como nos dias de Ezequias (2 Cr 30:1-27) e Josias (2 Cr 35:1-19), na época do Novo Testamento, o cordeiro era abatido no templo, pelo sacerdote. Depois do abate do animal, a refeição podia ser consumida, dentro de qualquer casa, nos limites da cidade de Jerusalém. Qualquer grupo que quisesse se reunir e celebrar a Páscoa, como se fosse uma família, poderia fazê-lo. Esse foi o caso de Jesus com os seus discípulos.
Na época do rei Josias, só este ofereceu mais de trinta mil animais para serem sacrificados na Páscoa (2 Cr 35:7). No período do Novo Testamento, esse número aumentou expressivamente. Cerca de duzentos e cinquenta mil cordeiros eram sacrificados. Para que todos eles fossem mortos até o pôr-do-sol[1] do dia 14 de abibe (Êx 12:6), haveria a necessidade de centenas de sacerdotes realizando tal tarefa. Na prática, seria quase impossível que eles conseguissem sacrificar tantos cordeiros em tão pouco tempo. Imaginemos também o número assustador de pessoas que circulavam pela área do templo, nesse período de tempo, a maioria querendo sacrificar o seu cordeiro para poder comer a refeição da Páscoa.
Havia algo que ajudava a aliviar ou amenizar todo esse tumulto. É bem provável que os sacrifícios fossem realizados em mais de um dia, isso por causa da existência de duas maneiras diferentes de se comemorar a Páscoa. Os judeus da Galileia, em estrita conformidade com Êxodo 12, sacrificavam o cordeiro no início do dia 14 de abibe, segundo a contagem oficial do calendário, e comiam a refeição pascal na noite desse mesmo dia,[2] enquanto os judeus que moravam em Jerusalém e nos distritos circunvizinhos (provavelmente, toda a Judeia) seguiam um plano diferente: sacrificavam o cordeiro pascal no fim do dia 14 de abibe, comendo, assim, a refeição da páscoa na noite do dia 15 de abibe. Isso explica por que Jesus e seus discípulos – todos galileus, com exceção de Judas – comeram a páscoa numa noite e, ao amanhecer, os líderes judeus – todos habitantes de Jerusalém – ainda não haviam celebrado a Páscoa.[3]
Um texto que merece nossa consideração é João 19:14. Esse texto diz que o dia em que Jesus foi crucificado era a o dia da preparação da Páscoa. Fica bem evidente que, quando Jesus foi crucificado, a Páscoa oficial, ou seja, a de Jerusalém, ainda não havia acontecido. Observe o termo “preparação da páscoa”. Os discípulos o usaram no dia anterior ao da morte de Jesus (Mt 26:19; Mc 14:12). O dia chamado de “preparação da Páscoa” era o dia em que os cordeiros eram mortos.[4] Então, fica claro, pela comparação dos outros evangelhos com o de João, que havia dois dias em que os preparativos eram feitos, os cordeiros eram mortos e a páscoa era comida. Ao entardecer do dia em que Jesus foi crucificado, os líderes religiosos e os judeus em geral, especialmente os que moravam em Jerusalém, sacrificaram o cordeiro pascal e celebraram sua páscoa, ao passo que Jesus e seus discípulos o fizeram na noite anterior.
Devemos lembrar, também, que os evangelhos de Mateus, Marcos e Lucas revelam o plano das autoridades judaicas para matar Jesus antes das festividades da Páscoa (Mt 26:3-5; Mc 14:1-2; Lc 22:1-6). Eles conseguiram. Portanto, em suma, podemos afirmar que Jesus foi crucificado na tarde do dia 14 de abibe, e, após o pôr-do-sol, já no dia 15 de abibe, os judeus de Jerusalém e distritos circunvizinhos comeram a Páscoa. É bem provável que, pela hora em que Jesus expirou, entregando o seu espírito nas mãos do Pai, os cordeiros estivessem sendo mortos no templo. Enquanto para os habitantes de Jerusalém aquele era um dia festivo e de celebração, pela libertação da escravidão do Egito, para os seguidores de Jesus, aquele era um dia triste, pela morte do seu Senhor. Todavia, por causa desse acontecimento, hoje, podemos celebrar, triunfantemente, pois Cristo nos libertou da escravidão do pecado.
Foto: Freepik.
2. O dia da ressurreição de Jesus: Já sabemos que Jesus foi crucificado no dia 14 de abibe. Veremos, agora, em que dia da semana caiu essa data, para descobrirmos em que dia ele ressuscitou. Jesus foi crucificado por volta da hora terceira e faleceu por volta da hora nona (Mt 27:46-50). Ao cair da tarde desse mesmo dia, foi sepultado, como registram os evangelhos (Mt 27:57-60; Mc 15:42-46). Guardemos, portanto, esta informação: Jesus foi sepultado pouco antes do pôr-do-sol do dia 14 de abibe. Quanto tempo ele permaneceu no sepulcro? Talvez esse seja um dos pontos mais importantes deste estudo. Vários textos bíblicos atestam afirmações do próprio Jesus, dizendo que, depois de três dias, ele ressuscitaria, indicando ser esse o tempo em que ele ficaria no sepulcro (cf. Mt 16:21, 17:23; Mc 8:31, 9:31, 10:34; Lc 9:22, 18:33; Jo 2:19).
Certa ocasião, os escribas e os fariseus solicitaram um sinal de Jesus que provasse ser ele o Messias. O sinal dado foi este: … assim como esteve Jonas três dias e três noites no ventre do grande peixe, assim o Filho do Homem estará três dias e três noites no coração da terra (Mt 12:40 – grifo nosso). Note que Jesus foi bem específico: “três dias e três noites”. Ele não disse parte de um dia, ou duas noites. São “Três dias e três noites” completos. Sendo assim, para Jesus ter ficado três dias e três noites no coração da terra (sepultado), levando em conta que foi sepultado antes do pôr-do-sol do dia 14 de abibe, ele deveria ressuscitar antes do pôr-do-sol do dia 17 de abibe, em cumprimento de sua palavra, em Mateus 12:40. Conforme veremos, assim mesmo aconteceu.
Diz a Bíblia que, no final do sábado, ao despontar o primeiro dia da semana, quando as mulheres foram ao sepulcro de Jesus, ele já havia ressuscitado (Mt 28:1, 6). Se ele ressuscitou no fim do sábado, ao entardecer, e permaneceu três dias e três noites no coração da terra, temos de concordar que foi colocado no túmulo na quarta-feira, momentos antes do pôr-do-sol. O dia 14 de abibe daquele ano, então, caiu numa quarta-feira. Esse é o verdadeiro dia da morte de Jesus.
O testemunho bíblico dos evangelhos sustenta essa afirmação. Lucas diz o seguinte: Era o dia da preparação e o sábado estava para começar (Lc 23:54). Marcos também utiliza a expressão “o dia da preparação”, mas acrescenta:… isto é, a véspera do sábado (Mc 15:42). A que dia da preparação e a que sábado Lucas e Marcos se referem? Para entendermos, voltemos a algumas questões relacionadas à instituição da festa da Páscoa.
O dia 14 de abibe era o dia oficial da comemoração, como vimos anteriormente. O dia seguinte, 15 de abibe, era o primeiro da Festa dos Pães Asmos, que durava sete dias (Êx 12:15). Acontece que o primeiro e o último dia da Festa dos Pães Asmos, dias 15 e 21 de abibe, eram de santa convocação: nenhuma obra servil era feita (Lv 23:4-8). O primeiro e o sétimo dia dessa festa eram de descanso, considerados sábados, quando acontecia uma cerimônia religiosa. Lembremos que um dos significados do verbo hebraico shâbat é, tão somente, “descanso”. No calendário judaico, alguns dias de festa e de repouso eram considerados sábados (Hb. shâbat), sem, necessariamente, caírem no sábado semanal, o sétimo dia da semana (cf. Lv 23:24, 32).[5] Esse é o mesmo caso do dia 15 de abibe, o primeiro dia da Festa dos Pães Asmos. Quando os autores dos evangelhos se referem ao sábado após o dia da morte de Jesus, não têm em mente o sétimo dia da semana, mas um sábado de festa, o dia 15 de abibe, o primeiro dia da Festa dos Pães Asmos.
Podemos constatar a veracidade dessa informação pelas seguintes razões: Em primeiro lugar, por causa do evangelho de João. O evangelista faz questão de frisar, quando se refere a esse sábado: … era grande o dia daquele sábado (Jo 19:31). A Almeida Século 21 traduz esse texto assim: … aquele sábado era especial. A NVI, desta forma: … seria um sábado especialmente sagrado. O sábado a que João se refere não é o de uma semana regular, mas um sábado especial, por causa das festividades.[6] O mesmo João, um pouco antes, escreveu sobre o dia da preparação que antecedeu esse sábado: … era o dia da preparação da Páscoa (19:31). Então, o “dia da preparação” a que os outros evangelhos se referem não é uma sexta-feira, mas, simplesmente, o dia da preparação da Páscoa, dia 14 de abibe, que antecedia o grande sábado, 15 de abibe. O dia 14 era considerado como “o dia da preparação” por ser o dia em que o cordeiro era morto e assado para ser comido na comemoração da Páscoa. Na época do Novo Testamento, pães Asmos, vinho, ervas amargas e condimentos também eram providenciados para a ceia, nesse dia.
Em segundo lugar, afirmamos que o sábado do dia posterior ao sepultamento de Jesus não era o sábado semanal por causa da prudência da narrativa de Mateus, ao se referir a esse dia. Observe o que ele diz: No dia seguinte, que é o dia depois da preparação (27:62). O texto em questão é o que narra o momento em que os principais sacerdotes e fariseus reuniram-se diante de Pilatos para pedir que o túmulo de Jesus fosse guardado até o terceiro dia. Isso aconteceu no dia seguinte ao seu sepultamento. Note a maneira com que Mateus se refere a esse dia: o “dia depois da preparação”. Se esse era um sábado regular, por que o evangelista não disse simplesmente “sábado”? Outro detalhe interessante, nesse texto, é que Mateus diz que eles fizeram esse pedido “no outro dia” (Mt 27:62). Se “o outro dia”, aqui, fosse o sábado semanal e Jesus tivesse ressuscitado no domingo cedo, então, o pedido dos líderes religiosos para que o túmulo fosse guardado até o terceiro dia não fazia sentido; bastaria dizer “até amanhã”. É óbvio que, na mente daqueles líderes, ainda faltava mais de um dia para o momento em que Jesus disse que ressurgiria (no terceiro dia). A quinta-feira é, portanto, o dia que mais se encaixa neste contexto.
Em terceiro lugar, um fato que também mostra que o sábado posterior ao sepultamento de Jesus não era o sábado semanal é uma aparente contradição entre os textos de Marcos 16:1 e Lucas 23:56. Marcos diz que as mulheres compraram as essências aromáticas após o sábado, enquanto Lucas diz que elas prepararam essas essências antes do sábado, e, no sábado, descansaram, conforme o mandamento. Fica claro, por esses textos, que essa semana teve dois sábados: o cerimonial (dia 15 de abibe) e o semanal, o sétimo dia da semana. O sábado cerimonial caiu numa quinta-feira. As mulheres compraram as essências depois desse dia, numa sexta-feira, e, no sábado semanal, descansaram conforme o mandamento.
Em quarto e último lugar, o sábado posterior ao sepultamento de Jesus não era o sábado semanal porque, como já afirmamos, de acordo com os evangelhos, foi esse o dia em que Jesus ressuscitou. O evangelho de Mateus diz: No findar do sábado, ao entrar o primeiro dia da semana, Maria Madalena e a outra Maria foram ver o sepulcro (28:1; cf. Mc 16:2; Lc 24:1-2; Jo 20:1). As expressões “no findar do sábado” e “ao entrar o primeiro dia da semana” devem ser bem entendidas. Revelam o momento em que as mulheres foram ver o sepulcro e não o momento da ressurreição de Jesus, pois, quando elas chegaram lá, ele não estava mais ali, ressuscitou como havia dito (Mt 28:6).
Jesus já havia ressuscitado, o que significa que isso aconteceu antes do “findar do sábado” e do “entrar do primeiro dia da semana”. É interessante a expressão “como havia dito”, pois nos remete a Mateus 12:40. Ali, Jesus diz: … assim o Filho do Homem estará três dias e três noites no coração da terra, ou seja, exatamente, um pouco antes do pôr-do-sol do sábado, conforme cremos.
O texto bíblico que parece contradizer esse argumento é Marcos 16:9, que diz: Havendo ele ressuscitado de manhã cedo no primeiro dia da semana, apareceu primeiro a Maria Madalena (ARA). Essa tradicional versão bíblica, juntamente com outras, como a ARC, colocam a vírgula deste texto no lugar errado, dando a entender que Jesus ressuscitou no domingo. Nas versões bíblicas NVI e Almeida Século 21, isso não acontece. Nelas, os tradutores respeitaram o sentido do texto grego e colocaram a vírgula após o verbo “ressuscitar”. O texto está assim: Quando Jesus ressuscitou, na madrugada do primeiro dia da semana, apareceu primeiramente a Maria Madalena (NVI). Com essa construção, o versículo ainda pode ser entendido de duas maneiras: “a madrugada do primeiro dia da semana” pode tanto indicar o dia da ressurreição quanto o dia do aparecimento de Jesus a Maria Madalena.
Estamos certos de que a última opção é a verdadeira. O que nos dá ainda mais certeza é o texto grego. Nele, há uma conjunção adversativa (δε)[7], entre as sentenças “Havendo Jesus ressuscitado” e “na madrugada do primeiro dia da semana, apareceu …”. Uma conjunção adversativa tem como função firmar uma divergência de sentido entre duas sentenças. Fica muito claro pelo texto grego que “a madrugada do primeiro dia da semana” diz respeito, não ao dia da ressurreição (que aconteceu no final do sábado), mas ao dia do aparecimento de Jesus a Maria Madalena. A conjunção adversativa entre as sentenças não deixa dúvidas quanto a isso. Veremos, a seguir, baseados nesses eventos, a crucificação e a ressurreição de Cristo, importantes certezas para a nossa vida cristã.
CONCLUSÃO: Diante de tudo que vimos, neste estudo, realmente não faz sentido algum dizer que Jesus foi morto na sexta-feira e ressuscitado no domingo. Se ele tivesse sido sepultado ao entardecer da sexta-feira, a sua ressurreição, obviamente, teria de ocorrer, não no domingo cedo, mas no pôr-do-sol de segunda para a terça. Isso teria de ser assim para que a predição de Jesus se cumprisse plenamente (Mt 12:40).
Sendo assim, a única possibilidade bíblica é esta: Cristo foi crucificado no dia 14 de abibe, em uma quarta-feira, dia da preparação da Páscoa. Nesse mesmo dia, antes do pôr-do-sol, foi sepultado e, depois de três dias e três noites no seio da terra, ressuscitou, no sábado, pouco antes do pôr-do-sol, provando, com este importante fato, que ele é verdadeiramente o messias, o salvador da humanidade. Porém, mas do que pensar nos dias em que esses fatos acontecera, devemos celebrar, compartilhar e viver por aquele que por nós morreu.
Adaptado e publicado por: APC Jornalismo e Editora Promessa.
ASSISTA TV:
Referências:
[1] Alguns pensam que seja o período entre o pôr-do-sol e a escuridão da noite, isto é, entre 6 a 7 da noite; outros, entre a hora em que o sol começa a declinar e o pôr-do-sol, isto é, entre 3 a 5 da tarde (Ryrie, 1991:95).
[2] Precisamos lembrar que os dias se iniciavam com o pôr-do-sol. As horas da noite eram as primeiras do dia.
O presidente geral reforçou a necessidade de a igreja se mobilizar para que a juventude leia mais a Palavra de Deus e convocou professores de classes do MCA.
Uma das principais características da fé promessista é o compromisso com a Palavra de Deus. Esse fundamento da denominação é uma marca histórica que precisa ser reforçada entre a juventude, de acordo com o presidente da Convenção Geral, Pastor Adelmilson Julio Pereira. “Há uma conexão muito boa entre a Igreja Adventista da Promessa e as Escrituras. E aqui eu vou pontuar uma coisa importante: os irmãos mais antigos foram mais comprometidos com as Escrituras Sagradas. Então, qual é o nosso desafio? Levar, mais uma vez, os jovens e adolescentes a se engajarem!”
Adelmilson reforçou a necessidade de mobilização da igreja para que a juventude leia mais a Palavra de Deus e convocou professores de classes do MCA. “A gente já sabe que eles precisam de uma causa. Eles não se engajam em uma denominação, eles se engajam em uma causa”, afirmou. “Então, você que é professor de jovens e adolescentes, ajude a gente, ajude a igreja da Promessa. Você que é professor, ore a Deus, busque conhecimento para entender o que a gente precisa fazer para engajar as novas gerações.”
Durante entrevista em uma live da Sociedade Bíblica do Brasil (SBB), realizada na última segunda-feira (30), o presidente geral ressaltou que a igreja tem uma característica doutrinária marcada pelo estudo sistemático da Bíblia por meio das Lições Bíblicas, material utilizado na Escola Bíblica. “Nós temos uma Escola Bíblica, uma lição bíblica que funciona desde a década de 30. Nós publicamos uma lição trimestral desde a década de 30 até agora”, relembrou. Ele também explicou que o currículo das revistas revisita as Escrituras Sagradas de forma completa aproximadamente a cada década. “Há um engajamento com as Escrituras Sagradas por conta da Escola Bíblica, dos pequenos grupos e das leituras em família.”
Ele concluiu que, apesar dos desafios, “a Igreja Adventista da Promessa, de modo geral, é muito engajada com as Escrituras Sagradas. Graças a Deus, nós somos um povo que valoriza bastante a Palavra de Deus.”
Oportunidades de conhecimento Para ajudar no desafio de discipular o público infantojuvenil, o Promessistas.org reuniu algumas ferramentas e oportunidades de formação para professores e todos os envolvidos com o ensino cristão e o discipulado:
2º Congresso de Educação Cristã – No dia 2 de maio de 2026, será realizado o 2º Congresso de Educação Cristã, com o tema “A Igreja da Palavra: cultivando uma cultura do discipulado”, em Cuiabá (MT). As inscrições estão abertas pelo site:www.congressodeeducacao.promessistas.org. No dia 3 de maio, ocorrerá a 62ª Assembleia Geral, no Centro de Eventos do Pantanal, na capital mato-grossense.
Cursos EAD – A plataforma Promessa Educa disponibiliza cursos de capacitação para professores, com foco em aulas e estudos mais dinâmicos. Acesse:www.promessaeduca.com.br
Presidente Geral ressaltou a marca histórica da Igreja Adventista da Promessa e explicou como nasceu em 1932, após o batismo no Espírito Santo do Pr. João Augusto da Silveira.
Ao participar da Live SBB, na noite desta segunda-feira (30), o presidente da Convenção Geral da Igreja Adventista da Promessa, pastor Adelmilson Julio Pereira, explicou à audiência que a Promessa é considerada a primeira igreja pentecostal genuinamente brasileira. Segundo ele, essa análise é compartilhada por estudiosos do pentecostalismo no Brasil.
“Eles vão colocar a Igreja Adventista da Promessa como a primeira igreja pentecostal brasileira, fundada em solo brasileiro, a primeira igreja pentecostal avivada”, afirmou. “Alguns historiadores vão dizer que as igrejas que surgiram antes de nós, em 1910 e 1911, eram fundadas por estrangeiros. Então, o pastor João Augusto Silveira era brasileiro, alagoano, um brasileiro do Nordeste do Brasil”, destacou.
A fala pode ser assistida aqui:
Ele também refletiu que, enquanto o mundo enfrentava adversidades, como a queda da bolsa de valores de Nova York em 1929, Deus fazia a Promessa nascer no Brasil. “O mundo estava apavorado por conta da sua situação econômica e social, mas Deus está no trono, conforme Isaías capítulo 6. O mundo está desesperado, mas Deus está no trono. E Deus sopra no Nordeste do Brasil, e a nossa igreja é resultado desse sopro gracioso de Deus”, afirmou.
O presidente geral acrescentou que, após sair da Igreja Adventista do Sétimo Dia, o pastor João Augusto poderia estar focado apenas em sustentar a família, mas Deus conduziu o surgimento do movimento de pregação do evangelho.
Sobre a Live SBB Com o tema “Bíblia, Igreja e Missão”, a Live SBB é uma entrevista com líderes e presidentes de igrejas cristãs que reflete sobre o papel da Bíblia na vida pessoal, na igreja e na sociedade. A transmissão também aborda como as igrejas se relacionam com a SBB, onde ainda há falta de acesso às Escrituras no Brasil e como a igreja pode contribuir para fortalecer a causa da Bíblia. Além disso, apresenta a importância da Cidade da Bíblia e destaca ações dessa caminhada de fé e compromisso com a Palavra de Deus.
Texto: Agência Promessista de Comunicação (APC) Com informações: SBB
A ‘Live SBB’ com o presidente da Convenção Geral será transmitida nesta segunda-feira (30), às 19h (horário de Brasília), no YouTube da instituição.
O presidente da Convenção Geral das Igrejas Adventista da Promessa, Pastor Adelmilson Julio Pereira, participa nesta segunda-feira (30) de uma live da Sociedade Bíblica do Brasil (SBB), às 19h (horário de Brasília), com transmissão pelo canal da instituição no YouTube. O link de transmissão já está disponível para os promessistas e demais internautas compartilharem e assistirem o programa.
A ‘Live SBB’ é uma entrevista com líderes e presidentes de igrejas cristãs que reflete sobre o papel da Bíblia na vida pessoal, na igreja e na sociedade. A transmissão também aborda como as igrejas se relacionam com a SBB, onde ainda há falta de acesso às Escrituras no Brasil e como a igreja pode contribuir para fortalecer a causa da Bíblia. Além disso, apresenta a importância da Cidade da Bíblia e destaca ações dessa caminhada de fé e compromisso com a Palavra de Deus.
Além do YouTube, a live também será transmitida no Instagram e no Facebook.
Veja os recursos para sua primeira aula do trimestre: a área com novos recursos e três dinâmicas para fazer em classe.
DICA UM: Materiais para estudos e as aulas da nova série de Lições Bíblicas
Acesse agora a área com os materiais de divulgação, para estudos e aulas, que pode ser acessado no link a seguir: www.promessistas.org/lb355; nela você encontrará recursos como: vídeo de apresentação da nova série de estudos; estudo 01 da nova série em PDF para baixar de graça; Cartaz A4 para impressão e exposição em um espaço da igreja; post para redes sociais; Slides de Apoio e telas para uso em projetores durante as aulas da Escola Bíblica.
Na parte “I – DE OLHO NA MÍDIA”, há a definição de um artigo em que a autora lista algumas características de uma pessoa soberba: 1) o soberbo menciona e ressalta, de forma constante, suas realizações ou vivências; 2) procura elogios de outras pessoas; 3) precisa de aprovação e reconhecimento; 4) compete com outras pessoas e as rebaixa para enaltecer a sua própria figura; 5) não admite outros pontos de vista; e 6) tem dificuldade em respeitar as opiniões alheias.
Sugerimos a dinâmica Coroas da soberba – utilizamos o assunto abordado acima:
Coroa 1: só fala de si Coroa 2: procura elogios Coroa 3: busca aprovação Coroa 4: compete e rebaixa os outros Coroa 5: não admite outros pontos de vista Coroa 6: só ela tá certa
Faça coroas de papel ou compre as que vende em armarinhos de festas; coloque as coroas em uma mesa com as descrições acima: elas podem estar em etiquetas nas coroas ou em papéis sobre a mesa. Escolha um aluno para receber as coroas e outros para colocá-las em sua cabeça. Cada vez que alunos diferentes forem “coroar” o “soberbo”, devem fazer comentários sobre aquelas características, gerando envolvimento e participação de todos.
Ao final, leia Provérbios 6:16-17 que trata das “seis coisas que o Senhor aborrece, e a sétima a sua alma abomina” (Provérbios 6:16), e entre elas está “olhos altivos…” (v. 17), que é uma forma de se referir à pessoa arrogante; após encerrar a dinâmica prossiga com o estudo.
DICA 3: Dinâmica – Dois caminhos
Na parte II do estudo, o ponto 1, “Um caminho perigoso”, menciona dois caminhos: o caminho do soberbo (Pv 16:18) e o caminho da humildade (Mt 11:29).
Sugerimos a seguinte dinâmica para o ensino: faça dois caminhos físicos no chão da sala de aula, utilizando fita branca ou fita isolante (prepare isso antes da chegada dos alunos). Identifique cada caminho com seus respectivos nomes.
No momento de explicar o item 1, tenha previamente recortadas algumas palavras e chame os alunos para identificarem a qual caminho cada uma pertence. À medida que participarem, comente sobre as características que fazem parte de cada caminho.
Para o caminho da soberba, utilize palavras como: “orgulho”, “competição”, “não ouvir”, “queda” e “morte”. Para o caminho da humildade: “mansidão”, “dependência de Deus”, “ouvir” e “vida” (você pode acrescentar outras palavras ou expressões, se desejar).
DICA 4 – Dinâmica “Venda da soberba”
A lição, no ponto 2 da parte II, trata sobre “Uma impressão falsa” e afirma, em uma de suas frases, que o “orgulho é capaz de cegar as pessoas, impedindo-as de enxergarem os próprios erros” (Mt 7:5).
Nesse momento, você pode vendar um aluno e pedir que ele caminhe pela sala. Oriente-o a seguir em direção a um ponto específico, mas dê instruções imprecisas ou diferentes da posição real. Em seguida, retire a venda e peça que a classe analise o comportamento da pessoa vendada.
Explique: “isso é uma metáfora para falar de quem é soberbo”. Por não enxergar os próprios erros, a pessoa orgulhosa desenvolve uma falsa impressão de si mesma (1 Co 4:7 – NTLH), dos outros (Pv 13:10a) e de Deus (Lc 18:9-12). Peça que seus alunos leiam os textos em classe e comentem sobre eles. E também os textos do item 3, que trata do tratamento severo de Deus sobre os orgulhosos: Sl 101:5; Pv 16:5; Tg 4:6; Dn 4:25-35 e Êx 14:1-31.
Confira os materiais disponibilizados pela Secretaria de Escola Bíblica e Editora Promessa: estudo 1 para baixar (PDF), vídeo de divulgação e a área especial com posts para redes sociais e slides para aula.
*Atualizada em 28.03.
Faltam poucos dias para o início de mais uma série de Lições Bíblicas. Por isso, sugerimos algumas ideias para divulgar as aulas da Escola Bíblica no sábado e as revistas de estudo das classes de Jovens e Adultos, com propósito de alcançar mais alunos para mais um ciclo de aprendizagem que se aproxima:
Promova um espaço de divulgação durante o culto de domingo à noite (por ter público diferente do sábado), com autorização pastoral. A proposta é apresentar o tema do trimestre, mostrando a nova revista física ou a nova capa, com apoio dos slides de apresentação (baixe clicando aqui). Neles você encontrará os temas do trimestre. Dois professores podem ler a apresentação dos estudos e incentivar a igreja a participar das aulas e adquirir as revistas.
Exiba em sua igreja, compartilhe em grupos de WhatsApp local e/ou nas redes sociais, o vídeo de apresentação da nova série de Lições Bíblicas “A luta contra o pecado”, veiculado pela TV Viva Promessa:
Acesse agora a área com os materiais de divulgação, para estudos e aulas, que pode ser acessado no link a seguir: www.promessistas.org/lb355; nela você encontrará recursos como: estudo 01 da nova série em PDF para baixar de graça; Cartaz A4 para impressão e exposição em um espaço da igreja; post para redes sociais; Slides de Apoio e telas para uso em projetores durante as aulas da Escola Bíblica.
As Lições Bíblicas podem ser adquiridas de três formas:
A iniciativa “Fabricando Amor” reúne voluntárias promessistas que já entregaram mais de 500 itens em hospitais da região.
Alguns detalhes fazem diferença no tratamento de pessoas que enfrentam momentos de grande luta. Esse é o caso das mulheres promessistas que produzem itens para oferecer conforto a pacientes em tratamento do câncer em hospitais de Curitiba (PR), na iniciativa Fabricando Amor, da Igreja Adventista da Promessa de Prado Velho. Almofadas em formato de coração, feitas especialmente para mulheres que passaram pela retirada da mama, e apoios de pescoço estão entre os itens, que também homens e crianças recebem.
Na última terça-feira (24), o projeto Fabricando Amor levou mais uma ação de cuidado cristão aos pacientes da Casa Rosa, do Hospital Erasto Gaertner, na capital paranaense. A presidente da Rede Feminina de Combate ao Câncer de Curitiba do hospital, Angela Hilgemberg Zanlorenzi, chamou a ação de “maravilhosa doação” do grupo e agradeceu em nome dos pacientes e familiares beneficiados.
“Agradeço imensamente porque cada gesto de amor como o de vocês traz mais conforto, acolhimento e principalmente qualidade de vida para os nossos pacientes que enfrentam uma doença tão desafiadora como o câncer. Quero desejar a todos que colaboraram que recebam em dobro, em saúde e alegria, todo o bem que fizeram para os nossos guerreiros aqui. Muito obrigada”, ressaltou Angela.
Os números das entregas mostram o impacto da união de voluntárias. Segundo relatório ao qual o Promessistas.org teve acesso, entre outubro de 2025 e março de 2026 foram entregues cerca de 500 peças em visitas pontuais. Somente em março de 2026, foram 137 itens variados.
Nas entregas de 14 de outubro e 16 de dezembro de 2025, no Hospital Erasto Gaertner, foram distribuídos 72 corações, 21 bolsas, 20 apoios, 49 almofadas infantis e 8 almofadas adultas, totalizando 170 peças.
Já nas entregas de 4 de novembro e 16 de dezembro de 2025, no Hospital São Vicente, foram 66 corações, 31 bolsas, 18 almofadas adultas e 41 apoios de pescoço, com total de 156 peças.
No dia 12 de novembro do mesmo ano, em Rio Bonito do Iguaçu, foram doados 13 corações, 9 almofadas e 15 apoios de pescoço, totalizando 37 peças.
Como tudo começou Desde 2025, a partir de um encontro de oração, a iniciativa surgiu com o desejo de ajudar quem precisa. As voluntárias passaram a produzir almofadas em formato de coração, voltadas especialmente a mulheres que passaram pela retirada da mama. O gesto simples ajuda a amenizar a dor e oferece acolhimento em um momento delicado.
Com o tempo, o trabalho cresceu. O grupo também passou a produzir itens para homens, como apoios de pescoço, bolsas vesicais, naninhas e materiais voltados a crianças em tratamento. Uma das doadoras é a senhora Merabe, de quase 90 anos, ela produz tapetes e com a renda, doa ao projeto (clique para ver). Edite da Cunha, de 83, enfrenta o preparo dos alimentos na cozinha para ter como doar à iniciativa (veja aqui).
Segundo a organização, no segundo semestre de 2025 nasceu oficialmente o Fabricando Amor. “Hoje, somos muitas mãos unidas por um só propósito, tudo pensado para levar conforto, carinho e esperança”, informaram. O grupo se reúne às terças-feiras e, ao longo da semana, mantém as atividades com doações, bazares e ações que sustentam a iniciativa e permitem novas entregas.
Tema do 2º Congresso de Educação Cristã, no dia 2 de maio, em Cuiabá (MT), o discipulado é intencional, segundo o presidente da Convenção Geral.
O discipulado é intencional, segundo o presidente da Convenção Geral, pastor Adelmilson Julio Pereira. Ele deve ser estilo de vida da igreja. Por isso, o líder observou: “Às vezes, o discipulado, em algumas igrejas e, por vezes, até mesmo em algumas igrejas Adventista da Promessa, se torna um departamento ou ministério”, analisou durante live sobre o 2º Congresso de Educação, que ocorrerá no dia 2 de maio, em Cuiabá (MT), e que está com inscrições abertas no site: www.congressodeeducacao.promessistas.org.
Segundo o Pr. Adelmilson, quando se observa as Escrituras Sagradas, em especial as cartas do Novo Testamento, “encontramos uma cultura de discipulado”, tema que será aprofundado no evento. “Onde os discípulos de Jesus passam, eles discipulam pessoas. Depois, quando a gente olha ao longo da história da igreja, o discipulado também é uma cultura. Quando a gente olha para o início da Igreja Adventista da Promessa, o discipulado é uma cultura”, reforçou.
O Congresso de Educação será uma oportunidade de tornar mais claro esse tema importante para a igreja local, com 15 trilhas de diversos ministérios e três palestras centrais que vão explorar a importância do discipulado, tanto no aspecto individual quanto coletivo. “O que nós estamos fazendo é reforçando esses pilares que fazem parte da história da igreja, de que o discipulado é uma prática intencional”, pontuou o presidente geral.
Mais que educação
Ele destacou ainda que, ao dar um bom dia a um vizinho, no apartamento, na casa ou na rua onde se mora, não se trata apenas de educação. Segundo Adelmilson: “O crente em Jesus, o crente Adventista da Promessa, meu irmão, minha irmã, você que é promessista raiz, cumprimenta porque tem a intencionalidade de que, em algum momento, o Espírito Santo vai abrir o coração e a pessoa vai perguntar a razão disso. Então, todos os nossos atos são intencionais, com foco no discipulado. Ao pregar para uma pessoa, a intenção é que ela chegue ao conhecimento da verdade e que precise ser discipulada”.
Nas palavras dele, ao cumprimentar e tratar bem uma pessoa no trabalho, na faculdade ou na vizinhança, os cristãos constroem uma cultura de discipulado. Isso cria um ambiente favorável para um contato mais próximo e para a oportunidade de falar de Jesus e de sua Palavra.
O evento ocorrerá em novembro e pretende reunir cerca de 350 pessoas em Iranduba, Chácara Verde (AM).
Com o tema “Tempo de Resplandecer”, fundamentado na promessa bíblica de Isaías 60:1, que diz: “Levanta-te, resplandece, porque já vem a tua luz, e a glória do Senhor vai nascendo sobre ti”, o Ministério de Jovens da Convenção Amazônica promoverá, nos dias 20 a 22 de novembro, a Convenção Jovem 2026, em Iranduba, Chácara Verde (AM).
O objetivo do evento é incentivar os jovens a buscarem renovação e fortalecimento para a caminhada cristã e o chamado missionário até a volta de Jesus. Nas palavras do líder do Ministério Regional de Jovens da Convenção Amazônica, Diácono Ronalde Nogueira: “Os jovens querem ser luz e precisam saber como resplandecer no meio desse mundo que, cada vez mais, jaz no maligno.”
Para isso, uma grande estrutura está sendo montada pela equipe regional para conduzir os jovens por uma jornada de transformação. Primeiro, com arrependimento e confissão, ao preparar os corações para o agir de Deus. Segundo, com foco na adoração e na consagração, ao destacar a necessidade da busca constante pela presença do Senhor. Por fim, o revestimento espiritual, essencial para mobilizar a juventude a assumir seu chamado missionário.
A programação contará ainda com participações especiais, incluindo preletores que ainda não foram revelados pela organização.
Conforto, comunhão e vagas limitadas A organização preparou uma estrutura para os inscritos, com atenção às questões logísticas e ao clima amazônico. O pacote do evento inclui:
Acesso aos três dias de programação • Translado de ida e volta ao local do evento • Acomodações climatizadas e com camas • Três refeições completas por dia • Momentos de lazer e comunhão • Participação em sorteios e distribuição de brindes
De acordo com o Ministério de Jovens, a expectativa é alta e as vagas são limitadas, com estimativa de 350 inscrições. A procura já é alta, e o primeiro lote promocional está esgotado. Um segundo lote foi aberto durante a Assembleia Regional de sábado (21), no valor de R$ 200.
Como participar – A liderança do ministério jovem regional convoca os interessados a mobilizar suas lideranças, organizar caravanas e garantir vaga neste evento que promete marcar uma geração. Para inscrições e mais informações o contato é: 92 98459-6369.
Texto: Agência Promessista de Comunicação (APC) Com informações e fotos: PromeNEWS – Comunicação Convenção Amazônica
Para la última clase de la serie, revise los recursos pedagógicos: pregunta de apertura, cuadro “Justos e impíos”, dinámica “¿Recuerdas la Ley?” y la invitación “Sol de Justicia”.
CONSEJO UNO – Pregunta de apertura Para la Introducción, puede comenzar su clase con una pregunta de apertura: “¿Cómo defines el Día del Señor que vendrá para ti?” Esta pregunta, en otras palabras, busca identificar qué sensaciones provoca (¿esperanza? ¿estrés? ¿deseo? ¿miedo?). Estimule la participación de los alumnos al abordar “el maravilloso Día del Señor”, dirigiendo esta cuestión que toca aspectos personales y sus percepciones, lo que tiende a llamar la atención sobre el tema.
CONSEJO DOS – Cuadro “Justos e impíos” Disponga de un espacio en el aula, ya sea una pizarra, un cartel o incluso la pantalla de diapositivas para edición en tiempo real. Divídalo en dos partes: de un lado estarán los “justos” y, del otro, los “impíos”. La idea es pedir a los alumnos que mencionen algunas características de ambos: cómo piensan, qué esperan y cómo se preparan para el Día del Señor. También puede definir cómo Malaquías describe a una persona justa y a una impía, así como el destino de cada una. Para ello, lea Ml 3:16-18 y Ml 4:1-3. Este consejo puede utilizarse en la explicación de los puntos 1 y 2.
CONSEJO TRES – Dinámica “¿Recuerdas la Ley?” Para dinamizar la explicación del punto 3, “Llamado a la obediencia a la Ley”, distribuya hojas de papel (pueden ser hojas con líneas o de cuaderno) y bolígrafos a los alumnos, organizados en parejas o grupos, si lo prefiere. Pida que escriban los Diez Mandamientos en orden, utilizando una o dos palabras para cada uno. Después de unos 5 minutos para elegir las palabras de resumen (sin consultar Éx 20), pida que compartan sus respuestas. A continuación, lea los Diez Mandamientos y aplique la reflexión: así debemos recordar siempre la Ley y practicar los mandamientos del Señor, como forma de preparación, con santidad. Para concluir, lea Apocalipsis 14:12.
CONSEJO CUATRO – Invitación evangelística “Sol de Justicia” Hemos preparado una invitación con un versículo para que el alumno de la Escuela Bíblica la entregue a una persona no cristiana o que esté alejada de los caminos del Señor. El texto es Malaquías 4:2, que habla de la venida de Cristo como el “Sol de Justicia”.
La idea es que, después de presentar las aplicaciones, se distribuyan las invitaciones, orientando a los alumnos a pensar en una persona, ya sea de su casa, de la calle, del trabajo, de la universidad, del gimnasio, etc. Que compartan esta palabra con ella, expliquen su significado y hagan una invitación para participar en un culto o en un pequeño grupo.
A cerimônia foi realizada no Assentamento, em Aracruz (ES), em um dia de sol.
O último domingo (22) foi marcado por sol intenso e céu azul. A Convenção Espírito Santo realizou um batismo com 10 novos convertidos, em um momento de grande significado espiritual para a igreja e de testemunho público da fé em Jesus Cristo. A cerimônia representou a integração dos novos discípulos, fortaleceu a comunidade e reafirmou o compromisso com o Evangelho.
O batismo ocorreu no Assentamento, em Aracruz (ES), e reuniu membros das igrejas Adventista da Promessa de Vitória, Cidade Pomar e Assentamento. Para glorificar a Deus e testemunhar o momento de aliança, estiveram presentes familiares, membros e líderes das igrejas e da Convenção capixaba.
Texto: Agência Promessista de Comunicação (APC)
Com informações e fotos: Divulgação/Comunicação Regional
Para última aula da série, confira os recursos pedagógicos: Pergunta de abertura, quadro “Justos e ímpios”, Dinâmica ‘lembra-se da Lei’ e o convite “Sol da Justiça”.
DICA UM – Pergunta de abertura
Para a Introdução, você pode começar sua aula com uma pergunta de abertura: “Como você define o Dia do Senhor que virá para você?” Essa pergunta, em outras palavras, busca identificar quais sensações isso provoca (esperança? estresse? desejo? medo?).
Estimule o envolvimento dos alunos ao abordar “o maravilhoso Dia do Senhor”, direcionando essa questão que toca aspectos pessoais e as percepções deles, o que tende a chamar atenção ao assunto.
Tenha um espaço em sala, seja um quadro, um cartaz ou mesmo a tela dos slides para edição em tempo real. Divida-o ao meio, sendo que, de um lado, estarão os “justos” e, do outro, os “ímpios”.
A ideia é pedir para os alunos dizerem algumas características de ambos: como pensam, o que esperam e como se preparam para o Dia do Senhor. Você também pode definir como Malaquias vê uma pessoa justa e uma ímpia, bem como o destino de cada uma. Para isso, leia Ml 3:16-18 e Ml 4:1-3. Essa dica pode ser usada na explicação dos itens 1 e 2.
DIA TRÊS: Dinâmica ‘lembra-se da Lei’
Para dinamizar a explicação do item 3, “Chamado à obediência à Lei”, distribua folhas de papel (pode ser papel com pauta ou folhas de caderno) com 10 linhas e canetas aos alunos, organizados em duplas ou grupos, caso preferir. Peça que escrevam os Dez Mandamentos em ordem, utilizando uma ou duas palavras para cada um.
Após cerca de 5 minutos para escolherem as palavras de resumo (sem consultar Ex 20), peça que compartilhem suas respostas. Em seguida, faça a leitura dos Dez Mandamentos e aplique a reflexão: assim devemos sempre lembrar da Lei e praticar os mandamentos do Senhor, como forma de preparo, com santidade. Para concluir, leia Apocalipse 14:12.
DICA QUATRO – Convite evangelístico “sol da justiça”
Preparamos um convite (veja abaixo) com um versículo para que o aluno da Escola Bíblica o entregue a uma pessoa não cristã ou que esteja afastada dos caminhos do Senhor. O texto é Malaquias 4:2, que fala da vinda de Cristo como o “Sol da Justiça”.
A ideia é que, após apresentar as aplicações, os convites sejam distribuídos, orientando os alunos a pensarem em uma pessoa, seja de casa, da rua, do trabalho, da faculdade, da academia etc. Que compartilhem essa palavra com elas, expliquem seu significado e façam um convite para participar de um culto ou de um pequeno grupo.
O Pastor Roberto Junior Helfstein, diretor do CETAP, respondeu à questão ao relembrar os desafios vividos por Paulo.
Diante das grandes demandas dos tempos contemporâneos e do excesso de informações à disposição das pessoas, o diretor do Conselho de Educação Adventista da Promessa (CEAP) e do Centro de Estudos Teológicos Adventista da Promessa (Cetap Geral), Pastor Roberto Junior Helfstein, respondeu à seguinte pergunta: qual o maior desafio da Teologia hoje?
“Diria que o maior desafio hoje da Teologia é encontrar a Teologia genuína, e isso nunca foi um exercício muito fácil. Quando Paulo escreve as cartas dele, por exemplo, ele escreve aos Gálatas assim: ‘Se vier um anjo do céu pregar um evangelho diferente deste, que ele seja maldito’”, analisou Junior, durante um bate-papo em uma live transmitida pela TV Viva Promessa sobre o 2º Congresso de Educação, que ocorrerá no dia 2 de maio, em Cuiabá (MT), e que está com inscrições abertas no site especial: www.congressodeeducacao.promessistas.org.
Para ele, Paulo foi incisivo e extremo porque as pessoas de sua época não conseguiam se concentrar na pureza do Evangelho que haviam recebido. “As pessoas não conseguiam se concentrar no evangelho genuíno. É como uma cebola: camadas e camadas, mas o essencial vai sendo deixado de lado”. E voltou a pontuar: “O nosso maior desafio hoje é com essa guerra de informações. Nossa atenção é disputada: rede social, streaming, televisão, jornal, revista. A gente tem esses mecanismos, esses canais, e eles tentam capturar nossa atenção”.
Para o teólogo, essa grande quantidade de informação, que o cérebro não consegue absorver, transforma a mente em um caos, o que nos torna propensos a misturar o que aprendemos da Palavra com o que não é correto. “Então, qual é o grande desafio nosso? Com a educação, com a teologia, com a Escritura, é trazer à tona o evangelho. Evangelho genuíno, o evangelho de Jesus, o evangelho bíblico”, ressaltou.
“Momento de mudança”
Junior Helfstein também afirmou que o 2º Congresso de Educação Cristã será um espaço importante para mudanças, se bem aproveitado. “Eu penso que participar de um congresso como esse precisa alterar a prática em nós. Ir para um congresso desse e voltar do mesmo jeito que eu fui é perda de tempo. Por mais que seja legal encontrar pessoas, conversar e dar risada, se eu não volto com mudança de ações na minha prática, eu penso que não fez muito sentido”.
Diante disso, o diretor do CEAP reforçou que o evento será um momento de reflexão e de aplicação prática. “O que eu levo na minha bagagem de ideia, de conceito, mas de prática que eu posso melhorar e ampliar o meu alcance na igreja local, no meu discipulado, no meu grupo de discípulos”. Esse, segundo Júnior, será o grande legado do congresso, que também será seguido da 62ª Assembleia Geral, no dia 3 de maio.
Em Manaus, mais de 400 pessoas lotaram o auditório do Corpo de Bombeiros em uma programação histórica para os promessistas da região.
Manaus, AM – Duas pessoas se reconciliaram com o Senhor e um jovem aceitou a Jesus como seu Senhor e Salvador em uma programação cheia da ação do Espírito Santo durante a 13ª Assembleia Geral da Convenção Amazônica. Mais de 400 pessoas lotaram o auditório do Comando Geral do Corpo de Bombeiros Militar do Amazonas (CBMAM), neste sábado (21), em um dos momentos mais marcantes da história recente da Igreja Adventista da Promessa na região.
Sob o tema central “Uma Missão de Todo Promessista”, o encontro reuniu pastores, presbíteros, membros e líderes de diversas localidades, que estiveram reunidos em torno de um único propósito: o fortalecimento da obra do Senhor na Amazônia, em uma atmosfera de profunda espiritualidade que transcendeu o caráter administrativo da programação e se tornou um verdadeiro marco de avivamento e comunhão.
Em uma jornada marcada pela presença de Deus, aprendizado e renovação espiritual que contagiou os presentes, o clima de gratidão dominou o ambiente em programação enriquecida por momentos de adoração, como a participação do Coral Vozes da Promessa, da Promessa Tancredo Neves, que emocionou o público durante a Assembleia e no Culto Especial de Missões, em momentos de entrega e compromisso com a expansão do Evangelho.
A mensagem da Palavra de Deus foi um dos pontos altos do dia, com a ministração do superintendente da Convenção Litoral e Leste Paulista, Pastor Wilbert Magalhães, representante da Junta Geral Deliberativa (JGD). A mensagem trouxe edificação e direção espiritual e desafiou a igreja a seguir firme e frutificar em seus projetos missionários.
A realização da 13ª Assembleia Geral é resultado da unidade da Convenção Amazônica e de sua prontidão para enfrentar os desafios dos próximos anos. A liderança expressou gratidão a Deus e a todos os irmãos e irmãs que contribuíram para que este momento fosse “especial e edificante”.
Texto: Agência Promessista de Comunicação (APC) Com informações, fotos e vídeo: PromeNEWS – Comunicação da Convenção Amazônica.
No total, são mais de 36 mil e 200 inscritos e mais de 3 milhões e 995 mil visualizações; saiba como ajudar a ampliar o alcance
A TV Viva Promessa, canal oficial da Igreja Adventista da Promessa no YouTube, se tornou a plataforma digital com mais seguidores da denominação. No total, são mais de 36 mil e 200 inscritos e mais de 3 milhões e 995 mil visualizações das produções da equipe da Agência Promessista de Comunicação (APC).
Além da plataforma, a Promessa também está presente no Facebook, com quase 29 mil seguidores, e no Instagram, com pouco mais de15 mil 400 seguidores, que, junto ao Promessistas.org, produzem programação diária de vídeos, posts de edificação, informação e evangelização, além de reportagens, notícias e artigos que levam a palavra de Deus a um público amplo, para além dos discípulos promessistas.
Em entrevista ao Promessistas.org, o Pastor Santiago Correa, que colabora na APC, disse que é muito importante o conteúdo promessista estar em uma plataforma de educação, formação e opinião.
“Muitos procuram no YouTube saber das coisas. A grande função, o grande propósito do YouTube é isso: procurar como tal coisa funciona, o que é tal assunto, tal tema”, analisa.
O produtor avalia que a TV Viva Promessa está exatamente nesse propósito na plataforma, por oferecer respostas bíblicas sobre os mais variados assuntos. “Ela tem o propósito também de formar as pessoas, informar e de trazer verdade, a luz do evangelho para os corações, das pessoas que estão procurando respostas.”
Programação variada
Na atualidade, a TV oficial da Igreja disponibiliza para os internautas diferentes programas sobre vários assuntos, sejam diários e ao vivo, como o Aliança de Oração, semanais e quinzenais, além de lives de diferentes ministérios e instituições e cobertura de eventos, como será no Congresso de Educação, que está com inscrições abertas, e a Assembleia Geral, que ocorrerão 2 e 3 de maio, em Cuiabá (MT).
“Encontramos no YouTube muitas informações. A TV Viva Promessa entra com esse propósito: oferecer a palavra de Deus, oferecer conteúdo que possa edificar e informar as pessoas sobre o evangelho do Senhor”, esclarece Santi.
“Precisamos valorizar”
Santiago ressaltou o importante papel que os promessistas têm para que o canal alcance mais pessoas em todo o Brasil e para fora do pais. “As pessoas precisam valorizar a TV Viva Promessa, divulgar mais os conteúdos, os programas, porque realmente ela tem um valor enorme.”
Outra forma de valorizar e incentivar as produções da igreja é se tornar um Amigo da Missão. Para isso, basta doar qualquer valor no Pix do projeto:sou@amigosdamissao.org.
Workshop de comunicação
Para além das produções do canal, nas redes sociais, junto aos ministérios e instituições promessistas ou neste portal, a APC vai realizar o Workshop Viva Promessa, no segundo semestre de 2026, que teve o site oficial de inscrições divulgado nesta sexta-feira (20): workshop.vivapromessa.org.
A página traz todas as informações do evento, formas de pagamento e tudo o que está incluso em cada opção. Os valores disponíveis no site já contemplam as opções com e sem hospedagem, e a alimentação está inclusa em ambas.
Texto: Andrei Sampaio/Agência Promessista de Comunicação (APC)
Usamos cookies em nosso site para fornecer a experiência mais relevante, lembrando suas preferências e visitas repetidas. Ao clicar em “Aceitar”, concorda com a utilização de TODOS os cookies.
This website uses cookies to improve your experience while you navigate through the website. Out of these, the cookies that are categorized as necessary are stored on your browser as they are essential for the working of basic functionalities of the website. We also use third-party cookies that help us analyze and understand how you use this website. These cookies will be stored in your browser only with your consent. You also have the option to opt-out of these cookies. But opting out of some of these cookies may affect your browsing experience.
Necessary cookies are absolutely essential for the website to function properly. This category only includes cookies that ensures basic functionalities and security features of the website. These cookies do not store any personal information.
Any cookies that may not be particularly necessary for the website to function and is used specifically to collect user personal data via analytics, ads, other embedded contents are termed as non-necessary cookies. It is mandatory to procure user consent prior to running these cookies on your website.