Ele fez tudo por amor


Há  mais de dois mil anos, Jesus veio a este mundo para salvar a humanidade. Foi por isso que ele morreu em uma cruz. Mas por quê? Será que não havia outro meio para nos dar salvação? O que Cristo fez por nós?  Quando entendermos o que aconteceu naquela tarde, naquele monte, lá na cruz, seremos as pessoas mais felizes da terra! Mas o de fato que aconteceu? Para tal compreensão, é necessário voltar o olhar para o início de tudo, no jardim do Éden, em que o Criador deu uma ordem aos humanos: De toda a árvore do jardim comerás livremente, mas da árvore do conhecimento do bem e do mal, dela não comerás; porque no dia em que dela comeres, certamente morrerás (Gn 2:16-17). Nessa ordem, está estabelecido um princípio justo de retribuição e merecimento, isto é, quem obedece, merece a vida e quem desobedece, merece a morte. Você lembra qual foi a escolha do ser humano, no Éden? Escolheu desobedecer! Ora, se desobedeceu, o que ele merece? A morte, é claro! Pois o salário do pecado é a morte (Rm 6:23).
Veja o que a Bíblia diz: … como por um só homem entrou o pecado no mundo, e pelo pecado, a morte, assim também a morte passou a todos os homens, porque todos pecaram (Rm 5:12). Toda a raça humana foi condenada à morte eterna, por causa de sua desobediência. Mas o ser humano não quer morrer, e isso soa como se ele dissesse: “Pai eu pequei, e mereço morrer, mas, por favor, não me deixe morrer”. Tal situação cria um conflito entre a justiça e o amor de Deus. Nós pecamos e merecemos morrer, mas, por outro lado, o Senhor nos ama. O que fazer? O princípio é claro: Se há pecado, deve haver morte, pois, sem derramamento de sangue, não há remissão de pecados (Hb 9.22). Deus não pode voltar atrás em sua palavra. O delito não pode ficar impune. Desse modo, só há uma saída: alguém que seja justo e que queira morrer no lugar dos homens. É assim que entra na história Jesus Cristo. Por amor, veio morrer por mim e por você!
Ele se tornou humano e habitou entre nós (Jo 1:14)! Viveu aqui mais de 30 anos e foi tentado em tudo; todavia, não pecou em momento algum. Pois bem, se ele viveu e não pecou, o que ele merece? A vida, é claro! E nós? Somos pecadores e merecemos a morte. Acontece, então, uma substituição. Jesus tomou o nosso lugar! Ele morreu a nossa morte, para vivermos a sua vida! Foi isso que aconteceu, lá no Calvário: uma troca de amor. Ele pagou a nossa dívida. Sua morte nos traz perdão, nos reconcilia com Deus e nos concede vida eterna. Mas o que fazer para desfrutar desses benefícios? É preciso crer nele e recebê-lo como Salvador. Se esse é o desejo de sua alma, ore a ele assim:
“Senhor Jesus, eu preciso de ti. Reconheço que sou um pecador e que não mereço a salvação, mas coloco, deste momento em diante, a minha confiança em ti e no sacrifício supremo que fizeste por mim na cruz do Calvário. Abro a porta da minha vida e o recebo como meu Salvador e Senhor. Perdoe os meus pecados e escreva meu nome no livro da vida. Peço que me conceda a força necessária para segui-lo por toda a minha vida. Digo essas palavras de coração. Amém”.

Não se esqueça de beber água


“Então Jesus declarou: “Eu sou o Messias! Eu, que estou falando com você”.
João 4.26 – NVI
Era um dia normal para uma mulher da Palestina. Buscar água no poço mais próximo era comum. Todo mundo pode ter uma comida ou bebida que não gosta, que o sabor não combina com o paladar, mas água é essencial. Mesmo quem tem dificuldade sabe da importância de se beber água todos os dias. Aliás, você já bebeu água hoje? Mas aquele dia tão normal se encheu de um colorido novo na vida daquela mulher. Os pensamentos dela deviam vagar entre sua realidade de vida e seus sonhos enquanto ia a caminho do poço. Quantas vezes numa fila de banco, na espera por um telefonema ou algo parecido, nos pegamos pensando em nossa realidade? Naquele dia, aquela mulher teria respostas, teria uma conversa como nenhuma outra. Esse dia chegará para você, tenha certeza!
Jesus já estava no poço quando a mulher chegou. A partir daqui tudo que era normal, ganha ares de estranheza: naquela época, um homem não falava em ambientes públicos com mulheres e um judeu não criava um ambiente cordial com um samaritano, pois eram povos vizinhos que se odiavam. Essa é a primeira coisa que a mulher aprende com Jesus e você pode aprender também: se Jesus quer ter um encontro com você, não importa quem você é, o que você faz, qual é a sua história. Ele vai se encontrar com você! Haverá um momento, uma situação, talvez a mais normal das situações em que Ele vai abordá-lo de uma forma tranqüila, quase casual.
A conversa gira em torno do pedido de água de Jesus. Ela questiona seu pedido (pegue uma Bíblia e leia João capítulo 4). E Jesus diz: “se você soubesse quem te pede água, você é que estaria pedindo, pois a água que eu dou, jorra para a vida eterna”.  A conversa caminha e Jesus chega ao ponto de confrontar com muita sabedoria o passado duvidoso daquela mulher. Saiba que, quando você se encontrar com Jesus, Ele não vai deixá-lo como sempre foi, mas vai incentivá-lo e convencê-lo de que você precisa ser uma nova pessoa, melhor, transformada, com novos ares, uma nova alegria, uma nova coragem para enfrentar os problemas e uma certeza de que Deus procura por pessoas assim, sinceras, verdadeiras, sensíveis à ação do Pai, do Filho e do Espírito Santo.
A água é essencial. Aqui, Jesus mostra que é essencial também, muito mais que a água. Quando bebemos água, logo voltamos a ter sede. Quando estabelecemos um relacionamento com Jesus, garantimos o que de mais essencial um ser humano precisa: vida eterna, amor, perdão e nova disposição para enfrentar a vida. Aceite a proposta de conhecê-lo mais e melhor, é Ele mesmo quem quer ter um encontro com você. Beba dessa água, corra para Deus. E aí, vamos beber água hoje?

Três conselhos


Dizem que se conselho fosse bom, não seria dado, seria vendido! Pode ser, mas nossa enorme má vontade quanto a praticar os bons conselhos, por si só, impediria que pagássemos. O fato é que bons conselhos só são realmente bons para quem ouve e obedece.
Para pôr fim às reclamações, num único versículo, Jesus propôs logo três conselhos. Conselhos práticos e bem objetivos. Em Lucas 11:9, ele aconselha: “Pedi, e dar-se-vos-á; buscai, e achareis; batei, e abrir-se-vos-á.”
“Pedi”. Vivemos num tempo marcado pelo orgulho. Tudo nos incentiva a acharmos que não precisamos de ninguém. É como se o controle remoto da vida estivesse em nossa mão. Com eficiência, a mídia nos convence: “Você é bom. Você é demais. Você se basta. Você pode.” Mas o conselho de Cristo vai em direção oposta, ele claramente orienta: peça!
“Buscai”. Sonhos clamam por busca planejada, dedicada, objetiva. Só ficar sonhando e olhando para as nuvens de braços cruzados, não dá. É necessário arregaçar as mangas e buscar. Buscar até encontrar.
“Batei”. A pressa desses tempos loucos e acelerados elimina toda nossa reserva de perseverança. E então desistimos. Mas temos que insistir, bater, bater e bater até que as portas se abram. Desistir nunca! Perseverar sempre!
No versículo 10, Jesus segue com sua objetividade: “O que pede recebe; o que busca encontra; e a quem bate, se abre.” Jesus estava provocando seus ouvintes e orarem com ousadia e fé. Os mesmos conselhos valem para nós, hoje. Jesus não aconselha orações carregadas de palavras difíceis, muito menos descreve rituais complicados e frios, nada disso, Jesus simplesmente incentiva orações íntimas, puras e cheias de fé. Em outras palavras, Jesus espera orações que ultrapassem formalidades e se transformem em relacionamentos.
São apenas três conselhos. Simples e possíveis de serem praticados, e que poderão mudar completamente a sua vida. Sendo assim, por que não praticar? Vamos lá! É só pedir, buscar e bater. Toda hora, todo dia, a vida inteira. No tempo certo, na hora certa e na forma que Cristo estabelecer, você experimentará as bênçãos que tanto aguarda.

Recomeçar


Pedro fez o que disse que não faria jamais, negou a Jesus! E fez isso por três vezes! (Jo 18: 15-27). Seguiram-se, então, os três piores dias de sua vida. Ele retrocedeu, abandonou seu chamado, voltou às antigas atividades, voltou a pescar, abandonou o caminho que Cristo tinha para ele. Mas, Cristo ressurreto se aproximou para lhe dar uma nova oportunidade! Quando Pedro o percebeu, se lançou na água desesperadamente, mal podia acreditar! Ao chegar à praia, uma fogueira, um cenário parecido ao de três dias antes, contudo, essa era a oportunidade do recomeço.
Jesus não o critica, nem tampouco o censura, simplesmente o questiona: “Você me ama?”. “Sim, o Senhor sabe que eu te amo”, responde Pedro. Também por três vezes essa pergunta invade e confronta o coração do discípulo, tais palavras mexem com ele, é proposital a intenção do mestre. Cristo está o desafiando a recomeçar! Era extremamente difícil tomar tal decisão. Não obstante as tragédias da vida, as decepções, os medos, o sentimento de culpa, a sensação do fracasso, era hora de recomeçar. Ele então, sem condições de fitar o mestre, diz: “O senhor sabe de tudo e sabe que eu te amo”. Ah, que bela declaração do apóstolo! É como se ele dissesse: “Senhor, eu quero recomeçar! Me dê mais uma chance!”
Talvez, como para Pedro, você esteja numa situação que parece a reta final, o fim do destino! Talvez você esteja igualmente desesperado neste mundo, sem a mínima perspectiva de mudança ou solução para sua vida e seus problemas. Talvez um pecado esteja dominando você. Quem sabe, sua única expectativa seja de derrota. Não importa, mesmo que você já tentou outras vezes e ainda fracassou, acredite, há esperança de um novo começo para você hoje!
Cristo te desafia a repensar sua vida. Seu casamento não precisa acabar, seus sonhos não precisam morrer, seu ministério pode prosseguir, sua história pode ganhar uma nova página, depende de você.
Quantos homens e mulheres aproveitaram essa nova chance e refizeram suas vidas aos pés de Cristo. O filho pródigo recomeçou. Depois de viver tão longe do Pai, sua vida ganhou sentido. Jó teve que fazer o mesmo, foi forte o suficiente para vencer cada tragédia apresentada pela vida e Deus lhe deu uma nova história. Mateus, o evangelista, quando ouviu seu chamado, abandonou tudo para começar de novo seguindo a Cristo. Pedro foi incentivado pelo amor de Cristo: “se você me ama, vamos lá, não desista! Venha comigo!”
Tenha coragem e recomece! Faça isso agora, diga também: “Eu te amo, Senhor, eu quero uma nova chance!”.

"Lembre-se de mim"


Jesus foi condenado à mais cruel das mortes de sua época. No dia em que ele foi crucificado, dois outros homens também foram (Mt 27:38). Esses homens eram “barra pesada”. Criminosos que usavam de violência para roubar abertamente. É bem provável que eram culpados de assaltos à mão armada, envolvendo, inclusive, homicídios. A cruz de Cristo estava bem no meio da desses dois criminosos. Jesus foi crucificado por volta das 9 horas da manhã, e ficou na cruz até quase 3 horas da tarde. Estas seis horas foram suficientes para algo extraordinário acontecer naquele lugar. Nos últimos momentos de suas vidas, esses homens ousaram olhar para Cristo.
O primeiro deles olhou, e não conseguiu ver quem realmente era Jesus (Lc 23:39). Ele preferiu olhar, blasfemar e provocar. O segundo ladrão tomou forças de onde não havia forças, e, além de repreender o amigo blasfemador, olhou para o cordeiro santo de Deus na cruz, sabendo que sua vida no mundo havia sido miserável, e fez um pedido: Senhor, lembra-te de mim, quando entrares no teu reino (Lc 23:42). Que nobre pedido! Aquela era sua última chance de fazer isso. Ele não deixou passar, olhou para a cruz e tomou sua decisão. Não pediu um lugar de honra, de destaque. Ele apenas disse: “lembre-se de mim”. Diante do seu pedido, Jesus deu-lhe o perdão e, com o perdão, a promessa de salvação: Estarás comigo no paraíso!
De todos os benefícios que o perdão de Jesus pode nos oferecer, esse é o principal: a salvação. Não existe bem maior que esse! Por isso, amigo leitor, se você considera sua vida um desperdício, se você anda dizendo por ai que não vale nada: você vale! Em Cristo temos a redenção pelo seu sangue, o perdão dos pecados segundo a riqueza da sua graça (Ef 1:7). Jesus se interessa por você, seus sentimentos, suas preocupações. Ele sorri quando você está alegre e se entristece quando você chora. Por isso, a exemplo do ladrão da cruz, tome hoje mesmo sua decisão. O perdão de Jesus é restaurador. É como um bálsamo curativo na ferida. Transforma algo sem esperança em uma possibilidade de “recriação”. Hoje mesmo, levante seus olhos ao céu e diga: Lembre-se de mim, Senhor!

Você decide


Entrai pela porta estreita; porque larga é a porta, e espaçoso o caminho que conduz à perdição, e muitos são os que entram por ela;  E porque estreita é a porta, e apertado o caminho que leva à vida, e poucos há que a encontrem”. Mt 7:13,14
“Você Decide” foi um programa quase-interativo exibido pela Rede Globo entre 1992 e 2000. Em cada episódio, eram encenados casos especiais, com um final diferente a ser escolhido pelos telespectadores através de votações via telefone.
Três finais eram apresentados ao público, que escolhia por telefone o final para cada história. Quase sempre o final escolhido era o final feliz, dando assim ao público um gosto delicioso de poder ter decidido.
Você já ouviu falar de livre-arbítrio? Livre-arbítrio quer dizer livre escolha, livre opção. Em todas as situações da vida,  sempre temos duas ou mais possibilidades para escolher. E a cada momento, a vida nos exige decisão. Sempre: você decide.
A verdade é que no contexto da história humana somos levados a tomar decisões que nem sempre são nossas. O marketing, a propaganda, tem influenciado nas decisões das pessoas. Eu li uma história, há alguns dias:
“Duas criancinhas de oito anos conversam no quarto. O menino pergunta para a menina:
– O que você vai pedir no Dia das Crianças?
– Eu vou pedir uma Barbie, e você?
– Eu vou pedir um O.B.! ,responde o menino.
– O.B.?! O que é isso?!
– Nem imagino… Mas na televisão diz que com O.B. a gente pode ir à praia todos os dias, andar de bicicleta, andar a cavalo, dançar, ir ao clube, correr, fazer um montão de coisas legais, e o melhor… SEM QUE NINGUÉM PERCEBA…”.
Isso mostra o poder da propaganda. Mas voltando ao texto inicial, de Mt 7:13,14, Deus nos dá a oportunidade de decidir entre dois caminhos. É o “você decide” de nossas vidas, onde a história que está sendo apresentada é a sua, a minha, a nossa. Nessa história, dois finais nos são apresentados: um que nos leva à vida e o outro, à perdição. A diferença entre as duas opções não está somente no final, mas também no decorrer. O caminho que leva à vida é difícil, estreito, apertado, cheio de obstáculos. O que leva à perdição é largo, espaçoso, fácil de caminhar, cheio de oportunidades, sucesso, de propostas que enchem os olhos.
Qual tem sido a sua decisão? Será  que a propaganda do mundo tem influenciado sua decisão, será que temos sido conquistados pelas propagandas mentirosas do inimigo, pois ele é o pai da mentira (Jo 8:44).
Desde tempos remotos, ele tem enganado as pessoas, levando-as a tomarem decisões que as afastam de Deus. Como aconteceu com Adão e Eva, quando decidiram desobedecer a Deus (Gn 3: 6) ou o rei Saul quando decidiu desobedecer a ordem de Deus (I Sm 15: 21-29). Lembre-se, meu amigo, você é quem decide!
É melhor escolher a vida, como nos ensina a palavra de Deus, em Dt 30: 15 e 16: “Vê que proponho, hoje, a vida e o bem, a morte e o mal; se guardares o mandamento que hoje te ordeno, que ames o SENHOR, teu Deus, andes nos seus caminhos, e guardes os seus mandamentos, e os seus estatutos, e os seus juízos, então, viverás e te multiplicarás, e o SENHOR, teu Deus, te abençoará na terra à qual passas para possuí-la”.

Paz é possível


Briga na empresa, briga na escola, briga em casa, briga no trânsito, briga no clube. Briga no Senado, briga nos países. São muitas brigas! Grandes ou pequenas, leves ou graves, cada uma com sua intensidade e pressão. Brigas cansam, produzem estafa emocional, trituram nossas reservas de esperança, tiram a alegria de viver. Brigas, conflitos e guerras aumentam nossa fome. Fome de paz. Mas será possível conseguirmos paz em meio ao caos das brigas?Sim, é possível!
Os discípulos de Jesus tinham acabado de experimentar a maior derrota de suas vidas. Aquele no qual haviam depositado todas as esperanças acabara de ser morto numa cruz. Fora crucificado como resultado de um dos piores tipos de briga, a religiosa. Em resumo, seus acusadores não aceitavam que Jesus era quem afirmava ser: o Messias Salvador do mundo. Mas ao terceiro dia após sua morte, Ele ressuscitou. Então, sua ressurreição passou a dominar as rodas, os assuntos “e, falando eles destas coisas, o mesmo Jesus se apresentou no meio deles, e disse-lhes: Paz seja convosco” – Lucas 24.36.
Não importava a tensão política do Império Romano, a frieza sacerdotal judaica na aplicação da lei e a fúria injusta da massa preferindo a liberdade de Barrabás. Não importavam os temores dos apóstolos, a falta de rumo que os assustava. Ele, Jesus Cristo, se apresentou no meio do caos com a mais doce e desejada palavra: paz. Exatamente assim, ele continua se apresentando hoje para todo lar que abre as portas, para todo coração que o recebe, para todos que desistiram e já não encontram mais forças, enfim, ele chega trazendo a verdadeira paz, aquela que, apesar dos conflitos ao redor, nos traz serenidade interior. Faça como os discípulos, creia em Jesus e creia em sua ressurreição, ele surgirá no seu coração dizendo: “Paz seja contigo!”