Dependemos de Deus

Existe um lugar específico na bíblia para se ouvir a palavra. Veja, eu não estou falando do templo, afinal de contas, o próprio Deus criou esse lugar.

No capítulo 4 de Mateus Jesus (O mestre) é levado pelo Espírito Santo ao DESERTO (lugar da palavra, do discernimento) e o objetivo é claro Ele foi levado para ser tentado pelo diabo, seu caráter foi posto a prova. Ele foi levado pelo CONSOLADOR para um lugar sem água, sem alimento, extremamente quente de dia, extremamente frio de noite, e como se não bastasse, para ser tentado. O lugar da palavra, o lugar onde Deus fala é assim, não tem nada segundo o estômago ou os olhos, mas tem tudo segundo o Espírito (Mateus 4:4). Por isso somos levados pra lá e quando estamos pelo Espírito terminamos a missão assim; “Então o diabo o deixou; e, eis que chegaram os anjos, E O SERVIAM.” Mateus 4:11. Ninguém pede um deserto na oração, mesmo quando falamos “seja feita a tua vontade” essa parte da vontade do Pai é a que menos esperamos, mas é lá que descobrimos de onde vem o nosso sustento, na escassez. “É proveitoso ao ser humano suportar o jugo e o sofrimento próprios da sua juventude”. Lamentações 3:27. Lá nosso caráter será provado, mas precisamos enfrentar uma natureza que diz que nós somos os engenheiros dos melhores lugares, até porque assim nunca passaremos pelo lugar que Deus preparou para sermos fortes, para avaliarmos as coisas com bom senso e clareza. No deserto entramos no estado máximo de dependência, de sensibilidade. Somos forjados pelo silêncio do deserto e pelo nosso (Aquietai-vos Salmos 46:10). Todas as adversidades do deserto fogem do nosso controle, ali somos como recém nascidos, mas quem nos trouxe nos sustentará. O calor do deserto mostrará de que material somos feitos. A experiência do percurso nos permitirá separar o certo do errado. A voz do Pai no silêncio do deserto será o nosso norte.

Por. Adrilson

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Feliz 2021

E aí galera?

Chegou aquele momento de reflexão né? E o que falar do ano de 2020, agora que chegou ao fim? O que aprendemos diante de todas as dificuldades e desafios que tivemos que superar e quais os aprendizados que traremos para 2021?

Uma coisa é certa: tivemos de desacelerar, em todos os sentidos. Aprendemos muitas coisas com a pandemia do novo coronavírus, mas talvez a principal dela foi entender de vez que sozinhos não somos nada, nem ninguém. Tivemos tempo para prestar mais atenção no outro e em nós mesmos. Aprendemos a identificar e a lidar com nossas próprias emoções de uma forma nunca vista antes no mundo pós-moderno. Aprendemos a ter um olhar mais generoso em relação a si próprio e ao próximo.

2020 parecia não ter fim, tivemos de nos ausentar e, dentro de nossas casas, tivemos de nos reinventar, assumir uma nova versão de nós mesmos, e nos transformar a cada dia em termos profissionais, pessoais, comportamentais e de relacionamento.

“Dinheiro não é tudo”, foi uma das frases que mais ouvimos. E tivemos de reduzir e repensar não apenas o nosso ritmo, mas o modo de consumo também. Com as pessoas em suas casas, os índices de poluição ao redor do mundo diminuíram, parece que o planeta “gritarra” por socorro e ele agradeceu. Especialistas apontam essa mudança como temporária e, claro, relacionada ao confinamento, mas será que isso não pode nos ajudar e encontrar soluções para as questões climáticas, sem termos de ser obrigados a ficar enclausurados? Será que essa crise não veio também para nos alertar e mostrar que somos capazes, empresas, igrejas, governos e cidadãos, de implementar um novo ritmo de vida que seja positivo e gere melhor impacto?

De dentro dos nossos lares revisitamos histórias por meio de fotos, livros, ligações e vídeos conferências com amigos e parentes. Sim, é clichê dizer que a tecnologia une pessoas, mas essa afirmação nunca foi tão real quanto em 2020.

E no trabalho? Lideranças tiveram de se revisitar e encontrar novas formas de se comunicar com suas equipes, como mantê-las ativas e motivadas. As empresas que eram resistentes ao método home office, por exemplo, tiveram de ceder e acabaram descobrindo que essa pode ser uma boa forma de trabalho. Descobrimos que aquelas reuniões presenciais, com horas de duração, talvez pudessem ter sido feitas com muito mais efetividade por vídeo conferência.

Não são para todas as carreiras que esse esquema funciona, mas para muitas, sim. Então, porque não trazer esse formato para 2021 e aperfeiçoá-lo? Não por obrigação, por necessidade de força maior, mas como forma de trabalhar aquilo que falamos lá em cima, no começo desse texto: desacelerar. Quantos impactos positivos isso traria para as pessoas e para o planeta?

Outro ponto que devemos manter para este nosso 2021 é saber filtrar as informações que recebemos de diversas fontes. As fake news chegaram para ficar e este é um movimento que só tende a crescer, isso é fato. Mas saber pesquisar a fonte da notícia se tornou questão essencial para muitos que não tinham o hábito de se aprofundar nos assuntos. Tivemos de nos aprofundar por uma questão de preservação.

Mas nem só de fake news vive internet, que trouxe muitas notícias ruins, mas também serviu como ponto de equilíbrio para muitos. E as redes sociais tiveram especial participação nisso. Perdi a conta de quantas lives passaram pelas minhas redes, trazendo os mais diversos assuntos. Desde temas sobre como lidar com o psicológico em meio à pandemia e ao confinamento até formar de manter o negócio vivo e ativo, mesmo com as restrições implementadas. A maravilha da comunicação.

Comunicação essa que serviu para nos mostrar que, sem diálogo, não chegamos a lugar algum. Não importa se você é governo, empresa ou cidadão comum. Sem tolerância e respeito ao próximo, o caminho é nebuloso para todos.
Agora que o ano de 2021 está invadindo nossas casas, temos de ter em mente que não podemos nos deixar levar pela angústia, pela ansiedade, pelo medo e pelas incertezas. A palavra de ordem, agora, é serenidade.

Fonte: Diego Oliveira
Consultor e especialista em Consumer & Media Insights.

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A Ressurreição de Jesus

A vida por vezes é angustiosa, nos sugere em muitos momentos um fim de tristeza, tragédia e dor. Nossa história mundial é marcada por diversos finais. Líderes grandiosos que caíram, impérios que vieram abaixo, projetos que faliram, sonhos que se despedaçaram.
Você mesmo poderia parar agora e pensar em quantos planos foram frustrados. A pandemia do novo coronavírus marcou e matou. Vidas perdidas. Oportunidades fechadas. Crises de todos os aspectos estabelecidas. Um cenário como nosso, se apresenta para muitos de nós, um ponto final. Talvez o que menos resta a você é ter esperança.
Agora pense em Jesus. Morreu como um criminoso, sem formar uma família, jovem e sem grandes posses (olhando na ótica humana, é claro!). Talvez, seu final, foi para muitos uma tragédia de vida. Porém, como será que a Bíblia apresenta o Crucificado após sua morte de Cruz?
Passamos a ver o Crucificado como um dominador sobre o pecado, o diabo, e o sistema contrário a Deus (mundo), em sua jornada de vida terrena. Os passos de Jesus foram certeiros e vitoriosos, até a Cruz. Ele morreu e cumpriu o objetivo de Sua vida aqui. Mas será que se ficasse morto, Sua Obra estaria completa? A resposta é um grande NÃO! Como diria Hernandes Dias Lopes, se Cristo ficasse morto, em vez de uma vitória, a crucificação seria uma tragédia. Porém, a Palavra mostra que o Crucificado foi arrancado do túmulo para ser o Ressurreto Vitorioso, e essa obra traz consequências sobre a vida de quem crê:

• A Ressurreição de Cristo é uma obra poderosa, ela é a resposta da Trindade, de que Deus domina a morte e concede Vida Eterna aos que Creem em Jesus. Ele diz, sou… aquele que vive; estive morto, mas eis que estou vivo pelos séculos dos séculos e tenho as chaves da morte e do inferno (Ap 1:18).

• A Ressurreição é uma obra vitoriosa, pois mostra que o Senhor, …foi entregue por causa das nossas transgressões e ressuscitou para a nossa justificação (Rm 4.25). Jesus retornar à vida garantiu que Sua justiça fosse depositada em nossa vida, pela fé em Sua pessoa, voltamos a ser justos e viver de acordo com a vontade de Deus. A ressurreição torna efetivada em nós aquilo que o Salvador conquistou em sua morte.

• A Ressurreição do Senhor garante a ressurreição dos justos – mortos crentes reviverão – e o novo corpo dos santos – corpos estes sem pecado ou doenças, habilitados de plena inteligência e obediência, semelhante ao corpo de Cristo ressuscitado (1Co 15; Fp 3.20-21).
Você pode provar dessa transformação já nesta vida, crendo no Ressuscitado. Você sairá de uma vida morta sem sonhos e projetos, enterrada no “túmulo do pecado”, para uma nova vida de graça e obediência ao lado do Salvador (Ef 2.1-4). Até o dia da sua volta, quando Ele ressuscitar os que morreram confiando nele, e transformar o corpo, dos que por Ele esperam.

Por Andrei Sampaio Soares

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Cristo Ressureto

No primeiro dia da semana, de manhã bem cedo, as mulheres tomaram as especiarias aromáticas que haviam preparado e foram ao sepulcro.

Encontraram removida a pedra do sepulcro, mas, quando entraram, não encontraram o corpo do Senhor Jesus. Ficaram perplexas, sem saber o que fazer. De repente dois homens com roupas que brilhavam como a luz do sol colocaram-se ao lado delas.
Amedrontadas, as mulheres baixaram o rosto para o chão, e os homens lhes disseram: “Por que vocês estão procurando entre os mortos aquele que vive?

Ele não está aqui! Ressuscitou! Lembrem-se do que ele lhes disse, quando ainda estava com vocês na Galiléia: ‘É necessário que o Filho do homem seja entregue nas mãos de homens pecadores, seja crucificado e ressuscite no terceiro dia” (Lucas 24:1-7)

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A morte de Jesus foi um ato terrível, mas nos deu Salvação

“Quem tinha tudo ao seus pés
Caiu de tanto apanhar em meu lugar
O ser mais poderoso do universo
Pendurado ali naquela cruz”

“O que Jesus fez faz sentido. Faz sentido que Jesus fosse nosso sacrifício, porque isso era necessário para justificar a presença do homem perante Deus. Faz sentido que Deus usasse a lei do Antigo Testamento para orientar a Israel em sua necessidade da graça. Faz sentido que Jesus fosse nosso Sumo Sacerdote. O que Deus e Jesus fizeram faz todo o sentido. Pode ser ensinado e ilustrado, deve ser dito por aí a todos. Contudo, por que Deus e Jesus fizeram tudo isso é algo completamente absurdo! Quando deixamos o método de lado e examinamos o motivo, os blocos de lógica cuidadosamente empilhados começam a desmoronar”. Esse tipo de amor não é lógico; não pode ser delineado de forma ordenada num sermão nem explicado numa tese. Durante milhares de anos desapontamos a Deus muito mais do que o alegramos. Fizemos exatamente aquilo que prometemos nunca fazer. Foi um fiasco. Exatamente por isso, o momento da entrega de Jesus, sua morte talvez jamais foi entendida completamente. Como o Deus que tinha tudo ao seus pés apanha, cai, morre?

Pedro não entendeu… talvez nenhum dos discípulos entendeu perfeitamente aquele ato. Penso que somente João por suas visões do Apocalipse pode compreender finalmente todas as razões e todas as concessões. João entendeu a compra homens e mulheres e crianças de todas as línguas, povos, tribos e nações. O sacrifício definitivo da cruz. Do Cordeiro santo e eterno. Só vendo os braços abertos, seus fitando os céus e pedindo “Pai perdoe a eles”. Só o vendo perdoar um assassino no momento mais terrível de sua própria existência. Só sabendo que sua boca se abre para dizer que tudo estava consumado é que podemos compreender tanto amor. Só olhando para cruz é que podemos compreender tão incrível amor. No momento angustiante do Gólgota, DEUS vê seu filho aceitando sua missão. O DEUS CRIADOR entrega seu filho Jesus por nós, israelitas ou não, circuncisos ou não, judeus ou gentios. A natureza grita, geme pelo seu Senhor. Terremotos, ventos, o Sol não dá sua luz, a morte traga o Salvador do mundo. A morte vence. Ele morreu. JESUS morre.

Cumpre-se a profecia de Isaias. Ele foi sepultado. Uma pedra foi colocada a frente do túmulo. Mas a história não acaba aqui!

Você sabe para onde ela vai, mas sobre isso falamos na semana que vem!

Por Pr. Tom Dias

#promessa #mjg #ministériodejovensgeral

Missões Radical no Peru

Galera missional

Sob a liderança da junta de Missões e dó Ministério Jovem da IAP, um grupo de brasileiros está no Peru para fazer a diferença ali,como discípulos de Cristo.
Acompanhe o trabalho dia a dia.
Confira sobre o segundo dia de Missões Radical no Peru!

Missões Radical

Projeto começa oficialmente neste fim de semana

A primeira turma de jovens está a caminho o da Argentina para a etapa inicial do projeto Missões Radical, uma parceria da Fumap e da Junta de Missões.
O primeiro país a receber a equipe é a Argentina. O desafio: ajudar na construção da IAP em Santa Marta, na cidade de Tristán Suárez, localizada na Zona Sul da Grande Buenos Aires.
O grupo de missionários radicais é liderado pelos pastores Junior Mendes e Osmar Pedro, e contam com o apoio do pastor local, Anderson Guarnieri.
Pedimos a todos que orem a Deus para que o trabalho seja bem sucedido e a fim de que o projeto deixe uma contribuição relevante para a IAP argentina.
Se você deseja contribuir com uma oferta para esse projeto, entre em contato com a Fumap ou com a Junta de missões, no e-mail: secretaria@fumap.portaliap.org.
Para mais informações sobre o projeto, CLIQUE AQUI.

Mobilização de pais e adolescentes em Breves, PA

Pais e adolescentes da cidade de Breves, localizada na Ilha de Marajó, no estado do Pará, estão mobilizados em arrecadar fundos para viabilizar a participação dos jovens no Acampamento de Férias da Fumap, que será realizado de 8 a 13 janeiro de 2017, em SP.
Assista o vídeo e mobilize os jovens da sua UMAP. Informações e inscrições em http://fumap.portaliap.org/id17/. As vagas são limitadas!

Fumap lança canal no Youtube

Tem dúvida sobre algum assunto?
Pergunte pra Fumap!

A gente sabe que são as perguntas que movem o mundo, despertam o interesse e nos impulsionam para as mais surpreendentes e inspiradoras descobertas. 

Esse processo de busca contribui para a formação do raciocínio crítico e para consolidar princípios e valores norteadores da nossa vida. Pensando nisso, a Fumap decidiu criar um canal no Youtube para a publicação de vídeos com respostas para assuntos atuais e relevantes, enviadas por internautas por meio do site.

Veja abaixo o primeiro vídeo, produzido para o lançamento do canal.

 
Para enviar perguntas ao canal, acesse o link: http://fumap.portaliap.org/fumap-lanca-canal-idai/

Fumap põe no ar seu novo site

A Fumap acaba de lançar seu novo site, com visual totalmente reformulado.

A ferramenta, que foi ao ar no início da noite deste domingo, é o meio de comunicação oficial da juventude, e está com visual agradável e intuitivo.

Por meio do site, os jovens poderão conhecer os projetos que serão desenvolvidos ao longo dos próximos anos, e terão acesso a devocionais, materiais para pequenos grupos, logotipos para download, e muito mais.

A partir de agora, a página passa a ser um subdomínio do Portal IAP, sendo acessada em novo endereço: fumap.portaliap.org.

Conheça e compartilhe!

Novo site da Fumap

Fumap realiza encontro com Rumaps

A Federação das Uniões da Mocidade Adventista da Promessa reuniu em São Paulo, no último dia 5 de março, as lideranças juvenis das Convenções Regionais, com o objetivo de apresentar o seu plano de trabalho para os próximos quatro anos.
O encontro foi marcado por momentos de interação e troca de experiências entre os líderes, além da apresentação do slogan da gestão e das principais ações para a juventude.
A diretoria da Convenção Geral da IAP foi representada no encontro pelo seu diretor jurídico, Pr. João Leonardo Junior.
Confira abaixo algumas fotos do evento e o logotipo com o slogan da gestão.

Dia do Unionista – Fumap convida a todos os jovens para celebrarem ao Senhor

JOVENS FORTES: FELIZ DIA DO UNIONISTA!

Todo dia 15 de setembro, a moçada da Igreja Adventista da Promessa celebra o dia do unionista. Mas o que é isso? O que exatamente se comemora nesta data? Para entendermos bem, precisamos contar a história da mocidade adventista da promessa, mesmo que resumidamente.
Pois bem, esta história começa na cidade de São Paulo, capital, na igreja Adventista da Promessa (IAP) em Santana. Nesta ocasião, IAP tinha pouco mais de doze anos de existência e, em seu rol de membros, já existia um grupo de jovens que precisavam unir-se em torno dos mesmos objetivos cristãos e na comunidade a que pertenciam. Foi assim que, por iniciativa do jovem Otoniel da Silveira, apoiado por seu irmão Júnilio, pelo jovem Natal Benedito e por outros rapazes e moças, reuniram-se informalmente para a apreciação do assunto no dia 15 de setembro de 1945.
A partir desta reunião, organizou-se a mocidade promessista que, como ficou acertado aquela tarde, se reuniria a cada 15 dias após os trabalhos normais da igreja para tratar de assuntos de seu interesse. O surgimento deste ministério foi de futuro promissor. Por todas as partes, onde havia uma Igreja Adventista da Promessa com jovens em número superior a 10, cuidaram de organizar uma “União de Jovens”.
O nome, a princípio, era “Grêmio Monte Tabor”. Foi somente tempos depois que, um grupo de jovens teve a feliz idéia de expressar com quatro letras, que permanecem até hoje, o título desta união: “UMAP”. A sigla “UMAP” significa “União da Mocidade Adventista da Promessa”. O primeiro grande congresso reunindo UMAP’s do Brasil todo, realizou-se nos dias 29 e 30 de julho de 1950, na cidade de São Paulo, na igreja em Vila Maria.
“Unionista”, então, é todo aquele que faz parte da UMAP, a “união de jovens adventistas”. Neste dia 15 de setembro de 2014, esta “união” de jovens completa 69 anos! Estamos ficando “velhinhos”. Por isso, você que faz parte desta história tem muito que comemorar nesta data, tudo o que o Senhor tem feito ao longo deste tempo. Celebremos a Deus por seus grandiosos feitos! Os moços e as moças; os velhos e as crianças! Louvem todos o nome do Senhor, pois só o seu nome é exaltado (Sl 148:12-13).
Se você é um “Unionista” é porque é um jovem cristão. Então, especialmente neste dia, jovem cristão, louve-o também pelo privilégio que tem de estar em Cristo e porque a Palavra de Deus permanece “em” você (1 Jo 2:14-15). Este é o segredo da sua força. A primeira carta do apóstolo João afirma com todas as letras que todo jovem cristão “venceu o Maligno”. E porque isto é verdade? Porque todo jovem cristão e todo cristão se tornou participante da vitória que Cristo conquistou contra os poderes das trevas na cruz. A vitória dos jovens cristãos, e dos cristãos em geral, contra o Maligno é fato consumado! Louvemos ao Senhor também neste dia, por isso, uma vez mais!
Feliz dia do unionista!