Não Furtarás

Além daquilo que você já sabe de cor e salteado, quero lembrar de algumas outras maneiras as quais nós acabamos caindo nesse pecado. Quantos livros em PDF, músicas ou filmes você tem baixado em seu celular ou computador? Sim, baixar cópias ilegais é uma forma de furto, porque você está obtendo algo que teve um custo, e alguém está sendo lesado, ou seja, furtado!

Quantas vezes você colou na escola? Sim também colar é uma forma de furto ou engano, que também está associado a mentira, que é outro pecado que já vimos aqui. Relaxar no horário do expediente, é outra maneira de roubar, nesse caso quem paga pelo seu tempo de trabalho. Esbanjar algo que não é seu, infringe da mesma maneira. Do lado do empregador superfaturar algo, ou pagar menos do que o justo enganado alguém que esteja sendo lesado “ou furtado”.

No Gênesis Deus fala ao homem dizendo: “Do suor do seu rosto comerás o teu pão” – 3:19. Temos nesse princípio bíblico de que devemos conseguir as coisas pelo nosso esforço, ou seja suor mesmo. Assim como o salmista diz: Pois comerás do trabalho das tuas mãos; feliz serás, e te irá bem. Salmos 128:2.

Podemos nos perguntar ainda como lidamos com o jeitinho brasileiro? Quando pensamos em um governo que arrecada trilhões de reais e não nos dá retorno, além de corrupção e mais corrupção? Ai quando temos a opção de comprar algo sem nota fiscal obtendo desconto o fazemos, ou quando podemos pagar menos imposto fazemos o possível pra maquiar nossas contas. Estamos roubando da mesma forma que criticamos, porque não existe almoço grátis, alguém paga por ele.

“O pior dia da vida de um homem é o dia em que ele senta e planeja como conseguir alguma coisa por nada”-  Thomas Jefferson. Paulo também nos dá uma orientação para saímos desse pecado: “Aquele que furtava, não furte mais; antes trabalhe, fazendo com as mãos o que é bom, para que tenha o que repartir com o que tiver necessidade” – Efésios 4:28

Ao contrário do furto, temos o exemplo do Bom Samaritano, os assaltantes furtaram e ele voluntariamente deu (Lucas 10-30-36). Nosso desafio é nos doarmos como Cristo o fez na cruz, por amor aos nossos pecados, inclusive os pecados os furtos.

OS ADÚLTEROS

Chegamos ao sétimo mandamento desta série. E antes que você pense que não tem nada a ver contigo, só porque não é casado, preciso dizer que este texto também é para você!

Sim! “Não adulterarás” é uma ordem para casados e para solteiros também. Explico melhor.

Há um princípio que rege o mandamento. Trata-se de um preceito sobre pureza sexual. Este mandamento não é apenas uma proibição para casados fazerem sexo fora do casamento, mas para que homens e mulheres, casados ou não, tratem da sua sexualidade com santidade.

Isso está claro no ensino de Jesus sobre este mandamento. Veja: “Vocês ouviram o que foi dito: ‘Não cometa adultério’. Eu, porém, lhes digo que quem olhar para uma mulher com cobiça já cometeu adultério com ela em seu coração” (Mt 5:27,28).

Em seu ensino, Jesus amplia a compreensão da lei de Deus. Nosso Senhor está nos ensinando que o adultério não se consuma na cama, mas no coração. Ou seja, o mandamento estabelece um princípio para o comportamento sexual saudável. Alguém já disse que Deus criou o sexo seguro e o chamou de casamento. É isso! O casamento é o ambiente certo para a prática saudável da sexualidade.

Os discípulos de Jesus compreenderam a extensão do seu ensino. Paulo disse que se você não puder controlar seus impulsos sexuais, é melhor casar do que arder em desejo (I Co 7:9).

Então, faça o que a bíblia diz e fuja da impureza! (I Co 7:18). Não exponha seu corpo mais do que o necessário. Conquiste o coração da outra pessoa fazendo-a se encantar por seu caráter, não por seu corpo.

Seja paciente, e em oração, espere o seu casamento para apreciar a nudez de alguém. Se estiver difícil, procure ajuda de algum cristão maduro.

Lembre-se que quando a tentação chegar, Deus também envia um escape para você! (I Co 10:13).

Glorifique a Deus no seu corpo!

Abraço

Não mate!

Paz de Cristo!

Existe muita coisa que poderia ser dita sobre esse mandamento, mas analisaremos apenas três aspectos. Em primeiro lugar, Deus é favor da vida!

Durante a escravidão no Egito, o povo de Israel suportou um sofrimento que causava a morte física e emocional. Então os israelitas alimentavam ódio contra os egípcios. Esse sofrimento banalizou o verdadeiro valor da vida, e alimentava nos israelitas o desejo de vingança mortal contra os outros. Eles acreditavam que era justo matar os inimigos. Mas depois que eles foram livres de faraó para servirem ao Senhor em aliança, Israel deveria abandonar a vingança que gera morte, e abraçar a vida em comunidade. Em segundo lugar, o povo de Israel precisava aprender que Deus é contra a violência. No Egito eles foram vítimas de muitas situações de violência. O ato violento de matar outra pessoa foi banalizado no mundo antigo e a violência era tanto a regra como a porta de entrada para o assassinato. Assim, Uma vez livres da escravidão, os israelitas também deveriam se livrar da violência, por causa do Deus da paz que estava ao lado deles. Em terceiro lugar, “é proibido matar”. Salvo as exceções de juízo divino, tirar a vida do semelhante não era uma opção. Cabe somente a Deus o direito de tirar a vida de alguém, já que Ele é o doador da vida e soberano governante do universo. A preservação e a proteção da vida devia prevalecer a todo custo. Israel precisava ser diferente e desenvolver uma cultura de vida e não de morte, tomando por base o caráter do Deus doador da vida.

Enquanto os povos pagãos daquela época banalizavam a vida matando uns outros, Israel deveria proteger e valorizar a vida em toda sua abrangência, porque aprenderam que cada ser humano carrega a imagem e semelhança de Deus. Bem, agora que sabemos de tudo isso, e daí? Vamos comparar o texto com a nossa vida!!! Se somos jovens cristãos então devemos ser a favor da vida, sempre! Precisamos nos posicionar a favor da vida que vem de Deus, abandonando e lutando contra o sofrimento que gera morte física, espiritual e emocional.

Precisamos abandonar a violência! Todo ato de morte é um ato de violência que pode ser cometido contra meu semelhante ou conta nós. Gestos, palavras, comportamentos e sentimentos que geram violência também podem mantar uma pessoa física, emocional e espiritualmente. Você sabia disso? Deus não admite que seus filhos pratiquem atos de morte. Ele nos salvou dando sua vida para que fôssemos proibidos de matar. Já pensou nisso? Isso significa que é proibido matar a fé , a esperança, o amor, a doutrina, os sonhos, a vida… mas é permitido viver intensamente a vida que Só Deus proporciona!!!

Então, vivamos a vida que Deus nos deu! Paz!

Honra e promessa

Todo adolescente sonha com o dia em que terá 18 anos. Todo filho pensa que se estivesse no lugar do seu pai ou da sua mãe, faria diferente, e melhor; eu também já pensei assim, e cresci ouvindo meu pai dizer: “O caminho por onde você está andando eu já andei!”

O quinto mandamento fala de honrar os pais. A palavra honra significa ser pesado, precioso. Pense numa pepita de ouro do tamanho dos seus pais. Eles são os tesouros que Deus colocou na sua vida, e você deve cuidar, proteger e admira-los por isso. É tanto de uma ordem, quanto de um privilégio.

Pense em Jesus! José e Maria eram preciosos para ele, e os honrou como seus pais. É claro que eles pecaram como pais, assim como os seus pais pecam contra você. Mas em nenhum momento você verá Jesus os desobedecendo. Este mandamento, também traz uma promessa preciosa. Não trata necessariamente de viver muitos anos, pois sabemos de bons filhos que viveram pouco. Mas se trata de viver intensamente os dias que Deus te dá diante do próprio Deus. O objetivo de Deus é dizer a você o que ele disse a Jesus: “Este é meu filho amado, em quem tenho prazer!”

Será que seus pais podem dizer isso de você? Se você não honra seus pais, como espera honrar a Deus? Uma última coisa: está com dificuldades com seus pais? Experimente nascer de novo, nascer de Deus, do Espírito. Não se trata de legalismo no fim, e sim de uma nova natureza, a do Filho de Deus.

O dia que DEUS abençoou

Já ouviu essa frase? “Vai descansar do que rapaz? Não faz nada, só come e dorme!”.

No dia da benção, como estamos? Todo dever relativo ao trabalho foi cumprido nos dias anteriores (seis dias trabalharas), desta forma nossa mente está pronta para descansar, missão cumprida mente livre. Para quem descansa por preguiça, é simples, não coma (“Se alguém não quiser trabalhar, também não coma” – 2 Tessalonicenses 3:10).

O sábado é uma recompensa do Pai para aqueles que entenderam a parte dos 6 dias no mandamento, Ele próprio “entendeu” no trampo lá em gênesis. Neste contexto curtir a benção não é resultado apenas do conhecimento das letras, mas do exercício FUNCIONAL DIÁRIO do princípio, o sábado precisa estar nos nossos movimentos naturais, quando isso acontece os efeitos são inevitáveis.

Essa realidade não será eterna. Quero dizer que em nossos dias aqui na terra nós vivemos os “seis dias” e dentro deles podemos curtir parte do sabor verdadeiro daquilo que viveremos quando Jesus voltar.

Se liga, nos céus não vamos mais sextar! Só vai ser sábadooou! Saem as expectativas e entra a realidade.

“Nos resta um repouso” Hebreus 4:9

O Nome do Senhor

3º Mandamento

Qual reação você teria, a ter seu nome utilizado de maneira indevida, em um boato, uma fake news, que se tornou viral na Internet? É certo que por trazer muitos problemas, entre eles, estaria o de provar que o que foi divulgado era uma mentira, falacioso e uma inverdade.

Essa reação acontece, porque a maioria de nós zela pela honra de nosso nome. O nome é uma extensão de nossa identidade, de nosso caráter. Quem convive conosco, ao dizer ou ouvir sobre nós, logo associa ao nome nosso comportamento, qualidades, defeitos e personalidade.

Se para nós, seres finitos e pecadores, a honra do nome é algo a se preservar, imagine quando se trata de Deus, o Todo Poderoso. Entre os Dez Mandamentos, há o Terceiro que fala da honra do nome de Deus: “Não tomarás o nome do Senhor teu Deus em vão: porque o Senhor não terá por inocente o que tomar o seu nome em vão” (Êx 20:7).

A essência deste mandamento, segundo o pastor Israel Belo de Azevedo, em seu livro “Os dez mandamentos” (pp. 48-49), tem a ver com usar o nome do Senhor falsamente, em juramentos não cumpridos trazendo desonra a Ele. Por isso, o mandamento é traduzido na Nova Tradução na Linguagem de Hoje, como: “Não use o meu nome sem o respeito que ele merece; pois eu sou o Senhor, o Deus de vocês, e castigo aqueles que desrespeitam o meu nome” (Êx 20:7 NTLH).

No Novo Testamento, Jesus evidencia o nome de Deus, quando deu a ordem da Grande Comissão: “Portanto ide, ensinai todas as nações, batizando-as em nome do Pai, e do Filho, e do Espírito Santo” (Mt 28:19). Há também no NT, um ênfase no nome de Jesus (Fp 2:9-11). Diante disso, quando usarmos o nome de Deus: Pai, Filho e Espírito Santo, temos de fazê-lo de forma correta e que lhe traga glória.

O Doutrinal, o livro de doutrinas bíblicas dos promessistas, diz que como o “nome de alguém representa o seu caráter e sua reputação. Honrar o nome de Deus é respeitar quem ele é e o que faz. Este preceito nos faz lembrar que devemos ter reverência e temor diante do Senhor do universo” (p. 190). Podemos afirmar que “usar o nome de Deus em vão” não é simplesmente, dizer esse nome, mas pode ser, mas é também, utilizá-lo sem a devida santificação que Ele merece.

O Pr. Israel Belo (pp. 49-55), nos ajuda de forma prática, a evitar cometer esse pecado:
1. Não se escondendo atrás do nome, como se fosse uma palavra mágica, sem levar em conta quem é Deus;
2. Não tirar proveito de Seu nome, para obter vantagens;
3. Não espiritualize tudo, atribuindo coisas a Deus, que não tem a ver com Ele;
4. Não usando Seu nome para reforçar seus argumentos, como se tudo que você dissesse fosse palavra d’Ele;
5. Não usando o nome de Deus de forma banal, em brincadeiras e/ou piadas;

Mais que um mandamento cruel, que nos faz “pisar em ovos” na jornada espiritual, devemos lembrar que nosso Senhor merece ter um tratamento digno, pois Ele não terá por inocente, ou levará em conta que erradamente usamos seu nome. Porém, é através de seu próprio nome, por meio de nosso Salvador, que podemos pedir perdão por desonra-lo. Conseguimos o perdão de Javé, por confiar na Inocência de Jesus, e passar a glorificar Seu nome com nossas palavras e nossa vidas.

 

Por Ms. Andrei Sampaio Soares

Convenção Norte

 

ÍDOLOS

“Não farás para ti imagem de escultura, nem alguma semelhança do que há em cima nos céus, nem em baixo na terra, nem nas águas debaixo da terra. Não te encurvarás a elas nem as servirás; porque eu, o Senhor teu Deus, sou Deus zeloso, que visito a iniquidade dos pais nos filhos, até a terceira e quarta geração daqueles que me odeiam.” – Êxodo 20:4,5

Graça e Paz meus amigos. Vocês observaram que o primeiro mandamento proíbe a adoração de qualquer deus falso, visto ou invisível? Pois é… hoje a ênfase é o adorar uma imagem de qualquer espécie, seja a figura de uma falsa divindade, cf. Josué 23:7, ou uma de qualquer forma simbólica, cf. Êxodo 32: 4.

Diante disso, fica claro que a presença do Deus invisível não seria representada por nenhum símbolo de si mesmo, mas por Suas palavras escritas em pedras e nos corações daqueles que O buscavam para presta-lhe culto.

Quando o Senhor orientou a Moises e a todo povo de Isael, em Deuteronômio 6:4-9, o Shemá!, que significa Ouve… ó Israel! a Ordem expressa era: Yahweh, o nosso SENHOR, é o único Deus! Amarás o SENHOR, teu Deus, com todo o coração, com toda a tua alma e com todas as tuas forças. No plano eterno de nosso Criador, essas Palavras deveriam alcançar o coração de todos que tivessem o interesse de serví-lo como Deus. Assim elas foram confirmadas em toda a Escritura Sagrada, inclusive nos evangelhos pela boca do próprio Jesus, quando lhe perguntaram sobre o grande Mandamento ele disse: “Amarás o Senhor, teu Deus, de todo o teu coração, de toda a tua alma e com toda a tua inteligência” – Mateus 22:37

Assim, como o contrário do Amor não é o ódio e sim a indiferença, o contrário de uma devoção, adoração e do amor exclusivo ao nosso Deus é nada mais, nada menos que Idolatria. Neste contexto, nos tornamos idólatras quando colocamos qualquer coisa no lugar da adoração a Deus em nossos corações.

Entenda: toda idolatria apoia-se em um tripé descrito em 1 João 2:16: “porque tudo que há no mundo, a concupiscência da carne, a concupiscência dos olhos e a soberba da vida, não procede do Pai, mas procede do mundo”, então se quisermos escapar da idolatria perversa e moderna, temos que admitir que é urgente rejeitar de todas as suas formas. Assim, o ponto inicial desse processo é a aceitação de que o Único a tomar lugar em nossos corações e mentes deve ser Deus… Ele deve ter centralidade em nós.

Negando-nos a nós mesmos, carregando diariamente a nossa Cruz e seguindo única e exclusivamente a Jesus (Lucas 9:23), estamos no caminho que foi proposto para nós, assim, amaremos ao Senhor e os outros com tudo o que está em nós e, finalmente, não haverá nenhum espaço em nossos corações para a idolatria.

O que tem ocupado o seu tempo, seu dinheiro, o assunto principal de suas conversas, o que você busca, ouve, lê, onde você vai, onde está planejando ir, quais os planos para seu futuro?

Respondendo essas perguntas, você não apenas se conhecerá melhor como também compreenderá o objeto de sua Adoração.

E não esqueça que uma das piores formas da idolatria neste momento é o amor demasiado a si mesmo! O egoísmo te impossibilita de negar-se, consequentemente não deixa você carregar sua Cruz. O mais triste fim que alguém pode ter é viver aqui sem servir a Jesus e deixar que um instante de idolatria roube a eternidade de uma vida.

Lembre-se, se o Eu não for negado, daqui a pouco, vai quer ser adorado…

 

Texto de Pr. Rogerio Assunção da Convenção Goiás

Outros Deuses – Êxodo 20:3

O povo de Israel liberto do cativeiro Egípcio pela Forte Mão de Deus, estava agora no pé do Monte Sinai aguardando Moisés descer com as instruções divinas para que, dali em diante pudesse viver de acordo com a Sua Vontade.

Antes, porém, Deus se apresenta como o Senhor Deus Libertador, para então expressar sua Lei que começa assim: “NÃO TERÁS OUTROS DEUSES DIANTE DE MIM “

Você provavelmente se sinta confortável quando lê ou ouve sobre esse mandamento, talvez seu pensamento seja esse: “eu não adoro outros deuses, como outros povos adoram”

Te convido a refletirmos por um instante sobre isso, Não ter outros deuses, significa adorar somente a Deus, significa colocá-Lo como prioridade em todas as coisas na nossa vida, significa abandonar pensamentos, interesses, ideias e ações que entrem em conflito com a Vontade e a Soberania Dele!

O povo de Deus na época do Êxodo estava rodeado por muitos povos que adoravam outros deuses, por exemplo: Dagom (filisteus), Ishtar (fenícios), Quemós (moabitas), Moloque (amonitas), entre outros.

E hoje? Estamos vivendo numa época em que a maioria das pessoas tem o que como deuses? Elas adoram o que?

Vou citar aqui apenas alguns exemplos de “deuses” que, se não obedecermos ao Primeiro Mandamento, podem tomar o lugar de Deus nas nossas vidas: Dinheiro, poder, fama, futebol, sexo, etc.
E aí jovem? Como você tem lidado com esses assuntos?

Será que você tem ocupado a sua mente e enchido o seu coração com alguns desses deuses, de tal modo que isso tem dificultado a sua adoração ao Único e Verdadeiro Deus?

Se a sua resposta for sim, que tal pedir ajuda ao Espírito Santo para abandonar tudo aquilo que te afasta de Deus? Afinal de contas, “O que é que o Senhor requer de vocês? Não é que vocês temam ao Senhor, seu Deus, andem em todos os seus caminhos, amem e sirvam o Senhor, seu Deus, de todo o coração e de toda a alma? Deuteronômio 10:12

Um abraço

Pr. Lisério Canedo – Líder do MJ Geral

Invista em servir as pessoas

O maior entre vocês deverá ser servo. Mateus 23:11

Nos dias de hoje, estar em evidência é a onda do momento. A busca por likes, visualizações e seguidores tem sido o centro das intenções. Nos sentimos bem tocando um instrumento, usando um microfone, quando temos o celular da moda, ou seja, ficamos felizes quando estamos no centro das atenções.

E quando não estamos nessas posições Como nos comportamos?

Nosso ego e o nosso desejo de querer ser e estar em evidência muitas vezes nos faz esquecer de uma das grandes lições do Ministério de Cristo: Mesmo sendo Senhor, “humilhou-se a si mesmo, tomando a forma de servo”. A evidência veio, a fama é inigualável, tudo porquê resolveu investir em “Servir às Pessoas”.

Jesus foi humilde, exerceu fielmente seu ministério. Ele não quis o centro do palco, mas tomou no lugar dos perdidos.

Não teve um microfone nas mãos, mas teve nelas os pregos cravados.

Não recebeu likes, bem pelo contrário foi até “cancelado”! E no final teve o reconhecimento de que verdadeiramente era o Filho de Deus, simplesmente porque decidiu “Servir às pessoas”.

Por Dc. Osni Torres – Iap Xaxim- Curitiba PR

Post lançado dia 24/02/2021

Invista em uma vida com mais leveza

Para que o ano comece melhor, investir em relacionamentos e em sua saúde será fundamental. Daqui por diante, a combinação de leveza e responsabilidade, de divertimento e compromissos, de saber dosar uma vida mais leve, com mais sorriso, mais paz sem deixar de cumprir o seu propósito, o seu chamado e seus deveres. É desse equilíbrio que o texto de Atos 27 vai nos falar a partir daqui.

Durante nossa caminhada, sempre temos nossos momentos de insegurança, principalmente pelo fato de não termos total controle sobre nossas vidas, temos controle apenas sobre parte delas, das nossas decisões e o que elas resultam, mas não sobre o todo.

Esse todo temos na resposta de Deus a Jó capítulo 38, frente aos seus questionamentos a Deus. Essa segurança está bem descrita em: Entrega o teu caminho ao Senhor; confia nele, e ele o fará. Salmos 37:5.

Quando éramos crianças, tínhamos total confiança em nossos pais, tudo que eles falavam obedecíamos, porque sabíamos que eles iriam nos direcionar para o melhor em nossas vidas.

Espiritualmente, fazemos o mesmo processo, conforme nosso tempo de cristãos, parece que vamos querendo andar sozinhos, sentimos que aprendemos o caminho, mas não deveria ser exatamente o contrario?

Esse é o caso de Paulo, que passou sua infância como cristão cego, e buscando a Deus no deserto, até chegarmos ao capítulo 27 de Atos, onde ele demostra total confiança em Deus para enfrentar mais um de seus naufrágios.

Quem está em direção de cumprir seu propósito, não precisa temer. Vemos isso na vida do apóstolo Paulo, durante sua jornada até Roma e nas cartas da prisão, suas palavras são tão contundentes, como vemos no exemplo de quando ele está prestes a encarar seu martírio, em sua última carta diz: Combati o bom combate, acabei a carreira, guardei a fé. Desde agora, a coroa da justiça me está guardada, a qual o Senhor, justo juiz, me dará naquele Dia; e não somente a mim, mas também a todos os que amarem a sua vinda. 2 Timóteo 4:7-8.

Não importa se você está no início, meio ou final de sua jornada, mas o importante é confiar naquele que o chamou, e que o caminho está em seu controle, recorrendo a Abraão ou José do Egito temos isso bem descrito, e ali vemos o passo a passo daqueles que foram levados, sofreram, mas tiveram uma tranquilidade e leveza em suas jornadas exatamente pela confiança em Deus.

Por. Ariel Mendes – Iap Barreirinha Curitiba PR

Post lançado dia 17/02/2021

Reflita em que posição você está

 

Após ser ouvido pelo rei Agripa, Paulo e outros presos foram entregues a um centurião que os levaria até Roma, para comparecer diante do imperador.

Houveram algumas ocorrências antes da partida, e a saída deles acabou atrasando, o que tornou a navegação perigosa e bem imprópria.

Paulo que já conhecia bem o trajeto, até pediu para que não partissem, que aguardassem mais um pouco até o tempo estivesse mais favorável. Obviamente o comandante não deu a mínima para o que Paulo lhe disse e assim partiram.

E aí meus amigos, se vocês lerem os versos de base desta reflexão, irão ver que o resultado da teimosia do comandante colocou todos em perigo. Eles enfrentaram uma enorme tempestade, e só não morreram porque Deus conservou a vida de todos por causa de Paulo.

E se você ler mais alguns versos verá que mesmo estando naquela situação desafiadora Paulo manteve sua fé e sua confiança no Deus que tudo pode fazer! Aleluia!

Ele transmitiu palavras de ânimo para todos, revelou que perderiam sim a embarcação, porém a vida de todos seria poupada por Deus, e de fato todos ficaram animados de novo.

Ali eles sabiam que mesmo tendo de enfrentar a tempestade sofreriam menos aliviando o navio, alimentando-se, e reavivando a vontade de viver.

Agora a pergunta que fica pra mim e pra você é:

Que tipo de cristão você tem sido diante de todas as catástrofes que tem ocorrido?

Que tipo de colaborador do Reino você se tornou “pós” pandemia (coloco entre aspas, pois esse terror ainda não terminou, como bem sabemos)?

Paulo, estava cheio do Espírito Santo para transmitir encorajamento aos temorosos, e você? E eu?

Que possamos refletir, experimentar e mudar nossa mentalidade!

Dsa. Andrea Nunes – Colaboradora do MJ Geral

Post lançado dia 10/02/2021

Invista em Relacionamentos

Como pensar em relacionamento quando enfrentamos a dor, quando a realidade é de medo?

Existe algo factual: por mais que haja um despertar de empatia (palavra da moda) quando sabemos de uma tragédia, isso dificilmente vira estilo de vida, principalmente para aqueles que mais a incentivam.

Outro ponto factual é que diante das tempestades o “salve-se quem puder” tem mais peso do que “eu pego o próximo bote salva-vidas, pode ir no meu lugar”. No entanto, é pra vivermos além dos fatos, apesar dos fatos, que chamados de filhos de DEUS.

Deus deseja que em nós seja realidade a entrega do FILHO, as palavras intensas do ESPÍRITO SANTO!

Isso encontramos na vida de Paulo, um exemplo para nós. Paulo, em sua viagem para Roma como prisioneiro, sofre um grande naufrágio descrito em detalhes em Atos 27, até o versículo 20.

Eles chegam a se desesperar da vida. Existe na cena uma situação terminal que desnorteou todo o futuro e causou um efeito anestésico, ao mesmo tempo em que causou uma necessidade de um plano claro de recomeço – um grande recomeço, um grande reinício que trouxesse sentido a toda a embarcação.

Quem sugere o plano é Paulo por meio de sua relação com Deus, que lhe deu clareza para sugerir e viver o que viria pela frente.

Na embarcação, o medo era grande, mesmo depois das palavras de Paulo lidos no versículos 23 a 26. É a partir daqui que Paulo foca no restabelecimento de relacionamentos.

E, não cabe tudo isso em um texto curto como este, mas aprendemos a partir dali que precisamos investir em relacionamentos porque estamos todos no mesmo barco (v. 27-28);

Investir em relacionamentos porque se não o medo nos afasta (v. 29) – o medo do que poderia acontecer, afastou as pessoas do navio e por um instante, os que se atemorizaram esqueceram do propósito de DEUS;

Investir em relacionamentos porque estamos em um projeto de salvação (vs 31-32) – Paulo estava em um projeto de salvação para todos, não para alguns, por isso importava que todos ficassem no barco e se relacionassem, superassem as diferenças e vencessem juntos aquela crise.

A realidade do barco é a nossa hoje.

Pessoas diferentes, com expectativas diferentes, funções e habilidades diferentes e, no caso dessa embarcação, com fé diferente. Paulo não quer salvar só a sua vida e desprezar alguns – eles estavam juntos e Paulo se preocupa com a vida de todos (porque Deus se preocupa com a vida de todos).

Investir em relacionamentos é tanto ser solidário aos outros como ser instrumento de salvação em Jesus para outros, mesmo os amedrontados, os que querem fugir e os que não creem.

Enquanto há vida, enquanto estamos no barco, estamos em um projeto de salvação. Então vamos nessa juntos!

 

Pr. Airton Natanael – Colaborador do MJ Geral

Post lançado dia 03/02/2021

Como vencer a tentação

Mateus 4:1: “Então Jesus foi levado pelo Espírito ao deserto, para ser tentado pelo diabo”.

Em nossa batalha cristã, por vezes somos colocados diante de situações em que precisamos vencer a tentação. Somos levados a desertos que provam nossa fé e conduta. No entanto, é importante lembrarmos que não estamos sós nessa luta. O escritor aos Hebreus registrou: “Porque, tendo em vista o que ele mesmo – Jesus Cristo – sofreu quando tentado, ele é capaz de socorrer aqueles que também estão sendo tentados” (Hb 2:18).

Jesus, ao tornar-se homem, foi levado ao deserto para ser tentado. Ele obteve vitória e nos mostrou que é possível vencer e triunfar sobre Satanás. Cristo não se deixou levar pela necessidade do momento. Apesar de estar num deserto e com fome, não cedeu às vontades do inimigo. Seu estado aparentemente frágil nunca foi de fato sinal de fraqueza. Ele venceu através de sua confiança no Pai e com o conhecimento da Palavra.

Quando você sentir que está no deserto, cercado por tentações, resista ao Diabo. Use o conhecimento que tem das Escrituras.

Agarre-se com todas as suas forças a Deus, Confie no Senhor. Não se renda ao pecado para suprir suas necessidades, não venda sua salvação por uma oferta de Satanás, a recompensa do Senhor será grandiosa se você perseverar até o fim.

Saiba que em Deus, suas forças serão renovadas, sua fé será fortalecida e se tornará inabalável. Você sairá desse deserto mais forte e preparado para enfrentar tudo o que vier pela frente.

Siga os passos de Jesus “Pois não temos um sumo sacerdote que não possa compadecer-se das nossas fraquezas, mas sim alguém que, como nós, passou por todo tipo de tentação, porém, sem pecado (Hebreus 4:15)

Por Mary Ivany – Colaboradora do MJGeral

Post lançado dia 20/01/2021

Desafio Jovem

Bora ler os 4 Evangelhos em 3 meses? Quais os jovens que vão topar esse desafio?

Fizemos as contas, veja que molezinha:

Mateus tem 28 capítulos,
Marcos tem 16 capítulos,
Lucas tem 24 e João tem 21 capítulos, totalizando 89 capítulos…

Iniciando a leitura nesta quarta-feira dia 6/01 até dia 6/04, teremos 91 dias no total.

Viu só? Molezaaaaa… Dá pra ler 1 cap. por dia… de boaaaa.

Tire uma foto usando aí nossas imagens, circulando a data que vc está, publique e marque o @MJGeral_oficial

No final do programa de leitura vamos fazer um sorteio entre os participantes que conseguirem completar o desafio.

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Depois do Deserto

Na Bíblia muita gente passou um tempo no deserto, enfrentaram desafios e alguns aprenderam lições importantes de Deus.

Algumas épocas da nossa vida são como um deserto! Como um lugar seco e quente, sem muita vida e difícil de suportar. Enfrentamos dificuldades e parece que não tetemos alívio.

No entanto, nesses tempos de passagem pelo “deserto”, podemos aprender lições valiosas, que vão transformar nossa vida. É sobre isso que iremos falar durante o mês de janeiro.

Bora? Conta pra gente uma experiência sua onde você se sentiu passando pelo “deserto”.

#promessa #mjg #ministériodejovensgeral

O Essencial

Já parou para pensar que toda a vontade de Deus em relação a humanidade se resume em uma única palavra?
RELACIONAMENTO.

Em Gênesis, o criador do universo faz questão de frequentar o jardim para se RELACIONAR com o ser humano.
Depois o homem peca e por isso se encontra afastado de Deus. O que a Trindade faz a respeito? Cria um empreendimento sacrificial chamado redenção para Restaurar essa RELAÇÃO em Cristo.

Nós chamamos Deus de Pai (Mt 6:6), porque temos uma RELAÇÃO familiar com Ele. Também podemos chamar de Amigo (Jo 15:15), ou até de Noivo (Jo 3:29).
Qual é a diferença entre pai e tio? Entre amigo e colega? Entre noivo e namorado? O nível de intimidade!

Pela Bíblia Sagrada a posição entre Deus e a Igreja é sempre de forma RELACIONAL, inclusive Deus nos chama para sermos nação de sacerdotes na terra (1Pe 2:9; Ex 19:6). O sonho de Deus é que cada um de nós estejamos íntimos e totalmente comprometidos em levar pessoas para perto dele.

Deus Pai quer uma família, Deus Filho uma Noiva e Deus Espírito uma Morada (Ef 2:19-22).

Além de tudo isso, Cristo irá retornar. Para que? Para estabelecer com os salvos uma RELAÇÃO harmoniosa, perfeita e eterna.

O essencial para nós é relacionamento com Deus.
Já falou com Ele hoje?

Por Gabriel Busato

#promessa #mjg #ministériojovensgeral