Continue orando pela nação

O Brasil já passou a marca dos cinquenta mil mortos pelo novo coronavírus, o covid-19. São cinquenta mil pessoas que não voltarão para casa para estar com seus familiares e amigos; que não vão poder abraçar e serem abraçadas. Lamentamos e nos solidarizamos com todas as famílias. Como igreja, reforçamos que continuamos orando pelo nosso país e por todas as famílias que perderam seus entes queridos. Continuamos orando para que muito depressa os efeitos dessa pandemia sejam amenizados em nosso país.
De acordo com a Bíblia Sagrada, todo este sofrimento, é resultado do pecado. Nunca podemos nos esquecer disso. Desde que o ser humano gritou independência em relação a Deus e o pecado entrou no mundo, todas as misérias e desarmonias passaram a existir (Gn 3:1-19). Vivemos numa terra amaldiçoada por conta do pecado (Gn 3:17). Quando o homem caiu em pecado, arrastou a natureza junto. O apóstolo Paulo escreveu que a criação está no “cativeiro da corrupção”, que ela “geme e suporta angústias” (Rm 8:21-22).
Tim Keller, comentando este texto de Romanos 8:20-22, diz que a natureza não é o que deveria ser ou o que foi criada para ser. Ela encontra-se presa em um clico contínuo de morte e decomposição. Apesar de ter sido criada perfeita, a natureza é palco de desastres e doenças (tais como o coronavírus). Então, a pandemia do coronavírus é um lembrete das consequências danosas do pecado.
Todavia, mesmo num contexto de pandemia, de grandes incertezas, de instabilidade econômica, de apreensão sobre o futuro, precisamos nos lembrar que a nossa grande esperança está em Jesus Cristo, nosso Senhor. Fomos salvos na esperança! (Rm 8:24). A boa nova do evangelho é que Jesus Cristo está restaurando todas as coisas (2 Pd 3:13; Ap 21:1). Podemos viver com esperança crendo que, no futuro, tudo será diferente. No futuro, as lágrimas dos nossos olhos serão enxutas, no que em Jesus Cristo devolver o reino ao seu Pai, quando tiver destruído todo domínio, toda autoridade e todo poder (1 Co 15:24). Caminhe com esta fé em seu coração!

Provisão de Deus em meio às perdas

Nos dias atuais temos experimentado diversas perdas, o que parece ter transformado a perda quase em rotina. Enquanto alguns perderam emprego, renda ou viram seus negócios ruírem, outros perderam a saúde e vidas de pessoas próximas, como pais, irmãos, filhos, companheiros e amigos, e a ausência da despedida nesse momento de luto dificulta ainda mais a superação da dor. Nesse tempo de pandemia todos perdemos, ao menos em parte, a liberdade de ir e vir e, com a ausência do convívio, também os momentos de comunhão com nossos irmãos e amigos. Mas, seja lá qual for a sua perda nesses dias de incertezas, há esperança e provisão para os que confiam em Deus.
A palavra do Senhor nos ensina que mesmo em momentos de dor, ansiedade e sofrimento temos a quem recorrer e somos desafiados a manter nossa esperança viva, pois Deus conhece os planos que tem para nós e são planos para prosperarmos, não para nos causar dano, planos de nos dar esperança e futuro (Jeremias 29:11).
Em 2 Reis 4 aprendemos com uma mulher viúva que, além de enfrentar o luto, precisava lidar com uma dificuldade financeira tão grande a ponto de quase tomarem os seus filhos como escravos, em pagamento por uma dívida deixada pelo seu falecido esposo. Ela não tinha como pagar a dívida, mas recorreu a Deus, confiando na provisão dele. Por meio do profeta Eliseu, o Senhor operou grande milagre na vida daquela mulher, trazendo recursos suficientes que garantiram a liberdade dos seus filhos e sustento para sua família. Essa mulher enfrentou o luto e condições financeiras adversas, mas buscou no Senhor estratégia e solução para o seu dilema.
O momento que estamos vivendo nos direciona para a busca e a confiança na provisão de Deus. Talvez pareça que não teremos saída, que o que temos é pouco para superar nossas dificuldades. Talvez tenhamos pouca força, poucos recursos, até mesmo pouca fé, mas o nosso bom Deus pode prover o milagre em nossas vidas, como fez com aquela viúva endividada, que não tinha nada além de um pouco de azeite.
Que possamos viver esses dias na confiança de que o “nosso Deus é poderoso para fazer infinitamente mais do que pedimos ou pensamos” (Efésios 3:20). Que tenhamos a certeza de que o Senhor nos dará forças, aumentará nossa fé e esperança, e nos dará a provisão e o consolo necessários diante das nossas perdas.
 
Juliana Mateusa Meira Cruz, casada com Walter Oscar Pereira Cruz, mãe do Gabriel e da Melissa,  é graduada em Ciências Contábeis e mestre em Gestão e Organizações Públicas. Serve a Cristo na Igreja Adventista da Promessa em Santana, São Paulo – SP.

Como você tem se vestido?

Vamos falar sobre roupas? Mas antes quero que pense em qual é a peça mais confortável do seu armário. Pensou? Com certeza veio à sua mente uma blusa regata, aquele vestidinho floral que todas temos (ao menos um) ou uma calça legging, não é mesmo?
Agora me responda: qual roupa você  tem usado com mais frequência nos últimos três meses?
É o pijama, acertei?
O pijama é uma das peças preferidas no inverno, quando as pessoas normalmente acabam ficando mais reclusas em casa e  curtindo aquele chocolate quente. Mas estamos vivendo um momento um pouco diferente de todos os que já tivemos e a peça está cada dia mais dominando nossos looks.
Algumas cidades no brasil já estão perto de chegar aos 90 dias de isolamento social causado pela pandemia da covid-19 e, neste momento, nossa rotina ficou meio confusa. Muitos trabalhando em home office, alguns até podendo escolher seus horários de dormir e acordar, ao mesmo tempo em que não se tem a separação entre espaço de descanso e de trabalho. As crianças sem ir à escola ficam incansáveis ou entediadas, a família toda confinada e, para a maioria das pessoas, sair de casa só se for para ir ao mercado ou à farmácia mesmo.
A melhor solução é tentar manter a calma.
Diante disso tudo estamos cada dia mais buscando o confortável e o simples, fazendo da roupa um alívio e não uma preocupação.
Desde 2018 alguns sites de moda já alertavam que o pijama seria tendência, dentro e fora de casa. Sim, para ser usado também nas ruas! “Da cama para a rua”, como diziam algumas manchetes. Famosas aderiram usando no seu dia a dia, muitas inclusive apareceram com ele no tapete vermelho, fazendo com que o pijama, antes uma peça considerada íntima, se tornasse mais uma roupa a ser exposta.
E será que não estamos fazendo o mesmo com nossas vidas? Na era digital, onde em um click nos ligamos ao mundo, expomos cada vez mais o que deveria ficar reservado somente a nós. Seja nosso corpo ou emoções, nossa família e opiniões. A internet é um mundo paralelo, onde não há tristeza, somente pessoas felizes e perfeitas habitam ali. Será? Reflita sobre “com que roupa” você tem se apresentado diante do mundo lá fora. E peça a Deus entendimento e discernimento, para que vivamos conforme a sua vontade, nos preservando e sendo luz, independente do lugar onde estivermos.
Yasmin Maria Soares Ramos Melo, casada com Hericles Araujo de Melo Ramos, é designer de modas e congrega na Igreja Adventista da Promessa em Vila Medeiros, São Paulo – SP
 

 Lockdown, confinados mas confiantes!

Bloqueado!
A coisa sempre começa com um aviso prévio, depois vem um alerta, na sequência uma advertência e, por fim, o bloqueio. Este tipo de situação é comum acontecer com as licenças de software, aplicativos e acessos virtuais. Mas, dessa vez, foi bem diferente. Se trata da restrição ao direito de ir e vir, que afetou em cheio nossa forma de enxergar o mundo, sociabilização, afetividade, segurança, saúde, estima, sonhos, planos, convicção, fé, entre tantas outras coisas.
Por um instante você pode estar pensando o mesmo que eu: “o golpe foi duro”  e eu me perguntei que parte da história deste filme real de ficção científica nós perdemos. Tudo aconteceu tão rápido que ainda nos custa acreditar nesse “novo mundo”.
Não sei você, mas eu procurei algum fato semelhante ao que o mundo vive neste momento, por causa da COVID-19, e percebi algumas semelhanças com a história nos tempos de Noé, registrada no livro de Gênesis capítulos 6 a 9. Nosso olhar será para o comportamento humano da época.
Segundo os relatos bíblicos, a humanidade havia se corrompido, em seus pensamentos só havia espaço para arquitetar violência e maldades de toda natureza; estava completamente distanciada de Deus, de seus propósitos e de sua criação. Como consequência a humanidade recebeu o salário do pecado: a morte.
Por aproximadamente 120 anos um homem chamado Noé,  que era considerado um louco por seus contemporâneos, anunciou que haveria uma saída para a humanidade, caso ela se arrependesse dos seus pecados e se voltasse para Deus, seu criador. Ninguém deu bola para as boas novas que ele anunciava. Aquela gente não considerava quem era Noé, um homem que nutria um profundo relacionamento de comunhão, obediência e fé com Deus.
Confinado, sim, mas muito confiante! Nossa! Você deve ter pensado agora…
O que você está tentando me dizer? Que a pandemia, o isolamento social, o bloqueio total, a falta de trabalho, o pânico geral, todo esse caos é um castigo de Deus?
Não estou afirmando isso. Só fiz um tour pela história para que você perceba que houve um momento semelhante ao que estamos vivendo. E uma família que amava Deus, superou o isolamento, o luto, o medo, a incerteza, o trabalho duro, a fragilidade emocional, o convívio diário, a pressão do inesperado, a escassez de alimento e outros desafios.
O que os fez vencer e superar foi o fato de estarem juntos, no mesmo barco, suportando e sustentando-se uns aos outros. Estavam enfocados em suas fortalezas e superavam suas debilidades dia após dia.
É o que devemos fazer neste momento, acreditar que existe uma novidade de vida nos aguardando.
Respire fundo, deposite sua fé em Deus, fundamente sua esperança em sua Palavra, receba e agradeça por seu cuidado. Não importa o tempo que teremos de esperar para retomar a rotina da nossa vida nesse “novo normal”, importa saber que, haja o que houver, sairemos vitoriosos, se permanecermos fiéis.
A voz de Deus ecoa por toda a terra para que seus filhos ouçam e confiem que Ele continua no controle de todas as coisas.
“Aquietai-vos e sabei que eu sou Deus”. (Salmos 46:10a)
“Não fui eu que lhe ordenei? Seja forte e corajoso! Não se apavore, nem se desanime, pois o Senhor, o seu Deus, estará com você por onde você andar”. (Josué 1:9).
Que Deus continue sendo seu socorro bem presente em tempos de angústia.
Escrito por Maristela Montanheiro de Paula, casada com o pastor Amadilson de Paula, mãe de Stephany e Nathalie. Conselheira e escritora. Atuando na Missão em Nacimiento, Chile.
 

O EVANGELHO E O RACISMO

Racismo é pecado contra Deus e contra as pessoas. Esse tema ganhou os noticiários, nos últimos dias, por conta da morte do afro-americano George Floyd. Ele morreu sufocado, enquanto um policial, ajoelhado no pescoço do rapaz, ignorou seus pedidos de ajuda. Esse lamentável acontecimento mobilizou pessoas a protestar contra o racismo, em várias partes do mundo.
Racismo é discriminação, é preconceito dirigido a pessoas, direta ou indiretamente, por conta de sua etnia ou cor. Além de ser pecado, é crime, um comportamento que todo ser humano deve repudiar, principalmente quem conhece o evangelho de Jesus! O evangelho não compactua com estruturas segregadoras, que dividem as pessoas por status social, sexo, cor de pele, etnias etc.
O evangelho mostra que todos os seres humanos foram criados à imagem e semelhança de Deus (Gn 1:26). Esse fato, por si só, mostra o quanto cada ser humano deve ser tratado com respeito e consideração. Infelizmente, o pecado, tendo entrado na história humana, desfigurou-nos, enfeiou-nos; desperta o que de mais terrível há em nós (Gn 3).
Por conta do pecado, julgamos o outro por sua posição social, sua cor de pele, sua etnia etc. O pecado faz, inclusive, que muitos seres humanos olhem para o seu semelhante não como humano, como gente, mas como “coisa”. Contudo, em Cristo, somos redimidos e motivados a viver de maneira diferente. O evangelho ensina-nos que, em Cristo, todos são importantes e têm valor: Não há judeu nem grego, escravo nem livre, homem nem mulher; pois todos são um em Cristo Jesus (Gl 3:28).
Um exemplo claro dessa verdade de que, em Cristo, todos somos importantes e podemos ser usados por Deus, independentemente de nossa cor de pele, etnia ou coisa do tipo, é a formação de liderança da igreja de Antioquia da Síria, uma comunidade altamente comprometida com a obra missionária em todo o mundo, de acordo com o livro de Atos. Foi a partir dessa igreja que Paulo e Barnabé foram enviados para plantar igrejas pelo mundo (At 13:2).
Preste bastante atenção à descrição da liderança dessa comunidade cristã: Na igreja de Antioquia havia profetas e mestres: Barnabé, Simeão, chamado Níger, Lúcio de Cirene, Manaém, que fora criado com Herodes, o tetrarca, e Saulo (At 13:1 – grifos nossos). Chamamos atenção para os nomes de Simeão e Lúcio. Simeão é chamado de “Niger”, nome latino que significa “negro”, de onde vem o nome “Nigéria”, por exemplo. Indubitavelmente, temos, aqui, uma referência à cor de sua pele. Simeão era um líder negro da igreja de Antioquia.
Lúcio, por sua vez, era conhecido por seu lugar de origem, a cidade de Cirene, que ficava ao norte da África, onde hoje está a Etiópia. Embora não possamos cravar com cem por centro de certeza que Lúcio era negro, há boas razões para crermos nisso. Esses dois líderes, com os demais, ouviram e foram sensíveis à voz do Espírito. Oraram, jejuaram e impuseram as mãos sobre Paulo e Barnabé para enviá-los à missão.
Deus usa gente de todas as etnias, de todas as cores, de todas as idades, de todas as classes sociais! Quem discrimina pessoas usa padrões malignos (Tg 2:4). O evangelho é claro: … se fazeis discriminação de pessoas, estais cometendo pecado (Tg 2:9). Fujamos desse caminho! Valorizemos e respeitemos todas as pessoas. Essa é a vontade de Deus para todos nós. Racismo é pecado contra Deus e contra o próximo.
 
 

O sorriso no olhar 

O mundo mudou!
Temos ouvido essa exclamação com frequência nos últimos meses, como um sonho ruim de uma noite maldormida a pandemia chegou e nos impôs mudanças severas. O biólogo Átila Lamarino, durante entrevista à BBC Brasil, defendeu: “Entender que o mundo novo é esse, nos ajudará a enfrentar uma série de desafios que ainda virão, porque uma coisa é certa: o mundo não será como antes”.
A pandemia modificou mais do que os horários do comércio, os hábitos de higiene e os parâmetros da saúde pública, mudou os nossos relacionamentos como um todo. Quando falamos em isolamento social, distanciamento do toque físico até dos familiares e o uso de máscaras para mediar o contato com o mundo, tocamos em algo essencialmente humano, a necessidade de interação com os nossos grupos sociais e a troca de afetividade. Inegavelmente estamos passando por uma transformação de comportamento e perdemos parte das nossas capacidades de expressão emocional com esses novos hábitos sociais.
Sabemos que para manter a qualidade de nossas interações teremos que nos olhar, gesticular mais e verbalizar com mais frequência o que sentimos. Alguns cientistas descrevem que nossos olhos são a única parte do nosso cérebro que está diretamente exposta ao mundo. Assim, olhar outra pessoa nos olhos seria o jeito mais próximo de acessar o cérebro dela, ou, dito de um jeito mais poético, de tocar sua alma.
Portanto, que nossos olhos falem por nós, que eles possam sorrir ao nos vermos e que  abracem enquanto ainda não podemos. Em Provérbios 15:15 lemos “ todos os dias são difíceis para os que estão aflitos, mas a vida é sempre agradável para as pessoas que têm o coração alegre”.
Como portas de nossa alma, os olhos comunicam os nossos sentimentos e podem ser uma eficaz ferramenta para transmitir carinho e ânimo ao nosso próximo.
Os dias atuais estão difíceis, mas o nosso olhar não pode se perder, o alvo não mudou, que sejamos desafiados a nos sustentarmos com olhares de empatia, graça e amor.
Jéssica Fernanda Pupo Vermelho, psicóloga especialista em Saúde Mental (FAMERP), casada com Yuri Vermelho, congrega na Igreja Adventista da Promessa do Jardim Urano em São José do Rio Preto/SP.

Dicas da lição 12 “Que amor é esse?"

VÍDEO SOBRE A CRUCIFICAÇÃO DE JESUS
Para abrir a lição mostre a seus alunos um vídeo que fala sobre a Paixão de Cristo. As cenas retratam os últimos instantes do Senhor antes de sua morte. A ideia é que a lição seja aberta com essas imagens e você pergunte a classe “que amor é esse?”. Tente colher rapidamente algumas respostas a essa pergunta. O trecho do vídeo a ser exibido com as cenas mais importantes é a partir dos 2min35s até 6min27s. Acesse o vídeo aqui: https://www.youtube.com/watch?v=0LCM7aAWKBY.
 
LEITURA complementar
o item 1 “o plano da cruz” (p.94) tratará sobre a voluntariedade de Jesus ao morrer no Calvário, além de mostrar que a crucificação é um plano de Deus. Como leitura completar utilize na sua aula o texto “Um diálogo da Trindade, antes de criar o Ser Humano, sobre o Plano de Salvação”, do teólogo e psicanalista Larry Crabb, que de maneira criativa e bíblica, ajuda na compreensão do plano divino e da voluntariedade do Filho. Se preferir, compartilhe com sua classe. Acesse o texto aqui: https://alemportal.wixsite.com/alemportal/single-post/dialogodatrindade.
 
Dinâmica da Cruz
No item 3 “o significado da cruz” (pp. 95-96) faça uma cruz para explicar o trecho que fala sobre os acontecimentos relacionados a crucificação do Senhor.
 
Material: Papel cartão, isopor e/ou papelão.
Dimensões: 1 mt de altura x 70 cm de lagura.
 
Além da cruz, escreva em pedaços de papel (pode ser um sulfite dividido em três partes) os sofrimentos sofridos por Cristo:
INJUSTIÇA (a multidão preferiu soltar um criminoso, como Barrabás); ABANDONO (pelos seus discípulos e compatriotas); SOLIDÃO (por causa do pecado do mundo, separado de Deus); SOFRIMENTO (desprezo, cusparadas, socos, chicoteado, coroado de espinhos); IRA DE DEUS (por ser condenado em nosso lugar, devido nossas transgressões).
A medida que for explicando o tópico e mencionando as palavras, cole elas na cruz. Pendure a cruz numa parede, num quadro ou onde for melhor para seus alunos visualizarem.
 

Vivendo além das limitações:

A história da menina cega que podia ver.
Alguém poderia até dizer que essa garotinha não teve muita sorte.
Nascida em 1820, numa família pobre da cidade de Putnam- Nova York, com seis semanas de vida, por causa de um erro médico, perdeu totalmente a visão dos dois olhos.
Pouco tempo depois, o seu pai veio a falecer e sua mãe precisou se esforçar muito para manter a casa.
Quando tinha 5 anos, com ajuda financeira dos vizinhos, consultou o melhor especialista do país que colocou fim em qualquer esperança de cura.
O cenário não era bom…
Que futuro essa garotinha deficiente visual poderia ter?
Uma luz raiou em meio à escuridão: sua dedicada avó se esmerou em pregar-lhe o evangelho. Todos os dias ela empreendia tempo para ler as maravilhosas histórias bíblicas para sua netinha. A garotinha aprendeu, de modo que até decorou trechos extensos de livros como Salmos, Rute, os Evangelhos, entre outros. Plantar a palavra de Deus naquele coraçãozinho mudaria totalmente a história daquela vida!
Aos 8 anos ela já demonstrava a luz que iluminava o seu caminhar. Com uma habilidade peculiar em escrever poesias, declarou:
 
“Então pode chorar e soluçar porque sou cega
Oh, que menina contente sou eu,
Apesar de não poder ver,
Pois decidida estou que
Neste mundo alegre serei!
Quantas bênçãos recebo eu
Então pode chorar e soluçar
Porque sou Cega
Porque isso não farei”.
 
Aos 12 anos, sua avó faleceu, mas o fruto já apontava maduro, e aos 15 anos passou a estudar no Instituto de Cegos de Nova York, onde depois lecionou por longo tempo como professora de Inglês e História e conheceu seu marido que também era cego e professor.
Aos 23 anos, foi a primeira mulher a falar no Parlamento americano. Recitou um poema em defesa dos direitos de educação dos cegos.
Lutou contra escravidão compondo músicas.
Apoiou Abraham Lincoln em favor da abolição.
Lutava pelos direitos de emancipação feminina, entre muitas outras realizações.
Aquela menina cega havia se tornado uma consagrada poetisa.
Porém, foi aos 44 anos de idade que essa notável mulher passou a tecer seu maior legado: escrever hinos sacros.
Movida pelo avivamento americano do século XlX, e juntamente com as pregações de   D. L. Moody, escrevia hinos que embalavam os cultos e acendiam as chamas da pregação do evangelho naquela nação em expressões que demonstravam a fonte viva que jorrava em seu coração:
” Canta Minh ‘alma, canta ao Senhor
Rende-lhe sempre ardente louvor”
” Meu Senhor sou teu, tua voz ouvi a chamar me com amor…”
“Oh não consintas tristeza dentro do teu coração, tendo fé firme no Mestre, segue o sem hesitação”
“Seguirei a meu bom Mestre, onde quer que for irei”
“Quero estar ao pé da cruz de onde rica fonte, corre franca a salutar do calvário monte
Sim na cruz! Sim na cruz! Sempre me glorio, té que ao fim vá descansar, salvo além do rio”
Enfim, foram mais de oito mil hinos que embalam o coração de cristãos ao redor do mundo até hoje trazendo a luz da palavra de Deus em momentos que conferem fé, alegria e eterna esperança.
Em 1915, aos 94 anos, descansou a brava guerreira deixando um legado inestimável em valor.
A menina que nunca se intimidou por ser cega muito pelo contrário, segura por saber que sua sorte estava na cruz, se tornou uma mulher visionária, trazendo luz a esse mundo com coragem, alegria e altruísmo, tanto em suas ações como em suas canções.
E foi assim que Frances Janes Crosby, mais conhecida como Fanny Crosby, se tornou a maior compositora cristã de todos os tempos, afinal, ela nunca deixou de ser cega, mas por toda a sua vida também nunca deixou de ver.
 
Juliana Menezes Duque José
musicaeadoracao.com.br
prazerdapalavra.com.br
wikipedia.org

A distância faz aumentar a saudade! #teamo

“Saudade é um pouco como fome, só passa quando se come presença”.  Amo esta frase da Clarice Lispector porque define muito bem o que a maioria de nós tem sentido nestes últimos tempos.
Quando paro para pensar no que sinto saudade, penso nos meus pais, nos pequenos prazeres da vida, me recordo de viagens, lembro dos meus filhos ainda menores. A privação do contato físico com quem amamos nos remete a trazer à memória lembranças de tempos bons e momentos que enchem o nosso coração de afeto e alegria.
É bem verdade que este período de isolamento social também gera o contato constante com aqueles que fazem parte do nosso núcleo familiar e que dividem a casa com a gente. Esses dias eu ouvi de um cliente que assim que a pandemia passar, ele e a esposa já combinaram de viajar por pelo menos 15 dias. Cada um para um lado! Em um primeiro momento parece engraçado, mas reflete a realidade de muitos lares em que casais vivem juntos, mas estão desconectados há muito tempo. É como se o amor tivesse morrido.
Isso me faz lembrar que no dia da ressurreição de Jesus os discípulos estavam no caminho de Emaús (um povoado a 11km a oeste de Jerusalém) desolados e tristes,  porque haviam perdido seu amigo e líder,  e ainda duvidavam que Ele havia vencido a morte e ressuscitado. Enquanto caminhavam, Jesus aparece mas eles não O reconhecem. Aquela situação mexera tanto com eles, que mal reconheceram a voz do seu companheiro. Jesus caminha ao lado deles, explica o evangelho e aceita o convite para jantar. Só neste momento caem em si e percebem que é Jesus ali!
O texto diz que os discípulos ficaram com os corações aquecidos com a presença de Jesus mas, confusos e abalados, demoraram a perceber.
Queria  convidar você  a também perceber que o amor está aí mesmo dentro de sua casa. Em meio a tanta saudade é preciso viver a presença de quem está perto e reacender o amor.
Não remoa o tempo em que havia mais carinho e o amor parecia ser maior. Saudade só passa quando há presença. Alimente seu relacionamento estando presente, fazendo valer o hoje e convide o próprio Amor, Jesus, para ser o centro do relacionamento de vocês.
 
Escrito por Ana Paula Mendes, esposa do Junior Mendes, mãe do Rafael e João. É consultora de Recursos Humanos e congrega no Movimento Radiação, projeto de missão urbana da Igreja Adventista da Promessa em Campinas, SP.
 
 

Dicas da lição lição 11 “os sinais do fim”

EXPLICAÇÃO COMPARTILHADA
Envie a seus alunos o sermão profético de Jesus. Como ele é muito extenso, peça aos que forem congregar, fique responsável pelo resumo do trecho da leitura. Abaixo as divisões:
 
A destruição do templo (Mt 24:1-2)
O princípio das dores (Mt 24:3-14)
A grande tribulação (Mt 24:15-28)
A vinda do Filho do Homem (Mt 24:29-31)
A parábola da figueira (Mt 24:32-35)
Exortação à vigilância (Mt 24:36-44)
A parábola do servo fiel e do servo mau (Mt 24:45-51)
A parábola das dez virgens (Mt 25:1-13)
A parábola dos talentos (Mt 25:14-30)
O grande julgamento (Mt 25:31-46)
 
Como pode perceber, algumas leituras são mais extensas que as outras, podendo um aluno ficar com mais de um trecho. Além de fazer uma discussão inicial sobre todo o sermão, você pode utilizar o responsável pela leitura para comentar o tópico daquele trecho. São formas de tornar mais interativa a aula.
 
Vídeo “O princípio das dores”
Para o item 2 “O princípio das dores” (p. 87-88), mostre a sua classe o vídeo “A Pandemia é só Principio das Dores!”, nele o pr. Paulo Junior, da Igreja Aliança do Calvário, contextualiza a mensagem profética de Jesus falando da pandemia. Reflita com seus alunos sobre o que Cristo ensinou e suas lições para nosso tempo, usando o vídeo como suporte. Link do vídeo: https://www.youtube.com/watch?v=Uaa_BgRaERc. (Tempo de duração: 4min10s)
 
DINÂMICA DA ESPERA – MINITEATRO
No item 5 “A esperança da glória” onde são ensinadas atitudes que os cristãos tem que ter na espera da segunda volta de Cristo, diga aos alunos que pensem em situações do cotidiano, e as interprete, que envolvam a postura que temos que ter esperando o Rei. Separa uns 10min para esta dinâmica da aula. Abaixo as atitudes ensinadas pelo Mestre:
Esperar mantendo a vigilância
Esperar servindo com submissão
Esperar praticando o amor
 
MAPA MENTAL
Para o item 4 “O advento de Cristo” (p. 88) utilize em sua aula o mapa mental que ajuda na compreensão do ensino sobre o retorno do Senhor. Envia via WhatsApp a seus alunos ou exiba no Datashow para explicar o tópico.

Por onde anda o amor?

“Eu te amo!”
Vamos lá, responda rapidamente: quantas vezes já  fez esta declaração a alguém, cônjuge, pai, mãe ou filhos, desde que a pandemia começou? Uma, duas ou três? Nenhuma? Ai, ai, ai… está em falta grave.
Durante um período longo temos sido forçados a um isolamento que nos mantém próximos somente dos familiares com quem vivemos.
A rotina, no entanto, provoca sentimentos intensos de nervosismo, ansiedade e em muitos a temida depressão. Mas veja só: ao seu lado, bem pertinho, quem está? Sua família… os amores de sua vida! Partilhando horas, refeições, alegrias, tristezas, televisão, discussões (faz parte), bagunças, limpeza, cuidados, estudos, orações e amor.
É difícil seguir dia a dia com tantas notícias alarmantes e o perigo que a Covid-2019 representa, mas o amor está bem pertinho de você e, apesar de tudo, vale a pena expressar até de formas bem criativas (você consegue).
O momento está aí. Olhe para o lado! Coragem, vamos lá, diga “Eu te amo” e receba de volta, talvez, um sorriso de surpresa ou uma lágrima de emoção. Quem sabe? Pode ser um “eu te amo também” emocionado…
De uma coisa tenho certeza: pode gastar o amor. Gaste muito, porque ele vem de Deus e se multiplica quanto mais você usa. Pode acreditar, “Deus é amor”! (1ª João 4:8)
E como lemos em Colossences 3:14 e15:  “acima de tudo, revistam-se de amor, que é o elo perfeito, que a paz de Cristo seja o juiz em seu coração, visto que vocês foram chamados para viver em paz, como membros de um só corpo. E sejam agradecidos.”
Aqui está o  segredo para estes tempos difíceis que estamos vivendo, devemos nos revestir de amor, viver em paz e união e, por fim, sermos agradecidos!
E se alguém perguntar por onde anda o amor, responda rapidinho: “está morando lá em casa!”. Deus abençoe seu lar.
Escrito por Genilda Farias, formada em Letras e Pedagogia, casada com Silas Farias e mãe do Pedro José, congrega na Igreja Adventista da Promessa em Vila Maria – SP.

Uma linda iniciativa da Igreja Adventista da Promessa em Vila Maria

Um grupo de cerca de 200 colombianos está acampado no aeroporto de Guarulhos (SP), desde o início da pandemia, aguardando um vôo para repatria-los, ainda sem previsão. A situação é crítica, pois eles não tinham nem como se alimentarem. Sabendo disso, os ministérios de Casais, de Jovens e Infantil da Igreja Adventista da Promessa em Vila Maria, além de outros voluntários, decidiram ajudar. Eles estão fazendo e entregando diariamente 200 marmitas para as pessoas acampadas. Levaram também brinquedos para as crianças, livros infantis e outros materiais. Não estão oferecendo apenas o alimento, mas sim carinho e atenção, mesmo em tempos de isolamento.
Oremos por essa linda iniciativa. Peçamos que Deus de as condições necessárias para que o projeto se mantenha até que todas as pessoas assistidas retornem para seu pais de origem.
Ao Senhor toda a glória. Amém.


"O evangelho alcançando a todos…"

No dia 21 de maio, aconteceu o primeiro Pequeno Grupo de Surdos Promessistas, que já conta com dois pólos de PGs. O PG1 é conduzido pelo nosso irmão surdo,  Presb Sandro Vinicius dos Santos ( IAP taipas) e o PG2, segue sob a liderança  do nosso irmão surdo, Presb Daniel Pereira Cruz ( IAP Vl Medeiros). Em pouco tempo, esses PGs já contam com a participação de vários irmãos surdos de nossa igreja e alguns visitantes, tanto que, no dia 28 de maio, o PG(2) celebrou com alegria o seu primeiro fruto: a surda Argélia, rendeu sua vida ao Senhor e Salvador Jesus Cristo!!!!
É o evangelho de Cristo alcançando a todos!
#inclusão #surdos #libras
#promessa #promessistas
#UMAmissão

 

Natureza: E eu com isso?

“Tomou, pois, o Senhor Deus o homem, e o pôs no jardim do Éden para lavrar e guardar” – Genesis 2:15.
O texto inicial de Gênesis nos ensina que Deus entrega a nós um jardim e nos dá uma responsabilidade, que parafraseando ficaria assim: “plantem, mas guardem, cuidem, protejam tudo o que entrego nas mãos de vocês”. Deus espera que cuidemos da natureza, por isso temos que fazer menção ao mês que tenta lembrar a humanidade sobre sua importância.
Quando lemos que Deus fez este mundo para nós – e acredite, ELE fez mesmo! – tudo nesse planeta indica Sua obra, Sua mão, Seu design para que houvesse vida e para que ela se perpetuasse. Vemos nos mínimos detalhes Deus agindo em graça para conosco, sempre nos possibilitando vida através de Suas complexas e perfeitas criações. O cuidado de Deus é real para com as coisas criadas. Mas e quanto a nós? Pelo que lemos no texto inicial, fica claro que está sobre nós a responsabilidade de cuidar da natureza, pois os atributos de Deus, “…seu eterno poder e divindade, são claramente vistos desde a criação do mundo, sendo percebidos mediante as coisas criadas…” (Romanos 1:20).
Vemos um mundo que degrada o que está a sua frente. Sabe quem faz isso? Seres autodestrutivos. Pois é… pesado, né!? Mais um detalhe pesado para nos fazer refletir: os únicos outros “seres” que destroem o ambiente em que vivem e acabam por morrer junto são bactérias, vírus… parasitas. A comparação parece cruel, mas é real! Estamos entre os pouquíssimos seres que destroem as coisas das quais dependemos. O texto de Romanos 8:19-21, deixando suas interpretações teológicas, diz que a natureza espera ansiosa pela libertação. Aguarda ansiosa por ser liberta do descaso, da degradação a que é submetida por conta da nossa corrupção, do nosso pecado, do nosso desprezo para com o que Deus espera de nós.
Portanto, a escassez não é consequência do fim natural, mas sim do mau uso, do desperdício, da poluição de leitos e nascentes, da destruição das florestas… tudo isso causamos, nós mesmos, no passado, agora e no futuro. Resta-nos ter consciência que a natureza é um ser vivo, ela é forte, intensa, basta pouco tempo sem a presença destruidora do homem para que reviva. Mas como ainda resta um pouco de instinto de sobrevivência em nós, lembremos sempre que ela precisa ser “usada” de forma sustentável. Isso fortalece nosso texto inicial, Deus espera que cuidemos deste incrível planeta. Temos uma função essencial no mundo: sermos mordomos fiéis, inclusive de tudo que está ligado à criação. Aceita o desafio? Que sua resposta seja “sim”, para a glória do nome de Jesus.
Pr. Airton Dias é Professor Doutor na Universidade Federal de São Carlos (SP), copastor na Igreja Adventista da Promessa em Vila Helena (Sorocaba, SP) e secretário do Ministério de Jovens da Convenção Geral.

Dicas da lição 10 “RELIGIOSOS DE PLANTÃO”

 
DINÂMICA “DEFININDO RELIGIOSO”
Ao começar a lição, pergunte a sua classe como cada um deles define o termo “religioso”, como eles entendem que se comporta uma pessoa assim. Faça com que todos os seus alunos participem e der sua contribuição. Ao final das respostas, diga que ao longo da lição ficará bem claro o que é uma pessoa assim.
 
VÍDEO JESUS PURIFICANDO O TEMPLO
O vídeo “Jesus Expulsa os Mercadores do Templo” ajuda no entendimento do item 1 “Um negócio religioso” (p.79) que trata sobre o comércio existente no Templo de Jerusalém e da reação do Senhor frente a este fato. Procure fazer perguntas a seus alunos sobre o motivo que levou o Mestre a reagir assim, e sobre a necessidade de combater o que estava sendo feito na Casa do Pai. Tire lições atuais do episódio.
Link do vídeo: https://www.youtube.com/watch?v=l9m0AkiOLjM
 
PERGUNTAS DE REFLEXÃO “SOU RELIGIOSO”
Ao final da lição, distribua a seus alunos a folha que traz perguntas reflexivas tiradas do “desafio da semana” (p. 84), elas servem para uma autoinvestigaão a respeito de como anda a vida cristã de cada discípulo ou discípula. Se sentirem a vontade para avaliarem ainda na aula, e tiverem intimidade suficiente de contarem a experiência avaliativa, permita que o façam, se não, é importante fazer o exercício em casa.
Você pode enviar o documento via aplicativos ou redes sociais, para que possam trazer as respostas para aula, e compartilhar delas com a classe, ou falarem como foi a experiência de fazerem essa reflexão.

Dicas da lição 9 “lições em meio aos conflitos”

Jogo dos EXEMPLOS
(aplique antes ou após os itens explicativos, pp. 71-73; ou nos itens explicativos, pp. 74-75)
Sempre temos na Bíblia, na igreja, ou com pessoas de nossa convivência gente que nos serve de exemplo de fé. A lição desta semana traz fé, exemplo (finanças), humildade, harmonia, perdão, fidelidade, abnegação e graça, como aspectos de ensinamentos de Jesus.
Faça com seus alunos e/ou familiares (caso estudada em casa), o “jogo dos modelos” (semelhante à “adedonha ou stop”), nele você escreverá o nome de pessoas, da Bíblia e de sua convivência, que vivem os itens que Jesus ensinou (Baixe a imagem com a folha para o jogo). Se quiser utilizar o critério do tempo, dê um brinde (caixa de bombons) ao que responder mais rápido o jogo. Pode repetir por duas vezes, para não tomar muito tempo da aula.

VÍDEO “DIVÓRCIO”
(Aplicação no item “mantenha-se fiel” – pp. 72-73)
Mostre aos participantes do estudo, o vídeo “divórcio”. Na explicação do pastor Hernandes Dias Lopes, é ensinado sobre o casamento duradouro ser o ideal e o divórcio e uma exceção. Após verem os 4min20s do vídeo, coloque em discursão o tema. Se atente ao tempo de conversa.
Acesse o vídeo aqui:  https://www.youtube.com/watch?v=WA7jfpqUhtk.
 
DINÂMICA MUSICAL
(Aplicação no item “abnegação” – p. 73)
 
No item “abnegação” você peça para que os participantes do estudo cantem trechos de hinos que lembrem a ideia deste tópico. Ao cantar, diga que explicam o que diz o trecho musical e sua relação com o ensino da lição bíblica. Aproveite o item 8 “entenda a graça”, e reforce que essa resposta de renuncia só é possível mediante a graça do Senhor.