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Dicas da lição 3 “CRESÇAMOS EM TUDO!”
Dica um: DINÂMICA DAS ROUPAS
(Ideal para a Introdução)
Para ajudar a dinamizar o ensino de sua aula, aplique a dinâmica das roupas em sala. Escolha previamente um aluno ou aluna para protagonizar o momento, cuja finalidade é explicar, que para haver crescimento, é necessário passar por um processo de transformação do Espírito e evidenciar na vida cristã, que a pessoa cresceu, deixando para trás a fase de criança e se comportando como adulto espiritual.
COMO FAZER? Leve as roupas para o local do estudo, de idades discrepantes, para uma pessoa previamente escolhida vestir. As roupas devem ser de criança e/ou pré-adolescente, e roupas de adultos, da idade do aluno ou aluna. Num primeiro momento, a pessoa deverá ir a um local adequado e tentar vestir alguma peça do vestuário infantil e retornar a sala, para falar se deu; depois, deve pegar as roupas adequadas, ir a outro local para trocar, e voltar falando que agora deu certo.
MORAL DA HISTÓRIA: Ao tentar vestir as roupas que não são de sua idade, o aluno ou aluna irão ver, que não é possível ou adequado; já quando vestirem as roupas de sua idade notará que ao ir mudar de roupa, os alunos conseguiram. A ideia é explicar que para que cresçamos em unidade, é preciso deixar as “roupas” da infância espiritual (as birras, o egoísmo e etc.) e vestir as roupas da “maturidade espiritual” (pensar mais no outro, servir o outro e etc.). Termine perguntando se sua classe tem aberto mão de um, para viver a outra.
Dica dois: DINÂMCIA “DONS E BOMBONS”
(Ideal para o item 1)
O item 1 “As ferramentas” (p. 25) fala sobre os dons espirituais utilizados por Deus para o crescimento da igreja. Eles são dados pela graça, e devem ser usados para glória de Deus, em benefício do corpo.
COMO FAZER? Adquira uma caixa de bombons e escolha alguns dons espirituais bíblicos. Para facilitar, veja o estudo sobre o assunto em “O Doutrinal”, pp. 107-124. Escreva ou imprima em pequenos pedaços de papel o nome dos dons, coloque cada um em um saquinho e cole o nome por for. Na hora da aula distribua aos alunos, que deverão pegá-lo cada um o seu, na caixa deles em cima da mesa, para que se evite passar de mão em mão.
MORAL DA HISTÓRIA? Explique que os dons são presentes do Espírito, e são ferramentas para o crescimento do corpo de Cristo, por isso, peça que cada um leve seu bombom, desinfete-o, e presenteie alguém que não foi a EB em sua casa, e que fale a pessoa de Jesus da importância dela para a igreja. Mostre que a finalidade deles visa o bem comum.
Dicas três: Mapa Mental “crescimento em unidade”
(Ideal para os itens 2 e 3)
O item 2 “O processo” (pp. 25-26) explica sobre o crescimento de se viver em unidade. Já o item 3 “As evidências” (pp. 26-27) fala sobre os resultados de se aplicar os valores de comunhão ensinados pela lição. Utilize então, o infográfico abaixo, para ajudar na fixação, explicação e entendimento do conteúdo.

Eu sei como se sente! Será?
Este é o significado de empatia, se colocar no lugar do outro, tentar sentir o que o outro sente. Mas será realmente possível nos colocarmos no lugar do outro, ou podemos apenas imaginar como é estar no lugar do outro? Por exemplo, alguém que nunca perdeu a mãe pode dizer para o outro “eu sei como se sente”? Acredito que não. Mas então onde se encaixaria esse termo? Apesar de não termos vivido o que o outro viveu, é possível nos sensibilizarmos com seu sofrimento, com sua dor, sua angústia e muitas vezes até com suas escolhas equivocadas ou desastrosas.
Para sermos empáticos, um princípio importante a ser respeitado é não comparar, não julgar.
Dor não se compara. A dor maior sempre será a nossa, não importa o quanto ela seja insignificante para alguém. E isso se aplica para todas as pessoas.
Diante das falhas e erros do outro é possível ser empático. Empatia não significa passar a mão na cabeça de alguém e ignorar seus erros, mas sim ver a pessoa por trás dos erros. Enxergar o ser humano diante nós, com suas falhas e virtudes, assim como nós as temos.
Estamos vivendo um momento muito propício para se falar em empatia. Na verdade, não há momento melhor para as pessoas exercitarem isso como quando se trata de calamidades, catástrofes, onde normalmente as pessoas se unem em um só propósito. Como nos sensibilizamos!
Mas pode ser que nos esqueçamos que esse conceito é muito amplo e vai muito mais além de escolhermos com quem devemos ser empáticos.
Quando julgamos, discriminamos ou reprovamos o próximo, já significa uma profunda ausência de empatia.
Vivemos um período em que no dia a dia vemos tantos discursos inflamados de ódio, até daqueles que deveriam pregar a paz, disfarçados de posicionamentos políticos e tantos outros assuntos polêmicos. Não pensamos duas vezes para ofender, maltratar e humilhar.
O maior exemplo de empatia partiu de Deus, o criador, em relação à humanidade, enviando seu filho. Cristo verdadeiramente se colocou em nosso lugar , morrendo por nós, por mim, por você, por todos aqueles que eu e você podemos julgar como indignos (ladrões, homicidas, prostitutas…). E olha que não éramos bonzinhos! Na verdade, continuamos não sendo, mas ainda assim, optou por se entregar por nós. E com isso nos deixou uma grande lição: “Tente se colocar no lugar do outro”.
Na bíblia há um lindo texto (Lucas 22: 54-62) e convido você que já leu, a reler e você que ainda não leu, leia. Lá encontramos um episódio de alguém que errou e se frustrou (Pedro), porque percebeu que chateou a quem ele não gostaria de chatear (Jesus). Trata-se do momento em que Jesus foi preso e Pedro, um de seus discípulos, que por vezes era muito afoito e havia jurado que jamais abandonaria seu mestre, se viu traindo-o. Pedro, que já havia sido advertido pelo próprio Jesus de que O negaria, se vê agora diante do cumprimento dessa triste realidade. Após o galo cantar, caiu em si e quando levantou os olhos, viu o mestre olhando-o fixamente, era um olhar profundo!
Preste atenção naquele olhar de Jesus. A primeira coisa em que somos levados a pensar é que seria um olhar julgador, como se Jesus dissesse, através daquele silencioso olhar: “Tá vendo Pedro, bem que te avisei”. Li esse texto com minha neta de 10 anos e fiz uma pergunta para ela: “O que você acha que Jesus estava dizendo com esse olhar?” Ela respondeu exatamente o que foi mencionado acima… “Tá vendo Pedro…”. Mas daí perguntei: “ Não poderia ser um olhar que dizia: “ Fica tranquilo Pedro, eu entendo, você é humano e nossa história não termina aqui”? Ela respondeu: “é verdade vovó”.
Tentar se colocar no lugar do outro e entender como o outro sente não é fácil, porém é necessário. Não só daqueles que nos despertam algum tipo de simpatia, mas também daqueles que são diferentes de nós ou, por algum motivo, tendemos a julgar e maltratar.
Que o amor de Cristo em nossas vidas, a sua grande, imensa capacidade de ter se colocado em nosso lugar, nos capacite para exercermos o amor na vida daqueles que estão a nossa volta em forma de empatia!
Rubenita Lacerda Souza, Psicóloga, casada com Waldeci Antonio de Souza, mãe da Débora e do Abner, avó da Lara, Pedro e Samuel, congrega na Igreja Adventista da Promessa de Vila Joaniza
Thanos versus Homem de Ferro
Quando lemos algo sobre filmes de super-heróis, logo pensamos nos vilões, quais serão seus planos, seus poderes e, nesse caso, me lembro de um super-vilão com estratégia altamente genocida: Thanos.
E todas as vezes que assisti aos filmes da série “Os Vingadores”, especificamente os dois últimos (Guerra Infinita e o Ultimato), nos quais Thanos está trilhando com maestria seu plano de “salvação” para a humanidade, o vilão declara algumas frases que ficam em minha mente. Numa delas, a mais icônica e em final de filme (uau, e que final meus amigos, rs, foi um dos momentos em que o cinema foi à loucura!), ele declara: “Eu sou Inevitável”
Assim também são os ataques do Diabo. Ele tenta todas as artimanhas para tirar o nosso foco, usando distrações que nos deixam obcecados em satisfazer às nossas vontades. E é impossível obedecer à carne e ao Espírito ao mesmo tempo “As pessoas que vivem de acordo com a sua natureza humana não podem agradar a Deus” (Rm 8:8).
Mas algo é certo: o que realmente é inevitável é a derrota do Diabo “… e, despojando os principados e as potestades, publicamente os expôs ao desprezo, triunfando deles na cruz” (Cl 2:15). Em outras palavras, a vitória aconteceu no Calvário.
No mundo da Marvel, um homem se sacrificou para salvar as pessoas que amava. Para que o mundo pudesse sobreviver, num estalar de dedos, de forma inesperada, o ultimato: o “Homem de Ferro” colocou um fim aos planos do Thanos.
Mas no mundo real, sabemos que não foi em um estalar de dedos, não tinha uma multidão em sua defesa e não era show de efeitos especiais. Ao contrário, foi sofrido, dolorido, humilhante. Com desprezo o grande Rei foi crucificado! Jesus Cristo se entregou para salvar toda a humanidade, para que, Nele, o homem tivesse vida plena. Ele tem a autoridade sobre a morte!
Nossa vida não é como um filme em que heróis e vilões ficam disputando poder. Certo é que sem o salvador Jesus Cristo permanecemos mortos por causa dos nossos pecados, desobedientes, manifestando o mal, fazendo coisas ruins e vivendo as nossas próprias paixões.
Mas Deus, que é rico em misericórdia, nos amou tanto, mas tanto, que mesmo espiritualmente mortos, nos dá vida juntamente com Cristo. Pela graça imerecida somos salvos! Não temos mérito algum, mas Cristo nos dá uma nova vida. O plano de amor e resgate do ser humano está estabelecido desde a criação do mundo. O amor venceu a morte e nada pode detê-lo!
Escrito por Dani Batista Ferreira, casada com Eliel Ferreira, congrega na Igreja Adventista da Promessa em Jales/SP – Jardim América
Dicas da lição 2 “OS DISTINTIVOS DA UNIDADE”
Dica um: “MINITEATRO DAS FERRAMENTAS”
(Ideal para qualquer momento da lição, ou na hora do Desafio da Semana, pp. 20-21)
O desafio da semana traz a seguinte ilustração:
“Em uma reunião entre as ferramentas de uma marcenaria, a lixa solicitou a exclusão do martelo, porque ele batia em tudo e fazia muito barulho. O martelo concordou, mas disse que a lixa era muito áspera e grossa. O parafuso foi acusado de ficar dando muita volta para chegar ao seu propósito. A régua se achava certinha e se julgava no direito de medir tudo. No meio desta discussão, apareceu o marceneiro que reuniu todas as ferramentas e com habilidade utilizou cada uma e fez um móvel maravilhoso e perfeito.” (Lições Bíblicas “Um Só Povo, pp. 20-21).
Com base nessa história, crie uma rápida encenação para ajudar na fixação do conteúdo desta semana.
COMO FAZER? (escolha pelo menos 4 alunos para os papeis abaixo; o narrador pode você, professor)
Narrador – Um dia aconteceu uma reunião com as ferramentas, em uma marcenaria.
Lixa – “Quero a exclusão do martelo de nosso ambiente de trabalho, ele bate em tudo, e ainda faz muito barulho”.
Martelo – “Concordo! Mas, você lixa, é muito grossa na forma de ser e áspera com todos nós. Que saia você!”.
Régua – “Eu já acho que se tem alguém que tem que ir embora, é o parafuso. Ele enrola demais para fazer as coisas”.
Parafuso – “Pior é você régua, que se acha certinha demais em tudo que faz, e ainda, gosta de medir todo mundo conforme sua opinião”.
Narrador: De repente, apareceu o marceneiro Reunindo todas as ferramentas, que resultou em um belo móvel.
MORAL DA HISTÓRIA: Assim como todas as ferramentas eram importantes para a execução da construção do móvel, assim, cada cristão tem sua importância no Corpo de Cristo, a igreja.
Dica dois: INFOGRÁFICO “Marcas da unidade”
(Ideal para o item 2 As marcas da unidade, pp. 17-18)
Para facilitar o ensino do item 2, que fala das marcas da unidade, preparamos um infográfico que ajuda numa melhor forma de ensinar, os sete distintivos que fazem parte dos verdadeiros cristãos, quando se fala de comunidade. É importante que você professor, compartilhe com a classe essa imagem, no datashow ou pelo WhatsApp, para que seus alunos tenham acesso a essa ferramenta de aprendizagem.
Baixe a imagem abaixo:
Qual a senha do wi-fi? Reconecte-se!
“Naquele dia, quando soprava o vento suave da tarde, o homem e a sua mulher ouviram a voz do SENHOR Deus, que estava passeando pelo jardim…” Gênesis 3:8. Sempre que leio este texto fico emocionada. Deus passeava pelo Jardim do Éden e conversava com Adão e Eva. Que maravilhosa comunhão! Desde o princípio nosso Pai Eterno buscou relacionar-se com a criação, mas a queda e a desobediência levaram o casal para longe do Éden e a convivência mudou.
Como tem sido o seu relacionamento com Deus? A sua conexão está clara, direta e sem interferências? Ele está presente no seu dia a dia?
A palavra conexão é muito usada no mundo virtual e vem acompanhada de termos que já fazem parte de nossas vidas, como internet, wi-fi e tecnologia de comunicação imediata com uma banda larga de excelência, por favor! Quando “cai a internet” em certos momentos é terrível e se os documentos não estiverem com salvamento automático, a situação fica crítica.
Como está sua internet espiritual? Sua banda larga está suprindo todas as conexões? Como está sua ligação com Deus? Plena ou com falhas?
Estas perguntas são importantes se levarmos em conta a conexão direta com Deus que havia lá no princípio dos tempos… Ele passeava no Jardim e conversava com Adão e Eva. Ocorre que também somos a criação de Deus! Em João 3:16 lemos que Ele entregou seu único filho para que tivéssemos vida eterna, ou seja, através de Jesus nossa ligação foi restabelecida. Alegrem-se! O Pai deseja estar conosco em todo o tempo e para sempre, porque nos ama profundamente.
Ah, como nosso ser integral sente falta dessa conexão com o Criador quando, por algum motivo, nos afastamos de Sua presença! Precisamos a cada dia renovar nossa aliança com Deus, em Cristo Jesus, e permitir que Sua graça e Sua verdade conduzam nossas ações, reconhecendo nossos erros, pedindo perdão, num processo diário de aprendizado e compreensão de Seu infinito amor. Quanto mais próximos do Pai, maior é a quantidade de amor, paz e harmonia que revelamos ao mundo.
Jesus nos ensinou como podemos ter essa vida de relacionamento e confiança, quando nos orienta em João 14:6: “Eu sou o caminho, e a verdade e a vida; ninguém vem ao Pai, senão por mim.”
Bem, eu descobri e vou compartilhar Querem saber? Anotem aí a senha do wi-fi para reconectarem-se urgentemente com Deus: “FÉ”.
“Portanto, cheguemos perto de Deus com um coração sincero e uma fé firme, com a consciência limpa das nossas culpas e com o corpo lavado com água pura.” Hebreus 10:22
Escrito por Genilda Farias, casada com Silas Farias e mãe do Pedro José. Formada em Letras e Pedagogia, congrega na Igreja Adventista da Promessa em Vila Maria – SP/SP.
Libras – Lição 01 – Unidos pela cruz
Dicas da lição 1 “Unidos pela Cruz”
Atenção, professores! As dicas das Lições Bíblicas são um recurso que visa ajudar sua aula a ser mais dinâmica, interativa e fácil de ser assimilada. Fique à vontade para adaptar elas à sua realidade, bem como, usar a criatividade para fazer suas próprias dicas a cada momento de ensino.
Dica um: VÍDEO DE APRESENTAÇÃO
(Ideal para a introdução, p. 7)
Sua aula pode começar, caso ainda não tenha mostrado, com o vídeo de apresentação da série de lições para o 3º semestre “Um só povo: estudos sobre a unidade cristã”. O pr. Eleilton Freitas, vice-presidente da Convenção Geral e diretor da Editora Promessa, explica os principais destaques dos ensinamentos do trimestre com esta nova revista.
Veja o vídeo aqui: https://www.youtube.com/watch?v=1Ton7DmLGhg
Se você não tem Datashow em sala de aula, compartilhe o vídeo com seus alunos via WhatsApp, antes ou no decorrer da aula.
Dica dois: IMAGEM SOBRE “MURO DE INIMIZADE”
(Ideal para o item 1 O distanciamento, p. 8)
Para explicar melhor o item 1, utilize a imagem do artista Marcus Nati, da página do Facebook – Brother Bíblia, que ilustra a distância que o gentio tinha da presença de Deus. O artista desenhou e explicou o texto paulino de Ef 2.14, que falava do “muro de separação” entre o átrio dos gentios e o átrio dos judeus. Confira a imagem abaixo e mostre a seus alunos (por Datashow ou WhatsApp):
Link da página no Facebook – Brother Bíblia: (https://www.facebook.com/brotherbibliaarte/photos/a.1461601800823084/2558283167821603)
Dica três: DINÂMICA “A CRUZ E A UNIDADE”
(Ideal para o item 2, A aproximação, pp. 8 e 9; e o item 3, O resultado, pp. 9 e 10)
O item 2 fala sobre a cruz como fator de unidade para gentios e judeus. Por isso, a dinâmica “a cruz e a unidade” ajuda a entender o que ela significa, e seu impacto na unidade da igreja; já o item 3 mostra os resultados da obra da cruz na vida dos cristãos.
COMO FAZER? Faça marcações seguras de distanciamento social no espaço que você está fazendo suas aulas, marcando o chão em forma de cruz. (dimensões: 2m de altura X 1,5m de comprimento)
Escolha 4 alunos que falarão sobre (correspondente as pontas da cruz) fatores que trouxeram os gentios, uniram aos judeus, e assim nasceu a igreja. Esses alunos escolhidos devem comentar sobre os resultados decorrentes do sacrifício do Calvário:
- Por meio da cruz nasceu uma NOVA HUMANIDADE (a igreja);
- Por meio da cruz há comunhão multicultural (judeus e gentios);
- Por meio da cruz recebemos uma nova cidadania;
- Por meio da cruz fazemos parte da família de Deus;
MORAL DA HISTÓRIA: Ao final da dinâmica, pergunte aos demais alunos o que aprenderam? Qual reflexão lhes veio à mente durante a execução dela? Por fim, diga a seus alunos que a “A Cruz é o ponto de convergência de judeus e gentios. Através dela, temos acesso ao Pai, a mesma herança em Cristo, o mesmo lar e viveremos em novos céus e nova terra.”
Quando os planos não dão certo
Atualmente trabalhamos muito, vivemos um ativismo estressante, que nos faz sonhar com férias para desligar de tudo. Planejamos os detalhes: data de saída, quantos dias em viagem, escolhemos o que cabe no orçamento já apertado, organizamos a documentação, decidimos que passeios fazer e contamos os dias. Afinal, corremos tanto que merecemos desfrutar desse tempo para nós com nossa maravilhosa família. Se você é como eu, entende que a única forma de se desligar totalmente da sua rotina é ir para um lugar diferente, conhecendo outra cultura ou paisagem. Pode ser uma viagem de apenas alguns dias em um hotel fazenda ou parque aquático, numa cidade charmosa; ou uma viagem com maior duração, na praia ou na serra com chocolate e fondue. Independentemente do tempo ou local, viajar é tudo de bom!
Agora imagine chegar na véspera da viagem e receber uma notícia bombástica: sua viagem foi cancelada! Os voos não estão operando, os hotéis fecharam as portas e as fronteiras entre países e cidades também estão fechadas. Todos devem ficar em casa, pois uma pandemia chegou sem data para ir embora. Infelizmente isso não é um filme de ficção, mas a realidade que temos vivido desde março deste ano. Essa realidade gera frustração e nos faz lembrar do texto bíblico de Provérbios 19:21: “Muitos são os planos do coração do homem, mas o que prevalece é o propósito do Senhor” (Pv 19.21).
Somos movidos a planos e sonhos, e ficamos decepcionados quando aquilo que acalentamos no coração não se realiza, mesmo prevalecendo o propósito do Senhor. Precisamos aprender com Sua soberania pois Ele sabe todas as coisas, nós não. Sempre queremos controlar nossas vidas, mas o atual cenário mundial nos faz entender que, decididamente, não sabemos nada sobre o amanhã. Apenas Deus sabe, e isto basta!
Se por um lado nos sentimos tristes por ver nossos planos cancelados, por outro precisamos pensar nas lições que essa pandemia nos ensina. Antes não tínhamos tempo para conversar direito, agora temos. Pais acelerados se tornaram “professores” auxiliando os filhos nos estudos e criando brincadeiras para passar o tempo. Se olharmos com mais amor para nossos lares, se planos como viajar já eram bons, imagine depois que tudo isso passar, com mais comunhão com aqueles que amamos. No trade turístico, várias campanhas foram lançadas pelo Ministério do Turismo e operadoras, estimulando o turista a adiar o sonho de fazer as malas e remarcar as viagens. Gosto em particular de um lema proposto pela Associação Brasileira das Operadoras de Turismo (Braztoa) que diz: “Não cancele seus sonhos, não cancele sua viagem. Apenas adie!’”.
É isso! Nossos sonhos não foram cancelados, mas sim adiados. Quando tudo isso passar, poderemos fazer novos planos, com mais comunhão familiar, mais amor e carinho, mais entendimento da dependência de Deus, de que nosso amanhã está nas mãos dEle. Sonhos não são cancelados, apenas adiados. Pense nisso!
Adriana Cristina Mantelato Coveiro é casada com Ailton Góis Coveiro, agente de viagens e formada em Administração de Empresas. Congrega na Igreja Adventista da Promessa em Jardim América, Jales/SP
Eu te amei desde a primeira vez que te vi!
Dois olhares se cruzam pela primeira vez, o coração começa a bater mais forte, então uma tímida troca de sorrisos marca aquele momento para sempre. E no reencontro, não tem como disfarçar, há um clima diferente, o coração acelera novamente, agora mais forte e as mãos começam a transpirar. Ah, é impossível negar, um sentimento começa a brotar e lá dentro você diz: encontrei o amor da minha vida e não posso mais viver sem ele!
Será que é assim que acontece o amor de verdade?
A Bíblia conta uma linda história de amor, a de Isaque e Rebeca. Relata que Abraão, o pai de Isaque, mandou o servo de confiança ir buscar uma moça, na terra da sua parentela e logo que ele retornou trazendo Rebeca, Isaque de imediato tomou-a como sua esposa e a amou desde aquele momento. Olhando assim, nos parece simples a vida a dois, porém sabemos que um relacionamento para dar certo requer esforços de ambas as partes.
O livro As quatro estações do casamento, de Gary Chapman, descreve o amor em duas importantes fases: o estágio inicial, que corresponde ao amor romântico ou obsessivo e o segundo estágio, o intencional. Na primeira fase, o amor não requer muito esforço, somos levados por um rio de emoções positivas e é durante esse período que muitas pessoas se casam, na expectativa de manter esse sentimento de arrebatamento um pelo outro pelo resto das suas vidas e não entendem que essa fase corresponde apenas ao estágio inicial do amor.
Segundo Gary Chapman, muitas pesquisas demonstram que a duração média dessa euforia inicial é de dois anos, muitos casais ao perceberem que aquele sentimento está mudando, ou seja, que estão saindo do estágio romântico e partindo para o estágio intencional do amor, perdem o interesse pela outra pessoa, se interessam por outra e acabam se divorciando, aí começa um ciclo de experiências conjugais frustradas, pois não há maturidade suficiente para seguir em frente em uma fase que requer maior empenho para alimentar o interesse mútuo, pois o amor nessa fase, precisa de esforços diários, assim como uma planta precisa ser regada, podada, nutrida dia após dia, a vida a dois apresenta suas dificuldades.
Contudo, ao longo da caminhada percebemos que o amor não se trata apenas de um sentimento e sim de uma decisão diária.
Na bíblia, Deus não fala, sinta amor e sim, “ame”, o verbo está no imperativo, Ele nos deu uma ordem, ou seja, amar se concretiza por meio de ações, de atitudes: “ame ao seu próximo como a si mesmo” Gálatas 5:14, “Marido, ame a sua esposa, assim como Cristo amou a Igreja” Efésios 5:25”
Por fim, não desista do amor, se você ainda não encontrou alguém para compartilhar a vida, persista, a caminhada a dois apresenta seus desafios, mas o casamento é algo instituído por Deus, pois criou homem e mulher para se completarem na jornada da vida e formarem uma família: “Depois disse o Senhor Deus: “Não é bom que o homem fique sozinho. Vou fazer para ele uma companheira”. Gênesis 2:18.
Por outro lado, se você está vivendo uma estação difícil em seu relacionamento, não desista de amar; o inverno nos deixa frios, o outono quer arrancar tudo entre nós mas, as fases são completamente normais, precisamos entender que não será sempre um “mar de rosas”.
Identificarmos a fase que estamos vivenciando é o primeiro passo, o segundo, é buscarmos passar por elas com razão e empatia. Se formos resilientes, logo mais desfrutaremos da primavera outra vez, por isso cuide, regue e nutra, mesmo em tempos difíceis.
Na Bíblia encontramos muitas recomendações acerca do amor, pois Ele sabe que um dos maiores desafios da humanidade é amar. Ame!
“O amor é paciente e bondoso, nunca é invejoso ou ciumento, nunca é presunçoso nem orgulhoso, nunca é grosseiro, nem egoísta. Não é irritadiço, nem melindroso. Não guarda rancor. O amor nunca está satisfeito com a injustiça, mas se alegra quando a verdade triunfa. O amor tudo sofre, sempre crê, sempre espera o melhor, tudo suporta.” 1 Coríntios 13:4-6.
Escrito por Mirian Maria S. Guimarães, esposa de David C. Guimarães, mãe de Pedro e Benício. É administradora e empresária, congrega na Igreja Adventista da Promessa Faz. Grande do Retiro, Salvador-BA. Líder do MM Bahia Setor Norte.
ONTEM, HOJE, SEMPRE
“O coronavírus nos chama a considerar Deus como a realidade mais presente e importante em nossas vidas. Nossas vidas dependem dEle mais do que da respiração.” (John Pipper)¹
Ainda lembro de alguns medos que me assolavam durante a infância: medo do fim do mundo, da terceira guerra mundial, do alinhamento dos planetas. Quem em sua inocência nunca teve medo de cachorro louco, fantasma e bicho-papão?
Quando a gente é criança, não entende a verdadeira dimensão das coisas. Juntamos o que é real com a nossa imaginação e criamos situações que nos apavoram. Mas quando nos tornamos adultos e sabemos distinguir a realidade da fantasia, percebemos que a maioria de nossos medos de infância era irreal. Apesar disso, neste período de pandemia, pode parecer difícil manter o equilíbrio e não ter medos como: de perder o emprego, de passar por necessidades financeiras, de pegar e de transmitir o coronavírus, de perder pessoas queridas e até a própria vida.
Acredito que todo mundo já se sentiu assim pelo menos um dia em meio à situação atual. Porém, mesmo que tenhamos dificuldade para evitar, não podemos deixar que esses medos tomem conta de nós, tirem a nossa alegria e levem embora a nossa paz. Felizmente, em maior ou menor grau, a maioria de nós encontra formas razoáveis de lidar com essas situações. No entanto, nós que servimos a Deus, encontramos na Sua Palavra recursos espirituais valiosíssimos que não nos deixam sucumbir diante das circunstâncias.
A Palavra nos ensina que podemos vencer o medo sabendo que os desertos da vida nunca duram eternamente. Por mais que não consigamos ver, um oásis pode brotar logo à frente. Como diz o Salmista: “Depois de uma noite de choro, sempre há um novo dia de alegria.” ² Ainda não vemos, mas cremos!
Nela também aprendemos que, além de cultivar a esperança, podemos vencer o medo, colocando nossos pensamentos naquilo que Deus fez, quando nos socorreu em momentos difíceis do passado. Foi o que fez o profeta Neemias, que num momento de angústia e muitas incertezas, vislumbrou um futuro melhor olhando para o que Deus já tinha feito: “Todavia lembro-me também do que me pode dar esperança”.³
Mas ainda que o medo insista em nos assolar, que pareça que tudo está desabando ao nosso redor, a Bíblia nos mostra que o nosso fim não é aqui, que temos um futuro glorioso e uma casa no céu onde todos os sofrimentos ficarão para trás. (4)
Por isso, mesmo que nossos planos tenham sido frustrados e que neste momento vejamos um futuro incerto para o país, para a economia e para a nossa própria vida, devemos lembrar que ao contrário de nossa fantasia de onipotência, em essência nunca tivemos controle sobre o nosso viver e nem sobre o que está por vir, pois, como diz Thiago “… Se o Senhor quiser, viveremos e faremos isto ou aquilo”.(5) Isso nos dá a certeza de que o melhor a fazer, especialmente no momento difícil que estamos vivendo é continuar crendo e dependendo dEle.
Referências:
- Pipper, John. Coronavírus e Cristo (trd. Vinícius Mussemean Pimentel) São José dos Campos, SP: Fiel, 2020.
- Salmos 30:1
- Lam 3:21
- Fil.3:20, Rom. 8:18
5.Tiago 4: 13-17
Romi Campos Schneider de Aquino. Casada com o pastor Luciano, mãe do Henrique e do Davi. Congrega em Colombo PR. Psicóloga, faz parte do MVP Geral.
Dicas da lição 13 “ELE RESSUSCITOU!”
RECAPITULAÇÃO
A Última lição do trimestre chegou, e você pode começar sua aula perguntando a classe:
- Quais as principais lições que aprenderam com a série “Deus conosco”;
- Quais a novas descobertas, no sentido teológico;
- O que levarão para a vida cristã destes estudos.
Post para redes sociais
O item 1 “Um sepulcro vazio” (p. 102) fala sobre a chegada das mulheres (Maria Madalena e outra Maria) ao sepulcro. Após explicar que o Senhor não estava ali e não ficarem com medo, as mulheres são instadas por um anjo, a não ficarem com medo e a anunciarem a ressurreição. Após, ensinar esse conteúdo, incentive seus alunos a divulgarem por meio das redes sociais (Facebook, Instagram) ou app de conversa (WhatsApp, Telegram), a mensagem da ressurreição. A partir do post compartilhado (imagem abaixo) diga para que chamem no privado àqueles que se interessarem pela mensagem. Se houver interesse, utilize o conteúdo desta lição para compartilhar com a pessoa sobre Jesus.

VÍDEO “A RESSURREIÇÃO DE JESUS”
Os itens 2 e 3 (Um encontro inusitado, pp. 102-103 e Um fato inconveniente, pp. 103-104), compartilhe com sua classe um vídeo sobre a ressurreição de Jesus Cristo. Nele você verá a narrativa de Mateus 28 sobre estes itens. Após seus alunos assistirem, peça que eles falem detalhes da narrativa que o chamam mais atenção. Acesse o vídeo aqui: https://www.youtube.com/watch?v=a7WMN48lJNw.
INFOGRÁFICO “A GRANDE COMISSÃO”
No item 4 “Uma poderosa missão” (p. 104), veja o infográfico abaixo, que destaca 8 pontos da Grande Comissão, compartilhe com sua classe e pergunte à ela e pergunte-os como cumprir essa missão. Além disso, você pode acessar o artigo completo “A grande comissão”, do pr. Elias Alves, no link: http://www.soudapromessa.com.br/a-grande-comissao/. Ele serve de apoio no conteúdo desta parte da lição, a última do trimestre.
NOVA SÉRIE DE LIÇÕES “UM SÓ POVO”
Incentive sua classe a adquirir a nova série de lições “Um só povo: estudos sobre unidade cristã”, do 3º trimestre de 2020. Além disso, compartilhe com seus alunos os seguintes links:
- Vídeo de apresentação da série: https://www.youtube.com/watch?v=1Ton7DmLGhg.
- Área de materiais de divulgação e estudo: http://backup.portaliap.org/licoes-biblicas/licao-biblica-332/.
- Assinatura das Lições impressa e digital: https://editorapromessa.com.br/produto/licoes-biblicas-edicao-332/.
Continue orando pela nação
O Brasil já passou a marca dos cinquenta mil mortos pelo novo coronavírus, o covid-19. São cinquenta mil pessoas que não voltarão para casa para estar com seus familiares e amigos; que não vão poder abraçar e serem abraçadas. Lamentamos e nos solidarizamos com todas as famílias. Como igreja, reforçamos que continuamos orando pelo nosso país e por todas as famílias que perderam seus entes queridos. Continuamos orando para que muito depressa os efeitos dessa pandemia sejam amenizados em nosso país.
De acordo com a Bíblia Sagrada, todo este sofrimento, é resultado do pecado. Nunca podemos nos esquecer disso. Desde que o ser humano gritou independência em relação a Deus e o pecado entrou no mundo, todas as misérias e desarmonias passaram a existir (Gn 3:1-19). Vivemos numa terra amaldiçoada por conta do pecado (Gn 3:17). Quando o homem caiu em pecado, arrastou a natureza junto. O apóstolo Paulo escreveu que a criação está no “cativeiro da corrupção”, que ela “geme e suporta angústias” (Rm 8:21-22).
Tim Keller, comentando este texto de Romanos 8:20-22, diz que a natureza não é o que deveria ser ou o que foi criada para ser. Ela encontra-se presa em um clico contínuo de morte e decomposição. Apesar de ter sido criada perfeita, a natureza é palco de desastres e doenças (tais como o coronavírus). Então, a pandemia do coronavírus é um lembrete das consequências danosas do pecado.
Todavia, mesmo num contexto de pandemia, de grandes incertezas, de instabilidade econômica, de apreensão sobre o futuro, precisamos nos lembrar que a nossa grande esperança está em Jesus Cristo, nosso Senhor. Fomos salvos na esperança! (Rm 8:24). A boa nova do evangelho é que Jesus Cristo está restaurando todas as coisas (2 Pd 3:13; Ap 21:1). Podemos viver com esperança crendo que, no futuro, tudo será diferente. No futuro, as lágrimas dos nossos olhos serão enxutas, no que em Jesus Cristo devolver o reino ao seu Pai, quando tiver destruído todo domínio, toda autoridade e todo poder (1 Co 15:24). Caminhe com esta fé em seu coração!
Provisão de Deus em meio às perdas
Nos dias atuais temos experimentado diversas perdas, o que parece ter transformado a perda quase em rotina. Enquanto alguns perderam emprego, renda ou viram seus negócios ruírem, outros perderam a saúde e vidas de pessoas próximas, como pais, irmãos, filhos, companheiros e amigos, e a ausência da despedida nesse momento de luto dificulta ainda mais a superação da dor. Nesse tempo de pandemia todos perdemos, ao menos em parte, a liberdade de ir e vir e, com a ausência do convívio, também os momentos de comunhão com nossos irmãos e amigos. Mas, seja lá qual for a sua perda nesses dias de incertezas, há esperança e provisão para os que confiam em Deus.
A palavra do Senhor nos ensina que mesmo em momentos de dor, ansiedade e sofrimento temos a quem recorrer e somos desafiados a manter nossa esperança viva, pois Deus conhece os planos que tem para nós e são planos para prosperarmos, não para nos causar dano, planos de nos dar esperança e futuro (Jeremias 29:11).
Em 2 Reis 4 aprendemos com uma mulher viúva que, além de enfrentar o luto, precisava lidar com uma dificuldade financeira tão grande a ponto de quase tomarem os seus filhos como escravos, em pagamento por uma dívida deixada pelo seu falecido esposo. Ela não tinha como pagar a dívida, mas recorreu a Deus, confiando na provisão dele. Por meio do profeta Eliseu, o Senhor operou grande milagre na vida daquela mulher, trazendo recursos suficientes que garantiram a liberdade dos seus filhos e sustento para sua família. Essa mulher enfrentou o luto e condições financeiras adversas, mas buscou no Senhor estratégia e solução para o seu dilema.
O momento que estamos vivendo nos direciona para a busca e a confiança na provisão de Deus. Talvez pareça que não teremos saída, que o que temos é pouco para superar nossas dificuldades. Talvez tenhamos pouca força, poucos recursos, até mesmo pouca fé, mas o nosso bom Deus pode prover o milagre em nossas vidas, como fez com aquela viúva endividada, que não tinha nada além de um pouco de azeite.
Que possamos viver esses dias na confiança de que o “nosso Deus é poderoso para fazer infinitamente mais do que pedimos ou pensamos” (Efésios 3:20). Que tenhamos a certeza de que o Senhor nos dará forças, aumentará nossa fé e esperança, e nos dará a provisão e o consolo necessários diante das nossas perdas.
Juliana Mateusa Meira Cruz, casada com Walter Oscar Pereira Cruz, mãe do Gabriel e da Melissa, é graduada em Ciências Contábeis e mestre em Gestão e Organizações Públicas. Serve a Cristo na Igreja Adventista da Promessa em Santana, São Paulo – SP.
Como você tem se vestido?
Vamos falar sobre roupas? Mas antes quero que pense em qual é a peça mais confortável do seu armário. Pensou? Com certeza veio à sua mente uma blusa regata, aquele vestidinho floral que todas temos (ao menos um) ou uma calça legging, não é mesmo?
Agora me responda: qual roupa você tem usado com mais frequência nos últimos três meses?
É o pijama, acertei?
O pijama é uma das peças preferidas no inverno, quando as pessoas normalmente acabam ficando mais reclusas em casa e curtindo aquele chocolate quente. Mas estamos vivendo um momento um pouco diferente de todos os que já tivemos e a peça está cada dia mais dominando nossos looks.
Algumas cidades no brasil já estão perto de chegar aos 90 dias de isolamento social causado pela pandemia da covid-19 e, neste momento, nossa rotina ficou meio confusa. Muitos trabalhando em home office, alguns até podendo escolher seus horários de dormir e acordar, ao mesmo tempo em que não se tem a separação entre espaço de descanso e de trabalho. As crianças sem ir à escola ficam incansáveis ou entediadas, a família toda confinada e, para a maioria das pessoas, sair de casa só se for para ir ao mercado ou à farmácia mesmo.
A melhor solução é tentar manter a calma.
Diante disso tudo estamos cada dia mais buscando o confortável e o simples, fazendo da roupa um alívio e não uma preocupação.
Desde 2018 alguns sites de moda já alertavam que o pijama seria tendência, dentro e fora de casa. Sim, para ser usado também nas ruas! “Da cama para a rua”, como diziam algumas manchetes. Famosas aderiram usando no seu dia a dia, muitas inclusive apareceram com ele no tapete vermelho, fazendo com que o pijama, antes uma peça considerada íntima, se tornasse mais uma roupa a ser exposta.
E será que não estamos fazendo o mesmo com nossas vidas? Na era digital, onde em um click nos ligamos ao mundo, expomos cada vez mais o que deveria ficar reservado somente a nós. Seja nosso corpo ou emoções, nossa família e opiniões. A internet é um mundo paralelo, onde não há tristeza, somente pessoas felizes e perfeitas habitam ali. Será? Reflita sobre “com que roupa” você tem se apresentado diante do mundo lá fora. E peça a Deus entendimento e discernimento, para que vivamos conforme a sua vontade, nos preservando e sendo luz, independente do lugar onde estivermos.
Yasmin Maria Soares Ramos Melo, casada com Hericles Araujo de Melo Ramos, é designer de modas e congrega na Igreja Adventista da Promessa em Vila Medeiros, São Paulo – SP
Lockdown, confinados mas confiantes!
Bloqueado!
A coisa sempre começa com um aviso prévio, depois vem um alerta, na sequência uma advertência e, por fim, o bloqueio. Este tipo de situação é comum acontecer com as licenças de software, aplicativos e acessos virtuais. Mas, dessa vez, foi bem diferente. Se trata da restrição ao direito de ir e vir, que afetou em cheio nossa forma de enxergar o mundo, sociabilização, afetividade, segurança, saúde, estima, sonhos, planos, convicção, fé, entre tantas outras coisas.
Por um instante você pode estar pensando o mesmo que eu: “o golpe foi duro” e eu me perguntei que parte da história deste filme real de ficção científica nós perdemos. Tudo aconteceu tão rápido que ainda nos custa acreditar nesse “novo mundo”.
Não sei você, mas eu procurei algum fato semelhante ao que o mundo vive neste momento, por causa da COVID-19, e percebi algumas semelhanças com a história nos tempos de Noé, registrada no livro de Gênesis capítulos 6 a 9. Nosso olhar será para o comportamento humano da época.
Segundo os relatos bíblicos, a humanidade havia se corrompido, em seus pensamentos só havia espaço para arquitetar violência e maldades de toda natureza; estava completamente distanciada de Deus, de seus propósitos e de sua criação. Como consequência a humanidade recebeu o salário do pecado: a morte.
Por aproximadamente 120 anos um homem chamado Noé, que era considerado um louco por seus contemporâneos, anunciou que haveria uma saída para a humanidade, caso ela se arrependesse dos seus pecados e se voltasse para Deus, seu criador. Ninguém deu bola para as boas novas que ele anunciava. Aquela gente não considerava quem era Noé, um homem que nutria um profundo relacionamento de comunhão, obediência e fé com Deus.
Confinado, sim, mas muito confiante! Nossa! Você deve ter pensado agora…
O que você está tentando me dizer? Que a pandemia, o isolamento social, o bloqueio total, a falta de trabalho, o pânico geral, todo esse caos é um castigo de Deus?
Não estou afirmando isso. Só fiz um tour pela história para que você perceba que houve um momento semelhante ao que estamos vivendo. E uma família que amava Deus, superou o isolamento, o luto, o medo, a incerteza, o trabalho duro, a fragilidade emocional, o convívio diário, a pressão do inesperado, a escassez de alimento e outros desafios.
O que os fez vencer e superar foi o fato de estarem juntos, no mesmo barco, suportando e sustentando-se uns aos outros. Estavam enfocados em suas fortalezas e superavam suas debilidades dia após dia.
É o que devemos fazer neste momento, acreditar que existe uma novidade de vida nos aguardando.
Respire fundo, deposite sua fé em Deus, fundamente sua esperança em sua Palavra, receba e agradeça por seu cuidado. Não importa o tempo que teremos de esperar para retomar a rotina da nossa vida nesse “novo normal”, importa saber que, haja o que houver, sairemos vitoriosos, se permanecermos fiéis.
A voz de Deus ecoa por toda a terra para que seus filhos ouçam e confiem que Ele continua no controle de todas as coisas.
“Aquietai-vos e sabei que eu sou Deus”. (Salmos 46:10a)
“Não fui eu que lhe ordenei? Seja forte e corajoso! Não se apavore, nem se desanime, pois o Senhor, o seu Deus, estará com você por onde você andar”. (Josué 1:9).
Que Deus continue sendo seu socorro bem presente em tempos de angústia.
Escrito por Maristela Montanheiro de Paula, casada com o pastor Amadilson de Paula, mãe de Stephany e Nathalie. Conselheira e escritora. Atuando na Missão em Nacimiento, Chile.