O "fervor" de Pedro

O ataque ao ator, durante a Páscoa, nos fez lembrar do apóstolo impulsivo

No último final de semana, entre as celebrações da Páscoa, todos ficaram chocados com a reação de um homem que assistia ao espetáculo em Nova Hartz, interior do Rio Grande do Sul. Ao ver o ator Samir Rodrigues, que encenava um dos soldados, “ferir” Jesus crucificado com uma lança, o homem invadiu o palco e agrediu o ator com um capacete. Felizmente, pessoas acudiram e os ferimentos provocados foram leves. Mas foi impossível não associar, de certa forma, a reação do homem enraivecido, com a do apóstolo Pedro, que cortou a orelha de um dos soldados romanos, quando estes prenderam Jesus.
Simão Pedro, petros (grego), pequena pedra, pedrinha é um destes enigmáticos personagens que amamos em sua disposição e solicitude quanto aos interesses do Reino. O antecipador, o “atirado”, com sua personalidade corajosa, irrequieta. Um sujeito “duro na queda” inicialmente, micro empresário pesqueiro, que se tornou pescador de homens, após Jesus chamá-lo.
É Interessante salientar que sua percepção sobre o Filho de Deus era nítida, porém o seu “fervor humano” quase sempre o levava a colocar a “carroça diante dos bois”. Era ansioso, quase sempre queria soluções imediatas, mesmo que tivesse que usar expedientes nada pedagógicos: negação, mentira, descompromisso, violência etc.
Não poupou nem a sogra doente que teria de fazer comida para os seus convidados que, eu acredito, ele não tinha a avisado que iria levar. Jesus estava entre os seus convidados e providenciou a cura daquela mulher que logo após os serviu: “Saindo da sinagoga dirigiu-se Jesus à casa de Simão. A sogra de Simão estava atormentada, ardendo em febre, e rogaram a Jesus que a ajudasse de alguma forma. Estando Ele em pé próximo a ela, inclinou-se e repreendeu aquela febre, que no mesmo instante a deixou. Ela rapidamente se levantou e passou a servi-los.” (Lucas, 4.38-39).
O “fervor humano” tem atrapalhado muitos de nós que amamos a Cristo,  mas que temos a síndrome de Gabriela (…eu nasci assim…). Posturas que nos levam à inadimplência espiritual e social.
A mudança em Pedro ocorreu quando o Senhor, já preso, olhou nos seus olhos, o fitou com seu olhar cálido, meigo, sofredor. Eu acredito que flashes dos melhores momentos vivenciados com o Mestre Jesus irradiaram a mente e o coração do apóstolo, que empreendeu fuga na escuridão da noite. Suas lágrimas foram autênticas, diante daquele que é a perfeição divina, confrontando nossas falhas (Lucas 22.62).
O Olhar de Jesus faz nos ver a grande misericórdia de Deus em dar atenção a nós. Pedro saiu daquela escuridão mais convicto, mais discípulo, mais cristão. Seu “fervor humano” desapareceu neste incidente, divisor de águas em sua vida.
“Você me ama?” Foi o ápice, o auge da pergunta de Jesus que iria acabar de vez com seu “fervor humano”. “Mais dEle e menos de mim” passou a ser o alvo de Pedro, e deve ser o nosso também.

Pr. Omar Figueiredo congrega na IAP em Pq. Edu Chaves (São Paulo – SP)

Dicas da lição 1 – “A essência do evangelho”

A essência do evangelho

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Dicas

Dinâmica de participação: Leve para classe um envelope de carta escrito por fora “carta aos Gálatas” e dentro dele, em tiras cortadas de papel os tópicos da lição: 1. O autor da carta; 2. Os destinatários da carta; 3. A saudação da carta e 4. A essência da carta. A ideia é que a carta vá passando de mão em mão, ao som de uma música até que o professor ou professora pare a mesma para, em seguida, o aluno ou aluna que ficar com a correspondência, fale sobre o tópico correspondente. Peça que, no momento em que ele ou ela tirar do envelope o papel, atente para que comece do item 1 até o 4.
Mapa: exiba para seus alunos e alunas o mapa que mostra a região da Galácia. Este os ajudará a entender de que região Paulo estava falando e para quem estava escrevendo. Utilize a imagem no item 2. Os destinatários da carta.

(Foto: Divulgação/Wikipedia)

Material de apoio: Use os comentários adicionais, disponíveis no espaço abaixo, para complementar a aula.

Comentários Adicionais

    1. Paulo, o escritor
      “A atmosfera espiritual está carregada. Está quente e sufocante. Ameaça um forte temporal. O céu está escurecendo. À distância podem-se ver os relâmpagos; podem-se ouvir os trovões distantes. Enquanto se lê cada linha dos versículos 1 -5, à luz da época e do propósito da carta […], a turbulência atmosférica pode ser imediatamente detectada. O apóstolo [Paulo], apesar de estar sob pleno controle, pois está escrevendo sob a direção do Espírito Santo, está, porém, fortemente agitado, profundamente comovido. Seu coração e mente estão dominados por um misto de emoções. Contra os corruptores [os judaizantes] ele tem severas denúncias que fluem de uma santa indignação. Para os destinatários [os gálatas] há uma veemente desaprovação e um sincero desejo de que sejam restaurados. E para com Aquele que o chamou, há profunda reverência e humilde gratidão”. (HENDRIKSEN, Willian. Comentário do NT – Gálatas. Tradução: Valter G. Martins. São Paulo: Cultura Cristã, 2009, p.47-48).
    2. Os destinatários
      “Aqueles a quem Paulo escreve são assim chamados: às igrejas da Galácia. Todo modificador elogioso – por exemplo, “amados de Deus” (cf. Rm 1.7), “santificados em Cristo Jesus” (cf. I Co 1.2), “santos e crentes” (Ef 1.1)- está ausente aqui. O apóstolo ama, mas não admite bajulação. A atmosfera permanece tensa. Note: igrejas aparece tanto aqui como em 1.22. Paulo reconhece a autonomia da igreja local. Entretanto, ele também tem plena consciência do fato de que todos os crentes em todos os lugares constituem um corpo em Cristo, uma só igreja (1.13). Ele mantém perfeito equilíbrio; uma lição para todas as épocas!”. (HENDRIKSEN, Willian. Comentário do NT – Gálatas. Tradução: Valter G. Martins. São Paulo: Cultura Cristã, 2009, p.53)
    3. O cuidado do apóstolo
      “Paulo sempre demonstrou uma preocupação carinhosa com seus convertidos e um desejo profundo de ver as igrejas que fundara glorificando a Cristo (ver At 15:36; 2 Co 11:28) […] Infelizmente, muitos dos cristãos da Galácia haviam dado as costas a Paulo, seu “pai espiritual”, e seguiam os mestres legalistas que misturavam a Lei do Antigo Testamento ao evangelho da graça de Deus (chamamos esses falsos mestres de judaizantes, pois tentavam atrair os cristãos de volta para o antigo sistema religioso judaico). Assim, Paulo possuía um ministério como apóstolo e também como fundador das igrejas da Galácia e tinha a autoridade necessária para tratar dos problemas nessas igrejas”. (WIERSBE, Warren W. Comentário bíblico expositivo: Novo testamento: vol. 1. Tradução de Susana E. Klassen. Santo André: Geográfica, 2006, p.893)
    4. A saudação de Paulo
      “Graça, como é usada aqui, é o favor espontâneo e imerecido de Deus em ação, sua bondade gratuita em atividade, outorgando salvação a pecadores carregados de culpa e que o procuram em busca de refúgio. É como se fosse o arco-íris em volta do próprio trono de Deus, donde saem relâmpagos e trovões (Ap 4.3-5). Pensamos no Juiz que não somente perdoa a pena, mas também cancela a culpa do infrator, e ainda o adota como seu próprio filho. A graça traz paz. Esta é tanto um estado, o de reconciliação com Deus, como uma condição, a convicção interior de que, conseqüentemente, agora tudo está bem. É a grande bênção que Cristo, através de seu sacrifício expiatório, outorgou à igreja (Jo 14.27), e que excede todo o entendimento (Fp 4.7). […] Ora, a graça e a paz têm suas origens em Deus nosso (preciosa palavra de apropriação e inclusão!) Pai, e foram merecidas para os crentes por meio daquele que é o grande Mestre, Proprietário e Conquistador (“Senhor”), Salvador (“Jesus”) e Sacerdote Ungido (“Cristo”), o qual, em virtude de sua tríplice unção, “também pode salvar totalmente os que por ele se chegam a Deus” (Hb 7.25). (HENDRIKSEN, Willian. Comentário do NT – Gálatas. Tradução: Valter G. Martins. São Paulo: Cultura Cristã, 2009, p. 53-54).
    5. O evangelho apresenta o plano de Deus
      “[…] segundo a vontade de nosso Deus e Pai: a vontade do Pai nos atos redentores de Cristo é um aspecto importante da teologia de Paulo e faz realmente parte integrante de toda a teologia cristã, excluindo qualquer noção de que o que aconteceu a Cristo fosse causado pelas circunstâncias. Tudo fazia parte de um plano para derrubar o mal e libertar o homem do poder do mesmo. Em várias das suas Epístolas, Paulo menciona que seu apostolado era segundo a vontade de Deus, e esta ideia brota da sua profunda convicção de que a vontade de Deus está por trás de todos os aspectos do evangelho cristão. Ao enfatizá-la aqui, o apóstolo prepara seus leitores para o tema principal desta Epístola — a libertação levada a efeito por Cristo. O propósito divino jamais pretendeu que os homens fossem escravos”. (GUTHRIE, Donald. Gálatas: introdução e comentário. Tradução Gordon Chown. São Paulo: Mundo Cristão e Vida Nova, 1984, p. 72).

A despedida de um filho ao seu pai

Tempo para tudo – chorar e rir

Para tudo há uma ocasião, e um tempo para cada propósito debaixo do céu: Tempo de chorar e tempo de rir, tempo de prantear e tempo de dançar. (Ecles.3.1 e 4)
Sentados em discreto sofá na ante sala de uma UTI, estávamos meu pai e eu, esforçando-nos para ter aquela que seria nossa última conversa. A mesma revelou-se objetiva, franca e com longas pausas. Enquanto aguardávamos o enfermeiro, preferimos olhar para o nada, às vezes para a parede clássica em branco gelo. Descruzávamos os olhares para não denunciar o óbvio: para papai, era tempo de guardar a fé, tempo que Deus permite que ela, a fé, seja guardada inteiramente para nós. Deixamos o silêncio falar em nosso lugar.
Meu pai, um homem elegante, ainda que com respiração sofrida, se mantinha sentado de pernas cruzadas, à moda antiga, como sempre o fazia, cabelos despropositados lembrando Castro Alves (o poeta), rompeu o silêncio com uma frase entrecortada que, teimosamente, permanece em minha memória: – “filho, estou sofrendo muito”.
Tentei ajudar, amenizar, mas a clareza do momento não me deixava dúvidas, estava chegando o tempo de chorar, chorar aquele que me cuidou, que me sustentou e me proveu. Na verdade eu chorava a seco, e o fazia para não imprimir nada mais que pudesse intensificar a dor nas emoções de meu amado pai.
Naquela tarde acinzentada eu estava com o famoso “nó na garganta”. Fiquei ali esperando, esperei até que um gentil enfermeiro o levou, fechando uma porta entre nós. Demorei-me um pouco mais na sala do encontro, e também do desencontro. Sabia que não nos falaríamos mais. Precisava organizar os pensamentos e aceitar que há tempo para tudo nessa vida passageira. Sim, há tempo para tudo nesta vida, conto ligeiro! Chorar e rir, prantear e dançar.
A vida e morte de meu pai ajudou-me compreender que todos nós, sem exceção, experimentaremos as estações de choro que parecerão não ter mais fim. Estações de alegrias que esperamos não acabem jamais.
Naquela tarde carreguei outra certeza: de que nossas experiências produzem efeitos colaterais. A exemplo de uma onda do mar, vai atingindo a todos que estão a frente, afetando relacionamentos, deixando profundas marcas pessoais e familiares. Minha família precisou alterar sua configuração para seguir em frente.
O tempo parece ter um humor bipolar e o lança sobre todos, em todas as épocas. Transitar entre alegria e tristeza não é fácil, e quando nos encontramos em tempo de choro e pranto não raro pensamos que jamais conseguiremos voltar a sorrir. Dançar? Impensável. É comum ouvirmos: – o mundo acabou para mim. Realmente são falas em meio à dor e não devem ser entendidas como vitimização. Como voltar a sorrir após o tempo de choro? Como continuar sem o nosso patriarca? Creio firmemente que a resposta encontra-se nas palavras daquele que tem a “PALAVRA” das palavras:

  • “O Espírito do Soberano Senhor está sobre mim porque o Senhor ungiu-me para levar boas notícias aos pobres. Enviou-me para cuidar dos que estão com o coração quebrantado, anunciar liberdade aos cativos e libertação das trevas aos prisioneiros… para consolar todos os que andam tristes, e dar a todos os que choram em Sião uma bela coroa em vez de cinzas, o óleo da alegria em vez de pranto, e um manto de louvor em vez de espírito deprimido.” (Isaías 61:1-3).
  • “Depois do sofrimento de sua alma, ele verá a luz e ficará satisfeito” (Isaías 53:11a).

Aos poucos e gradativamente fui percebendo que a ausência de meu pai era cada vez menos dolorida. Percebia o amor de Deus cuidando e fazendo o que não podíamos, e ao mesmo tempo tinha claro que esse amor se revelava nos abraços amigos, ombros irmãos e na própria família.
Deus tem sua maravilhosa maneira de ser socorro bem presente na hora da angústia. Ele colocou em nosso coração o desejo pela eternidade, pois somente neste tempo – a eternidade – não haverá mais dor, pranto, somente alegrias eternas (Ap 21).
Hoje estou aqui sem tristezas e sem o tal “nó na garganta”. Respiro feliz. Eu sei, e estou bem certo, que foi Jesus que levou sobre si todas as minhas dores para que eu consiga alegremente relembrar que, em uma bela manhã de verão, sentado no colo de meu pai, aguardava ele descascar, calmamente, uma belíssima e doce manga. Dividimos em tempo de paz, pai e filho, o sabor da última manga daquela estação.
 
Pr. Ismael Narcizo é responsável pela IAP em Douradina (MS).

Assembleia Geral Extraordinária

INSCRIÇÕES ENCERRADAS!

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A Assembleia Geral Extraordinária da Convenção Geral será realizada nos dias 19 e 20 de maio de 2018 no Espaço Promessa, localizada na Rodovia Cosmópolis, Artur Nogueira, s/n  (continuação da Av. Saudade), Bairro Boa Vista – Cosmópolis, SP.

As vagas para hospedagem são limitadas.

Clique AQUI para ler o Edital de Convocação.

Confira os valores para inscrição (com e sem hospedagem)

INSCRIÇÃO ATÉ 9 DE MAIO DE 2018

  • COM HOSPEDAGEM – 02 diárias: R$ 240,00
    Entrada na sexta à tarde (com jantar).
    Sábado: Café da manhã, almoço e jantar.
    Domingo: Café da manhã e almoço.
  • SEM HOSPEDAGEM – 02 diárias: R$ 160,00
    Entrada no sábado de manhã
    Sábado: Café da manhã, almoço e jantar.
    Domingo: Café da manhã, almoço e jantar.
  • SEM HOSPEDAGEM (no SÁBADO): R$ 80,00
    – Com café da manhã, almoço e jantar.
  • SEM HOSPEDAGEM (no DOMINGO): R$ 80,00
    – Com café da manhã, almoço e jantar.

OBSERVAÇÃO: Optantes das duas diárias com hospedagem devem levar roupa de cama, banho, material de higiene pessoal, agasalho e cobertor (por se tratar de período de inverno).
FORMA DE PAGAMENTO: Depósito ou Transferência
Banco Bradesco – AG. 0099 CC. 0295411-7
(Convenção Geral das Igrejas Adv. da Promessa)
As inscrições serão efetivadas somente após o envio do comprovante de pagamento e a ficha preenchida.
E-mail para envio do comprovante: secretaria@portaliap.org
Informações adicionais pelo telefone (11) 3119-6457.
 

Destruir ou construir?

Tempo para tudo – saiba escolher

Você já ouviu o ditado antigo: “Quem casa quer casa”?
Quando duas pessoas resolvem se casar e montar uma nova família, uma das primeiras preocupações é com a casa ou apartamento: onde vamos morar?
Quem não quer ter um cantinho seu, de preferência próprio, por menor e mais simples que seja? Isso nos traz segurança, liberdade, privacidade e realização.
No versículo 5 do capítulo 3 de Eclesiastes lemos: “Tempo de destruir e tempo de construir.”
Sim, nossa vida nos dá oportunidades infinitas com relação às coisas que nos chegam às mãos. Tempo de destruir. Parece muito fácil quando vemos um imóvel antigo que está sendo destruído para dar lugar a uma nova edificação. Eles vêm com máquinas e vão derrubando tudo, telhado, paredes etc. Em um tempo muito curto, vemos tudo vir abaixo.
Esse é um exemplo muito bom pensando em destruir. Dar lugar ao novo, refazer, tornar mais bonito, mais eficiente. Porém, quando se destrói uma construção, há a preocupação em aproveitar materiais antigos, o cuidado para não abalar a estrutura, caso se trate de uma reforma, ou ainda limpar bem o terreno, no caso de uma construção totalmente diferente.
Em nossas vidas, passamos também por momentos de destruir, tanto para o bem como para o mal. Muitas vezes nos colocamos em determinadas situações em que é preciso destruir relacionamentos que não são nada bons, destruir hábitos nada saudáveis, destruir vícios que estão acabando com o que há de bom em nós. Estas destruições, embora necessárias e benéficas, trazem dor, sofrimento e tristeza, mas o seu fim é bom, nos trará alegria, esperança e vida.
Muitas vezes, pela nossa natureza pecaminosa, acabamos por destruir coisas boas que temos, amizades de anos, um casamento, uma família, nossa reputação, nosso nome, nosso testemunho, a esperança e alegria de pessoas à nossa volta e tantas outras coisas que são extremamente caras e benéficas para nossa vida. Essa destruição não é nada boa. Faz com que percamos muitas coisas e pessoas. Mas as coisas não terminam aqui, temos a chance de reconstruir.
Essa é uma fase muito mais alegre e gostosa, embora muito trabalhosa.
Quem já teve a oportunidade de construir uma casa sabe o grande privilégio que é. Traz alegria, responsabilidade e muito trabalho, mas um trabalho que vale a pena. Como é gostoso entrar em uma casa que acabamos de construir.
E assim se dá a outra parte deste versículo, tempo de construir. Esse tempo é bem trabalhoso, difícil, demorado, precisa de muito empenho e dedicação, mas o final dele é um grande presente.
Se olharmos para a construção em outros aspectos da nossa vida podemos pensar na construção de amizades, de relacionamentos. Essas coisas demoram anos, mas como é bom, depois de ver o tempo passar, olhar para trás e ver uma amizade bem construída, que resiste a verdades e conselhos. Ou ver um relacionamento que começou tímido e hoje se tornou uma família forte e alicerçada em Cristo, que resiste a grandes tempestades, que gerou filhos bem estruturados, felizes, tementes a Deus, que irão formar novas famílias bem estruturadas e que vivem na dependência de Deus.
Porém precisamos pensar que, ao construir, devemos ficar atentos a todos os detalhes. Se uma parede começa a ser erguida de forma torta, é preciso derrubá-la e começar a construí-la novamente. Não podemos ser desatentos, caso contrário, nossa edificação nos trará danos e não alegrias.
Também precisamos saber o que estamos construindo, qual a finalidade daquela obra. Não devemos construir más companhias, vícios, pecados frequentes. Nossa construção precisa estar preparada para ter Jesus conosco o tempo todo. Se em sua construção Jesus não pode habitar, tem algo de errado nela, pense nisso.
Enfim, em nossa vida temos a oportunidade de tornar todas as coisas que recebemos em nossas mãos em coisas boas. Lemos em Romanos 8:28: “E sabemos que todas as coisas contribuem juntamente para o bem daqueles que amam a Deus, daqueles que são chamados segundo o seu propósito.” Todas as coisas que Deus permite que entrem em nossas vidas podemos escolher se tornaremos aquilo um bem ou um mal.
Que possamos escolher o bem sempre. Escolher o que nos leva pra perto de Deus, seja destruindo ou seja construindo.
 
Dsa. Regina Guimarães Longo Mendes congrega na IAP em Pq. Itália (Campinas – SP) e integra a equipe do Departamento Ministerial – Convenção Geral

Pedido de oração

Oremos pelo Ikael, que passa por cirurgia hoje

Vamos nos unir em oração, clamando ao Pai pelo jovem Ikael, de 18 anos, da IAP em Tuntum, Maranhão. Ele está passando hoje por uma cirurgia para retirada de dois tumores no cérebro. Nosso Deus é poderoso e cremos que as mãos dEle é que estão sobre a vida do Ikael!

Convenção Oeste Paulista

Assembleia em Marília (SP)

O sábado também foi um dia festivo para os promessistas da Convenção Oeste Paulista, que realizaram sua Assembleia.
O Pr. Gilberto Coelho anunciou a Palavra de Deus, com o tema: Princípios Bíblicos da Igreja Missional.
Esteve também o Pr. Otoniel Alves, diretor financeiro da Convenção Geral.

Convenção Sul

Assembleia aconteceu na IAP em Prado Velho

A IAP em Prado Velho (PR) sediou no último sábado a assembléia da Convenção Sul. A participação dos irmãos foi expressiva. Pregou a Palavra o PR. Osmar Pedro, vice presidente da IAP e diretor da Junta de Missões.

Convenção Bahia

A Igreja Missional

Este foi o tema da mensagem proferida pelo PR José Lima, segundo secretário da Convenção Geral na assembleia da Bahia, no sábado dia 24. Deus foi exaltado soberanamente.

Convenção Sul Matogrossense

Evento ocorreu no sábado (24/03)

Os promessistas da Convenção Sul Matogrossense se reuniram no sábado (24) para adorar ao Senhor, numa grande Assembleia. O evento aconteceu em Dourados (MS) e contou com a participação de muitos irmãos. A Palavra foi anunciada pelo Pr. Magno Silva, secretário da Convenção Geral.

Assembleia na Convenção Seal

Momento de alegria mas também despedida

No último dia 10, a Convenção Seal (Sergipe / Alagoas) realizou sua 4ª Assembleia, que foi tremendamente marcada pela presença de Deus. Os cerca de 450 irmãos presentes foram muito abençoados por Deus e puderam ouvir sua voz, por meio da mensagem pregada pelo Pr. Osmar Pedro, vice-presidente da Convenção Geral da IAP e diretor da Junta de Missões, e pela intercessão do pr. João Leonardo Junior, diretor jurídico da Convenção Geral.
O culto foi marcado também por forte emoção pela despedida oficial do pr. Cristian Paixão, que juntamente com sua família, estará assumindo o campo missionário em Moçambique (África) no próximo mês.
Foi apresentada à Assembleia a nova composição da Diretoria da Convenção:
-Superintendente – Pr. Irailton Melo
– Vice-superintendente – Pr. Denilson Ferreira
– Secretário – Pr. Renato Fiel
– Tesoureiro – Pr. Fábio Bispo
– Patrimônio – Pr. João Evangelista

Dicas da lição 13 – “Desejo insaciável pela oração”

Desejo insaciável pela oração

  • Para ouvir o podcast desta lição, clique AQUI.

 

Dicas

Vídeo: No estudo do item 2: a perseverança na oração, mostre o vídeo intitulado “biografia do avivamento – jovens moravianos”: https://www.youtube.com/watch?v=MdGGgb9ScPs Este vídeo conta resumidamente a história dos moravianos e da campanha de oração iniciada por eles que durou literalmente por um período de 100 anos. Em seguida, reforce a necessidade de sermos perseverantes em nossas orações.
Dinâmica: 1 cadeado pequeno e chaves, 1 caixinha que pegue cadeado, objetos pequenos de valor (relógio, aliança, moedas, etc.).
Coloque os objetos na caixa. Na chave que abre o cadeado da caixa, ponha uma etiqueta com a palavra ORAÇÃO. Ao estudar o item 1 da aplicação: oração é prioridade, mostre aos alunos a caixinha com o cadeado e diga-lhes que só se pode ter acesso aos objetos valiosos ali guardados se a chave certa for utilizada. Tente abrir a caixa com outras chaves. Relacione a isso o fato de que muitas pessoas buscam avivamento utilizando as chaves erradas, priorizando o que não deve (filmes, novelas, trabalho, internet). Agora, mostre a chave correta, a que está colada com a etiqueta contendo a palavra ORAÇÃO. Com ela abra o cadeado e argumente para a classe que a oração deve ser prioridade na busca do avivamento. Retire os objetos da caixa e enfatize que as bênçãos de Deus estarão mais facilmente ao nosso alcance quando focarmos na prática da oração.
Oração: Após ler o desafio da semana, reúna a classe para um breve momento de oração, a qual terá como foco o clamor por avivamento.
Material de apoio: Use os comentários adicionais, disponíveis no espaço abaixo, para complementar a aula.

Comentários Adicionais

    1. Aos sedentos
      “O derramamento do Espírito é para os sedentos. O Senhor dará o Espírito àqueles que lho pedirem. Se sua alma está com sede de Deus, como a corça anseia pelas correntes das águas (Sl 42.1), e se seu coração está suspirando pelo Senhor mais do que os guardas pelo romper da manhã (Sl 130.6), os céus se fenderão sobre a sua cabeça e o Espírito Santo será derramado copiosamente sobre sua vida”. (LOPES, Hernandes Dias. Derramamento do Espírito: essa promessa é para você, para hoje! 3 ed. Venda Nova: Editora Betânia, 1996, p. 53).
    2. Persista
      “A maior parte dos cristãos admite que nunca orou pelo avivamento. Dos que oram por esse avivamento, apenas alguns o fazem com regularidade. Dentre os que oram com regularidade, apenas uns poucos oram com desesperada necessidade. E infelizmente, nesse pequeno grupo, alguns estão ficando cansados de pedi-lo, e abandonam a tarefa divinamente designada enquanto a mão de Deus ainda está preparando a bênção”. (ROBERTS, Richard Owen. Avivamento: a ação do Espírito Santo. Tradução: Vivian do Amaral Nunes. São Paulo: Shedd Publicações, 2015, p. 181).
    3. A mobilização pela oração
      “Uma poderosa aliança a favor da oração é necessária. Reuniões de oração pelo avivamento deveriam acontecer em escritórios, lares, fábricas e escolas por toda a nação. Todos os interesses sectários devem ser abandonados em prol da grande causa do avivamento. Homens e mulheres de várias denominações e experiências de vida, tem toda a terra, devem concordar neste ponto: eles não podem, e não irão, viver sem o avivamento”. (ROBERTS, Richard Owen. Avivamento: a ação do Espírito Santo. Tradução: Vivian do Amaral Nunes. São Paulo: Shedd Publicações, 2015, p. 181).
    4. A oração é um deleite
      “A oração, que pode ter parecido algo árduo antes do avivamento, tornar-se-á puro deleite. A ‘doce hora da oração’, em lugar de consistir em doces palavras de uma canção, será a preciosa realidade. Em lugar de inventar uma série de desculpas para não orar, o avivamento não encontra outra atividade tão prazerosa e benéfica. Quando o tempo reservado para orar termina, em vez de alívio haverá tristeza por ter passado tão rápido”. (ROBERTS, Richard Owen. Avivamento: a ação do Espírito Santo. Tradução: Vivian do Amaral Nunes. São Paulo: Shedd Publicações, 2015, p. 181).
    5. Ore, sem esmorecer
      “Os discípulos não aguardaram a promessa do Espírito Santo passivos, mas em oração. […] Essa oração no cenáculo teve três características: primeiro, ela foi abrangente – todos estavam comprometidos com a busca do Espírito Santo; segundo, ela foi perseverante – todos permaneceram em oração, sem esmorecer; terceiro, ela foi unânime, ou seja, todos tinham um só objetivo, uma só motivação, a busca do Espírito Santo”. (LOPES, Hernandes Dias. Mensagens Selecionadas de Hernandes Dias Lopes. São Paulo: Hagnos, 2007, p. 56).

Transparência necessária

“Tudo o que não puder contar como fez, não faça!”

Como complemento ao título deste texto, o professor de filosofia Mario Sergio Cortella diz que “…se há razões para não poder contar, essas são as mesmas razões para não fazer… Existem coisas que não podem ser contadas porque pertencem ao terreno da privacidade, do sigilo. Mas há aquelas que não podemos contar porque nos envergonham, nos diminuem. ”
Em 2008, nos Jogos Olímpicos de Pequim (China), as obras, o cenário criado era “perfeito”. Podemos dizer que os Jogos de Pequim representaram o ápice das Olimpíadas, desde seu início, em 1952. O que ninguém imagina é o que havia por trás de alguns muros em Pequim. Por trás de alguns daqueles cartazes coloridos e dos monumentos incríveis havia a pobreza.
Sabemos que, no cenário espiritual, os olhos de Deus não são como os olhos humanos. A Palavra de Deus, no livro Jeremias, capitulo 17.10 diz que Ele é capaz de sondar profundamente os corações. Hebreus 4.13 externa que não há criatura alguma incógnita aos olhos de Deus. Não há como fugir dos seus olhos!
Com medo dos propósitos de Deus, Jonas resolve, em um ato de desespero, fugir da presença do Senhor (Jn 1:2). Quantos de nós não cometemos o mesmo erro?
No livro de Gênesis, o primeiro casal, Adão e Eva, decide se esconder da presença de Deus no jardim que Ele mesmo havia criado.
Querer fugir ou se esconder de Deus nos mostra que perdemos a nossa intimidade e a nossa confiança nele.
A frase de Immanuel Kant, no título deste texto, nos traz algo extraordinário. Realmente o que não podemos contar por vergonha, na maioria das vezes, representa algo que não deveríamos ter feito. Corremos como loucos para encontrar artifícios coloridos, atrativos para camuflar nossos erros. São omissões, mentiras que constantemente encobrem nossos erros no cotidiano.
Quem poderia imaginar que pessoas tão íntimas de Deus poderiam tentar se esconder de dele? Foi o que Adão e Eva tentaram fazer, sem sucesso. Da mesma forma, Deus não se impressiona se camuflamos nossas mazelas com cartazes coloridos. Ele sonda nossa vida por inteiro. Nada nem ninguém pode enganar Deus.
Mas uma decisão é capaz de mudar as nossas vidas e fazer as nossas pazes com Deus: abrir os portões para Ele, permitindo que Ele veja nosso erro e nos mude. Ele nos dá forças para não mais errar e nos purifica de todo pecado, de forma que não teremos mais do que nos envergonhar.

Adrilson de Oliveira é diretor do Ministério de Música e Artes da Convenção Oeste Paulista e congrega na IAP em Santa Antonieta, Marília (SP)

Quando parece que nossas orações não chegaram a Deus

Tempo para tudo – para ser curado ou morrer

“Tudo tem o seu tempo determinado”, assim começa o capítulo três do livro de Eclesiastes, escrito por Salomão, rei de Jerusalém, no décimo século antes de Cristo, tendo como um de seus propósitos refletir as experiências e desesperanças de seu autor. Desta forma, este “é o livro do homem ‘debaixo do sol’ que filosofa sobre a vida…, representa a visão do mundo de um dos mais sábios homens, que sabia da existência de um Deus Santo que julgará todas as coisas um dia”[1].
A repetição das expressões como “vaidade das vaidades”, “tudo é vaidade”, “correr atrás do vento” deixa claro que, para o “pregador” – como Salomão se auto intitula neste livro – muito de suas experiências o levou à conclusão de um vazio nas realizações. Ele se encontrava frustrado porque muito daquilo que buscou durante sua vida não tinha valor duradouro. Desta forma, este livro demonstra que “a vida vista unicamente a partir da perspectiva humana resultará em pessimismo, e oferece a esperança por meio da obediência humilde e da fidelidade a Deus até o dia do julgamento final”[2].
Certamente que a compreensão da revelação divina, que nos proporcionaram os séculos que nos separam do sábio Salomão, nos permite afirmar que há uma sabedoria acima de tudo e de todos. Podemos assegurar, sem a menor das dúvidas, que há uma eternidade para ser vivida e que Deus, com sua infinita sabedoria, governa o mundo, governa a história e governa nossas vidas. Assim o Deus de Salomão, desde sempre, sabe discernir todos os acontecimentos e seus reais propósitos, de tal modo “o conhecimento que Deus possui dá-lhe o discernimento de tudo quanto existe e que poderá vir a existir. Tendo em vista que Deus existe por si mesmo, seus conhecimentos estão além de nossa simples imaginação, são ilimitados” [3]. Esta sabedoria é sintetizada desta forma pelo salmista: “Nosso Senhor é grande, com força sem limite: nunca compreenderemos o que ele sabe e faz”[4].
Este Deus que dá sentido à vida e que é surpreendentemente sábio, cura alguns e permite que morram outros. Seria longa a lista de cristãos sinceros, que tivemos a alegria de conhecer, por pouquíssimo tempo, pois já não estão mais entre nós, dizimados por doenças terríveis. Muitos destes servos que dormem em Cristo partiram muito cedo, poderiam ter vivido conosco muitos anos ainda, entretanto, a despeito das orações e consagrações por suas curas, ela não veio. O Senhor tinha outros planos, muito mais elevados que os nossos e agora eles aguardam o dia da gloriosa manhã da ressurreição.
Quando parece que nossas orações não chegaram diante de Deus e a morte chega, quando o Senhor não cura, alguns acreditam que ele esteja imputando um juízo sobre nós, ou mesmo que as orações não foram acompanhadas de fé genuína. Há quem chega a pensar que Satanás triunfou trazendo a morte e que Deus não pode fazer nada para mudar a sorte da pessoa que tanto amamos e pela qual tanto oramos.
“Se tudo der certo, Ele é Deus, mas se não der, continua sendo Deus”
baseado em romanos 8: 18-28, John Piper faz seis afirmações sobre a questão das doenças e da morte: (1) ele lembra que o pecado submeteu nosso corpo às enfermidades e a morte, (2) em seguida recorda que “há um tempo determinado” para a nossa redenção, onde nem as enfermidades nem a morte não mais existirão; (3) que Cristo conquistou o direito de uma vida sem doenças na eternidade; (4) que Deus controla todo sofrimento para o bem de seu povo; (5) que nossas orações devem suplicar além da cura, para que tenhamos força na provação e, finalmente (6) que devemos sempre confiar no poder e na bondade de Deus a despeito dos desfechos que estes cenários possam chegar.
Gostaríamos de enfatizar duas destas afirmações, pois o Deus da Bíblia não desperdiça sofrimento do seu povo, mesmo que sejam sofrimentos terríveis, o Senhor tem o controle de tudo, tudo está em suas mãos, nada passa despercebido diante dele. Quando Ele permite que a morte alcance o cristão, devemos entender que Ele está no controle: “Saibam todos que eu, somente eu sou Deus; não há outro Deus além de mim. Eu mato e eu faço viver; eu firo e eu curo. Ninguém pode me impedir de fazer o que eu quero” (BLH, Dt 32.39).
Após entendermos que o Senhor, que tem o controle de tudo, permitiu que a morte chegasse, devemos igualmente fortalecer a nossa fé de que ele é bom, sua bondade não tem limite. Se a Ele pareceu por bem permitir que a pessoa que tanto amamos iniciasse seu repouso, devemos continuar crendo em seu amor e na sua bondade para conosco. Pode ser que nunca saibamos o verdadeiro motivo que levou o Senhor a ter optado por um fim diferente do que gostaríamos, mas a verdade é que “o Deus Eterno diz: Os meus pensamentos não são como os seus pensamentos, e eu não ajo como vocês. Assim como o céu está muito acima da terra, assim os meus pensamentos e as minhas ações estão muito acima dos seus” (Is 55.8,9). Se o tempo da separação chegou, o Deus soberano, bondoso e amoroso sabe o que é melhor para cada um de nós, pois “os caminhos e pensamentos de Deus, Seus desígnios e Suas operações são celestiais e estão acima dos desígnios e operações dos homens, que são apenas terrenos”.
Finalmente, como diz a canção do hino de Delino Marçal: “Se a doença vier, Ele é Deus. Se curado eu for, Ele é Deus. Se tudo der certo, Ele é Deus. Mas se não der, continua sendo Deus”.
Quando a enfermidade chegar, a igreja de Cristo deve fazer o que se espera que ela faça: “orai uns pelos outros”. Ela deve exercitar a oração, o clamor, a súplica, a crença, a perseverança, mas, se a despeito de tudo isso a cura não chegar e a morte for o fim inevitável, é Deus fazendo o que se espera que um Deus faça! Que dê a palavra final sobre os dilemas que afligem sua criação.
Como dizemos, nem sempre iremos entender o que ele faz, é por isso que vivemos pela fé! Cremos na existência dele e que tudo é governado por ele. É possível que um dia tenhamos algumas respostas! Até lá caminhemos na certeza de que ele governa tudo com graça e misericórdia, sabendo que, quanto àquele que partiu com Cristo, iremos revê-lo na grande multidão dos salvos, iremos reencontrá-lo, reconhecê-lo, abraçá-lo, festejar com ele, participaremos com ele da mesa do Senhor!
Celebraremos o final desta página da história da humanidade manchada pelo pecado! “Não vos entristeçais como os demais que não têm esperança”. Nossa história não termina aqui. A morte não tem a última palavra. O reino eterno é de Deus e do nosso Cristo! A vida será eterna! Não mais morte! Não mais dor! Há tempo para todas as coisas aqui e haverá tempo para a eternidade ali. “Consolai-vos uns aos outros com estas palavras”.

Pr. Aléssio Gomes de Oliveira é responsável pela IAP em Vila Maria (São Paulo, SP).

Referências
1) Bíblia Sagrada, SCOFIELD, C.I. pg 662
2) Bíblia de Estudo de Genebra, 2ª Edição, 1984, pg 854
3) HORTON, Stanley M. Teologia Sistemática, CPAD, pg134
4) A MENSAGEM, Bíblia em Linguagem Contemporânea, Salmo 147.5
5) CHAMPLIM, Russel Norman, O Antigo Testamento Interpretado Versículo por Versículo, Ed. Hagnos, 2003, pg 2946

Portal Guiame

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