Viagem Missionária: Guatemala

No primeiro dia de viagem missionária pela América Central, os pastores Amadilson de Paula, tesoureiro da Junta de Missões Mundiais e Silvio Gonçalves, vice-superintendente da Convenção Paranaense da IAP, visitaram a Sociedade Bíblica da Guatemala, onde se reuniram com a Relações Públicas da entidade, Paula, que apresentou os projetos desenvolvidos pela SBG no país. O objetivo da visita foi criar um vínculo entre a IAP Guatemala, através do Pr. Tito Orantes, que também esteve presente, e a SBG, onde será possível se integrar melhor com os projetos e em contrapartida, receber apoio da SBG para capacitação na área ministerial.

Convenção da Geral

Assembleia termina com clamor a Deus

A Assembleia da Convenção da Geral, no último sábado (21/04), terminou com um momento de intensa presença do Senhor, enquanto sua igreja clamava pelo avivamento do Espírito Santo, para que Ele nos impulsione a ser, verdadeiramente, uma igreja missional. Participaram cerca de 200 pessoas, das IAPs em Vila Medeiros, Vila Maria, Santana e Pq. Edu Chaves, todas da zona norte de São Paulo.
O Pr. Auriedno Rodrigues, representante da Junta Geral Deliberativa, expôs a palavra de Deus, cheio do Espírito Santo. “Toda ação da igreja deve ser focada na missão, e não para trazer entretenimento aos membros. A melhor forma de evangelizar os perdidos é indo em direção a eles, e não esperando que eles venham”, disse o pastor.
Participaram pela Diretoria Geral os pastores Hermes Brito, presidente da Convenção Geral, Magno Batista, secretário, e Otoniel Alves, diretor financeiro. Pr. Magno e Pr. Otoniel expuseram o relatório de suas respectivas áreas.
Partipou também do culto, com lindos louvores ao Senhor, o Coral Vozes de Júbilo, da IAP em Vila Medeiros.

Dicas da lição 4 – "A justiça do evangelho"

A justiça do evangelho

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Dicas

Dinâmica – A sentença do Juiz: Papéis com o nome RÉU para cada aluno de um lado do papel; do outro lado do mesmo papel deve estar escrito “Porque todos pecaram e destituídos estão da glória de Deus” (Romanos 3:23). Papel com o nome ACUSADOR, escrito no verso: “Acuso o réu de pecar contra a lei de Deus e de se rebelar contra a vontade dele”; Papel com o nome ADVOGADO DE DEFESA, escrito no verso: “Em defesa do réu, peço sua absolvição porque a dívida dele foi paga. Eu morri em seu lugar para que tivesse perdão de seus pecados”; Papel com o nome JUIZ, escrito no verso: “Eu declaro o réu inocente, pois foi justificado por Jesus”.
Procedimento: Escolha 04 alunos para representar o RÉU, ACUSADOR, ADVOGADO DE DEFESA e JUIZ. Os demais alunos recebem um papel com o nome RÉU, atrás deve estar escrito o versículo, conforme descrição acima. Em seguida, aparece o aluno que representa o acusador, acusando o réu do seu pecado, conforme a descrição no verso do papel. Depois, vem o aluno representando Jesus como advogado, defendendo o réu, conforme a descrição no verso do papel. Por fim, aparece o aluno que representa Deus e lê a sentença dele como juiz: “Eu declaro o homem inocente, pois foi justificado por Jesus”. Em seguida, iniciem o estudo da lição.
Imagens ilustrativas: Baixe da internet duas imagens: Uma de uma coroa de espinhos, representando o sacrifício e a graça de Jesus; a outra, de um cordeiro sacrificado, representando os sacrifícios de animais e os ritos cerimoniais dos judeus. Compare ambas e discuta com a classe qual dos sacrifícios é suficiente para a nossa justificação. Faça isso ao estudar o item 1: A suficiência do evangelho.
Para sugestão de imagens, você poderá acessar os seguintes links: https://www.google.com.br/search?q=coroa+de+espinhos&source=lnms&tbm=isch&sa=X&ved=0ahUKEwjEgq_jaXaAhXJh5AKHRyNA0sQ_AUICigB&biw=1600&bih=745#imgrc=olE4BXk54MkCpM:
https://www.google.com.br/search?q=cordeiro+sacrificado&source=lnms&tbm=isch&sa=X&ved=0ahUKEwjYno2hqXaAhUDkJAKHeFJC7IQ_AUICygC&biw=1600&bih=745#imgrc=es7XuSVWQizLDM:
As imagens podem ser impressas em papel sulfite ou projetadas em Datashow.
Material de apoio: Use os comentários adicionais, disponíveis no espaço abaixo, para complementar a aula.

Comentários Adicionais

    1. A luta pela liberdade cristã
      “A primeira luta de Paulo pela liberdade cristã deu-se na assembléia em Jerusalém (At 15:1-35; Gl 2:1-10); a segunda, em seu encontro particular com Pedro (Gl 2:11-21). Se Paulo não houvesse se mostrado disposto a participar dessa batalha espiritual, a Igreja do primeiro século poderia ter se tornado apenas uma seita do judaísmo, pregando uma mistura de Lei e graça. Mas, por causa da coragem de Paulo, o evangelho permaneceu livre de qualquer legalismo e foi levado aos gentios de modo extremamente abençoado”. (WIERSBE, Warren W. Comentário bíblico expositivo: Novo testamento: vol. 1. Tradução de Susana E. Klassen. Santo André: Geográfica, 2006, p.902).
    2. Os inimigos do evangelho
      “Desde o tempo de Paulo, os inimigos da graça têm procurado acrescentar algo ao evangelho simples da graça de Deus. Dizem que a pessoa é salva pela fé em Cristo mais alguma coisa – boas obras, os dez mandamentos, batismo, associação a uma igreja, rituais religiosos -, e Paulo deixa claro que esses mestres estão errados. Na verdade, o apóstolo profere uma maldição contra todo aquele (seja homem ou anjo) que pregar qualquer outro evangelho diferente do evangelho da graça de Deus, cujo cerne é Jesus Cristo. [..] Mudar o evangelho é assunto sério”. (WIERSBE, Warren W. Comentário bíblico expositivo: Novo testamento: vol. 1. Tradução de Susana E. Klassen. Santo André: Geográfica, 2006, p.905)
    3. Uma lição difícil
      “Deus havia dado o Espírito Santo aos gentios que creram da mesma forma como o havia concedido aos convertidos judeus, de modo que não havia distinção. Foi uma lição difícil para os primeiros cristãos, depois de séculos de distinção entre judeus e gentios (Lv 11:43-47; 20:22-27). Em sua morte na cruz, Jesus havia quebrado as barreiras entre judeus e gentios (Ef 2:11-22), de modo que, em Cristo, não há qualquer diferença racial (Gl 3:28). Em seu discurso na assembléia, Pedro deixou claro que havia somente um caminho para a salvação: a fé em Jesus Cristo”. (WIERSBE, Warren W. Comentário bíblico expositivo: Novo testamento: vol. 1. Tradução de Susana E. Klassen. Santo André: Geográfica, 2006, p.904).
    4. Crucificado com Cristo
      “Estou crucificado com Cristo: a transformação da morte para a vida leva Paulo a discorrer sobre o meio pelo qual isto se dera, e seus pensamentos voltam-se instintivamente para a cruz de Cristo. Ele não oferece, no entanto, uma exposição teológica. Em lugar disso, demonstra o papel desempenhado pela cruz na sua própria experiência. É possível que esteja pensando nos efeitos objetivos da morte de Cristo desfrutados por todo crente, ou talvez esteja meditando sobre a comunhão do crente com Cristo ao ser chamado para suportar uma crucificação espiritual do “eu” semelhante à dEle”. (GUTHRIE, Donald. Gálatas: introdução e comentário. Tradução Gordon Chown. São Paulo: Mundo Cristão e Vida Nova, 1984, p.111).
    5. Entendendo a palavra “lei”
      Jamais percamos de vista que, nos escritos de Paulo, a palavra lei – assim como outras muitas palavras – tem mais de um significado […] De um lado, Paulo se regozija de não estar debaixo da lei (Rm 6.14, 15; cf. 7.6). Ele fala de estar livre da maldição da lei (G13.13). […] Mas, de outro lado, ele também nos diz que está “debaixo da lei de Cristo” (1 Co 9.2), e que “no tocante ao homem interior, tenho prazer na lei de Deus” (Rm 7.22), e que “a lei é santa; e o mandamento, santo, e justo, e bom” (Rm 7.12), e que o amor – o mesmo que é descrito como sendo “o maior destes” (1 Co 13.13) – é o cumprimento da lei (Rm 13.10; cf. G15.14; 6.2)”. (HENDRIKSEN, William. Comentário do NT – Gálatas. Tradução de Valter G. Martins. São Paulo: Cultura Cristã, 2009, p.150)

Reproduzindo o Unificado

Convenção RJ/ES alinha sua liderança

Para disseminar o conteúdo do Encontro Unificado de Lideranças – 2018, a Convenção RJ / ES reuniu a liderança de seus ministérios e igrejas. a fim de que todos compreendam e estejam engajados nas mudanças da IAP que estão ocorrendo. Afinal, “só fazemos sentido juntos”, como define o lema do evento.
No dia 8 de abril, o evento aconteceu no Rio de Janeiro, com os palestrantes: Pr. Francisco/ Pr. Epaminondas/ Pb. Joazir / Pb. Abimael. Em 15 de abril, foi a vez dos irmãos no Espírito Santo receberem e discutirem o conteúdo. Foi a maior concentração de lideranças no estado, graças ao bom Deus. A Convenção igualmente agradece aos palestrantes: Pr. Francisco, Pr. Braz, Pr. Luis e Pr. Marinho.

Redescobrindo o Brasil

Pátria amada, idolatrada ou esquecida?
Em 22 de abril, o Brasil completa 518 anos. Nesta data, em 1500 d.C., as caravelas da esquadra portuguesa, comandada por Pedro Álvares Cabral, chegaram ao litoral sul do atual estado da Bahia. De lá pra cá, muitas foram as descobertas e redescobertas em território nacional. Muitas são as histórias que remontam a nação brasileira. Esta data e os documentos registrados sobre a descoberta do Brasil são de suma importância para compreendermos a origem e a luta de nosso povo, para obter e manter a verdadeira “ordem e progresso” em nosso País até os dias de hoje.
No entanto, nossa pátria tem sido esquecida por muitos. Talvez, a maior razão seja o que de ruim já aconteceu e continua acontecendo em nossa nação, em função dos líderes que a governam. Contudo, a despeito de tanta corrupção abrigada, que resulta em tantos outros males, precisamos continuar a luta para resgatarmos nosso valor, como brasileiros. Afinal, é isso o que fazemos decente e honestamente, quando acordamos e batalhamos a cada novo dia, com esperança de um futuro melhor para nossos filhos e netos. Não podemos desistir do Brasil, tampouco esquecê-lo, precisamos redescobri-lo. Precisamos redescobrir nosso amor pelo Brasil. Mas como isso é possível? Olhando para Bíblia, a maior carta de amor de Deus pelas nações corrompidas através do pecado e todo mal nativo dele.
É da vontade de Deus que nossa pátria seja amada, o que Deus não quer, é que ela seja idolatrada. Mas, como estabelecer uma linha de equilíbrio entre o amor e a idolatria por nosso Brasil? Se você é cristão como eu, temos dupla cidadania, a terrena e a celestial. Aprendemos com a Bíblia, que a partir do Evangelho de Deus, temos de viver aqui sem nos esquecermos de lá. Podemos comprovar esta verdade, quando lemos o conteúdo da carta que Jeremias enviou de Jerusalém aos líderes, que ainda restavam entre os exilados, aos sacerdotes, aos profetas e a todo o povo que Nabucodonosor deportara de Jerusalém para a Babilônia (Jr 29.1; cf. vs. 4-23).
Como deveria ser a vida e o relacionamento do povo de Deus na perversa, sanguinária e pagã Babilônia? Primeiro Deus diz para eles se estabelecerem nas cidades e se multiplicarem, para manterem assim sua identidade como povo:
 
Construam casas e habitem nelas; plantem jardins e comam de seus frutos. Casem-se e tenham filhos e filhas; escolham mulheres para casar-se com seus filhos e deem as suas filhas em casamento, para que também tenham filhos e filhas. Multipliquem-se e não diminuam” (vs 5-6).
 
Além disso, e o que é mais impressionante, Deus manda o povo prestar serviço a Babilônia: “Busquem a prosperidade da cidade para qual eu os deportei e orem ao Senhor em favor dela, porque a prosperidade de vocês depende da prosperidade dela”.
A orientação do Senhor, mesmo diante de tudo o que a Babilônia representava de ruim para o povo de Deus, enquanto estivessem lá, é que este deveria não apenas aumentar sua tribo, mas também usar seus recursos para o bem comunitário. Os judeus exilados não atacariam, não desprezariam, nem fugiriam da cidade, mas a amariam e buscariam sua paz enquanto cresciam e se estabeleciam nela. É assim também que devemos viver nas cidades espalhadas pelo nosso Brasil afora. Somos convocados a ser os melhores patriotas possíveis desta nação, sobretudo, se de fato, recebemos o evangelho de Jesus. Temos de amar nossa nação, a partir do bairro onde moramos, sendo bons vizinhos, excelentes profissionais, cidadãos exemplares em nossas obrigações tributárias.
Enfim, a situação do País pode melhorar se seus cidadãos forem melhores a partir das pequenas coisas e mais elementares para a convivência. Além disso, se quisermos um Brasil melhor, precisamos conhecer mais sobre a política nacional e porque não seguir carreira (se esta for a vocação) ou preparar nossos filhos para serem políticos honestos e tementes a Deus?Pois é Deus quem governa através destes (Pv 8.15-16).
Deus ama nossa pátria, nós também devemos amá-la, sobretudo, pelas pessoas que dela fazem parte, pois estas são criadas à imagem do Deus Criador, conforme sua semelhança. E a morte de Cristo foi para redimir todas as coisas criadas, inclusive a nossa nação. Se você é brasileiro, ame sua pátria, existe muita riqueza nela, celebre sua história, Porém, jamais troque a glória de Deus. Nossa pátria deve ser amada, sim, idolatrada, não!
Este é o mal da humanidade: deixar a glória de Deus por causa de desejos carnais (cf. Rm1:18-32).Quando não vivemos para a glória de Deus, acima de tudo, então aderimos à idolatria. Sigamos o conselho de Pedro, o apóstolo de Jesus:
 
Amados, insisto em que, como estrangeiros e peregrinos no mundo, vocês se abstenham dos desejos carnais que guerreiam contra a alma. Vivam entre os pagãos de maneira exemplar para que, naquilo em que eles os acusam de praticarem o mal, observem as boas obras que vocês praticam e glorifiquem a Deus no dia da sua intervenção (1 Pedro 2:11,12).
 
Que possamos viver como viveu o nosso Senhor Jesus, quando veio do céu para uma pátria terrena. Ele viveu na terra como cidadão judeu, mas sem esquecer que era do céu, mas tinha uma missão aqui e para lá voltaria. Pois, assim como o Pai o enviou, fomos enviados por Jesus para sermos e fazermos discípulos em seu nome (Jo 17:4 e 18; 20:21). Deus abençoe o Brasil através do seu povo, que aqui participa de sua missão redentora, pela sua graça, para que todos os brasileiros vivam para gloria do único que é digno de recebê-la.
 
Pr. Mateus Silva de Almeida é responsável pela IAP em Piracicaba e Rio Claro (SP).
 
 

Convenção Paulista

Assembleia no Espaço Promessa

No dia 14 de abril de 2018, foi realizada no Espaço Promessa, na Cidade de Cosmópolis/SP, a reunião da Assembleia Geral da Convenção Regional Paulista das IAP’s. Participaram cerca de 400 pessoas, representantes de quase todas as igrejas da Convenção Paulista. Contamos também com a participação dos pastores João Leonardo Júnior, e Osmar Pedro da Silva (representantes da Diretoria Geral Executiva), e do pastor José Wilbert Magalhães (representante da JGD), que também ministrou a Palavra de Deus, no culto de encerramento.
Além da aprovação das câmaras disciplinar, recursal e teológica, da nova composição do conselho fiscal e da Junta Regional Deliberativa, foi aprovado também os relatórios de patrimônio, da secretaria e financeiro da Convenção. Foram aprovados cinco nomes ao presbiterato, e sete nomes ao diaconato, os quais após a conclusão do curso preparatório, receberão a ordenação, para servirem ao Senhor, e a igreja, nestas novas funções que lhe foram confiadas.
Que o Todo Poderoso continue a abençoar e dirigir a Diretoria e os Ministérios Regionais, bem como aos pastores e igrejas locais, ajudando-nos a vivermos os princípios bíblicos de uma igreja missional. A Ele, toda a glória, a honra e o louvor!

Insegurança jurídica

Só as leis de um Juiz perfeito e santo são eternas

Se perguntássemos a Platão qual o papel de um juiz, ele diria: “O juiz não é nomeado para fazer favores com a justiça, mas para julgar segundo as leis.” Seguindo no campo da suposição, imagine que nesta conversa alguém fizesse a seguinte objeção: “Mas as leis são difíceis e complexas para serem interpretadas por quem, como nós, não estudou…” Como estamos num bate papo imaginário, temos a liberdade de colocarmos juntos um filósofo de quatro séculos antes de Cristo, Platão, na mesma conversa com um contemporâneo dos tempos de Jesus, Sêneca, que passaria na frente de Platão e responderia: “A lei deve ser breve para que os indoutos possam compreendê-la facilmente.”
Se continuasse minha pesquisa, seria possível deixar interminável a conversa acima, tantas são as frases e citações que versam sobre lei, justiça e direito. Seria como se perder na floresta de Nárnia e ficar sujeito às ameaças da feiticeira branca, tamanho o emaranhado de interpretações, recursos, embargos, petições, depoimentos, delações, gravações, vídeos, códigos, instâncias, tribunais, acusação, defesa, promotoria, juízes, advogados, habeas corpus, requerimentos.
Faço parte dos leigos. Como a imensa maioria, estou acompanhando como posso este capítulo da história do nosso país. Um termo que não citei no parágrafo acima tem sido constantemente reclamado por esquerda e direita, assim como tem sido alertado e criticado por analistas e jornalistas: insegurança jurídica. Todos, em uníssono, tentam mostrar os perigos que a nação corre por conta da tal insegurança jurídica.
Uma situação já vivida por todos nós, na infância, explica. Lembra quando estávamos jogando qualquer jogo? Primos, irmãos e colegas de escola disputando cada lance, vibrando e empolgados com cada jogada, fosse um jogo de mesa tipo dominó, ludinho, batalha naval, dama, ou um jogo de bola, não importa, a adrenalina ia lá em cima, causada pela empolgação do jogo. Aí, do nada, um mau perdedor, simplesmente resolvia mudar a regra do jogo ou dar uma outra interpretação.
Pronto, a alegria era transformada em discussão, briga e cara feia, tudo acompanhado de protesto: “Pô, não é certo mudar a regra do jogo durante o jogo!” É isso. O risco das inseguranças jurídicas, de leis que mudam em curtos espaços de tempo, de leis que, conforme o caso, recebem a interpretação mais conveniente, é exatamente este: abalar relacionamentos e inviabilizar o bom convívio social.
Chegamos ao ponto. Leis precisam de segurança. Leis precisam ser estáveis. Leis, para tanto, precisam ser equilibradas por amor e justiça. Leis precisam ser eternas. Por tudo isso, leis precisam ser escritas na solidez de uma rocha e, de preferência, escritas e definidas por um Juiz perfeito e totalmente santo. Como bem afirmou Tiago em sua carta no capítulo 1 e versículo 17, tal lei só poderia vir “… do alto, descendo do Pai das luzes, em quem não há mudança nem sombra de variação.”
Eis a boa nova do evangelho eterno, eis a segurança da maravilhosa e imerecida Graça que recebe todo aquele que crê no Filho. O espírito da lei contido nos Dez Mandamentos são palavras de vida, é luz para o caminhante, é orientação segura para as decisões da vida, é, enfim, a pavimentação espiritual que dirige cada passo com confiança e fidelidade ao Deus legislador, o Único que legisla com vistas à nossa plena felicidade e realização. Fomos por Ele salvos graciosamente. Por isso, voluntariamente e prazerosamente, queremos andar pelos caminhos desta lei perfeita e jamais voltarmos à escravidão das leis que regem este velho e corrompido mundo. Éramos inseguros, no entanto agora, em Deus, temos segurança jurídica, afetiva, espiritual, comunitária e eternamente salvadora.

Pr. Edmilson Mendes congrega na IAP em Pq. Itália (Campinas, SP) e atua no Departamento Ministerial – Convenção Paulista e Geral.

Deus nos manda odiar?

Tempo para tudo – amar e odiar

Os primeiros versículos de Eclesiastes 3 nos ensinam muito. Ensinam que o tempo não está à deriva. Há tempo para todas as realizações. E esse tempo existe por que há um “Senhor” atemporal que governa tudo e todos, pois diante dele estão nítidas tanto a eternidade passada como a eternidade futura (Sl 90.2). Este “Senhor do tempo” é Deus (Pai, filho e Espírito Santo). Assim, a vida nunca é estática. Ela se recusa estar parada em seus diferentes ritmos de atividades. As estações mudam. As marés mudam. As circunstâncias mudam como numa roda gigante, onde o posicionamento é temporário. Às vezes, as situações são por ações nossas, outras por reações.
Desta forma, há “tempo de amar e tempo de odiar” (Ec 3.8). Comecemos por tempo de amar. Amar é bom. João escreveu que quem não ama não conhece a Deus, pois Deus é amor (1 Jo 4.8). Amar anuncia Deus, cuja essência é amor. Quando amamos a Deus sobre todas as coisas e o próximo como a nós mesmos, cumprimos toda a lei (Mt 22.37-40). Em 1 Coríntios 13 temos um tesouro chamado amor. Quando estamos enriquecidos dele, nossas palavras excedem a linguagem dos homens e dos anjos, o dom de profecia, o conhecimento de todos os mistérios, a expressão do maior ato de fé e a maior das doações. Porque o amor é fonte de paciência, de bondade, de humildade, de gentileza, de perdão, de coisas boas. É como uma armadura que suporta todo o impacto da vida, todo sofrimento, toda descrença e toda a espera. É a maior prova de maturidade cristã. Maior que a fé e a esperança. Começa na terra e continua na glória.
Quando falamos de amor, não podemos esquecer a maior demonstração de amor da história, quando o Pai entregou o Seu único Filho na Cruz por nós (Jo 3.16), fazendo dele nosso modelo de vida.
Mas, e o “tempo de odiar”? Prestemos atenção: Deus não está mandando ou dando liberdade para odiarmos gratuitamente as pessoas. Jesus nos manda amar a todos (Jo 13.34), até mesmo os nossos inimigos (Mt 5.44). No entanto, há muitas coisas que até mesmo Deus odeia, por exemplo:
– Deus odeia pesos falsamente definidos para enganar o próximo – Dt 25.13-16.
– Deus odeia as mãos que derramam sangue inocente – Pv 6.16,17.
– Deus odeia aqueles que justificam os perversos e condenam os justos – Pv 17.15.
– Deus odeia o divórcio – Ml 2.16.
Então o “tempo de odiar” de Eclesiastes 3 é o de odiar as coisas erradas e não as certas e boas, estabelecidas por Deus para o nosso bem.
Amemos a todos incondicional, sacrificial e espiritualmente. E se tiver que odiar, que seja como os irmãos de Éfeso que odiavam os falsos ensinos dos nicolaítas e que receberam, por isso, um elogio do próprio Cristo (Ap 2.6)

Pr. Elias Alves Ferreira reside em Curitiba (PR) e integra a equipe do Departamento Ministerial – Convenção Geral.

Convenção Rondoacre

Conversão e reconciliação

Cerca de 500 pessoas participaram no último sábado (14/04) da Assembleia da Convenção Rondoacre, na chácara Recanto Promessista, em Presidente Médici (RO). O evento foi conduzido pelo superintendente, pr. José Magalhães. No sábado pela manhã, no culto, a Palavra foi ministrada pelo Pr. Gilberto Coelho, segundo diretor financeiro da Convenção Geral, com louvores entoados pela Banda Regional. Ao final, um momento de oração fervorosa pelo resgate dos princípios bíblicos da igreja missional.
À tarde ocorreu o plenário com prestação de relatórios e, à noite, grande culto de celebração a Deus com mensage pelo pr. Gilberto, com o tema: “O caminho da provisão divina”. No culto, foram abundantes as glorificações a Deus e as manifestações do Espírito Santo. Após a mensagem, o povo exercitou a fé em Jesus por meio de orações intercessórias pelos pastores e consagrados. Por fim, Deus coroou o dia de eventos com uma pessoa aceitando Jesus como Salvador e uma outra se reconciliando com Ele.
 

Dicas da lição 3 – "A origem do evangelho"

A origem do evangelho

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Dicas

Reflexão 1: As diferenças entre o falso e o verdadeiro evangelho no século XXI. Escolha duas pessoas que tenham um bom tom de voz e boa dicção. Coloque uma ao lado da outra, defronte aos seus alunos, cada qual com uma folha de papel listando as características do falso e do verdadeiro evangelho – uma folha com as características do falso evangelho e outra folha com as características do verdadeiro evangelho, cada qual numeradas de 1 a 10.
Em tom de descontração, diga que a primeira pessoa representa o “DESEVANGELHO” e a outra pessoa representa o evangelho de Cristo. Peça para essas duas pessoas lerem, intercaladamente, cada um dos itens da lista, bem alto para todos ouvirem e em bom ritmo, sempre antecedendo cada fala com “O FALSO/VERDADEIRO EVANGELHO…”:

O FALSO EVANGELHO O VERDADEIRO EVANGELHO
1. Prega o reino da terra, aquisição de riquezas, prosperidade e boas coisas desse mundo 1. Prega as boas novas de salvação, permitindo o salvo em Cristo entrar no Reino de Deus
2. Prega uma mensagem que atende as necessidades humanas e que soa bem aos ouvidos 2. Prega o arrependimento, mudança de vida e a cruz (I Cor. 1: 8)
3. Apresenta uma mensagem centrada no homem e em suas vontades 3. Apresenta uma mensagem centrada unicamente em Cristo (I Cor. 2: 2)
4. Diz que estamos livres de problemas, senão não temos fé 4. Nos convence que podemos passar por aflições se estivermos dispostos a sofrer pelo evangelho
5. Prega mensagens de autoajuda 5. Prega a ajuda do alto (Rom 1: 16)
6. Leva as pessoas a acreditar que Deus é o verdadeiro dono do “baú da felicidade” 6. Espera que adoremos a Deus pelo que ele é, voluntariamente, em espírito e em verdade e não pelo que ele pode nos dar
7. Faz as pessoas adorar e idolatrar cantores gospel, apóstolos, bispos, pastores fazendo com que suas palavras tenham mais peso do que a Bíblia 7. Faz o pecador prostrar-se, humilhar-se e quebrantar-se diante do Deus Todo-poderoso (Mat. 15:25)
8. Ensina que apóstolos, bispos, pastores e líderes são “ungidos”, e como tal, são inquestionáveis. 8. Ensina que devemos examinar tudo e reter o que é bom (I Tess. 5: 19-22)
9. Ensina que podemos dar ordens a Deus, determinar, colocá-lo na parede como nosso servo. 9. Ensina que somos servos de Deus e que devemos obediência irrestrita à sua Palavra
10. Não incentiva a leitura e o estudo da Bíblia Sagrada para tornar possível sua deturpação 10. Incentiva o cristão a estudar e a praticar os ensinos bíblicos (Os. 4: 6, Atos 17: 11, II Pedro 3: 18)

Peça para seus alunos aplaudirem a apresentação e, se possível, distribua uma cópia com o quadro acima à classe.
Reflexão 2: Frases estranhas ao evangelho original de Cristo. Proponha uma reflexão sobre frases “evangélicas” comumente ouvidas no rádio, na televisão, pela internet e (pasmem!) até nos cultos de igrejas evangélicas. Leia algumas delas para mostrar que, ao dizê-las, podemos desvirtuar o verdadeiro sentido das boas novas de salvação. Eis algumas delas abaixo:
• Eu tenho certeza que aquele irmão morreu salvo e foi para a glória;
• Eu, como ministro do evangelho, declaro perdoado o adultério do Fulano com a Cicrana;
• O Senhor me disse para não pedir misericórdia porque ele vai fazer do seu jeito;
• Essa opressão satânica é hereditária;
• O anjo estava trazendo a sua bênção, mas voltou porque tu não estavas ligado!
• Sua fé é do tamanho da sua oferta;
• É preferível uma igreja com poucos membros, mas todos santos, do que uma igreja cheia de crentes comuns;
• Devemos orar de madrugada porque a fila é menor;
• O pastor Fulano de Tal é homem de Deus, ungido, mas não tem visão espiritual;
• “A minha vitória tem sabor de mel, tem sabor de mel, tem sabor de mel…”
• Tome posse da bênção.
E por aí vai…
Reflexão 3: Distorção subliminar do evangelho. Combine com um dos presentes na aula, aquele que notoriamente conta com grande credibilidade entre os irmãos da igreja, um presbítero de notável saber ou um outro professor da escola bíblica para, num dado momento combinado entre vocês, pedir a palavra, se levantar e fazer um comentário rápido. Esse comentário deverá conter informações que, sutilmente, depõe contra uma verdade bíblica. Quando essa pessoa concluir sua fala e se assentar, pergunte para a classe se há alguém que deseja fazer mais algum comentário. Se alguém se manifestar e contraditar o que fora falado a pouco, lhe dê os parabéns! Peça para todos o aplaudirem porque ele percebeu algo de estranho no ensino daquele irmão. Se ninguém se manifestar ou se os comentários seguintes confirmarem ou verterem para outro ponto, declare que aquilo que aconteceu a pouco fora uma encenação, ou seja, uma mostra de como podemos ser facilmente enganados. Enfatize a preocupação do apóstolo Paulo em orientar os irmãos da Galácia quanto ao cuidado com os falsos ensinos (que tem aparência de ensinos corretos e bíblicos).
OBSERVAÇÃO: Deixe bem claro que o comentário herético do irmão fora combinado previamente e tudo não passou de uma encenação.
Exemplo de um comentário com detalhe destoante da Bíblia: “Como podemos ver em Gálatas 1:13, a Bíblia mostra o quanto o apóstolo Paulo fora zeloso pelos princípios da religião judaica. Ele mesmo reconhece que perseguia a igreja de Cristo com o propósito de destruir aqueles que seguiam a doutrina de Jesus. Mas um dia ele teve um encontro com o Senhor dos senhores, foi transformado pelo evangelho e, assim, pode convencer aos cristãos a seguir as tradições dos anciãos e se tornou o grande apóstolo dos gentios.”
Bom, esperamos que VOCÊ tenha percebido o que tem de errado na fala acima!
Material de apoio: Use os comentários adicionais, disponíveis no espaço abaixo, para complementar a aula.

Comentários Adicionais

    1. A importância da procedência
      “Faço-vos, porém, saber: quando Paulo usa este método de expressão pretende chamar a atenção específica ao assunto que está para ser introduzido, como fica claro em 1 Coríntios 12:3; 15:1; 2 Coríntios 8:1. A origem do evangelho é de importância tão vital que não pode haver sombra de dúvida sobre ela. Todos os seus leitores devem conhecê-la. Continua sendo tão importante quanto nos dias de Paulo ter conhecimento desta questão, e sua cuidadosa explanação do assunto colocou os cristãos de todos os períodos da história em dívida para com ele”. (GUTHRIE, Donald. Gálatas: introdução e comentário. Tradução Gordon Chown. São Paulo: Mundo Cristão e Vida Nova, 1984, p.77).
    2. O evangelho não é humano
      “Não é de origem humana. Não foi forjado pelo intelecto humano. Não é um sistema filosófico, nem uma fé religiosa criada por algum gênio religioso. Além disto, não era um desenvolvimento humano da religião judaica. É algo sobre-humano, que não pode ser reduzido a termos humanos. A frase grega kata anthrõpon significa rigorosamente segundo o homem. A idéia é que o evangelho não se conforma com aquilo que o homem julga que um evangelho deve ser. Seu molde ou padrão era outro. Uma outra espécie de mente estava por detrás dele [a de Deus] Não há substituto para um evangelho dado por Deus”. (GUTHRIE, Donald. Gálatas: introdução e comentário. Tradução Gordon Chown. São Paulo: Mundo Cristão e Vida Nova, 1984, p.78).
    3. Paulo, antes do evangelho
      “É interessante observar as palavras usadas para descrever as atividades de Paulo quando ainda era Saulo de Tarso e perseguia a Igreja. Ele consentiu com o assassinato de Estêvão (ver At 8:1) e, depois, passou a assolar a igreja (ver At 8:3), separando famílias e colocando cristãos na prisão. O próprio ar que respirava encontrava-se saturado de ameaças e morte (At 9:1). Estava de tal modo determinado a destruir a Igreja que votou em favor da execução dos cristãos (At 22:4, 5; 26:9*11). O apóstolo menciona esses fatos em suas epístolas (1 Co 15:9; Fp 3:6; 1 Tm 1:13), admirando-se de que Deus tenha salvo um pecador como ele”. (WIERSBE, Warren W. Comentário bíblico expositivo: Novo testamento: vol. 1. Tradução de Susana E. Klassen. Santo André: Geográfica, 2006, p.897)
    4. Os efeitos do evangelho
      “E o mesmo Deus que salvou Paulo chamou-o para ser apóstolo e lhe deu a mensagem do evangelho. Assim, ao negar o apostolado de Paulo e seu evangelho, os judaizantes negavam sua conversão! Por certo, Paulo pregava a mesma mensagem na qual cria: a verdade que o havia transformado. Mas uma simples mensagem humana não é capaz de produzir tal mudança. A argumentação de Paulo é conclusiva: sua conduta passada como perseguidor da Igreja, somada à transformação extraordinária pela qual havia passado, provavam que sua mensagem e ministério eram provenientes de Deus”. (WIERSBE, Warren W. Comentário bíblico expositivo: Novo testamento: vol. 1. Tradução de Susana E. Klassen. Santo André: Geográfica, 2006, p.898).
    5. A universalidade do evangelho
      “… a comissão não era simplesmente pregar. Se tivesse sido expressa assim, com toda a probabilidade Paulo se teria confinado aos judeus, hebreu dos hebreus ardente como era. Mas a orientação da mesma, voltada para os gentios, parece tê-lo impressionado desde o momento da sua conversão […] Uma vez que esta notável característica do evangelho [sua universalidade] tivesse dominado o apóstolo, não é de admirar que ele sentisse tão profundamente as tentativas dos judaizantes que insistiam em escravizar os gentios às exigências rituais judaicas”. (GUTHRIE, Donald. Gálatas: introdução e comentário. Tradução Gordon Chown. São Paulo: Mundo Cristão e Vida Nova, 1984, p.83).

Sabedoria nos relacionamentos

Tempo para tudo – calar ou falar

Existe um ditado popular que diz: “O falar é de prata e o ouvir é de ouro”. Certamente, este pensamento demonstra o valor de sabermos o que e como falamos, além de reforçar também o quanto é valioso e importante saber ouvir. Sobre isso, já ouvi até mesmo a frase: “temos dois ouvidos e uma boca. Isso significa que devemos ouvir muito mais do que falamos”. O fato é que todos nós já nos deparamos com situações em que pensamos: será que esse é o melhor momento para eu falar algo para aquela pessoa? Ou será que devo apenas ouvir? Saber o momento mais apropriado para falar e para calar é um desafio para todos nós, que enfrentamos situações que nos provam quase que diariamente. Reconhecer o momento de falar e o momento de calar influencia os nossos relacionamentos e a forma pela qual lidamos com as pessoas que estão à nossa volta.
A Bíblia Sagrada nos orienta da melhor maneira a respeito dessa questão. Em Eclesiastes 3. 7 está escrito que existe “tempo de calar, tempo de falar”. Ao longo dos oito primeiros versículos de Eclesiastes 3, lemos vários exemplos de situações que estão relacionadas ao versículo 1: “Tudo tem o seu tempo determinado, e há tempo para todo o propósito debaixo do céu”. Precisamos entender e reconhecer que, pelo fato de existir um tempo para todas as coisas, consequentemente também existe o momento em que devemos calar e outro em que a melhor alternativa é falar.
Eclesiastes 3: 7 também nos ensina sobre a importância de calarmos e ouvirmos o outro. Esse ouvir não é simplesmente escutar as palavras que estão saindo da boca do outro, mas se preocupar, dar atenção, respeitar e sentir compaixão. É realmente nos interessarmos pelo outro e por seus dilemas, vitórias, frustrações, angústias e sucessos. É também não tomar partido numa determinada situação, mas ouvir o que aconteceu primeiro. Sobre isso, certa vez li uma frase bem interessante: “Se você não tem nada de bom para falar, nenhum elogio para dizer, nada de construtivo para acrescentar e nenhuma palavra de consolo para ofertar… é melhor calar!” Só se cala e ouve quem ama o outro. Um ponto muito interessante que podemos perceber em Eclesiastes é que o verbo ouvir é mencionado antes do falar. O que pode nos indicar que primeiro ouvimos o outro, e depois de o ouvirmos é que falamos (com amor, respeito e empatia).
Por outro lado, lemos que existe o tempo de falar. No entanto, aqui a orientação não é para que nós falemos tudo o que “vier em nossas cabeças” com a justificativa de estarmos sendo sinceros, sem nem ao menos nos preocuparmos em magoar ou ferir as outras pessoas. Precisamos ponderar e avaliar aquilo que falamos, pois se não agirmos desta maneira, nossas palavras podem causar um grande prejuízo para nós mesmos e para aqueles a quem falamos. Uma palavra insensata e/ou precipitada pode ser responsável por acabar com um relacionamento. Uma palavra falada não pode ser retirada, sendo assim, é imprescindível estarmos atentos para o que falamos, como falamos e em que momentos falamos. Quem não reflete no que vai falar, acaba pagando um alto preço por sua precipitação e insensatez.
Da mesma forma, reconhecer que existe um tempo para todas as coisas, inclusive para falar, nos ensina que não podemos ser omissos. Sempre vão existir momentos em que precisamos falar, seja para ensinar, corrigir, ajudar, entre outros. É importante compreendermos que, justamente nestas situações, as nossas palavras podem ser um instrumento de Deus para auxiliar, consolar, encorajar, discipular e compartilhar o evangelho com outras pessoas. Para que nossas palavras sejam usadas pelo Espírito Santo com o propósito de edificar e ajudar as pessoas é necessário que estejamos firmados em Cristo e em sua Palavra. E que sejamos transformados pelo Senhor diariamente.
Certamente, é um grande desafio cuidar daquilo que falamos (principalmente quando estamos irritados ou magoados), mas precisamos praticar a orientação da palavra de Deus que está registrada em Tg 1. 19 – “Sejam todos prontos para ouvir, tardios para falar e tardios para irar-se”. Assim como em Eclesiastes, observamos em Tiago uma orientação clara sobre a importância de sabermos o momento de ouvir e o momento de falar. A partir do momento em que praticamos esse princípio bíblico, nossos relacionamentos são edificados e restaurados pelo Senhor. Finalmente, se precisamos de sabedoria para reconhecer o momento de calar e o de falar com as outras pessoas é só buscarmos em Deus que ele nos dará (Tg 1. 5).
Que cada um de nós entenda que existe o tempo de calar e de ouvir, e o tempo de falar. Além disso, que sejamos motivados a construir relacionamentos baseados no amor, no perdão, no respeito mútuo e na empatia. Esta é a vontade de Deus para todos nós.
 
Dsa. Claudia Duarte congrega na IAP em Votuporanga (SP) e é diretora do Departamento Infantojuvenil Regional da Convenção Noroeste Paulista.
 

Convenção litoral e Leste Paulista

Assembleia no sábado

A assembleia da Convenção litoral e Leste Paulista aconteceu também no sábado, dia 07 de abril.
Foi também a colação de grau de 15 alunos do Cetap e a jubilação do PR Aguiar. Muita gratidão ao Senhor por tudo o que Ele permitiu ao seu povo.

Dicas da lição 2 – "A defesa do evangelho"

A defesa do evangelho

  • Para ouvir o podcast desta lição, clique AQUI.

 

Dicas

Oração: Separe um momento na semana e ore pelos alunos da Escola Bíblica de sua IAP. Peça a Deus direção e sabedoria para que Ele fale a cada coração no estudo da presente lição e que todos os professores possam ser instrumentos para o ensino de Sua Palavra.
Vídeo: Antes de iniciar o item 1: O evangelho falso, mostre o vídeo denominado “O falso evangelho”: https://www.youtube.com/watch?v=K8q6Ex6_zNk
Dinâmica: Após o item 2: “O evangelho verdadeiro”, realize essa dinâmica chamada “Verdadeiro ou Falso?”.
Material: CD, DVD, relógio, bolsa, celular, roupa, perfume, etc.
Escolha um objeto dentre os citados no material para fazer a demonstração, observando que do mesmo objeto deve haver um verdadeiro (original, legítimo) e outro falso (pirateado).
Apresente-os para a classe e pergunte se há diferença entre os objetos – os alunos não devem saber que há um verdadeiro e outro falso. Pode haver respostas positivas e negativas, como também alguém pode levantar dúvidas sobre a veracidade dos objetos; aproveite a oportunidade e questione o porquê das respostas.
Há também, outra possibilidade de utilização desses objetos: você pode fazer a propaganda dos objetos falsos e verdadeiros, sem identificá-los como tal, mas observe a reação da turma diante das características dos objetos. Em seguida, faça a pergunta: “O que é necessário para que conheçamos que um objeto é verdadeiro ou falso?” Os alunos deverão emitir suas opiniões.
Para concluir, enfatize que é necessário conhecer as características do objeto e faça uma aplicação em relação ao falso e ao verdadeiro evangelho.
Direcionamento de Perguntas: No tópico II: Aplicando o ensino da carta, divida a classe em dois grupos e peça para um representante de cada grupo responder as perguntas 5 e 6 respectivamente em no máximo 3 minutos. Abra espaço para a outra equipe fazer comentários se for necessário.
Material de apoio: Use os comentários adicionais, disponíveis no espaço abaixo, para complementar a aula.

Comentários Adicionais

    1. Os desertores espirituais
      “A palavra grega metatithemi significa ‘transferir a fidelidade’. É usada em referência a soldados que mudam de partido na política, na filosofia ou na religião. Os gálatas eram vira-casacas religiosos e desertores espirituais. Estavam abandonando o evangelho da graça para abraçar o evangelho das obras”. (LOPES, Hernandes Dias. Gálatas: a carta da liberdade cristã. São Paulo: Hagnos, 2011, p. 49)
    2. Uma situação grave
      “Pode surgir a seguinte pergunta: […]Não é verdade que os judaizantes também criam em Jesus Cristo para a salvação, e que a única diferença entre Paulo e aqueles que dele discordavam era que ao requisito da fé, os últimos acrescentavam a obediência estrita a certas ordenanças mosaicas?’ A resposta é que o ‘acréscimo’ possuía a natureza de repúdio completo à redenção todo-suficiente de Cristo.” (HENDRIKSEN, William. Comentário do NT – Gálatas. Tradução: Valter G. Martins. São Paulo: Cultura Cristã, 2009, p. 58)
    3. Uma ideia repugnante
      “Para o apóstolo Paulo, a ideia de acrescentar méritos humanos ao mé- rito de Cristo era repugnante. A obra de Cristo na cruz foi consumada, e o evangelho de Cristo oferece salvação unicamente pela graça mediante a fé (Ef 2.8,9). O evangelho é o único meio pelo qual os homens podem ser salvos da condenação, pois sem o evangelho nenhuma pessoa pode ser aceita diante de Deus”. (LOPES, Hernandes Dias. Gálatas: a carta da liberdade cristã. São Paulo: Hagnos, 2011, p. 51).
    4. As acusações levianas
      “Os mestres do judaísmo estavam assacando contra Paulo as mais levianas acusações, não apenas pervertendo sua mensagem, mas duvidando de suas motivações. Paulo não fazia do seu ministério uma plataforma de relações públicas. Ele era um arauto, e não um bajulador. Jamais transigiu com a verdade para agradar a homens e jamais vendeu sua consciência para auferir alguma vantagem pessoal (2 Co 2.17)”. (LOPES, Hernandes Dias. Gálatas: A carta da liberdade cristã. São Paulo: Hagnos, 2011, p. 58)
    5. O polimento do evangelho
      “Não estavam em pauta apenas modificações do evangelho (v 8,9), mas também difamações pessoais. Porém Paulo tem para elas apenas dois breves questionamentos, para logo voltar novamente ao tema do ‘evangelho’. Ele sabe que, ao solaparem sua credibilidade pessoal, o objetivo é somente desestruturar a sua pregação. Por isso ele faz uma declaração importante para, por assim dizer, polir o seu Evangelho, assim como se pule um espelho, limpando-o de todos os sedimentos”. (POHL, Adolf. Comentário Esperança: Carta aos Gálatas. Tradução: Werner Fuchs. Curitiba: Esperança, 1999, p. 45)

Perdas e ganhos

Tempo para tudo – guardar e lançar fora

O versículo 6 de Eclesiastes 3 sintetiza os tempos de “vacas gordas” e os tempos de “vacas magras” tão bem interpretados por José e, por vezes, tão mal assimilado por nós. Justamente nós, que propagamos sermos conhecedores e proclamadores da Palavra. Como a maioria, gostamos de viver e usufruir os tempos das “vacas gordas”, mas falhamos miseravelmente quando nos vemos envolvidos pelos tempos das “vacas magras”. E que não fique nenhuma dúvida: ambos os tempos chegam para todos, indistintamente.
Existe o tempo de ganhar e existe o tempo de perder. Ganhar é bom, perder é desagradável. Logo cedo, as crianças aprendem isso. Tente lembrar das crianças que conhece quando estão jogando em família, com amigos, primos ou irmãos. Quando ganham, se sentem o máximo e seguem brincando com toda a motivação. Quando perdem, no entanto, é choradeira, reclamação, impaciência com a situação de derrota, bico e, por vezes, desistência de continuar a brincadeira. Crianças, na sua maioria, não gostam de perder e, muitas vezes, por culpa dos pais, não sabem perder e nem lidar com fracassos.
Adultos, de outras formas, repetem a experiência da infância, não gostam de perder – quem gosta?!? – não sabem perder e, portanto, não sabem lidar com a situação. E a vida, como bem sabemos, nos coloca diante de muitas perdas. Se na infância eram os jogos domésticos ou escolares, na adolescência perde-se namorada e namorado, depois perde-se emprego, vaga na faculdade, vaga no estacionamento, lugar no avião. Perdem-se cargos, amizades, parcerias, clientes. Perde-se carro, casa, patrimônio. Perde-se alegria, sonho, saúde, honra.
Em meio a tantas perdas, o pregador de Eclesiastes, de forma existencial, ora feliz, ora amargurado, vai deslizando sua pena e jogando em nossa face a real sem qualquer maquiagem: você terá tempo para ganhar e também terá tempo para perder. O autor de Eclesiastes é homem vivido, avançado em idade, fala com desenvoltura sobre as bênçãos que acompanham a sabedoria, assim como as tragédias que estão coladas em todo o tipo de tolice que praticamos. Do versículo 1 até o 8 do capítulo 3, o pregador nos apresenta vários pares de opostos, nos quais o tempo é um senhor frio, rude e pronto a provocar viradas em nossas vidas sem qualquer aviso prévio.
Eu escrevi “sem qualquer aviso prévio”? Para muitos, sim. Para nós que fomos chamados, não! O texto bíblico nos alerta de forma muito honesta e clara: sua vida terá tempo para ganhar, portanto neste tempo poupe, guarde, reserve, só assim suportará sobreviver quando chegar o tempo de perder, porque ele vai chegar.
Estamos atravessando aquela que tem sido chamada por especialistas de todas as áreas de “a pior crise brasileira”. Costumo dizer a amigos que aqueles que resistirem e conseguirem sair sãos e salvos do outro lado vão nadar com braçadas largas quando a crise passar, pois estarão mais maduros, mais fortes, mais resistentes e experimentados para enfrentar os desafios de viver.
Certa vez li o texto de um rabino. Era simples, profundo e falou muito comigo num momento no qual eu enfrentava exatamente o tempo de perdas. Ao ser questionado por aprendizes sobre o que ele achava do sucesso que os mesmos estavam tendo em plena juventude, o rabino respondeu: “aproveitem com responsabilidade e equilíbrio, porque vai passar”. Anos depois, os mesmos aprendizes, falidos, traídos por amigos e frustrados com as perdas foram ao rabino saber o que ele achava daquela situação tão desesperadora pela qual estavam passando. Então ele, com a mesma simplicidade e o mesmo tom respondeu: “esperem com paciência e lucidez, porque vai passar”.
É verdade, o tempo é senhor de muitas vidas, escolhas e consequências. Os filhos de Deus, no entanto, em Cristo já não vivem ao sabor do vento ou do tempo, pois são servos do Senhor que manda no tempo. Assim como Ele guardou José em todos os tempos de sua vida, também guardará todo aquele que com Ele tem aliança. Sim, ganharemos e perderemos, mas tanto ganharemos quanto perderemos debaixo da proteção do Senhor, o único que controla o tempo segundo seu poder e sua vontade. Seja qual for a situação que esteja passando aqui nesta terra, fique firme com Cristo, porque tudo vai passar.

Pr. Edmilson Mendes congrega na IAP em Pq. Itália (Campinas – SP) e integra a equipe do Departamento Ministerial – Convenção Paulista e Convenção Geral

Convenção Norte

Os Princípios da Igreja Missional

Neste sábado (07/04) foi realizada em Belém (PA) a Assembleia da Convenção Norte, que conclamou a todos para refletirem sobre “Os Princípios da Igreja Missional”. A saudação foi proferida pelo Pr. Otoniel Alves, diretor financeiro da Convenção Geral e a mensagem foi proferida pelo pr. José Lima, segundo secretário da Convenção Geral. Estava também o pr. Rogério Assunção (representante da Junta Geral Deliberativa) e pastores da Convenção Regional. Foi uma linda festa dedicada a Jesus Cristo, Senhor da Igreja.

Equilíbrio na vida

Tempo para tudo – abraçar e afastar-se

Aprendi que, às vezes, um abraço fala mais que muitas palavras. Em algumas ocasiões, tudo o que é necessário será encontrado em um sincero e caloroso abraço. Em seu famoso poema sobre o tempo apropriado para cada situação, Salomão expressou o controle de Deus sobre o tempo de todas as coisas e que, diante disso, a humanidade deveria submeter-se inteiramente ao seu domínio, vivendo cada experiência em seu tempo oportuno, respeitando, contudo os limites estabelecidos por Deus, de forma equilibrada em tudo o que fosse desejado e desenvolvido pelo ser humano.
Em Eclesiastes 3:5b, está escrito que há hora de abraçar e hora de se afastar (AM). Muitas são as oportunidades boas e ruins que podemos aproveitar ou rejeitar. Nossas escolhas são determinantes para o bem ou para o mal sobre nós mesmos. Até mesmo as coisas boas da vida, como: amigos, famílias, dinheiro, sexo (no casamento hétero), livros, espiritualidade, trabalho, esportes, e outras mais, podem ser prejudiciais, caso não haja um equilíbrio, se estas não estiverem em seu devido lugar no coração, podendo tornar-se um vício, uma compulsão ou até mesmo uma idolatria, a qual constitui a razão de tantas pessoas não terem harmonia com Deus, nem mesmo, umas com as outras. E isso tudo porque, desde que o pecado entrou na humanidade por meio de Adão, o ego humano quer se impor acima de tudo.
De fato, os mais variados vícios (desde os menores – como o hábito de beber um simples refrigerante – aos mais complexos – como a prática da pornografia) podem escravizar uma pessoa quando esta não mantém sua vida equilibrada, sabendo que nem tudo deve ser abraçado ou ainda que, algumas outras coisas são tão importantes que deveriam ser praticadas com frequência. Para tanto, vale a pena considerar o que Jesus, o Senhor do tempo e do espaço, disse aos seus discípulos, quando os designou a pregarem o reino dos céus nas cidades israelitas: “sejam espertos como serpentes e simples como pombas” (Mateus 10:6b – NVT).
Assim como, precisamos ser “espertos”, questionando os efeitos de tudo o que experimentamos, precisamos ser “simples”, para não vermos ou imaginarmos maldade em tudo o que existe ou acontece ao nosso redor. É preciso demonstrar empatia, alegria e disposição para as adições necessárias à vida.
Jesus Cristo demonstrou isso tudo na prática em sua missão redentora. Ao vir à Terra, Ele abraçou uma causa perdida, abraçou a humanidade que estava condenada por conta de sua rebeldia e egoísmo narcisista. Jesus abraçou e abraça pessoas, independente de sua condição pessoal, por causa de seu grande amor. Mas, para abraçar novamente o ser humano que fugiu às cegas de seus braços, Jesus precisou afastar-se de sua própria posição: “embora sendo Deus, não considerou que ser igual a Deus fosse algo a que devesse se apegar. Em vez disso, esvaziou a si mesmo; assumiu a posição de escravo e nasceu como ser humano. Quando veio em forma humana, humilhou-se e foi obediente até a morte, e morte de cruz” (Filipenses 2:6-8 – NVT).
Portanto, responda a si mesmo: o que você está abraçando ou deixando de abraçar neste momento? E ainda: o que você deveria abraçar ou afastar-se, para viver uma vida equilibrada, longe de possíveis vícios ou de uma idolatria, que distancia você das pessoas importantes que você conhece e o afasta do próprio Deus? Por que você não abraça o que Jesus lhe oferece através de sua maravilhosa graça? Ele tem um plano de aperfeiçoamento para cada ser humano, para que cada pessoa viva com equilíbrio em todas as áreas da vida e assim possa desfrutar de um relacionamento feliz ao seu lado, onde nada é tão importante quanto a sua companhia bondosa e misericordiosa (Salmo 23).
Assim, também é possível compartilharmos esta dádiva divina com todos os nossos familiares, amigos e vizinhos. Quem você conhece, que precisa experimentar nesta hora, o abraço de Jesus, talvez para se afastar de algum vício nocivo ou, simplesmente, desfrutar a vida enquanto se está vivo? Talvez, Salomão quisesse dizer com a escrita de Eclesiastes, que há três jeitos de viver: Primeiro: viver se perguntando, “o que será de mim?”, “o que a vida me reserva?”. Segundo: viver repetindo em tom de lamentação, “veja o que a vida fez comigo”. E terceiro: substituir as duas primeiras maneiras de viver pela seguinte questão: “o que estou fazendo com a vida?”.
De fato, não importa o que a vida nos reserva ou o que ela fez de nós, mas o que podemos fazer com ela. Está em nossas mãos o poder de decidir como viver a partir da hora atual. Precisamos parar de olhar para o relógio e somente observar o funcionamento dos ponteiros, vendo as horas passando sem tomarmos algumas atitudes relevantes. Temos o poder de decidir o que fazer de nossas vidas. O que abraçar ou não. Então, abrace com força o que realmente importa, a hora é agora! Abrace agora mesmo aquele que se entregou por você numa rude cruz e receba o seu abraço transformador. O abraço de Cristo equilibra e muda tudo em nossa vida! É verdade que um só pecado de Adão trouxe condenação a todos, mas um só ato de justiça de Cristo removeu a culpa e trouxe vida a todos (Romanos 5:18 – NVT). Permita que Deus afaste o controle do pecado para longe de você e abrace esta boa notícia mantendo sua vida centrada nela. A hora de equilibrar a vida é agora! Façamos isto na pessoa e obra de Cristo.

Pr. Mateus Silva de Almeida é responsável pela IAP em Piracicaba e Rio Claro (SP).