Dicas da lição 6 – “O perigo do Sucesso”

O perigo do Sucesso

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Dicas

Vídeo: Durante o item 01: “O sucesso pode nos fazer sentir invencíveis”, reproduza o vídeo do link abaixo, onde o Pr. Ricardo Agreste enfatiza que os cristãos são instrumentos de Deus, para mostrar a importância de reconhecer que é Deus quem nos faz ter sucesso e não nossa própria habilidade. https://www.youtube.com/watch?v=-IkyunyHDhw
Dinâmica: Material: 1 bexiga.
Antes da aplicação, ainda na pergunta 4, encha a bexiga de ar, mas não a amarre e diga que após a vitória em Jericó, Josué e o povo estavam cheios (com Sucesso). Então, esvazie a bexiga e explique que, em razão de Josué e o povo não consultarem ao Senhor em oração, após a derrota em Ai ficaram vazios (em Fracasso). Você pode encher e esvaziar a bexiga para fazer alguns contrates com base na lição e no dia-a-dia, exemplificando o que acontece quando a oração é levada a sério.
Desafio: Para finalizar a aula, após ler o “Desafio da Semana”, conduza todos a refletirem em seus erros – se houver algum erro pessoal que possa prejudicar alguém, ou até mesmo o desenvolvimento de algum projeto na igreja. Sem constrangimentos, peça que todos se ajoelhem e, em oração, tenham um momento de confissão de pecados a Deus e de busca pela direção dele para as próximas decisões de cada um.
Material de apoio: Use os comentários adicionais para complementar a aula.

Comentários Adicionais

    1. Conhecendo melhor a cidade de Ai
      “Ai é uma cidade bíblica que situava-se na terra de Canaã. Cidade real dos cananeus, a segunda cidade tomada durante a invasão israelita. Ai situava-se ‘perto de Bete-Áven, ao oriente de Betel’, tendo um vale ao Norte (Js. 7.2 ; 8. 11-12). Pelo visto, Micmás encontrava-se ao Sul. O livro de Gênesis diz que o segundo lugar de Canaã onde Abraão edificou um altar a Deus na Terra Prometida teria sido entre Ai e Betel. Ali construiu um altar e revisitou o lugar depois da sua peregrinação no Egito (Gn.12. 8; 13 .3).” (Ai [Bíblia]. Disponível em: https://pt.wikipedia.org/wiki/Ai_(B%C3%ADblia). Acesso: 11/12/2017.).
    2. As atitudes de Josué ao se prostrar diante de Deus
      “O abatimento de Josué é tão grande que ele se vale das costumeiras expressões de tristeza, rasgar as vestes, cobriu sua cabeça de terra. A vívida descrição do narrador potencializa a pungência da cena, ampliando assim a imagem da gravidade da ofensa que acarretou essa derrota assombrosa.” (WOUDSTRA, Marter H. Comentário do Antigo Testamento: Josué. Tradução de Marcos Vasconcelos. São Paulo: Cultura Cristã, p.127).
    3. Esboça da derrota
      “A derrota tem três partes: o pecado de Acã, a ira de Deus e o juízo contra Israel. A isso se segue a identificação da causa e a solução na morte do responsável. O capítulo demonstra [Js 7] o problema do pecado na omissão de Israel. Vem após o relato de Jericó pois o pecado aconteceu no contexto da captura daquela cidade. Ocupa um espaço tão grande porque é a primeira vez que Israel quebra sua pureza como nação santa, antes que Deus imponha o mais severo juízo e castigo. Também serve de advertência contra ceder a tentações futuras.” (HESS, Richard. Josué: Introdução e comentário. Série Cultura Bíblica. Tradução de Márcio Loureiro Redondo, Gordon Chown. São Paulo: Vida Nova, 2006, p.128).
    4. Gestos de humilhação
      “Josué e os ancião de Israel reagem com arrependimento em face da derrota. O interesse principal é a honra a Deus. (…) Rasgar a roupa, prostra-se no chão e pôr pó na cabeça são gestos que expressam tristeza que é frequentemente associada ao luto. A arca da aliança aparece pela primeira vez no capítulo [Js 7.6]. Como símbolo da presença de Deus e das vitórias passadas de Israel, sua ausência nos cinco primeiros versículos demonstrou a falta de apoio divino e insinuou a catástrofe iminente.” (ibidem, p.131).
    5. Operação “Lava Israel”
      “O que se passava na cabeça de Acã, quando, ao amanhecer, o povo todo se reuniu? Daí é escolhida a tribo de Judá, e Acã sente a forca apertando. A família de Acã é escolhida, e ele sente o laço apertando cada vez mais perto, como um político brasileiro corrupto durante a Operação Lava-Jato. Finalmente, foi escolhida a casa de seu pai, e Acã vê que não tem mais jeito, e, dentre os seus irmãos, é escolhido seu nome. Nesse momento, ele cai em si. Acã foi pego.” (Nicodemus, Augusto. A conquista da terra prometida: a mensagem de Josué para hoje. São Paulo: Vida Nova, 2017, p.137).

Encontro de Mulheres

Evento será em Candido Sales (BA)

Um final de semana de aprendizado e oração. Assim será, com a graça de Deus, o 2 Encontro de Mulheres Pérolas, em Candido Sales (BA), de 29/06 a 02/07. O evento terá a participação especial da Dsa. Sara Brito e da médica Dulce Brito, ambas de São Paulo, como palestrantes. Informações pelo whatsapp (77) 98838-7176. Não perca!

Nota de falecimento

Nosso Deus recolheu o Pb. Daniel Andrade

Com consternação, informamos que o Senhor recolheu neste sábado o Pb. Daniel Andrade, aos 54 anos. Ele congregava na IAP em Vila Maria, onde sempre foi um colaborador da obra de Cristo, na Diretoria da Igreja e na Escola Bíblica, como professor. Sua marca principal era o sorriso largo e sua amabilidade nos relacionamentos. Juntamente com sua esposa, Dsa. Monica, era um servo de Cristo de grande carisma na IAP local.
O velório será realizado neste domingo, a partir das 7hs, na IAP em Vila Maria (Rua Guaranésia, 995). O sepultamento será no Cemitério Jardim da Serra (Av. Ver Belarmino Pereira de Carvalho. 1551 – Estrada da Roseira – Mairiporã), no horário provável das 16 hs. O culto fúnebre deverá ser às 13hs na Igreja (horário também a confirmar).
Ele faleceu em decorrência de complicações após uma cirurgia cardíaca, no último dia 30 de janeiro. Mas foram muitos os milagres na vida do Pb. Daniel, que já tinha uma cardiopatia desde que nasceu e a quem a medicina havia dado um prognóstico de cerca de 12 anos de vida. Nosso Deus concedeu-lhe muito mais, tendo superado outras quatro cirurgias cardíacas.
Vamos todos orar pela esposa, Dsa. Monica, pelos filhos Renato e Fernando, pela mãe, Dsa. Adeilde, seus irmãos e por todos os familiares e amigos que se ressentem pela perda de uma pessoa tão amável.
“Neste período em que ele dorme o sono dos justos, confortemos nossas almas nas palavras de nosso Senhor que prometeu ‘que vem a hora, e agora é, em que os mortos ouvirão a voz do Filho de Deus, e os que a ouvirem viverão’ (Jo 5.25), como bem registrou o Pr. Alessio Gomes, responsável pela IAP em Vila Maria.
 

Celebração a Deus

Aniversário da IAP foi comemorado no ES

Cerca de 350 irmãos capixabas renderam louvores ao Senhor pelos 86 anos da Igreja Adventista da Promessa, no último dia 27 de janeiro. Foi um momento precioso para a igreja de Cristo, em que o Espírito Santo atuou poderosamente. Participaram o pr. Francisco, superintendente da Convenção RJ/ES, pr. Luiz Trindade (vice-superintendente) e o pr. Osmar Pedro, vice-presidente da IAP Convenção Geral, que ministrou a palavra de Deus sob a unção do Espírito. Os louvores foram entoados pelo Departamento de Música da IAP (Demap) de Colatina e Itacibá (ES).
Os organizadores do evento agradecem a todos os pastores, presbíteros, diáconos, diaconisas e irmãos, que participaram e escreveram mais um capítulo da história da amada Igreja Adventista da Promessa.

"Cruz e Graça"

Banda Geração Metanoia lança novo disco

“Cruz e Graça”. Este é o título do novo EP da Banda Geração Metanoia.
Não é só o título de um trabalho, mas uma experiência com Deus.
Este disco é fruto de muito tempo de dedicação e investimento por parte de cada um de nós neste ministério. É fruto da graça de Cristo demonstrada em cada momento.
Cada canção é uma declaração do que Deus tem nos dado e do que temos vivido.
Elas demonstram nosso amor pela cruz de Cristo e profunda gratidão pela graça redentora do Mestre.
O disco já está liberado nas principais plataformas de streaming de músicas: Deezer, Spotify, Google music, Napster, Itunes, além de poder ser ouvido e baixado totalmente de graça pelo nosso site: https://www.bandageracaometanoia.com

Dicas da lição 5 – “Muros vêm abaixo”

Muros vêm abaixo

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Dicas

Música: Para a introdução da lição, comece sua aula cantando com a classe o hino “vem com Josué lutar em Jericó”. Ele é um louvor que mostra como o episódio da queda da muralha, pode motivar o povo de Deus hoje, em sua caminhada.
Vídeo: No item 1, mostre aos seus alunos e alunas, um vídeo em que um arqueólogo explica um pouco das ruínas das muralhas de Jericó. Acesse o vídeo neste link: https://www.youtube.com/watch?v=Pqj4HimDbHY.
Dinâmica: No item 2, distribua folhas de sulfite à classe e pergunte como eles elaborariam um plano de invasão para conquistar Jericó. Peça que levem em conta as características da cidade, conforme o item 1, mostrou. Após, três a cinco minutos, para pensarem, diga para exporem as resoluções e em seguida, explique a classe qual foi a estratégia de Deus e seu significado.

Comentários Adicionais

    1. Informações de Jericó
      “A cidade de Jericó foi reconstruída ao término da Idade do Bronze (em aproximadamente 1550 a.C.), embora numa escala consideravelmente menor que em uma época anterior. A cidade foi fortificada por meio de um muro duplo de tijolos de barro, sendo que a parede interior seguia a direção geral das fundações sobre as quais havia sido erguido o muro do início da Idade do Bronze. Nessa obra foram empregados tijolos de barro, secados ao sol que, ao seu lado do curso desigual dos muros, resultou na natureza irregular das fundações, e em um padrão inferior de construção.” (HARRISON, R. K. Tempos do Antigo Testamento. Tradução de Degmar Ribas. Rio de Janeiro: CPAD, 2010, p.167).
    2. As medidas de Jericó
      “Escavações realizadas em Jericó indicam que a cidade ocupava uma área de cerca de 32,4 km² e eram cercada por duas muralhas paralelas, separadas entre si por uma distância de aproximadamente cinco metros. Foi ao avistar cidades como Jericó que os dez espias israelitas se convencerem de que Israel jamais conseguiria conquistar a terra (Nm 13:28).” (Wiersbe, Warren W. Comentário Bíblico Expositivo: Antigo Testamento: volume II, Histórico. Traduzido de Susana E. Klassen. Santo André: Geográfica editora, 2006, p.39).
    3. Uma vitória para Deus
      “Nessa primeira vitória em Canaã, Jericó foi oferecida a Deus como ‘primícias’ das vitórias vindouras. Era comum os soldados dividirem os despojos de guerra entre si (Dt 20:14), mas não foi o caso em Jericó, pois tudo naquela cidade pertencia ao Senhor e foi colocado em seu tesouro (Dt 13:16; 1 Rs 7:51). Esse foi um mandamento a que Acã desobedeceu, e, posteriormente, sua desobediência causou a derrota e desgraçada de Israel e a morte do próprio Acã e de sua família.” (Ibidem, p.42).
    4. Por que Deus mandou matar os cananeus?
      “(…) a verdadeira questão era aquela da moralidade de Jeová contra os depravados rituais da religião cananita. Não havia nenhuma forma de acomodação entre as duas e se o rígido código de ético de Israel precisava ser estabelecido permanentemente, seria inevitável a eliminação da orgíaca religião cananita. Nem poderia haver qualquer diminuição de esforços na resoluta posição contra a natureza e os rituais aviltantes cultos da fertilidade de Canaã sem que a integridade da religião hebraica fosse imediatamente afetada. Do ponto de vista cultural, a sociedade do Oriente Próximo sofreu poucas perdas quando a decadente civilização de Canaã caiu sob os golpes poderosos dos israelitas invasores. Se tivessem sido completamente exterminados, todo sentido da sua história posterior poderia ter sido completamente distinto.” (HARRISON, R. K. Tempos do Antigo Testamento. Tradução de Degmar Ribas. Rio de Janeiro: CPAD, 2010, p.168).
    5. Para a crueldade do povo, a justiça de Deus
      “Durante pelo menos quinhentos anos, eles [cananeus] haviam ocupados aquelas terras e sacrificavam os seus filhos aos deuses, praticavam a imoralidade e adoravam a natureza em vez de ao Deus verdadeiro. Eram povos cruéis que viviam guerreando entre si. Aquela não era apenas uma guerra de conquista, mas também uma expedição punitiva. Deus estava mandando Israel como chicote e espada para aqueles povos que sempre o desafiaram.” (Nicodemus, Augusto. A conquista da terra prometida: a mensagem de Josué para hoje. São Paulo: Vida Nova, 2017, pp. 114-115).

86 anos de história

Culto na IAP em Vila Maria relembra cruz de Cristo

A centralidade da cruz da Cristo foi o tema do sermão do Pr. José Lima, no culto dos 86 anos da IAP em Vila Maria (São Paulo, SP). Ele enfatizou que muitas forças pressionam para que a cruz de Cristo seja esquecida, como o pluralismo, a privatização e a secularização. “Na morte de Cristo, Deus centralizou tudo nele, mas devemos atentar que a grande batalha de Satanás é para que a igreja considere a cruz irrelevante”, disse o pr. José Lima.
A igreja adorou ao Senhor com alegria, pelos 86 anos. Foi lido um histórico emocionante do início da Igreja, quando o pr. João Augusto foi batizado no Espírito Santo, em 1932 (http://portaliap.org/a-voz-do-cenaculo-se-fez-ouvir/)
Também foi exibido o vídeo da campanha “Eu Sou Pro”, que coincide com o aniversário da igreja, enaltecendo nossa origem e quem somos (http://portaliap.org/86-anos-da-iap-2/).
“No final, orações e louvores! Línguas estranhas! Choro! O Espírito Santo estava lá, reavivando o coração da noiva. Para alegria de todos, a mesma experiência vivida pelos 120 discípulos no Cenáculo alcançou o coração da garota Giovana, que foi batizada no Espírito Santo”, relatou o pr. Alessio, responsável pela IAP em Vila Maria.
Sim, a história do avivamento continua através de nós!

Pedido de oração

Vamos interceder pela Dsa. Gersonita

Agora é o momento de orarmos pela Dsa. Gersonita Santos França (Gel), esposa do pr. João Carlos, superintendente da Convenção RS. Ela descobriu um câncer de mama recentemente e já está sob tratamento, com aplicações de quimioterapia. Deus tem abençoado nesse processo, pois o encaminhamento tem sido muito rápido. Mas vamos clamar por esta serva do Senhor, para que ela se mantenha firme e confiante no Deus Todo Poderoso, além do pr. João Carlos e do casal de filhos.
Ela foi diretora da Resofap na gestão passada e lidera o grupo de louvor na igreja local. Que nosso Deus tenha misericórdia e faça milagres!

86 anos da IAP

Registro de fundação da igreja

O alemportal.com teve acesso, com exclusividade, ao Registro de fundação da Igreja Adventista da Promessa. O documento data de 22 de dezembro de 1936 e foi registrado em Recife, Pernambuco.
“Universal Assembleia Adventista da Promessa”
O responsável pelo registro foi Manuel do Rêgo Pêssoa de Macêdo Notório, o primeiro oficial do órgão cartorário. Apresentado pelo Dr. Duarte Dias, no documento uma Comissão Administrativa, representando igrejas do Norte e Sul do Brasil, oficializou em 26 de Novembro de 1936, a “Universal Assembleia Adventista da Promessa” (UAAP). Tendo sua sede em Recife-PE.

Sobre os “fins” da igreja
Outra informação de preciosa oportunidade é que, segundo o documento, os adventistas da Promessa substituiriam outra denominação formada por dissidentes da Igreja Adventista do Sétimo dia (IASD), “Egreja Brasileira dos Adventistas da Promessa”, que data de 29 de fevereiro de 1929. Igreja esta não pentecostal, apenas sai por motivos de discordância com a IASD. Sendo este o Artigo 1º, do capítulo 1.
O Artigo 2º passa a descrever os fins da UAAP, como: proporcionar uma experiência com o evangelho imutável; o culto a Deus, a pregação da Palavra, etc. O Artigo 3º fala dos princípios da denominação, que constava da crença nas Escrituras do Velho e Novo Testamento.

Membros e governo
O documento ainda fala sobre os membros (Artigo 4º), a forma de governo, que era chamado de Concílio Geral (Artigo 5º). Um pequeno código eleitoral (Artigo 6º). Regras para Junta Regional (Artigo 7º). Regras institucionais (Artigos 8º ao 13º). Regras disciplinares (Artigos 13º a 16º). Regras para o Concílio Geral (Artigos 17º ao 21º). O Artigo 22º fala que os demais itens não contemplados no documento seriam resolvidos pelo Concílio Geral, presidido pelo Pr. João Augusto da Silveira.
Segundo o livro de história da denominação, o nome só mudaria para Igreja Adventista da Promessa (IAP) em julho de 1943. A comissão viria concordar que a data de fundação seria 24 de janeiro de 1932. Data essa que rememora a experiência do Batismo no Espírito Santo, com a evidência de falar em línguas estranhas, por João Augusto da Silveira.

Publicado originalmente em: https://www.alemportal.com/single-post/2018/01/25/Registro-de-funda%C3%A7%C3%A3o-da-Igreja-Adventista-da-Promessa-de-1936

Resposta às orações

Presidente da Bolívia suspende novo Código Penal

No último domingo, o presidente da Bolívia, Evo Morales, suspendeu o novo Código Penal, que criminalizava a evangelização. LIderanças cristãs e outros segmentos pressionaram pela suspensão da nova lei, que colocava em risco a própria liberdade de expressão. Porém, sabemos que, acima de tudo, Deus respondeu a oração do povo boliviano e de cristãos ao redor do mundo, assim que a notícia se espalhou.
No Portal IAP, havíamos publicado a posição da Igreja Adventista da Promessa diante da ameaça, conclamando todos a orarem (Leia a íntegra em http://portaliap.org/perseguicao-na-bolivia/). Em síntese, o artigo 88 declarava que era passível de prisão de 7 a 12 anos quem infringisse o novo Código. No item 11 desse artigo, estava declarado o seguinte: “Recrutamento de pessoas para a sua participação em conflitos armados ou em organizações religiosas ou de culto”.
Evo Morales afirmou que suspendeu a nova lei “para evitar que a direita use o Código para desestabilizar o Estado”. Declarou também que ouviu a preocupação das organizações sociais. Isso nos mostra que o Senhor Soberano é quem governa a história.
Contudo, devemos continuar orando, pois ele deverá apresentar outro documento nos próximos dias.

A voz do Cenáculo se fez ouvir

Naquele 24 de janeiro, o Pr. João Augusto se levanta da mesa após o jantar; entra no seu quarto para orar e o milagre de Pentecostes o encontra

O Senhor Jesus Cristo havia ressuscitado. Dali até o dia em que subiria definitivamente para os céus, passariam quarenta dias. Neste período, o Senhor daria as últimas instruções para os seus discípulos. Entre elas, após a sua ascensão, deveriam retornar para a cidade de Jerusalém, onde deveriam esperar o cumprimento da promessa feita pelo Pai, de que “derramaria do seu Espírito sobre toda a carne”, conforme profetizado por Joel.
Quarenta dias se passaram. Terras de Betânia, anjos nos céus, o Senhor flutua, arrebatado, deixa a terra e é recebido pelos anjos nos céus: “Levantai, ó portas, as vossas cabeças; levantai-vos, ó entradas eternas, e entrará o Rei da Glória. Quem é este Rei da Glória? O Senhor forte e poderoso, o Senhor poderoso na guerra”. Sl 24:7,8.
Os discípulos retornam para Jerusalém. Entram no Cenáculo. Sete dias orando. Estão assentados. Jerusalém está em festa. Pentecostes. Cinquenta dias se passaram desde o início da festividade: a Páscoa. Muitos fazem as malas, preparam os animais, compram comida para a longa viagem de retorno. Judeus de 17 nacionalidades estão lá. Mas o melhor da festa estava por vir.
No apagar das luzes, na última cena. É o último dia das festas e algo glorioso acontece. Há uma voz poderosa e estranha vinda de um Cenáculo! O fenômeno atrai milhares. Todos em volta daquela pequena casa de alguns dos discípulos de Cristo, cuja sala de jantar no andar superior se tornou palco de um dos maiores acontecimentos da história: “começaram a falar noutras línguas, conforme o Espírito Santo lhes concedia que falassem”. Atos 2:4.
Alguns zombavam: “Estão cheios de mosto”. (Atos 2:13) Outros glorificavam: “temos ouvido em nossas próprias línguas falar das grandezas de Deus.” (Atos 2:11). Pedro explica o fenômeno: “Que do meu Espírito derramarei sobre toda a carne” (Atos 2:17). Mas, como bem ensinou o apóstolo, a voz do Cenáculo não se calaria ali: “Porque a promessa vos diz respeito a vós, a vossos filhos, e a todos os que estão longe, a tantos quantos Deus nosso Senhor chamar.” (Atos 2:39).
Em 1932, a história se repete
Ano de 1932 e a mesma voz se fez ouvir. Um homem simples, alagoano da cidade de Murici, por nome de João, recebe o batismo no Espírito Santo, conforme experiência apostólica registrada em Atos 2. Numa casinha simples, na cidade de Paulista (PE), num domingo quente do verão nordestino, a noite estava chegando. Naquele 24 de janeiro, ele se levanta da mesa após o jantar; entra no seu quarto para orar e o milagre de Pentecostes o encontra.
Ah! como a história se repete. Não pedi para ser batizado com o Espírito Santo, mas aquele que prometeu o Consolador aos seus discípulos e O deu lá no Cenáculo e, posteriormente, à Sua Igreja, respondeu à minha oração. Em línguas estranhas e glorificações ao Pai e ao Cordeiro Exaltado, o Espírito Santo completou em meu ser a obra excelsa da Trindade. Possuído do gozo que experimentava o meu coração, levantei-me da oração e glorifiquei a Deus pelo que havia recebido”, registrou o pr. João Augusto da Silveira, o fundador da Igreja Adventista da Promessa. A voz que veio do Cenáculo invadiu o coração do pastor. A voz do Cenáculo foi ouvida naquele casebre! Glória a Deus!
Já se vão 86 anos de nossa história denominacional. Com alegria e responsabilidade, a IAP tem dado sua modesta, mas importante, contribuição na semeadura do evangelho de Cristo. Olhando para trás, estas décadas são testemunhas de muitas lutas e vitórias, tristezas e alegrias, choros e risos. Mas, “até aqui nos ajudou o Senhor“.
Esta amada “senhora” tem semeado o evangelho de Jesus Cristo em solo brasileiro e em outras nações, apregoando a regeneração, a justificação pela fé, a adoção, a santificação e a glorificação. Olhando para o presente, testemunhamos um novo tempo! De Movimento à Igreja! Do interior para a cidade! Do quase anonimato para publicações respeitadas! Lindos templos! Literaturas excepcionais! Presente em todos os Estados do Brasil! De alguns para milhares! “Grandes coisas fez o Senhor por nós e por isso estamos alegres”.
No futuro, novos desafios nos aguardam. Santidade inegociável! O Espírito Santo, que tem agido em nosso meio de forma tão especial, governa a Igreja de Cristo. Como o Verbo precisou de um corpo para que, humanizado, cumprisse seu ministério, o Espírito Santo precisa de um corpo para cumprir sua obra. Este corpo é a Igreja. Ele está na Igreja; Ele cuida da Igreja. Ele zela pela Igreja. Como parte da Igreja de Cristo, universal, invisível, sejamos crédulos na mesma promessa: “Eis que envio sobre vós a promessa de meu Pai: mas ficai na cidade de Jerusalém até que do alto sejais revestidos de poder”.
Que sejamos alcançados com a mesma voz: “E começaram a falar noutras línguas, conforme o Espírito Santo lhes concedia que falassem” (Atos 2:4). E que vivamos intensamente esta dádiva: “Porque a promessa vos pertence a vós, a vossos filhos, e a todos os que estão longe, a tantos quantos Deus nosso Senhor chamar.” At 2.39.

Pr. Alessio Gomes, responsável pela IAP em Vila Maria (São Paulo, SP).

Dicas da lição 4 – “Prepare-se para a guerra”

Prepare-se para a guerra

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Dicas

Dinâmica: Para iniciar a aula peça 2 voluntários para participar de uma dinâmica. Entregue uma bexiga para cada um (fure essas bexigas com uma agulha antes de iniciar a aula). Enquanto os 2 voluntários tentam encher as bexigas, peça para que os demais alunos da classe comecem a citar os feitos de Deus ao longo da caminhada no deserto. Após um tempo de tentativas de encher as bexigas, explique à classe que com todas essas ações de Deus, os cananeus estavam com medo, era um excelente momento para guerrear, os israelitas poderiam se encher de coragem para ir à luta. Porém, o Senhor, resolveu prepará-los de outra forma, precisavam encher -se da certeza de que Deus estaria na direção de tudo. Não venceriam apenas com seu folego e coragem, mas com a graça de Deus.
Lembrete: Em seguida no item 1 relembre com a classe o significado e importância da circuncisão (Gn 17, 34; Ex 4:24-26).
Esclarecimento: No item 2 apresente para a sala os significados dos elementos da Páscoa, enfatizando a importância de lembrar que Deus os libertou do Egito.
Ilustração: Entre o item 2 e 3 faça a seguinte ilustração: Pegue um copo transparente e encha-o com objetos. Pergunte à classe se está cheio, se cabe mais alguma coisa. Complete o copo com água mostrando que sim, ainda faltava algo para preencher o copo. Apresente o item 3 onde após estabelecer sua aliança com o povo, e celebrar a salvação, a preparação que Deus estava realizando também contou com a visita do próprio Deus.

Comentários Adicionais

    1. O motivo da circuncisão
      “Nenhum membro incircunciso da comunidade atravessou o mar Vermelho nem ficou no monte Sinai nem entrou em aliança com Deus. De forma que isso deve ser válido para a nova geração. Todos devem ser circuncidados. Entretanto, o versículo 5 [Js 5] contém um mas. O leitor fica sabendo que aqueles que nasceram depois de o povo sair do Egito não foram circuncidados. Novamente a expressão nem um sugere que ninguém foi circuncidado. O povo todo da geração anterior estava circuncidado; da geração nascida no deserto, nem um deles.” (HESS, Richard. Josué: Introdução e comentário. Tradução de Márcio Loureiro Redondo e Gordon Chown. São Paulo: Vida Nova, 2006, pp. 108-109).
    2. O que é o “opróbio do Egito”?
      “O opróbio do Egito foi a desobediência da geração anterior (a geração do Egito), a qual ocasionou o período de peregrinação e morte no deserto. Aquela geração não pôde herdar a terra. Presumivelmente o mesmo juízo repousava sobre a nova geração. Foi mediante sua obediência à aliança, sua circuncisão, que esse juízo pôde ser removido da nação.” (Ibidem, p.110).
    3. Ceia, a Páscoa dos cristãos
      “A Páscoa era uma festa típica, simbólica, que apontava para o sacrifício de Cristo no nosso lugar. Celebramos a ceia, que é aquilo que a Páscoa representava, o símbolo do sacrifício de Cristo. Em nosso lugar (…) por causa do calendário litúrgico, durante o ano, quando chega a Páscoa, falarmos em celebrar a Páscoa, mas celebramos a Páscoa toda vez que celebramos a ceia.” (Nicodemus, Augusto. A conquista da terra prometida: a mensagem de Josué para hoje. São Paulo: Vida Nova, 2017, p. 104).
    4. Nova dieta
      “Aquela geração comeu pela primeira vez do fruto de Canaã. A refeição visava encorajá-los e animá-los, visto que já haviam passado o Jordão, já estavam na terra e começavam a comer do fruto dela. É como se a ponte que os ligava ao passado tivesse arrebentado: a comida deles veio do céu durante quarenta anos, mas agora, com a terra diante deles, deveriam plantar para colher. No deserto não havia como fazer isso, mas a partir daquele momento sim.” (Ibidem, p. 105).
    5. Deus, o comandante do exército
      “Quando Josué encontrou-se com o Senhor, descobriu que a batalha era do Senhor, Josué só precisava ouvir a Palavra do Senhor e obedecer a suas ordens, e Deus cuidaria do resto. Deus já havia entregue Jericó nas mãos de Israel (Js 6:2); tudo o que lhes restava fazer era dar um passo de fé e apropriar-se da vitória ao obedecer às ordens do Senhor.” (Wiersbe, Warren W. Comentário Bíblico Expositivo: Antigo Testamento: volume II, Histórico. Tradução de Susana E. Klassen. Santo André: Geográfica editora, 2006, p.37).

86 anos da IAP

Somos um povo forte, chegando à marca dos 86 anos, graças a Deus. Temos que nos lembrar de quem somos e o quanto Deus já fez por nós. Assim, neste 24 de janeiro, estamos lançando a campanha “Eu Sou Pro”. Assista ao vídeo, compartilhe em suas redes sociais e utilize-o no culto de aniversário da IAP, em sua igreja local ou Convenção Regional. Vamos nos unir em celebração a Cristo, o Senhor da Igreja.

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Enchente em Santa Catarina

Oremos pela população, que está lidando com muitas perdas

Nos últimos dias, 21 cidades catarinenses foram severamente atingidas pelas chuvas, quase mil casas foram danificadas, duas pessoas morreram e duas estão desaparecidas. Parou de chover no final de semana, mas os moradores agora estão no trabalho de rescaldo, verificando tudo o que foi perdido, além daqueles que estão lidando com a ausência de familiares. A Diretoria da Convenção Sul esteve em Santa Catarina para verificar in loco como estão os irmãos promessistas e, pela graça de Deus, nenhum templo ou família promessista foi atingida, mas devemos orar pelo povo catarinense, que vem sofrendo com enchentes, ano após ano.

Dicas da lição 3 – “O Senhor está conosco”

O Senhor está conosco

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Dicas

A Arca da Aliança e seu simbolismo: No item 1 “Sigam a arca”, apresente, no datashow, um desenho da Arca da Aliança de modo que seja possível saber seu conteúdo (sugestão: https://br.pinterest.com/pin/299137600228548354/?lp=true). Olhando para a tela, enumere o conteúdo e explique o simbolismo para o povo de Israel. Mostre porque a Arca da Aliança era tão importante para a época:
• A tampa (propiciatório) = Presença de Deus
• As tábuas dos dez mandamentos = Lei que rege a moralidade do homem
• A vara de Aarão = O poder de Deus
• O pote com o maná = Provisão de Deus ao seu povo
OBS.: Deixe claro que a importância do simbolismo estava restrita àquela época conforme descrito na lição bíblica na parte “FATOS PARA RECORDAR”.
Dinâmica: Faça a dinâmica “Sigam o lider”, no item 2 “Ouçam o lider”.
Objetivos: Mostrar a importância de haver um líder nas diversas áreas do serviço cristão para que todos alcancem o propósito comum, sem atropelo, sem sobrecarga e sem ociosidade.
Tempo: 5 minutos.
Preparação prévia: Fazer um caminho em “S” usando cadeiras, com espaço suficiente para uma pessoa passar entre elas sem esbarrar nelas.
Desenvolvimento:
• Escolha, aleatoriamente, entre 5 (cinco) a 8 (oito) participantes da aula e os chame para frente, próximos às cadeiras.
• Peça para que todos dêem as mãos formando um círculo e fechando-o a ponto deles formarem um bloco comprido.
• Peça para que esse “bloco” de pessoas entre no espaço entre as cadeiras por um lado e tentem sair do outro lado sem esbarrar nas cadeiras ou, pelo menos, sem afastá-la do lugar onde estão.
• Obviamente essa missão será impossível. Assim que entrarem, as cadeiras sairão do lugar, claro!
• Peça para retornarem para frente das cadeiras novamente enquanto você as arruma como estavam inicialmente (com um caminho entre elas no formato de “S”).
• Agora as mesmas pessoas escolherão um líder, darão as mãos formando uma fila com o líder escolhido sendo o primeiro da fila.
• Essa “fila” entrará novamente e todos sairão do outro lado sem bagunçar as cadeiras.
Conclusão: Abra sua Bíblia em Josué 3: 7-9, peça para que todos abram nesse mesmo texto, faça a leitura compassadamente e mostre o quando Deus reconhece a importância de um líder para o seu povo. Mostre a importância de seguirmos as instruções de um líder e enfatize que o líder merece respeito principalmente porque é Deus quem o escolhe. Consubstancie seus argumentos lendo Efésios 4: 11 e 14.
Testemunhos: Se for possível, abra o site http://portaliap.org/ diretamente na tela do datashow, role a tela até a parte “TESTEMUNHOS” (abaixo de “O CLARIM”), e leia concomitantemente ao que está sendo apresentado, uns dois testemunhos de irmãos promessistas postados lá – apenas o último parágrafo para não demandar muito tempo. Fale com a classe sobre a necessidade de falarmos do que Deus fez na nossa vida para que tais bênçãos se tornem um memorial e ligue isso ao item 3, “Façam um memorial”. Certamente, não deixe de mencionar a Ceia do Senhor como o principal memorial da morte de Cristo por nós, conforme mencionado na página 24.

Comentários Adicionais

    1. Direção do Senhor
      “Depois de instruir os sacerdotes que estavam carregando a arca, Josué compartilhou as palavras do Senhor com o povo. Não engrandeceu a si mesmo, mas, sim ao Senhor e às bênçãos de sua graça concedidas à nação. A verdadeira liderança espiritual volta os olhos do povo de Deus para o Senhor e sua grandeza.” (Wiersbe, Warren W. Comentário Bíblico Expositivo: Antigo Testamento: volume II, Histórico. Tradução de Susana E. Klassen. Santo André: Geográfica editora, 2006, p.28).
    2. A dimensão da abertura do Jordão
      “Abriu-se (…), um vau de mais de vinte quilômetros para que um milhão de israelitas passassem. Os sacerdotes foram à frente e, quando chegaram no meio do leito do rio, pararam. E, depois, todo o povo atravessou. Note o detalhe no final do versículo 16: ‘Então o povo passou bem em frente de Jericó’. Por que Deus escolheu aquele lugar? Para que o povo de Jericó visse. Para que os inimigos vissem o que Deus estava fazendo.” (Nicodemus, Augusto. A conquista da terra prometida: a mensagem de Josué para hoje. São Paulo: Vida Nova, 2017, p.73).
    3. Atrás da arca da aliança
      “A arca era símbolo de habitação do Santo; c.f. Números 7.89. A distância de dois mil côvados era aproximadamente a da margem exterior do Jordão até o leito interior, de el-Ghôr a ez-Zôr. Desse modo, o povo ainda estaria na margem exterior quando os pés dos sacerdotes tocassem a margem das águas (ver o v. 8 [Js 3]).” (WOUDSTRA, Marter H. Comentário do Antigo Testamento: Josué. Tradução de Marcos Vasconcelos. São Paulo: Cultura Cristã, 2011, p.92).
    4. Lições do Jordão
      “Toda essa narrativa histórica é mais do que uma história para nós, pois dela podemos aprender valiosas lições. Há um elemento histórico aqui que não se repete. Deus é o mesmo ontem, hoje e eternamente, e pode abrir ao meio qualquer rio brasileiro para que seu povo passe sem molhar os pés, mas ninguém espera que ele faça isso hoje. A travessia do Jordão foi um fato histórico que não se repete, pois Deus a realizou com a intenção salvífico-redentora. O episódio faz parte dos atos poderosos de Deus na história da redenção, em que ele manifesta sua glória.” (Wiersbe, Warren W. Comentário Bíblico Expositivo: Antigo Testamento: volume II, Histórico. Tradução de Susana E. Klassen. Santo André: Geográfica editora, 2006, Ibidem, p.74).
    5. O memorial do Jordão
      “Essas doze pedras empilhadas eram uma lembrança daquilo que Deus havia feito por seu povo. Os israelitas acreditavam na importância de ensinar a geração seguinte sobre Jeová e seu relacionamento especial com o povo de Israel (Js 4:6) (…). Para algum incrédulo, doze pedras empilhadas não passavam de um monte de pedras, mas para um israelita que cria em Deus, era uma lembrança constante de que Jeová era seu Deus, operando maravilhas em favor de seu povo.” (Ibidem, p.30).