Líder para novas gerações

Como se adaptar aos novos contextos
“Líder para as novas gerações” é a tema que está sendo desenvolvido pelo Dsa. Rute Soares e Virginia Ronchete. Elas optaram por trabalhar com o grupo por meio de uma dinâmica, em que os grupos estão refletindo sobre os desafios impostos pelo cenário atual no que diz respeito à família, cultura, educação secular, avanço da tecnologia e cenário evangélico.
No momento seguinte, os participantes irão ponderar sobre o que se espera de um líder para as novas gerações: líder vocacionado, líder equilibrado, líder missional, líder contextualizado, entre outros. 
 

Formação de novos líderes

Discipulado é um processo de sucessão
O pr. Silvio Gonçalves, da Convenção Paranaense, fala sobre os desafios do “Discipulado  e Formação de Novos Líderes”, destacando que se trata de um processo de sucessão.
“É importante a gente ter um mentor, alguém que nos aconselhe, que tenha tido experiências semelhantes à nossa, que possa nos orientar.” Ele citou Benjamin Wong: “O mentor é aquele que ajuda o outro a ficar de pé com suas próprias pernas”
 
 
 
 
 

Encontro Unificado

Pr. Hermes fala sobre a multiforme graça

Nesta manhã, começou em Atibaia (SP) o Encontro Unificado de Lideranças – 2018, reunindo cerca de 400 líderes da Igreja Adventista da Promessa, de todo o Brasil. São representantes de todos os ministérios: mulheres, crianças e adolescentes, jovens, músicos, ensino, missões, além das lideranças regionais, que refletirão sobre “Os Ministérios no Contexto da Igreja Local”.
Pr. Hermes falou na abertura, com base em Efésios 4.7 – “Mas a graça foi dada a cada um de nós segundo a medida do dom de Cristo.”
“Somos desafiados a andar de forma coerente com o que Deus fez por nós, somos desafiados a cumprir o propósito principal da igreja – adorar a Deus”.

Castelo forte

Participantes do Unificado adoram ao Senhor

A presença de Deus é notória no Encontro Unificado de Liderança. Os louvores exaltam ao Senhor e seu Espírito derrama sua presença. “Castelo forte é o nosso Deus” foi o primeiro hino, declarando que o Senhor da Igreja é triunfante. “Então vem me incendiar, teu coração é o meu altar” e o Senhor aqueceu de fato cada coração nesta manhã.
 

Billy Graham

Um legado de esperança para gerações

Há alguns anos, em uma de suas obras, Billy Graham[1] afirmou: “Anos atrás eu nunca teria sonhado que chegaria a mais de 80 anos de idade, mas a vida costuma nos surpreender, e nenhum de nós pode prever quão longa será nossa jornada. […]sabendo que algum dia nossa jornada irá terminar e que embarcaremos em uma nova — que durará para sempre.”
Em novembro deste ano, ele completaria um centenário. Mas, aprouve a Deus interromper sua jornada terrena, na manhã desta quarta-feira (21), assegurando o que ele continuamente expressava com plena esperança que, ao fim desta, uma nova e eterna jornada o aguardara. Ele adaptou a fala de Dwight Lyman Moody (um de seus evangelistas preferidos – um verdadeiro herói para ele) e sempre afirmava: “Algum dia você vai ler ou ouvir que Billy Graham está morto. Você não acredite em nada disso. Eu ficarei mais vivo do que eu agora. Eu apenas mudei meu endereço. Eu irei à presença de Deus.”[2] Sobretudo, “talvez o legado duradouro de Graham fosse sua capacidade de apresentar o evangelho no idioma da cultura. Ele fez isso brilhantemente, fazendo uso inovador de tecnologias emergentes – rádio, televisão, revistas, livros, uma coluna de jornal, filmes, transmissões de satélite, Internet – para espalhar sua mensagem”.[3]
Segundo Ed Stetzer,[4] Billy Graham disse: “Eu vou pregar até que não haja falta no meu corpo. Fui chamado por Deus, e até que Deus me peça para me aposentar, não posso. Seja qual for a força que tenho, seja qual for o tempo que Deus me deixa, será dedicado a fazer o trabalho de um evangelista, enquanto eu viver. […] Descobri que, quando eu apresento a mensagem simples do Evangelho de Jesus Cristo, com autoridade, citando a própria Palavra de Deus, Ele leva essa mensagem e a faz sobrenatural para o coração humano”.
O destaque é que apesar de sua relevância, reconhecido pelas autoridades mais importantes do mundo, como um embaixador de Deus, Billy Graham, afirma: “Ele faz”. Para ele, os milhões que foram alcançados pela sua pregação, o foram porque Deus o fez. Com humildade e sempre bem humorado – mesmo enfermo há alguns anos,sempre se apresentava bem disposto, a despeito de sua idade avançada, para partilhar o evangelho da Graça, de forma profunda, porém, simples, conforme a cultura de seus ouvintes. Podemos considerá-lo um verdadeiro herói da fé, o qual acrescenta seu exemplo a tão grande nuvem de testemunhas de Cristo que nos rodeia, encorajando-nos a livrarmo-nos de tudo o que nos atrapalha e do pecado que nos envolve, para continuarmos correndo com perseverança a corrida que nos é proposta (cf. Hb 11 – 12:1).
De fato, Billy Graham nos deixa um legado de esperança para gerações. Como Davi, ele serviu ao propósito de Deus em sua geração, adormeceu, foi sepultado e seu corpo também irá decompor-se (cf. At 13:36). Mas, o evangelho que ele pregou é o evangelho de Jesus Cristo, aquele a quem Deus ressuscitou e não sofreu decomposição (At 13:37). Foi a Ele que Billy Graham dedicou sua fidelidade e esperança e é por ele que devemos viver. Se quisermos ser fiéis a Jesus, temos de ser e fazer discípulos no poder do Espírito Santo de todas as gentes, como o Senhor do evangelho nos comissionou, em Mateus 28:18-20. Billy Graham aceitou este chamado, é dele a frase: “A Salvação é de graça, mas o discipulado custa tudo o que temos.”[5] Você está disposto a este custo?
Utilizando todos os recursos possíveis que temos a nossa disposição, que também possamos servir ao reino de Deus em nossa geração, para ensinar as boas novas de salvação em Cristo, com clareza e integridade, ao máximo de pessoas possível. Assim, viveremos com fidelidade ao propósito de Deus para nossa vida, para a cultura atual. Caso você ainda não seja um discípulo de Jesus, experimente! Custa tudo, mas não há preço que o pague.

Pr. Mateus Silva de Almeida é responsável pela IAP em Piracicaba e Rio Claro (SP).


NOTAS
1. Graham, Billy. A jornada: como conquistar a fé que nos guiará pelo resto denossas vidas / Billy Graham; tradução de Alexandre Martins. – Rio deJaneiro: Thomas Nelson Brasil, 2007.
2. http://www.christianitytoday.com/ct/2018/february-web-only/billy-graham-viral-quote-on-death-not-his-d-l-moody.html (Acesso: 22/02/18).
3. http://www.christianitytoday.com/ct/2018/billy-graham/died-billy-graham-obituary.html (Acesso: 22/02/18).
4. http://www.christianitytoday.com/edstetzer/2018/february/reflections-on-passing-of-rev-billy-graham-one-of-greatest-.html (Acesso: 22/02/18).
5. https://frasescristas.wordpress.com/2012/05/09/frases-de-billy-graham/ (Acesso: 23/02/18).

O Jesus do Evangelho

Talvez você ainda não O conheça

Estou prestes a concluir mais uma leitura do Evangelho de Jesus, segundo Mateus, Marcos, Lucas e João. Eu o leio todo início de ano, numa versão diferente. Agora mesmo estou lendo A Mensagem: Bíblia em Linguagem Contemporânea, de Eugene Peterson.
Dizem por aí que a maioria dos evangélicos nunca leu o Evangelho de Jesus por completo. Se isso for verdade, e tudo indica que seja, os evangélicos não conhecem o Evangelho de Jesus. É por essa razão que o Jesus de muitos evangélicos não é o Jesus do Evangelho. É o Jesus da Religião.
E o Jesus da Religião não é o Jesus do Evangelho. É só da religião. Mas qual a diferença entre um Jesus e outro? O Jesus da Religião prende. O Jesus do Evangelho solta. Essa é a diferença essencial, nas palavras do próprio Jesus do Evangelho.
Ele, o Jesus do Evangelho, diz: “Eu sou a porta. Se alguém entrar por mim, será salvo; entrará, e sairá, e achará pastagem” (Jo 10:9). Preste atenção, por favor, nos dois verbos: “entrará, e sairá”. O Jesus do Evangelho não salva de uma prisão para prender em outra. O salvo pelo Jesus do Evangelho sai. Entra e sai.
E sai porque o próprio Jesus do Evangelho manda sair. Como assim? Explico: O Jesus da Religião só tem “vem”. Não tem “vai”. “Vai” tem a ver com liberdade, e o Jesus da Religião tem aversão à liberdade. O negócio dele é cadeia. O Jesus do Evangelho, todavia, é o Jesus do “vem” e do “vai”.
O Jesus do Evangelho é o Jesus da liberdade. Ao libertar alguém, liberta verdadeiramente. É por essa razão, que o Jesus do Evangelho diz “vai” para os salvos por ele. Diz “vai” para a mulher perdoada do adultério. Diz “vai” para a mulher que bebeu da água da vida. Diz “vai” para o rapaz liberto da legião de demônios.
Diz “vai” amar a Deus, de todo o coração, e de toda a alma e de todo o pensamento. Vai amar ao próximo como a si mesmo. Vai amar não de palavra, mas de fato e de verdade. E indo, o salvo pelo Jesus do Evangelho, espalha a boa notícia do Evangelho daquele que o libertou, a boa notícia de que quando o Jesus do Evangelho liberta, a pessoa é verdadeiramente livre.
Ah, antes de concluir, quero deixar o convite do Jesus do Evangelho (Mt 11:28-29) para quem não aguenta mais o Jesus da Religião: “Vocês estão cansados, enfastiados de religião? Venha a mim! Andem comigo e irão recuperar a vida. Vou ensiná-los a ter descanso verdadeiro. Caminhem e trabalhem comigo! Observem como eu faço! Aprendam os ritmos livres da graça! Não vou impor a vocês nada que seja muito pesado ou complicado demais. Sejam meus companheiros e aprenderão a viver com liberdade e leveza”.

Pr. Genilson Soares da Silva é responsável pela IAP em Vila Camargo (Curitiba – SP).

Morre o evangelista Billy Graham, aos 99 anos

Billy Graham foi um dos maiores evangelistas dos últimos tempos

Morreu na manhã desta quarta-feira (21), em sua própria casa, o evangelista Billy Graham. O renomado pregador estava com 99 anos e sua saúde já era debilitada, conforme seus próprios filhos já haviam informado. A informação do falecimento foi confirmada pelo porta-voz da Associação Billy Graham à CNN.
Graham era considerado um confidente para os presidentes norte-americanos e uma luz orientadora para gerações de evangélicos em todo o mundo, além de um pregador que evangelizou milhões de pessoas.
O pastor morreu às 8h da manhã (horário local), em sua casa, em Montreat, Carolina do Norte (EUA), de acordo com Jeremy Blume, porta-voz da Associação Evangelística Billy Graham.
De acordo com o ministério, ele pregou para mais pessoas do que qualquer outro evangelista na história, alcançando centenas de milhões de pessoas, pessoalmente ou através de links de TV e satélite.
Graham tornou-se o capelão de fato da Casa Branca para vários presidentes dos EUA, sendo o mais famoso deles, Richard Nixon. Ele também se encontrou com dezenas de líderes mundiais e foi o primeiro evangelista notável a levar sua mensagem para além da Cortina de Ferro.
Sua voz se tornou conhecida em diversos países por onde realizou cruzadas evangelísticas, levando a Palavra de Deus a mais de 215 milhões de pessoas, ao longo de seis décadas de ministério. Ele também teve a oportunidade de orar com cada presidente dos EUA, desde Harry Truman.
Vários presidentes, incluindo Lyndon Johnson, George W. Bush e Bill Clinton, se basearam em seu conselho espiritual.
 
FONTE: GUIAME, com informações da CNN (Foto: FGGAM.org)

Dicas da lição 8 – “Tomando posse da terra”

Tomando posse da terra

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Dicas

Dinâmica: Papelão ou cartolina, tesoura e cola para papel.
O nome dessa dinâmica é “a peça que faltava” e deve ser realizada assim: Divida a classe em dois ou mais grupos e distribua um quebra-cabeça para cada um deles, porém, tire uma peça de cada quebra-cabeça. Ao solicitar que os grupos montem a figura, eles perceberão que está faltando uma das peças e falarão isso ao professor que logo a entregará aos mesmos.  Esta dinâmica deve ser usada no item 1: Deus luta pelo seu povo, exemplificando que, por mais que nos esforcemos em nossas lutas e batalhas, somente Deus nos garante a vitória, providenciando tudo aquilo que nos vier a faltar.
Obs: O quebra-cabeça pode ser feito pelo professor. Basta escolher uma figura grande, colar um papelão atrás e recortar em pedaços médios ou grandes. Se possível, escolha uma figura concernente com o assunto da lição. Pode ser uma muralha, um soldado, uma carruagem, etc.
Experiência pessoal: Para o item 2: o extermínio dos cananeus, abra um debate na classe com as seguintes questões: “Você já imaginou Deus como um ser mal? O que lhe fez mudar de ideia e enxergar a bondade dele?”
Deixe que os alunos relatem as suas experiências e, em seguida, relacione-as à situação de extermínio dos cananeus, mostrando que Deus é sábio e justo em suas decisões, ainda que, às vezes, não as entendamos.
Desafio da gratidão: Folha de papel sulfite a4 e caneta esferográfica.
Peça para cada aluno descrever em um pedaço de papel uma vitória pessoal concedida por Deus, que tenha sido marcante. Em seguida, sugira a troca dos papéis entre os alunos, desafiando-os a agradecer a Deus em oração durante a semana pela conquista descrita no pedaço de papel que recebeu. Desse modo, todos agradecerão pelas conquistas pessoais uns dos outros.
Material de apoio: Use os comentários adicionais, disponíveis no espaço abaixo, para complementar a aula.

Comentários Adicionais

    1. A prática de guerra de destruir completamente os inimigos
      “Pouquíssimas dentre as inúmeras questões suscitadas pelo livro de Josué criam mais dificuldade do que a indagação de como um Deus amoroso poderia ordenar o extermínio total de nações que habitavam a terra prometida. Não existe uma solução fácil ou simples para esse problema. No entanto, é de ajuda colocar as ações de Israel em seu contexto tanto da Bíblia quanto do antigo Oriente Próximo […]. Em Mari, no século XVIII a.C., um comandante militar também proclama um “interdito” nos despojos de guerra. Essas ideias paralelas de (1) guerra total contra seres vivos e contra todos os bens e (2) seu entendimento à luz de dedicação à divindade nacional são conhecidas na Moabe do século IX (onde se emprega a mesma raiz hebraica, hrm), na Assíria daquela época e no Egito do século XII. (…) Mesa, rei de Moabe, registra como tomou de Israel a cidade de Nebo, matou todos que havia nela e “dedicou” a cidade a seu deus, Astar-Camos”. (HESS, Richard. Josué: Introdução e comentário. Tradução de Márcio Loureiro Redondo, Gordon Chown. São Paulo: Vida Nova, 2006, p. 41-42).
    2. A descrição de que “nenhum sobreviveu” nem sempre é literal
      “O uso da hipérbole na descrição da destruição total (‘sem deixar sobrevivente algum’) é comum em relatos de conquista. O texto em si demonstra que se trata de uma figura de linguagem, visto que mais adiante, em Josué 15.13-16, há uma menção aos habitantes de Hebrom e Debir. Esse tipo de hipérbole aparece na Inscrição de Merenptá, numa referência a Israel, declarando que não havia restado nenhum descendente de Israel; na Inscrição de Mesha Israel é descrito como completamente destruído para sempre. Afirmações retóricas como essas são sinais de vitória militar e podem ser encontradas em relatos hititas, egípcios e assírios de campanhas militares. O uso da hipérbole não quer dizer que a narrativa seja imprecisa, enganosa ou falsa, pois qualquer leitor poderia reconhecer esse estilo retórico, bastante utilizado para informar os resultados das batalhas”. (Walton, John H. Comentário bíblico Atos: Antigo Testamento. John H. Walton, Victor H. Matthews, Mark W. Chavalas. Tradução de Noemi Valéria Altoé. Belo Horizonte: Editora Atos, 2003, p.234).
    3. As guerras na antiguidade eram dedicadas as divindades dos povos
      “Dessa forma o tipo de guerra atribuída a Israel em Josué não se origina numa teologia de ‘guerra santa’ peculiar à teologia do Antigo Testamento. Pelo contrário, é uma ideologia política que Israel partilhava com outras nações. Todas as guerras travadas por um país eram ‘guerras santas’, dedicadas à glorificação da divindade nacional e à ampliação do reinado da divindade. Se existe um aspecto distintivo da atitude de Israel frente à guerra, ela é que Deus não aprovava todas as guerras. Esses exemplos, tais como a batalha de Ai (Js 7), ilustram a teologia distintiva de Israel quanto à guerra”. (HESS, Richard. Josué: Introdução e comentário. Série Cultura Bíblica. Tradução Márcio Loureiro Redondo, Gordon Chown. São Paulo: Vida Nova, 2006, p. 41-42).
    4. Deus julgaria os cananeus de acordo com Gênesis 15:16
      “Deus os desapossará [os cananeus] em favor de seus eleitos em plena concordância com seu governo moral do mundo. Aliás, Deus só desapossará as nações quando elas vierem a ser totalmente saturadas com a iniquidade (Lv 18.24-28; 20.23). Da mesma forma ele não envia o dilúvio enquanto a terra não estiver saturada de corrupção (Gn 6.5, 12), e não destruirá Sodoma e Gomorra enquanto não perceber que na cidade não resta sequer um quórum de justos. A conquista e estabelecimento de Israel em Canaã têm por base a equidade absoluta de Deus, não a agressão franca. Mais tarde, quando as iniquidades de Israel chegarem à plenitude, Deus expulsará da terra inclusive sua nação eleita (Dt 28.36, 37; 2Rs 24.14; 25.7). Os textos ugaríticos ([…] de 1400 a.C.), descobertos na costa Síria em 1929, documentam as iniquidades dos amoritas [ou cananeus]. Os deuses que adoravam se degradaram em violentas atrocidades e em promiscuidade sexual”. (Bruce K. Waltke. Gênesis: Comentário do Antigo Testamento. Tradução de Valter Graciano Martins. São Paulo: Cultura Cristã, 2003, p. 297).
    5. Os cananeus tiveram centenas de anos para se arrepender
      “[…] o povo da terra [de Canaã] havia recebido diversas oportunidades de arrepender-se e de voltar-se para o Senhor, como fizeram Raabe e sua família. Deus suportou com paciência a perversidade do povo de Canaã desde os tempos de Abraão (Gn 15:16) até os dias de Moisés, um período de mais de quatrocentos anos (ver 2 Pe 3:9). Do êxodo até a travessia do Jordão, passaram-se mais quarenta anos na história de Israel, e os cananeus sabiam o que estava acontecendo (ver Js 2:8-13)! Todas as maravilhas que Deus operou e todas as vitórias que Deus deu a seu povo serviram de testemunho para o povo da terra de Canaã, mas eles preferiram continuar com sua vida de pecado e rejeitar a misericórdia de Deus. Não pense em momento algum que os cananeus eram uma gente desamparada e ignorante, sem qualquer conhecimento do Deus verdadeiro. Estavam pecando de modo consciente e deliberado”. (Wiersbe, Warren W. Comentário Bíblico Expositivo: Antigo Testamento: volume II, Histórico. Tradução por Susana E. Klassen. Santo André: Geográfica editora, 2006, p. 43-44).

Atenção, liderança da IAP

Encontro Unificado tem inscrições até 21/02

Toda a liderança regional da IAP deve participar do Encontro Unificado de Lideranças, que acontece no próximo final de semana (24 e 25/02) em Atibaia (SP). Até dia 21/02 (quarta-feira) ainda é possível se inscrever pelo site http://unificado.portaliap.org/. Mas atenção: somente serão validadas as inscrições pagas. Mesmo que você já tenha se inscrito anteriormente, efetue seu pagamento até o dia 21/02, caso contrário, sua inscrição será cancelada. Mais informações com a irmã Sandra Soares – tel. 3119-6457.

Batismo no ES

Seis novos membros para o Corpo de Cristo

A Igreja Adventista da Promessa no Espírito Santo viveu mais um dia festivo, no domingo (11/02). Na cidade de Cariacica (ES), foram batizadas pelo pr. Marinho seis pessoas, confessando publicamente sua decisão de seguir a Cristo. Louvamos a Deus pela linda colheita que o Senhor tem permitido à Convenção Rio de Janeiro / Espírito Santo.

Acampamento de verão 2018

Deus presente no evento da IAP em Vila Camargo (PR) – “Faltam as palavras para descrever… Deus fez MUITO! Deus tratou, Deus curou, DEUS SALVOU!” Assim descreveu Guilherme Pilão, líder do Ministério Jovem da IAP em Vila Camargo (Curitiba, PR), sobre o Retiro de Verão, realizado na Chácara Verde Vida. Foram 7 pessoas batizadas no Espírito Santo, além de muitos outros que aceitaram Jesus ou se reconciliaram com ele. Poder de Deus derramado sobre os corações, vidas transformadas!

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Espírito Santo derramado

11 batismos de adolescentes em Retiro

Deus se manifestou intensamente durante o Retiro de Verão do Ministério Jovem da IAP em Vila Maria (SP), realizado em Nazaré Paulista, no último feriado. Pela graça de Deus, 11 adolescentes foram batizados no Espírito Santo, ao longo dos vários cultos realizados. Além de várias pessoas que voltaram a Cristo e outras que entregaram suas vidas a ele, como Senhor e Salvador. Foram momentos de muita oração e derramamento na presença do Senhor Todo-Poderoso, aquele que sonda e muda corações. Deus seja louvado para todo o sempre!
 

Dicas da lição 7 – “Alianças Perigosas”

Alianças Perigosas

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Dicas

Dinâmica: Papel sulfite A4 e caneta esferográfica
Depois de ler o primeiro parágrafo do tópico I: Fatos para recordar, peça que cada estudante da classe liste, numa folha de papel, seus planos de vida para o ano de 2018. Em seguida, instigue-os a pensar e escrever uma estratégia de modo a pôr esses planos sob a orientação de Deus. A estratégia pode ser uma campanha de oração, um período de jejum, etc. O importante é que se detalhe como a estratégia será executada. Após fazerem isso, lembre-os a não se desfazerem do papel, que será utilizado em outra dica adiante.
Experiência pessoal: Após estudar o item 3: o resultado da aliança, estimule a, pelo menos, dois alunos a se voluntariar a contar uma experiência pessoal em que tomaram decisões precipitadas por não consultarem a Deus, e as consequências provenientes desse erro. Em seguida, faça uma reflexão com a classe sobre como é importante se esperar a resposta divina antes de qualquer decisão.
Momento de oração: De posse da folha de papel utilizada na dica 01, estimule cada estudante, num momento de oração, a pôr nas mãos de Deus cada projeto de vida listado anteriormente.
Material de apoio: Use os comentários adicionais, disponíveis no espaço abaixo, para complementar a aula.

Comentários Adicionais

    1. Habitações históricas
      “Para entender Josué 9, é preciso voltar um pouco atrás, aos livros de Deuteronômio e Êxodo, e relembrar as orientações que Moisés tinha dado a Israel com relação aos povos que moravam naquela terra. Deus deu a terra, mas ela estava ocupada, e os povos que habitavam aquela região viviam a séculos. Eram civilizações inteiras, com cidades fortificadas e exércitos. Pode-se dizer que se tratava de pequenos reinos de culturas distintas que brigavam entre si. Não era uma terra virgem, na qual os israelitas poderiam chegar, desmantar e instalar fazendas. Havia uma guerra de conquista a ser feita.” (Nicodemus, Augusto. A conquista da terra prometida: a mensagem de Josué para hoje. São Paulo: Vida Nova, 2017, p.174).
    2. Aparência de piedade e fragilidade
      “Essa foi a mentira contada pelos gibeonitas. Eles eram heveus, não queriam morrer e sabiam que perderiam se fossem para batalha. Então, usaram esse estratagema, que, aliás, era muito bem pensado, pois incluía elogiar a Deus e enaltecer seu poder, além do oferecimento para servir o povo israelita. Como diz Eclesiates: ‘porque melhor é o cão vivo do que o leão morto’ (Ec 9.4). Enfim, aquele pedido mexeu com o coração do povo de Israel.” (Ibidem, p.180).
    3. O erro de não consultar a Deus
      “(…) o autor esclarece que Josué e os israelitas falharam por não consultar a Deus. Com essa omissão, eles inquestionavelmente colocaram em perigo a santidade de Israel, pois deixaram viver um segmento da população de Canaã. Entretanto, é possível apresentar o outro lado da história. Os gibeonitas, mediante seu embuste, causaram tal situação. O juramento que lhes fora feito não poderia ser desfeito, mas a anomalia resultante tinha de ser claramente marcada como outro lembrete indelével do que havia ocorrido (…). Assim, a necessidade de separação absoluta entre Israel e seus vizinhos idólatras deveria ser reconhecida e trazida à memória em todo o tratamento que os gibeonitas recebessem.” (WOUDSTRA, Marter H. Comentário do Antigo Testamento: Josué. Tradução de Marcos Vasconcelos. São Paulo: Cultura Cristã, 2011, p.159).
    4. O sol e a lua pararam!
      “A linguagem que Josué usa a falar ao sol e à lua é a da observação comum, empregada ainda hoje na era científica. É provável que Josué e seus contemporâneos pensassem que o sol se movia em torno da terra. Mas se hoje a referência ao levantar-se e pôr-se do sol não deve ser forçada a construir ‘uma visão do universo’, muito menos a linguagem de Josué.” (Ibidem, pp. 167-168).
    5. O sol e a lua pararam 2!
      “Talvez o mistério continue porque não se conhece o suficiente das práticas astrológicas do segundo milênio a.C. Certamente o emprego de um agourou a manifestação de um poder divino superior ao agouro podem explicar parte do texto. Pode ser que manter o sol e a lua na mesma posição serviu para alcançar esse feito. À semelhança de grandes pedras, esse milagre demonstrou a participação especial de Deus na derrota dos inimigos de Israel.” (HESS, Richard. Josué: Introdução e comentário. Tradução de Márcio Loureiro Redondo, Gordon Chown. São Paulo: Vida Nova, 2006, p.175).

Plantando Esperança

Novos missionários em Moçambique

Nesta terça-feira (06/02/18) o nosso presidente da Junta de Missões, Pastor Osmar, saiu de viagem de São Paulo para Nampula (Moçambique). Foi acompanhado pelo Pastor Christian, que será o pastor da IAP em Moçambique a partir de Abril 2018, mas está indo nesta viagem fazer o reconhecimento do campo missionário. O pastor Osmar também está acompanhado pelo Pastor José Carlos, colaborador da Junta de Missões e a Missionária Ana, que já ficará em Moçambique, como coordenadora do novo projeto social que será divulgado em breve.
O objetivo será a atualização das documentações da IAP Moçambicana, agora com os novos componentes brasileiros que servirão a Cristo lá. E especialmente a entrega dos materiais escolares deste início de ano das crianças do projeto de Adoção Educacional do Programa Plantando Esperança.
Na medida do possível enviaremos mais informações.
Contamos com suas orações.

Pronto para ouvir, tardio para falar e lento para se irar

É possível vivenciar estes ensinamentos nestes tempos loucos?

O menor osso do corpo humano é a bigorna do ouvido, ou o estribo, localizado mais precisamente dentro do osso temporal, em uma região chamada de orelha média. Ele nos possibilita a arte da escuta. Alguém disse que Deus nos deu dois ouvidos e uma boca para ouvirmos muito e falar pouco.
Ser comedido ao falar é pensar antes de falar. Salomão nos fala sobre a palavra falada em tempo oportuno (Pv 27.11). Paulo nos fala da palavra temperada com sal (Cl 4.6) no sentido de gerar ou promover edificação aos ouvintes.
Ser tardio para falar é necessário quando ouvimos algo que nos confronta, que nos fere. Não é fácil, mas temos que praticar, disciplinando nossas bocas e o nosso temperamento. Davi orou pedindo que o Senhor colocasse um cadeado na sua boca. (Sl 141:3).
Ter raiva não é o maior problema, mas sim permanecer na ira. Por isso que a Palavra nos adverte a ser “lerdo” para ficar com raiva, como dizem, contar até 10.
Em todo tempo, precisamos do fruto do Espírito Santo chamado domínio próprio. Ele nos permite controlar e dominar o nosso eu (leiam-se nossas fraquezas).
Pronto a escutar, tardio em falar e tardio em se irar (Tg 1.19) nos livrará de muitos embates desnecessários. Peçamos a Deus sensibilidade no Espírito Santo, Ele nos convencerá às mudanças necessárias. Particularmente, reconheço que preciso da graça de Deus para ser pronto para ouvir, tardio no falar e lento no irar. E você?

Pr. Omar Figueiredo congrega na IAP em Bairro dos Pimentas (Guarulhos – SP)