Convenção litoral e Leste Paulista

Em adoração a Deus

A Assembleia da Convenção litoral e Leste Paulista, que aconteceu no último sábado, foi cheia da presença do Senhor. Ambiente repleto de pessoas, num clima de adoração em gratidão a Deus. Relatórios apresentados, que denotam o árduo e continuo trabalho dos irmãos. O secretário e o diretor financeiro mostraram a transparência sempre presente em nossas Assembleias Regionais. Povo feliz. Final com muito louvor e oração. Glória a Deus! Estavam representando a Diretoria Geral o Pr. Magno Batista, secretário geral, além de mim. Pela Junta Geral Deliberativa estava o Pr. Jardim, da Convenção Paranaense.

Pr Osmar Pedro, vice presidente da IAP


 

Convenção Norte

Formatura e Assembleia no último final de semana

A Convenção Norte celebrou momentos de gratidão na presença de Deus. No dia 31 de março (sexta-feira), foi realizada no templo central em Belém (PA), a solenidade de formatura da primeira turma de Bacharel em Teologia Livre da Convenção. Vinte e sete alunos receberam os certificados, para glória de Deus. Estavam o pr. Hermes Pereira de Brito, presidente da Convenção Geral e também representante do CEAP (Conselho de Educação da IAP) e o Pr. Eleilton Willian de Freitas, diretor do CETAP (Centro de Estudos Teológicos da IAP).
No sábado, foi realizada a Assembleia Regional da Convenção na 1ª IAP em Belém, com o número aproximado de 250 pessoas, entre consagrados e demais lideranças da IAP. Na ocasião, foram exibidos os dados estatísticos e financeiros, assim como os relatórios dos departamentos regionais. O destaque ficou por conta do número de batizados em 2016, totalizando 397 pessoas batizadas, frutos da benção de Deus e do trabalho dos Pequenos Grupos.
O encerramento da Assembleia ocorreu no domingo, dia 2 de abril, em um Auditório em Ananindeua (PA). Cerca de duas mil pessoas estiveram celebrando a Deus em um maravilhoso culto. A mensagem proferida pelo Pr. Hermes teve como tema: “O que Jesus espera de sua Igreja”. Todos foram edificados pelo evangelho de Cristo. A Ele, toda glória!

Diretoria da Convenção Norte


Dicas da Lição 2 – "É preciso exercitar o perdão"

É preciso exercitar o perdão

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Dicas

  • Miniteatro: Aplique no início da lição, após a introdução, uma cena para ajudar no entendimento dela. A cena deve mostrar uma pessoa rebelde e uma pessoa que tenta ajuda-la a mudar.
    Diante da não mudança, outras duas pessoas (conselho da igreja), devem tomar a decisão de discipliná-la. Diante disso, o rebelde deve mostrar a mudança de comportamento.
    Sendo assim, peça que as duas pessoas que representam o conselho da igreja, em um primeiro instante não reintegre o disciplinado (não a perdoem). Em uma segunda cena, mostre o acolhimento do mesmo (o exercício do perdão).
    Mostre à classe a importância tanto de disciplinar como de perdoar, enfatizando que é disso que trata a lição. Tempo: utilize dez minutos para esta cena.
  • Vídeo: Para o item 2, “a disciplina na igreja”, mostre à classe o vídeo intitulado: “Por que a Disciplina Bíblica é Importante para Saúde da Igreja?”. O teólogo Jonathan Leeman, nos ajuda a entender a importância da disciplina para a fé cristã. Faça uma conexão do conteúdo do vídeo com o conteúdo da lição. Veja o vídeo aqui: https://www.youtube.com/watch?v=Pao4jh3X_UI.

Comentários Adicionais

  1. Perdoar faz (muito) bem à saúde:
    “Estudo publicado recentemente no periódico científico Psychology Journal of Health mostra que pessoas com mais facilidade para perdoar a si mesmas e aos outros estão mais protegidas dos males do stress. De acordo com informações da revista americana Time, pesquisadores da Luther College e da Universidade da Califórnia, ambas nos Estados Unidos, pediram que 148 jovens adultos preenchessem questionários que avaliaram níveis de stress durante a vida, a tendência para perdoar e a saúde física e mental. Os pesquisadores identificaram que, apesar do nível de stress pelo qual passaram, entre os indulgentes os problemas físicos e mentais decorrentes da vida estressante desapareciam. Exatamente. Desapareciam. ‘O ato de perdoar funciona como uma espécie de amortecedor contra o estresse. Se você não tem tendência para perdoar, sente os efeitos brutos do stress de forma absoluta’, disse Loren Toussaint, professor de psicologia na Luther College e principal autor do estudo. Embora não possam afirmar categoricamente de que forma a indulgência protege a saúde contra os males do stress, os pesquisadores acreditam que pessoas mais tolerantes tenham mais habilidade para lidar com as adversidades da vida ou ainda podem ter uma reação mais suave em situações estressantes. Toussaint acredita que todas as pessoas podem aprender a perdoar. Segundo ele, a prática é comumente trabalhada em sessões de terapia. ‘O perdão elimina a conexão entre estresse e doença mental. Eu acho que a maioria das pessoas quer se sentir bem e o perdão lhes oferece essa oportunidade.’, conclui.” (Redação Veja. Perdoar faz (muito) bem à saúde. Disponível em: <http://veja.abril.com.br/saude/perdoar-faz-muito-bem-a-saude/>. Acesso em 9 de fevereiro de 2017).
  2. O pecado e suas consequências:
    “Em 1 Co 5:6-8, em que Paulo fala dos efeitos do pecado homem incestuoso, ele traz à memória de seus leitores que ‘um pouco de fermento leveda a massa toda’. Era impossível que a igreja permitisse a presença tranquila, persistente, daquela pessoa incestuosa em seu meio sem que os membros fossem prejudicados de alguma forma. Portanto, há esta possível conexão entre o fermento que leveda a massa, sobre o qual Paulo advertiu a igreja em 1 Coríntios 5:6-8, e o dano ocasionado a todos pelo transgressor, de que os apóstolo fala em 2 Coríntios 2:5.” (KRUSE, Colin. 2 Coríntios: introdução e comentário. Tradução de Oswaldo Ramos. São Paulo: Vida Nova, 1994, p.50).
  3. Fim da disciplina:
    “(…) Paulo ordenou à igreja que tal indivíduo fosse ‘entregue a Satanás’. Há aqui, talvez, outro elo, sugerido que o ofensor de 2 Coríntios 2:5; 7:12 deve ser identificado como sendo o homem incestuoso de 1 Coríntios 5:1. Paulo, que havia exigido que tal homem fosse em primeiro lugar entregue a Satanás, agora, presumivelmente, verificando que ele se arrependera, deseja vê-lo perdoado e restaurado, de tal modo que não será a Satanás, afinal, que se atribuirá vantagem (ao eliminar da igreja definitivamente um de seus membros).” (Idem).
  4. Perdão que sara:
    “Paulo instou a congregação a perdoar o homem e fundamentou essa admoestação em motivos incontestáveis. (…) deveriam perdoar o homem por amor a ele, ‘para que não seja o mesmo consumido por excessiva tristeza’ (2 Co 2:7, 8). O perdão é o remédio que ajuda a curar o coração ferido. É importante que a igreja afirme e demonstre claramente seu amor pelo membro arrependido.” (WIERSBE, Warren W. Comentário bíblico expositivo: Novo Testamento: vol. 1. Tradução de Susana E. Klassen. Santo André: Geográfica, 2006, p.830).
  5. Confirmeis:
    “A palavra grega confirmeis (Kyrosai) era usada nos papiros para confirmar uma venda, ou a ratificação de um compromisso. A confirmação do amor, então, contida na exortação de Paulo, parece ser um ato formal a ser executado pela congregação, da mesma maneira que a execução de um castigo anteriormente parece ter assumido caráter forma e judicial.” (KRUSE, Colin. 2 Coríntios: introdução e comentário. Tradução de Oswaldo Ramos. São Paulo: Vida Nova, 1994, pp.88-89).

Lançamento: Projeto Missionário

O Pastor Anderson (Missionário da IAP na Argentina) fala sobre uma das novidades da nova Série de Lições Bíblicas “Igreja em Tratamento”, que é o retorno do “Momento Missionário”. Ao final de cada estudo haverá um texto para refletirmos sobre nossas ações evangelísticas e intercedermos pelos projetos missionários da IAP.

Deus não está longe

Ele não se atrasa, nem deixa de nos ouvir

“Perto está o Senhor de todos os que o invocam, de todos os que o invocam em verdade.” (Sl 145:18)
Já teve você a sensação de que Deus está atrasado em lhe socorrer? E a impressão de que ele não o escuta? Aquela percepção forte de que Deus está distante quando você mais precisa dele deve ser bastante frustrante, não é?
Pois é, essa é uma experiência comum a maioria das pessoas religiosas, até mesmo entre os que têm clareza de que Ele é amoroso, bondoso, gracioso, misericordioso, poderoso, santo e justo.
Isso acontece porque a nossa percepção sobre a realidade espiritual de Deus é bastante prejudicada pelo pecado que habita em nós, de forma que o melhor que podemos compreender de Deus é parcial. Como diz a Bíblia, “em parte conhecemos, em parte profetizamos”.
Na realidade, Deus jamais está longe de sua criação, sobretudo de seus filhos e filhas, como garante o salmista: “Perto está o Senhor de todos os que o invocam”.
Como experimentar essa realidade espiritual? O salmista responde: invocando-o “em verdade”! Se você de fato buscar a Deus com o coração inteiro experimentará o quão perto Ele está de você a ponto de constatar a sua presença.

Pr. José Lima, segundo secretário da Convenção Geral

Turma do Printy

Na IAP em Vila Maria

Traga suas crianças para louvarem ao Senhor junto com a Turma do Printy! Será no próximo sábado, dia 1 se abril, na IAP em Vila Maria, a partir das 15h30.

Convenção Sul Matogrossense

Representantes da IAP da Tribo Terena

Neste sábado, aconteceu a Assembleia da Convenção Sul Matogrossense, em Campo Grande (MS). Houve a presença do representante da JGD, Pr Braes Alves Ferreira da Convenção Matogrossense; Pr Osmar Pedro, representando a Diretoria Geral e Junta de Missões; Pr Diego e Mis Maise representando a IAP Bolívia; Pr Antônio Felipe e Irma Celina representando a IAP da Tribo Terena.

Dicas da Lição 1 – "Uma igreja carente de cura"

Uma segunda chance

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Dicas

  • Material extra: Leia este artigo a respeito da Igreja em contraste com o mundo, produzido pela Editora Ultimato. Acesse o Link: http://www.ultimato.com.br/revista/artigos/344/a-igreja-esta-doente
  • Vídeo: Para a introdução do Estudo, assista o vídeo de apresentação da lição com o Pr. Alan Rocha, “Igreja em Tratamento”. Disponível no link: https://www.youtube.com/watch?v=Imt8n35PwPE
  • Dinâmica: Para o tópico 2, “A aplicação do remédio amargo”, A seguinte dinâmica poderá ser usada:
    – Prepare um Melão doce de tamanho médio e corte-o em pedaços. Se for possível sirva um pedaço ou dois para cada um. Após todos comerem sirva um copo de água.
    – Pergunte aos seus alunos: qual a sensação de comer o melão e após tomar água? (Talvez alguém que embora quando comeu o melão estivesse doce, quando bebeu a água percebeu o gosto amargo na boca)
    – O Professor poderá usar essa ilustração para mencionar o efeito do pecado na vida pessoal ou comunitária: Parece um cenário tranquilo e com gosto bom, mas que finalmente gerará danos e sofrimentos amargos como um copo de água após a ingestão de um doce melão.
    – A aplicação da correção na igreja por outro lado, tem o efeito contrário. No começo parece muito amargo, mas depois com reflexão e humildade perceberemos que esse processo foi de fato necessário para o reestabelecimento da comunhão com Deus.
  • Separe um tempo ao final do Estudo para o Momento missionário: um momento de leitura do texto e oração em favor da missão do evangelho de Cristo no mundo.

Comentários Adicionais

  1. Esboço de segundo Coríntios
    “A epístola de 2 Coríntios pode ser dividida em cinco partes: introdução (1.1-11), o ministério do apóstolo (1.12-7.16), a coleta (8.1-9.15), uma defesa da autoridade apostólica (10.1-13.10) e uma conclusão (13.11-14). À parte da introdução e conclusão, a epístola tem três seções importante que parecem ter sido escritas em ocasiões diferentes.” (KISTEMAKER, Simon J. Comentário do Novo Testamento: 2 Coríntios. Tradução de Helen Hope Gordon Silva. São Paulo: Cultura Cristã, 2004, p.16).
  2. Estilo de escrita
    “Admite-se que a redação de 2 Coríntios é desconexa em certos pontos e revela pressa; as transições são desajeitadas (6.14) e são comuns as quebras gramaticais no texto grego (por ex. 6.3; 7.5, 7; 9.11). Do começo ao fim, o tom emocional da carta às vezes doloso (1.8/-11; 2.13; 7.5), outras vezes cheios entusiasmo (7.13-16; 8.2-4) e, ainda em outras, vigoroso (10.7, 8; 11.12; 13.2-3, 5). Mas essas características não impugnam a autenticidade da carta. Realmente refletem preocupações e a personalidade do escritor”. (Idem).
  3. Muitas aflições!
    “(…) Paulo movimenta-se, saindo do ‘Deus de toda consolação’, para falar do Senhor como alguém que nos conforta em toda nossa tribulação. Até em 2 Coríntios há várias referências às tribulações que Paulo experimentou (1:8-10; 4:7-12; 11:23-29). Elas incluíam as provas físicas, os perigos, as perseguições e ansiedades extremadas no desempenho de sua comissão apostólica.” (KRUSE, Colin. 2 Coríntios: introdução e comentário. Tradução de Oswaldo Ramos. São Paulo: Vida Nova, 1994, pp.65-66).
  4. As aflições da Ásia
    “[Hipóteses] (…) O motim instigado por Demétrio (At 19.23-41). (…) Luta contra feras selvagens (1Co 15.32). (…) as palavras feras selvagens devem ser interpretadas não literalmente, mas de modo figurado. Aprisionamento por autoridades romanas (2Co 11.23). Um mal físico (2Co 12.7-10).” (KISTEMAKER, Simon J. Comentário do Novo Testamento: 2 Coríntios. Tradução de Helen Hope Gordon Silva. São Paulo: Cultura Cristã, 2004, p.73).
  5. As aflições do apóstolo
    “A carta [2 Co] surgia de seu coração angustiado e foi escrita em meio a um mar de lágrimas. Em outras passagens Paulo fala de sofrimentos que suportou por causa da perseguição (por ex., 1.4, 6,
    8), mas aqui sua aflição se relaciona à situação em Corinto. Quando Paulo fez seu discurso de despedida para os presbíteros em Éfeso, ele disse que advertia a todos, noite e dia, com lágrimas (At 20.31; veja Fp 3.18). Agora adverte os coríntios com uma carta banhada em lágrimas.” (Ibidem, pp.108-109).

Moscas de meias

Para Deus, não existe nada em toda a sua criação que não tenha valor

Assim como você, não dou muita atenção para mosca. Se uma vem me rondar, trato logo de afastá-las para longe. Mas, no início desta semana, soube de uma coisa legal sobre as moscas da região dos altos picos suíços. As moscas dali não são como as moscas daqui. As dessa região nascem com “meias”.
Meias? Sim. As patas dessas moscas têm bem mais pelos do que as demais que vivem em regiões mais quentes. Quem as fez assim? Não foi o acaso. Deus as criou assim. Deus sabe das coisas. Sabe que essas moscas não iriam aguentar o clima frio, sem essas “meias”. Como diz um irmão de uma das igreja aqui da região: “Esse é o nosso Deus”.
Eu não faço ideia de quanto tempo de vida têm as moscas, mas não deve ser muito. Mas, mesmo assim, Deus cuida delas, dando-lhe “meias” e “luvas” para o frio. Para Deus, não existe nada em toda a sua criação que não tenha valor. Assim sendo, aborte da sua mente essa ideia de que Deus não se liga em você.
Você vale muito mais do que uma mosca, pois foi criado um pouco menor do que os anjos (Sl 8:5). E se Deus cuida de uma mosca, não vai cuidar de você? Vai cuidar, sim. Cuidou ontem, cuida hoje e vai cuidar amanhã. Vai cuidar sempre. Assim, acalme a sua alma!

Pr. Genilson Soares da Silva, responsável pela IAP em Vila Camargo (Curitiba – PR)

O capacete da salvação

Nada é tão urgente como a boa notícia que em Jesus todos podem ser perdoados e aceitos.

“Tomai também o capacete da salvação” – Ef 6.17 (a)
As palavras “Tomai também” nos levam a entender que a parte da armadura oferecida a seguir seria indispensável para o Soldado Cristão, assim como o cinturão, a couraça, os calçados e o escudo. E realmente não podemos desprezar o “capacete da salvação”. O capacete romano era colocado no momento em que se antevia o combate, cuja finalidade era proteger a cabeça do soldado.
Não é difícil entender a figura de linguagem: A cabeça é onde está o cérebro, que é o nosso centro racional e emocional. E para o cristão, nada melhor que protegê-lo com a salvação, realizando o culto racional (Rm 12.1, 2), pensando nas coisas que são de cima (Cl 3.2) e ocupando-o com princípios que exaltam a salvação eterna (Fl 4.8).
Nesta direção, em duas coisas devemos refletir. Em primeiro lugar, a nossa salvação pessoal. A nossa profissão primária de fé. Assim, o nosso encontro com o Senhor Jesus (Jo 1.12), o nosso novo nascimento (Jo 3.1-7), a nossa propiciação (1 Jo 2.2), a nossa justificação (1 Co 6.11), a nossa confissão de vida espiritual (R 10.9, 10), a nossa fé que abraça a graça oferecida na cruz (Ef 2.8) não pode ser teórica, mas, real. Nas batalhas espirituais ardentes, a salvação pessoal nos dá segurança de que estamos no caminho certo. Por que a convicção da salvação é a proteção dos conceitos mundanos, o alvo final, a paz para prosseguir, a esperança para não desanimar. Por isso protege a nossa mente.
Em segundo lugar, a salvação é a nossa missão principal. Muitas são as atividades em nosso Ministério: assistência social, reuniões administrativas, visitações, aconselhamentos, reformas, construções… Todos elas são importantíssimas e indispensáveis, porém, nós, os soldados do Senhor, que já desembaraçamos dos negócios desta vida, que nos sentimos “alistados” para a guerra (2 Tm 2.4), não podemos esquecer que a missão suprema é proclamar a salvação. Todas as nossas ações devem refletir a salvação de Deus ofertada em Cristo. Nada é tão urgente como a boa notícia que em Jesus todos podem ser perdoados e aceitos. Nenhum sermão é tão profundo quanto a mensagem da cruz. Não importa onde: casamentos, aniversários, apresentações de bebês, inaugurações, formaturas… Nenhuma pauta da agenda pastoral é maior e mais urgente que a proclamação do amor salvador de Deus (Jo 3.16).
Este mundo tenebroso como o nosso, aguarda os soldados cristãos, que lutem o bom combate (2 Tm 4.7), que capturem todo raciocínio contrário à verdade e o submeta à vontade do Senhor (2 Co 10.5).

Pastor Elias Alves Ferreira é integrante da equipe do Departamento Ministerial – Convenção Geral

Convenção RJ / ES

No último dia 18 de março, na IAP em Piedade (RJ), aconteceu a Assembleia da Convenção Rio de Janeiro / Espírito Santo, com a presença de mais de 200 pessoas e os pastores Hermes Pereira de Brito (presidente da IAP) e João Leonardo Junior (diretor jurídico).
Agradecemos a Deus e a todos os pastores, consagrados e irmãos, os quais louvaram nosso Mestre por mais este ajuntamento.

Secretaria da Convenção Regional

Assembleia na Noroeste Paulista

Cerca de 500 pessoas entre consagrados e delegados nas igrejas locais participaram no último sábado da Assembleia Regional da Convenção Noroeste Paulista.

Neste encontro são exibidos os dados da região referente ao ano de 2016, os dados financeiros, estatísticos bem como a palavra e proposta dos ministérios regionais para este ano de 2017. Pudemos receber a presença do Pr. Osmar Pedro da Silva representante da Geral na junta administrativa e assembleia e quem também trouxe-nos a palavra sobre nossa missão neste mundo. Recebemos também os missionários Diego e Mayse missionários na Bolívia. Ainda lançamos mais três livros da série para pequenos grupos. Louvamos a Deus, oramos e ouvimos sua palavra e agradecemos a Ele que até aqui tem nos sustentado e mostrado sua fidelidade.

Nota de falecimento

Dormiu no Senhor Dsa. Jeane Ribas, da Convenção Matogrossense

A Convenção Matogrossense comunica com pesar o falecimento da Dsa. Jeane Ribas Ferreira Araújo, nesta madrugada, aos 49 anos. Ela estava com câncer nos ossos, mas resistiu sempre com muita fé e resignação no Senhor.
Dsa Jeane foi batizada nas águas em 13/12/1981, pelo Pr. Nicodemos Nogueira, e consagrada à diaconisa em 28/06/2009.
Era casada com o irmão Jucely Jose De Araújo, com quem teve dois filhos, Júlio e Jessica. Servia a Deus na IAP em Brasnorte (MT).
Supliquemos a Deus pelo consolo ao marido, filhos e toda família, certos de reencontrá-la na ressurreição dos justos.

Dicas da Lição 12 – "Uma segunda chance"

Uma segunda chance

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Dicas

  • Para a introdução da lição, distribua uma folha de papel para cada uma delas. A seguir, peça que cada aluno responda à seguinte pergunta: “Quantas segundas chances você já teve em sua vida? Compartilhe essa experiência com os outros”. Peça que os alunos compartilhem o que escreveram com a classe. Relacione o que os alunos compartilharam com o conteúdo da lição desta semana: refletirmos a respeito da segunda chance concedida por Deus para os israelitas entrarem em Canaã.
  • Para aplicar o primeiro tópico (Nova liderança para novos tempos) do Explorando o tema, peça que seus alunos assistam o vídeo https://www.youtube.com/watch?v=nxE6I6eMO6Y, a partir de nove minutos até vinte e três minutos, mais ou menos. Nele, o pastor Hernandes Dias Lopes utiliza o exemplo de Josué para refletir sobre a importância de estarmos com a fé firmada em Cristo para viver os desafios do tempo em que vivemos. Relacione com a segunda chance que foi dada a Israel, também expressa na escolha de Josué como o novo líder: “O novo líder Josué firmou sua confiança em Deus e venceu os desafios dos novos tempos. E cada um de nós? Temos vencido tais desafios?”
  • Para finalizar o tópico Aplicando o tema: que reforça a importância de fortalecemos a nossa fé em Cristo, faça a seguinte dinâmica: Fé em Ação. Separe previamente três comprimidos efervescentes e três copos transparentes com água. Mostre os copos com água e os três comprimidos efervescentes, nas seguintes situações: situação 1 – no primeiro copo o comprimido (com a embalagem) é colocado do lado de fora do copo; situação 2- no segundo, você coloca o comprimido (com a embalagem) dentro do copo; e, na situação 3 – para o terceiro copo, retire o comprimido da embalagem e coloque-o dentro do copo com água. Pergunte aos seus alunos: Qual destas três situações o comprimido faria realmente efeito caso você estivesse doente e precisasse tomar o remédio? Com qual dessas três situações o comprimido age na água, transformando-se num remédio eficaz? Qual dessas três situações melhor pode representar a fé em Deus sendo colocada em prática, mesmo em meio aos desafios? Com qual das três situações me pareço quando passo por um problema, dificuldade ou novo desafio? Podemos utilizar essas três situações para ilustrar os tipos de comprometimento da fé com Deus? Como? É necessário exercitar a fé quando Deus nos concede uma segunda chance? Peça que os alunos reflitam a respeito destas questões.
  • Para finalizar a lição, junte a classe em duplas e peça que eles reflitam a respeito da seguinte questão: “você acha que Deus pode ser considerado aquele que é especialista em recomeços? Por quê?” Considerando a reflexão dos seus alunos, finalize a lição enfatizando que por meio da graça de Cristo, todos nós temos a oportunidade de recomeçarmos.

Comentários Adicionais

  1. As fases de Moisés
    “A primeira vez que Deus proveu água para o povo de Israel, Moisés chamou o lugar de ‘Massá e Meribá’, que significa ‘provando e contendendo’. Da segunda vez, Moisés chamou o lugar de Meribá (‘contendendo’), mas ele é quem havia sido provado e reprovado. Em certa ocasião, Moisés implorou a Deus que lhe permitisse atravessar o Jordão, mas o Senhor recusou seu pedido (Dt 3:23-29). Moisés revelou sua mansidão ao submeter-se à disciplina de Deus e ao continuar o povo.” (WIERSBE, W. W. Comentário Bíblico Expositivo: Pentateuco. Tradução: Susana E. Klassen. Santo André: Geográfica, 2008, Vol. 1, p.452).
  2. Imposição de mãos
    “A despeito da diferença do nível de autoridade entre Moisés e Josué, houve uma verdadeira continuidade entre eles, expressa simbolicamente pela imposição das mãos de Moisés ([Nm 10].18, 23). Com este gesto simbólico, Josué foi identificado com Moisés, e tornou-se o seu representante para o futuro.” (WENHAN, Gordon J. Números: introdução e comentário. Tradução: Adiel Almeida de Oliveira. São Paulo: Vida Nova e Mundo Cristão, 1985, p.203).
  3. Confirmação de liderança
    “A nomeação de Josué como sucessor de Moisés foi, por assim dizer, publicamente anunciada pela imposição de mãos deste. Mais tarde ela foi confirmada por Deus em pessoa, que apareceu na coluna de nuvem no pátio do tabernáculo (Dt 31:14-15, 23). Revelações ulteriores de Josué ocorreram depois da morte de Moisés (Js 1:1-9; 5:13-15), mas somos informados de que foi a travessia do Jordão que realmente convenceu o povo de que Josué era o sucessor de Moisés escolhido por Deus (Js 4:14).” (Ibidem, p.204).
  4. 40 dias e 40 anos
    “Visto que os espias estiveram examinando a Terra Prometida por quarenta dias, mas não prestaram um bom relatório, por isso mesmo o povo de Israel precisou ficar vagueando por quarenta anos, por se terem deixado desencorajar a agir de acordo com o relatório positivo de Josué e Calebe.” (CHAMPLIN, R. N. O Antigo Testamento interpretado versículo por versículo. São Paulo: Candeia, 2000, vol. 01, p.726).
  5. A conquista
    “O povo de Israel precisava herdar a totalidade da Terra Prometida, e não somente porções. Apesar de ser verdade que a conquista plena teria de esperar pelos dias de Davi, ainda assim a invasão original foi bastante extensa. A Terra Prometida é aqui chamada de herança porque pertencia, por direito, aos descendentes de Abraão. O doador era Yahweh, o Pai espiritual.” (Idem).

Convenção Paranaense

Assembleia em Cascavel (PR)

Com a presença expressiva dos irmãos, foi realizada no sábado, dia 18 de março, a assembléia da Convenção Paranaense.
Foi explanado o sermão “O que Jesus espera de sua igreja”, buscando conscientizar a todos que somos missionários.
Pr José Lima, segundo secretário Geral, representou a Diretoria Geral no evento.