Projeto Bolívia

Cultos em espanhol na IAP em Vila Maria (SP)

Com a graça de Deus, o Departamento de Evangelismo da IAP em Vila Maria, em parceria com a Junta de Missões, iniciou no domingo, dia 14 de agosto, o Projeto Bolívia, com cultos em espanhol.
A iniciativa visa trabalhar com a comunidade boliviana da região norte da cidade de São Paulo.
O grupo de evangelismo da IAP em Vila Maria saiu na tarde do dia anterior convidando todas as famílias para o culto inaugural. Pela graça de Deus, recebemos nove amigos bolivianos, além de componentes da Equipe de Evangelismo da igreja.
Tivemos o privilegio de ouvir o testemunho do irmão Jim (peruano) que congrega na IAP do Parque Jandaia, na Convenção Paulistana Leste, que nos trouxe fortalecimento espiritual e engrandecimento ao nome do Senhor pela transformação que o Espirito Santo operou na sua vida.
Agradecemos a Deus pela vida dos colaboradores e de todos os envolvidos no Projeto Bolívia.
Faça parte deste Projeto. Você está convidado a cultuar conosco, todos os domingos das 9 às 11 horas na Rua Guaranésia, 995, em Vila Maria.

Junta de Missões / IAP Vila Maria

Dicas da lição 9 – “Ações Estratégicas da Igreja”

Ações Estratégicas da Igreja

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Dicas

  1. Vídeo: Para o início da lição, exiba o vídeo de 1min8s que tem por título “Uma estratégia de impacto”. Nele o missionário Mikhael, que trabalha no Oriente Médio, conta como faz para anunciar o evangelho. Faça uma conexão entre o vídeo e o tema desta lição. Acesse o vídeo aqui: https://www.youtube.com/watch?v=2Ky9o71ibBw.
  2. Mapa bíblico: Para facilitar a visualização geográfica da Segunda Viagem Missionária de Paulo, exiba em Datashow ou imprima, o mapa abaixo que situa a localidade das cidades em que Paulo pregou a Palavra de Deus.
    viagenslink imagem: http://goo.gl/XHTX5C (link encurtado)
  3. Dinâmica: Para ajudar a trabalhar o conceito de usar o contexto cultural para pregar o evangelho como Paulo fez em Atenas (Item 2), e as duas aplicações, peça para que seus alunos façam a seguinte dinâmica:
    Materiais: 1 folha de papel em branco; caneta ou lápis.
    Execução: a. Diga para cada aluno pensar em pessoas ou grupos que tem contato (familiares, vizinhos, amigos/Trabalho, faculdade, esportes); b) em seguida, peça para anotarem, como falar de Jesus e levar sua Palavra a estes grupos? Quais estratégias usariam?; c) peça que compartilhem em classe suas anotações. d) Inclua numa oração final cada grupo pensado por seus alunos e os incentive a por em prática a dinâmica. O tempo de duração pode ser entre 5 a 10 minutos.

 

Comentários Adicionais

  1. Tessalônica: “Essa é a capital do segundo distrito da província, localizada na Via Egnatia e, ao mesmo tempo, no mar, uma cidade importante com um grande grupo de judeus. Tessalônica é sede de um procônsul romano, mas é uma ‘cidade livre’, com administração autônoma. À sua frente encontram-se 5 a 6 ‘senadores’. Mais uma vez os mensageiros de Jesus tiveram de percorrer de Apolônia quase 50 km para oeste, a fim de chegar em Tessalônica.” (BOOR, Werner. Atos dos apóstolos. Tradução: Werner Fuchs. Curitiba: Esperança, 2003, p.244).
  2. Atenas antigamente: “Atenas era a primeira cidade-estado da Grécia antiga desde o século V a.C. Mesmo depois de ser integrada ao Império Romano, guardava com orgulho
    a sua independência intelectual e também se tornou uma cidade livre. Gabava-se de sua rica tradição filosófica, herdada de Sócrates, Platão e Aristóteles, de sua literatura e arte, e de seus progressos notáveis na luta pela causa da liberdade humana.” (STOTT, John R. W. A mensagem de Atos: até os confins da terra. 2 ed. Tradução de Marcos André Hediger. São Paulo: ABU, 2008, p.311).
  3. Paulo em Atenas: “Mesmo ‘vivendo de seu passado’ nos dias de Paulo, e sendo relativamente pequena para os critérios modernos, ainda que tinha uma reputação inigualável como a metrópole intelectual do Império. Agora, pela primeira vez, Paulo visita Atenas da qual ouvira tanto, chegando pelo mar.” (Idem).
  4. Beréia: “(…) missionários decidem visitar a cidade de Beréia (a moderna Verria). Era localizada a alguns quilômetros da estrada principal e aproximadamente a 65 km de Tessalônica. Paulo pode ter decidido ir a Beréia, e subsequentemente a Atenas e Corinto, em vez de Roma, porque o imperador Cláudio havia expulsado os judeus da cidade imperial em 49 d.C.” (KISTEMAKER, Simon J. Comentário do Novo Testamento: Atos. Vol.1. Tradução: Ézia Mullins e Neuza Batista da Silva. São Paulo: Cultura Cristã, 2006, p.171).
  5. Corinto: “Paulo viaja cerca de 80 km de Atenas a Corinto, importante cidade grega, centro comercial e ponto de parada de viajantes. Dinheiro e depravação, filosofias estranhas e novas religiões – tudo era bem recebido ali. Paulo chega a essa grande cidade, de muitos deuses e muita corrupção moral, para pregar a cruz de Cristo no poder do Espírito Santo.” (LOPES, Hernandes Dias. Atos: a ação do Espírito na vida da igreja. São Paulo: Hagnos, 2012, pp.366-367).

Quando o frio invade a igreja…

Não deixe de amar, não seja rebelde e não perca o propósito de Deus em sua vida

“E por se multiplicar a iniquidade, o amor se esfriará de quase todos” (Mateus 24:12 R.A.).
O inverno foi rígido neste ano! Mas a frente fria que passou nas primeiras semanas de junho e julho, nas regiões sul e sudeste do Brasil provocou um despertar para tirar os casacos do guarda roupas e preocupou muita gente! E infelizmente o frio intenso com temperaturas em algumas regiões próximo a zero e outras até abaixo de zero provocou a morte de pessoas. Que tristeza!
É preciso cuidados com o frio! Pois pode provocar doenças respiratórias como gripe, resfriado, alergias, asma e bronquite, com possibilidade até de morte.
Vamos pensar na situação da igreja, será que ela pode ficar fria? Em quais aspectos?
O frio pode invadir a igreja? Pode acontecer, se nas pessoas que a frequentam ocorrer o desamino! Pode começar com um pensamento: “Hoje eu não vou participar do culto porque está frio! Hoje tenho um compromisso”. Assim surgem várias desculpas. Chega ao ponto em que a pessoa esquece que um dia era membro de uma igreja. Mas graças a Deus pela vida dos pastores que não se esquecem das ovelhas de Cristo! E estão sempre a procurar e a chamar pelo nome. E principalmente o Supremo Pastor, o Cristo!
Não se esqueça do que está escrito na carta Aos Hebreus: “Não deixemos de congregar-nos… vedes que o Dia se aproxima” (Hb 10:25).
O frio pode invadir o coração das pessoas quando elas deixam de amar! Amar a Deus, à família, ao próximo e à igreja. Pode começar com críticas, uma palavra mal interpretada, por um descuido sem querer, e talvez por não conversar com o irmão.
E assim acontece que o coração, o amor e a fé esfriaram! (Mateus 24:12).
O frio pode invadir a igreja por causa da rebeldia, dos erros, do coração endurecido à Palavra e ao Espírito Santo! Como aconteceu com a igreja de Laodiceia (Ap. 3:14-22), ficou morna, e Cristo ficou do lado de fora da vida daquela igreja. Ele bate à porta e quer entrar para fazer morada e avivar!
“O que encobre as suas transgressões jamais prosperará; mas o que as confessa e deixa alcançara misericórdia” (Provérbios 28:13 R.A.).
O frio pode invadir a igreja por ela não ter, ou perder os propósitos da razão de existir! A igreja existe para adorar a Deus, proclamar Jesus Cristo e fazer discípulos. Quando a igreja faz muitas realizações, se ela entra apenas no ativismo religioso, para de crescer e pode começar a morrer! A igreja é viva quando cumpre sua missão, a comunhão com os amados irmãos e também ora a Deus e tem a preocupação da salvação dos familiares, amigos e vizinhos! Não desista da salvação da sua família e de uma vida!
Querido(a), não permita que as “frentes frias” que aparecem venham esfriar o seu amor para com o Senhor da Igreja!
Há pessoas que moram na rua pelos mais diversos motivos, pois saíram de casa. Buscam acolhimento no albergue. Mas no fundo do coração, o desejo é de estar em casa, com o calor da amada família e assim viver feliz! Para aqueles que, talvez, estão no frio da rua e sem igreja, que abandonaram ou sofreram, fica o encorajamento: volte logo para a casa e para os braços do Pai. Ele está esperando por você! A porta está sempre aberta! Com certeza existem pessoas que te amam de verdade. E você será bem acolhido!
Que a nossa oração seja sempre: “Senhor aviva-nos!”. Se envolva na participação do estudo da lição bíblica, frequente e adore ao Senhor nos cultos. Busque ao Senhor de todo o seu coração e forças. Reúna-se com sua família para adorar ao Senhor! Clame por Ele e busque ajuda! E o Senhor será sempre contigo e assim você estará protegido, mas não livre de possíveis tempestades e queda de temperatura. Mas haverá sempre uma chama a inflamar a sua vida: o grande amor do Pai, através da Graça e do poder (calor) do Espírito Santo! Amém!

Convenção Nordeste Oriental

Congresso de Missões motiva IAP a pregar o evangelho

O Departamento de Missões da Convenção Nordeste Oriental realizou nos dias 30 e 31 de julho um Congresso de Missões em Santa Maria da Boa Vista, no sertão de Pernambuco. O evento reuniu 317 participantes, que foram ainda mais motivados à pregação do evangelho. Foram momentos gloriosos na presença do Senhor, que nos escolheu para a sublime tarefa da proclamação do evangelho. Tivemos ainda a participação do Pr. Osmar Pedro (vice presidente da IAP e Diretor da Junta de missões), Pr. Christian França (superintendente da Convenção Seal), Pr. Denilson Ferreira (secretário da Convenção Seal) e Missionário Diego Lima, também da Convenção Seal.
Deus foi poderosamente glorificado e sua igreja motivada à pregação do evangelho e implantação e manutenção dos Pequenos Grupos.
Pr. Alberto Santos
 

Capelania e Rumap Geral

Jovens visitam adolescentes da Fundação CASA

No domingo, 31 de julho último, a Equipe de Capelania e a Rumap Geral (Regional das Uniões da Mocidade da IAP) realizaram um culto na Fundação Casa São Luiz, Regime Fechado, em Santo Amaro (SP), com a presença de cerca de 50 adolescentes internos e de alguns familiares.
O grupo de Capelania foi liderado pela Ms. Solange Carvalho (Coordenadora Geral de Capelania da IAP) e pelos irmãos da Rumap Geral: Fábio, Kenia, Guilherme e membros das UMAPs das quatro igrejas da Convenção Geral: Santana, Vila Medeiros, Vila Maria e Edu-Chaves. Jovens da IAP de Vila Medeiros iniciaram os louvores e foram acompanhados com entusiasmo por todos. Um grupo de jovens internos da Fundação Casa, que já recebem acompanhamento e estudo bíblico, também se apresentaram cantando louvores.
O irmão Fábio pregou a palavra de Cristo enfatizando a oportunidade de vida nova e salvação para cada vida. O irmão Dinei, de Vila Maria testemunhou para os internos a respeito da vida de seu sobrinho que foi morto por membros de uma facção criminosa que não permitiram sua saída do crime. Tudo para enfatizar que caminhos longe de Cristo podem ter finais tristes. Tivemos momentos de oração com toda a Equipe, circulando entre os jovens e orando especificamente por alguns.
Após o final do culto, tivemos um momento de descontração com pipoca e guaraná em que pudemos conversar e cumprimentar os jovens da Fundação Casa. Alguns receberam orações com imposição de mãos e até familiares pediram oração.
Agradecemos todos os envolvidos no evento, em especial ao diretor da Fundação CASA, Sr. Neto e seus funcionários, aos diretores da Ruma, às Umaps e aos coordenadores do Projeto de Capelania da Convenção Paulistana: Marcinha, Israel e Cesar.
 
Ms. Solange Oliveira, coordenadora de Capelania da IAP. Colaboradora: Lilian Victorino
 

Nota de Falecimento

Pr. Simone Nhahuwa, vice-presidente da IAP em Moçambique

Dormiu no Senhor nesta quarta-feira, 17 de agosto, o pastor Simone Nhahuwa. Ele era o vice-presidente da IAP em Moçambique e um dos pastores pioneiros naquele país. Congregava na comunidade de Nacuca, na região de Malema. A Diretoria Geral e a Junta de Missões reconhecem publicamente seu importante trabalho missionário e liderança serva.
Oremos pela família e irmãos moçambicanos.

O sorriso de Menezes

Ele foi, sem dúvida, um grande nome do promessismo

pr_menezes_capaEu tive a honra, alegria e felicidade de, por volta de dois anos, congregando na Igreja Adventista da Promessa de Vila Medeiros, ter algumas conversas com o pr. José da Costa Menezes. Figura cativante e sorridente, o dileto pastor me ligava com a história do promessismo.
Era quase inevitável não ir ao culto e falar da Bíblia, da Igreja Adventista da Promessa e do movimento cristão como um todo.
Nossas conversas incluíam pontos doutrinários importantes, a análise de visões teológicas múltiplas, e como lidar com momentos delicados. Por exemplo, como a crise política que estamos atravessando.
Em uma oportunidade em que pude ir à sua casa, me deleitei ouvindo suas histórias e da dsa. Clarice, sua esposa. Eles me relataram como fora o início de sua família e seu pastoreio até a vinda definitiva a são Paulo.
Eu ouvia as opiniões do pr. Menezes e em cada pergunta me sentia um jornalista que descobriu uma fonte riquíssima de informações. Ele me falou certa vez, de como era o comportamento de nosso fundador, o pr. João Augusto da Silveira. E me confirmou a simplicidade deste homem.
Também me disse como superou sua intolerância com jogo de futebol e como se tornou um pastor sorridente, ao ser alertado por uma irmã de que era muito sério e parecia mal humorado. A partir daí, o sorriso ficaria estampado em seu rosto. Ele foi, sem dúvida, um grande nome do promessismo.
Nestas horas de dor e lamentação, quando tivemos também a morte de seu sobrinho, o dá. Elizeu Menezes, resta-nos a consolação das palavras de Paulo:

Combati o bom combate, terminei a carreira, guardei a fé. Desde agora a coroa da justiça me está reservada, a qual o Senhor, justo juiz, me dará naquele dia, e não somente a mim, mas a todos os que amarem a sua vinda. (2Tm 4.7-8)

 
Mis. Andrei Sampaio Soares é membro da IAP de Pedreira em São Paulo, colaborador do Departamento de Educação Cristã da IAP e articulista do site Além Blog.

Dá. Elizeu está sendo velado em Vila Medeiros

O culto fúnebre será hoje (16/8), às 14h, com saída para o cemitério as 15h. O sepultamento será às 16h30, no cemitério Jardim das Primaveras 2, em Guarulhos.
O velório está acontecendo na IAP em Vila Medeiros (R. Eurico Sodré, 275).
Rogamos a todos os irmãos promessistas que orem em favor da família Menezes, pois perdeu dois familiares queridos no mesmo dia. Pela manhã, faleceu o pr. José da Costa Menezes e há poucas horas, faleceu o Da. Elizeu Moraes de Menezes (62 anos), que era o sobrinho do pastor.
Da. Elizeu Moraes de Menezes foi consagrado ao diaconato em 1991. Congregava na IAP em Cumbica – Base Área (Guarulhos, SP). Ele estava internado há vários dias, com problemas no fígado e também um ferimento que se agravou pela diabetes. Deus certamente poupou seu sofrimento terreno, pois tem a vida eterna assegurada para aqueles que são seus.
Ele foi casado durante 31 anos com a Dsa. Leni Oliveira, da Resofap Guarulhos. Oremos também pelos filhos Eduardo e Dsa. Kelli Melo, de Campo Grande (MS). Que eles continuem fortes e consolados pelo Espírito Santo.

Nota de falecimento

Da. Elizeu dormiu no Senhor; vamos orar pela família Menezes

Rogamos a todos os irmãos promessistas que orem em favor da família Menezes, pois perdeu dois familiares queridos no mesmo dia. Pela manhã, faleceu o pr. José da Costa Menezes e há poucas horas, faleceu o Da. Elizeu Moraes de Menezes (62 anos), que era o sobrinho do pastor.
Da. Elizeu Moraes de Menezes foi consagrado ao diaconato em 1991. Congregava na IAP em Cumbica – Base Área (Guarulhos, SP). Ele estava internado há vários dias, com problemas no fígado e também um ferimento que se agravou pela diabetes. Deus certamente poupou seu sofrimento terreno, pois tem a vida eterna assegurada para aqueles que são seus.
Ele foi casado durante 31 anos com a Dsa. Leni Oliveira, da Resofap Guarulhos. Oremos também pelos filhos Eduardo e Dsa. Kelli Melo, de Campo Grande (MS). Que eles continuem fortes e consolados pelo Espírito Santo.
Divulgaremos em breve informações sobre o velório e sepultamento.

Dicas da Lição 8 – "O evangelho chega à Europa"

O evangelho chega à Europa

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Dicas

  1. Dinâmica 1
    • Para a introdução da lição, divida sua classe em duplas e distribua uma folha de papel para cada uma delas. A seguir, peça que cada dupla responda à seguinte pergunta: “Qual é a missão principal da igreja?”, escrevendo sua resposta na folha de sulfite. Dê a oportunidade para que eles debatam sobre as respostas e relacione com o tema da lição deste sábado: o evangelho chegando à Europa, o que demostra o cumprimento da missão confiada por Deus à sua igreja.
  2. Dinâmica 2
    • Ao finalizar o tópico Conhecendo o livro de Atos, realize essa dinâmica que tem como objetivo ilustrar a necessidade de proclamarmos a mensagem da salvação para todos.Materiais
    Para esta dinâmica, você vai precisar de uma caixa de bombons. Antes de sua aula, abra a caixa e retire alguns bombons, deixando apenas uma quantidade que dê apenas para metade dos alunos.
    Execução
    Durante a aula, diga para eles que você trouxe um presente para todos. Fale também que todos devem ser premiados pelo empenho, compromisso e participação nas aulas.
    Entregue a caixa a um dos alunos e diga para eles pegarem o bombom que preferirem. Com certeza, faltarão bombons para todos os alunos, o que acarretará em reclamações por parte dos que não ganharam.
    Pergunte então, o motivo das reclamações. Enfatize sobre como é desagradável não ganhar um presente que é para todos. Relacione com a missão da igreja de proclamar o evangelho e diga para os alunos: “enquanto muitos já foram alcançados pela mensagem da salvação, outros ainda estão tristes, desanimados e mortos espiritualmente, vivendo uma vida de pecados, pois não receberam, como vocês, o Evangelho de Jesus. Se vocês ficaram chateados por não ganharem um simples bombom, imaginem se não tivessem o direito de conhecer a mensagem de salvação? O nosso Deus é justo e bondoso, por isso, jamais agiria desta maneira. Ele não faz acepção de pessoas.”
    Depois disso, pegue os bombons que você retirou e ofereça aos alunos que não haviam recebido. Ao distribuir os bombons, conscientize seus alunos que a mensagem de salvação deve ser entregue a todas as pessoas e não somente a algumas. Compartilhar a mensagem maravilhosa de salvação é a nossa grande missão.
  3. Testemunho
    • Para finalizar o tópico Vivenciando o livro de Atos, convide com antecedência, uma pessoa que foi evangelizada por alguém de sua sala (ou mesmo da igreja). Peça que tal pessoa compartilhe um pouco do seu testemunho, de como o fato de ser evangelizada por alguém permitiu que ela conhecesse a Jesus Cristo e que diferença a mensagem de salvação tem feito na vida dela.
  4. Vídeo
    Antes do desafio missionário, assista ao vídeo disponível em: https://www.youtube.com/watch?v=n_zllulqNpU. Este vídeo vai ilustrar a missão da igreja, utilizando a figura de um barco. Ao assistir com seus alunos, incentive-os a cumprirem a missão que foi confiada por Deus, pois a igreja na verdade não é um barco de prazeres, mas sim um bote salva vidas.
    Como se trata de um vídeo de 12 minutos, se preferir, exiba apenas um dos trechos a seguir:
    “Você vai?” (0min à 3min5s)
    “Ficar na festa ou ir a operação resgate” (3min 6s – 5min40s)
    “Boa estrutura, mas pouco esforço na Missão” (5min41s – 8min44s)
    “Todos envolvidos na Missão” (8min45s – 12min)

 
 

Comentários Adicionais

  1. Deus faz o seu caminho na tormenta: “O chamado de Deus é claro, mas as providências de Deus nem sempre são. Nem sempre é da vontade de Deus nos levar a lugares de bonança. Muitas vezes, ele nos põe no meio da tempestade. Nem sempre Deus fala conosco através do vento suave. Muitas vezes, ele faz o seu caminho na tormenta. Deus queria Paulo e Silas em Filipos. Queria plantar uma igreja em Filipos. Mas os missionários foram parar na cadeia. A cadeia não foi um acidente. A cadeia não frustrou os desígnios de Deus.” (LOPES, Hernandes Dias. Atos: a ação do Espírito na vida da igreja. São Paulo: Hagnos, 2012, p. 297).
  2. Tiveram que voltar atrás: “Agora, os magistrados têm um novo problema com Paulo: ele não é um agitador, mas um cidadão romano que fora desrespeitado em seus direitos.
    Eles tentam reparar a situação, pedem-lhe desculpas e, em vez de sair escorraçado, Paulo sai com as autoridades constrangidas, em débito com ele e com mais uma família ganha para Cristo”. (COELHO FILHO, Isaltino Gomes. Atos dos Apóstolos: de Jerusalém a Roma. Rio de Janeiro: JUERP, 2009, p.120).
  3. O estrategista: “Paulo se concentrava em lugares estratégicos. Era um plantador de igrejas que tinha critérios claros para fazer investimentos. Passava batido em determinadas regiões e fixava-se em outras, mas não aleatoriamente. Ele buscava sempre alcançar cidades estratégicas que pudessem irradiar a mensagem do evangelho”. (LOPES, Hernandes Dias. Atos: a ação do Espírito na vida da igreja. São Paulo: Hagnos, 2012, p. 299).
  4. A Europa na agenda de Deus: “Paulo tinha um plano ousado para evangelizar a Ásia, mas aprouve a Deus mudar o rumo da sua jornada e direcioná-lo à Europa. A agenda missionária da igreja deve ser dirigida por Deus, e não pelos obreiros, deve ser definida no céu, e não terra. Paulo abriu mão do seu projeto e abraçou o projeto de Deus, assim o evangelho entrou na Europa”. (LOPES, Hernandes Dias. Atos: a ação do Espírito na vida da igreja. São Paulo: Hagnos, 2012, p. 296).
  5. Salvação: obra de Cristo: “O Cristo exaltado preparou Lídia por meio dos ensinamentos do Antigo Testamento ministrados na sinagoga. Agora ele enviou Paulo e os outros
    missionários a Filipos de modo que ela pudesse ouvir a mensagem de salvação. Lucas atribui ao Senhor, e não a Paulo, o ato de salvar Lídia. Portanto, a salvação não é obra do homem, mas do Senhor”. (KISTEMAKER, Simon J. Comentário do Novo Testamento: Atos. Vol. 2. Tradução: Ézia Mullins e Neuza Batista da Silva. São Paulo: Cultura Cristã, 2006, p.129).

Nota de falecimento

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Pr. José da Costa Menezes será sepultado nesta terça (16)

Na manhã desta segunda-feira, o Senhor recolheu um soldado, que deixa um legado inestimável para a Igreja de Cristo e para sua família. O Pr. José da Costa Menezes, residente em São Paulo (SP), descansou aos 81 anos. Ele esteve internado apenas nos últimos dias, porque ainda em 23 de julho ministrou sua última mensagem na IAP em Vila Medeiros, onde congregava.
Foi casado durante 55 anos com a Dsa. Clarice Correia (Ica), com quem teve os filhos: Nilson, Aldo, Elcio, Hamilton, Wellington, Márcia (in memorian) e Marli (in memorian).
O culto fúnebre será hoje (16/8), às 14h, com saída para o cemitério as 15h. O sepultamento será às 16h30, no Cemitério Jardim das Primaveras 1 (Av. Otavio Braga de Mesquita – Guarulhos).
O velório está acontecendo na IAP em Vila Medeiros (R. Eurico Sodré, 275).
Pr. Menezes Converteu-se a Cristo em 1952 e iniciou seu ministério em agosto de 1959, como obreiro na IAP em Vila Medeiros. Foi consagrado ao diaconato em 1961 e ao presbiterato, em 1965. Foi bacharel em Direito.
Na Igreja Adventista da Promessa, foi um constante colaborador na administração, além de ter pastoreado diversas igrejas. Foi Secretário Geral da IAP, Superintendente da Convenção Sul Matogrossense, Diretor do Departamento de Educação Cristã, Diretor do IBAP (hoje Seminário Interno para formação de pastores) e pastor da IAP em Vila Medeiros.
Sua marca registrada era o sorriso, mesmo nas circunstâncias mais difíceis. Homem de fidelidade ao Senhor inabalável. Certa vez, contando como se deparou com a cena do acidente em que faleceu sua filha Marli, ele lembrou que as pessoas se surpreendiam de que ele fosse o pai, pela mansidão que demonstrava. “Deus sempre faz o melhor e se ele quis assim para minha filha, eu posso não entender agora, mas certamente é o melhor”. Palavras de quem tinha a vida eterna como certeza e alegria vindoura.[/vc_column_text][/vc_column][/vc_row]

O Cristo que traz esperança

Mesmo quando o cortejo da desesperança está presente

“E aconteceu que, no dia seguinte, ele foi à cidade chamada Naim, e com ele iam muitos dos seus discípulos, e uma grande multidão;
E, quando chegou perto da porta da cidade, eis que levavam um defunto, filho único de sua mãe, que era viúva; e com ela ia uma grande multidão da cidade.
E, vendo-a, o Senhor moveu-se de íntima compaixão por ela, e disse-lhe: Não chores.
E, chegando-se, tocou o esquife (e os que o levavam pararam), e disse: Jovem, a ti te digo: Levanta-te. E o que fora defunto assentou-se, e começou a falar.
E entregou-o à sua mãe.
E de todos se apoderou o temor, e glorificavam a Deus, dizendo: Um grande profeta se levantou entre nós, e Deus visitou o seu povo.”Lucas 7:11-16
No decorrer da Bíblia Sagrada, encontramos o relato de oito ressurreições (fora a de Jesus). Destas, três podem ser encontradas no Antigo Testamento e 5 no Novo Testamento: o filho da viúva de Sarepta, o filho da Sulamita, o homem lançado sobre o sepulcro de Eliseu, a filha de Jairo, Lázaro, o filho da viúva de Naim, Êutico e Dorcas.
Mas vamos meditar sobre a ressurreição do filho da viúva de Naim. Em meio a um cortejo de desespero e desesperança, Jesus trouxe esperança e alegria para uma mulher que havia acabado de perder o que tinha de mais precioso, o seu único filho. Quantos de nós também temos sido assolados pelo desespero e pela desesperança? Quantos de nós não conseguimos ver uma solução para os nossos problemas e nossas dificuldades?
É interessante observarmos que ao chegar até a cidade de Naim, Jesus encontrou várias pessoas seguindo um cortejo fúnebre, acompanhando uma viúva que estava prestes a enterrar o seu único filho. Certamente, este cortejo estava marcado pelo desespero, tristeza e desesperança. Enquanto estavam saindo da cidade, as pessoas que faziam parte de tal cortejo encontraram-se com um grupo completamente diferente: são as pessoas que estão com Jesus. Tais homens e mulheres celebravam a vida, a esperança e a paz.
O cortejo fúnebre estava chorando a perda do filho da viúva, no entanto, algumas pessoas que faziam parte dele deveriam também estar se lamentando pela própria situação vivida por essa mulher. Naquela época, a mulher não possuía qualquer valor, era considerada alguém inferior. O valor de uma mulher estava atrelado ao homem: primeiramente seu pai e depois seu marido. Quando ficava sozinha, a mulher deveria arrumar um jeito de sustentar-se sozinha. No primeiro século, mulheres não podiam herdar propriedade dos seus maridos. As propriedades familiares eram transferidas aos filhos e, em casos especiais, para uma filha. Uma mulher viúva sem filhos estava completamente desamparada.
No caso específico desta mulher mencionada em Lucas 7, ela já havia perdido a sua fonte de segurança (o marido) e agora estava prestes a enterrar o seu único filho (que para ela, representava a esperança de dias melhores). A esperança dela de uma família feliz e de uma velhice tranquila e segura desmoronou.
Diante desse quadro desesperador, era natural que o cortejo fúnebre chorasse também pela desesperança, tristeza e desespero de ver as esperanças desta mulher serem sepultadas junto com o seu filho. No nosso caso, qual tem sido a razão da nossa desesperança ou do nosso desespero? É aquele problema que não conseguimos solucionar, aquela enfermidade que tem nos afligido, aquele pecado ou vício que não conseguimos vencer? Às vezes, ficamos como aquela mulher ou como algumas pessoas do cortejo fúnebre, chorando em meio à dor e à desesperança. Parece que nada e ninguém podem nos ajudar. Sentimo-nos abandonados por todos. Quem nunca se sentiu assim?
No entanto, algo estava prestes a mudar para a vida desta viúva: o versículo 13 nos mostra que Jesus a viu. Jesus viu a dor, o desespero e a desesperança desta mulher e foi ao encontro dela, ainda que ela não o tenha visto primeiro. Isso pode acontecer também conosco. Desesperamo-nos e nos desesperançamos com aquele projeto que nunca deu certo, aquele problema profissional complicado de resolver, a necessidade financeira que vivemos, a perda de um ente tão querido. No entanto, Jesus nos vê e deseja estar conosco! Em muitas situações nos sentimos tão desesperançados que não percebemos que Cristo está perto de nós, disposto a ressuscitar a nossa esperança, a nossa alegria e a nossa paz nele!
As pessoas do cortejo fúnebre choravam, mas elas também sabiam que nada poderiam fazer para ajudar aquela viúva. Porém, a Palavra de Deus nos mostra que quando Jesus viu a mulher, sentiu compaixão por ela. Cristo sabia bem quais eram as dificuldades e limitações que uma mulher sozinha enfrentava, e assim, teve grande misericórdia dela. Da mesma forma, Cristo age conosco: ele tem misericórdia de nós. Ele se importa com a nossa vida e atua em nossa vida com graça e compaixão. Nada pode nos separar do seu amor que se renova todos os dias, manhã após manhã.
Cristo faz mais do que sentir: ele quebra o protocolo, pára o cortejo e ordena ao rapaz que se levante. Diante de um cortejo de desesperança, Cristo traz a esperança para essa mulher ao ordenar que seu filho morto levante-se. Por isso, podemos ter a convicção de que em meio à desesperança, à dor, ao desespero causado pelas lutas, pelos problemas, ou pelo pecado, somente Cristo pode trazer esperança para nós. Ele é a fonte e a razão de nossa esperança!
No versículo 14, podemos ler que Jesus deu a ordem e o menino ressuscitou! Nós que somos mães, podemos bem imaginar a alegria desta mãe em ver o seu filho ressuscitado! Além do filho, Jesus ressuscita também a esperança, a alegria e a paz desta viúva! Ele demonstrou para ela e demonstra para cada um de nós que não há dificuldade ou adversidade que não possamos vencer, se estivermos com a fé alicerçada nele!
Finalmente, é interessante observarmos que quando a multidão comparou Jesus com um profeta, provavelmente estava comparando Cristo a Elias e Eliseu (que foram usados por Deus para ressuscitarem mortos (1 Reis 17: 18 – 24; 2 Reis 4: 32- 37). No entanto, estes homens tiveram de orar e esperar para que Deus devolvesse a vida a eles. Por sua vez, Jesus apenas ordenou e o jovem reviveu, numa clara demonstração de que era realmente o Deus que possuía poder e domínio sobre todas as coisas, até mesmo sobre a morte.
Sendo assim, confie em Cristo, e entregue sua vida a ele, pois somente ele pode perdoar os seus pecados e trazer esperança em meio à desesperança, alegria em meio à tristeza e paz em meio ao desespero!

Dsa. Claudia Duarte congrega na IAP em Votuporanga (SP) e é diretora do Departamento Infantojuvenil Regional

A vergonha se transformou em triunfo

Ao acender a Pira Olímpica, o atleta Vanderlei recebeu a honra que foi impedido de conquistar nas Olimpíadas de Atenas

Nas Olimpíadas de 2004: “…durante a disputa da prova de Maratona dos Jogos Olímpicos de Atenas. Após liderar até o 36º quilômetro, o maratonista brasileiro Vanderlei Cordeiro de Lima foi atacado por um fanático religioso irlandês, o ex-sacerdote Cornelius Horan”, e foi impedido de conquistar a medalha de ouro. Devido este episódio, o maratonista brasileiro ganhou apenas a medalha de bronze.
Mesmo assim, ele continuou a corrida: “Por seu feito, seu espírito esportivo e humildade após a prova, Vanderlei recebeu a Medalha Pierre de Coubertin, considerada uma honra elevadíssima atribuída pelo Comitê Olímpico Internacional.”
Para a surpresa, alegria e emoção de todos os presentes no Maracanã e fora dele, depois de 12 anos, Vanderlei foi aquele que acendeu a Pira Olímpica nos Jogos Olímpicos do Rio 2016, elevando o espetáculo a um grito que foi preso quando ele não ganhou a medalha de ouro em Atenas 2004.
Na programação, possivelmente quem faria um dos atos mais marcantes dos Jogos seria o Pelé, mas, Vanderlei foi o escolhido. Talvez, surpresa até para ele.
Aquela vergonha pública enfrentada pelo maratonista foi recompensada agora acendendo o fogo que simboliza o espírito olímpico, na presença de uma apoteose no Estádio, no Brasil e no mundo, que vibraram com a cena.
Esse fato lembrou-me de nosso Senhor, Jesus Cristo. Suas últimas horas foram de extrema vergonha e humilhação. Ele foi cuspido e surrado, com direito a bofetadas. Desde deboches e brincadeiras de “pique esconde” para saber quem lhe bateu (Mc 14.65).
No Calvário onde foi crucificado, o Cordeiro foi exposto à vergonha pública e universal. Seu corpo sangrando, sua língua pregada ao céu da boca de sede, a coroa de espinhos na cabeça, os pedidos para descer da cruz, nada o deteve ou o impediu de morrer por nós! (Mc 15. 30-31)
Nosso Cordeiro foi silenciado na morte, porém, ela não deteve Aquele que é o Senhor da vida (At 2.22-23)! Nosso Salvador, que morreu pelos nossos pecados, ressuscitou para nossa salvação! (Rm 4.25)
Hebreus 12.2 nos indica que, apesar da vergonha, sofrida, Cristo subiu aos céus depois de 40 dias após sua ressurreição, aparecendo a muitos (At 1.3). Aliás, o autor de Hebreus nos diz que Ele não desistiu da Cruz e não evitou ser humilhado pois, além de nos salvar, sabia da alegria que lhe estava proposta de voltar ao Pai, e assentar-se à direita de Deus.
Imaginemos a festa quando Jesus voltou ao céu? Ele foi glorificado e ainda derramou o Espírito sobre a Igreja (Jo 7.39; At 2.1-3) Uma alegria indizível em comparação à alegria que Vanderlei teve ao acender a Pira Olímpica. Por isso, continuemos na maratona da fé. Não deixemos de correr, pois chegaremos com a força da graça à gloriosa festa do Cordeiro!

Andrei Sampaio Soares é membro da IAP de Pedreira em São Paulo, colaborador do Departamento de Educação Cristã da IAP e articulista do site Além Blog.

Dicas para a Lição 07 – “A primeira Assembleia Geral”

A primeira Assembleia Geral

  • Clique AQUI para acessar os slides da lição.
  • Para ouvir o podcast desta lição, clique AQUI.

 

Dicas

– Nesta lição vamos analisar algumas demandas teológicas que a Igreja do Primeiro século enfrentou. Tais pontos levaram a Igreja a se reunir pela primeira vez para tratar do importante tema da salvação pela fé na Graça de Cristo e sua Obra de expiação.
– Você pode, como sempre, usar os Slides, os estudando antes; passando através do multimídia durante o momento da aula.
– Comece a Aula deste sábado falando sobre a importância que a Igreja dá a pontos de fé que são centrais no ensino bíblico; que sendo ignorados podem levar as pessoas e até a própria Igreja a apostasia. Mencione por exemplo a Importância dos pontos que são levados a discussão até a Comissão Teológica da Igreja Adventista da Promessa, e finalmente à Assembleia Geral em plenário para esclarecimento e votação. Assim você também poderá fazer um link com a maneira que a Igreja tomou suas decisões em relação a um assunto tão importante como o caminho da Salvação em sua primeira “assembleia geral”, como exposto no estudo.
No tópico 3 “A Solução” – Mostre o Vídeo “Justificação pela fé” uma exposição objetiva sobre o tema, por Pr. Hernandes Dias Lopes. Segue o Link: https://youtu.be/2D2ktO-p7-A
No tópico de Aplicação 1: “Sejamos uma Igreja Bíblica, pois somente assim poderemos vencer as heresias, Faça uma dinâmica para Ilustrar o que significa aceitar a salvação como presente imerecido, Nosso Objetivo com a breve dinâmica é compreender definitivamente, que somos justificados não por obras meritórias, mas pela fé em Jesus Cristo:
Material usado:
– Quadro médio de Giz; (pode ser quadro branco e pincel anatômico)
– Alguns Bombons;
Atividade:
Escreva no quadro de giz as seguintes perguntas (Ou escolha algumas delas): “Qual o tema central desta lição?” , ” O que significa a palavra Justificação?”, ” Existem méritos humanos quando Deus justifica o homem?”, ” A justificação pela fé torna a lei desprezível?” e “Por que a lei não justificava o homem?” Escolha cinco alunos para que respondam. Mesmo que os alunos errem as respostas, diga: “Muito bem! Recebam um prêmio”. Dê um bombom para os alunos que participaram.
Na sequência, enfatize que, na verdade, eles não mereciam o bombom, pois não acertaram as respostas, porém você decidiu presenteá-los. Explique que assim é a justificação de Deus. Diga que ninguém é justificado e recebe as bênçãos de Deus porque é bom. A justificação e as bênçãos são presentes gratuitos de Deus dados por fé. Não somos justificados porque tivemos um bom desempenho. Nós não merecemos, mas por causa da fé, do amor, da compaixão e da bondade e da graça de Deus.
 

Comentários Adicionais

  1. Os judaizantes que foram até Antioquia: “Vale destacar que os mestres judeus legalistas eram da congregação de Jerusalém, mas não foram enviados por ela nem autorizados pelos apóstolos (15.24). Identificados com os fariseus (15.5), receberam de Paulo a alcunha de falsos irmãos (G1 2.4), cujo propósito era privar os crentes de sua liberdade em Cristo (G1 2.1-10; 5.1-12)”. (LOPES, Hernandes Dias Lopes. Atos: A ação do Espírito Santo na igreja. São Paulo: Hagnos, 2012, p.277).
  2. A assembleia de Jerusalém: “A narrativa de Lucas acerca do debate a respeito do relacionamento entre os gentios e a Lei de Moisés forma a parte central de Atos, tanto estrutural quanto teologicamente. (MARSHALL, I. Howard. Atos: introdução e comentário. Tradução de Gordon Chown. São Paulo: Vida Nova e Mundo Cristão, 1982, p.229). Dirigidos pelo Espírito Santo (At 15:28), os líderes e a igreja toda (At 15:22) tomaram duas decisões: uma de caráter doutrinário acerca da salvação e outra de caráter prático acerca da vida cristã.” (WIERSBE, Warren W. Comentário bíblico expositivo: Novo Testamento. Vol. 1. Tradução de Susana E. Klassen. Santo André: Geográfica, 2010, p.600).
  3. A deliberação da igreja em assembleia: “Um fato importante é que regras semelhantes aquelas em Atos 15:20, especialmente na ordem dada no v. 29, também se acham em Levítico 17-18, onde se aplicam tanto a judeus quanto aos residentes estrangeiros. Nenhuma exigência nacional, racial ou social pode ficar sendo condição prévia para a salvação e a filiação à igreja, lado a lado com a única e exclusiva exigência da fé em Jesus Cristo, através de quem a graça de Deus é trazida aos pecadores” (15:11). “A lição aqui não é que a lei é um fardo opressivo, mas, sim, que os judeus eram incapazes de obter a salvação através dela”. (MARSHALL, I. Howard. Atos: introdução e comentário. Tradução de Gordon Chown. São Paulo: Vida Nova e Mundo Cristão, 1982, p.233, 234, 236).
  4. Reafirmação da salvação pela graça: “Tanto os judeus quanto os gentios são salvos da mesma maneira. Não há dois modos de salvação. Não há um critério diferente para judeus e outro para os gentios. A salvação é pela graça, e não pelas obras; é recebida pela fé, e não por merecimento. Procede daquilo que Cristo fez por nós, e não daquilo que fazemos para ele”. (LOPES, Hernandes Dias Lopes. Atos: A ação do Espírito Santo na igreja. São Paulo: Hagnos, 2012, p.284).
  5. A lição que podemos aprender com a primeira assembleia geral: “Temos muito a aprender com essa experiência difícil da Igreja primitiva. Para começar, os problemas e as diferenças são oportunidades de crescimento, mas também podem dar lugar a dissensão e divisão. As igrejas precisam trabalhar juntas e ter tempo de ouvir, amar e aprender. Quantos conflitos e rompimentos dolorosos não poderiam ter sido evitados se alguns do povo de Deus tivessem dado ao Espírito tempo para falar e operar”. (WIERSBE, Warren W. Comentário bíblico expositivo: Novo Testamento. Vol. 1. Tradução de Susana E. Klassen. Santo André: Geográfica, 2010, p.602).