Capacitando mulheres presidiárias

Entrega de certificados no curso de maquiagem na penitenciária feminina Santana

Dia de alegria no sistema carcerário, para glória de Deus! A Penitenciária Feminina de Santana promoveu neste final de ano uma cerimônia de entrega de certificados no curso de Maquiagem, coordenado pelo Setor de Educação junto à FUNAP, que capacita mulheres presidiárias em diversas atividades.
A Capelania está tão ligada às mulheres do presídio, que foi convidada pela Coordenação a participar do evento. Foram homenageadas todas as reeducandas que se dedicaram ao curso.
A equipe de Capelania Prisional agradece a Deus e aos diretores por participar desse momento tão especial na vida dessas mulheres, que lutam para serem reinseridas na sociedade por seus esforços e talentos.
Eu, Pr. Onésimo Santana, Karina Alves, Aparecida Bonifacio, Dsa. Eliane Salvador e Dsa. Valdecy da Cruz representaram a IAP. Parabenizamos todos os envolvidos nesta iniciativa, em especial a Gerente Regional da FUNAP – Marli Terezinha Gomes – pelo carinho e dedicação nos projetos educacionais dentro do sistema prisional.
Nossa gratidão à IAP em Vila Medeiros (SP), pela doação dos lanches que foram servidos no evento.
 
Ms. Solange Oliveira, coordenadora geral de Assistência em Presídios

Pedido de oração

pedido-de-oracao-miguelVamos orar pelo pequeno Miguel

O pequeno Miguel, da IAP em Limeira (SP), com apenas 3 anos, está em isolamento no hospital devido a uma doença que começou no couro cabeludo mas se espalha pelo corpo, chamada de Tinea Micose.
Ele é filho de Andreia e Hudson Garcia, que pedem a oração de todos. Não há previsão de alta médica. Hudson é filho do Pr. Roney Garcia.
Vamos clamar ao Senhor por ele.

"Zé, cuida do menino!"

Imagine a cena: Maria super atarefada depois de um dia inteiro de trabalho. José já encerrou as atividades na carpintaria e está disponível para ajudar, aí, ouve o pedido da esposa, “Zé, cuida do menino!”, e lá vai José acalmar o choro do pequeno Jesus. Já pensou?
A roda de 2015 girou e outro natal chegou. Presépios e cantatas estarão a disposição por todos os lados relembrando a história do menino Jesus, o bebê que nasceu em Belém trazendo paz na terra aos homens de boa vontade.
Saia um pouco do calendário que tem um feriado com extremo apelo comercial e emocional. Agora tente entrar em outro cenário, a humilde casa que abrigou a infância do menino Jesus.
Ele brincava? Chorava? Tinha dor de barriga? Derrubava coisas? Fazia suas manhas? Tropeçava nos primeiros passos? Tenho para mim que sim, tudo isso e muito mais viveu o garoto Jesus. E por vezes, como é natural em qualquer lar, o pai precisava ajudar. Portanto, eu quase consigo ouvir o pedido de Maria, “Zé, cuida do menino!”
Um dia Jesus nasceu no meu coração. Alegria indizível passou a fazer parte de mim. Tudo mudou. E continua mudando até hoje. A forma de ver a vida, como encarar desafios, como me relacionar, enfim, foi e é uma alegria que fez a vida virar 180º.
Hoje, o “Zé” sou eu. A voz que José, o carpinteiro da Galileia ouviu tantas vezes, agora sou eu que ouço: “Zé, cuida do menino!”. Pense na responsabilidade, na diversão, na alegria, na seriedade que é cuidar de um bebê, um garoto, um menino.
Apesar do mundo podre, ameaçador e violento que nos cerca e assusta todos os dias, “cuidar” do menino que nasceu e faz morada em mim possibilita ver o que a vida tenta tirar de nós, a beleza, a doçura, a pureza, o respeito, a decência, o brilho no olhar.
Ser um “Zé” me faz feliz. Ser um “Zé” me faz descer ao nível do menino, ir brincar no chão com o bebê, interagir na linguagem possível ao menino. É só aí que reconhecemos o Salvador. Basta lembrarmos que quem primeiro reconheceu aquele bebê como o Messias foi outro bebê, quando ambos, João e Jesus, ainda estavam no ventre de suas mães.
Jesus nasceu! Preciso cuidar da minha fé e deixar meus ouvidos sempre atentos: “Zé, cuida do menino!”
 
Pr. Edmilson Mendes congrega na IAP em Pq. Itália (Campinas, SP) e integra o Departamento Ministerial – Convenção Geral e Paulista. Fonte: Sou da Promessa

Pastor urbano

Os desafios e contradições que temos pela frente

Conversando com um colega pastor que vivenciou a experiência de ter sido um pastor rural, pois a extensão de seu campo pastoral envolvia irmãos que moravam em sítios, ele disse que a alegria e a satisfação dos irmãos compensava em muito o esforço empreendido. Esta forma de pastoreio teve êxito há alguns anos atrás.
Mas e hoje, quais os desafios de um ministério pastoral urbano?
É sabido que na década de 60, durante o governo de Juscelino Kubitschek, houve um grande investimento no desenvolvimento das grandes cidades da região Sudeste. Com isso, tivemos uma grande migração para os centros urbanos mas a infraestrutura dessas cidades foi comprometida e ainda sofre, com a atuação de vários grupos que, desordenadamente, lutam por espaço.
O que fazer para alcançar os grupos que vivem em prédios? Os grupos dispersos que vivem sobre as calçadas, na mendicância? Pessoas que vivem em comunidades carentes? Além de lugares como a Cracolândia?
Entendo que o pastor urbano precisa conhecer o seu tempo, as oportunidades que lhes são disponibilizadas, bem como o grande volume de problemas sem solução pertinentes a estes tempos modernos. Os filhos de Issacar estudavam o seu tempo para encontrar soluções que ajudassem a todos na batalha (I Crônicas 12.32). Josafá entendeu que o ensino didático, sistemático e comunitário era necessário em todo Judá (2 Crônicas 17.7-10). Habacuque compreendeu que a mensagem precisava ser legível, registrada em pedra para que pudessem ler os que passassem correndo (Habacuque 2.2).
Como encontrar um denominador comum, que englobe de forma cristocêntrica, bíblica, dinâmica todas essas situações?
Exerça seu pastorado baseado nas ações de Jesus, isso o levará a “fazer o bem” (Atos 10.38), num sentido amplo de alcançar grupos anteriormente mencionados e outros. Pastoreei usando as ferramentas de políticas públicas (sem se corromper no sistema), assistência social, ferramentas tecnológicas meios de comunicação disponíveis.
A honestidade ministerial, somada ao que Jesus faria, nos levará a manter as ovelhas no aprisco do Bom Pastor (João 10.1-7) afagadas, cuidadas, bem tratadas, equilibradas, satisfeitas, alimentadas, providas em tudo. (Bispo Josué Adam Lazier).
É muito diferente de mantê-las num curral, tratadas com sal, ração sem afetividade, são ovelhas, e não gado. Falsos pastores não empregam esforços salvíficos, pois apascentam a si próprios com claro e evidente interesse financeiro e de poder temporal.
As contradições, bem como os desafios, tendem a crescer para um pleno cumprimento do que já foi vaticinado. Cabe-nos ser aqueles pastores que, como Jesus fez em relação a Deus, cumpriu sua justiça, amou os seus até o fim, tornando-se o sumo pastor das ovelhas.
Que, como John Wesley, possamos dizer;” A minha paroquia é o mundo ” e estejamos dispostos a servir a todos aqueles que precisam do auxílio do Senhor.

Pr. Omar Figueiredo dos Santos é responsável pelas IAPs em Jardim Paineira e Itaquera, na Convenção Paulistana Leste.

Um câncer na tireoide durante a gravidez

Há cerca de 19 anos, minha mãe (Asenate) descobriu que não podia ter filhos, mas Deus foi misericordioso e deu-lha um varão (Lucas, meu irmão) a pedido do meu pai (Moisés). Passados 5 anos, minha mãe descobriu que estava com câncer na tireoide e, ao mesmo tempo, grávida. Os médicos diziam que, se aquela criança nascesse, viria com problemas mentais e físicos, e que não viveria muito tempo.
Mas Deus novamente mostrou o seu grandioso poder e deu-lhe mais um filho, dessa vez uma menina, foi então que eu nasci. Meu pai é pastor, e por conta disso eu já fui pregar a palavra de Deus em várias cidades e estados. Em 2012, meu pai recebeu a notícia de que seríamos transferidos para Portugal. Deixamos parentes, amigos, casa, pertences, tudo o que tínhamos para vir nos mudar aqui para Portugal.
Hoje eu agradeço a Deus por ter-me concedido vida e creio que, se Deus deu-me vida é porque ele tem um propósito para mim. Agradeço também por me manter firme em seus caminhos e pelas bênçãos derramadas sobre a minha vida e da minha família.
Ana Paula e sua família são missionários da IAP em Portugal.

IAP Cristo Rei comemora Dia da Bíblia

No dia 13 de dezembro último, a IAP em Cristo Rei, Várzea Grande (MT) realizou um lindo culto em comemoração ao Dia da Bíblia (segundo domingo de dezembro). Tivemos peça teatral, louvores individuais, com o Departamento Infanto Juvenil, Departamento de Música, Quarteto Coral e a mensagem da Palavra de Deus, enfocando a importância da Bíblia.

Participaram do evento diversos amigos visitantes que nos alegraram com suas presenças. O Espí­rito Santo tocou a igreja com uma palavra de poder ministrada pelo Pr. Joaquim e, ao final, todas as visitas receberam Bíblias de presente!

Dicas da lição 12 – “Novo céu e nova terra”

Novo céu e nova terra

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Dicas

1. O primeiro passo será sempre buscar a ajuda de Deus através de sua devoção diária. Leia os comentários adicionais e a apresentação dos slides para a preparação de sua aula.
2. Fotos sobre a nova terra: No item 1, a primeira característica da nova terra será “a terra e o céu serão renovados”. Busque fazer com que a visão de seus alunos fique bem aguçada a respeito disso. Peça a eles, que envie (por meio das ferramentas tecnológicas ou impressos) para aula imagens de sua cidade, ou de outros lugares, que sejam belos e tragam à mente a sensação de paz, felicidade e tranquilidade. Explique a eles para imaginarem esses lugares nessa nova terra (sem pecado, violência, pobreza e etc.).
3. Fotos sobre relacionamentos: No tópico 1, a sétima característica, fala sobre a “harmonia entre as pessoas”, colete fotos de seus alunos de momentos de lazer; passeios; foto com amigos e etc… Faça a seguinte reflexão: imagine tudo isso acontecendo com a presença literal de Deus e de maneira perene e sem os conflitos nos relacionamentos.
 

Comentários Adicionais

  1. Nova terra: nosso lar!:
    “Vi novo céu e nova terra, pois o primeiro céu e a primeira terra passaram. Esta dissolução do sistema antigo – o desaparecimento do céu e da terra – já foi anunciada ([Ap] 20:11). João vê no lugar deles um céu e uma terra novos. Por toda Bíblia o destino final do povo de Deus é terreno. O pensamento dualista, tipicamente grego, dividia o universo em dois domínios: o terreno, ou transitório, e o mundo espiritual eterno. A salvação consistia em a alma voar da esfera transitória e efêmera para o domínio da realidade eterna. O pensamento bíblico, no entanto, sempre coloca o homem em uma terra redimida, não num domínio celestial longe da existência terrena.” (LADD, George Eldon. Apocalipse: introdução e comentário. Tradução de Hans Udo Fuchs. São Paulo: Vida Nova e Mundo Cristão, p.205).
  2. Mil anos no céu e eternidade na terra:
    “Os céus e a terra, uma vez renovados, tornar-se-ão a habitação dos salvos: no céu, eles viverão por um período de um mil anos; na terra, depois desse período, viverão por toda a eternidade. Quanto às condições que prevalecerão na terra depois da descida da igreja com a nova Jerusalém, tudo ainda está muito embrionário para que se possa dizer alguma coisa a respeito. O que nos foi revelado na Escritura, é, que quando tudo isto acontecer, então se cumprirão as palavras proféticas: Eis aqui o tabernáculo de Deus com os homens, pois com eles habitará, e eles serão o seu povo e o mesmo Deus estará com eles e será o seu Deus (Ap 21:3).” (O Doutrinal: nossa crença ponto a ponto. São Paulo: GEVC, 2012, p.337).
  3. Terra de felicidade:
    “Deus removerá a origem da tristeza: ‘não haverá mais morte, nem pranto, nem lamento’. A alegria e felicidade serão eternas, pois os efeitos debilitantes do pecado e do sofrimento foram eliminados. Todo leitor deste comentário deve refletir sobre tudo aquilo que já experimentou, toda doença e todos os sofrimentos e perdas, além das tristezas enormes que continuamente fazem parte da vida em um mundo dominado pelo pecado. [Terão fim na nova terra].” (OSBORNE, Grant R. Apocalipse: comentário exegético. Tradução de Robinson Malkomes e Tiago Abdalla T. Neto. São Paulo: Vida Nova, p.822).
  4. A capital da nova terra:
    “A nova Jerusalém será a capital da nova terra, o centro de adoração para todos os remidos. Todos os salvos terão acesso a essa cidade. Trata-se de um lugar repleto de justiça e saúde. Aliás, a árvore da vida, mencionada no versículo 2, do capítulo 22, representa a ideia de que nunca mais o ser humano será alvo de doença, maldição e morte. Os salvos habitarão na nova terra, enquanto a nova Jerusalém será o templo. Na nova terra, a santa cidade será o tabernáculo de Deus com os homens (v.3) e representa o governo de Deus. Este continuará sendo Deus, e o lugar em que ele habitar será diferente do nosso.” (ROCHA, Alan (org.). O Apocalipse: escreva, pois, as coisas que você viu, tanto as presentes como as que estão por vir. São Paulo: GEVC, 2014, p.163).

Crianças da Índia

Missionários seguem mostrando Jesus aos pequenos

No mês de novembro, as crianças apoiadas por projetos da IAP na Índia tiveram mais uma atividade artística. Desta vez, as crianças estavam mais soltas e confiantes, participando de cada atividade proposta.
Dia 22 de dezembro, será realizado um programa especial. O casal responsável estará preparando um almoço e distribuindo uma pequena lembrança para cada criança. Aproveitarão a data para falar sobre o verdadeiro significado do Natal.
Em janeiro, as crianças farão uma prova do governo que atesta que eles estão aptos para passarem para outra série. Esteja orando por isso. Ore também por proteção no inverno. A maioria das crianças não tem sapatos ou agasalho. Os missionários estão verificando como podem atendê-los também nesta área.
 

Dicas da lição 11 – “O acerto de contas”

O acerto de contas

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1. O Primeiro Passo será sempre buscar a ajuda de Deus através de sua devoção diária. Leia os comentários adicionais e a apresentação dos slides para a preparação de sua aula.
2. A lição da semana trata do Julgamento final. Esse se dará após o milênio. No tópico 2 ou na pergunta respectiva, (Quem serão os réus, no juízo final?) Você pode realizar uma rápida encenação. Usando um aluno ou você mesmo, diga: “Deus usa óculos! Sim. (Coloque um óculos) é assim que ele vê o mundo com tanto amor e misericórdia, ‘como assim?’”
3. Explique a ilustração: “Os óculos de Deus é o próprio Jesus. Quando alguém aceita a obra salvadora de Cristo na cruz, esse alguém passa a ser visto por Deus através de Jesus (“óculos”), e assim passa a ser Justificado. Assim ele não será julgado por suas próprias obras, pois sempre serão insuficientes; mas pelos méritos de Cristo que são suficientes para Deus. Entretanto no Acerto de Contas final, Deus vai tirar os seus “óculos” para com aqueles que não aceitaram a sua obra de salvação, e aí sim os julgará pelas suas próprias obras. Os “mortos” que foram julgados segundo as coisas que estavam escritos nos livros (Ap. 20.12), foram incrédulos, rejeitaram a graça e o amor de Deus, por isso serão réus do juízo “sem óculos”!”
4. No Tópico 3 (Qual será a base do juízo final?), primeiro parágrafo, (Ou na pregunta respectiva) você pode usar como ilustração para “os feitos encontrados nos livros” (Ações das pessoas boas ou más em toda existência humana), o vídeo “O Último dia de sua vida”. No rápido vídeo é possível ver a experiência diária de uma pessoa, como seus olhos fossem uma câmera. São rápidos insights que nos levam a refletir sobre as atitudes diárias que atingirão sempre nosso futuro. Uma escolha pode nos levar a salvação eterna, como também ao julgamento de Cristo diante do grande trono branco!
Segue o Link do vídeo: https://www.youtube.com/watch?v=X0BKLOOPmXM
5. No desafio da Semana, O Professor pode questionar seus alunos sobre a condição de réu daqueles que estão sem Cristo a sua volta, uma atitude pode mudar esse quadro. É possível usar uma ilustração prática e simples para tanto: “Tome um palito de fósforo e o acenda perante a classe”. Enquanto o palito está acesso em seu dedo você pode dizer que a vida de um réu do juízo eterno é como o palito de fósforo, o fogo é o juízo “do grande trono branco”, que vem chegando tão rápido à medida que a morte se aproxima dele. “Porém quando um réu do juízo ouve a palavra do evangelho e aceita o favor redentor de Jesus, ele já não tem mais condenação nenhuma sobre si. “Nesse momento você assopra o palito, apagando o fogo e fazendo suas considerações finais sobre o livramento do juízo, que Deus está trazendo a nossa geração através do evangelho.
 
COMENTÁRIOS ADICIONAIS

  1. Justos e injustos no juízo final:
    “João conta o que viu a respeito: Vi também os mortos, grandes e pequenos, em pé diante do trono, e livros foram abertos. Esses mortos são, provavelmente, os mesmos mencionados no versículo 5a, os restantes dos mortos, os ímpios. Todos que não forem encontrados no livro da vida serão condenados à destruição (v.15). Os salvos, por sua vez, não serão julgados, no juízo final, mas ali estarão presentes, como expectadores. No céu, durante o milênio, eles se assentarão em tronos para julgar (v.4), mas, na terra, após o período milenar, presenciarão o anúncio da sentença dos ímpios.” (ROCHA, Alan (org.). O Apocalipse: escreva, pois, as coisas que você viu, tanto as presentes como as que estão por vir. São Paulo: GEVC, 2014, p.163).
  2. O trono branco:
    “Um trono branco. Nesta última visão antes do novo céu e da nova terra, foram mostrados a João, neste verso 11, os atuais céus e terra postos em fuga ante a majestade da presença divina. O universo atual está ‘posto no maligno’. A metáfora da fuga é para demonstrar a completa incompatibilidade entre a criação corrompida e a santidade divina manifestada no trono branco.” (MIRANDA, Neemias Carvalho. Apocalipse: comentário versículo por versículo. Curitiba: A. D. Santos, 2013, p.369).
  3. Os livros do juízo:
    “(Os mortos, os grandes e os pequenos estão postos em pé diante de Deus. São os incrédulos de todas as eras. Vários livros são abertos. O Livro da Vida contém o nome de todos que foram remidos pelo sangue precioso de Cristo. Os outros livros contêm um registro detalhado das obras dos incrédulos.” (MACDONALD, William. Comentário bíblico popular: Novo Testamento. Tradução de Alfred Poland et al. São Paulo: Mundo Cristão, 2008, p.1016).
  4. Justo juízo:
    “O juízo representa o caráter justo de Deus. Ele não condenaria o ímpio sem base plausível. Todos saberão os reais motivos de receberem determinada punição. Mesmo que a impunidade passe despercebida aos olhos dos homens da atualidade, o juízo dá a entender que a justiça, mais cedo ou mais tarde, triunfará. No juízo final, de acordo com João, os maus foram julgados, segundo as suas obras, conforme o que se achava escrito nos livros (v.12).” (ROCHA, Alan (org.). O Apocalipse: escreva, pois, as coisas que você viu, tanto as presentes como as que estão por vir. São Paulo: GEVC, 2014, p.163).

Sempre deem graças!

É… Acreditemos ou não, estamos no último mês de 2015. Tenho a impressão que os dias têm passado voando. Parece que foi ontem que celebrávamos o início de mais um novo ano, e agora ele praticamente se foi. E com que sentimento chegamos ao final de mais esta etapa? Não sei como foi o seu ano, mas quero lhe desafiar a agradecer a Deus.
O título deste texto está presente em Efésios 5:20: “Sempre deem graças por tudo a nosso Deus e Pai, no nome do nosso Senhor Jesus Cristo” (Nova Bíblia Viva). Este trecho bíblico traz um desafio importante para todo cristão: uma chamada às ações de graças. Um cristão não é alguém cheio de choradeiras, lamúrias e lamentações, mas alguém cheio de ações de graças. É o seu caso? Vamos entender este texto?
Em primeiro lugar, reflitamos sobre o significado de ações de graças. O texto diz: deem graças. Mas, o que é ação de graças? É o ato de expressar ou manifestar gratidão, em reconhecimento a benefícios recebidos. Quem o faz, reconhece que as dádivas das quais é alvo não podem ser atribuídas a si próprio. Elas foram concedidas de modo imerecido e amoroso. Quando rendemos ações de graças, de certa maneira, o fazemos como uma resposta a favores imerecidos. Mas, a favores imerecidos da parte de quem?
Em segundo lugar, reflitamos sobre o destinatário das ações de graças. Quem deve receber ações de graças, de acordo com o texto de Efésios, em questão? O texto diz: Deus, o Pai. Ele é a fonte de toda dádiva. Ele é quem está assentado no trono e conduz a história da humanidade. É o Pai quem tem conduzido a sua vida até aqui, e lhe ajudado a superar seus desafios, lutas. É Ele quem esteve ao seu lado nos momentos difíceis! É Ele que, de maneira imerecida, tem nos ajudado! Ao Pai, ações de graças!
Em terceiro lugar, reflitamos sobre a extensão das ações de graças. Pelo quê se deve dar graças? O texto diz: por tudo. Devemos agradecer a Deus por todas as bênçãos que recebemos. William Hendriksen afirma que devemos agradecer por bênçãos físicas ou espirituais; ordinárias ou extraordinárias; passadas, presentes ou futuras; pelas bênçãos recebidas e as ainda não recebidas. Enfim, devemos louvá-lo por tudo. Só não pelo mal. O marido não vai louvar a Deus pelo adultério da esposa. Os pais não vão louvar a Deus pela embriaguez do filho. Os filhos não vão louvar a Deus pela morte dos pais. “Não podemos louvar a Deus por aquilo que ele abomina” (John Stott). Contudo, mesmo nestas situações difíceis, os crentes em Jesus aprenderam a não blasfemarem contra Deus ou discutirem com ele, mas a confiarem no seu amor paterno. Existe um Deus soberano que controla todas as coisas, e, até mesmo situações adversas, podem ser revertidas para o bem (cf. Rm 8:28) e no final das contas, produzir crescimento. Então, frente às tragédias e dissabores causados pela existência do mal, os cristãos devem das graças a Deus por ele ser Deus, e porque podem confiar nele, mesmo diante da dor.
Em quarto lugar, reflitamos sobre a ocasião das ações de graças. Quando devemos agradecer a Deus? O texto diz: sempre. Não existe um único momento em que o nosso Pai amoroso não esteja com o seu olhar sobre nós. Ele nos assiste o tempo todo! O Todo dia é dia de agradecer a Deus. O Pai é bom o tempo todo; o tempo todo é tempo de agradecê-lo. Agradeçamos continuamente! Louvemos antes das batalhas! Louvemos depois das batalhas! Louvemos sempre!
Em quinto lugar, reflitamos sobre a maneira das ações de graças. Como devemos agradecer a Deus? O texto diz: no nome do nosso Senhor Jesus Cristo. É por meio de Jesus que somos agraciados com todas as sortes de bênçãos. Se não fosse Jesus, não poderíamos ser chamados filhos de Deus, não podería-mos ser salvos, não seríamos justificados. É por causa de Jesus que somos o que somos: cristãos. Agra-deça sem esquecer-se que os méritos das bênçãos alcançadas não são seus, mas dele! Ele os alcançou na cruz!
Você pode, agora mesmo, dizer obrigado a Deus, o Pai, em nome de Jesus, por tudo o que viveu em 2015? Pela doce certeza de que o Pai o acompanhou e o acompanha até agora? Faça isso! Faça hoje! Faça sempre: dê graças a Deus!
Pr. Eleilton William de S. Freitas congrega na IAP em Vila Maria e é colaborador do Departamento de Educação Cristã (DEC) da Igreja Adventista da Promessa.

Pedido de Oração

Em favor da irmã Marcia Pereira, de Americana (SP)

Pedimos a toda a igreja para orar em favor da irmã Marcia Pereira, da IAP em Americana (SP). Ela é portadora de necessidades especiais, desde que sofreu um acidente automobilístico há alguns anos, quando se dirigia à Assembleia Geral, na Estância Árvore da Vida. Está enferma há varios meses, com uma infecção fortíssima, que já foi tratada por vários antibióticos, mas continua se espalhando. Vamos clamar ao Senhor para que esta infecção seja erradicada, pois nosso Deus é poderoso para isso.
Apesar de suas limitações, Marcia superou muitos obstáculos com a ajuda de Deus, terminou seu curso de Psicologia e já viajou a vários lugares, para contar seu testemunho de como Deus a livrou e também a sua filha, pois na ocasião do acidente, ela esta estava grávida. Que este seja mais um milagre do Senhor na vida dela.

Capelania Prisional representa os evangélicos

Ato de Encerramento 2015 sp
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A Sede Geral das Fundações Casa convidou a Igreja Adventista da Promessa para participar do Ato de Encerramento das Atividades do Ano. A IAP, mais uma vez, será a única a representar todos os evangélicos do Estado de São Paulo, que desenvolvem o projeto de Capelania em suas unidades, por meio da missionária Solange de Oliveira. O evento será no dia 10 de dezembro, às 10 horas, no Auditório da Sede da Fundação Casa – R. Florêncio de Abreu, 848, São Paulo.

Dicas da lição 10 – “O triunfo final de Cristo”

O triunfo final de Cristo

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COMENTÁRIOS ADICIONAIS

  1. O Cavaleiro Jesus: “Observe a descrição de nosso Senhor. Ele está assentando num cavalo branco que, obviamente, é um cavalo de guerra, pois Cristo vem para derrotar seus inimigos. Seu nome é Fiel e Verdadeiro. Ele é Fiel às suas promessas e Verdadeiro quanto ao seu próprio caráter. Julga e peleja com justiça. Os súditos em seu reino devem estar dispostos a viver sob o governo de justiça do seu soberano.” (MACDONALD, William. Comentário bíblico popular: Novo Testamento. Tradução de Alfred Poland et al. São Paulo: Mundo Cristão, 2008, p.1015).
  2. Olhos e cabeça: “Os seus olhos são como chama de fogo (veja [Ap] 1:14). Isto representa o olhar de Cristo que perscruta tudo. A vida humana está cheia de mistérios e enigmas sem solução; mas os olhos de Cristo passam por tudo; nada lhe é oculto. Na sua cabeça há muitos diademas. Ele usa uma coroa porque é o Rei dos reis e o Senhor dos senhores (17:14). A vinda de Cristo será uma manifestação pública e uma concretização universal da soberania que já é sua, por sua morte e ressurreição.” (LADD, George Eldon. Apocalipse: introdução e comentário. Tradução de Hans Udo Fuchs. São Paulo: Vida Nova e Mundo Cristão, p.188).
  3. Vitória esmagadora: “A vitória é esmagadora! Os adversários não suportam nem o 1º round. Assim, a besta e o falso profeta são lançados no lago de fogo. Os ímpios são mortos com a espada que saía da boca daquele que está montado no cavalo (Ap 19:21). Esses ímpios permaneceram nesse estado, até o fim do milênio (cf. Ap 20:5); depois, Deus permitirá que voltem à vida para receberem o castigo final. No capítulo 19, lemos que, com o aparecimento de Cristo, já receberam o veredito; todavia, no capítulo 20, somos informados de que, após o milênio, eles se levantarão para cumprirem a pena: a extinção definitiva ou a aniquilação completa, que também é chamada de segunda morte (cf. Ap 20:5,6,14).” (ROCHA, Alan (org.). O Apocalipse: escreva, pois, as coisas que você viu, tanto as presentes como as que estão por vir. São Paulo: GEVC, 2014, p.149).
  4. O Milênio: “A doutrina do milênio é bem mais enfatizada no capítulo 20 de Apocalipse. A expressão mil anos é encontrada não menos que seis vezes, nesse capítulo (cf. vv. 2-7). Logo, é no período de mil anos que Satanás ficará preso (vv.2-3); é durante mil anos que os salvos reinarão com Cristo (v.4,6). Até se completarem os mil anos, os ímpios mortos não reviverão (v.5); somente após mil anos, Satanás será solto de sua prisão (v.7). Como se pode concluir, os fatos relacionados ao milênio têm início, meio e fim, o que ratifica ainda mais a sua importância nas Escrituras.” (Ibidem, p.153).

 

Dinâmica de opinião

Para a introdução da lição, peça que seus alunos a semelhança da história contada no início do estudo, resume em uma frase o livro do Apocalipse. Você pode distribuir metade de uma folha de papel aos alunos, anotar as frases em uma lousa ou então pedir para que mandem por WhatsApp com as frases, para que sejam lidas em aula.
 

Dinâmica de explanação

Distribua entre seu alunos, individual, trios ou duplas, os itens 1 e 2 para que falem em classe sobre “O Cristo sublime” e o “Cristo vitorioso”. A ideia é que de maneira bem dinâmica, por meio de imagens, músicas ou vídeos, eles possam mostrar estes aspectos de nosso Senhor. O professor deve conduzir este momento.
 

Vídeo

Após as duas aplicações e o desafio, mostre aos seus alunos o vídeo disponível em: https://www.youtube.com/watch?v=ZO-01fnKH8w, intitulado “A Supremacia de Cristo, o Incomparável”, ele mostra em 1:05 min, um pouco da grandeza de Jesus.

Reinado absoluto

Deus é soberano, acima de qualquer instância de liderança

Pois também eu te digo que tu és Pedro, e sobre esta pedra edificarei a minha igreja, e as portas do hades não prevalecerão contra ela” (M. 16.18).
Eleições, aclamações, levantar de mãos, sorrisos, lágrimas, decepções, incertezas, certezas. Essas palavras, sentimentos e ações marcaram o fim de semana decisivo para o povo da Igreja Adventista da Promessa, nossa amada IAP.
Quanta gente saiu feliz, ao ver seus candidatos “prediletos” eleitos; quantos saíram decepcionados por não ter havido eleição; outros saíram chorosos por não ter visto seu candidato eleito. A IAP será presidida no próximo quadriênio (2016-2019) pelo pastor Hermes Pereira Brito, homem com larga experiência administrativa e espiritual. Pr. Hermes foi eleito por aclamação entre palmas, sorrisos e lágrimas de felicidade da Assembleia Geral que estava muito bem representada, com cerca de 1.400 irmãos.
Em sua fala, o atual presidente, Pr. Jose Lima de Farias Filho, disse que a igreja sempre o apoiou e que não seria diferente com o próximo presidente; relembrou o aspecto bíblico da liderança sobre grupos maiores e menores e que, agora, Pr. Hermes é responsável por liderar dezenas de milhares. Pr. Lima, com muito cuidado e visivelmente emocionado, enfatizou o quanto o Evangelho é poderoso e vence preconceitos, uma vez que a IAP tem seu primeiro presidente negro.
As diretorias das Convenções Regionais foram eleitas também, por voto nas urnas e por aclamação da Assembleia. Em todas elas, confiamos que o processo foi dirigido pelo Senhor da Igreja, aquele que cria e levanta líderes segundo o seu coração.
Independente do resultado da eleição e da sua reação, promessista, lembre-se do versículo que usei para iniciar esse artigo. Preste atenção no pronome que Jesus usa para referir-se à Igreja: o pronome possessivo “minha”. A Igreja é de ninguém mais, ninguém menos que Jesus, aquele que morreu e ressuscitou por ela, dando a ela seu precioso sangue para purificá-la de todo pecado e mancha.
Assim, não há motivos para desespero se o “seu” candidato não foi eleito, nem de muita comemoração se foi. Uma vez que a Igreja é de Jesus, ele a conduzirá por meio de homens, sejam eles queridos ou não pelo povo. A Igreja é de Deus, quem a governa é Deus. Quem reina sobre ela é Deus. Ele reina acima de qualquer superintendente regional, presidente geral, assembleia geral ou qualquer casa e cargo institucional. Confiantes no reinado de Cristo sobre sua Igreja, sirvamos a ele por meio dela de todo coração!
Eric de Moura