Pedido de oração

Oremos por Valéria Freitas, da IAP em Ribeirão Preto (SP)

O missionário Renan Freitas, seminarista da FATAP entre 2012-2013, pede oração por sua Valéria Moreira Alves Freitas, que foi diagnosticada com meningite viral e está internada desde a semana passada. O diagnóstico já foi resposta do Senhor, pois o quadro mais grave – bacteriano – foi afastado. Oremos por sua recuperação, para que em breve ela esteja em casa. Eles congregam na IAP em Vila Virgínia em Ribeirão Preto (SP).

Dicas da Lição 7 – “Contra quem lutamos?”

Contra quem lutamos?

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COMENTÁRIOS ADICIONAIS

  1. A mulher grávida: “O início do capítulo 12 trata de uma mulher: Viu-se um grande sinal no céu, a saber, uma mulher vestida do sol com a lua debaixo dos pés e uma coroa de doze estrelas na cabeça (v. 1). De acordo com o nosso entendimento, essa mulher é um símbolo do povo de Deus, do Antigo e do Novo Testamentos. Este povo pode ser chamado de “igreja”, nos dois momentos. Paulo chama os crentes de “Israel de Deus” (Gl 6:16). Pedro interpretou que as promessas de Deus feitas a Abraão estavam se cum- prindo na igreja (At 3:25-26). Hendriksen entende que o povo de Deus, de ambos os testamentos, é um só: “é o povo escolhido em Cristo (…). Abraão é o pai de todos os crentes, quer sejam circuncidados quer não”. Stott, de igual modo, afirma que essa mulher representa a igreja do Antigo e do Novo Testamentos. (ROCHA, Alan (org.). O Apocalipse: escreva, pois, as coisas que você viu, tanto as presentes como as que estão por vir. São Paulo: GEVC, 2014, p.88).
  2. O menino que nasceu: “Essa mulher é descrita como estando grávida, gritando com dores de parto, sofrendo tormentos para dar à luz (v. 2). Como ficará claro mais à frente, a semente da mulher, a criança poderosa que nasceria, é uma referência a Cristo. Por esse versículo, entende-se que, a grande missão do povo de Deus, ao longo da história, foi a de dar à luz a Cristo. Deus preparou um povo especial para trazer Jesus Cristo ao mundo. Contudo, a chegada do Messias não aconteceu sem sofrimentos. Ao longo do Antigo Testamento, “houve muitas perseguições tentando impedir a vinda do Messias prometido. Mas Deus protegeu seu povo e na plenitude dos tempos Jesus nasceu”. Esse versículo mostra, então, o povo de Deus “agonizando durante séculos, enquanto esperava o messias que viria, o libertador”.” (Ibidem, p.89).
  3. Perseguição do estado satânico: “Foi-lhe dado também que pelejasse contra os santos e os vencesse. Isto não quer indicar nenhuma manobra militar, mas hostilidade total, não importa os meios (veja [Ap] 2:16; 13:4; 19:11). Os principais objetivos da ira da besta são os santos – isto é, ‘os que guardam os mandamentos de Deus e têm o testemunho de Jesus’ (12:17). A meta primordial da besta é desviar as pessoas de Cristo, o que ela tenta com perseguição feroz. Ela os vence, mas neste contexto isto não significa que consegue desviar sua lealdade de Cristo para a besta – não consegue fazê-los apostatar – mas consegue perseguí-los terrivelmente.” (LADD, George Eldon. Apocalipse: introdução e comentário. Tradução de Hans Udo Fuchs. São Paulo: Vida Nova e Mundo Cristão, 1980, p.134).
  4. 666: Assim como a primeira besta será personificada no Anticristo pessoal, a segunda besta será representada, no final, por uma cabeça, que dirigirá toda obra demoníaca e fará de tudo para que as pessoas adorem a primeira besta. Para conseguir seu intento, usará, também, a arma do controle, isto é, obrigará as pessoas a usarem a “marca” da primeira besta. Como vimos, esta marca não é literal; significa que os não salvos irão trabalhar e pensar para a besta. A vida, na terra, será difícil para os que não se enquadrarem nesse esquema. Sendo assim, não ter a marca da besta tem a ver com viver a vida em santidade, não se conformar com este mundo (cf. Rm 12:2). Como identificar essa besta e sua atuação? Existe um número que a identifica: 666. Segundo comentamos, esse número representa tudo que é errado, imperfeito e desprovido de Deus. (Ibidem, pp.105-106).

 

Planilha Explicativa

Na exposição do item 1. Combates ferrenhos, utilize as figuras abaixo, para facilitar a compreensão do texto bíblico, que pode ser lido por um (a) aluno (a).
dicas_apocalipse_contra quem lutamos_mulherdicas_apocalipse_contra quem lutamos_dragão
 

Discutindo o assunto

No item 2. Adversários perigosos. Divida a classe em grupos de 5 pessoas e projete ou imprima o texto abaixo, que explica o significado do termo Besta, para os alunos lerem e discutirem, para melhor compreensão sobre o assunto.

“O termo Besta significa no original grego animal selvagem ou pessoa má. Seguindo essa definição, é possível entender que todas as pessoas (de qualquer condição social, religião ou etnia) [que pensarem e trabalharem para Besta] receberão uma formação educacional que as condicionará a pensar e viver sem a ajuda dos valores morais, exatamente como fazem os animais selvagens e as pessoas más”.  (Extraído: http://juliosevero.blogspot.com.br/2005/04/marca-da-besta.html).

 

Aplicando com qualidade

Se tiver 1 hora para o estudo na Escola Bíblica, dedique ao menos 20 minutos para aplicar os itens 1. e 2. (A igreja pode contar com a garantia da proteção e da vitória de Deus, frente aos seus adversários (10 minutos para cada item), para incentivar o desenvolvimento da santificação pessoal com perseverança e com esperança em meio as perseguições inevitáveis que a igreja enfrentará cada vez mais.
 

Desafio da semana

No Desafio da semana, ore com a classe para que Deus “não os deixem cair em tentação e os livre do Maligno” até o retorno Glorioso de Cristo.
Não se esqueça de interceder por seus alunos diariamente. Boa Aula!

14 de Novembro – Dia da Mulher Promessista

Continue exalando o “bom perfume” de Cristo

Fágil e forte, corajosa e dependente,
sensível e racional, assim é a mulher
criada por Deus, com toda a sua
complexidade. Ele conhece seus
sonhos, anseios, medos e alegrias.
E também olha além de suas limitações,
fazendo-a benção para os outros e
para que Sua glória se revele.
Mulher promessista, continue exalando
o “bom perfume de Cristo” para que
outras pessoas sejam alcançadas.
Parabéns!

Convenção Goiás

Informalidade e comunhão no Congresso Ministerial

No dia 24 de outubro, foi realizado o III Congresso Ministerial na Convenção Goiás, com a presença de todos os 13 pastores e suas esposas. O local, uma chácara em Goiania (GO), acomodou todos muito bem e propiciou uma intensa comunhão entre os participantes. “Tivemos um clima muito gostoso, com informalidade e descontração. Os casais participaram ativamente em toda a programação, principalmente no momento dos Pequenos Grupos de Pastoreio de Pastores, duas lições foram estudadas. Exibimos o filme “E Se Você Tivesse uma Segunda Chance”, à noite, num clima alegre, de muita participação. Para a glória de Deus, tivemos um ótimo encontro e todos saíram muito satisfeitos”, relata o Pr. Arimateia Oliveira Costa, superintendente da Convenção, que dirigiu o evento, junto com sua esposa, Dsa. Lurdinha.

Congresso Ministerial

Evento promove refrigério e comunhão na Convenção Paranaense

Duas palavras podem resumir o que foi o Congresso Ministerial em Maringá: refrigério e comunhão. O evento aconteceu no dia 24 de outubro.
Em cada momento, sentimos o fluir do Espírito em nós e entre nós. Era claro o interesse e a concentração na maioria dos participantes, interagindo em cada tema e momento do encontro. De fato, ao final, após um momento singular de contrição e oração, o que vimos e testemunhamos foi exatamente isso: um refrigério para a vida de todos nós que lá estávamos, com pastores e esposas evidenciando a satisfação e renovação.
Durante o dia, tudo que se refere à recepção e alimentação foi carinhosamente preparado e servido pelas irmãs, tudo muito bem feito e delicioso.
À noite, a Convenção brindou a todos os participantes com um jantar especial na Churrascaria Vento Sul, maravilhoso! Fechando tudo com chave de ouro, destacando entre cada um dos participantes uma rica comunhão, que pode ser percebida desde o início pela manhã até o anoitecer na confraternização na churrascaria.
A Deus nosso reconhecimento e glorificação por tudo que está fazendo entre nós.
Pr. Edmilson e Dsa. Regina – Demi – Convenção Geral

Novo templo da IAP em Vila Maria (SP)

Deus é exaltado por seus grandes feitos

Para os irmãos da IAP em Vila Maria (SP), parecia um sonho. Depois de cerca de seis anos passando em frente ao novo templo, já praticamente finalizado, a igreja pode finalmente começar a congregar nele. Questões de legislação haviam impedido a mudança antes, mas no último sábado (31.10), as novas instalações se encheram de vida com a presença de crianças, jovens, anciãos e, sobretudo, de Deus.
O evento foi marcado com cultos pela manhã e à noite. Às 10 horas, quando a fita inaugural foi cortada, cerca de 600 pessoas adentraram ao templo, enquanto o Grupo de Louvor entoava “Porque o Senhor é bom, seu amor dura para sempre”.
O Coral Melodias de Sião também abrilhantou o culto, exaltando o nome de Cristo, o Senhor da Igreja. Foi um momento inesquecível quando os cerca de 20 pastores e presbíteros que estavam no púlpito se ajoelharam, juntamente com a congregação, consagrando o templo ao Deus, para que o nome dele seja ali adorado, até que Jesus volte.
O Pr. Antonio Marcos, responsável pela IAP, falou de forma emocionada, agracecendo aos muitos irmãos que aprontaram as instalações em tempo recorde, uma vez que o alvará foi liberado no início de setembro. Na exposição da Palavra de Deus, que teve como tema: “A Cabeça e o Corpo” (com base em I Cor 12), o Pr. José Lima, presidente da Convenção, começou destacando a presença das crianças da igreja, que lotaram a galeria do templo e participavam do culto com grande alegria.
Ele ressaltou a autoridade de Jesus Cristo, como o cabeça da igreja. “O Pai planejou que o filho seria a Cabeça e a Igreja, o corpo, desde a eternidade. Logo, os dois vão se unir. Amem a Cristo e amem a igreja, pela qual Deus deu seu filho.”
Além dos presbíteros locais, estava também a Diretoria Geral, representada pelos pastores Otoniel (diretor financeiro), Gilberto (2º diretor financeiro), Osmar (2º secretário e diretor de Missões), Hermes (vice-presidente), Magno (secretário), além do Pr. Lima.
No culto da noite, o mensageiro, Pr. Osmar, lembrou de momentos históricos da IAP Vila Maria, como sede Assembleias Gerais e palco de muitos cultos avivados. Sobre o momento vivido, ele destacou: “Deus é o grande mestre de tudo, todas as coisas estão sob a batuta dele. Porque Ele determina as coisas no seu devido tempo”.
O novo templo fica na Rua Guaranésia, esquina com R. Magarino Torres, onde ficava há alguns anos a IAP em Vila Maria.

Dicas da Lição 6 – Toques de alerta

Toques de alerta

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COMENTÁRIOS ADICIONAIS

  1. Não escrevas: “Nesse contexto, Deus ordena a João para ‘selar’ a mensagem dos sete trovões e, então, lhe diz para não ‘escrevê-la’. Portanto, João está sendo chamado a afirmar o controle soberano de Deus sobre os juízos proclamados a seus leitores. A principal mensagem é a da soberania. Deus está no controle, e os santos não precisam conhecer todos os detalhes.” (OSBORNE, Grant R. Apocalipse: comentário exegético. Tradução: Robinson Malkomes e Tiago Abdalla T. Neto. São Paulo: Vida Nova, p.449).
  2. “Até quando?”: “O tempo do cumprimento dos propósitos de Deus está próximo. Em breve, Deus agirá de forma decisiva e triunfará sobre as forças do mal. responderá ao clamor de ‘Até quando?’ dos santos perseguidos e martirizados (Sl 6:3; 13:1; 94:3).” (ADEYEMO, Tokunboh (ed.). Comentário bíblico africano. Tradução de Heloísa Martins et al. São Paulo: Mundo Cristão, 2010, p.1601).
  3. Doce e amargo: “É doce ler sobre o tempo em que todas as injustiças na terra serão corrigidas. Ao mesmo tempo, contudo, o estudo das profecias também tem um sabor amargo. Há amargor no próprio julgamento produzido pelas Escrituras proféticas. Há amargor na visão dos julgamentos que em breve sobrevirão ao judaísmo e à cristandade apóstatas. Há amargor em comtemplar a condenação eterna de todos que rejeitam o Salvador.” (MACDONALD, William. Comentário bíblico popular: Novo Testamento. Tradução de Alfred Poland et al. São Paulo: Mundo Cristão, 2008, p.1007).
  4. Perseguição à igreja: “O testemunho da igreja causará dano ao mundo (11:5). Por isso, ela será perseguida e se tornará vítima da cólera da besta, após cumprir a missão. O versículo 7 diz que a besta que sobe do abismo a vencerá e a matará. Os versículos 8 e 9 mostram o povo da terra festejando a sua morte: … nações verão os seus corpos mortos (…) e não permitiram que sejam sepultados. Os que habitam na terra se regozijaram sobre eles, e se alegraram. Não ser sepultado, na cultura judaica, era vergonha e motivo de chacota. A igreja, perseguida e silenciada, será ridicularizada por esse tempo.” (ROCHA, Alan (org.). O Apocalipse: escreva, pois, as coisas que você viu, tanto as presentes como as que estão por vir. São Paulo: GEVC, 2014, p.82).

Lição com imagens:

Peça antes da lição de sábado, que seus alunos procurem imagens ou vídeos, para montar um cenário de 6 trombetas. Os alunos podem usar o Datashow, enviar imagens via Whatsapp, ou, fazer cartazes para tentarem reproduzir estes acontecimentos. (A sétima trombeta será tratada na lição 8). Essa dinâmica de ser feita após a introdução da lição.
Trombetas relacionadas à destruição da natureza…

  • Primeira Trombeta: Destruição de um terço da terra, das florestas e de tudo que é verde (Ap 8.7);
  • Segunda trombeta: Calamidades relacionadas ao mar (Ap 8:8-9);
  • Terceira trombeta: Calamidades relacionadas aos rios e fontes das águas (Ap 8:10).
  • Quarta trombeta: Um terço do sol, lua e estrelas é ferido e se torna escuro (Ap 8.12).

Trombetas relacionadas a destruição diretamente aos seres humanos…

  • Quinta trombeta: este é o primeiro “ai”, homens torturados por gafanhotos (demônios);
  • Sexta trombeta: Quatro anjos que torturam e matam: de suas bocas saem fogo, fumaça e enxofre, que matam dois terços da humanidade.

 

Sabor da Palavra:

Para explicar o tópico 2 “o livrinho”, leve dois copos do mesmo suco, só que em um dos copos um suco doce e no outro amargo; fale que da mesma forma é o evangelho, com mensagem de misericórdia e juízo, e é essa a mensagem que a igreja prega.
 

Mapa de Apocalipse:

No tópico 3 “as duas testemunhas”, mostre que esta o tempo desta cena, através do mapa da lição, para indicar de que e tempo está se falando, e para situar a classe no período do Apocalipse, estamos estudando.
mapa-apocalipse

O Senhor é o meu pastor

Ovelha que ficou anos vagando, até ser encontrada, mostra nossa total dependência de Deus

O Senhor é o meu pastor. Ele me dá tudo de que eu preciso!” Assim começa o Salmo 23 na versão da Bíblia Viva. Já parou para refletir o quanto somos dependentes de Deus? Davi usa categoricamente a expressão: “O SENHOR é o meu pastor”, pois assim como uma ovelha depende dos cuidados e das provisões do seu pastor, sabia que (por ter sido de fato um pastor – I Sm 16:11), sem a direção do Altíssimo estaria desprovido, amedrontado e aflito (Sl 23:1-4). Sem a orientação do pastor, as ovelhas podem se perder do redil e passar por necessidades, sofrer aflições, ter apuros, serem atacadas e até mortas por um predador (I Sm 17:34,35).
No início de setembro, vimos a notícia de uma ovelha chamada “Chris”, que se perdeu do rebanho e passou alguns anos perdida pelos campos da Austrália. Ela foi encontrada vagando próximo à Camberra, capital do país. Segundo a reportagem, por ter ficado muito tempo sem cuidados, o seu tamanho era de 5 vezes o normal. O animal estava estressado à presença humana e dele foram extraídos mais de 40 quilos de lã após a tosa.
Note, amado(a), que sem o seu pastor, o ovino ficou desorientado, com medo do homem (pastor) e com a saúde debilitada. O animal dependia totalmente do seu cuidador para ter uma vida confortável e tranquila. Todavia, será que o seu pastor deixou o rebanho no aprisco e foi procurá-la? Se procurou não a achou, pois a ovelha “Chris” foi encontrada vagando, sem rumo e desorientada!
Sem o nosso Sumo Pastor somos como ovelhas dispersas, vagando de um lado para o outro, desorientadas, com medo, fome, aflitas e sujeitas ao ataque do predador. Que entendamos dia após dia o quanto somos dependentes do cuidado divino. Se estivermos em seu aprisco, nenhum outro pastor fará por nós o que Jesus faz, “porque desde a antiguidade não se ouviu, nem com ouvidos se percebeu, nem com os olhos se viu um Deus além de Ti que trabalha para aquele que nEle espera” (Is 64:4).
Da. Jonatas Ribeiro congrega na IAP em Jd. Amélia, Sumaré (SP)

“Sola Gratia”, somente a graça

Somos totalmente incapazes de salvar-nos ou salvar outras pessoas

Continuando em nossa reflexão, pela proximidade do aniversário da Reforma Protestante, 31 de outubro, vamos abordar o princípio que enfatiza a graça de Deus: Sola gratia (somente a graça).
No século XVI, os homens que fizeram parte da Reforma defenderam com “unhas e dentes” a doutrina bíblica de que a salvação é somente pela graça. É interessante observarmos que além de defender o princípio bíblico da salvação pela graça, os reformadores reforçavam em seus ensinamentos o “sola”, ou seja, a palavra somente: somente pela graça. Conforme esse ensino, a graça não precisa das boas obras dos homens para atender a cobrança do perdão dos pecados. Somente a graça divina pode suprir a exigência deste perdão.
Não podemos ser salvos através daquilo que fazemos e de nossas obras, mas somente a graça divina pode nos livrar das consequências trágicas do pecado. Somos totalmente incapazes de salvar-nos ou de salvar outras pessoas, e por isso, somos também absolutamente dependentes da graça divina. Com relação a esta questão, a Bíblia nos ensina que o pecador é justificado somente pela graça de Deus, por meio da fé em Cristo: “Pois vocês são salvos pela graça, por meio da fé, e isto não vem de vocês, é dom de Deus” (Efésios 2:8).
Neste caso, a graça consiste no favor imerecido de Deus relacionado a cada um de nós. Não merecemos esse favor, mas o Senhor, em sua soberania, amor e misericórdia, resolveu conceder-nos a sua maravilhosa graça. Em Efésios 2.4 está escrito que Deus nos concedeu a vida por causa da sua misericórdia, “pelo grande amor com que nos amou”. O que fica claro para nós neste versículo? Que a fonte da nossa salvação é o próprio amor e a misericórdia do Senhor.
Eu e você não temos o que oferecer a Deus em troca da nossa salvação, e muito menos podemos ajudá-lo a salvar a nossa vida. O que podemos fazer é reconhecer a graça de Deus, aceitando assim, o seu favor imerecido a nós. Com isso, deixamos de lado a nossa autossuficiência, o nosso orgulho e vaidade, e a nossa arrogância de pensarmos que através das nossas boas obras podemos nos salvar ou salvar a outros. Não esqueçamos que a salvação sempre foi e sempre será pela graça, pelo favor imerecido de Deus ao ser humano. Esta graça veio a todos nós de forma plena e abundante por meio de Cristo. Somente nele o homem pode ser salvo.
É muito importante que reconheçamos a graça de Deus em nossas vidas. Através deste reconhecimento, temos a humildade necessária para sabermos que não somos “super-crentes” e que não temos qualquer direito de “colocar Deus contra a parede”, exigindo qualquer coisa do Senhor ou decretando que ele atenda às nossas vontades. Reconhecer a graça divina significa perceber que estávamos condenados por nossas próprias culpas e pecados, mas que, fomos justificados e perdoados por intermédio da nossa fé no Cordeiro de Deus, que veio tirar o pecado do mundo.
O Senhor, em sua infinita graça, não permitiu que as consequências do pecado destruíssem o ser humano, mas deu a oportunidade para que todo aquele que crer em Jesus seja salvo. Em sua Palavra, Deus é chamado de “Deus de toda a graça” (1Pe 5: 10), o que nos demonstra o quanto a graça divina é importante para nós.
Sola gratia somos salvos, isto é, somente pela graça. Que ao reconhecer e vivenciar essa verdade bíblica possamos ser gratos a Deus por ele ter nos alcançado por meio da salvação em Cristo Jesus. Além disso, que a graça divina nos motive a viver uma vida de santidade e consagração para “aquele que nos chamou das trevas para a sua maravilhosa luz” (1Pe 2: 9)!
Dsa. Claudia Duarte congrega na IAP em Votuporanga (SP) e é diretora do Departamento Infanto Juvenil Regional.

Dicas da Lição 5 – O princípio das dores

O princípio das dores

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COMENTÁRIOS ADICIONAIS

  1. Almas debaixo do altar:
    “João vê as almas dos mártires debaixo do altar, mas isto nada tem a ver com o estado intermediário dos mortos e sua situação naquele momento; é só uma maneira vívida de mostrar que eles foram martirizados pelo nome do seu Deus.” (LADD, George Eldon. Apocalipse: introdução e comentário. Tradução de Hans Udo Fuchs. São Paulo: Vida Nova e Mundo Cristão, 1980, p.78).
  2. Cristo Cavaleiro:
    “O primeiro cavaleiro era branco; e seu cavaleiro segurava um arco, recebeu uma coroa e ‘cavalgava como vencedor determinado a vencer’. Por fazer parte de uma série de cavaleiros apocalípticos, muitos comentaristas concluem que ele também simboliza desastre – no caso dele, conquista militar. Mas em todo Apocalipse o branco simboliza justiça; coroas e vitórias pertencem a Cristo; e em 19.11-15 o cavalo branco é chamado ‘Fiel e Verdadeiro’, ‘a Palavra de Deus’ e até ‘Rei dos reis e Senhor dos senhores’. Assim, estamos certos que, antes de outros cavaleiros disseminarem os horrores da guerra, fome e morte, Cristo cavalga primeiro como o cabeça da cavalgada, decidido a ganhar as nações pelo evangelho.” (STOTT, John. O incomparável Cristo. Tradução de Lucy Hiromi Kono Yamakami. São Paulo: ABU, 2006, pp.200-201).
  3. Os 144 mil:
    “Sendo assim, os cento e quarenta e quatro mil, de todas as tribos de Israel simbolizam a igreja, que é selada para passar pela grande tribulação. A lista apresentada por João dos selados de cada tribo, nos versículos de 5 a 8, possui algumas irregularidades. A tribo de Dã não aparece e a tribo de José, por sua vez, aparece duas vezes, já que Manassés é seu filho. “Até hoje não foi apresentada nenhuma explicação satisfatória para esta lista de nomes irregular, a não ser esta: que João queria dizer que as doze tribos não são o Israel literal, mas o Israel verdadeiro, espiritual – a igreja”. (ROCHA, Alan (org.). O Apocalipse: escreva, pois, as coisas que você viu, tanto as presentes como as que estão por vir. São Paulo: GEVC, 2014, p.64).
  4. Os 144 mil e a Grande Multidão:
    “(…) nos versículos de 1 a 8, temos uma visão dos crentes, no limiar da grande tribulação (os 144 mil), sendo selados para serem protegidos da ira de Deus, que se derramará sobre o mundo; este é o primeiro quadro. O segundo quadro vai dos versículos 9 a 17, em que vemos esse mesmo grupo, depois de ter passado pela tribulação, já na eternidade, com Deus.” (Ibidem, pp.65-66).

VÍDEO

No 1º tópico da lição, reproduza o vídeo a seguir: https://www.youtube.com/watch?v=d7Qp91JfSbk.
Este vídeo servirá tanto para a introdução, como para iniciar o primeiro tópico.
Mural de Notícias: Busque na internet algumas notícias de catástrofes naturais e imagens de Guerras: Tsunami de 2004, Terremoto no Chile, Chuvas e deslizamentos no Rio de Janeiro, Guerra na Síria, perseguição aos Cristãos, entre outras… Distribua as notícias para os alunos e pergunte “o que há em comum nas notícias?”. Conforme a discussão das notícias cole as reportagens em um quadro para que todos visualizem. A discussão deve ser direcionada para a conclusão de que as Escrituras já haviam nos alertado disso. A dica é procurar notícias recentes, da última década (pelo menos 4) e notícias antigas (pelo menos duas) para explicitar que estes sinais não acontecem somente hoje, mas com o passar do tempo eles estão se intensificando.
 

Perseguição aos Cristãos: Isso existe no Brasil?

Revista IstoÉ
Fonte: Disponível em: http://www.istoe.com.br/reportagens/168132_CRISTAOS+PERSEGUIDOS

Ver reportagem AQUI.
Envie para os alunos o texto disponível no link acima (http://www.istoe.com.br/reportagens/168132_CRISTAOS+PERSEGUIDOS) e discuta com a Classe; Mesmo com a “Liberdade Religiosa” Existe Perseguição religiosa no Brasil? Cite exemplos de formas de Perseguição. Você já sofreu preconceito religioso? O que devemos fazer frente a essa perseguição? Por fim, desafie seus alunos a fazerem uma semana de oração em prol dos Cristãos perseguidos em todo o mundo, no intuito de nos mantermos perseverantes e esperançosos quanto à volta de Jesus!
Uma ótima aula para todos.

Terremoto na Índia

Um terremoto de magnitute 7,5 atingiu, hoje, 26/10, por volta das 7:00h (horário de Brasília ), a região norte do Afeganistão (foto). O tremor atingiu não só o Afeganistão, mas também algumas cidades da Índia, inclusive na região onde está a família de missionários da Junta de Missões, que nos informou que houve apenas tremores onde moram, mas que estão bem e em segurança, graças a Deus. Oremos, portanto, pelas famílias dos atingidos direta e indiretamente por este terremoto e por nossos missionários que por lá se encontram.
Secretaria – Junta de Missões

“Aguente firme, não vacile”

Dijap Nordeste Oriental promove acampamento

Nos dias 10 e 11 de outubro de 2015, foi realizado o Encontro Infanto-Juvenil do DIJAP da Convenção Nordeste Oriental no Acampamento Maré Mansa em Aldeia (Camaragibe / PE), com o tema: “Aguente firme, não vacile”.
O evento teve representantes de Vasco da Gama, Camaragibe, Alto José do Pinho, Malhada de Pedra, Santa Cruz do Capibaribe, Santa Maria da Boa Vista, Campina Grande, Beberibe, Tabajara, Timbaúba, Carpina, Nova Descoberta e Prazeres. No sábado pela manhã, houve a abertura e a entrega dos materiais aos participantes. À tarde, fizemos a iniciação de pequenos grupos ao ar livre. À noite foi realizado ao ar livre louvores e clamor ao nosso Deus. No domingo pela manhã tivemos uma trilha pela floresta e as atividades de recreação com a gincana.
Os ganhadores da gincana foram: 1º lugar – Dijap Malhada de Pedra; 2º lugar – Dijap Alto José do Pinho e em 3º lugar – Dijap Timbaúba.
Damos graças a Deus por tudo que nos proporcionou nestes dois dias. E agradecemos a todos que participaram e contribuíram para a realização deste evento.
Dijap Convenção Nordeste Oriental
 

Bíblia e cotidiano

Martinho Lutero lutou por colocar a Bíblia na mão do povo; mas o que fazemos dela hoje?

É de muita relevância conhecer os textos bíblicos, aplicando – os na nossa vida cotidiana, ao considerar a história que tem por detrás deles e a atuação de Deus para que chegassem intactos a nós. É de se admirar o que foi conservado.
A relação entre o ser humano e Deus por via dos textos bíblicos se dá no dia a dia, numa leitura diária reflexiva e piedosa que vise buscar: consolo ,conforto, sobriedade, esperança e alimento, mesmo num mundo em constante caos, onde vemos tragédias diariamente. Diz o profeta Jeremias: “Quero trazer à memória o que me pode dar esperança” (Lamentações 3.21).
Hoje, na era da tecnologia digital, quando temos no celular, no tablet muitas traduções da Bíblia, precisamos aproveitar para não nos distanciar do texto bíblico, ou só carregar conosco como mais um dos nossos vários arquivos digitais. Sem um exame criterioso, perde-se tudo de bom que os textos da Bíblia podem nos trazer.
Muitos judeus gostavam de afixar um mezuzá nos umbrais da porta, para relembrar a presença de Deus na casa e a libertação do povo do cativeiro egípcio. Willian L. Coleman nos diz que as versões originais do mezuzá eram mais elaboradas e continham um pergaminho onde estavam gravados, num dos lados, as passagens de Deuteronômio 6.4-9; 11.13-21.
Hoje podemos carregar todo o texto bíblico, diferente deles que se valiam oralmente dos conhecimentos adquiridos e assim repassavam uns aos outros. Será que temos aproveitado este privilégio?
É preciso valorizar a construção divina dos textos do AT com o NT. A ligação de ambos no levará a uma salutar compreensão daquilo que Deus propõe para nós. “No primeiro século, quando não se lia a Bíblia, pois o codex era muito caro e não dava para transportar os rolos, o primeiro testamento então era impossível de se ler no cotidiano, por isso a tradição oral, neste contexto, é de suma importância”, registrou Suely Santos, na revista Caminhando.
Hoje transportamos a Bíblia para qualquer lugar, com variadas traduções e comentários. Podemos não apenas ler, mas até ouvir, por que então a displicência diária com o texto bíblico ou usá-lo como um talismã de caixinhas de promessas ou postagens nas redes sociais de tão somente aquilo que nos agrada? É preciso voltar aos primórdios e observar o eixo de interpretação.
Na Reforma Protestante, Martinho Lutero publicou suas 95 teses em 31 de outubro de 1517 em frente à igreja do Castelo de Wittenberg, na Alemanha. Assim, a Palavra de Deus passou a ter um cunho mais popular, pois Lutero pregava que todo mundo devia ler a Bíblia, que ele traduziu para o povo alemão, chegando a todas as camadas da sociedade.
Em todo o tempo, o uso da Bíblia deve ser natural no nosso cotidiano, primeiro devocionalmente, parafraseando o profeta Jeremias: “Achando-se as tuas palavras, logo as comi, e a tua palavra foi para mim o gozo e alegria do meu coração; porque pelo teu nome sou chamado, ó Senhor Deus dos Exércitos.” (Jeremias 15.16).
Pr. Omar Figueiredo dos Santos é responsável pelas IAPs em Jardim Paineira e Itaquera, na Convenção Paulistana Leste.