Visita ao Reino Unido

Missionário da Índia estabelece contatos importantes para o evangelismo

Olá, amigos
Há duas semanas estive participando de uma consultoria em missões no País de Gales. Éramos cerca de 30 pessoas engajadas em missões de diferentes partes do mundo. Basicamente, foi discutido sobre os desafios da missão atual, principalmente sobre a crise no Oriente Médio e a imigração dos refugiados para a Europa.
Todos concordaram que hoje temos uma grande oportunidade de levar as Boas Novas a estas pessoas, que em outro tempo seria muito mais difícil alcançá-los em seus países de origem. Muitos deles não acreditam mais no Islã, estando abertos à nova fé.
Algumas igrejas já haviam se preparado e começaram a colher os frutos. Estive um final de semana antes da reunião com alguns amigos em Liverpool. No dia em que eu estava lá, esta igreja batizou 22 iranianos. Na casa do meu amigo, tive o privilégio de conhecer três curdos. Cada um com sua história. Os três fugiram do Irã por perseguição politica. Deixaram suas famílias para trás, emprego e amigos. Atravessaram a Europa escondidos dentro de caminhões até chegar ao Reino Unido. Perguntei a um deles: “Qual é o seu sonho? Ele respondeu:  Liberdade!”. Nos demos as mãos e oramos juntos. Não foi possível conter as lágrimas. Brasileiro, inglês, curdos e iraniano clamando ao Único Libertador, o Cristo.
Estou de volta à Índia seguindo nosso trabalho por aqui. Continuem orando por nós.
Missionário da IAP na Índia

Seminário de Missões

Foi realizado nos dias 26 e 27 de Setembro de 2015 o Seminário de Missões da Convenção Nordeste Oriental, na chácara das Palmeiras, na cidade de  Igaraçu (PE).  164 líderes dos departamentos de Missões das Igrejas locais participaram do evento, cujo tema estava voltado para dinamização, formação e  manutenção dos Pequenos Grupos. Os pastores Osmar Pedro, Diretor da Junta Geral de Missões, e Gerson Souza, Superintendente da Convenção Bahia, foram os palestrantes do Seminário. O evento foi marcado por muito poder, muita alegria e motivação. No sábado pela manhã, o Senhor batizou uma irmã no Espírito Santo. A Diretoria de Missões Regional e a Diretoria da Convenção agradecem a presença e o empenho de todos os participantes, consagrados e pastores que estavam presentes, contribuindo para a realização desse maravilhoso evento.
Diretoria Regional

Um dos pilares da Reforma Protestante

“Sola fide”: somente a fé

No dia 31 de outubro de 1517, Martinho Lutero pregou um texto que ficou conhecido como as 95 teses na porta da Igreja do Castelo de Wittenberg, na Alemanha. Essas teses tinham uma grande ênfase doutrinária e foram muito utilizadas pelo movimento que estava nascendo: a Reforma Protestante. O Protestantismo surgiu com a premissa de basear suas ideias e doutrinas somente nas Escrituras Sagradas e isso originou o que chamamos de “Cinco Solas”. Esses “Cinco Solas” são cinco princípios que foram considerados, pelos reformadores, como fundamentais para a vida e prática cristã.
Os “cinco solas” são: “Sola Fide” (Somente a fé); Sola Gratia (Somente a graça); Solus Christus (Somente Cristo); Sola Scriptura (Somente a Escritura); e Soli Deo Gloria (Somente a Deus, a glória). Como neste mês de outubro a Reforma Protestante comemorará 498 anos, acredito ser importante refletirmos sobre cada um dos seus princípios bíblicos e de que maneira temos vivido a nossa vida e prática cristã num mundo tão corrompido e distante de Deus.
Vivemos numa sociedade que precisa desesperadamente ser alcançada pelo evangelho de Cristo Jesus. Como igreja de Cristo, necessitamos ser constantemente reformados pela Palavra poderosa de Deus. Sendo assim, os princípios destacados por Lutero são tão atuais como nos dias em que foram enfatizados com a Reforma.
O primeiro “Sola” em que refletiremos é “Sola Fide”: isto é, somente a fé. A Bíblia enfatiza que somente por meio da fé em Deus e no sacrifício de Cristo no Calvário é que podemos ser salvos e alcançarmos a vida eterna (Jo 3: 16). Ela é fundamental para a nossa vida, pois “Sem fé é impossível agradar a Deus, pois quem dele se aproxima precisa crer que ele existe e que recompensa aqueles que o buscam” (Hebreus 11:6). Através da fé nos tornamos filhos de Deus (Jo 1: 12). É ela quem nos faz admitir que não temos qualquer condição de libertar-nos sozinhos dos nossos próprios pecados, das nossas culpas e dos nossos erros. Pela fé podemos entender que nossas atitudes e nossos méritos não são capazes de nos dar salvação (Rm 3: 10). É justamente por isso que necessitamos só e totalmente da pessoa e da obra do Cordeiro de Deus que veio tirar o pecado do mundo para nos livrar das terríveis consequências do pecado.
É interessante mencionar que o versículo bíblico que chamou a atenção de Lutero no que se referia à importância da salvação pela fé é Romanos 1: 17 – “O justo viverá pela fé”. A fé em Cristo não é um mero exercício intelectual, nem é um “pensamento positivo” e nem é “cega”. Pelo contrário, tal fé está profundamente relacionada à confiança no Senhor e em sua Palavra; é por intermédio dela que entregamos nossas vidas ao senhorio de Jesus, abandonamos o pecado e renunciamos a tudoo que pode nos afastar do nosso Senhor e Salvador.
Para todo aquele que se entregou a Jesus, ter fé significa necessariamente que desejamos aprofundar o nosso relacionamento com ele. É ela que nos move a caminhar em direção ao nosso alvo maior, que é o próprio Jesus, o Autor e Consumador da fé (Hb 12: 2). É somente pela fé em Cristo que podemos ser reconciliados com Deus e sermos considerados justos perante os olhos do Senhor. Não importa o que éramos ou o que fazíamos, a partir do momento em que colocamos nossa fé em Cristo, temos os nossos pecados perdoados, seja eles quais forem. Através da fé, somos alcançados pela maravilhosa graça de Deus.
 
Dsa. Claudia Duarte congrega na IAP em Votuporanga (SP) e é diretora do Departamento Infanto Juvenil Regional.

Dicas da Lição 4 – Acima de todo poder

ACIMA DE TODO PODER

Devoção: Professor lembre-se de dedicar uma parte do tempo para investir em sua vida devocional. É imprescindível que você ore a Deus, leia e estude a Bíblia Sagrada e interceda por seus alunos. Não se esqueça de pedir ao Espírito Santo para transformar a vida de cada um de sua classe também nos momentos em que a lição estiver sendo ministrada.
Slides: Acesse o link AQUI, faça o download dos slides e utilize-os para enriquecer ainda mais o estudo da lição.
Comentários adicionais: Nesta lição 4, temos os seguintes comentários:

  1. O trono de Deus: “Como em Isaías 6, Deus está no centro da cena. (…) (thonos, trono) é uma das ênfases principais do livro, contrapondo o “trono de Deus” ao “trono” de Satanás ([Ap] 12.5 contra 13.2; cf. 2.13; 16.10) e, provavelmente nesse capítulo, com o trono de César também. O termo ocorre treze vezes somente nesse breve capítulo. Originalmente designado como uma cadeira para convidados especiais, o ‘trono’ se tornou um símbolo da majestade soberana do rei. Ele significada tanto governo como julgamento (…).” (OSBORNE, Grant R. Apocalipse: comentário exegético. Tradução de Robinson Malkomes e Tiago Abdalla T. Neto. São Paulo: Vida Nova, p.251).
  2. Os seres viventes: “(…) ‘seres viventes’ como estes foram vistos pelo profeta Ezequiel durante a primeira e extraordinária visão que teve (Ez 1). Embora as seis asas de cada ser vivente lembrassem muito a visão que Isaías teve dos serafins (Is 6), a maior parte da visão de João corresponde aos seres vistos por Ezequiel, os quais ele chama de querubins (Ez 10:20). Os querubins da Bíblia estão muito longe de ser os anjinhos de asas e covinhas, dos quadros que conhecemos. São criaturas que impões respeito, indicações visíveis da presença de Deus.” (WILCOOK, Michael. A mensagem de Apocalipse. Tradução: Alexandros Meimaridis et all. São Paulo: ABU Editora, 2003, pp.41-42).
  3. A importância da morte de Cristo: “A vitória final de Cristo como Leão de Judá – O Messias conquistador – só é possível porque antes ele sofreu como Cordeiro. Aqui nos deparamos como um grande mistério, algo que o Novo Testamento afirma mas não explica, porque envolve realidades inexprimíveis em palavras no ponto em que o mundo espiritual de Deus corta o mundo histórico do homem. A dignidade e capacidade de Cristo de abrir os selos do rolo da história e destino da humanidade dependem da vitória que ele obteve em sua vida encarnada. Se ele não tivesse vindo em humildade, como Salvador sofredor, não poderia vir como Messias conquistador.” (LADD, George Eldon. Apocalipse: introdução e comentário. Tradução de Hans Udo Fuchs. São Paulo: Vida Nova e Mundo Cristão, 1980, p.67).
  4. Os sete chifres e os sete olhos de Cristo: “Os sete chifres representam a plenitude de poder que o Cordeiro possui. No Antigo Testamento o chifre é símbolo comum de força, aparecendo pela primeira vez em Dt 33:17, e frequentemente nos Salmos (Sl 18:2; 112:9). Jesus, depois de ressuscitar, afirmou: ‘Toda autoridade me foi dada no céu e na terra’ (Mt 28:18). O Cordeiro também tem sete olhos; isto indica sua onisciência, que ele pode ver tudo. Pano de fundo para isto é Zc 4:10, onde as sete lâmpadas na visão do profeta ‘são os sete olhos do Cordeiro; eles são identificados também como os sete espíritos de Deus enviados por toda a terra. Assim João retrata de maneira simbólica o relacionamento entre Cristo e o Espírito Santo com Deus-Pai.” (Ibidem, p.67).

Na introdução da Lição: apresente para seus alunos 1 controle de Televisão ou de outro aparelho eletrônico. Caso não queira levar, você pode optar por projetar a imagem de um controle. Ao mostrar aos seus alunos pergunte-os: o que é isso e para que serve? Aguarde as respostas, que provavelmente vão girar em torno de ligar e desligar o aparelho, procurar ou mudar de canal, aumentar e diminuir o volume, etc. Após isso reflita com eles sobre quem está no controle mundial? Quem comanda a história da humanidade? Quem de fato tem todo poder?
Mostre-os que Deus está acima de todo poder e tem o controle em suas mãos. Enquanto fala peça para alguém ler o salmo 24:1 que diz: “Do SENHOR é a terra e a sua plenitude, o mundo e aqueles que nele habitam.”
Atenção: Tome cuidado para não gastar muito tempo na introdução (5 minutos é mais que suficiente), pois a lição desta semana exigirá mais tempo de estudo.
Na segunda parte da lição (O texto bíblico aplicado) antes de fazer a 5º pergunta chame duas pessoas para encenarem a dinâmica do teste de confiança.
Uma pessoa representará a humanidade e a outra representará Deus.
A pessoa que estará representando a humanidade ficará de costas e depois cairá para trás enquanto a pessoa que representa Deus a segurará nos braços. Após isso pergunte para a pessoa que representa a humanidade falar como ela se sentiu ao ter que confiar que Deus fosse segurá-la. A intenção é mostrar que vivemos em um mundo de insegurança e medo, crises econômicas, catástrofes naturais e desordem sociais, porem em Deus a igreja pode descansar porque Ele está acima de todo poder!
Boa aula!

Apenas 15 dias de vida

1514592_949869608377548_4672696161715480343_nEu preciso agradecer ao dono da vida, preciso testemunhar o que Deus tem feito em minha vida. Fui desenganada pelos médicos há 15 anos. Os tumores ovarianos implodiram dentro de mim e espalharam o câncer por toda a região pélvica.
Tive que fazer duas cirurgias às pressas. Foram feitas 3 biópsias, em laboratórios diferentes, e todas confirmaram o mesmo tipo de câncer: eu tinha apenas 15 dias de vida.
“Preparem a família”, foram as palavras dos médicos que haviam me operado. Mas a última palavra foi do nosso Deus: “essa enfermidade não é para a morte”. Aleluias! Este ano, completei 15 anos de vida, vivendo os milagres do Deus eterno!
Os médicos aqui do Rio de Janeiro falaram que a quimioterapia demoraria por 6 meses e que, depois disso, veriam se fariam radioterapia ou outro tipo de tratamento, como quimioterapia. Deus nos surpreendeu, depois de dois meses eu estava plenamente curada. O médico chegou a pedir oração por sua família, pois viu o que Deus fez!
Quem me acompanhou em tudo foi meu pai, Pr. Sebastião, conhecido como capelão teólogo. Isso é apenas o resumo do que Deus fez por mim! Seja ele exaltado, adorado, engrandecido, não somente pelas suas maravilhas, mas por ele ser quem é.
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Bodas de Ouro

bodas-de-ouro-goiasCasal da IAP em Goiânia agradece a Deus, juntamente com familiares

Na sexta-feira, dia 9 de outubro, foram celebradas em Goiania (GO) as Bodas de Ouro do casal Orival Correa de Souza e Therezinha do Carmo Souza. Ele é filho do saudoso Pb. Alcides Correa de Souza e ela, filha do irmão José Augusto Seixas. Os filhos Claudine Correa de Souza e Pr. Claudemir Correa de Souza, cônjuges e filhos, celebraram com alegria essa união, juntamente com familiares e amigos. O ministrante da cerimônia foi o Pr. Elias Dias de Araujo.

Pedido de oração

O Pr. Washington, da IAP em Serra Negra (SP), pede a todos que orem em favor do pequeno Brayan, neto da Ir. Geizemara, daquela IAP, que tem apenas 1 ano e seis meses. Ele se queimou com água fervente, e teve queimaduras em 60% do corpo, de 1, 2, e 3 grau. Pedimos a todo corpo de Cristo que clame ao Senhor em favor dele.

Dicas da Lição 3 – À igreja, com carinho

À IGREJA, COM CARINHO
Devoção: Professor lembre-se de dedicar uma parte do tempo para investir em sua vida devocional. É imprescindível que você ore a Deus, leia e estude a Bíblia Sagrada e interceda por seus alunos. Não se esqueça de pedir ao Espírito Santo para transformar a vida de cada um de sua classe também nos momentos em que a lição estiver sendo ministrada.
Slides: Acesse o link AQUI, faça o download dos slides e utilize-os para enriquecer ainda mais o estudo da lição.
Comentários adicionais: Os comentários adicionais são um auxílio a mais no preparo de sua aula. Nesta lição 2, temos os seguintes comentários: “Esboço das cartas”; “Anjos=mensageiros”; “Jesus, o princípio da criação”; e “Conhecimento absoluto”. Veja os comentários:

  1. Esboço das cartas: “As cartas têm uma estrutura básica. Cada uma começa por apresentar o Autor da correspondência: Jesus Cristo, o Cordeiro, digno de receber poder, riqueza, sabedoria, força, honra, glória e louvor para todo o sempre (Ap 5.12). O texto de cada carta vem da boca de Jesus, apresentado sob diferentes títulos. Cada título tem uma razão para a sua adoção, como o demonstram a leitura e a interpretação das cartas. Esse título resume, mesmo que cifradamente, a advertência que a carta contém. A seguir, as igrejas são descritas em suas características essenciais. Os detalhes são riquíssimos e se relacionam às experiências históricas das cidades e das comunidades.” (AZEVEDO, Israel Belo de. Tem mensagem para você: uma abordagem ao livro de Apocalipse. São Paulo: Hagnos, 2011, p.16).
  2. Anjos=mensageiros: “João batista enviou mensageiros a Jesus; lá em Lucas 7.24 a palavra anjos para mensageiros. Jesus enviou mensageiros a Samaria a fim de que lhe preparassem uma pousada; lá em Lucas 9.52 a palavra anjos para esses outros mensageiros. Em Mateus 11.10, o próprio Jesus usou a palavra anjo para se referir a João Batista quando disse: ‘Eis aí o envio diante de tua face o meu mensageiro.’ Portanto não existe barreira real alguma a impedir que se entenda, nesta passagem [Ap 1:20] o Senhor chamando seus líderes humanos à responsabilidade.” (MIRANDA, Neemias Carvalho. Apocalipse: comentário versículo por versículo. Curitiba: A. D. Santos, 2013, p.34).
  3. Jesus, o princípio da criação: “Podemos traduzir esta frase de duas maneiras: o ‘começo’ da criação, ou a ‘origem’ da criação. Quase com certeza esta última possibilidade é a mais certa, porque para João não há dúvida de que Cristo é eterno. Ele é o primeiro e o último, o Alfa e o Ômega ([Ap] 1:17s; 2:8; 21:6; 22:13); ele transcende toda a criação. Na carta de Paulo aos Colossenses a mesma ideia aparece também: Cristo é o primogênito de toda a criação (Cl 1:15).” (LADD, George Eldon. Apocalipse: introdução e comentário. Tradução de Hans Udo Fuchs. São Paulo: Vida Nova e Mundo Cristão, 1980, p.51).
  4. Conhecimento absoluto: “Todas as cinco cartas dirigidas às igrejas que têm pontos fortes começam essa seção com (…) oida ta erga sou, Conheço tuas obras; cf. 2.2,19; 3.1,8,15). Mounce (…) observa que nesse contexto oida não pode ser compreendido como mero conhecimento humano de fatos, e Horstmann (…) diz que, em João, o termo significa conhecimento intuitivo, ou incontestável, sempre que o sujeito é Jesus. Isso deve se aplicar também a Apocalipse, em que o verbo ocorre sete vezes nas cartas dos capítulos 2 e 3 (2.9.13, em acréscimo às cinco igrejas mencionadas antes), sempre com a ideia de conhecimento absoluto. (OSBORNE, Grant R. Apocalipse: comentário exegético. Tradução: Robinson Malkomes e Tiago Abdalla T. Neto. São Paulo: Vida Nova, pp.123-124).

Dinâmica para introdução: Traga um manual de instruções de qualquer tipo: manual de carro, manual de eletrodoméstico, bula de remédio, etc. Destaque as orientações mais importantes e pergunte aos alunos quais são as utilidades de ser ter essas orientações. Diante dessa abordagem, mencione quão importantes são as cartas de Cristo às sete igrejas da Ásia Menor. Lembre os alunos de que elas simbolizam a totalidade das igrejas em todos os tempos e, consequentemente, tem a ver com nossas igrejas locais.
Observação: Ao iniciar a primeira parte, “O TEXTO BÍBLICO EXPLICADO”, não deixe de observar que as sete igrejas NÃO representam sete eras da igreja cristã, como alguns pensam erroneamente.
Dinâmica para o desenvolvimento das perguntas: O próprio professor deve responder a primeira pergunta da lição e então, para dar continuidade, a classe se dividirá em sete grupos, cada grupo estará responsável por uma igreja (Éfeso, Ermirna, Pérgamo, Tiatira, Sardes, Filadélfia e Laodicéia). Os grupos podem ser maiores ou menores, conforme a quantidade de participantes da Escola Bíblica, podendo, inclusive, distribuir duas igrejas para cada grupo, se o professor preferir. Todos os grupos terão 7 minutos para analisar suas igrejas respectivas. Seguem alguns exemplos:

  • Quem ficar responsável por falar sobre a igreja de Éfeso, deve analisar o item 1 (“Cristo e as igrejas”) e dizer qual aspecto da pessoa de Cristo é revelado nessa igreja; analisar o item 2 (“Elogios às igrejas”), e dizer qual o elogio que a igreja recebe; o item 3 (“Repreensões às igrejas”), dizendo qual a repreensão que a igreja de Éfeso recebeu. Nesse caso, nos três itens a igreja de Éfeso é mencionada.
  • Quem ficar responsável pela igreja de Laodicéia, deve analisar o item 1 (“Cristo e as igrejas”), dizendo qual aspecto da pessoa de Cristo é revelado nessa igreja e o item 3  (“Repreensões às igrejas”), dizendo qual a repreensão que a igreja de Laodicéia recebeu. Neste caso, o item 2 está descartado, pois a igreja de Laodicéia não recebeu nenhum elogio.
  • No caso que quem ficar responsável pela igreja de Ermirna, deve analisar o item 1 (“Cristo e as igrejas”), dizendo qual aspecto da pessoa de Cristo é revelado nessa igreja e o item 2 (“Elogios às igrejas”), e dizer qual o elogio que a igreja recebe. Neste caso, o item 3 está descartado, pois a igreja de Ermirna não recebeu nenhuma repreensão.

Cada grupo apresentará todas as suas conclusões. Ao término das apresentações, as perguntas 2, 3 e 4 já terão sido respondidas automaticamente.
Sobre Ap 3:14, no item 1, referente à igreja de Laodicéia, caso deseje enfatizar, cite também a explicação do livro da FATAP “Teologia Sistemática: A doutrina de Cristo e do Espírito Santo”, na página 19. Segue uma parte do texto na íntegra:
“Muitos se apegam à expressão princípio da criação de Deus para também defender que Jesus teve um começo ou um princípio; esse, porém, não é o ensino do texto em questão. Segundo os autores do livro Resposta às Seitas – um manual popular sobre interpretações equivocadas das seitas, o termo grego arché, traduzido como “princípio”, nesse versículo, traz o sentido de “aquele que começa”, “origem”, “fonte” ou “causa fundamental”. Esse versículo, então, enfatiza apenas que Jesus é o arquiteto da criação (Hb 1:2)”.
Vídeo: Na segunda parte da lição, o TEXTO BÍBLICO APLICADO, ao trazer a discussão as duas perguntas aplicativas, apresente o vídeo que se encontra no link: https://www.youtube.com/watch?v=8rEjfXdJbx8. Individualmente e como igreja, temos ouvido a repreensão do Senhor?
Dinâmica para conclusão: Em um segundo momento, distribua entre os irmãos tiras de papel com as promessas que foram feitas às sete igrejas e que estão descritas no item 2 da parte aplicativa, “Levemos a sério as promessas de Jesus a sua igreja”. Se possível, dê a cada irmão a promessa correspondente à igreja que foi estudada por ele com seu grupo. Que levemos a sério cada uma dessas promessas.

Nota de falecimento

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Dormiu no Senhor o Dá. Gabriel Rubian

Comunicamos que, nesta segunda, dormiu no Senhor o Dá. Gabriel Rubian, da IAP em S. Caetano do Sul (SP), Convenção Paulistana, aos 78 anos. O velório está sendo realizado na ABCEL – Av. Pres. Kennedy, 625 – próximo PS Municipal e próximo da Av. Goiás. O sepultamento será às 16h, no Cemitério da Saudade – Rua da Eternidade, 263, em S. Caetano do Sul (próx. Estrada das Lágrimas).
Ele estava enfermo, com problemas renais, há algum tempo e aprouve ao Senhor recolhê-lo. Servo constante na casa do Senhor, fazia parte de uma das famílias pioneiras da IAP naquela cidade. Oremos pela esposa, Dsa. Cleide, e os filhos: Edson, Edmara, Eber e Gabriela, além de genros, noras e netos. Que o Espírito Santo Consolador ampare a todos.[/vc_column_text][/vc_column][vc_column width=”1/3″][vc_single_image image=”9177″ img_size=””][/vc_column][/vc_row]

Pedido de Oração

Pb. Dias precisa de nosso clamor por sua recuperação

Vamos clamar ao Senhor pelo Pb. Carlos Antonio Dias, da IAP de Teodoro Sampaio, Convenção Oeste Paulista. Ele se acidentou na semana passada e quebrou uma vértebra, que perfurou o pulmão. Além disso, fraturou o braço e a bexiga se deslocou. Já passou por uma cirurgia no braço. Vamos orar para que Deus restitua a saúde dele completamente.

Nota de falecimento

Comunicamos com pesar o falecimento do Da. Wilson, da Convenção Rio de Janeiro. Ele estava acometido por um câncer, há alguns meses. Ele era um servo atuante na obra de Cristo, sempre muito dedicado.
Oremos para que haja consolo para toda a família.

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Sentindo na pele o que nós sentimos

“… mas esvaziou-se a si mesmo, vindo a ser servo, tornando-se semelhante aos homens”. (Filipenses 2.7)

Empatia significa a capacidade de compreender o sentimento ou reação da outra pessoa imaginando-se nas mesmas circunstâncias. Foi exatamente assim que Jesus agiu.
Podemos destacar pelo menos três cenas onde o mestre demonstrou com atitudes “sentir na pele” o que nós sentimos. O primeiro cenário é uma cidade de Samaria, chamada Sicar. Jesus estava cansado, seus pés doíam, seu rosto estava suado e quente sob o sol escaldante do meio-dia. De fato, ele precisava descansar, então parou junto a um poço, despediu-se dos discípulos, certamente se espreguiçou e sentou-se no chão. Foi quando chegou uma mulher samaritana (João 4.6-7).
O segundo cenário é o mar da Galiléia. Ele estava com muito sono, bocejou e os olhos piscavam sem parar. O dia fora longo, agora, a noite havia caído e ele queria apenas tirar uma soneca. Em meio à viagem, ele decide dormir. O sono era tão profundo que nem o trovão, os ventos ou o balanço do barco o acordaram. Somente os gritos desesperados dos discípulos conseguiram interromper seu repouso (Mateus 8:24-27).
O terceiro e último cenário, não menos importante, é Jerusalém. Jesus estava totalmente irado! Podia-se ver em seus olhos. Seu rosto estava vermelho, os punhos estavam cerrados, o que tinha tudo para ser um dia normal no mercado do templo tornou-se um alvoroço. O que era um sorriso na face do Filho de Deus transforma-se em sobrancelhas contraídas e testa enrugada. A única coisa que voou mais alto do que as mesas e cadeiras foram as pombas batendo asas rumo à liberdade (João 2:13-16).
Sim, somos gratos a Mateus, Marcos, Lucas e João por esses retratos da humanidade de Cristo. Ele literalmente se pôs em nosso lugar, calçou nossos sapatos para ver onde apertam, sentiu a dor de perder um amigo, foi traído e cravado numa cruz sem ter culpa alguma. Esse é o Deus que se fez carne e se tornou homem como um de nós. Se o Mestre fez isso por nós, por que não podemos fazer o mesmo pelos outros?
Que Jesus possa nos mostrar como seguir o seu exemplo de profunda identificação. Que, em vez de julgar o nosso próximo, quando ele estiver exausto, triste ou irado, possamos nos colocar em seu lugar, ter compaixão dele e dispor-nos a servi-lo, como o Senhor fez por nós.
Diego da Silva Barros é diretor da UMAP, coordenador de Missões e Evangelismo na IAP em Piedade (Rio de Janeiro) e colaborador da equipe de Capelania Prisional da IAP.

Dicas da Lição 2 – O Cristo glorificado

O CRISTO GLORIFICADO
Devoção: Professor lembre-se de dedicar uma parte do tempo para investir em sua vida devocional. É imprescindível que você ore a Deus, leia e estude a Bíblia Sagrada e interceda por seus alunos. Não se esqueça de pedir ao Espírito Santo para transformar a vida de cada um de sua classe também nos momentos em que a lição estiver sendo ministrada.
Slides: Acesse o link AQUI, faça o download dos slides e utilize-os para enriquecer ainda mais o estudo da lição.
Comentários adicionais: Nesta lição 2, temos os seguintes comentários:

  1. Descobrindo o Senhor: “O Senhor Jesus Cristo fala e é descrito em Sua glória e magnificência atuais (…). Começa dizendo que este livro é uma revelação, um desvendamento da coberta ou véu que ocultava algum monumento, a fim de que agora todo mundo possa ver a sua beleza, sua obra de arte, etc. por certo, neste livro, o objetivo é tornar conhecido algo que antes estava desconhecido ou oculto. O fato que se nota em primeiro lugar é que esta Revelação ou Apocalipse é de Jesus Cristo. Pertence a Ele, porquanto Deus deu-a a Ele. Também Lhe deu permissão ou encargo de torná-la conhecida dos Seus servos. A Revelação inclui descrições do próprio Senhor Jesus Cristo, muitas de Suas atividades nos eventos profetizados, e algumas palavras da Sua boca. É o Deus-Homem, a Divindade incorporada, que fala, age e recebe glória e adoração.” (Turner, Donald D. Exposição do Apocalipse. São Paulo: Imprensa Batista Regular, 1983, p.18).
  2. O “Filho do homem”: “Em sua visão da vinda do Reino de Deus, Daniel viu o próprio Deus sentado em seu trono, cercado de multidões de anjos que o serviam. ‘E eis que vinha com as nuvens do céu um como o Filho do homem, e dirigiu-se ao Ancião de dias’ (Dn 7:13). Mais tarde ‘Filho do homem’ se tornou uma expressão messiânica fixa para identificar o Salvador celestial; era o título preferido de Jesus para si mesmo e sua missão. A referência deste versículo indica diretamente para Daniel, identificando assim Jesus como o Rei celestial, ao mesmo tempo destacando que apesar de ser como homem ele não é somente homem; ele é sobrenatural.” (LADD, George Eldon. Apocalipse: introdução e comentário. Tradução de Hans Udo Fuchs. São Paulo: Vida Nova e Mundo Cristão, 1980, p.27).
  3. Do peito aos pés: “O apóstolo que se reclinara no peito de Jesus (Jo 13:23) prostrou-se aos pés do Senhor como se estivesse morto. Uma visão do Cristo exaltado não produz outra coisa senão grande reverência e temor (Dn 10:7-9). É preciso ter essa atitude de respeito hoje, quando tantos cristãos falam e agem com familiaridade indevida com Deus. A reação de João ilustra o que Paulo escreveu em 2 Coríntios 5:16: ‘se antes conhecemos a Cristo segundo a carne, já agora não o conhecemos deste modo’. João não estava mais ‘aconchegado’ junto ao coração do Senhor, relacionando-se com ele de forma que havia feito antes.” (WIERSBE, Warren W. Comentário Bíblico Expositivo: Novo Testamento 2. Santo André: Geográfica, 2006, p.725).
  4. Primeiro e Último: “O título ‘primeiro e último’ é derivado de Isaías 41.4; 44.6; 48.12, em que se refere a Deus como Criador de todas as coisas e soberano sobre a história. Bauckham (…) também afirma: ‘Deus precede todas as coisas, como aquele que as criou, e ele levará todas as coisas ao seu cumprimento escatológico. Ele é a origem e o alvo de toda a história. Ele tem a primeira palavra na criação e a última na nova criação’ (…). No contexto de Apocalipse 1.17,18, essa soberania estende-se agora a Cristo.” (OSBORNE, Grant R. Apocalipse: comentário exegético. Tradução: Robinson Malkomes e Tiago Abdalla T. Neto. São Paulo: Vida Nova, pp.104-105).

Desenhos: Nesta segunda lição sobre o livro do Apocalipse o professor poderá pedir aos alunos que gostam de desenhar que o auxiliem nesta atividade. Ou, se preferir, todos poderão participar. Neste caso, será necessário que cada “desenhista” tenha em mãos: uma folha de papel, lápis ou caneta. Funciona assim:
Logo após a introdução, antes ou durante a primeira parte da lição (O TEXTO BÍBLICO EXPLICADO), o professor irá descrever as imagens que fazem referência ao Cristo glorificado e os alunos munidos de papel e caneta irão (tentar) desenhar a descrição feita pelo professor da seguinte forma:

  1. Na parte superior da folha, desenhe apenas uma forma oval, onde faremos uma cabeça/rosto;
  2. No rosto, faça dois olhos como chamas de fogo;
  3. Agora, desenhe os cabelos (brancos);
  4. Faça uma boca e dela saindo uma voz como de muitas águas;
  5. Desenhe o rosto brilhante como o sol;
  6. Agora vamos desenhar o corpo coberto por um vestido que chega até os pés;
  7. Na altura do peito, desenhe um cinto de ouro;
  8. Para finalizar, faça os pés como latão reluzente.

Depois de finalizados os desenhos, estes poderão ser comparados e, obviamente, terão diferenças entre eles. E mais: acreditamos que muitos terão dificuldades em retratar a imagem descrita acima, mas a ideia é justamente mostrar a dificuldade em descrever (ou desenhar) algo que nunca se viu antes.
A proposta é que o professor utilize uma dessas ilustrações para explicar cada um dos elementos, atributos e o poder do Cristo glorificado na visão de João.
Vale lembrar que as imagens descritas por João são meramente ilustrativas. Seria impossível desenhar com perfeição a imagem de Cristo glorificado, assim como foi impossível para o apóstolo descrevê-lo com exatidão.
Antecedendo a segunda parte da lição (O TEXTO BÍBLICO APLICADO), o professor poderá fazer uma breve pausa (5 min.) na aula e convidar os seus alunos a entoarem um louvor que exalta o Cristo glorioso: Jesus! Sugerimos as canções “Quão grande é o meu Deus”, “Poderoso Deus”, “Ao único” ou outra conhecida pela igreja local. Este momento servirá para reforçar que Jesus é o Senhor da igreja. Ele é Deus onipotente e Deus onipresente!
Bom sábado! Boa aula!