A cerimônia ocorreu no último sábado (14); novos discípulos são de três comunidades do país.
Um momento que representa e revela como Deus tem soprado o Seu Vento na Igreja Adventista da Promessa de Moçambique. Isso porque, no último sábado (14), 44 pessoas desceram às águas do batismo em três comunidades onde a Palavra de Deus tem sido semeada pelos promessistas: Muahivire, Piloto e Carupeia, como divulgou a Junta de Missões da Convenção Geral.
Os irmãos e irmãs declararam publicamente sua fé em Jesus, em um dia marcado por festa, júbilo e gratidão. Segundo um dos celebrantes do batismo, o pastor Marcelino, em seu perfil no Facebook, declarou: “O batismo em Nampula, onde 44 almas desceram nas águas, foi um dos maiores batismo de Moçambique, foi uma benção. A missão continua.” Além dele, a cerimônia foi conduzida pelos pastores Manoel, Juanito e Selágio.
Segundo a JM, esse é o reflexo da Promessa Global: uma missão que continua firme nos quatro cantos da terra, e que leva esperança, transformação e salvação!
A comunidade foi aberta no último sábado, 7 de junho, num lindo culto inaugural dedicado ao Senhor, que contou com a presença de aproximadamente 100 pessoas.
Na Bahia, a recém-inaugurada Promessa Lauro de Freitas abre as portas para aqueles que têm sede e fome do evangelho de Jesus Cristo, dentro da visão de expansão promessista: o Projeto 2032, que, entre várias ações, pretende plantar 100 igrejas até o centenário da denominação. Por meio deste “abraço” da Convenção Bahia à iniciativa, a comunidade foi aberta no último sábado, 7 de junho, num lindo culto inaugural dedicado ao Senhor, que contou com a presença de aproximadamente 100 pessoas.
O projeto de plantação, que já conta com cerca de 20 pessoas congregadas, é liderado pelo Pastor Plantador Ivan Coutinho e sua esposa, Rosana Coutinho. “Era um sonho de muitos anos. A Promessa Lauro de Freitas nasce no coração de Deus, de membros e da diretoria regional. Hoje, é uma realidade! Sou grato a Deus pela oportunidade de ser o líder neste projeto”, testemunha o líder, que também é diretor financeiro regional.
Outros promessistas presentes avaliam que a nova igreja é uma nova oportunidade de Deus para a cidade. “Nós tivemos palavras de edificação, louvores e a gratidão ao Senhor, por mais uma casa de adoração ao Senhor que se abre”, declarou o superintendente regional, Pastor Weliton Melo. Além dele, no vídeo abaixo, promessistas agradecem a Deus pela igreja, que proporciona a possibilidade de congregar mais perto.
Sobre o município
Segundo dados do IBGE, o município tem uma população de 203.331 pessoas e faz parte da região metropolitana de Salvador. Apesar de sua história começar em meados do século XVI, sua emancipação política definitiva de Salvador se deu a partir de 1962, e passou a se chamar Lauro de Freitas, em homenagem ao político baiano Lauro Farani Pereira de Freitas, candidato a governador que faleceu em um acidente aéreo em 1950.
Endereço da igreja: Avenida Brigadeiro Alberto Costa Matos, nº 1291.
Texto: Agência Promessista de Comunicação (APC) Fotos e vídeo: Promessa Lauro de Freitas
Reflexões sobre dor, invisibilidade e empatia a partir do novo filme da Netflix.
“Você já teve a sensação do chão sumindo debaixo dos seus pés?” Sabe aquele momento em que o mundo parece desabar sem aviso? Tudo estava bem até o telefone tocar. Ou até o resultado médico chegar. Ou quando a escola do seu filho ligou. De repente, tudo muda, e o que antes era estabilidade se transforma em caos. Quem nunca passou por uma tempestade dessas?” Essa é a sensação que nos domina ao assistir Até a Última Gota (A Thousand and One), filme da Netflix que, com sutileza e crueza, nos leva a acompanhar um dia comum que se torna tudo — menos comum.
Em 2023, eu estava em Curitiba com minha família. Era uma quinta-feira qualquer de inverno, até que o céu escureceu e, em minutos, uma tempestade absurda se formou: granizo, vento de 100 km/h, queda de energia. Só depois soubemos que foi um ciclone bomba. A vida, às vezes, é assim: tudo muda em segundos. E o filme é sobre isso, não apenas uma tempestade climática, mas uma emocional, existencial, humana.
Janiyah, a protagonista, é uma mãe solteira, moradora de uma vila precária. Tudo em sua vida está por um fio. Mas naquele dia, o fio arrebenta. Não há respiro, não há trégua. Trabalho, escola da filha, saúde, moradia, dignidade — tudo desmorona. E o filme nos convida a ver isso pelos olhos dela, com a mesma incredulidade e dor.
Quando a vítima vira assaltante
Não entraremos em spoilers pesados aqui, todavia mais a frente será impossível não o fazer. Sendo assim, pare agora, assista e volte para ler o restante. Mas é possível comentar o ponto de virada: de vítima a assaltante. O filme te prende, apesar de diálogos fracos, é verdade. Como uma avalanche de más notícias. Janiyah, sufocada, empurrada pelas circunstâncias, cruza a linha. Mas também né? Tudo no mesmo dia: demissão, despejada de casa, perda do carro, vítima de assalto (e bem mais que isso), passa a ser considerada terrorista, ou seja, um dia de cão literalmente. E nem por isso nos afasta dela. Pelo contrário, a empatia cresce. E essa palavra é importante aqui, guarde a bem.
A pergunta não é: “O que você faria no lugar dela?” Já vimos outras obras falarem sobre um dia mal e de várias perspectivas. Aqui, no entanto, está mais para: “Por que ninguém a viu antes de tudo isso acontecer?”
A frase que ressoa: “Eu te vejo, Janiyah”
Duas personagens são fundamentais na trama: a gerente do banco (Sherri Shepherd) e a detetive (Teyana Taylor). Ambas, em algum momento, a sua forma dizem a frase mais poderosa do filme: “Eu te vejo, Janiyah.” Essa frase ecoa. Ecoa, porque revela o problema central: ela foi invisível em seu pior dia. E na verdade, todos nós temos dias assim, em menos grau lógico, mas todos temos. Aqui está a democracia da vida, não importa seu grau de formação, história de família, não importa o seu ‘pedigree’, o dia mal chegará! E nesse dia, todos precisamos ser vistos. Invisível ao sistema, sim. Invisível aos órgãos públicos, também. Mas, principalmente, invisível a nós. Quantas Janiyah você cruza todos os dias e não enxerga? Gente cansada, enlutada, sobrecarregada. Gente que sorri, mas sangra por dentro. Gente que não tem para onde correr, mas mesmo assim aparece no trabalho no dia seguinte.
Jesus contou uma história sobre isso. Lembra do bom samaritano? O sacerdote e o levita passaram… e não viram. Ou preferiram não ver. Mas o samaritano viu. “Viu, e compadeceu-se dele.” (Lucas 10:33).
Nós erramos. Eu errei. Você errou.
É fácil apontar o erro da polícia, da estrutura social, da política. Difícil é dizer: “nós erramos!” Eu não vi. Eu não me importei. Eu transformei pessoas em engrenagens. Relacionamentos em utilidades. Vivemos tempos de IA (inteligência artificial), mas o que realmente nos domina é a RA — relacionamentos artificiais. Lembra da palavra citada lá no inicio? Essa é a grande palavra desse filme, empatia (ou a falta dela). Essa palavra tem um sentido belíssimo, significa, “doer com”. Ou seja, é sentir a dor do outrem com ele. Spoilers aqui! Janiyah perdeu a filha. E ninguém parou para sentir isso com ela. Voltou ao trabalho no dia seguinte. Foi despejada no mesmo dia. Como sociedade, não respeitamos o luto. E como cristãos, muitas vezes também não. Nós aprendemos apenas a dizer, eu sinto muito (no melhor dos casos).
“Eu não quero todo esse dinheiro, só quero o meu dinheiro.”
Essa frase gritada no ápice do filme resume tudo. Janiyah não quer caridade. Quer dignidade. Ela não quer esmola. Quer justiça. Ela não quer um favor. Quer ser vista. E o que mais dói no filme não é a morte, o assalto ou o desespero. O que mais dói é perceber que, para o mundo ao redor dela, tudo aquilo não importa. É uma sociedade treinada, habilitada, programada para descartar.
Descartar o inquilino que não pagou e pronto de forma tão fácil, mesmo que em um momento de luto, tal como se despede na mesma situação, sabe porque? Porque no fundo não importa. O que importa para um povo que passou a “coisificar” até as coisas, as situações, e principalmente as pessoas. Ela, Janiyah, é uma coisa para tantos que não se importam. A pergunta que fica é: e para nós, importa?
Até a última gota
“De que vale um homem ganhar o mundo inteiro e perder a sua alma?” (Marcos 8:36). Talvez hoje estejamos perdendo algo mais sutil: a capacidade de ver as almas ao nosso redor. Gente que está ali, todos os dias, e mesmo assim passa despercebida. Entretanto, elas têm nome, dores, anseios, lutos não vividos; elas têm histórias! O desfecho do filme é poderoso — mas ele não termina com a Janiyah. Ele termina com a gente. Com a nossa atitude diante dos invisíveis.
Se você já assistiu ao filme, talvez esteja com o coração apertado. Se ainda não assistiu, prepare-se. Mas mais do que isso: prepare-se para ver diferente. Não espere que a vida grite até a última gota. Não espere que o outro exploda em dor, para você finalmente se importar.
Veja antes. Repare antes. Enxergue antes.
Jesus via as pessoas. Ele chegava ao ponto de externalizar essa verdade, provavelmente porque sabe como Criador, que o óbvio precisa ser dito. Diante da criatura criada, o Criador exclama: “Eu te vejo, mulher.” (João 4:7-26). “Eu te chamo pelo nome.” (Isaías 43:1)
E você? Vai continuar passando sem ver?
Gustavo Rocha | Casado com Bruna e pai de Samantha e Tito; Pastor de jovens na Promessa Cosmópolis; Trabalha como produtor de conteúdo audiovisual na APC para a TV Viva Promessa; Estudou cinema e ama cinema desde criança.
“É uma corrida por uma felicidade de vitrine, que muitas vezes nos deixa mais cansados do que felizes.”
Hoje, 12 de junho, o mundo nos convida a celebrar o amor. As vitrines estão decoradas, os feeds das redes sociais transbordam de declarações e a pressão por um gesto perfeito — o presente ideal, o jantar inesquecível, a foto impecável — pode se instalar silenciosamente em nosso peito. É uma corrida por uma felicidade de vitrine, que muitas vezes nos deixa mais cansados do que felizes.
Essa sensação, essa pequena ansiedade que nos cutuca, tem um nome: angústia. E a Palavra de Deus, com sua sabedoria atemporal, nos dá um conselho direto sobre isso. No livro de Eclesiastes, o sábio nos diz: “Alegra-te, jovem, na tua mocidade… anda nos caminhos do teu coração… Sabe, porém, que de todas estas coisas Deus te pedirá contas. Afasta, pois, a ira [ou angústia] do teu coração.” (Eclesiastes 11:9-10, adaptado).
O conselho é um paradoxo maravilhoso: viva, alegre-se, siga seu coração, mas faça-o com a consciência de que suas escolhas têm um peso eterno. E a primeira escolha consciente que podemos fazer, especialmente hoje, é remover a angústia.
Como pastor, converso com muitos jovens e casais. No nosso ministério, minha esposa Regina e eu estamos prestes a completar 43 anos de namoro (somando namoro e casamento), e uma das coisas que aprendemos é que um relacionamento que glorifica a Deus não é medido pela sua aparência externa, mas pela sua saúde interna.
Penso numa analogia que usei em nossa conversa em vídeo hoje: a de uma famosa marca de chocolates. Por fora, ela vende um sonho: doçura, fantasia, alegria. Mas, nos bastidores, como notícias recentes têm mostrado, pode haver uma realidade de pressão, desigualdade e frustração para seus parceiros.
Muitos namoros, infelizmente, acabam vivendo essa mesma dinâmica. Por fora, postam o “chocolate”: o sorriso, a viagem, a declaração. Mas, no dia a dia, no “bastidor” do relacionamento, o que reina é a cobrança, a insegurança, o pecado não confessado, o desvio de rota. E isso gera angústia. Gera um coração pesado que não consegue se alegrar de verdade.
Segundo dados do Censo Demográfico 2022, houve uma queda de pouco mais de 8% entre os católicos romanos no período de 2010 a 2022.
Dados revelados pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE) mostraram um crescimento de 5,2 pontos percentuais (p.p.) no número de evangélicos no Brasil. Eles somam agora 47,4 milhões de brasileiros com 10 anos ou mais, o equivalente a 26,9% da população em 2022. Em 2010, eram 35 milhões, ou 21,6% da população. Porém, o crescimento está abaixo de medições de anos anteriores: no levantamento de 2000 para 2010, por exemplo, a alta havia sido de 6,5 pontos percentuais (de 15,1% para 21,6%). De 1991 para 2000, o avanço tinha sido de 6,1 pontos percentuais (de 9% para 15,1%).
Divulgado na última sexta-feira (06) em uma coletiva na Casa Brasil IBGE, no térreo do Palácio da Fazenda, no centro do Rio de Janeiro (RJ), o Censo Demográfico 2022: Religiões – Resultados Preliminares da Amostra, também apontou uma queda entre os católicos romanos: em 2010, eles representavam 65,1% da população (105,4 milhões de pessoas), caindo a 56,7% (100,2 milhões) em 2022, uma redução de 8,4 pontos percentuais.
Outro dado de destaque dos números, é que houve um crescimento entre os que se declaram sem religião: passaram de 7,9% para 9,3% da população entre 2010 e 2022, um aumento de 1,4 ponto percentual. Outros dados relevantes incluem, o crescimento de 0,3% (2010) para 1,0% (2022) da Umbanda e Candomblé; outras religiosidades, que passaram de 2,7% para 4,0%. Já os Espíritas registraram pequena queda, de 2,2% para 1,8%; e religiões de tradição indígena que representaram apenas 0,1% das declarações.
Um olhar promessista
Em fala enviada ao Promessistas.org, o Diretor Financeiro da Convenção Geral, Pastor Irgledson Galvão, analisou de três formas os dados. Primeiro, sobre a expansão do movimento evangélico, ele disse que isso pode indicar, “uma sede da sociedade pelo Evangelho. Pessoas carentes de um caminho que traga segurança para suas vidas”. E ainda afirmou que esse crescimento é, “uma grande oportunidade do Brasil se tornar, nos próximos anos, o maior país evangélico do mundo e o maior enviador de missionários para outras nações”.
Outro ponto na leitura do Pr. Galvão sobre o Censo Demográfico do IBGE, é que o crescimento dos “sem religião”, cerca de 18 milhões de pessoas, é uma oportunidade para a igreja. “Esse crescimento reflete uma tendência de secularização e de distanciamento institucional da fé, especialmente entre os jovens e os mais escolarizados. Pode envolver tanto ateus e agnósticos quanto pessoas ‘espiritualizadas’ sem vínculo com igrejas. Portanto, é um grupo em potencial não-alcançado para nós focarmos neles também”.
A Promessa e a missão no Brasil
Por último, Irgledson mostrou qual a relação do Censo com a missão da Igreja Adventista da Promessa no país. Segundo ele, há uma necessidade dela estar presente de forma relevante e contextualizada na sociedade brasileira. “A MISSÃO exige uma ação missionária mais estratégica, criativa e relacional, especialmente nos centros urbanos e entre os jovens”. Além disso, comentou o pastor, é preciso um discipulado mais profundo. “Não basta ‘aumentar números’, é preciso formar discípulos sólidos, bem preparados, capazes de testemunhar com coerência no mundo pós-moderno e digitalizado.” E ainda pontuou a necessidade da igreja se engajar com quem está de fora: “Ela precisa oferecer acolhimento, clareza doutrinária e vida comunitária verdadeira”.
Para uma atuação da igreja mais efetiva, o líder disse ser necessária uma expansão geográfica e demográfica intencional. É necessário analisar os dados regionais disponíveis nos recortes do IBGE (link abaixo), para identificar áreas menos alcançadas no país (cidades do interior, zonas metropolitanas e populações específicas: como indígenas, pretos e pardos, escolarizados). “Se a igreja fizer um bom recorte disso aqui, ela focará naqueles que ainda não ouviram e estão carentes do Evangelho de Jesus”.
Por último, Pr. Igledson alertou para que os promessistas tenham um “testemunho público relevante. Isso porque, “com a diversidade religiosa crescendo, é essencial que a Igreja Adeventista da Promessa mantenha sua identidade cristocêntrica, bíblica, mas com diálogo respeitoso e missão atracional, sendo ‘sal da terra e luz do mundo’”.
¡Atención, profesores! Preparamos los siguientes recursos para su clase: palabra clave: “hater”, Video: “fariseos y saduceos” y Dinámica: el jugo y las oposiciones a la fe.
Consejo uno – Palabra clave: “hater”
Para ayudar a contextualizar a los opositores de Jesús, utilice como palabra clave el término “hater”, una palabra actual, de origen inglés, asociada al verbo hate (odiar). El término se usa para designar a alguien que, generalmente en las redes sociales, ataca algo o a alguien simplemente por sentir odio o antipatía sin una justificación razonable.
Pensando en esta figura contemporánea, pregunte a sus alumnos: “¿Qué es un hater?”. Luego, provoque una reflexión: “¿Quiénes eran los haters en la época de Jesús?”. Apóyese especialmente en el ítem 1, que destaca a los paisanos, parientes y personas de su propia casa como los primeros en rechazarlo (cf. Marcos 6:4).
Consejo dos – Dinámica: Jugo de limón y las oposiciones a la fe (aplicación)
Prepare un jugo de limón sin azúcar, repártalo en pequeños vasos desechables y colóquelos en una bandeja. Distribuya los vasos a los alumnos y oriente que esperen su señal para beber todos al mismo tiempo.
En el momento de la aplicación de la lección, al tratar el tema “las oposiciones deben enfrentarse con dulzura”, autoríceles a tomar el jugo. Luego, pregunte qué sensación tuvieron al beber ese jugo ácido. Después de las respuestas, aplique la enseñanza: “Las oposiciones, los sufrimientos y las persecuciones amargan nuestro caminar, dejan un sabor amargo, pero forman parte del discipulado de Cristo.”
A continuación, repita la dinámica con otra bandeja, ahora con vasos que contengan jugo de limón endulzado. Pida que lo tomen de nuevo y pregunte cuál fue la sensación esta vez. Entonces concluya: “Así también, la oposición por causa del Evangelio puede tener un sabor agrio, pero se vuelve dulce cuando comprendemos que estamos haciendo la voluntad de Dios.”
Cite 1 Pedro 4:16: “Pero si alguno sufre como cristiano, no se avergüence, sino glorifique a Dios por ello.”
Texto: Secretaría de la Escuela Bíblica / Traducción con ayuda de inteligencia artificial.
Atenção, professores! Preparamos os seguintes recursos para sua aula: palavra-chave “hater”; vídeo “fariseus e saduceus” e a dinâmica do suco de lição e as oposições da fé.
Dica um – palavra-chave “hater”
Para ajudar a contextualizar os opositores de Jesus, use como palavra-chave o termo “hater”, uma palavra atual, de origem inglesa, associada ao verbo hate (odiar). O termo é usado para designar alguém que, geralmente nas redes sociais, ataca algo ou alguém por simplesmente nutrir ódio ou antipatia sem justificativa razoável.
Pensando nessa figura contemporânea, pergunte aos seus alunos: “O que é um hater?”. Em seguida, provoque uma reflexão: “Quem eram os haters na época de Jesus?”. Apoie-se, especialmente, no item 1, que destaca os conterrâneos, parentes e pessoas de sua própria casa como os primeiros a rejeitá-lo (cf. Marcos 6:4).
Dica dois – Vídeo: Fariseus e Saduceus
Mostre aos seus alunos quem eram os fariseus e os saduceus, e como esses grupos se opuseram a Jesus. O vídeo explica as diferenças entre eles, mas destaca como estavam “unidos” na oposição ao ministério de Cristo. Assista o vídeo aqui:
Dica três – Dinâmica: Suco de limão e as oposições fé (aplicação) Prepare um suco de limão sem açúcar, divida-o em pequenos copos descartáveis e organize-os em uma bandeja. Distribua os copos aos alunos e oriente que esperem o seu comando para beberem todos juntos.
No momento da aplicação da lição, ao abordar o tema “as oposições devem ser enfrentadas com doçura”, autorize-os a tomar o suco. Em seguida, pergunte qual foi a sensação ao beber aquele suco azedo. Depois das respostas, aplique o ensinamento: “As oposições, os sofrimentos e as perseguições azedam a nossa caminhada, deixam um gosto amargo, mas fazem parte do discipulado de Cristo.”
Em seguida, repita a dinâmica com outra bandeja, agora contendo copos com suco de limão adoçado. Peça que tomem novamente e pergunte qual foi a sensação desta vez. Então conclua: “Assim também, a oposição por causa do Evangelho pode até vir com gosto azedo, mas se torna doce quando compreendemos que estamos fazendo a vontade de Deus.”
Cite 1 Pedro 4:16: “Mas, se sofrer como cristão, não se envergonhe, antes glorifique a Deus por esse nome.”
Com o tema “Loading: Uma Nova Geração”, o evento enfatizou o compromisso de adolescentes com a missão e uma vida de santidade.
Despertar o chamado missionário e inspirar uma geração a viver em santidade e fazer a diferença no mundo foram alguns dos principais objetivos do Congresso Teen, organizado pelo Ministério de Crianças e Adolescentes da Convenção Noroeste Paulista (MCA). Com o tema “LOADING: Uma Nova Geração”, o evento reuniu aproximadamente 400 pessoas, incluindo cerca de 270 adolescentes, no último sábado (07), na Igreja Adventista da Promessa de Fernandópolis (Vila Veneto).
Ao longo do dia, os participantes se envolveram em momentos de adoração fervorosa, participaram de reflexões bíblicas, trilhas de conteúdo e também interagiram com encenações teatrais. Um dos momentos mais marcantes foi a oração coletiva, na qual clamaram por capacitação do Espírito Santo para cumprir a missão de pregar e viver o Evangelho de Jesus Cristo nesta geração.
De acordo com a liderança do ministério regional, a participação entusiasmada e o profundo engajamento dos adolescentes indicam que um movimento espiritual está em curso, “carregando” (tradução da palavra inglesa “loading”) uma nova geração com propósito espiritual e o desejo de impactar o mundo ao seu redor.
Texto: Agência Promessista de Comunicação (APC).
Com informações e fotos: Comunicação Noroeste Paulista.
Projeto da Promessa de São Sebastião (DF) alcança cerca de 60 alunos da comunidade.
Um projeto musical idealizado pela Igreja Adventista da Promessa de São Sebastião (DF) tem oferecido oportunidade para que promessistas e pessoas da comunidade aprendam a tocar instrumentos como bateria, guitarra, teclado e violão. A iniciativa já alcançou aproximadamente 60 alunos, muitos deles sem vínculo com a igreja, que começaram a aprender música e, ao mesmo tempo, a se aproximar do Evangelho pregado pelos promessistas.
Segundo o Paulo Victor Ferreira de Souza, responsável pela igreja, as aulas de música nasceram com o propósito de contribuir voluntariamente com uma ação comunitária e demonstrar os valores do Reino de Deus para a transformação de vidas. Um dos alunos, Elisamar de Sousa Oliveira, manifestou gratidão pelo conhecimento oferecido pela igreja:
“Que alegria estar envolvido num projeto promissor. Anseio por melhorar meus conhecimentos musicais, pois quero muito usar esse dom para servir melhor o Reino de Deus. Desde já agradeço a Deus pela proposta voluntária do pastor Paulo em conjunto com a Igreja Adventista da Promessa. Estamos muito felizes com esse projeto.”
Serviço: As aulas do projeto musical são realizadas todos os sábados, das 15h às 16h30, na Igreja Adventista da Promessa de São Sebastião, e são abertas a toda a comunidade.
No estudo 3 sobre “a criação do mundo”, o livro das doutrinas bíblicas professadas pela Igreja Adventista da Promessa, O Doutrinal, defende, com base em Gênesis 1:24-31, que o ser humano carrega em si a “imagem e semelhança de Deus” e tem como responsabilidade ser o “mordomo da criação de Deus”, pois ele deve “sujeitar e dominar todas as coisas” (Gn 1:26,28), exemplificado em Adão, que, em Gênesis 2:15, deveria cuidar e guardar o “jardim de Deus”. Então, o planeta Terra foi dado de presente ao homem e à mulher para que cuidassem da criação, para que administrassem com cuidado sobre todas as coisas. Porém, “…por causa da queda da raça humana, lá no Éden, essa missão foi negligenciada e esquecida. Por causa disso, toda a natureza tem sofrido (Is 24:4-6; Os 4:1-3). A natureza está sendo destruída porque o ser humano se tornou egoísta e mal.”
Nossa responsabilidade diante da desordem O Doutrinal traz a seguinte questão: “Em nossos dias, muito se ouve falar do aquecimento global, da destruição da camada de ozônio, do desmatamento, da poluição do ar e das águas. Isso nos faz perguntar: Qual a nossa responsabilidade com respeito às questões da ecologia?” O livro traz a seguinte reflexão bíblica: “Diante do exposto, devemos encarar o cuidado com nosso planeta como um dever cristão. A exposição da doutrina da criação coloca o ser humano na posição de ‘parceiro de Deus’ na manutenção do planeta. Assim, longe de ser uma inimiga da ecologia, essa doutrina só reforça a importância da responsabilidade humana em relação ao meio ambiente.” Então, os cristãos são chamados a cuidar da criação e não apoiar a exploração irresponsável. Por serem à imagem e semelhança de Deus, podem tomar parte nas causas que mitigam o sofrimento e trazem alívio à própria natureza e às pessoas.
Consciência ecológica sem esquecer o Criador Mas O Doutrinal faz um alerta: “Devemos ter cuidado para que o zelo ecológico não nos faça servir à criatura em lugar do Criador (Rm 1:25). Portanto, adoremos a ele, o criador, dizendo: Tu és digno, Senhor e Deus nosso, de receber a glória, a honra e o poder, porque todas as coisas tu criaste, sim, por causa da tua vontade vieram a existir e foram criadas (Ap 4:11).” Apesar da responsabilidade com a natureza e de tomar parte de ações ecológicas em benefício da sociedade, o cristão não deve deixar de esperar a intervenção divina que suspenderá todas as consequências do pecado, e começará na segunda volta de Cristo, como disse Paulo aos Romanos 8:20-21: “Pois a criação está sujeita à vaidade, não voluntariamente, mas por causa daquele que a sujeitou, 21 na esperança de que a própria criação será redimida do cativeiro da corrupção, para a liberdade da glória dos filhos de Deus.” A visão da restauração do meio ambiente, da natureza que pertence a Deus (Sl 24), faz parte dos planos conquistados por Jesus na cruz, e da visão bíblica, quando todas as coisas serão restauradas depois do Juízo Final: “Vi novo céu e nova terra, pois o primeiro céu e a primeira terra passaram, e o mar já não existe. Amém! Vem, Senhor Jesus!” (Ap 21:1; 22:20b).
Texto: Agência Promessista de Comunicação (APC). Com informações:O Doutrinal.
O novo programa vai “desvendar” a série da Netflix “Adolescência”.
A série da Netflix Adolescência, uma das mais assistidas na plataforma de streaming e que ganhou notoriedade por contar a história de um adolescente enfrentando uma série de dilemas influenciado pela tecnologia, é o grande tema do segundo episódio do podcast PapoCon, do Ministério Jovem da Convenção Geral (MJ). O bate-papo foi ao ar nesta quinta-feira (05), às 22h (horário de Brasília), na TV Viva Promessa, pelo canal:
O diretor da Agência Promessista de Comunicação (APC), Pastor Edmilson Mendes, e a colaboradora do MJ Geral, Dafne Reis, que tem ampla experiência com o ministério em suas esferas local e regional, convidados para a conversa, vão procurar responder à pergunta: “Que mensagem essa série quer passar?”
Sobre o podcast
Apresentado pelo pastor de Jovens do MJ Geral, Lucas Matos, e pela apresentadora Letícia Casemiro, o programa quinzenal estreou no último dia 22 de maio, com assuntos do universo dos adolescentes e jovens, de forma leve, descontraída e profunda, como pontuou o líder do MJ Geral, Jeferson Bagagin: “A gente já tinha essa ideia no coração desde o ano passado; graças a Deus, essa foi a hora. Estamos começando, e que Deus nos abençoe com esse projeto, [para que] seja edificante para todas as pessoas que ouvirem o que a gente conversa aqui”.
O propósito da formação é capacitar cristãos para atuarem na assistência espiritual, acolhimento, evangelização e reinserção social a pessoas em situação de cárcere.
A Secretaria de Capelania da Convenção Geral, por meio da plataforma Promessa Educa, de cursos teológicos 100% on-line, oferece o curso de Capelania Prisional com o propósito de capacitar cristãos para atuarem na assistência espiritual, acolhimento, evangelização e reinserção social a pessoas em situação de cárcere. Para saber todos os detalhes, o valor do investimento e como fazer sua matrícula, acesse: site.promessaeduca.com.br/curso/view/9
A carta aos Hebreus lembra que os discípulos de Cristo devem pregar aos privados de liberdade: “Lembrai-vos dos encarcerados, como se presos com eles…” (Hebreus 13:2a). Apesar de terem cometido delitos que resultaram em suas penas, os filhos de Deus devem olhar com graça e levar o Evangelho até eles. Para isso, no entanto, o preparo é crucial. O curso de Capelania Prisional visa preparar capelães para lidar com os desafios do contexto da prisão, oferece embasamentos teológicos, psicológicos e legais que envolvem o ministério dentro dessas instituições.
A formação enfatiza os princípios bíblicos e as práticas que possibilitam um trabalho eficaz junto a pessoas reclusas. O curso tem duração total de 5 horas e é composto por dez disciplinas, entre elas: Fundamentos e Prática da Capelania Promessista; Documentos e Regras para Entrada nas Instituições Carcerárias; e Regras de Conduta nas Instituições Carcerárias. A grade inclui videoaulas e materiais de leitura.
Ao todo, 110 pessoas estiveram presentes em um parque em frente à Promessa Santo Amaro.
Com o propósito de incentivar os discípulos de Cristo à prática de exercícios físicos e levar o Evangelho às pessoas não cristãs que frequentam um parque em frente ao templo da Promessa Santo Amaro, na zona sul da capital paulista, nasceu a iniciativa “Conecta Parque”. Na primeira edição da ação, realizada no último domingo (01), 110 pessoas — entre crianças, jovens, adultos e idosos — participaram de momentos de exercícios para o corpo, um gostoso café da manhã e o testemunho da fé no Salvador.
“A ideia ali é se conectar com as pessoas que estão no parque”, explicou o responsável pela igreja, Pastor Fabiano Sousa Santana, que também é um assíduo praticante de esportes. “Nós fomos com um grupo de irmãos da igreja, e ali, algumas pessoas [de fora] começaram a treinar com a gente; nós começamos a convidá-las e elas começaram a ir”.
Além de atentar para a importância do cuidado com o corpo e do contato com áreas de lazer da cidade, Fabiano enxerga a iniciativa como uma forma de compartilhar a Palavra de Deus com os moradores do bairro. “A ideia é cumprir a missão de uma forma leve, e o propósito foi cumprido”, completou.
Confira quatro recursos para sua aula de sábado: trabalho em grupo, vídeo sobre o cerco de Jerusalém, imagem com ilustração para explicação de assunto da aula e pergunta para interação da classe.
DICA Um – Explore o capítulo em grupos (parte explicativa)
Divida a turma em dois grupos e dê cerca de 5 minutos para a leitura e explicação de Marcos 13, conforme apresentado no estudo da lição:
Grupo 1
Parte 1: Predições sobre a destruição do templo (Mc 13:1-4)
Parte 2: Predições sobre o princípio das dores (Mc 13:5-13)
Grupo 2
Parte 3: Predições sobre a grande tribulação (Mc 13:14-23)
Parte 4: Predições sobre a vinda de Cristo (Mc 13:24-37)
Sugestões de abordagem criativa: Oriente seus alunos a identificar imagens simbólicas no texto que podem ajudar na explicação do sermão profético. Algumas metáforas marcantes incluem:
Princípio das dores: como uma mulher em trabalho de parto
Figueira renovada: sinal dos tempos
Porteiro vigilante: chamado à vigilância constante
Os alunos podem representar essas imagens com pequenas encenações, buscar ilustrações na internet ou até mesmo colher depoimentos (por exemplo, de mães falando sobre as contrações antes do parto) para enriquecer a compreensão do que Jesus quis transmitir com essas figuras.
Referência complementar: 1 Tessalonicenses 5:1-6 – Paulo também usa a metáfora do parto ao falar sobre o “Dia do Senhor” e a importância da vigilância.
DICA 2 – Vídeo: O cerco de Jerusalém pelos romanos (Item 1)
Sugerimos que o professor mostre aos alunos o vídeo do canal History, que retrata o contexto da destruição do templo de Jerusalém. Nos primeiros 2 minutos e 55 segundos, há informações ricas sobre o cerco à cidade e a brutalidade do ataque contra os judeus — exatamente como Jesus havia revelado em Seu sermão profético, registrado em Marcos 13.
Assista ao vídeo aqui:
Após a exibição em sala de aula ou pelo grupo da classe, pergunte aos alunos: De que forma as cenas do documentário os ajudam a imaginar a crueldade da destruição do templo em 70 d.C.?
E por que os discípulos associaram essa situação ao fim do mundo?
Referência bíblica sugerida:
Marcos 13:1-2, 14-20 – Jesus profetiza a destruição do templo e descreve o sofrimento que viria.
Mateus 24:3 – Os discípulos ligam o juízo sobre Jerusalém à vinda de Cristo e ao fim dos tempos.
DICA Três – Imagem “Sinais da Volta de Jesus”
Para ilustrar os acontecimentos preditos por Jesus, conforme descrito no item 2 (os princípios das dores), utilize a imagem explicativa que apresenta seis sinais baseados no sermão profético de Jesus. Você pode inserir essa imagem nos slides da aula, compartilhá-la no grupo da igreja ou da classe, ou ainda imprimi-la e distribuí-la aos alunos. Ela ajudará a tornar o conteúdo mais visual e compreensível, sendo útil ao longo de toda a aula.
DICA Quatro – Aplicação da Lição
Para aplicar a lição, você pode utilizar uma pergunta reflexiva: “Como podemos nos preparar para o encontro com Cristo?”
Peça aos alunos que compartilhem respostas práticas, mostrando como esse tema faz parte do dia a dia deles (inclusive, citando texto bíblicos que os motivam à esperança cristã). Após ouvirem as contribuições, ressalte que enfrentar o sofrimento com fé e manter uma postura de vigilância são algumas das formas de preparação para esse grande encontro.
Te compartimos tres recursos para enriquecer tu clase del sábado: una dinámica de trabajo en grupo, una imagen ilustrativa para explicar un tema clave y una pregunta para promover la participación de la clase.
CONSEJO 1 – Exploren el capítulo en grupos (parte explicativa) Divide la clase en dos grupos y da unos 5 minutos para que lean y expliquen Marcos 13, según el enfoque del estudio de esta lección:
Grupo 1
Parte 1: Predicciones sobre la destrucción del templo (Mc 13:1-4)
Parte 2: Predicciones sobre el principio de dolores (Mc 13:5-13)
Grupo 2
Parte 3: Predicciones sobre la gran tribulación (Mc 13:14-23)
Parte 4: Predicciones sobre la venida de Cristo (Mc 13:24-37)
Sugerencia de enfoque creativo: Anima a los alumnos a identificar imágenes simbólicas dentro del texto que ayuden a explicar el sermón profético. Algunas metáforas impactantes son:
El principio de dolores: como una mujer en trabajo de parto
La higuera que brota: una señal del tiempo del fin
El portero vigilante: un llamado a estar siempre atentos
Pueden representar estas imágenes con pequeñas dramatizaciones, buscar ilustraciones en internet o incluso compartir testimonios (por ejemplo, de madres hablando sobre las contracciones antes del parto) para enriquecer la comprensión de lo que Jesús quiso comunicar con esas figuras.
Texto bíblico complementario: 1 Tesalonicenses 5:1-6 – Pablo también utiliza la imagen del parto al hablar del “Día del Señor” y destaca la importancia de la vigilancia.
CONSEJO 2 – Imagen: “Señales del regreso de Jesús” Para ilustrar los acontecimientos predichos por Jesús en la parte del “principio de dolores”, puedes usar una imagen explicativa que muestra seis señales basadas en su sermón profético. Esta imagen puede insertarse en tus diapositivas, compartirse en el grupo de la iglesia o la clase, o incluso imprimirse para repartir entre los alumnos. Será un recurso visual útil para todo el desarrollo del estudio.
CONSEJO 3 – Aplicación de la lección Para cerrar la lección, plantea esta pregunta reflexiva: “¿Cómo podemos prepararnos para el encuentro con Cristo?” Invita a los alumnos a compartir respuestas prácticas, mostrando cómo viven esta esperanza día a día (pueden incluir textos bíblicos que los animan a mantener viva la fe). Luego de escuchar sus comentarios, destaca que enfrentar el sufrimiento con fe y mantener una actitud vigilante son formas concretas de prepararse para ese gran día.
Texto: Secretaría de la Escuela Bíblica / Traducción con ayuda de inteligencia artificial.
O Pastor Edmilson Mendes, apresentador do programa Promessas de Esperança, analisou biblicamente o fenômeno dos bebês reborn e suas implicações na sociedade e na igreja.
Os bebês reborn estão em alta na internet. Tornaram-se tema de debates e curiosidade, com repercussão em diversas mídias. No episódio mais recente do Promessas de Esperança, da TV Viva Promessa, o Pastor Edmilson refletiu sobre o fenômeno sob a ótica cristã: “Adultos estão sendo cada vez mais infantilizados e demonstrando todo o seu vazio existencial, quando começam a tratar bonecas e bonecos como se fossem gente.”
Ele questionou: “Seria um meme ou é realidade?”, ao citar casos divulgados na internet, como filas preferenciais para mães de bebês reborn, clínicas especializadas e até babás contratadas para cuidar dessas bonecas. “Essa é a sociedade em que estamos. Já tínhamos os pais de pets, em que o animal preenche o espaço de um ser humano na vida de um casal ou de uma família. Agora temos os pais de bebês reborn”, refletiu.
O pastor classificou a prática como “falta de critério, sensibilidade e humanismo”, ao ver pessoas buscando consolo em objetos inanimados: “Estão procurando respostas e refúgio em coisas sem vida.”
Ele reconheceu que a ideia original dos bonecos realistas era bem-intencionada — ajudar casais sem filhos ou pessoas enlutadas —, mas alertou para o desequilíbrio: “Aquilo que começa com boas intenções virou uma febre emocionalmente adoecida. Quando passamos por luto, o melhor caminho é encarar a verdade.”
Esperança para o “crente reborn”
Após contextualizar o tema, o Pastor Edmilson usou a analogia dos bebês reborn para falar de cristãos que vivem sem vida espiritual, os quais ele denominou de “crentes reborn”: “Eles estão nos bancos da igreja, mas têm faltado vida, têm faltado relacionamento.” Ele baseou sua reflexão em Apocalipse 3:1-6, a carta à igreja de Sardes, destacando o contraste entre reputação e realidade espiritual:
“1 Ao anjo da igreja em Sardes escreve: Estas coisas diz aquele que tem os sete Espíritos de Deus e as sete estrelas: Conheço as tuas obras, que tens nome de que vives e estás morto. 2 Sê vigilante e consolida o resto que estava para morrer, porque não tenho achado íntegras as tuas obras na presença do meu Deus. 3 Lembra-te, pois, do que tens recebido e ouvido, guarda-o e arrepende-te. Porquanto, se não vigiares, virei como ladrão, e não conhecerás de modo algum em que hora virei contra ti. 4 Tens, contudo, em Sardes, umas poucas pessoas que não contaminaram as suas vestiduras e andarão de branco junto comigo, pois são dignas. 5 O vencedor será assim vestido de vestiduras brancas, e de modo nenhum apagarei o seu nome do Livro da Vida; pelo contrário, confessarei o seu nome diante de meu Pai e diante dos seus anjos. 6 Quem tem ouvidos, ouça o que o Espírito diz às igrejas.”
O pastor contextualizou a carta, destacando a grandeza e segurança da cidade de Sardes, e como sua igreja era conhecida pelas muitas obras — mas, segundo Jesus, faltava vida espiritual genuína. “A igreja estava perdida em sua agenda, famosa pelo que fazia, mas espiritualmente morta.” Edmilson fez então a ligação com o momento atual: “Crentes reborn precisam renascer. Precisam nascer de novo: para o primeiro amor, para as coisas do Evangelho, para Deus.”
Ele alertou para o engano de muitos religiosos que confundem atividade com espiritualidade e relembrou: “Num primeiro momento, quando você olha para um bebê reborn, parece real. Mas quando você toca, percebe que não tem vida, não tem sentimento, não tem carne.”
“Acorda! Levanta!”
Seguindo a exortação de Jesus em Apocalipse, o pastor convocou os ouvintes à ação: “Acorda! Levanta! Não se conforme em ser um crente reborn! Em você foi soprado o fôlego da vida, o vento do Espírito. Então levante-se e ofereça seus talentos para a obra do Senhor!”
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