Dicas da lição 1 – “Adorando ao Deus santo”

Adorando ao Deus santo

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Dicas

1. Vídeo: Para introdução da lição, o item 1 “O contexto dos sacrifícios” e para entender o contexto das seis primeiras lições da série “Na escola do deserto”, para ajudar nessa compreensão, acesse o vídeo no link, que explica o livro de Levítico: https://www.youtube.com/watch?v=9_XSDoLfLT0.
2. Imagens: Para ajudar na explicação do item 2 “A descrição dos sacrifício”, utilize algumas imagens nos slides, apenas exibindo-as, ou imprimindo-as.
a) Holocaustos ou ofertas queimadas:

b) Oferta de cereais:

c) Sacrifícios pacíficos:

d) Oferta pelo pecado:

e) Oferta pela culpa:

f) Oferta pela consagração:

 
3. Gráfico: Utilize o gráfico abaixo para ajudar na visualização do Item 3 “O significado dos sacrifícios”.

 

Comentários Adicionais

  1. A ideia dos sacrifícios
    “O motivo básico dos sacrifícios é a substituição e seu fi m é a expiação. O pecado é sumamente grave porque é contra Deus. Além do mais, Deus ‘é tão puro de olhos que não pode ver o mal’ (Habacuque 1:13). O homem que peca merece a morte. Em segundo lugar, morre o animal inocente e esta morte cancela ou retira o pecado.” (HOFF, Paul. O Pentateuco. Tradução: Luiz Caruso. São Paulo: Vida, 2007, p.158).
  2. Sombras e sacrifícios
    “O derramamento de sangue de um animal não podia mudar o coração de ninguém nem remover o pecado (Hb 10:1-4). No entanto, Deus afirmou que os pecados dos adoradores seriam perdoados (Lv 4:20, 26, 31, 35; 5:10, 13, 16, 18; 6:7) e que ele fazia isso com base no sacrifício de Jesus Cristo na cruz (Hb 10:5-14).” (WIERSBE, Warren. W. Comentário bíblico expositivo: Antigo Testamento. Vol. 1. Pentateuco. Tradução: Susana E. Klassen. Santo André: Geográfica editora, 2006, p.335).
  3. Esboço das ofertas
    “Oferta. Descrevem-se cinco tipos: 1) O holocausto; 2) A oferta de manjares: 3) A oferta pacífica: 4) Pelo pecado: 5) Pela culpa. Quem busca a Deus há de começar com a quinta oferta da escala, que é uma oferta compulsória por causa da maldade humana; só depois de se seguir o caminho prescrito para obter a comunhão com Deus, que pode haver ofertas voluntárias e espontâneas, especialmente a primeira da escala, um holocausto <> (…). Todas as ofertas tinham algo em comum e simbolizavam algum aspecto da vida e do sacrifício de Jesus Cristo.” (SHEDD, Russel (ed.). A Bíblia Vida Nova. São Paulo: Vida Nova, 1988, p.110).
  4. Comunhão com Deus
    “Embora este sacrifício [de paz] incluísse a ideia de expiação, o significado maior era a comunhão jubilosa com Deus que acompanha a reconciliação com ele. Visto que o sacrifício pertencia ao Senhor, Deus era quem oferecia o banquete e o ofertante e os convidados eram os hóspedes. O sacrifício pacífico cumpriu-se em Cristo, ‘nossa paz’, que desfez a inimizade entre Deus e o homem e possibilitou a comunhão com Deus (Efésios 2:14-16). Em um aspecto semelhante à Santa Ceia” (HOFF, Paul. O Pentateuco. Tradução: Luiz Caruso. São Paulo: Vida, 2007, p.162).
  5. Não comer sangue:
    “O motivo básico para a proibição de comer sangue era, portanto, sua condição de sagrado como o principal elemento nos rituais sacrificiais. Um motivo secundário pode ter sido o de inculcar um respeito básico pela vida, que não devia ser destruída frivolamente nem ser tratada com desprezo. Esse era um princípio bem antigo em Israel, associado à aliança com Noé (Gn 9.4-6).” (CARSON, D.A. Comentário bíblico: Vida Nova. Tradutores: Carlos E. S. Lopes; James Reis; Lucília Marques P. da Silva; Márcio l. Redondo; Valdemar Kroker. São Paulo: Vida Nova, 2009, p.227).

Dicas da lição 14 – “Sede inesgotável da Palavra”

Sede inesgotável da Palavra

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Dicas

1. Vídeo: Para a primeira parte da lição “Exemplo na história”, mostre para sua classe o vídeo “Jonathan Edwards – Paulo Junior”, este pastor, conta um pouco sobre o impactante ministério de Edwards. Pergunte a classe, o que mais chamou a atenção na história. Acesse aqui o vídeo: https://www.youtube.com/watch?v=LkDLI7V2780.
2. Dinâmica: Para ilustrar os “efeitos da exposição da Palavra”, no item 3, faça em classe a seguinte dinâmica.

  • Material: papel e tecido.
  • Execução: 1 – Escreva na folha de papel: “É pecado ficar em pé enquanto todos estão sentados”. Não deixe que ninguém veja essa frase antes da dinâmica começar; 2 – Peça que todos fiquem sentados e escolha uma pessoa para participar da dinâmica. Cubra os olhos dessa pessoa e peça que ela fique em pé; 3 – Sente-se e mostre a frase para todas as pessoas presente, peça que ninguém leia a frase em voz alta. 4 – Pergunte para a pessoa que está em pé e com os olhos vedados se ela está cometendo algum pecado naquele momento. Naturalmente a pessoa dirá que “não”, pois não está vendo a frase que está escrita no papel. Pergunte mais vezes e insista. 5 – Peça para a pessoa retirar a veda e ler a frase, diga que o que está escrito é só um exemplo. Fale para ela: “Já que você agora sabe que está cometendo um pecado o que você irá fazer? – Naturalmente a pessoa irá se sentar!
  • Aplicação: Mostre a seus alunos, que assim como Judá mudou de comportamento após a leitura e reflexão da Palavra, assim, a palavra explicada nos orienta numa mudança de vida.
    (Adaptado de: O pecado e arrependimento. Disponível em: http://ibcbh.com.br/celulas/dinamicas-tematicas/. Acessado: 21/12/2016).

 

Comentários Adicionais

  1. A necessidade de um avivamento bíblico:
    “Há muito show, muita música, muito louvor, mas pouco ensino bíblico. Nunca os evangélicos louvaram e cantaram tanto a Deus e nunca foram tão analfabetos de Bíblia. Nunca houve tanto animadores de auditório e tão poucos pregadores da palavra de Deus.” (LOPES, Augustus Nicodemus. O que estão fazendo com a igreja: ascensão e queda do movimento evangélico brasileiro. São Paulo: Mundo Cristão, 2008, p.165).
  2. Congresso bíblico:
    “(…) Neemias convocou um ‘congresso bíblico’ e convidou o escriba Esdras a ser o preletor. Os muros estavam prontos e as portas estavam assentadas. As necessidades materiais da cidade haviam sido supridas, e era hora de se concentrar nas necessidades espirituais do povo de Jerusalém.” (WIERSBE, Warren W. Comentário bíblico expositivo: vol. 2. Tradução de Suzana E. Klassen. Santo André: Geográfica, 2006, p.656).
  3. A cidade da Palavra:
    “É importante observar que Esdras e Neemias colocaram a Palavra de Deus em primeiro lugar na vida da cidade. O que ocorreu em Jerusalém dali em diante foi resultado da resposta do povo às Escrituras. ‘A principal incumbência da igreja e do ministro cristão é pregar a Palavra de Deus’, disse o Dr. D. Martyn Lloyd-Jones.” (Idem).
  4. Sinais de um despertamento:
    “(…) (1) uma sincera atenção à leitura e à exposição da Palavra de Deus; (2) um enternecimento dos corações, e a convicção do pecado sob o impacto da Palavra; (3) o jejum e a oração, confissão do pecado e o reconhecimento da justiça e da misericórdia de Deus; e (4) um definitivo compromisso de seguir o caminho que Deus determinou.” (Comentário Bíblico Beacon. Vol. 2. Tradução: Emirson Justino e Degmar Ribas júnior. Rio de janeiro: CPAD, 2009, p. 524).
  5. Tristeza e alegria:
    “O primeiro resultado mencionado a respeito dessa leitura é que ela causou muita tristeza, pois tomaram consciência de que a lei de Deus havia sido infringida. Quando Neemias e Esdras viram que o povo estava arrependido e chorava, eles provavelmente disseram: Não vos entristeçais, mas alegrai-vos porque Deus foi bondoso e perdoou o vosso pecado.” (Ibidem, p.525).

Dicas da lição 13 – “O reino e o dinheiro”

O reino e o dinheiro

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Dicas

  1. Projetos de Missões: A IAP desenvolve por meio da Junta de Missões e dos departamentos regionais de Missões, veja (quadro abaixo) alguns custos dos projetos, e faça uma simulação de quanto poderiam doar. Explique para sua classe que seria bom se fizessem as doações. Faça essa dinâmica no item 1 “Proclamação do reino de Deus”. Incentive sua classe a fazer ofertas para às Missões promessistas.
  2. Dinâmica: Sobre o dinheiro e as nossas prioridades: No tópico 1, a Proclamação do reino de Deus, podemos usar essa dinâmica para questionar se as prioridades de nossa vida estão no lugar correto.
    Materiais: Dois baldes médio, pedras grandes, pedras médias, pedras pequenas (o suficiente para encher o balde), areia e algumas bolas médias (pode ser de qualquer qualidade ou espécie), o suficiente pra encher o balde.
    – Com a classe toda reunida, coloque o balde no centro e argumente: “O balde é a nossa vida, vamos colocar algumas das coisas mais importantes dentro”. Podemos assim colocar as bolas ou objetos maiores primeiro e observar que eles se acomodam bem, após as pedras menores e ainda completar com a areia por último e perceber que tudo coube.
    – Da mesma forma ou com outro balde você pode fazer o processo novamente, mas colocando a areia primeiro, as pedras ou objetos menores depois, e finalmente as pedras maiores. Poderemos constatar que as pedras ou objetos maiores não cabem dessa vez. Porque?Considerações possíveis:
    – No primeiro caso pudemos perceber que o balde ou a vida foi usada de maneira apropriada, investindo em prioridades corretas. Os valores e a Proclamação do Reino foram colocados primeiro (As pedras ou objetos maiores), como consequência os bens e dinheiro dessa pessoa, (Objetos ou pedras menores) vieram depois, e foram colocados a favor do primeiro, empregando parte no Reino, na proclamação do Evangelho. Finalmente as coisas menos importantes virão por último nesse caso (Areia). Os investimentos feitos também são importantes, mas só cabem na vida da pessoa se forem colocados dessa forma, senão….
    – Entramos no segundo exemplo, pois, como as coisas menos importantes (Areia) foram colocadas em primeiro lugar, às outras coisas (pedras ou objetos maiores ou menores) não terá lugar na vida dessa pessoa (O balde do segundo exemplo), ou seja, tudo vira bagunça, o dinheiro é idolatrado, a avareza é exponencial, os valores do Reino viram mera Religiosidade e o investimento na proclamação do Evangelho não existe ou é quase nula.
  3. Vídeo: Para o item 2, “Manifestação do reino de Deus”, mostre para sua classe o vídeo “John Piper – Seja Sal e Luz”. Ele mostra que ser “sal e luz” representa ser “sacrifício”. Em seguida, pergunte a classe o que temos de fazer para sermos esse “sacrifício”? Assista ao vídeo neste link: https://www.youtube.com/watch?v=9IiiUGFl2RA.

Comentários Adicionais

  1. Ofertantes da missão:
    “Como todos os ministérios da igreja precisam de dinheiro, nós todos precisamos uns dos outros, e consequentemente nossos relacionamentos vão-se estreitando. Dessa maneira, a obra de Deus recebe o sustento de que precisa; os crentes que se encontram no trabalho secular ampliam sua visão espiritual, e passam a enxergar o mundo como Deus o vê.” (CUNNINGHAM, Loren; ROGERS, Janice. Fé e finanças no reino de Deus. Tradução de Myrian Talitha Lins. Belo Horizonte: Betânia, 1993, p.88).
  2. Boas obras e evangelização:
    “Quando os homens veem as boas obras da igreja, eles glorificaram a Deus (Mt 5.16). Quando a igreja compartilha as necessidades dos santos, as portas se abrem para o testemunho do evangelho. O apóstolo em obras, em ajuda ao necessitado (1Jo 3.17,18). João Batista disse que o verdadeiro arrependimento é repartir comida com quem tem fome e vestes com quem está nu (Lc 3.11). Na igreja primitiva, as pessoas tinham tudo em comum (At 2.44; 4.32). O apóstolo Paulo nunca separou a pregação do evangelho da assistência social.” (LOPES, Hernandes Dias. Mensagens Selecionadas 2. São Paulo: Hagnos, 2009, p.154).
  3. O sal dos cidadãos do Reino:
    “O sal era tão valioso na época do Novo Testamento que os soldados romanos frequentemente recebiam os seus salários em sal. Ele era usado como condimento, como conservante, como fertilizante e até mesmo como remédio. Aqui Jesus fala do sal mineral, que se deteriorava sob calor forte e do qual os minerais eram perdidos com a unidade.” (RICHARDS, Lawrence. Comentário histórico-cultural do Novo Testamento. Rio de Janeiro: CPAD, 2008, p.25).
  4. A luz dos cidadãos do Reino:
    “As cidades antigas eram construídas com calcário branco, e desta forma reluziam com a luz do sol. Lâmpadas eram mantidas acesas nas casas durante toda noite, dispostas em lugares altos. As duas imagens nos lembram de que a ‘luz’ não deve ficar escondida. Cristo deixa clara sua analogia. Os atos justos dos cidadãos são as luzes que fazem o reino visível a todos.” (Idem).
  5. A graça de contribuir ao Reino:
    “A contribuição é um favor que Deus nos faz, e não um favor que nós lhe fazemos. Os macedônios, mesmo sofrendo aflições e estando marcados pela pobreza, pediram a graça de participarem da assistência aos santos, ou seja, a graça de contribuírem (…).” (LOPES. Hernandes Dias. O melhor de Deus para sua vida. Vol. 3. Belo Horizonte: Betânia, 2005, p.77).

Dicas da lição 12 – “O Mestre e o dinheiro”

O Mestre e o dinheiro

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Dicas

  1. Dinâmica 1: Para o início da lição, divida sua classe em duplas e distribua uma folha de papel para cada uma delas. A seguir, peça que cada dupla responda à seguinte pergunta: “Como foi que Jesus lidou com o dinheiro ao longo de seu ministério?”, escrevendo sua resposta na folha de sulfite. Dê a oportunidade para que eles debatam sobre as respostas e relacione com o primeiro tópico da lição deste sábado: de que maneira Jesus lidou com o dinheiro e o que isso nos ensina como cristãos.
  2. Vídeo: Para finalizar o primeiro tópico da lição, peça que seus alunos assistam o seguinte vídeo, disponível no youtube: https://www.youtube.com/watch?v=Fr39KOqZXUQ, que vai refletir sobre a pergunta: “Jesus era rico?”. Depois de assistirem, diga para seus alunos que debatam sobre o que refletiram e aprenderam a respeito da maneira como Jesus viveu. Peça também para que eles compartilhem como o que aprenderam pode modificar, o estilo de vida de cada um.
  3. Dinâmica 2: Para finalizar a lição, faça a seguinte dinâmica: Leve vários panfletos ou tabloides de propaganda de grandes lojas de departamentos para os alunos. Distribua 01 tabloide ou panfleto para cada aluno. Peça que eles olhem o tabloide, anotem os valores dos objetos que querem comprar e depois, façam a soma de todos estes objetos. Depois disso, pergunte para a sua sala: o que vocês fariam para adquirir estes objetos? Permita que eles respondam, compartilhando as respostas entre eles. A seguir, realizem uma série de questionamentos para a reflexão da sala, como por exemplo: Há verdadeira necessidade de comprar todos os objetos? Eles são prioritários? São realmente necessários? Vale a pena comprar os objetos porque estão em promoção, mesmo não tendo condições de comprar? Ou mesmo que eu não precise desses objetos em promoção? As condições de pagamento: comprar parcelado ou no cartão, comprometem o orçamento doméstico? Qual é a minha verdadeira motivação para efetuar estas compras? Em seguida, escolha 02 alunos: um que teve cuidado com as compras e o outro que se excedeu, e questionem sobre a escolha dos produtos e condições de pagamento. Finalize a dinâmica, refletindo sobre a forma que Jesus lidou com o dinheiro e a nossa própria forma de lidar com o dinheiro numa sociedade cada vez mais consumista.
  4. Conclusão: No Desafio da Semana, incentive seus alunos a observarem e avaliarem a forma com que eles lidam com o dinheiro. Se for preciso, eles podem analisar o próprio orçamento doméstico para refletirem nesta questão. A partir desta análise, desafie seus alunos a lidarem com o dinheiro da mesma forma que o nosso Mestre Jesus!

Comentários Adicionais

  1. Nascido em pobreza:
    “A história do nascimento de Cristo é contada com extrema simplicidade no evangelho de Lucas: a obediência de Maria, a humilhação da manjedoura, a fidelidade de Simeão e Ana. Não cansamos de nos admirar com o fato de Deus haver escolhido a modesta localidade de Belém e designado simples pastores para a cerimônia do nascimento real. Talvez na maneira pela qual enviou seu Filho primogênito a este mundo, Deus esteja nos ensinando algo fundamental a respeito da natureza da vida do evangelho.” (RICHARD, Foster. A liberdade da simplicidade. Tradução: Judson Canto. São Paulo: Vida, 2008, p.65).
  2. Sem berço esplêndido:
    “Ele foi deitado numa manjedoura; o lugar onde o gado é alimentado. Por não haver lugar na estalagem, e por falta de alojamento, não por falta do indispensável, por alojamento, Ele foi colocado em uma manjedoura, em vez de num berço.” (HENRY, Mattew. Comentário bíblico: Mateus a João. Tradução de Degmar Ribas júnior. Rio de Janeiro: CPAD, 2008, p.528).
  3. Ensino de simplicidade:
    “Essa terna compaixão pelos desamparados pode ser notada mais uma vez quando Cristo ensina que o anfitrião, ao oferecer um banquete, deve convidar ‘os pobre, os aleijados, os mancos, e os cegos’ (Lucas 14.12-14). O propósito ao convidar essas classes de pessoas, naturalmente, não é dar-lhes destaque social, e sim ajudá-las em suas necessidades. (Ibidem, p.67).
  4. Estilo de simplicidade:
    “O que significa estilo para as pessoas de posses desenvolver um estilo de vida simples? As Escrituras não estabelecem nenhum padrão absoluto. De um lado, não encorajam um asceticismo negativo e austero, pois não só não proíbem a posse de propriedade privada, como nos ordenam a desfrutar com gratidão as boas dádivas que nosso Criador nos concedeu. De outro, deixam explícito que alguma medida de igualdade é mais agradável a Deus que a disparidade; e seu apelo para que os cristãos sejam generosos fundamenta-se na graça de nosso Senhor Jesus Cristo, porque graça significa generosidade (2Co 8.8-15).” (DUDLEY, Timothy. Cristianismo autêntico: 968 textos selecionados das obras de John Stott. Tradução: Lena Aranha. São Paulo: Vida, 2006, p.325).
  5. Bons samaritanos:
    “Não precisamos, no entanto, viajar para fora do Brasil para descobrir exemplos de compaixão motivada por um dom sobrenatural de misericórdia. Semelhantes heróis gastam suas forças para resgatar drogados, prostitutas, meninos de rua e para distribuir sopa aos mendigos.” (SHEDD, Russell P. A felicidade segundo Jesus. São Paulo: Vida nova, 1993, p.81).

Dicas da lição 11 – “A idolatria e o dinheiro”

A idolatria e o dinheiro

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Dicas

  1. Vídeo: Para utilizar no item 1 “Um deus adorado”, passe a classe o vídeo “Os dois senhores – Por amor a Deus ou ao dinheiro”. Nele as pessoas são perguntadas se evangelizariam em troca de ganhar dinheiro. Acesse o vídeo neste link: https://www.youtube.com/watch?v=UJM-lU-BwKE.
  2. Dinâmica: Para ajudar você professor ou professora, na explicação dos tópicos 2 (pág. 70) e 3 (pág. 71), distribua entre seus alunos, alguns assuntos para que eles expliquem de acordo com a lição e com seu conhecimento
    Material: Folha de papel com quadro de palavras; tesoura; e caixa ou sacola.
    Execução: Recorte o quadro abaixo; coloque as palavras na sacola ou caixa e peça que os alunos e alunas retirem o papel e expliquem o assunto. Ajude-os nas conclusões.

    Consumismo
    Is 55:2
     
    Ostentação
    Pv 22:1
     
     
    Ganância
    1 Tm 6:9-10
     
    Avareza
    Lc 12:15
     
    Orgulho
    Pv 11:28; 16:18
     
     
    Autossuficiência
    1 Tm 6:17
     
     
    Babilônia
    Ap 17:5; Ap 18:3; Ap 18:9
     

 

Comentários Adicionais

  1. Um resultado assustador:
    “Uma pesquisa realizada nos Estados Unidos perguntava às pessoas, ‘O que você faria por dez milhões de dólares?’. O resultado é assustador: 25% abandonariam a família, 25% abandonariam a igreja, 23% se tornariam prostitutos ou prostitutas por uma semana, 16% morariam em qualquer lugar do mundo, 16% abandonariam o marido, a esposa, e 3% colocariam seus próprios filhos para a adoção!! Isso nos mostra como as pessoas estão presas ao dinheiro e à lucratividade”. (TORRATACA, Leandro. Como sobreviver à crise financeira. Mogi das Cruzes: Associação Verdade Bíblica, 2007, p.99).
  2. Deus ou dinheiro: Qual é a sua escolha?
    “Jesus disse aos discípulos: ‘Vocês não podem servir a Deus e ao dinheiro’ (Mateus 6:24 NVI). Na ocasião, estava falando de um espírito materialista que entra na alma e exige nossas energias e dedicação. Paulo diz em Colossenses 3:5 que até a cobiça é idolatria. A Escritura poderia ter também listado qualquer dos outros deuses deste mundo – imagens falsas, tais como Poder, Prazer, Fama ou Status.” (MEHL, Ron. A ternura dos dez mandamentos. 2ª ed. Tradução: Neyd Siqueira. São Paulo: Ed. Quadrangular, 2006, p.52).
  3. Efeito da simplicidade:
    “Um dos efeitos mais profundos da simplicidade interior é um maravilhoso espírito de contentamento, de satisfação. A necessidade de todo aquele esforço e tensão para seguir adiante não existe mais. Entra em ação uma gloriosa indiferença por posição ou bens materiais.” (FOSTER, Richard J. A liberdade da simplicidade: encontrando harmonia num mundo complexo. Tradução: Judson Canto. São Paulo: Vida, 2008, p. 130).
  4. Com ou sem recursos, tanto faz!:
    “Tão profundamente imerso estava o apóstolo Paulo nessa realidade que ele escreveu de uma prisão romana: ‘Aprendi a adaptar-me a toda e qualquer circunstância’ (Filipenses 4.11). Estar sem recursos ou bem abastecido era indiferente para ele. Fartura e escassez, abundância ou necessidade eram questões secundárias para o pequeno judeu com alma de titã. ‘Tudo posso naquele que me fortalece’ (4.13), e assim ele viveu”. (FOSTER, Richard J. A liberdade da simplicidade: encontrando harmonia num mundo complexo. Tradução: Judson Canto. São Paulo: Vida, 2008, p. 130).
  5. Um viver contente:
    “Viver contente significa que podemos optar por não participar da corrida pelo status, não entrar no ritmo enlouquecedor que lhe é inseparável. Você pode dizer um ‘Não!’ contra a insanidade que canta sem parar: ‘Mais, mais, mais!’. Podemos descansar contentes na graciosa provisão de Deus”. (FOSTER, Richard J. A liberdade da simplicidade: encontrando harmonia num mundo complexo. Tradução: Judson Canto. São Paulo: Vida, 2008, p. 131).

Dicas da lição 10 – “A compaixão e o dinheiro”

A compaixão e o dinheiro

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Dicas

  1. Vídeo: O vídeo desta semana conta como dois garotos ajudaram um agricultor pobre que precisava de recursos para sua família. Aplique o vídeo na introdução, ou em um dos três itens explicativos da lição. Pergunte a classe: “será que temos pensando em como fazer o bem, ou só em nosso consumo e vontades?”. Acesse o link: https://www.youtube.com/watch?v=_t2obm3kATk
  2. Tabela de gastos
    Para a parte aplicativa da lição, pp.67-68, utilize a tabela abaixo, que os ajudarão a “repensar os seus gastos” e “destinar” seu dinheiro de maneira que ajude o próximo.Material: Imprima a tabela e distribua juntamente com canetas para seus alunos e alunas.Explicações aos alunos e alunas:
    I. Despesas necessárias: anote a média que gasta por mês com as despesas essenciais. Tente lembrar se existem itens a mais que estão sendo comprados e não usados. Também, pense em como gastar um pouco desse essencial com quem precisa.
    II. Despesas de entretenimentos: Faça uma média de quanto gasta semanalmente com lanches, pizzas, cinema e etc. Diante do levantamento, como poderia eliminar algum gasto pensando em doar?
    III. Despesas de solidariedade: Diante dos levantamentos, peça que anotem os valores apurados e qual a média adquirida para doação.
    IV. Total repensado: Quanto se descontaria para despesas solidárias.
    tabela_dicas10

 

Comentários Adicionais

  1. O maior exemplo de Compaixão:
    “(…) antes de ofertar, devemos considerar o que Jesus deu para nos salvar. Meditando no seu amor total, imitaremos o exemplo da igreja primitiva e seremos generosos. Nunca conseguiremos dar tanto quanto ele.” (BOST, Bryan Jay. Deus e o dinheiro: o papel das finanças na vida do cristão. 2 ed. São Paulo: Vida Cristã, 2007, p.72).
  2. Compaixão auto promotora:
    “Muitas pessoas contribuem para os necessitados a fim de angariar méritos diante de Deus. Pensam que podem ser salvas por suas obras. A Bíblia, diz porém, que devemos fazer boas obras não para sermos salvos, mas porque fomos salvos (Ef 2.10). Nossa contribuição deve ser resultado da graça de Deus em nós e não a causa dela por nós.” (LOPES, Hernandes Dias. Dinheiro: a prosperidade que vem de Deus. São Paulo: Hagnos, 2009, p.56).
  3. Compadecer-se dos fracos:
    “Se o caráter de Deus inclui um zelo por justiça que o leva ao mais terno amor e à intimidade mais profunda com pessoas em desvantagem social, como, então, deve ser e agir o povo de Deus? Devemos nos preocupar intensamente com os fracos vulneráveis como ele se preocupa.” (KELLER, Timothy. Como integrar fé e trabalho. Tradução: Eulália Pacheco Kregness. São Paulo, Vida Nova, 2014, p.29).
  4. Compaixão estendida a todos:
    “Nossa primeira responsabilidade é com a própria família e os parentes (1 Tm 5.8), e a segunda é com os membros da comunidade da fé (Gl 6.10). No entanto, a Bíblia deixa claro que o amor prático dos cristãos, sua justiça generosa, não deve se restringir às pessoas que têm a mesma crença que nós.” (Ibidem, p.75).
  5. Compaixão, sinal da presença de Deus:
    “Se um irmão está com alguma necessidade, precisamos fazer mais por ele que apenas dizer, de maneira piedosa: ‘Aqueça-se e alimente-se até satisfazer-se’ ([Tg] 2.15). João, o apóstolo do amor, lembra-nos de que, se fecharmos o coração diante da evidente necessidade de alguém quando temos condição de ajudar, o amor de Deus não está em nós (1João 3.17).” (RICHARD, Foster. A liberdade da simplicidade. Tradução: Judson Canto. São Paulo: Vida, 2008, p.68).

Dicas da lição 9 – “A felicidade e o dinheiro”

A felicidade e o dinheiro

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Dicas

  • Para o início da lição, divida sua classe em duplas e distribua uma folha de papel para cada uma delas. A seguir, peça que cada dupla responda à seguinte pergunta: “Para você, o que significa ser próspero?”, escrevendo sua resposta na folha de sulfite. Dê a oportunidade para que eles debatam sobre as respostas e relacione com o primeiro tópico da lição deste sábado: o que a Bíblia nos ensina a respeito do que é a verdadeira prosperidade. Compare a definição bíblica com a resposta dos seus alunos.
  • Para finalizar o primeiro tópico da lição, peça que seus alunos assistam o seguinte vídeo do pastor Hernandes Dias Lopes, disponível no You Tube: https://www.youtube.com/watch?v=Fr0sUqxulFE. O título do vídeo é: Prosperidade e Riqueza. Depois de assistirem, diga para seus alunos que debatam sobre o que aprenderam no que concerne à relação existente entre prosperidade e felicidade. A verdadeira prosperidade não consiste no que possuímos, mas sim, em termos a presença de Cristo em nossas vidas.
  • Para finalizar a lição, faça a seguinte dinâmica: antes da aula, separe uma caixa (pode ser de sapatos), a cubra e escreva na tampa: CAIXA DA FELICIDADE. Dentro da caixa coloque um papel com a seguinte frase: “A felicidade baseia-se no nosso relacionamento com Deus e envolve contentamento na vida”.
    No final da aula, mostre a caixa para sua sala e diga que nela está o segredo para a verdadeira felicidade. Depois disso, peça para que os alunos falem sobre momentos que eles se sentiram mais felizes e escrevam tais momentos em tiras de papel ofício. Anexe tais frases e/ou palavras na tampa da caixa (parte exterior).
    Feito isso, pergunte à sua classe: estes momentos de felicidade que vocês escreveram podem ser classificados de que forma: eles são do aspecto material ou espiritual? Permita que seus alunos respondam. Após a resposta deles, abra a Caixa da Felicidade e peça para que um de seus alunos leia a resposta. A partir da frase que estava dentro da caixa, finalize a lição enfatizando a importância do nosso relacionamento com Deus e a sua relação com a prosperidade bíblica.
  • No Desafio da Semana, incentive seus alunos a buscarem a felicidade através de um relacionamento íntimo e sincero com Deus. Peça que eles se comprometam a aprofundarem a comunhão com o Senhor por meio da leitura Bíblia e da oração todos os dias. Finalmente, incentive cada um de seus alunos a praticarem a leitura da Palavra de Deus e a oração, pois somente dessa forma, podemos encontrar a verdadeira felicidade e prosperidade.

Comentários Adicionais

  1. O significado de prosperidade:
    “Uma das palavras hebraicas traduzidas por prosperidade é tsãlêah, que tem o sentido de alcançar satisfatoriamente aquilo que se pretende. De acordo com o Antigo Testamento, isso só acontece de maneira plena e verdadeira, mesmo diante de infortúnios, na vida daquele que busca a Deus de todo o coração (2 Cr 31:21; Js 1:8; Sl 1:3). No Novo Testamento, temos a palavra grega eudoo, que, em algumas Bíblias, foi traduzida por “prosperidade”, em 1 Co 16:2. Noutras, a ideia é de “renda”. Essa mesma palavra aparece duas vezes em 3 Jo 2. Lá, o sentido é abrangente. Ela é aplicada a todas as áreas da vida. O desejo de João é para que tudo corra bem na vida de Gaio.” (A verdadeira prosperidade. São Paulo: GEVC, 2013, pp.9-10).
  2. Paz é shalom:
    “Em nossas Bíblias, o termo shalom normalmente é traduzido como ‘paz’, contudo seu significado é bem mais profundo. Shalom significa reconciliação completa, um estado de total florescimento em cada dimensão – física, emocional, social e espiritual – porque os relacionamentos são corretos, perfeitos e repletos de alegria.” (KELLER, Timothy. Justiça generosa: a graça de Deus e a justiça social. Tradução: Eulália Pacheco Kregness. São Paulo: Vida Nova, 2013, p.180).
  3. A felicidade e a dependência de Deus:
    “Quando esse conceito é entendido: ‘Eu sou alguém que sou sustentado por Deus, eu dependo de Deus para viver, não dos meus recursos financeiros’, quando isso é compreendido, então nós somos felizes. A felicidade é, portanto, um patrimônio interior que independe das circunstancias.” (TORRATACA, Leandro. Como sobreviver à crise financeira. Mogi das Cruzes: Associação Verdade Bíblica, 2007, p.26).
  4. A felicidade e a insatisfação:
    “Precisamos entender que dinheiro nunca é demais, as pessoas nunca vão estar satisfeitas com o dinheiro; existem forças humanas e espirituais dizendo que para ser feliz você precisa ter um pouquinho mais… Então passamos a viver uma vida de insatisfação porque acreditamos que a felicidade surgirá quando formos detentores deste ou daquele objeto de desejo. Mas essa não é a verdade”. (TORRATACA, Leandro. Como sobreviver à crise financeira. Mogi das Cruzes: Associação Verdade Bíblica, 2007, p.22).
  5. A felicidade e a piedade:
    “A pessoa realmente piedosa não se interessa por enriquecer. Ela possui recursos interiores que lhe proporcionam riquezas muito maiores que as que a terra pode oferecer. Por isso, com respeito a essa vida genuinamente piedosa, Paulo continua: E ela é um grande lucro, a saber, a [prática da] piedade com suficiência da alma. Esta é a vida de verdadeira devoção a Deus”. (HENDRIKSEN, William. Comentário do Novo Testamento: 1 Timóteo, 2 Timóteo e Tito. Tradução: Valter Graciano Martins. São Paulo: Cultura Cristã, 2001, p.247).

Dicas da lição 8 – “A motivação e o dinheiro”

A motivação e o dinheiro

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Dicas

  1. Vídeo: Comece a aula, exibindo o vídeo, em que o pastor fala de um “contrato da fé”. Fale as pessoas, que isso não significa que todas as pessoas nessas igrejas são falsos, mas, mostre o perigo da “teologia da prosperidade”. Veja o video aqui: https://www.youtube.com/watch?v=r1yjMzKoYs4.
  2. Notícias: Leve para sala de aula, notícias que tomaram conta da mídia, sobre pessoas que forem enganadas por conta da “teologia da prosperidade”. Você pode imprimir ou coloca-las nos slides da lição. Utilize este recurso no item 1 (p.52).
  3. Utilizando um quadro ou cartolina, ou outro recurso, e fale para seus alunos e alunas, destacarem algumas características, presentes da lição, que provam que igrejas pregam a teologia da prosperidade. Via de regar são igrejas neopentecostais. Peçam para detectar movimentos no evangelicalismo, que eles percebem que pregam tais doutrinas. Utilize este recurso, no item  3 (pp.53-54) ou na aplicação 2 (p.55).
  4. Após a aplicação da lição (pp.55-56), peça que cada aluno e aluna, destaque da lição uma frase que postaria nas redes sociais (se as utilizam). Depois da escolha, diga que reflitam sobre a frase e orem na semana. Sugira ao fim, para postarem nas redes sociais a frase escolhida, e a # (hashtag) #AprendiNaEscolaBiblica

Comentários Adicionais

  1. Uma doutrina falsa:
    “Jesus percebeu que os judeus se ressentiam com o fato de serem pobres, sentindo-se humilhados e acreditando que Deus não se agradava deles. Jesus muitas vezes contradisse essa doutrina falsa e destrutiva, mostrando que, na contabilidade divina, os pobres, oprimidos e deficientes eram objeto especial das bênçãos e do cuidado de Deus (Mateus 5.1-12).” (FOSTER, Richard. A liberdade da simplicidade. Tradução de Judson Canto. São Paulo: Vida, 2008, p.60).
  2. Motivados pelo amor:
    “Nosso amor por Deus não passa de palavrório vazio se não ofertarmos ao Senhor com generosidade. Nossa contribuição, ainda que sacrificial, não tem valor diante de Deus se não é motivada pelo nosso amor ao Senhor e à Sua obra.” (LOPES, Hernandes Dias. Mensagens Selecionadas. São Paulo: Hagnos, 2007, p.205).
  3. Motivados pelo dinheiro:
    “Há tantas distorções em nossos dias, que às vezes temos a impressão de que a nossa salvação consiste apenas em possuir bênçãos materiais. Os pregadores da prosperidade enfatizam tanto que devemos conquistar bens e riquezas, que nos esquecemos até de cultuar a Deus, de louvá-lo, de bendizer-lhe por tudo quanto tem feito por nós, dando-nos a preciosa salvação em Cristo (Sl 103.1,2; 116.12,13).” (ZIBORDI. Ciro Sanches. Evangelhos que Paulo jamais pregaria. Rio de Janeiro: CPAD, 2006, p.75).
  4. O que é central?:
    “Precisamos aprender com Jesus, e não com os teólogos da prosperidade. Para eles, a vida cristã resume-se em ter saúde, bens, dinheiro, despensa cheia… Tudo gira em torno de prosperidade financeira. No entanto, Jesus ensinou: ‘Trabalhai não pela comida que perece, mas pela comida que permanece para a vida eterna…’ (Jo 6.27).” (Ibidem, p.70).
  5. O culto da motivação errada:
    “O culto que atrai é uma versão religiosa do ‘aqui e agora’, concreto, simplificado, com o triunfo dos mocinhos (de gravata) contra os bandidos (endemoninhados), pois os chefes supremos (tal qual He-Man) ‘têm a força’. Afinal, a saúde, o emprego, o filho sem maconha, a filha sem se prostituir ou o marido sem se embriagar são bênçãos existenciais instantâneas, conseguidas com a compra de ações na bolsa de valores celestial, intermediada não por abstrações, mas pela concretude dos óleos e águas bentas, nossos velhos conhecidos.” (CAVALCANTI, Robinson. A igreja, o
    país e o mundo. Viçosa: Ultimato, 2000, p.34).

Dicas da lição 7 – “A sabedoria e o dinheiro”

A sabedoria e o dinheiro

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Dicas

1. Vídeo
Para começar a aula, exiba o vídeo “Jornal do SBT (30/03/16) Cartão de crédito é o principal responsável pelo endividamento”. Então assegure que os itens que serão estudados a seguir são importantíssimos para não entrar ou se livrar das dívidas. O vídeo pode ser encontrado no link a seguir: https://www.youtube.com/watch?v=iHhuvKszAwY.
2. Dinâmica
Após exposição dos três itens (Planejar, Controlar e Poupar) baixe a Planilha com Orçamento Familiar (Simplificado): https://goo.gl/1pt5In.
A planilha tem 4 páginas. Para economizar (se for possível), imprima uma para cada aluno, duas páginas por folha. Se não for possível, indique o link acima para que baixem pelo WhatsApp. Diga que tirem cópias para os meses seguintes.
Sem tomar muito tempo, aplique um exercício: divida a sala em dois grupos, entregue uma planilha impressa para cada grupo e peça para que simulem um orçamento com valores fictícios e preencham juntos, para exercitarem o preenchimento. Ressalte a importância do exercício mensalmente para cada família planejar, controlar e poupar com sucesso.
Para uma planilha mais avançada, em Excel, baixe o modelo do Idec (Instituto Brasileiro de Defesa do Consumidor) no link abaixo. Indique esta também a todos para ser baixada a quem desejar.
https://goo.gl/XngDDZ.
3. Desafio da Semana
Sugira que o Orçamento concedido seja preenchido em família ou apresentado a família todo mês, para que todos tenham responsabilidade e sabedoria com o dinheiro. Termine orando por isso.
 

Comentários Adicionais

  1. Radiografia financeira:
    “O descontrole financeiro (42%), desemprego (22%), redução de renda (14%) e doença pessoal ou de familiar (12%) são os principais motivos que levam ao superendividamento. Essa é a conclusão de levantamento feito entre outubro de 2012 e agosto desse ano com 658 consumidores atendidos pelo Programa de Apoio ao Superendividado (PAS) do Procon-SP. O consumidor é considerado superendividado quando sua quantidade de dívidas é maior do que a sua renda mensal, mesmo que o seu nome não esteja sujo. Isso faz com que o devedor não consiga garantir o pagamento de contas básicas, como água, luz, alimentação, saúde, educação e transporte. (…) O objetivo do PAS é educar superendividados e promover a renegociação direta ou audiências de renegociação de dívidas com credores, de acordo com o orçamento familiar. No período, 51% dessas negociações e audiências tiveram resultados positivos.” (Descontrole financeiro é maior causa do superendividamento. Disponível em: http://exame.abril.com.br/seu-dinheiro/noticias/descontrole-financeiro-e-maior-causa-do-superenvidamento. Acesso: 16/08/2016.)
  2. Gastando de qualquer jeito:
    “A Bíblia nos ensina a não gastar o dinheiro naquilo que não é pão, ou seja, não gastar em coisas supérfluas (Is 55.1,2). Muitas pessoas gastam tudo o que ganham, vivendo de forma ostensiva e até nabesca, sem nenhuma sensibilidade para com aqueles que estão à sua volta.” (LOPES, Hernandes Dias. Mensagens Selecionadas. São Paulo: Hagnos, 2009, p.147).
  3. Gastando sabiamente:
    “Como semear [investir o dinheiro] com sabedoria? Primeiro, honrando ao Senhor com as primícias de toda sua renda (Pv 3.9). Segundo, cuidando da sua família com responsabilidade (1Tm 5.8). Terceiro, socorrendo todos, especialmente os da família da fé (Gl 6.10). Finalmente, devemos estender a mão e dar de comer até mesmo aos nossos inimigos.” (Ibidem, p.147).
  4. Fazer reservas:
    “Precisamos aprender a fazer reservas. Na realidade, ninguém está livre de enfrentar uma situação difícil, por causa de um imprevisto, que fuja ao nosso controle e que exija despesas extras. Por exemplo: a perda do emprego, um acidente, uma doença grave ou morte de um ente querido.” (A verdadeira prosperidade. São Paulo: GEVC, 2013, p.36).
  5. Moderação:
    “(…) Se há uma área da vida em que não podemos nos descuidar do autocontrole ou moderação é a área das finanças. Muitas pessoas, por se descuidarem, já foram dominadas pelo dinheiro. São ávidas por tê-lo para poderem gastar, gastar e gastar. São pessoas escravas de um senhor chamado ‘consumismo’. Para o consumista, nada é sufi ciente.” (Ibidem, p.38).

Dicas da lição 6 – “As bênçãos e o dinheiro”

As bênçãos e o dinheiro

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Dicas

  1. Dinamizando a aula: Divida sua turma em dois grupos, e distribua a eles os tópicos 1 “A provisão constante” e 2 “As bênçãos abundantes”. Dê-lhes uns minutos (5 min) para organizar em uma folha de sulfite, os principais tópicos dos itens em estudo. Depois peça que exponham esses pontos com a classe.
  2. Vídeo: Na parte aplicativa da lição, no item 1 “Contribua de coração e sem barganhar”, mostre para seus alunos e alunas, o vídeo “Não se barganha com um Deus que não precisa de você – D.A. Carson”. Ele fala que sendo Deus dono de tudo, não podemos pensar e ter um relacionamento que o torne refém de nós. Veja e baixe o vídeo aqui: https://www.youtube.com/watch?v=__7-JIzflzU&index=1&list=PLX3_iAK0s4RdQaHxtDhi0Kme98bDMnGmR

Comentários Adicionais

  1. Exemplos de fidelidade:
    “Como ensinar seu filho a ser um fiel dizimista enquanto ainda é uma criança? Dando uma mesada para ele, mesmo que bem pequena. Junto com a mesada você deve entregar-lhe um envelope de dízimo. Mesmo que ainda não saiba calcular, ele deve devolver o dízimo. Os pais devem ajuda-lo a fazer as continhas. O mesmo princípio se aplica para a oferta”. TOSTES, Antonio Oliveira. Administração financeira da família. 3. Ed. Casa Publicadora Brasileira: Tatuí, 2004, p.58)
  2. Bênçãos espirituais:
    “Deus não age apenas ativamente derramando bênçãos extraordinárias, mas também inibe, proíbe e impede a ação do devorador na vida daqueles que lhe são fiéis. Alguém, talvez, possa objetar dizendo que há muitos crentes não-dizimistas que são prósperos financeiramente, ao passo que vários dos que são fiéis enfrentam dificuldades econômicas. Contudo, a riqueza sem fidelidade pode ser maldição e não bênção. Também, as bênçãos decorrentes da obediência não são apenas materiais, mas toda sorte de bênção espiritual em Cristo Jesus”. (LOPES, Hernandes Dias. O melhor de Deus para sua vida. Belo Horizonte: Betânia, 2005, p.82)
  3. Boa medida, recalcada e sacudida:
    “A promessa de Deus é: ‘[…] dai, e dar-se-vos-á; boa medida, recalcada, sacudida, transbordante, generosamente vos darão; porque com a medida com que tiverdes medido vos medirão também’ (Lc 6.38). Deus promete literalmente fazer prosperar a quem dá com liberalidade (2Co 9.6-11): ‘A quem dá liberalmente, ainda se lhe acrescenta mais e mais; ao que retém mais do que é justo, ser-lhe-á em pura perda.” (LOPES, Hernandes Dias. Dinheiro: a prosperidade que vem de Deus. São Paulo: Hagnos, 2009, p. 101)
  4. Bons administradores:
    Na teologia da provisão, Deus é dono de tudo e Ele nos confia Seus recursos para que os administremos. Deus quer que eu use Seus recursos para avançar o Seu reino e ajudar os necessitados. Eu tenho o privilégio de fazer circular a Sua riqueza. Riqueza é um privilégio que Deus pode nos dar e não uma obrigação”. (TORRATACA, Leandro. Como sobreviver à crise financeira. Mogi das Cruzes: Associação Verdade Bíblica, 2007, p. 77).
  5. Mais valem as bênçãos do Senhor:
    “É lá do alto que procede toda boa dádiva. Deus promete derramar sobre os fiéis torrentes caudalosas das suas bênçãos. É bênção sem medida. É abundância. É fartura. Mais valem 90% com a bênção do Senhor do que 100% sob a sua maldição”. (LOPES, Hernandes Dias. O melhor de Deus para sua vida. Belo Horizonte: Betânia, 2005, p.82)

Dicas da lição 5 – “A gratidão e o dinheiro”

A gratidão e o dinheiro

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Dicas

  1. Relembrando Testemunhos
    Peça com antecedência para os seus alunos relembrarem de um momento difícil de suas vidas financeira, descrevendo isso numa folha de papel. Em seguida, na mesma folha, os alunos deverão descrever as formas que Deus utilizou para suprir as necessidades daquele momento difícil passado pelo aluno ou por sua família. No sábado, quando os alunos trouxerem os relatos, os mesmos deverão ser compartilhados entre os alunos, conduzindo a discussão no entendimento de que Deus cuida de nós nos cuidados mais simples e que às vezes nem percebemos. Após isso indague: “É possível ofertar em meio à crise financeira?”
  2. Caixa de Presentes
    Leve para a classe uma caixa de presente grande e bem bonita. Dentro dela, coloque papéis com algumas palavras que representem os presentes que recebemos de Deus em nossas vidas, como por exemplo: trabalho, escola, faculdade, transporte, plano de saúde, lazer, aumento de salário, mudança de profissão (melhoria), promoção no trabalho, viagem de férias… etc. Peça aos alunos para eles retirarem um a um os presentes de dentro da caixa e peça para que eles mostrem a importância de cada um deles em suas vidas. Quando a caixa estiver vazia faça a seguinte pergunta: “Que presentes a obra de Deus precisa?”. Isso deve ser feito para esclarecer que as ofertas são necessárias para a manutenção da Obra de Deus, assim como nós, a obra de Deus tem as suas necessidades e devemos ofertar com gratidão, voluntariedade e proporcional às bênçãos recebidas.

Comentários Adicionais

  1. Uma motivação graciosa:
    “Ofertamos porque ofertar é pela graça, não com o luto de uma perda, nem pelo constrangimento de uma coerção, mas com alegria, por amor. É algo difícil de entender por aqueles que ainda não foram alcançados pela graça da salvação.” (SOBRINHO, João Falcão. Princípios bíblicos do dízimo cristão. Curitiba: A.D. Santos, 2010, p.11).
  2. Uma oferta alegre:
    “Alegria contagiante vem de fazer o que Deus quer e o que agrada ao Senhor. A oferta generosa sempre se distingue por sua alegria. A fonte de alegria é ter recebido tanto de Deus que o ofertante se alegra com a oportunidade de dar.” (BOST, Bryan J. Deus e o dinheiro: o papel das finanças na vida do cristão. 2 ed. São Paulo: Arte Editorial; Vida Cristã, 2007, p.62).
  3. Ofertas livres:
    “Portanto, damos nossas ofertas por conta própria, e não como resposta a uma ordem (2Co 8.8). Damos, livremente, de tal modo que nosso íntimo podemos afirmar que a oferta foi dada genuinamente por nós.” (CARRIKER, Timóteo. Trabalho, descanso e dinheiro. Viçosa: Ultimato, 2001, p.71).
  4. A oferta errada:
    “Há igrejas que estão desengavetando as indulgências da Idade Média e vendendo as bênçãos de Deus, cobrando taxas abusivas por seus serviços. Há igrejas que levantam dinheiro apenas para enriquecerem, lançando mão de metodologias opressivas. A igreja não pode imitar o mundo. (LOPES, Hernandes Dias. Dinheiro: a prosperidade que vem de Deus. São Paulo: Hagnos, 2009, p.43).
  5. Ofertar só o que pode:
    “Quando há proporcionalidade na oferta não há sobrecarga para ninguém. Quem muito recebe, muito pode dar. Quem pouco recebe, do pouco que tem oferece uma oferta sacrificial. Devemos contribuir de acordo com a nossa renda para que Deus não torne a nossa renda de acordo com a nossa contribuição.” (Ibidem, p.45)

Dicas da lição 4 – “O dízimo e o dinheiro”

O dízimo e o dinheiro

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Dicas

  1. Dinâmica de participação
    Distribua entre seus alunos os versículos correspondentes aos 4 itens da lição, a fim de que leiam e expliquem os determinados trechos bíblicos, motivando-os a participação na aula. Utilize um envelope de dízimo para distribuir os papéis aos alunos e alunas, apenas para simbolizar que é sobre aquele ato de entregar a décima parte de nossos recursos, é que se trata a lição.
    Item 1:
    Gn 14:18-20; Gn 28:22.
    Item 2: Lv 27:30-33; Dt 14:22; Nm 18:20, 21, 24; Nm 18:25-28; 2 Cr 31:4; Ml 3:10; Dt 14:28-29.
    Item 3: Mt 23:23; Lc 11:42; Hb 7:17.
    Item 4: Ml 3:10; 1 Pd 2:5, 9-10; 1 Co 9:14; 3 Jo 1:7; 2 Co 11:8; 1 Tm 5:17-18.
    Quando forem tirados do envelope os versículos, peça que ocupem o lugar perto daqueles e daquelas, que tirarem os textos correspondentes aos mesmos itens, para que interajam antes de comentarem as passagens bíblicas.
  2. Dinâmica: “O bolo e o dízimo”
    Material: Um bolo pequeno em uma vasilha, cortado em dez pedaços.
    Execução: Combine previamente com um aluno ou aluna, a respeito da dinâmica. Diga que em determinado momento da aula, você (professor ou professora) irá dar a vasilha de bolo para a pessoa escolhida, já na frente da classe toda.
    Em seguida, depois de entregue a vasilha com o bolo ao aluno ou aluna, peça um pedaço do bolo dado (e como combinado antes da aula) este aluno ou aluna, deverá negar dar um pedaço.
    Depois, pergunte as seus alunos e alunas, se tal atitude de acusação foi correta, sendo você o dono ou dona do bolo. Mostre que por falta de incompreensão e obediência, muitas pessoas não entregam o dízimo a quem devido. Você poderá aplicar esta dinâmica no item 3 “A validade do dízimo”.Retirado e adaptado de: http://euvoupraebd.blogspot.com.br/2014/05/dinamica-da-licao-08-o-discipulo-e-o.html#.WAT4w_krKM8.

 

Comentários Adicionais

1. Analisando a palavra dízimo:
“Existem duas palavras hebraicas (ma’aser e ‘eser) e uma grega (deka) que traduzimos como dízimos. Esses termos dão a ideia de um décimo e se referem ao produto da terra que os féis do Antigo Testamento entregavam a Deus para o sustento do santuário e dos seus sacerdotes. [Ao longo da história de Israel] as comunidades locais deveriam acumular o dízimo durante três anos para suprir as necessidades materiais dos levitas, dos estrangeiros, dos órfãos e das viúvas (Dt 14.28; 26.12).” (SOBRINHO, João Falcão. Princípios bíblicos do dízimo cristão. Curitiba: A.D. Santos, 2010, pp. 64, 66).
2. O que é o dízimo?:
“Dentro do contexto eclesiástico, dízimo é a décima parte daquilo que Deus nos concede e que deve ser devolvida a ele. O dízimo é santo ao Senhor: ‘Todas as dízimas da terra, tanto dos cereais do campo como dos frutos das árvores, são do Senhor; santas são ao Senhor’ (Lv 27.30). E ‘No tocante às dizimas do gado e do rebanho, de tudo o que passar debaixo do bordão do pastor, o dízimo será santo ao Senhor’ (Lv 27.32). (SOUZA, Samuel Junqueira de. Dízimos e ofertas: um panorama bíblico. São Paulo: Cultura Cristã, 2010, p.59).
3. Dízimo de Deus:
“Se ele pertence exclusivamente a Deus, deve ser entregue imediatamente à igreja, como as primícias de nossas rendas. É muito perigoso negligenciar aquilo que é santo. A entrega fi el do dízimo pelo crente representa seu reconhecimento de que Deus é o Senhor e o legítimo proprietário de todas as coisas; também expressa gratidão pela misericórdia divina ao nos permitir usar alguns bens, exigindo para si mesmo apenas a décima parte.” (Ibidem, p.61).
4. A entrega do Dízimo:
“O dízimo que eu entrego, ou devolvo pertence a Deus, é uma graça que Deus me concede e o Senhor me concede a graça de entregar parte dos bens que Ele mesmo me dá, para o sustento e a extensão da sua Igreja.” (SOBRINHO, João Falcão. Princípios bíblicos do dízimo cristão. Curitiba: A.D. Santos, 2010, p.11).
5. Dízimo e desfrute:
“O dízimo é graça também porque para cada dez, pelo menos, que eu entrego, Deus me dá alegria de desfrutar de noventa para meu sustento e da minha família. Portanto, tudo vem de graça: Tanto os 10% e mais que eu devolvo através da agência do Reino de Deus que é a Igreja, quanto os 90% que retenho para desfrutar com minha família.” (Ibidem, p.11)

Dicas da lição 3 – “O trabalho e o dinheiro”

O trabalho e o dinheiro

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Dicas

  1. Dinâmica: Aplique após a introdução e o item 1 “A origem do trabalho”, ou ao final do tópico 3 “Equilíbrio no trabalho”, a dinâmica “Aprendendo com as Formigas”. Ela fala sobre o dever de trabalhar.
    Materiais: Meia folha sulfite para cada aluno/aluna; pincéis atômicos ou canetas.
    Execução: – Entregue as folhas e os pincéis ou canetas, aos alunos e alunas, e peça que escrevam a profissão que exercem, exerceram ou a forma de sustento (pode ser a dos reesposáveis se for o caso; aposentados/as).
    -Depois, recolha os pedaços de papéis, e distribua de forma que eles vejam a variedade de profissões. Se tiverem em círculo coloque no meio da sala, ou em cima de uma mesa, ou reúna todos os papéis e mostra de um a um a eles.
    -Pergunte a cada aluno e aluna, quais os benefícios daquele trabalho em sua família. Aguardem as respostas e conte a história:
    “Numa colônia de formigas cada indivíduo desempenha um papel “específico”. As operárias jovens realizam melhor as tarefas dentro do ninho, como cuidar das larvas, ao passo que as mais velhas saem para forragear em busca de alimentos ou escavar galerias. Já as muito velhas se dedicam a manejar os desperdícios dentro da colônia. As castas de maior tamanho, a dos soldados, são especializadas para a defesa da colônia.” (dados da internet).
    – Para finalizar leiam esta passagem bíblica Pv 6. 6 a 11.
    – Mostre aos alunos e alunas, que Deus nos deu capacidade para o trabalho.

    Adaptado de: Lição 3 “Porque trabalhar”?. Disponível em: http://atitudedeaprendiz.blogspot.com.br/2012/04/licao-03-por-que-trabalhar.html

  2. Vídeo: Para falar sobre “a retidão no trabalho”, mostre aos seus alunos o vídeo, em que o Bispo Walter McAlister responde: “como posso servir a Cristo no meu trabalho?”. Ele dá conselhos importantes de como podemos servir a Deus no ambiente profissional. Acesse o vídeo aqui: https://www.youtube.com/watch?v=2e2Qi9wAib0.

 

Comentários Adicionais

1. Bíblia, o livro do trabalho:
“As Escrituras estão repletas de louvor pelo labor das mãos, corações e mentes humanas. Habilidades no trabalho são descritas como dons de Deus, que é um trabalhador (Gn 2.4, 7, 8, 19, 23) e um habilitador (Êx 35.30-32; Sl 65.9-13; 104.22-24; Gn 10.8, 9).” (CARRIKER, Timóteo. Trabalho, descanso e dinheiro. Viçosa: Ultimato, 2001, p.42).
2. Trabalhadores imitando a Deus:
“Não deve ser encarada como trabalho penoso, fadiga ou castigo de Deus, mas como uma oportunidade de realizar nossa vocação como seres humanos criados à imagem do Criador e Trabalhador par excellence. Isso é um privilégio especialmente daqueles que são chamados seus embaixadores aqui.” (Ibidem, p.36).
3. Dificuldades no trabalho:
“Gênesis 3.18 não diz apenas que ‘espinhos e ervas daninhas’ brotariam do solo, mas também que comeríamos ‘das plantas do campo’. Espinhos e comida. O trabalho continuará dando fruto, embora nem sempre cumpra o prometido. O trabalho será tanto frustrante quanto gratificante (…).” (KELLER, Timothy. Como integrar fé e trabalho. Tradução: Eulália Pacheco Kregness. São Paulo, Vida Nova, 2014, p.92).
4. Escravidão nas Escrituras:
“(…) quando Paulo ou outro escritor do Novo Testamento falam acerca da escravidão, nós reconhecemos que eles estão falando sobre um sistema que, de alguma forma, foi removido dos nossos relacionamentos atuais entre patrão e empregado [com exceções], no local de trabalho. Mas os princípios que eles defendem permanecem importantes, porque eles estão aplicando a verdade do evangelho à raiz do problema – a condição pecaminosa de nosso coração.” (TRAEGER, SEBASTIAN. O evangelho no trabalho. São José dos Campos: Fiel, 2014, p.139).
5. Chefes semelhantes a Deus:
“(…) devemos usar essa autoridade para o bem daqueles sobre quem nós a usamos, não apenas para os nossos próprios objetivos. Ela realmente é uma questão de obediência fi el ao Rei, mas ela também transmite ao mundo ao nosso redor como é nosso Rei. Quando usamos bem a autoridade, demonstramos para os nossos empregados e para todo mundo ao nosso redor que a autoridade é basicamente uma coisa boa, que ela vem de um Deus que exerce autoridade com amor e justiça perfeitos.” (Ibidem, p.154).

Dicas da lição 2 – “A Bíblia e o dinheiro”

A Bíblia e o dinheiro

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Dicas

  1. Vídeo: Mostre aos seus alunos e alunas, o vídeo, em que o pr. Hernandes Dias Lopes fala sobre o “dinheiro” e faz apontamentos que ajudam no ensino do item 1 “O dinheiro é um perigo”. Veja videio aqui: https://www.youtube.com/watch?v=Dfnfs53vfLU.
  2. Enquete: O item 2 “O dinheiro é uma dádiva”, faça a seguinte pergunta aos seus alunos e alunas: “Como você vai gastar o que ganhou?”.
    Material: Distribua folhas de papel e canetas.
    Execução: Peça que cada um anote três áreas que gastariam com uma quantia alta de dinheiro. É incrível como temos curiosidade de saber como alguém que ganha um prêmio alto em dinheiro vai gastar o montante!
    Lição: Pois bem, Deus também se importa com o modo como gastamos as quantias que ele coloca em nossas mãos. Sejam grandes ou não.

 

Comentários Adicionais

1. Ganância:
“Quando pensamos em ganância, vem-nos à mente uma pessoa muito rica e avara. Imaginemos verdadeiros ‘Tios Patinhas’, que nadam em dinheiro, e têm prazer em correr os dedos por suas moedas e notas. Entretanto a ganância existe também entre os pobres e a classe média.” (CUNNINGHAM, Loren; ROGERS, Janice. Fé e finanças no reino de Deus. Tradução de Myrian Talitha Lins. Belo Horizonte: Betânia, 1993, p.56).
2. Amor ao dinheiro:
“O apóstolo Paulo ensinou que o amor ao dinheiro é a raiz de todos os males (1Tm 6.10). Não há nada de mal com o dinheiro em si. Mas devido ao pecado que habita no coração humano, o amor a ele pode aprisionar uma pessoa – até mesmo crentes – e causa-lhes terríveis sofrimentos. O dinheiro é como camaleão: assume a cor do coração de quem o possui.” (Ibidem, p.50).
3. Muitas dores:
“O amor ao dinheiro atormenta com muitas dores. Há determinados sofrimentos que só os ricos têm. Eles são inquietos, inseguros, medrosos. Vivem perturbados. O rico tem duas grandes perturbações: o desejo desenfreado de ganhar, ganhar e ganhar; e o medo de perder, perder e perder.” (LOPES, Hernandes Dias. Dinheiro: a prosperidade que vem de Deus. São Paulo: Hagnos, 2009, p.25).
4. Prosperidade promovida:
“A benção do Senhor enriquece. O cristianismo não promove a pobreza e sim a prosperidade. Aonde o evangelho chega, as pessoas são libertas da indolência e da desonestidade e os grilhões da miséria são quebrados. Aqueles que viviam dominados pela preguiça começam a trabalhar com afinco.” (Ibidem, p.23).
5. Contentamento e satisfação:
“(…) satisfação é contentar-se com a provisão suficiente de Deus. Satisfeito. Você não precisa de mais nada. Sente-se satisfeito com o que Deus lhe tem confiado. Isso sim é que é ir contra a cultura! Satisfação significa descansar naquilo que se tem e não buscar mais nada. Dizer, sem medo do futuro ou do ressentimento alheio: ‘Tenho o bastante’.” (MACDONALD, James. Senhor, transforma minha atitude antes que seja tarde demais. São Paulo: Vida Nova, 2015, p.84).

Dicas da lição 1 – "O Criador e o dinheiro"

O Criador e o dinheiro

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Dicas

  1. Vídeo: Para o Item 1 “O proprietário de tudo” exiba o vídeo “Primeiro Princípio Deus é Dono de Tudo R C Sproul Jr”, onde ele reforça a verdade Bíblica em que Deus é o dono de todas as coisas. Veja o vídeo aqui: https://www.youtube.com/watch?v=CpWzklIq2dQ
  2. Bilionários brasileiros: Para aplicar no item 2 “Somos os administradores”, acesse o site da revista Forbes, de assuntos de financeiros, e mostre aos seus alunos (as) “os maiores bilionários brasileiros”. Acesse o link aqui: http://www.forbes.com.br/listas/2016/03/31-maiores-bilionarios-brasileiros/#foto1. Faça que relação com o assunto abordado neste item da lição.

 

Comentários Adicionais

1. O livro do dinheiro:
“Você sabia que Jesus Cristo falou mais a respeito de posses materiais, uso do tempo e talento que qualquer outro assunto? Você sabia que das 38 parábolas de Jesus Cristo, 19 dizem respeito à maneira como utilizamos nosso dinheiro, propriedade, tempo e habilidades? Um versículo em cada cinco no Novo Testamento se relaciona em dar e receber. Você sabia que mais de 1.000 passagens bíblicas tratam de prosperidade pessoal e o uso de bens? E ainda que há cerca de 1.560 versículos que tratam de contribuição e doação?” (TARRATACA, Leandro. Como sobreviver à crise financeira. Mogi das Cruzes: AVERBI, 2007, pp.75-74).
2. O livro do dinheiro 2:
“Por que tanta informação sobre dinheiro na Bíblia? Afinal, de contas, o dinheiro pertence ao reino profano e não ao sagrado [alguns concluem]… Na verdade, o dinheiro fala. O dinheiro fala quem somos, fala de nossa motivação, revela nosso caráter , revela o que de fato é importante para nós.” (Idem).
3. O dinheiro no seu lugar:
“A Bíblia é generosa em passagens que tratam de dinheiro. Em boa parte delas o esforço é o de colocar o dinheiro no seu devido lugar, uma vez que ele tem a mania de levantar voos muito mais altos do que deveria. (KIVITZ, René. O livro mal-humorado da Bíblia: a acidez da vida e a sabedoria do Eclesiastes. São Paulo: Mundo Cristão, 2009, p.101).
4. Deus, o dono de tudo:
“Paulo prega em Atenas sobre ‘Deus que fez o mundo e tudo o que nele existe, sendo ele Senhor do céu e da terra… é quem a todos dá vida, respiração e tudo mais’ (Atos 17.24-25). E Deus comprou o que já era seu pelo sangue de Jesus. Paulo pergunta aos coríntios (e a nós): ‘Acaso, não sabeis que o vosso corpo é santuário do Espírito Santo, que está em vós, o qual tendes da parte de Deus, e que não sois de vós mesmos? Porque fostes comprados por bom preço. Agora, pois, glorificai a Deus no vosso corpo” (1 Coríntios 6.19-20).” (BOST, Bryan J. Deus e o dinheiro: o papel das finanças na vida do cristão. 2 ed. São Paulo: Arte Editorial; Vida Cristã, 2007, p.13).
5. Mordomia:
“O princípio da mordomia está intimamente ligado ao conceito de graça: tudo vem de Deus como um dom e deve ser administrado fielmente em favor dele tanto mordomia da terra quanto com a mordomia do evangelho (…); tanto a mordomia dos recursos pessoais de tempo, dinheiro e talento quanto a mordomia da Igreja e da sociedade.” (FERGUSON, Sinclair B.; WRIGHT, David. Novo dicionário de teologia. São Paulo: Hagnos, 2009, p.701).