Os promessistas adoraram a Deus e celebraram as ações da Igreja Adventista da Promessa na região; uma pessoa se reconciliou.
A Convenção Nordeste Oriental reuniu cerca de 400 pessoas para adorar a Deus e celebrar as ações da Igreja Adventista da Promessa na região, movida pelo Espírito, em sua Assembleia Geral, realizada no sábado (26), no Auditório do SINDSPREV, localizado em Recife (PE).
De acordo com a Comunicação Regional, os números divulgados pela instituição mostram um crescimento da convenção, comprovado pela decisão de uma pessoa que voltou para Cristo após o momento de oração no culto da noite.
O Superintendente Regional, Pastor Sebastião Xavier, falou sobre os avanços e investimentos que a diretoria tem realizado nas igrejas locais, e agradeceu a Deus pelo cuidado com o povo promessista e pelos irmãos que vieram de diversas regiões para a grande noite de celebração.
Esteve presente, como representante da Junta Geral, o Pastor Edney Brito, que também é líder do Ministério de Vida Pastoral. Ele teve a oportunidade de pregar a Palavra no culto de celebração, que contou com louvores do Ministério Som da Promessa e das igrejas locais.
Texto: Agência Promessista de Comunicação (APC) Com informações e fotos: Comunicação Convenção Nordeste Oriental
A cerimônia foi realizada no último sábado, no Espaço Promessa, em Cosmópolis (SP).
Cinquenta alunos das turmas 2023/2024 — presencial, semipresencial e de casais — promovidas pelo Seminário Teológico Promessista (STP) foram diplomados em uma cerimônia de formatura do Curso Livre de Teologia, no Espaço Promessa, em Cosmópolis (SP). Além dos formados, aproximadamente 300 pessoas, entre convidados e integrantes de instituições de educação da Convenção Geral e líderes regionais, estiveram presentes em uma noite de gratidão a Deus e celebração pela conquista dos novos teólogos e teólogas da igreja.
“Com muita alegria nos reunimos para celebrarmos a Deus em gratidão pela conclusão do Curso Livre de Teologia, do Seminário Teológico Promessista. Durante dois anos, esses alunos se prepararam para servir melhor a Deus e a seu reino”, pontuou em sua palavra o diretor do STP, Pastor Francisco Lima. “Foi uma longa jornada de estudos, muita disciplina e esforços. Eles chegaram até aqui; graças a Deus!”, acrescentou.
O representante do Conselho de Educação Adventista da Promessa e diretor do Cetap, Pr. Roberto Junior Helfistein, convidou os presentes a exercitarem a mente, olhando para trás e para frente, e a relembrarem tudo o que foi feito para alcançar a formatura. Junior ressaltou que muitos conteúdos que geraram debates em sala ajudaram a formar o pensamento dos estudantes. “Não pensamentos segundo professor ou igreja, mas pensamentos segundo as Escrituras”, pontuou.
MAIS QUE ACADEMICISMO
O orador da turma, Álefe Camilo, expressou em seu discurso momentos importantes da turma presencial, que estudou em Cosmópolis (SP). Definiu a cerimônia como um momento de celebração, reflexão e gratidão. “Chegamos ao fim de uma jornada repleta de desafios, crescimento, não apenas acadêmico, mas também espiritual. A gente cresce muito no conhecimento, mas a gente também cresce muito no nosso relacionamento com as pessoas. Todas as aulas, por mais teológicas que sejam, elas nos levam a um só objetivo: anunciar quem é Cristo, através das Escrituras.”
O formado Mateus Salvador fez o juramento solene. A declaração dos formandos, feita pelo representante dos discentes, Felipe Alves, recebeu a outorga de grau do diretor do STP, Pr. Francisco Lima. Após esses momentos, cada aluno recebeu dos mesários o canudo.
O paraninfo da turma, o superintendente da Convenção Paranaense, Pr. Silvio Gonçalves — que foi professor dos alunos — expressou suas palavras encerrando a cerimônia. Baseando sua fala na despedida de Paulo aos presbíteros de Éfeso, em Atos 20, Paulo explicou seu ministério e citou uma palavra exclusiva de Jesus em sua fala: “Mas bem-aventurada coisa é dar que receber”. Silvio enfatizou: “Eu diria que, de agora em diante, o que deve estar mais forte no coração de vocês é a missão de dar, de compartilhar, além de receber.”
O líder lembrou que fariseus e escribas, à medida que aumentavam o saber, se afastavam das pessoas, desenvolvendo uma espécie de “casta”, distante do povo. E ressaltou: “O serviço para o qual fomos chamados não será bom se contarmos apenas com o que a gente sabe. O serviço será bom se isso se tornar prática, parte da vida.”
Ao final, homenagens foram feitas ao paraninfo, Pr. Silvio Gonçalves, e ao professor homenageado, Pr. Roberto Junior. Além de agradecimentos feitos pelo diretor do STP, Pr. Francisco Lima, principalmente as convenções regionais. A cerimônia foi conduzida pelo Pr. Wellington Lima.
Conheça o nome dos 50 formados no Curso Livre em Teologia do STP:
Turma Presencial Álefe Camilo Cardoso dos Santos Bruno Raian Pereira dos Santos Danielly Silva Blumlein Edileuza Barbosa Barbieri Felipe Alves de Oliveira Guilherme da Rocha Magalhães Jéssica Manfrin da Silva Jose Barbieri Figueiredo Kleyton da Silva de Souza Lucas Andrade de Lima Luis David Justiniano Nuñez Eduardo Maciel Matheus Salvador dos Santos de Castro Lima Paulo Vinicios Piedade Ribeiro
Turma Semipresencial Bruna Rafaela de Souza Fragoso Rocha Eliane Barbosa de Sousa Gustavo da Silva Rocha Josiane Graziele Nunes da Silva Salazar Josiel Tavares de Souza Miguel da Silva Santos Júnior
Turma de Casais Abel Pereira Leal Adriano Pascuineli Adriano Silvano da Silva Ana Lúcia dos Santos Leal André Silvestre Alves Anny Gabrielle Ribeiro Silvano da Silva Celiana de Fátima Silva Santos Dheublys Rodrigues da Mata Edmir Roque de Oliveira Elis Regina S. Pascuineli Emerson Vilela Costa Gilnei Pereira Israel Alves dos Reis José de Arimatéia Rodrigues de Sousa Juarez Martins da Silva Luciene Amaral dos Reis Lucineia Souza Oliveira Luiz Henrique Ribeiro Júnior Maria Edna Soares da Silva Leal Maria Ires de Sousa Rodrigues Maria Vera Lúcia Soares Santos Mauri Ribeiro Leal Patrícia da Silva Araújo Costa Samuel dos Santos Gomes Sérgia Bertolino Sérgio da Silva Santos Valdelina Inocência Santos Gomes Vanessa Nunes Vanzella Viviane Monteiro de Aguiar Ribeiro Willyan Almeida Santos
Até onde vai o nosso fascínio (e submissão) pela tecnologia? Até onde podemos tornar a vida ir (real)?
Você se considera dependente da tecnologia? Talvez sua resposta imediata seja não. Afinal, você não vive com um chip implantado na cabeça — ainda. Não tem um robô que prepara seu café e muito menos uma IA que dita cada passo do seu dia. Mas talvez a primeira coisa que você toque ao acordar seja o seu celular. Talvez você já tenha sentido ansiedade por não saber onde ele estava. Talvez já se sentiu estranho, sem uma rede Wi-Fi ao alcance em algum lugar? Talvez você precise de um aplicativo que limite o tempo que você passa em outros aplicativos. Já pensou nisso? Será que não estamos, pouco a pouco, nos tornando reféns? O mais recente episódio da série Black Mirror, que estreou 3 de abril com a sétima temporada, nos joga esse questionamento na cara com uma brutalidade desconfortável.
Para quem ainda não conhece, Black Mirror é uma série britânica criada por Charlie Brooker. Sua proposta é simples — e perturbadora: explorar futuros distópicos nos quais a tecnologia deixou de ser uma ferramenta neutra para se tornar um espelho dos nossos piores impulsos e vícios. As séries contem episódios fortíssimos, outros que são mais sensíveis, mas certamente, todos em alguma medida desconfortantes. Cada episódio apresenta uma narrativa única, com personagens e contextos diferentes, mas sempre orbitando uma mesma inquietação: até onde vai o nosso fascínio (e submissão) pela tecnologia? Até onde podemos tornar a vida ir(real)?
“PESSOAS COMUNS”: UM FUTURO MUITO PRÓXIMO
O primeiro episódio da nova temporada — “Pessoas Comuns” — é um retrato ácido e preciso da nossa geração. Somos apresentados a um casal comum, porque? Porque a vida é assim, não é? Feita de pessoas comuns, como eu e você! Aliás, uma história é sempre mais impactante se conseguimos nos colocar no papel dos personagens.
A protagonista, Amanda, tem sua vida comum de professora de Biologia, interrompida abruptamente, por uma notícia de um tumor cerebral. Ela é casada com Mike, um metalúrgico esforçado e amoroso, que é surpreendido com o diagnóstico. Sem saída, ele precisa decidir se aceita ou não, colocar a vida de sua esposa nas mãos da tecnologia, e se aceita os termos e condições para isso, que ironicamente, nunca lemos não é mesmo?
A crítica é visível nesse futuro distópico: nossa pessoalidade ou aquilo que nos distingue, nos individualiza, se perde para se manter o que é artificial, genérico. E o mais assustador: esse não é um cenário de ficção científica distante. Há abelhas robóticas ali, sim. Mas o cenário é de um futuro tão próximo que parece apenas amanhã.
NOMOFOBIA, NPCs E UMA SOCIEDADE FABRICADA
Não é apenas ficção. Já vivemos em um mundo onde pessoas manifestam sintomas graves ao se verem sem celular (nomofobia). Onde adolescentes ganham milhares de dólares se comportando como personagens de videogame em lives de “NPC”. Onde é preciso instalar aplicativos para trancar o acesso a outros aplicativos. Vivemos num mundo de perigo “real”, onde a dependência tecnológica já deixou de ser um risco futuro. É o presente. De onde vem em casos extremos, o suprimir a própria vida, quando a imagem pública foi manchada, ou comprometida? Do rompimento do fino tecido que separa nossa sociedade do real e virtual.
CEGUEIRA COLETIVA
A Bíblia fala sobre isso. Paulo escreve que “o deus deste século cegou o entendimento dos incrédulos” (2Co 4:4). Em outra carta, ele diz que estão “obscurecidos no entendimento, separados da vida de Deus por causa da ignorância em que estão” (Ef 4:18). Vivemos, sim, uma cegueira coletiva e global. Bem mais assustador que uma pandemia de vírus, é uma epidemia de cegos optativos. E se o deus deste século estiver nos nossos bolsos? Se for aquele que dorme ao nosso lado, sabe nossas senhas, escuta nossas conversas, controla nossos desejos e tempo? Já pensou nisso? Já pensou em como esse deus, trabalha na surdina? Como te recomenda mais e mais conteúdo? Mais e mais, produtos iguais? Assuntos referentes?
Isso entrou no nosso dia-a-dia. O ponto não é demonizar o que utilizamos todos os dias, e que facilitou (e muito) nossas demandas. Não! Claro que não. O ponto é sobre o quão artificial nos tornamos por conta disso? Qual foi a última vez que você simplesmente, ligou para alguém, sem precisar mandar um zap antes perguntando? Celular servia para isso não? Quando mudou? Melhor… quando mudamos?
TECNOLOGIA COMO DEUS, MAS NÃO COMO SALVADOR
No episódio, Amanda, passa a depender de um “serviço de assinatura para um backup de consciência em nuvem”. No início, a tecnologia lhe devolve a vida. Mas a série é incrível! Veja o detalhe, na conversa para vender o serviço para Mike, o esposo, a consultora de vendas diz categoricamente: “O produto lhes dará tempo”. Bingo! Pois, quando a tecnologia é retirada, a protagonista desaba. Sem sua assinatura premium, ela não sabe quem é, o que fazer, como viver. Ele, diante da tragédia de manter um serviço caro demais, ou melhor, de pagar um preço alto demais, cede ao mesmo sistema que enojou. A verdade é: quando colocamos nossa vida em algo que pode falhar, ser desconectado ou reiniciado, estamos perdidos. Como disse o criador da vida (Jesus): “De que adianta ao homem ganhar o mundo inteiro e perder a sua alma?” (Mc 8:36)
ABELHAS ARTIFICIAIS E HUMANOS DE SOFTWARE
As abelhas robóticas presentes no início do episódio simbolizam algo ainda mais profundo. Um artifício para nos situar num futuro ligeiramente longe para que a história seja possível, mas próxima o suficiente para nos arrepiar na reflexão. O desaparecimento das abelhas em nosso mundo real já é uma crise ambiental silenciosa¹, mas aqui, elas representam uma substituição: se não há mais natureza, que se fabrique uma.
Se não há mais vida, que se invente uma. Se não há mais lucidez, criamos inteligência artificial. Se não há mais calor humano, entregamos reações automáticas e automatizadas. O real pelo sintético. Mas quando tudo é simulado, o que ainda é real? O que ainda é humano? A resposta bíblica é clara: somos formados do pó, mas o que nos dá vida é o fôlego de Deus (Gn 2:7). O que nos diferencia da inteligência artificial não é o corpo, mas a alma. Somos pó, sim. Mas pó com alma. Pó com fôlego de Deus.
A VERDADEIRA LIBERDADE É… UM RESET.
Black Mirror raramente dá esperança. Mas o Evangelho dá. E não em forma de curtidas ou seguidores — mas de redenção. Quer liberdade de verdade? Então prepare-se pra um choque de sistema. Porque Paulo nos assegurou aconselhou que: “Não vivam como vivem as pessoas deste mundo, mas deixem que Deus os transforme por meio de uma completa mudança da mente de vocês.” (Rm 12:2).
No fim, uma única pergunta importa: Qual, é o preço da vida real?
A resposta é clara: ela não tem preço. Vida de verdade não cabe num app. Porque a vida, como vida deve ser vivida, custa um preço caro demais. E a cruz continua sendo o lembrete mais real de que viver… vale a pena.
Desligando em 3… 2…
Gustavo Rocha | Casado com Bruna e pai de Samantha e Tito; Pastor de jovens na Promessa Cosmópolis; Trabalha como produtor de conteúdo audiovisual na APC para a TV Viva Promessa; Estudou cinema e ama cinema desde criança.
1 BBC News Brasil. (9 de junho de 2017). "Por que as abelhas estão desaparecendo e como isso afeta a humanidade". Disponível em: https://www.bbc.com/portuguese/geral-40220606. Acesso em: 10 de abril de 2025.
Jogador do Colo-Colo interveio e minimizou ataque a jogadores brasileiros; confira as reflexões.
A partida entre Colo-Colo, do Chile, e Fortaleza, em Santiago, foi encerrada por volta dos 20 minutos do segundo tempo. O jogo, que estava 0x0, foi interrompido após uma sequência de ações violentas por parte de torcedores, que vandalizaram o estádio: quebraram vidraças, arrancaram barras de ferro e correram em direção aos jogadores do Fortaleza, que conseguiram fugir a tempo para os vestiários.
Antes da partida, fora do estádio, o clima já era tenso. Notícias da imprensa indicam que um adolescente e um jovem morreram durante um confronto entre torcedores e a polícia. Provavelmente, esse foi o estopim da revolta. É triste perceber que espetáculos como o futebol se transformam, por vezes, em cenários de violência, medo e morte. Diante de fatalidades como essas, seria coerente a partida sequer ter começado.
Mas, diante da continuidade do jogo — interrompido apenas no momento em que os torcedores invadiram o campo —, uma cena chamou minha atenção: o zagueiro Emiliano Amor se colocou no meio do conflito, desmobilizou os torcedores e deu tempo para que toda a comissão técnica do Leão cearense se retirasse do gramado. Vale ressaltar que alguns outros jogadores também vieram, mas ele foi o primeiro pelas imagens. A Conmebol cancelou a partida, e a decisão será encaminhada ao tribunal da entidade.
Segundo o site O Tempo, Emiliano Javier Amor é um jogador argentino-sírio de 29 anos. Passou por diversos clubes e, desde 2021, atua pelo Colo-Colo. Pela equipe chilena, foram 106 jogos, seis gols marcados e duas assistências.
Sem dúvida, essa assistência prestada em campo já é uma das maiores atitudes do atleta. Ele poderia simplesmente não se importar, olhar ao redor e, diante do descontrole, fugir. Mas resolveu “andar uma segunda milha”, resolveu “interceder” — e virou uma das boas notícias da trágica noite em Santiago.
Fiquei pensando que, além de ter o sobrenome Amor, ele agiu com amor. Pensando em termos bíblicos, ele encarnou em sua vida o significado do próprio nome. Honrou o que representa, se doando, sofrendo e interferindo no caos, para minimizar o que poderia ser uma tragédia ainda maior — algo que nem sequer dizia respeito diretamente ao Fortaleza.
Colocar-se no lugar do outro nunca é fácil. É preciso coragem, sensibilidade. É necessário agir com a mente moldada pela ideia de que devemos pensar não apenas em nossa própria segurança, mas também na do outro.
“Ninguém tem maior amor do que aquele que dá a sua vida pelos seus amigos.” — João 15:13
Vale a reflexão do gesto: seríamos como o zagueiro Amor diante do caos? Ou, diante de situações de calamidades pessoais, fugimos pensando apenas em nossa própria pele?
Cristo refletiu sobre isso quando, no Getsêmani, orou ao Pai e falou sobre o cálice da cruz. A única solução para religar o homem a Deus era que Ele se colocasse no meio — entre nós e Deus Pai — como o Mediador entre Deus e os homens (1 Timóteo 2:5), como o único e verdadeiro pontífice que nos abriu o caminho ao Céu (Hebreus 9:15).
Além disso, ao ver Emiliano ali, pensei em quantas situações — de trabalho, de família, de igreja, de amizades — podemos ser esse “camisa 15” que leva paz, que é pacificador, que age para evitar que a tragédia aconteça ou se agrave.
“Bem-aventurados os pacificadores, pois serão chamados filhos de Deus.” — Mateus 5:9
Portanto, somos convocados a ser como Jesus: discípulos-pacificadores, intercessores, a nos colocar no lugar do outro para que ele possa estar bem e seguro. Precisamos não apenas falar de amor, mas vestir a camisa do Amor de Deus.
Texto: Andrei Sampaio | Agência Promessista de Comunicação (APC).
Aproximadamente 500 promessistas participaram de evento em Fernandópolis (SP).
A Igreja Adventista da Promessa de Vila Veneto, em Fernandópolis (SP), recebeu aproximadamente 500 promessistas na Assembleia Regional da Convenção Noroeste Paulista. O evento foi realizado no último sábado (05), com o propósito de dar transparência às ações da igreja referentes ao ano de 2024.
Além da parte dedicada à institucionalidade, os promessistas da região celebraram a Deus em um culto com louvores e a ministração da Palavra, com uma mensagem sobre a “Igreja em Missão”, ministrada pelo presidente da Convenção Geral, Pastor Adelmilson Julio Pereira.
A série Adolescência, da Netflix, está no centro de uma polêmica. Alguns afirmam que a trama é baseada em histórias reais, mas distorcidas para a adaptação. A produção nega. Mas a verdade? Sim, a série reflete a realidade – e eu posso provar.
Ela é o assunto do momento. Recém-lançada pela Netflix, essa produção britânica impacta de todas as formas: pela abordagem crua e realista dos desafios da adolescência, pela cinematografia única e, principalmente, pelo feito impressionante de contar uma história complexa em apenas quatro episódios. Ela prova algo que as plataformas ainda resistem: não é preciso uma longa temporada (de dez ou mais episódios) para envolver o público. Quando bem feita, uma história captura, emociona e perturba em menos tempo – e Adolescência faz isso com maestria.
A história
Acompanhamos a história de Jamie Miller (Owen Cooper), um estudante de 13 anos que é preso sob acusação de assassinar uma colega de classe. Partindo dessa premissa, a série mergulha fundo em temas como identidade, família e amadurecimento, arrancando elogios da crítica e do público. Mas, por trás dessa trama envolvente, há algo ainda mais incômodo – um detalhe que poucos estão comentando: até onde fomos longe demais?
Porque, convenhamos, o protagonista tem apenas 13 anos. Treze! E já enfrenta dilemas que nem adultos bem resolvidos conseguem lidar ao certo. Pressão social, erotização, violência emocional. Mas aqui está o ponto: a culpa de tudo isso não está nos pais, como esperado pelo espectador, não! E isso fica claro no desenrolar dos fatos. A infância roubada desses jovens não começou em casa, mas sim no ambiente escolar, no ambiente externo.
A série britânica escancara uma verdade desconfortável: ambientes que por gerações foram considerados refúgios seguros — como escolas e universidades — já não cumprem mais esse papel. Pelo contrário, tornaram-se palcos de uma cultura que acelera o amadurecimento infantil, erotiza crianças e normaliza o que jamais deveria ser aceitável. Mas essa tendência não está restrita à ficção. Algumas semanas atrás, no Oscar 2025, o grande vencedor da noite foi um filme que conta a história de “uma jovem stripper do Brooklyn que conhece o filho de um oligarca russo na boate em que trabalha”. Os dois se apaixonam, e pronto: temos o que Hollywood chama de “conto de fadas contemporâneo”1. Mas a verdade é outra. Trata-se, na realidade, de mais um exemplo da normalização da hipersexualização e da degradação de valores fundamentais. Ah, a protagonista dessa história tem apenas 23 anos de idade.
Industria que impulsiona
A indústria do entretenimento não apenas acompanha essa mudança cultural — ela a impulsiona. Aos poucos, a narrativa da erotização precoce e da promiscuidade foi se tornando norma, inserida em filmes, músicas e séries, como se fosse apenas um reflexo da sociedade. Mas será que realmente é? Ou será que a própria cultura pop está moldando, intencionalmente, essa nova realidade? O próprio termo “cultura pop” parece hoje mais uma forma elegante de dizer “cultura da deturpação”. Talvez tenha passado despercebido para muitos, mas na minissérie em questão, há um detalhe simbólico no segundo episódio. Quando os inspetores da polícia visitam a escola de Jamie em busca de pistas que expliquem o que levou um garoto de 13 anos a cometer um assassinato — algo que ele sequer parece compreender em sua totalidade —, entre diversos símbolos, um cartaz fixado na parede se destaca. Nele, se vende a ideia para os jovens de que, você é um arco íris de possibilidades.
À primeira vista, pode parecer apenas um slogan inofensivo, um reflexo da mentalidade contemporânea. Mas será mesmo? Ou estamos diante de mais uma representação da vida real, onde ideologias, muitas delas pervertidas, se infiltram silenciosamente em ambientes de formação, moldando mentalidades e, alimentando a relativização?
A Palavra de Deus não foge ao tema. Em Filipenses 4.8, Paulo nos exorta a pensar “no que é verdadeiro, no que é respeitável, no que é justo, no que é puro”. Aqui Paulo emprega uma palavra que nos chama à pureza na área sexual. Já Efésios 5.3 vai ainda mais longe: “Entre vocês não deve haver nem sequer menção de imoralidade sexual”. Mas quem se atreve a dizer isso em voz alta hoje? Quem ousa questionar o pensamento coletivo da maioria, que vende tudo isso com uma roupagem de que estamos de fato evoluindo? Aliás, poderíamos chamar essa transformação de crianças em adultos apressados e adultos em consumidores doentios, de involução?
E então voltamos à Adolescência. (Spoilers a partir daqui). Ao final da série, deveríamos nos perguntar: por que não nos chocamos com o caminho que levou Jaime até lá, tanto quanto o crime em si? Por que nos acostumamos tanto ao ponto de só nos revoltarmos quando a tragédia acontece? Não é válido ir além da simples avaliação do estado do “paciente”, para investigar também a raiz da doença? O crime cometido é sério, sim, mas o que realmente nos preocupa é o terreno fértil que cultivou essa tragédia. É isso que a série realmente quer que façamos com ela, que discutamos o que realmente está em jogo.
No último episódio, os pais se perguntam: O que fizemos? Onde estávamos? O que perdemos? Eu me arriscaria em responder: Perdemos muito. Quando crianças recém-promovidas a adolescentes são corrompidas em um ambiente que parece não saber mais como proteger sua inocência, o problema passa a ser de gente grande de verdade. E o que resta, então, para uma geração que apressa o amadurecimento e normaliza o inaceitável? Resta a perda da pureza, da sensibilidade, e, mais importante, a desconexão com o que deveria ser a essência da juventude: a chance de crescer sem o peso precoce de questões que nem os adultos estão prontos para lidar.
A única saída
Mas o Evangelho surge como a única alternativa suficiente. No Reino de Deus, crianças podem ser crianças. A pureza é preservada, não destruída. A santidade é o antídoto contra a imoralidade e suas consequências incompreendidas. Porém, talvez você esteja pensando agora, ainda é possível? Não é tarde demais para isso? Não! Ainda vale a pena buscar, lutar e investir na santidade e pureza de coração. E acima de tudo, não precisamos nos conformar com uma cultura que nos empurra para um abismo coletivo e individual. Podemos resistir. Podemos ensinar aos nossos filhos um caminho diferente. Podemos, finalmente, despertar para aquilo que é verdadeiro, justo e puro.
A pergunta é: vamos?
Gustavo Rocha | Casado com Bruna e pai de Samantha e Tito; Pastor de jovens na Promessa Cosmópolis; Trabalha como produtor de conteúdo audiovisual na APC para a TV Viva Promessa; Estudou cinema e ama cinema desde criança.
Filme com Demi Moore traz várias reflexões, entre elas a pergunta: quantos de nós já não fomos descartados, trocados como se fôssemos figurinhas colecionáveis?
O filme A substância chegou chutando a porta. Terror psicológico, Demi Moore no papel principal e uma crítica ácida à indústria do entretenimento. Mas e se esse filme não fosse só sobre Hollywood? E se ele fosse sobre mim e sobre você?
O que é A substância?
Demi Moore interpreta Elisabeth Sparkle, uma atriz que já teve seus dias de glória, mas agora está ficando velha. E no mundo do entretenimento, do conteúdo, envelhecer é praticamente um crime. Mas aí surge uma solução: um tratamento milagroso chamado “A Substância”, que promete devolver sua juventude. O preço? A identidade dela mesma. O resultado? Um pesadelo onde o velho é descartado sem piedade. O filme é altamente recomendado para apenas os maiores de 18 anos, ironicamente, e também os que têm forte estômago.
O filme bombou e foi indicado ao Oscar, incluindo Melhor Atriz e Melhor Roteiro Original. Mas, mais do que prêmios, ele entrega uma crítica brutal à sociedade.
Foto: Reprodução/Internet.
Mas e se A substância for sobre a gente?
Agora se eu te disser, que a protagonista de A Substância não é só uma personagem fictícia? Ela é você. Ela sou eu. Ela é a gente vivendo uma vida cheia de likes, espectadores, mas vazia de propósito. A lógica é simples: você não é suficiente. Não agora. Mas, se você mudar um pouquinho, se adaptar um pouquinho, consumir um pouquinho mais… aí talvez seja.
Já viu isso em algum lugar? Vivemos um tempo em que as pessoas não existem mais, elas só acontecem. A relevância dura até o próximo post. O criador de conteúdo não cria mais, ele só alimenta um algoritmo que sempre pede mais. E por quê? Porque os números mandam. Porque ninguém quer desaparecer. O problema é que, quando tudo é descartável, nós também somos.
Demi Moore já foi uma das maiores estrelas de Hollywood. Hoje, volta com um filme que esfrega na cara da indústria o que ela já fez com tantas outras. O filme conta a história de uma mulher sendo substituída. Mas não é exatamente isso que acontece todos os dias, o tempo todo? Sabe o que o filme tem em comum com a indústria do entretenimento? Ambos nos fazem esquecer que estamos lidando com vidas reais. No filme, Elisabeth é trocada por uma “mais nova que ela”, na vida real, a atriz perdeu o Oscar da mesma forma, para uma mais jovem. A pergunta é: quantos de nós já não fomos descartados, trocados como se fôssemos figurinhas colecionáveis?
Não estamos falando de um filme qualquer, gente. Estamos falando de uma sociedade que troca um ídolo por outro sem parar. Estamos falando de nós! Quando você ‘curte’ a foto de alguém, você não está apenas dando atenção a uma pessoa – você está alimentando um sistema que as destrói no instante seguinte, para criar o próximo produto de consumo.
O ciclo do consumo e a Bíblia já falava disso
Nada disso é novo. O que Paulo escreveu em Efésios 4:17-19 parece uma descrição perfeita do mundo de hoje: “Não vivam mais como os gentios, na vaidade dos seus pensamentos. Eles estão obscurecidos no entendimento e separados da vida de Deus por causa da ignorância em que estão, devido ao endurecimento dos seus corações.”
Parece que foi escrito ontem. O alerta de Paulo é exatamente para não reproduzirmos na roda da vida, o que os gentios (que não conhecem a Deus e a sua vida, afinal, estão obscurecidos no entendimento), fazem na vida deles. E o que eles fazem, ou, como vivem? Na vaidade da sua mente. A palavra original aqui denota futilidade, vida sem sentido, falta de propósito. É o viver apenas por viver. E mais nada. É o vazio absoluto do nada pelo nada. O que Paulo propõe como solução? Efésios 4:22-24: “Despojai-vos do velho homem, que se corrompe pelos desejos enganosos, e sede renovados no espírito da vossa mente.”
Mas o mundo não quer se renovar. O mundo quer se manter do jeito que está, só que mais jovem, mais bonito e mais engajado. Fantasiando o novo pelo velho, ou vice versa.
Sangue nas mãos de todos
E aí chega o clímax do filme. (SPOILERS A PARTIR DAQUI) Elisabeth Sparkle explode. E o sangue dela respinga em todos. Isso é literal no filme. Mas na vida real, acontece o tempo todo.
Quantos artistas, influenciadores, criadores de conteúdo nós vimos serem engolidos e cuspidos pela máquina do entretenimento? Quantos foram esquecidos porque não performavam mais tão bem? E quantos de nós assistimos a isso acontecer, sem perceber que somos parte do problema? Aqui está a grande sacada: A Substância não é só sobre uma sociedade consumista. É sobre como nós, na nossa ânsia de consumir e ser consumidos, estamos matando tudo o que é real e genuíno.
Estamos tão imersos na cultura do ‘descartável’ que nos esquecemos de que somos humanos, e não peças de um jogo. Somos descartáveis para nós mesmos. E isso não é só triste, é devastador. A facilidade com que se cancela e se é cancelado. E nós vibramos com isso. Na verdade, o ‘e quem será a próxima vítima agora?’, é o nosso ‘modos operandi’. Inclusive religioso: Quem é o próximo herege a ser apedrejado? Quem é o próximo a ser linchado virtualmente? Tudo isso em nome da Verdade! Declaram eles. O quanto disso é o nosso prazer em substituir? Quando não nos serve, gritamos, próximo! Se a arte imita a vida, então nossa sociedade está manchada de sangue.
Enquanto ela explode no filme, nós continuamos com os olhos vidrados na tela, com as mãos no celular, esperando mais… Mas o que estamos realmente esperando? Mais substâncias vazias?
A cruz foi A substância definitiva
E agora? A gente só aceita que vive num mundo onde todos são substituíveis? Onde nosso valor dura até a próxima trend? Ou a gente busca algo diferente? O Evangelho traz uma resposta radical: nosso valor não está no que fazemos, no que produzimos ou em como somos vistos. Ele já foi garantido na cruz.
“Vocês foram comprados por um alto preço. Portanto, glorifiquem a Deus com o seu corpo.” (1 Coríntios 6:20)
Cristo não pediu que a gente se transformasse em algo novo para sermos aceitos. Ele se entregou para que a gente pudesse ser restaurado. No mundo, tudo tem um prazo de validade. No Evangelho, não. E o melhor? Não é só para alguns. É para todos.
Resumo
O filme A substância é um reflexo cruel da nossa sociedade descartável. Mas a cruz é “a substância definitiva”: nela, nosso valor não expira nunca. E o Oscar vai para…
Gustavo Rocha | Casado com Bruna e pai de Samantha e Tito; Pastor de jovens na Promessa Cosmópolis; Trabalha como produtor de conteúdo audiovisual na APC para a TV Viva Promessa; Estudou cinema e ama cinema desde criança.
Líderes de vários países estão em Boston para ações e reflexões com os promessistas do país.
O Fórum Internacional da Aliança Mundial Promessista (AMP) 2025 ocorre neste sábado, 15 de março, em Boston, Massachusetts, nos Estados Unidos. Com o tema “Missão na América: O Evangelho para uma Nação Cristã em uma Cultura Pós-Cristã”, a programação tem foco na missão e no desenvolvimento da Igreja Adventista da Promessa no país. Participam do evento grupos de plantação de igrejas em Orlando, Massachusetts e Pensilvânia, além de líderes da AMP do Brasil, Chile e Euroásia, que discutem estratégias para fortalecer e expandir a missão transcultural em solo americano.
A abertura do evento foi conduzida pelo presidente da AMP, pastor Ademilson Júlio Pereira. “A Promessa tem um firme compromisso com a plantação de igrejas no mundo, e estamos confiantes de que este fórum da AMP nos Estados Unidos é mais um sopro de Deus para fortalecer a igreja neste país”, declarou. “Os líderes que cuidam das igrejas já plantadas aqui, assim como os líderes do Brasil, Chile e Euroásia presentes, vieram para apoiar e fortalecer os promessistas que vivem nos EUA. Além disso, buscamos, por meio da oração, reflexão e ações concretas, avançar ainda mais na missão em solo americano”, completou.
A primeira palestra da manhã, “A Missão na América: O Desafio Transcultural”, foi ministrada pelo Pr. Alex Jorge, que atua com sua família em Orlando (FL). Ele abordou o histórico da evangelização na América Latina, influenciada pela teologia de matriz protestante e pentecostal dos Estados Unidos, e como essa carga cultural moldou o cristianismo latino-americano.
Atualmente, a imigração transformou os EUA em um país culturalmente diverso, enfrentando crises existenciais, econômicas e sociais que também afetam a igreja. O fenômeno pós-cristão se reflete em movimentos neopentecostais que, muitas vezes, distanciam-se do Evangelho de Jesus. Nesse contexto, pregar o Evangelho nos EUA se tornou uma missão transcultural, na qual pastores precisam compreender tanto a cultura norte-americana quanto a dos imigrantes – latinos, brasileiros, caribenhos e africanos – para que o trabalho missionário seja eficaz.
O “Sonho Americano”
Na sessão “Sonho Americano”, o Pr. Silvio Gonçalves, superintendente da Convenção Paranaense, questionou: “O sonho americano se tornou um pesadelo?” Ele destacou que “Deus leva pessoas para fora de sua terra com propósitos maiores”, trazendo à tona o papel da igreja como ponte de apoio aos imigrantes e os desafios enfrentados nesse processo. O líder também abordou os efeitos do cristianismo neopentecostal, que, ao oferecer conforto religioso, muitas vezes afasta os fiéis do compromisso missionário.
Em um segundo momento, o tema foi “O sonho americano se tornou realidade?”, conduzido pelo Pr. Junior Mendes, secretário da Convenção Geral do Brasil. “Na mentalidade do céu, não coloco minha esperança nos tesouros da terra. Na mentalidade do céu, há confiança no Pai, descanso em Jesus, serviço e generosidade no Espírito, esperança eterna”, afirmou.
A reflexão abordou como a busca por qualidade de vida, melhores condições financeiras e estabilidade familiar pode levar à frieza espiritual, ao cansaço físico e emocional, ao individualismo exacerbado e à insegurança quanto ao futuro.
Painel: Qual o Papel da Igreja na Missão?
Encerrando a programação da manhã, o Painel: “Qual o papel da igreja em missão nesse cenário?” reuniu os pastores Silvio Gonçalves, Alex Jorge e Junior Mendes. Eles responderam perguntas e discutiram estratégias práticas para fortalecer as igrejas plantadas pela Promessa nos EUA.
Acompanhe a cobertura com fotos e vídeos, no Instagram: @promessistasbrasil.
Texto: Agência Promessista de Comunicação (APC). Fotos: Matias Martinez/APC.
A história relatada no livro de Josué nos apresenta um cenário em que o povo de Israel, após anos de batalha e peregrinação, conquistou a tão esperada Terra Prometida. Contudo, diante de vitórias iniciais, algumas tribos se acomodaram.
Em Josué 18:3, lemos a exortação do líder: “Até quando sereis negligentes em possuirdes a terra que o SENHOR Deus de vossos pais vos deu?”. Essa repreensão revela o perigo da estagnação, mesmo quando as promessas e oportunidades estão ao nosso alcance.
As tribos já haviam travado guerras e experimentado a mão de Deus em suas conquistas. Ainda assim, ao invés de prosseguirem para tomar plena posse do que lhes cabia, preferiram a inércia. Talvez o cansaço, o medo do desconhecido ou até uma falsa sensação de segurança, tenham contribuído para esse comportamento. Eles se conformaram com o que já haviam obtido, deixando de lado o chamado maior.
Esse relato nos desafia a refletir: quantas vezes nós, em nossas próprias vidas, nos comportamos da mesma forma? Ficamos parados, satisfeitos com os pequenos avanços que fizemos, ignorando o potencial de ir mais longe. Estagnar é perigoso, pois nos impede de cumprir nosso propósito e pode até nos fazer regredir.
Além disso, a procrastinação frequentemente nos prende na zona de conforto. Ela nos oferece desculpas atraentes e nos convence de que amanhã será sempre o momento ideal para agir. Mas enquanto adiamos, oportunidades se perdem e os sonhos se tornam distantes.
Por isso, precisamos seguir o exemplo de Josué e tomar a decisão de avançar. É hora de deixarmos a passividade, enfrentarmos os desafios e possuirmos a “terra” que nos foi prometida, seja ela nossos projetos, metas ou sonhos. Sair da zona de conforto é indispensável para alcançarmos nosso propósito e experimentarmos o pleno cumprimento das promessas para nossa vida.
Que possamos escolher hoje agir com fé, coragem e determinação, deixando para trás a estagnação e a procrastinação. Afinal, é no movimento que encontramos a transformação!
Texto: Pr. Everton Wilker | Teólogo e Pastor responsável pelo campo de Castanhal (PA), na Convenção Norte.
Cerca de 250 pessoas participaram das duas programações.
A Convenção Regional do Espírito Santo realizou sua 4ª Assembleia Geral junto à Conferência “À Luz da Bíblia”, uma parceria entre a instituição e a Sociedade Bíblica do Brasil (SBB). Cerca de 250 pessoas participaram das duas programações, que ocorreram na Escola Polivalente, em Campo Grande, no município de Cariacica (ES).
Durante o sábado (08.03), estiveram presentes o representante da Convenção Geral, pastor Irgledson Galvão, diretor financeiro da Convenção Geral; membros da Diretoria Regional, líderes dos ministérios regionais, pastores, lideranças locais e demais membros da Promessa no estado.
A conferência, realizada no início do dia, contou com as palestras do promotor institucional da SBB, pastor Marcos Batista, que ministrou sobre “Cristo e a Cruz na Bíblia do Expositor”, e do pastor Ricardo Oliveira, secretário regional da SBB, que abordou o tema “A Bíblia é a Nossa Causa”. Ao término do evento da manhã, todos os participantes foram presenteados gratuitamente com um exemplar da Bíblia do Expositor, doado pela SBB.
Texto: Agência Promessista de Comunicação (APC).
Com informações: Comunicação Convenção Espírito Santo.
A Diaconisa Irene Sueli, da Promessa Parque Residencial Cocaia, zona sul de São Paulo, testemunhou que, há 27 anos, conheceu o Senhor em uma situação inusitada; entenda.
Em entrevista ao programa Conexão Feminina, da TV Viva Promessa, exibido nesta terça-feira, 18, Irene Sueli compartilhou seu testemunho de vida. Sua conversão ocorreu em um momento delicado: após a morte da mãe, foi diagnosticada com depressão profunda. Certo dia, ao tentar voltar para casa, que fica no Residencial Cocaia, zona sul de São Paulo (SP), perdeu-se no caminho e não sabia para onde ir.
Assista o programa aqui:
Ela relatou à apresentadora, Missionária Eliane Salvador, líder do Ministério de Mulheres da Convenção Geral, que tentava se lembrar de onde morava. “Mas Deus é tão maravilhoso que eu me perdi, ou seja, eu me achei na rua da Igreja Adventista da Promessa do Parque Residencial Cocaia”, testemunhou. Ela relembrou que na noite, foi até o irmão que estava na portaria da igreja, chamado Martins, que já dorme no Senhor, e perguntou a ele sobre onde estava.
Ele disse: “A senhora não está perdida. A senhora se achou!”, explicou o irmão, informando-a que ela estava perto de sua casa. Ele ainda aproveitou a oportunidade e ofereceu uma visita, e junto do pastor local da época, Eliseu de Melo, que saiu do templo na ocasião, ofereceu um estudo bíblico, anotaram seu endereço, e ela aceitou o estudo. “Até então eu estava perdida, mas Deus me colocou na rua e no horário certo, porque era hora que a igreja estava fechando os portões”, disse.
Na primeira semana de estudos, Irene se entregou ao Senhor durante um culto de quarta-feira. Após, chegou a vez da filha e do esposo. Desde então, ela serve ao Senhor há 27 anos e reforçou o desejo de continuar nos caminhos dele e em serviço às pessoas. “Aquele momento que eu me perdi, foi o começo da minha vida. Até então eu não conhecia a Igreja Adventista da Promessa, mas quando cheguei lá, vi muitos corações bondosos”.
Uma vida em missão
A entrevistada que estava no quadro: “Eu, missionária”, contou a trajetória que tem vivido ao lado do Senhor: Deus a usou como instrumento em seu trabalho, à época num banco, onde por seu jeito alegre cativava e evangelizava os que com ela trabalhavam. Ela explica como aqueles funcionários a ajudaram a sair da área da limpeza para o sonho de se formar e se tornar uma professora e como transmitiu calma aos colegas de trabalho durante um assalto por meio de uma postura de fé.
O episódio é cheio de histórias incríveis e mostram que, com muito amor e dedicação, vidas são tocadas por meio de seu ministério, numa vida conduzida pelo Espírito Santo. Atualmente, a Dsa. Irene continua servindo a Deus no Ministério de Mulheres e nos Ministério de Crianças e Adolescentes da igreja local.
Sobre o Conexão Feminina
O programa Conexão Feminina é uma parceria entre o Ministério de Mulheres e a TV Viva Promessa, canal da Agência Promessista de Comunicação (APC). A atração é disponibilizada todas às terças-feiras, a partir das 21h (horário de Brasília), e conta com vários quadros a cada episódio com reflexões da Palavra de Deus, bate-papo e entrevistas.
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A organização Portas Abertas divulgou os dados dos 50 países onde os cristãos são mais perseguidos e anunciou que mais de 380 milhões de cristãos enfrentam perseguição ao redor do mundo.
Quatro países onde há presença de promessistas aparecem na Lista Mundial da Perseguição 2025, divulgada pela Portas Abertas, organização cristã que apoia cristãos perseguidos. Entre os 50 países do ranking, a Igreja Adventista da Promessa tem igrejas ou grupos na Nigéria (7ª posição), Índia (11ª), Moçambique (37ª) e Colômbia (46ª). Apesar de não haver registros de violência direta contra promessitas nesses locais, os cristãos vivem sob constante tensão ao servirem a Cristo em ambientes de forte oposição à fé.
Segundo a Portas Abertas, mais de 380 milhões de cristãos no mundo enfrentam altos níveis de perseguição e discriminação por causa da fé em Jesus. Isso significa que um em cada sete cristãos enfrenta perseguição extrema, severa ou alta.
O relatório aponta diversas causas para essa perseguição, como invasões, fechamento e controle de igrejas, perseguição política, consequências de guerras, destruição de casas e até assassinatos de cristãos.
A Portas Abertas usa os dados da Lista Mundial da Perseguição para identificar as necessidades dos cristãos perseguidos e desenvolver ações de fortalecimento, incluindo distribuição de Bíblias e literatura cristã, treinamento bíblico, apoio socioeconômico e assistência jurídica.
Além do apoio financeiro, a igreja ao redor do mundo pode interceder em oração pelos discípulos que enfrentam perseguição. O apóstolo Paulo orienta os cristãos a orarem por todos os santos (Efésios 6:18), para que permaneçam firmes na fé e superem suas tribulações.
O que estamos fazendo?
Semanalmente, a TV Viva Promessa exibe o programa “Igreja Missionária”, que compartilha histórias de cristãos perseguidos. O conteúdo é extraído das Lições Bíblicas e da Portas Abertas.
Através da Junta de Missões Promessista, você pode contribuir para ajudar discípulos de Cristo nos países onde a Promessa está presente, apoiando famílias pastorais, manutenção de instalações e construções, além de projetos de impacto e evangelização.
Sobre missão, Apocalipse, as promessas de Deus e diagnósticos sobre TDAH e Transtorno do Espectro Autista (TEA), os episódios estão disponíveis no YouTube.com/@tvvivapromessa.
Com temas que abordam missão, Apocalipse, as promessas de Deus e diagnósticos sobre TDAH e Transtorno do Espectro Autista (TEA), já está no ar, no canal da TV Viva Promessa no (YouTube.com/@tvvivapromessa), a nova temporada de quatro programas: Igreja Missionária junto de Texto e Contexto, que estrearam na segunda-feira (03); Conexão Feminina, na terça-feira (04); e, nesta quarta-feira (05), um episódio inédito do Inclusão Entrevista.
O programa Igreja Missionária, apresentado pelo Pastor Silvio Gonçalves, abordou a perseguição a cristãos no Iêmen, tema presente nas Lições Bíblicas ao final do estudo 5:
Já o Pr. Eleilton Freitas deu continuidade aos estudos sobre o Apocalipse, abordando o capítulo 15 com o tema “O cântico”, no Texto e Contexto.
O Conexão Feminina retomou sua temporada com o quadro “Mães Intercessoras”. Apresentado pela Missionária Vilma Lúcia, destacou a importância de crer nas promessas de Deus e vivê-las no dia a dia.
No episódio “Avaliação Neuropsicológica: o que é?”, a Diaconisa Juliana Duque conversou no Inclusão Entrevista com a Dra. Heydi, neuropsicóloga, que pontuou que essas avaliações podem ajudar a identificar necessidades específicas em crianças e adolescentes, incluindo questões relacionadas a TDAH, Transtorno do Espectro Autista (TEA) e outros transtornos.
MAIS CONTEÚDOS NOVOS Além das estreias desta semana, o programa Escola Bíblica Especial, que disponibiliza aulas inéditas desde janeiro, apresentou nesta quarta-feira (06) o estudo “A Terra Corrompida”. Sempre pela manhã, o diário Aliança de Oração, com o Pr. Francisco Lima, promove momentos de busca e clamor a Deus; e o Inclusão Entrevista também estreou seu primeiro episódio do ano, abordando “PÉS DIABÉTICOS: o que é? Como tratar?”, com o Dr. José Aldeman.
Serviço:confira os dias e horários dos programas (horário de Brasília): Segunda-feira: Igreja Missionária – 19h30 Texto e Contexto – 20h
Os programas ficam disponíveis no canal; para não perder as estreias e lives, inscreva-se e ative o “sininho” para notificações. Você também pode ser um parceiro na evangelização por meio dos programas da TV Viva Promessa. É só doar qualquer valor via PIX: sou@amigosdamissao.org.
Já em outubro de 1933, o Pastor João Augusto foi até São Paulo levar a mensagem de avivamento, com a ajuda de uma família.
Missão nunca é algo que o homem ou mulher faz sozinho. A começar por se tratar de um chamado de Deus, além disso, Deus levanta familiares, amigos, desconhecidos para que sua obra cresça e seu evangelho seja proclamado até os confins da terra. Com o Pastor João Augusto da Silveira, fundador da Igreja Adventista da Promessa, não foi diferente. De acordo com a segunda edição do livro Marcos que pontilham o caminho, após o acontecimento de 24 de janeiro de 1932, o batismo no Espírito Santo com línguas estranhas, crentes e amigos fora de Pernambuco queriam entender melhor o que havia ocorrido, como você pode ler aqui, em 93 anos de Promessa: “um homem que viveu a missão no mundo”.
À semelhança do que ocorreu quando o Consolador foi derramado, e os cristãos deveriam se locomover de Jerusalém até os confins da terra (Atos 1:8), Silveira foi a campo levar a mensagem de avivamento. Certa família Monzilo, que morava no interior de São Paulo, em Itápolis, mandou-lhe o dinheiro para sua ida ao estado. Então, o fundador conversou e orientou os irmãos nordestinos sobre como a obra ficaria por ali, despediu-se de sua esposa e de seus quatro filhos e seguiu viagem com destino ao estado de São Paulo, em 12 de outubro de 1933.
Foram oito dias de viagem, com uma parada no Rio de Janeiro. Depois, às 9h da manhã do dia 20 do mesmo mês, ele desembarcou do navio Itaimbé, no porto de Santos, onde já o aguardava o irmão Manoel Caboclo, que havia se mudado para São Paulo. Foi recebido para iniciar o anúncio no estado. Depois, de trem, chegaram a Itariri, onde foram recebidos com muita alegria pela família do irmão Caboclo.
Assista o Documentário “Rota 32”, na TV Viva Promessa:
MISSÃO SE FAZ EM CIDADES E LUGAREJOS
Em Itariri, ele passou 10 dias de trabalho intenso, com batismos no Espírito Santo e consolidação do grupo. Em Itápolis, foi recebido pelo pastor adventista João Cavalcanti Netto, que, após dois debates doutrinários, creu no batismo no Espírito Santo. Em um desses debates, ao enaltecer a obra da profetiza Ellen White, recebeu como resposta de João Augusto: “Os livros vendidos aos milhões estão muito distantes daquela experiência que transformou a Casa de Cornélio num cenáculo de oração e os corações dos gentios em templos do Espírito Santo”. Tempos depois, o Pastor João Cavalcanti foi presidente da Promessa na gestão dos anos de 1945 a 1947.
Em Vila Sales, um ponto de irradiação promessista no estado, aos arredores do lugar, católicos receberam a mensagem de poder e conversão. Em Marília, João ministrou mais sobre o que a Bíblia dizia do batismo, convencendo muitos sobre o revestimento de poder. Nomes de ex-presidentes aparecem nessas cidades, como Joaquim Peu e Vicente Muniz Falcão. Essas e outras cidades foram cenários de vigílias, debates doutrinários, cultos, batismos no Espírito Santo, expulsão de demônios e conversões. Muitas famílias importantes na propagação do evangelho pelos promessistas “nasceram” nesses lugares.
João Augusto expressou como foi seu retorno à terra da Promessa. “Antes de regressar ao Nordeste, o Pastor João Augusto ainda passou por Vila Sales, Itápolis, São Caetano do Sul, Itariri e Rio de Janeiro, onde tomou o navio, passando por Maceió e ficando ali doze dias.” Mais contatos ele conseguiu conforme ia passando pelo caminho. Note que ele passou por três estados nessa viagem: São Paulo, Rio de Janeiro e Alagoas.
Conforme conta o Marcos que pontilham o caminho: “Ao desembarcar em Recife, haviam-se passado oito meses e dezoito dias. Foi imensa a alegria dos irmãos recifenses pelo regresso do homem que foi comissionado a levar a mensagem do batismo no Espírito Santo para o estado de São Paulo, de onde se alastrou para todo o país e para o exterior.”
Nesses episódios, com o deslocamento estadual do Pr. João Augusto da Silveira, vemos que tantas famílias foram conquistadas para Jesus, tantas lideranças foram levantadas pelo Consolador. Sempre que a igreja “vive a missão no mundo”, pelo impulso do Espírito, uma colheita de vidas é realizada. Esses episódios ensinam que devemos investir e estar em missão, colocar nossa vida em movimento para que a Palavra seja compartilhada.
Confira algumas programações de Norte a Sul do Brasil.
Aniversários são momentos marcantes para celebrar conquistas e refletir sobre o que foi realizado ao longo do tempo. O dia 24 de janeiro se aproxima, e os promessistas já se preparam para comemorar os 93 anos da Igreja Adventista da Promessa, celebrando as obras do Espírito Santo por meio de “um povo que vive a missão no mundo”. O portal Promessistas.orgdestaca algumas das festividades regionais que ocorrerão por todo o país.
NORDESTE
A Convenção SEAL realizará uma celebração especial com a participação de Mattos Nascimento, renomado cantor da música evangélica brasileira. O evento ocorrerá no dia 21 de janeiro, às 19h30, na Igreja Adventista da Promessa de João Alves Filho, localizada na Av. Nossa Senhora do Socorro, 905, Nossa Senhora do Socorro (SE).
NORTE
A Convenção Amapaense celebrará a data com um culto especial em Macapá (AP). O evento será realizado no dia 26 de janeiro (domingo), na Promessa Beirol.
SUDESTE
Convenção Oeste Paulista: A celebração acontecerá no dia 25 de janeiro, às 18h, na cidade de Marília (SP), no anfiteatro da Universidade UNIMAR. Os louvores ficarão a cargo da Promessa de Panorama, e a pregação será conduzida pelo Pastor Hermes Pereira Brito, ex-presidente da Convenção Geral.
Convenção Paulista: No dia 25 de janeiro, às 18h30, a convenção reunirá todas as igrejas da região no Espaço Promessa, em Cosmópolis (SP), para um momento especial de celebração e adoração.
Convenção Noroeste Paulista: Sob o tema “Creia na missão”, o culto será realizado no dia 25 de janeiro, às 17h, na Cabana Church, em São José do Rio Preto (SP). O evento contará com a participação de uma família missionária brasileira que atua em Moçambique, na África. As vagas são limitadas, e as inscrições podem ser feitas por meio do perfil da convenção no Instagram: @soudapromessa.
SUL
Com o tema “Viva a Promessa”, a Convenção Sul celebrará o aniversário da Igreja no dia 1º de fevereiro, às 18h, na Promessa Prado Velho, em Curitiba (PR). O evento terá como convidado especial o Pastor Cristhian França, missionário em Moçambique.
As informações completas sobre cada celebração estão disponíveis nas redes sociais das convenções regionais.
Junto dele, outros três discípulos de Cristo desceram às águas em uma cerimônia da Igreja Adventista da Promessa Santíssimo.
Gabriel, de 18 anos, foi expulso de casa devido a problemas relacionados ao alcoolismo da dona da residência onde morava. Em busca de abrigo e apoio, ele procurou ajuda na casa da irmã Keila, membro da Igreja Adventista da Promessa Santíssimo, no Rio de Janeiro. Keila e sua mãe o acolheram, oferecendo um kitnet para que pudesse se estabelecer. No dia em que Keila levou seu filho Bernardo para o batismo, ela convidou Gabriel a acompanhá-los. Na ocasião, Gabriel relatou ter sentido uma paz que nunca havia experimentado e decidiu se batizar.
Junto com ele, desceram às águas Bernardo, de 10 anos, Mercês, de 77 anos, e Paulo, de 18 anos. A cerimônia foi realizada na casa da irmã Francisca, membro da igreja, pelo pastor titular Sérgio Vaz, na noite de sábado, 30 de novembro.
O batismo marcou um novo começo para Gabriel, que busca superar as dificuldades enfrentadas em sua família. “Nunca imaginei que um dia eu seria batizado, mas naquele momento senti uma presença de paz que tomou conta de todo o meu corpo”, disse Gabriel. “Foi então que decidi me batizar para nascer como uma nova criatura. Foi a melhor coisa que aconteceu na minha vida!”
RETORNO
Paulo, sobrinho do Diácono Thiago, estava afastado da igreja desde a adolescência e retornou há pouco mais de seis meses. Ele compartilhou sua experiência durante o período longe da igreja. “Minha vida era vazia, cheia de raiva e meu coração estava pesado, sem rumo. Um dia, ao me olhar no espelho do banheiro, pensei: ‘Por que não voltar para Deus e para a igreja?’ Fiquei refletindo sobre o que me impedia de dar esse passo. Então, me olhei nos olhos e, em voz alta, respondi: ‘Você’”, contou Paulo.
Ao relembrar momentos felizes vividos na igreja, ele decidiu mudar de vida. “Foi ali que decidi: voltaria para a igreja, me dedicaria e me batizaria. Quando finalmente desci às águas, me senti renascer como uma nova criatura. Hoje, não apenas me sinto feliz, mas também orgulhoso por dedicar minha vida e meu tempo à obra de Deus. Só tenho a agradecer a Ele e a todos da minha igreja por me acolherem com tanto amor depois de tanto tempo afastado.”
NÃO IMPORTA A IDADE
Maria Mercês, de 77 anos, é mãe de Patrícia, que se batizou com sua neta em agosto, como noticiado pelo Promessistas.org: Avó e neta são batizadas no mesmo dia em cerimônia de igreja no Rio de Janeiro. Em um momento de tristeza e desamparo, sua filha enviou a música “A Sua Mesa Cura” e sua irmã a encorajou: “Mulher, levanta! Você é um ponto de luz colocado por Deus na Terra.”
“Abri a música que minha filha enviou e, junto com ela, li um devocional. Naquele instante, senti algo que nunca havia experimentado: a presença do Espírito Santo”, relembrou Mercês. “Decidi frequentar a igreja da minha filha, buscando mais daquela sensação que transformava meu interior. Percebi que o que faltava para mim era descer às águas. Fui acolhida como parte de uma família e, a partir desse passo de fé, minha vida espiritual foi completamente transformada.”
Bernardo, filho de pais promessistas, nasceu e cresceu na igreja. Ele compartilhou sua experiência sobre o batismo. “Apesar da minha pouca idade, tenho visto o que Deus tem feito na vida da minha irmã. Sei que ainda tenho muito a aprender sobre a Palavra de Deus, mas já sei o quanto Ele ama a minha família. Esse amor tocou profundamente o meu coração, e eu senti o desejo de me batizar”, explicou.
“Quando minha avó se batizou há poucos meses, vi a felicidade da minha mãe e algo mudou dentro de mim. Naquele momento, ouvi uma voz no meu coração dizendo: ‘O próximo vai ser você.’ Entendi o recado e soube que, no próximo batismo, eu me batizaria”, testemunhou Bernardo.
Texto: Agência Promessista de Comunicação (APC).
Com informações: Comunicação Local e Comunicação Regional.
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