A eleição das inimizades

As brigas na família, no trabalho e entre amigos, por conta de política, não valem a pena
“Meu sonho é ver os políticos brigando pelo povo com a mesma força que o povo briga por eles nas redes sociais.” Essa frase, cuja autoria é desconhecida, foi compartilhada diversas vezes na internet no período de eleições. Ela traz um desabafo diante das centenas de publicações e comentários que tomaram as redes sociais nas últimas semanas.
A questão em torno da frase não é nem o fato de que muitas pessoas se posicionaram e expuseram sua preferência e seu voto, mas a dificuldade em se lidar com o posicionamento de pessoas com preferências diferentes das suas.
Em um texto publicado no Facebook e intitulado A verdade e as verdades, o pastor Ed René Kivitz, da Igreja Batista da Água Branca, analisa essa bagunça de verdades e argumentos na internet:
“A convivência com esse tipo de ressonância nas mídias sociais me ensinou pelo menos quatro coisas: existe sempre alguém que comenta o que acredita que você diz, não necessariamente o que você diz; existe sempre alguém que diz o que quer, independentemente do que você diz; existe sempre alguém que interpreta as coisas que você compartilha a partir dos conceitos e preconceitos que tem a seu respeito, e inclusive distorce o que você diz; e, principalmente, o que desejo enfatizar, existe sempre alguém que trata você como equivocado, ignorante, não inteligente, e acredita possuir a verdade indubitável e incontestável.”
O debate e a discussão saudáveis nas redes sociais, salas de aula e nas famílias são positivos e ajudam a esclarecer ideias. Analisar o cenário político sob outros pontos de vista, discordar de opiniões e argumentar, desde que seja mantido o respeito, enriquece a conversa.
Mas quando os debates entre os próprios políticos são cheios de acusações, ironias e ofensas, e vazios de respeito e de propostas concretas, o povo tende a seguir o mesmo comportamento.
Fake news do partido X, meias verdades do candidato Y, textos fora do contexto, acusações e notícias de corrupção foram amplamente divulgados. Exposição de projetos, propostas e soluções reais foram pouco vistas.
O fato é que vivemos em uma democracia e cada eleitor é livre para definir seu voto no candidato que julgar melhor. As brigas na família, no trabalho e entre amigos, por conta de política, não valem a pena. Acabamos nos indispondo  com pessoas queridas por divergência de opinião sobre algo que todos queremos que dê certo: o bom governo da nossa nação.
Deus nos ensina que sempre devemos orar por aqueles que estão no poder. “Antes de tudo, recomendo que se façam súplicas, orações, intercessões e ações de graças por todos os homens; pelos reis e por todos os que exercem autoridade, para que tenhamos uma vida tranquila e pacífica, com toda a piedade e dignidade” (1 Tm 2.1-2).
Independente dos resultados, devemos nos unir para manter viva a esperança de que nosso país tem solução.
 
Juliana Coelho, jornalista. Publicado originalmente na revista Dialogo, da IAP em Vila Maria (São Paulo, SP).

Dicas da lição 12 – “Para sempre sábado”

Para sempre sábado

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Dicas

Abertura: Antes de iniciar a sua aula, lembre-se que o estudo da Bíblia é uma atividade não apenas racional, mas, sobretudo, espiritual. Portanto, convoque a classe a orar em favor do estudo.
Slides da lição: Baixe o slide da lição 12, acessando o link: http://portaliap.org/licoes-biblicas-325/ e utilize-o no desenvolvimento da sua aula.
Dinâmica 1: “Tempestade de Ideias (Brainstorming)”
Prepare com antecedência um quadro e o divida em duas partes, ou duas cartolinas previamente fixadas em um lugar de fácil visualização, ou ainda pode combinar com o responsável pelo Datashow para projetá-lo. Essa atividade deverá ser feita no momento da introdução do estudo.
– Apresente o título da lição: “Para sempre sábado”
– Diga aos alunos: “Eu vou fazer uma pergunta e quero respostas rápidas e objetivas”.
– Depois, pergunte-lhes: “O sábado continua em vigor? Por quê?”. Aguarde as respostas, escreva-as em um quadro/cartolina/projetor (Datashow).
– Trabalhe os pontos informativos e argumentativos levantados na lição, procurando a participação do aluno.
– Após o estudo, retome a pergunta inicial: “O sábado continua em vigor? Por quê?”.
Espera-se que os alunos acrescentem outras informações. Compare-as com as respostas do início da aula. Esta é uma forma de observar o quanto o aluno aprendeu sobre a lição.
Dinâmica 2 – Palito: Ao abordar a questão 2, faça o seguinte:
1. Entregue um palito de churrasco para cada aluno, ou para um grupo, pedir para que quebrem. Pergunte se foi fácil.
2. Entregue mais um palito para cada aluno ou grupo.
3. Peça para que os alunos observem os pedaços de madeira separados.
5. Reúna todos os palitos, formando um feixe.
6. Passe o feixe de mão em mão e peça para que tentem quebrá-lo.
7. Pergunte: Qual a diferença entre os gravetos separados e os unidos? Por que os primeiros quebraram e os segundos não?
Explique à classe que os palitos são como os cristãos que não participam do ensino de Jesus: quebram-se com facilidade. Quando fazemos o que Jesus fazia no sábado: o bem, a prática da misericórdia, libertação dos oprimidos, socorro aos aflitos (Mt 12:9-14; Lc 13:10-15); servir às pessoas com as bênçãos do evangelho; ou quando imitamos as atitudes da igreja primitiva que observava o sábado, usando-o para o aprendizado das Escrituras (At 13:27). Enfim, quando trabalhamos um unidade para servir, nos tornamos fortes porque estamos unidos à Cristo e como igreja obedecendo ao mandamento do Senhor.
Dinâmica 3 – A corda e a eternidade: Objetivo: Visualmente exemplificar ao aluno a eternidade; material: corda.
Previamente, separe uma corda, a maior que você conseguir, ou pode ser uma mangueira ou barbante. Uma ponta fica em sua mão, a outra de uma forma que os alunos não vejam seu final. Indique para os alunos cerca de 5 à 10 centímetros da ponta da corda que está em sua mão com uma cor diferente. A parte de cor diferente que está em sua mão significa o tempo de nossa vida aqui na terra. Todo o restante da corda, indica a eternidade. Então, explique: “Vamos imaginar que nossa existência é uma corda infinita. No início dessa corda há uma pequena parte, cinco centímetros que representa nosso tempo de vida aqui na terra, enquanto o restante da corda representa a eternidade. Nós viveremos um curto período nessa terra, mas uma eternidade na nova terra. Nossa vida presente nada se compara à eternidade. Mas geralmente nos preocupamos tanto com a vida terrena, gastando nossas energias em busca de dinheiro e de prazeres, que esquecemos que a vida aqui nesta terra é passageira. Na eternidade vamos adorar ao Senhor, de um sábado a outro sábado. O sábado continua vigente e continuará na eternidade. Professor, para sua melhor compreensão desta ilustração acesse: https://www.youtube.com/watch?v=cDnZWNxAOJQ

O que 2019 pode esperar de mim e de você?

Que a gente aprenda a levantar da cadeira, a buscar mais de Deus
É aquele clichê. Chega esta época e está todo mundo falando sobre o fim do ano, sobre o novo ano, as novas promessas, as novas metas. É até clichê dizer que estão falando sobre isso. No fim, como fugir do óbvio? No fim, o que esperar do ano de 2019?
Perguntei para algumas pessoas o que elas esperam de 2019 e algumas respostas foram:  Emprego, Dinheiro, Tempo, Arriscar Mais, Me Encontrar… Dentre outras tantas respostas! Mas, o que esperar de 2019 então?
Sinceramente? Acredito que você não tem que esperar que o ano vá te dar alguma coisa; não adianta usar as cores certas na virada, não adianta pular sete ondinhas, não adianta nada! O que importa é: onde está seu coração, sua mente, onde repousa sua vida, onde estão guardados seus sonhos?
Não adianta ficar esperando! Ah, mas não temos que saber esperar em Deus? Esperar o tempo de Deus? Claro, mas quero dizer que não adianta nada você ficar parado esperando tudo se resolver por si só, a espera em Deus não é um período de ociosidade e passividade mediante sua vida. A espera em Deus requer sim ação, requer decisões, escolhas, comportamentos ativos!
2019 vai ser mais um ano, com todos os 12 meses, e, caso Jesus não volte, vai ser igual a todos os outros anos, o sol vai nascer e vai se por, as estrelas vão brilhar, vai ter sol, chuva, neve, vento, folhas caindo, gente nascendo, gente morrendo, vai ter tragédia, vai ter tristeza, vai ter caos, pecado, choro, queda! Mas sabe o que também vai ter? A imensa bondade de Deus, sua misericórdia que se renova todas as manhãs sem falta, sua graça incrível e abundante que transborda mundo a fora! Vai ter milagre, terá o carinho e o abraço de Jesus na sua vida! Até aqui, apesar de tudo, Ele nos sustentou, Ele não nos abandonou!
Não sei o que você quer pra 2019! Não conheço seus sonhos e objetivos, mas que em 2019 a gente aprenda a levantar da cadeira, a correr atrás, a buscar mais de Deus, a desenvolver relacionamento, a ser uma versão melhor de nós mesmos! E, quer saber, ao invés de esperar algo de 2019, o que será que 2019 pode esperar de mim e de você? A resposta dessa pergunta é o que realmente vai fazer alguma diferença no ano que vai chegar!
 
Mariana Mendes, escritora e produtora de conteúdo para o YouTube, congrega na IAP em Pq Itália. (Campinas, SP).

Sábado especial para Vila Maria

Cultos festivos com batismo e cantata
 
No último sábado (08/12), a IAP em Vila Maria viveu momentos de júbilo diante do Senhor. De manhã, a igreja comemorou a chegada de 22 novos membros, sendo 21 pelo batismo nas águas e uma irmã recebida por voto.
A igreja estava linda! Irmãos, parentes e amigos puderam homenagear os que foram batizados. Lindas ministrações pelo Grupo Jovem e Coral Melodias de Sião. Nossa gratidão ao Senhor pelo que nos proporcionou!
À noite, a celebração a Deus continuou através da Cantata Rei de Amor, com o Coral Melodias de Sião. O evangelho foi cantado de forma maravilhosa e demonstrado através de um teatro. Espírito Santo presente! Vidas edificadas!
Os irmãos atenderam ao convite e trouxeram muitos visitantes para serem expostos à verdade do evangelho; certamente a semente da Palavra alcançou diversos corações. A igreja viveu um clima especial de alegria e confraternização.
 
Pr. Alessio Gomes, da IAP em Vila Maria (São Paulo, SP)

Por que pastores se suicidam?

Não podemos ignorar nossas fragilidades da alma
 
 “Chama-se suicídio a toda morte que resulta mediata ou imediatamente de um ato positivo ou negativo realizado pela própria vítima.”
(DURKHEIM, Émile. O suicídio: estudo de sociologia. Tradução Andréa Stahel M. da Silva. São Paulo: EDIPRO, 2014. Págs. 13-15 e 391.).
Por que se suicidam os cristãos-evangélicos?
Nunca havia passado em minha vida a possibilidade de um evangélico tirar a própria vida, muito menos ainda um pastor. Isto porque em minhas observações pessoais e particulares costumava a comparar o instinto de vida do homem com os das demais espécies e, nessa comparação observava que este instinto em nós é muito mais evoluído do que nas outras espécies.
Por outro lado, também, observei, em minha leitura pessoal, que esse instinto de vida poderia ser profundamente danificado, corroído, destruído, por uma intervenção maligna (possessão diabólica): “O ladrão, vem pra matar roubar e destruir…” (João 10:10). Particularmente, já lidei com pessoas que tentaram suicídio que estavam literalmente possuídas por demônios.
Em se tratando, pois, de evangélico, que é assim, porque conhece na experiência própria a Maravilhosa Graça e as Escrituras, isso tudo nos levaria à impossibilidade de tal ato violento para conosco mesmo e para com a sociedade.
Porém, ainda com a constatação inequívoca de que gente crente-evangélica, ou ainda mais, líderes evangélicos também cometem este ato de violência, isso me causou uma grande dificuldade de compreensão. Primeiro, porque de uma forma geral, o suicídio aponta que quem comete esse ato, o faz também como revolta a própria sociedade, e no ato teológico entendo que tirar a vida seja, indiretamente, também, um ato violento contra o Autor da vida. Segundo, causa-me espanto, também, que evangélicos se suicidam porque ele tem em si a presença do Espírito Santo e, que, portanto, o maligno não tem o poder de possuir as suas mentes. Para mim, então, estes dois argumentos, eram suficientes para assegurar que uma pessoa serva de Cristo jamais cometeria conscientemente o suicídio.
Mas, o dilema, em relação aos irmãos da verdade da fé, que tiraram suas vidas fez-me a reler as Escrituras e constatar, que mesmo indivíduos que tem o temor de Deus, também, correm o risco de desistir da vida. Vemos Elias esgotado de suas lutas contra as trevas espirituais, escondido numa caverna, na qual Deus vê seu esgotamento e providencia o seu sucessor. E um outro personagem, Jonas, depois de longa jornada exaustiva de pregação declara: “Peço-te, pois, ó Senhor; tira-me a vida, porque melhor me é morrer do que viver”. (Jonas 4:3).
Em Elias e Jonas podemos observar um esgotamento tanto espiritual quanto emocional. Nessas circunstâncias, fica implícita a desistência da vida. Por conseguinte, entendo, hoje, que nossos esgotamentos físico-emocionais (psicológicos) como também os espirituais podem nos levar de modo enfermo ao suicídio.
E quais ainda seriam as outras razões pelas quais um pastor tiraria a própria vida?
1º.) Por não atender às exigências de santidade e pureza, tanto por ele ensinada e exigida das suas ovelhas.
Na maioria das vezes não temos um relato explicito dessa razão, porém, quando  aparece vem do resultado de não atender às exigências de santidade e pureza, tanto por ele ensinada e exigida das suas ovelhas e porque agora é ele o transgressor e a vergonha se tornou insuportável por ele, diante de sua família que o tinha como exemplo, diante da sua igreja que o tinha como ícone da santidade e pureza.
2º.) Por uma compreensão teológica, ainda deficitária, no que diz respeito à doutrina do perdão divino
 O desejo de morte, pode ocorrer também ao pastor, por uma compreensão teológica, ainda deficitária, no que diz respeito à doutrina do perdão divino. Ao bem da verdade, Deus exige mais, porém, “onde abundou o pecado superabundou à graça” (Rm.5:20b) e em meio ao esgotamento psicológico e espiritual essa convicção fica horrivelmente enfraquecida.
3º.) Categoria Pastoral Competidora
Em terceiro lugar, ainda que não oficialmente, mas pouco se fala ou se trata de pastores feridos em nosso meio. É comum eles serem convidados a se retirarem. Por outro lado, segue a fama de difamação de outros colegas numa tentativa estranha de afogá-lo cada vez mais na lama em que entrou, pisando mais e mais sobre suas cabeças (talvez seja esse o único momento em que alguns crescem ou aparecerem no cenário denominacional). Este motivo então, pode contribui para a o seu autoflagelo final.
4º.) Ignorar a nossa fragilidade às doenças da alma
É preciso compreender que somos tão seres humanos quanto os demais, sujeitos às mesmas chuvas e tempestades da vida. E, em relação à depressão, não é difícil identificar na mídia as informações de suas causas, sintomas e os seus prognósticos.
A questão, hoje é: Como podemos trabalhar para minimizar o número de líderes que acabam desistindo da sua própria vida? Minha sugestão é que em primeiro lugar sejamos humildes e reconheçamos que em nossa denominação não somos tão autossuficientes assim. Costumo dizer que os muros de Jericó foram derrubados não apenas com o serviço de uma tribo, mas de todo o povo de Deus. Daí, proponho uma aproximação com grupos que já há algum tempo, investem profundamente na área de cuidados da liderança eclesiásticas.
ABPP (Associação Brasileira de Pastoreio de Pastores) em uma estatística comprovou o motivo da solidão pastoral, que para mim, também é um das causas fundamentais do suicídio, mostrando em sua pesquisa que pastores não buscam ajuda por alguns dos itens abaixo:1
1º.) Dificuldade de confiar nos outros (88%)
2º.) Falta de tempo (68%)
3º.) Falta de motivação ou visão (49%)
4º.) Não sentir a necessidade (32%)
5º.) Dificuldade de encontrar um mentor (27%)
6º.) Falta de uma estrutura que encoraje isso (25%)
Sem analisar os resultados, mas fazendo apenas um destaque vê-se que o primeiro motivo, que causa a solidão pastoral e as suas consequências é a falta de confiança nos outros, caminho para as consequências nefastas.
Creio, que precisamos nos equipar em cuidados profiláticos e tratamento dos colegas já adoecidos.
Que Deus tenha misericórdia de nós e que nós tenhamos misericórdia uns dos outros. Como está escrito: “Sede misericordiosos como é misericordioso o vosso Pai Celestial” (Lucas 6:36)
Joel Baptista de Souza, pastor da 1ª Igreja Batista da Enseada no Guarujá (SP), formado em Psicologia pela Universidade Católica de Santos

Na batalha contra o câncer

Passar pela quimioterapia foi a pior coisa que me aconteceu na vida, e ao mesmo tempo, a melhor, pois me rendi por completo nos braços do Pai
Gratidão a Deus pela vida!!! No último dia 6 de dezembro, fiz a última quimioterapia. Eu venci!
“Ainda que eu andasse pelo vale da sombra da morte, não temeria mal algum, porque tu estás comigo” (Salmo 23:4).
Sala de quimioterapia, há alguns meses. Quando entrei pela porta, para iniciar o tratamento contra o câncer de mama, o medo da morte foi inevitável. Muitas perguntas vinham à minha mente: será que vou resistir? Aos poucos, os medos foram indo embora. Em toda sessão de quimioterapia, eu pedia a Deus que o sangue dele purificasse o meu e só o que era bom fosse absorvido. Aos poucos, fui vendo que sou mais forte que a quimioterapia. “Pois, quando sou fraco, é que sou forte. O poder de Deus se aperfeiçoa nas nossas fraquezas”. (2 Co 2.10)
De gota em gota, fui me tornado mais forte. Sabia em todo o tempo que era a mão de Deus, aquele que tem todo poder, que cuida de mim. Foram 6 ciclos  THCP, muitas idas e vindas, muitos exames, dores no corpo, enjoos etc. Ainda assim, Deus me guardou em tudo, pois desde o início Ele disse: “Esta enfermidade não é para morte, mas para glória de Deus, para que o Filho de Deus seja glorificado por ela”. (Jo 11:4)
O tratamento veio como uma tempestade, e foi avassalador. Tocou em tudo e mudou muitas coisas em mim, por fora mudou meu físico, fiquei irreconhecível, mas neste tempo pude observar que a maior mudança estava acontecendo dentro de mim. Em uma tarde de outono, comecei a olhar as árvores vi que a maioria estavam cinzas, sem folhas, sem flores, só raiz e caule. Senti-me como elas, sem beleza. Ao voltar para casa, olhei-me no espelho e chorei me sentindo como elas, feias, sem vida.
Mas ali Deus, tão lindo, me lembrou de um versículo: “Pois será como a árvore plantada junto a ribeiros de águas, a qual dá o seu fruto no seu tempo; as suas folhas não cairão, e tudo quanto fizer prosperará.” (Sl 1.3)
Então Ele me disse: “Filha, você está passando por uma estação, você pode ter perdido o que achava ser o mais bonito em você, mas você não perdeu o mais importante: as raízes e a fé na minha Palavra. Mesmo que eu tenha tocado na sua carne, você se manteve forte. A tempestade foi avassaladora mas o meu rio lava você e logo as folhas e flores voltarão.” “Para tudo há uma ocasião, e um tempo para cada propósito debaixo do céu” (Ec 3.1)
Posso ver as mudanças acontecendo e a mais linda é a que está acontecendo dentro de mim. O câncer foi a freada brusca que me fez ver a vida com outros olhos. Hoje olho nos meus olhos, que são as janelas da minha alma, e contemplo a beleza sim, mas a que habita dentro de mim.
Minha gratidão a Deus, pois Ele mesmo fez a ferida e Ele curará. Tenho fé na cura completa. Ainda tenho cirurgia e radioterapia pela frente, mas sei que nosso Deus é fiel. Não foi fácil, mas venci, Deus me levou no colo e quando tinha que caminhar, colocou anjos sem asas do meu lado.
Minha família, em especial, que sempre esteve do meu lado, sofrendo comigo, com lágrimas muitas vezes, mas me amando e cuidando de mim. Meus amigos e irmãos na fé, que são fundamentais na minha vida. Sem as orações e palavras de força, não seria possível caminhar. Muitas vezes, quando minhas emoções queriam me levar para a caverna, eu recebia uma palavra, uma mensagem, uma ligação e isso foi alimento para mim, me lembrando o quanto sou amada.
Como Deus cuida dos detalhes, na semana da última quimioterapia foi também aniversário de minha pequena Lorena (dois anos) e o batismo nas águas do meu filho Guilherme. Muita alegria que Deus permitiu a mim e ao Flavio, meu marido, vivenciarmos juntos!
Passar pela quimioterapia foi a pior coisa que me aconteceu na vida, e ao mesmo tempo, a melhor, pois me rendi por completo nos braços do Pai.
A quimioterapia foi meu gigante, mas a fé foi a pedra que usei para enfrentar e vencer. Louvado seja o nome do Senhor!
 
Patrícia Toledo congrega na IAP em Vila Maria (São Paulo, SP).

Nota de falecimento

Dormiu no Senhor o Da. Antonio Loureiro, de Poá (SP)
 
Nesta segunda-feira, o Senhor recolheu seu servo, Da. Antonio Loureiro de Almeida, pai do pr. Carlos Edson, da Convenção Paulistana Leste. Ele era casado com Theresinha dos Santos de Almeida, com quem teve os filhos Carlos, Marcos e Elcio, que lhe deram seis netos e três bisnetos.
Foi um dos valorosos fundadores da IAP em Poá (São Paulo, SP) e era promessista havia 50 anos. Que nosso Deus gracioso console a todos os familiares.
O velório será durante esta noite no Cemitério Cristo Redentor, em Mogi das Cruzes – Av. Antonio Nascimento Costa, 51.
O Sepultamento será nesta terça, às 16 hs, no Cemitério da Saudade – Rua Capitão Joaquim de Melo Freire, s/n – Mogi das Cruzes

Dicas da lição 11 – “Um repouso sabático”

Um repouso sabático

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Dicas

Abertura: Antes de iniciar a sua aula, lembre-se que o estudo da Bíblia é uma atividade não apenas racional, mas, sobretudo, espiritual. Portanto, convoque a classe a orar em favor do estudo.
Slides da lição: Baixe o slide da lição 11, acessando o link: http://portaliap.org/licoes-biblicas-325/ e utilize-o no desenvolvimento da sua aula.
Dinâmica 1 – Despertadores: Previamente coloque espalhados pela classe vários relógios despertadores e prepare-os a fim de que despertem aleatoriamente durante a pergunta 4. (Programe sua aula!) É importante que os alunos não saibam que os relógios irão despertar. Conforme os relógios forem despertando, peça ao aluno que estiver próximo ao despertador que o desligue e prossiga com a aula.
Após todos os relógios despertarem reflita com a classe que enquanto estamos nesta terra temos a correria do dia a dia. A todo momento somos lembrados, despertados e até incomodados sobre algo que precisamos fazer e que somente teremos o descanso eterno e de forma plena quando Jesus voltar.
Caso não tenha despertadores você pode utilizar figuras de relógios espalhadas pela classe e colocar alguns celulares para despertar no momento solicitado.
Dinâmica 2 – Tempo: (para ser feita antes das perguntas 5 e 6).
Materiais: Papel e caneta (para os alunos) e um cronômetro (para o professor)
Entregue um pedaço de papel e uma caneta para cada aluno. Explique para a classe que ela deverá contar o tempo quando falar “já” até “parou”. Eles devem anotar no papel quanto tempo passou durante esse intervalo. Na primeira vez, fique quieto em um canto da sala enquanto roda o cronometro. Repita a atividade, mas dessa vez comece a se movimentar pela sala e aumente o tempo. Repita pela terceira vez a atividade e, dessa vez, além de se movimentar pela sala, tente de forma sutil tirar a atenção dos alunos e aumente ainda mais o tempo. Após parar o cronômetro, veja quem acertou a contagem dos segundos e/ou quem ficou mais próximo ao marcado pelo cronômetro.
Depois, reflita com a classe que nós temos o conhecimento de como funciona o tempo, que 60 segundos é um minuto, e que mesmo sabendo como ele funciona, nós temos dificuldade em lembrar de separá-lo para Deus. Na primeira vez foi mais fácil pois todos estavam concentrados; na segunda e terceira vez começou a ter ruídos, movimentação e o professor começou a atrapalhar a concentração dos alunos. E é assim que acontece na nossa vida. Nós sabemos sobre o sábado, e sobre o que devemos fazer nesse dia, mas com o passar do tempo nós vamos perdendo a concentração, temos dificuldade e nos esquecemos de quão importante é esse dia.
É assim que o inimigo consegue roubar o tempo que utilizamos para servir ao Senhor, tirando a nossa atenção. Precisamos ficar vigilantes o tempo todo.

Nota de falecimento

Dormiu no Senhor a filha do pr. João Augusto
 
Oremos pela família da irmã Divalda da Silveira, da IAP em Carolina (Bauru – SP), que dormiu no Senhor neste sábado, pela manhã, aos 82 anos. Ela era filha do Pr. João Augusto da Silveira, fundador da Igreja Adventista da Promessa, e Dsa. Marcionila da Silveira.
Oremos pelo consolo do Espírito Santo à filha Elaine Pinheiro Chagas e demais familiares. Que a certeza da vida eterna possa confortar seus corações.
Será velada nesta noite, a partir das 18 hs, e o sepultamento será neste domingo, às 10 hs, em Bauru (SP).

A Bíblia é o livro do Cordeiro

Do Gênesis ao Apocalipse, transpira a obra gloriosa de Cristo
  “Não há dúvida de que é grande o mistério da piedade: Deus foi manifestado em corpo, justificado no Espírito, visto pelos anjos, pregado entre as nações, crido no mundo, recebido na glória. ” – 1 Tm 3.16
 
Neste dia da Bíblia – 2º domingo de dezembro – devemos lembrar que Jesus é o personagem central. Porém, não somente da Bíblia e sim de todo o Universo: “Pois dele, por ele e para ele são todas as coisas. A ele seja a glória para sempre! Amém.” – Jo 11.36. Quando falamos de Jesus, falamos do Jesus Bíblico e não do “histórico” que muitos querem construir. O Bíblico para nós é suficiente, pois traz consigo todo o A.T, suas profecias e seus sinais inequívocos. A Bíblia é o Livro do Cordeiro, do Gênesis ao Apocalipse transpira a obra gloriosa de Cristo que foi consumada na cruz. Ele é Soberano em tudo, a fonte e a finalidade de toda a existência. Ele é inesgotável e sobrepõe tudo e em todas as dimensões. Mas apesar disso, sabendo que é impossível abraçar o Infinito, podemos lembrar de alguns nomes que a Bíblia descreve, porque anunciam prismas de Sua infinitude.
Jesus Cristo é o Alfa e Ômega, Autor da vida, Bom Pastor, Caminho, Verdade e Vida, Cordeiro de Deus, Desejado das Nações, Deus forte, Emanuel, Estrela da Manhã, Eu Sou, Filho do Homem, Homem de Dores, Leão de Judá, Luz do Mundo, Maravilhoso Conselheiro, Messias, Mestre, Nazareno, Pai da Eternidade, Pão da Vida, Príncipe da Paz, Raiz de Jessé, Rei dos Reis, Ressurreição e Vida, Renovo, Salvador, Santo e Justo, Senhor dos Senhores, Ungido, Verbo, Videira Verdadeira…
Mas não esqueçamos, Ele é muito mais. Os pregadores do primeiro século da Era Cristã, foram considerados como aqueles que “transtornaram o mundo” ou se preferir “viraram o mundo de cabeça para baixo. ” Porque é impossível encontrar Jesus e ficar como está.  Jesus continua o mesmo, impactando, transformando, transtornando, mas acima de tudo, amando e salvando
Para a Sua glória.
 
Elias Alves Ferreira congrega na IAP em Boqueirão (Curitiba – PR) e integra a equipe do Ministério de Vida Pastoral (MVP).

O que esperar de 2019?

A esperança em Deus não paralisa, mas renova as forças

Os últimos anos foram de muitas incertezas políticas, sociais e econômicas. Nossas famílias enfrentaram uma das piores crises da história de nosso país. Um cenário que trouxe preocupações, dívidas e constantes rearranjos no orçamento do brasileiro. E o que esperar do novo ano que se aproxima?
É certo que começa um novo ciclo político, novo presidente, novos governadores, senadores e deputados e, mesmo diante de tantas decepções recentes, parece que temos a tendência de nos encher de esperança por dias melhores. E é bom que seja assim! Aqueles que não renovam a esperança na vida, nas pessoas e nas possibilidades de dias melhores, por vezes, entram em processos de amargura, depressão e desgosto.
Além do ciclo político, a própria ideia de um novo ano traz expectativas de renovação, promessas de regime, de ser um pai ou uma mãe melhor, metas profissionais, enfim, um novo tempo nos enche de esperança de que as coisas também sejam diferentes. Mas, a pergunta continua, o que esperar de 2019? Quero propor a você duas reflexões sobre o que pode vir.
A primeira reflexão trata-se de entender que a melhor postura é não esperar. Isso mesmo, não tome a atitude passiva de esperar pelas coisas, como se elas fossem acontecer por conta do governo, das pessoas ou das circunstâncias. Seja protagonista de seu novo ciclo, busque oportunidades, bata nas portas que parecem fechadas (elas podem se abrir), lute por seus ideais, não simplesmente planeje uma vida saudável, comece novos hábitos. Esperar, nesse sentido, é ficar parado e isso não lhe levará a lugar algum. A paralisia transforma a espera em tédio e o tédio em desesperança, antes que chegue o carnaval.
A segunda reflexão é que vale a pena esperar. A esperança renovada é um tipo de energia que todo ser humano deve cultivar. A esperança não significa passividade, ao contrário, a esperança pede uma atitude ativa. Planos precisam ser feitos, decisões precisam ser tomadas, alvos e objetivos precisam ser traçados. Vale a pena fazer uma “fotografia mental” do cenário que se imagina para a vida ao final de um ciclo. E obviamente, fazer tudo o que está ao seu alcance para que a visão de futuro vire realidade. Erros, ajustes e obstáculos serão naturais no processo. O que vai fazer você não desistir? A esperança, a firme convicção de que vale a pena seguir o plano traçado.
E aí, o que você espera de 2019? Eu espero que você caminhe e lute por sua família, seus relacionamentos, sua profissão e seus valores. E, em meio a tudo isso, viva com esperança. É desse tipo de esperança que fala um antigo profeta: “Mas os que esperam no Senhor renovarão as forças, subirão com asas como águias; correrão, e não se cansarão; caminharão, e não se fatigarão” (Is 40.1). Entendeu? A esperança em Deus não paralisa, ela renova forças, te dá asas, faz você correr e não se cansar, caminhar e não desistir. A esperança faz mais sentido ainda quando ela é depositada naquele que pode todas as coisas. Confie e espere em Deus, nele você pode confiar!
 
Pr. Junior Mendes é publicitário e líder do Ministério de Jovens da Igreja Adventista da Promessa – Convenção Geral. Publicado originalmente na revista Dialogo, da IAP em Vila Maria

Cristocêntricos, sempre!

O maior erro de um sermão não está na estrutura mas na falta de referência clara à pessoa e obra de Cristo

“E começando por Moisés e todos os profetas, explicou-lhes o que constava a respeito dele em todas as Escrituras. ” (Lucas 24.27)
O contexto mostra que Jesus havia ressuscitado e dois discípulos caminhavam tristes, da cidade de Jerusalém para a aldeia de Emaús. A razão era por não compreenderem e experimentarem ainda, a alegria da Ressurreição do nosso Senhor. (Lc 24.13-17). Foi quando Jesus aproximou-se deles e, após ouvi-los, ministrou-lhes sobre a importância da Sua morte e ressurreição, baseando-se nos escritos de Moisés, o Pentateuco, em todos os profetas e em todas as demais Escrituras, possível referência aos Livros Históricos e Salmos.
A Bíblia, apesar de ter sido escrita por mais de 40 escritores, de posições sociais diferentes; de estarem separados por mais de 1.500 anos entre Moisés, o primeiro e João, o último; de ter sido escrita originalmente em três idiomas – o hebraico, o aramaico e o grego, em três continentes – África, Ásia e Europa; de possuir internamente 66 livros, mas, por milagre de Deus, é inerrante, possuindo apenas um enredo principal, uma única história prevalecente, uma árvore de apenas um caule, um único rio transbordante de graça, que é Jesus, o Cristo. Toda linguagem tipológica das Escrituras Sagradas culmina no Filho de Deus.
Por isso, nossos ensinos e pregações não podem fugir deste padrão. Para sermos, de fato, um povo “evangélico”, não devemos deixar de pregar os detalhes do “Evangelho”, que é a Humanização, os Ensinos, a Morte, a Ressurreição, a Ascensão e Segunda Vinda de Cristo. O que jamais conseguiríamos por nós mesmos, Cristo fez por nós, o qual aceitamos pela fé e nos é doado gratuitamente, sem merecimento da nossa parte.
O exemplo do próprio Cristo, ao aquecer o coração dos dois discípulos na estrada de Emaús, foi embasar a Si próprio nas Escrituras. E mesmo antes da cruz afirmou: “Vocês estudam cuidadosamente as Escrituras, porque pensam que nelas vocês têm a vida eterna. E são as Escrituras que testemunham a meu respeito. ” (Jo 5.39).
Nossas mensagens não devem ser apenas bíblicas, mas Cristocêntricas, ou seja, Cristo no centro. Por exemplo: Se pregarmos sobre Davi, no episódio em que derrotou o gigante Golias (1 Sm 17) estaremos sendo bíblicos, mas temos que ter o cuidado de não pregarmos apenas algumas partes com conteúdo de autoajuda. Ou ainda, Davi, um jovem que apenas mata um gigante, fazendo dele um herói. Porém, se conectarmos esta história à espinha dorsal de todo panorama bíblico que é Jesus, estaremos pregando o Evangelho. Os Filisteus estavam oprimindo a nação de Israel. O gigante Golias estava desafiando as tropas Israelitas. E, não havia alguém capaz de lutar com ele. Até que veio Davi, que não aceitou as armaduras de Saul, que foi no poder do Espírito de Deus e em nome do Senhor dos Exércitos, e com apenas uma pedra o derrotou. Satanás e os pecados também atacam, oprimem, roubam a paz, e não apenas de uma nação, mas de toda a humanidade. E não há nenhum ser humano capaz de derrotá-lo, pois todos pecaram (Rm 3.23).
Até que veio Jesus, o “Filho de Davi”, que viveu humildemente entre nós, em completa santidade, que não aceitou armadura ou ajuda externa, e venceu todas as forças do mal, todo pecado, escravidão e temor. E não com uma pedra, porém, pelo Seu sangue na cruz: “Quando vocês estavam mortos em pecados e na incircuncisão da sua carne, Deus os vivificou juntamente com Cristo. Ele nos perdoou todas as transgressões; e, tendo despojado os poderes e as autoridades, fez deles um espetáculo público, triunfando sobre eles na cruz. ” Cl 2.13 e 15 e ainda: “quanto mais, então, o sangue de Cristo, que pelo Espírito eterno se ofereceu de forma imaculada a Deus, purificará a nossa consciência de atos que levam à morte, de modo que sirvamos ao Deus vivo! ” – Hb 9.14. Quando fazemos isso, pregamos o Evangelho. Cristo é glorificado.
O maior erro homilético não são as divisões de um sermão, as frases de transição, as concordâncias e palavras pronunciadas de forma errada, mas, a falta de referência clara à Pessoa e Obra de Cristo. Jesus é o alvo de todo o universo e de toda a história e deve ser de nossos ensinos e sermões. O que mais as pessoas precisam é de Cristo. A maior missão da Igreja é falar incansavelmente da cruz do nosso Senhor. Quando o fazemos, acertamos porque pregamos o Evangelho. Quando omitimos, erramos. Não esqueçamos jamais que Jesus Cristo é o nosso tudo.

Pr. Elias Alves Ferreira congrega na IAP em Boqueirão (Curitiba – PR) e integra a equipe do Ministério de Vida Pastoral – Convenção Geral.

Dicas da lição 10 – “O sábado foi abolido?”

O sábado foi abolido?

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Dicas

Abertura: Antes de iniciar a sua aula, lembre-se que o estudo da Bíblia é uma atividade não apenas racional, mas, sobretudo, espiritual. Portanto, convoque a classe a orar em favor do estudo.
Slides da lição: Baixe o slide da lição 10, acessando o link: http://portaliap.org/licoes-biblicas-325/ e utilize-o no desenvolvimento da sua aula.
Dinâmica: Após o término do tópico 2, cite o título do item “3: Um dia é mais importante que o outro?” e realize a seguinte dinâmica seguindo as orientações da mesma:
O objetivo da atividade é oportunizar reflexão sobre o tempo destinado para as atividades do cotidiano, trabalho, estudo, descanso, família, lazer, devocional e Igreja.
– Material: 1 caixa de sapato com tampa revestida com papel liso (sem estampas), 1 tesoura, 1 tubo de cola e figuras variadas que representem: trabalho, estudo, ocupações diversas, descanso, família, lazer, devocional e culto.
– Participantes: 2 a 4 pessoas
– Tempo estimado: 8 minutos
– Atividade: Coloque os participantes um ao lado do outro e entregue a caixa de sapatos para eles (um de cada vez). Apresente para os alunos a caixa de sapatos com a tampa e diga-lhes que ela representará o lugar e o tempo das nossas ocupações. Agora, peça para que o aluno a caixa. Nela, eles encontrará apenas a figura de um relógio colada na parte de dentro da tampa. Comente que o nosso tempo está muito cheio de tarefas de diversas formas. Diga-lhes também que o tempo está curto e por isso deixamos de realizar algumas atividades. Fale que a caixa está vazia e peça para que o aluno preencha a caixa das ocupações. Oriente o aluno para colocar dentro da caixa as figuras que podem representar as tarefas que realiza durante a semana. Depois disto, separe e, junto com o aluno, coloque dentro da caixa as tarefas que tomam mais tempo. Feche a caixa e cole na tampa (na parte de fora) as figuras que representam as atividades que demandam menos tempo. Pergunte por que estas atividades foram colocadas e coladas em cima da tampa?
Algumas explicações:
1) Porque não devemos esquecê-las e, por isso, devem estar visíveis e “fixadas na nossa mente”;
2) Porque elas demandam um espaço menor, representando menos tempo, mas não são menos importantes;
3) Porque devem ser entendidas como algo que é necessário, pois ignorá-las pode acarretar danos espirituais e físicos.
Caso o aluno não tenha escolhido figuras que representem tempo para o descanso ou lazer, oriente-o a repensar e tomar iniciativa de promover momentos para os fins citados, tendo em vista que isto promove seu bem-estar físico, social e mental, proporcionando-lhe saúde. Pois, conforme a OMS (Organização Mundial de Saúde), saúde é “o estado de completo bem-estar físico, mental e social e não simplesmente a ausência de doença ou enfermidade”. Reforce o cuidado divino para com os seus filhos ao separar um dia para o descanso e comunhão, uns com os outros e com Ele.
Direcionamento de perguntas: No tópico “II. Para praticar”, divida a classe em dois grupos e peça para um representante de cada grupo responder as perguntas 5 e 6 respectivamente em no máximo 3 minutos. Abra espaço para a outra equipe fazer comentários se for necessário. A atividade deve durar no máximo 10 minutos.

Nota de falecimento

Dormiu no Senhor o PR. Vágner Belmá

Pedimos a todos que orem pela família do PR Vagner Belmá, que dormiu no Senhor hoje pela manhã, em Londrina (PR).
A igreja ainda se lembra de seu sermão, emocionado, na IAP em Londrina no último dia 17 de novembro.
No dia 20 ele sofreu um enfarto e os exames mostraram que o coração havia sido bastante prejudicado.
No dia 28 foi submetido a cirurgia, que resultou em 3 pontes safena. Nesta manhã, a pressão arterial caiu muito e ele não resistiu.
Ele havia pastoreado várias igrejas na Convenção Paranaense e também em São Paulo, onde ele havia morado há alguns anos.
Pr Vagner tinha 66 anos e estava casado há 43 anos com dsa. Albertina, com quem teve duas filhas.
Que nosso Pai Eterno console a todas, bem como aos genros e netos.

Congresso de Missões – Material para download

Faça o download do material escrito e dos slides das palestras e trilhas do Congresso de Missões – Eu sou proclamação.
O evento foi realizado nos dias 23 e 24 de novembro de 2018, na Estância Árvore da Vida, em Sumaré, SP.

  • [ DOWNLOAD ]  A missão cristã frente às catástrofes e calamidades – Analzira Nascimento
  • [ DOWNLOAD ]  A missão de ser e fazer discípulos – Silvio Gonçalves
  • [ DOWNLOAD ]  A proclamação do evangelho e a inclusão – Wilson de Carvalho
  • [ DOWNLOAD ]  A revitalização de igrejas – Felipe José
  • [ DOWNLOAD ]  Batalha espiritual no campo missionário – Durvalina Bezerra
  • [ DOWNLOAD ]  Identidade missional da igreja – Tim Carriker
  • [ DOWNLOAD ]  O louvor missional – Samuel Braz
  • [ DOWNLOAD ] Pregação bíblica e relevante – Alexandro Jorge
  • [ DOWNLOAD ]  Proclamando o evangelho aos encarcerados – Solange
  • [ DOWNLOAD ]  Quero ir para o campo missionário – Osmar Pedro
  • [ DOWNLOAD ]  Uma igreja para a cidade – Caio Batista

Pedido de oração

Vamos orar por Thainá, de Santa Catarina

Uma jovem irmã precisa de nossas orações. É Thainná, de 23 anos, promessista de Santa Catarina, recém-casada.
Ela descobriu há cinco anos ser portadora de retocolite ulcerativa (inflamação no intestino). Vem fazendo o tratamento desde então, mas teve uma piora e agora os exames mostraram que parte do intestino grosso e reto estão bem comprometidos. Mesmo assim, o milagre de Deus é notório, pois os médicos dizem que deveria estar muito debilitada, também em função da anemia decorrente, mas ela está relativamente bem.
Precisa passar por uma cirurgia de emergência para extrair o intestino grosso. Familiares e amigos estão se mobilizando para custear as despesas. Vamos pedir a Deus que providencie todo o tratamento necessário e que sua recuperação seja muito abençoada por Deus!