Pedido de oração

Interceda pela Dsa Gersonita

Na próxima segunda, a Dsa Gersonita, esposa do PR. João Carlos, do Rio Grande do Sul, vai passar por uma cirurgia para retirada de um câncer de mama. Ela se submeteu a quimioterapia, o tumor foi reduzido, e agora a cirurgia deve retirar toda a enfermidade. Vamos pedir ao nosso Deus bondoso que a cure por completo.

Nos braços do Sumo Pastor

Cada esposa de pastor deve se lembrar que há descanso em Jesus

Ela deve estar sempre cedo na igreja, antes do início dos cultos. Ela deve estar sempre bem vestida, mas de forma modesta. Ela deve manter os filhos sob controle, mesmo que sejam pequenos, para que não atrapalhem o andamento do programa. Ela deve cumprimentar os membros da igreja, com simpatia e acolhimento, de preferência, lembrando os nomes de cada um. Ela deve orar, sempre e com dedicação, por seu marido, seus filhos, mas também pela igreja, lembrando-se dos aflitos e enfermos, e pelos que precisam ser alcançados pelo evangelho.
Ela deve…Ah, são tantas as atribuições da esposa de um pastor, que a lista seria impossível de ser registrada aqui. Como então, lidar com a expectativa da igreja? Como lidar com a expectativa do marido, o pastor da igreja? Como lidar com a sua autocobrança, sempre insatisfeita por deixar alguma área descoberta?
Você, esposa de pastor, precisa se lembrar que não é perfeita. Seu modelo é Cristo e você deve buscá-lo de todo o coração, mas não se esqueça de sua total dependência dEle. Isso trará o devido equilíbrio a sua vida, pois não se esquecerá de cuidar de si mesma, cuidando apenas dos demais, nem irá negligenciar sua família, auxiliando seu marido no cuidado com o rebanho. Amar ao próximo como a si mesma requer sabedoria, cuidando de sua vida emocional, familiar e devocional, afinal, sem Ele nada podemos fazer.
Nesta data especial – 22 de julho, Dia do Pastor Promessista – honramos todas aquelas que desenvolvem o ministério juntamente com seus maridos, colocando suas vidas à total disposição do Mestre e mostrando Cristo em suas palavras e atitudes.
O ministério é glorioso mas também é penoso em alguns momentos, isso é fato… Mas que essas lutas temporais não roubem sua alegria de ter respondido ao chamado mais sublime de todos: o chamado de Jesus. Ele é o seu Sumo Pastor, entende suas limitações, suas fraquezas, suas frustrações e jamais a lançará fora.
Quando a lida for difícil, quando o choro for inevitável, quando pensar até em desistir, corra para Ele e encontrará renovo: “Venham a mim, todos os que estão cansados e sobrecarregados, e eu lhes darei descanso.
Tomem sobre vocês o meu jugo e aprendam de mim, pois sou manso e humilde de coração, e vocês encontrarão descanso para as suas almas.
Pois o meu jugo é suave e o meu fardo é leve”. (Mateus 11:28-30 – NVI)

Dsa. Lilian Mendes, congrega na IAP em Vila Maria (São Paulo,SP) e atua no Ministério de Vida Pastoral (MVP) da Convenção Geral.

Novas lições

Confira as novas lições para Pequenos Grupos de Pastores e Esposas.
O conteúdo é uma publicação do Ministério de Vida Pastoral e se soma a outros estudos, que podem ser conferidos AQUI.
Para fazer o download, clique sobre os links abaixo.
Lições 25 a 32 – [DOWNLOAD] – PDF
Lição 25 – Maná – .pdf
Lição 26 – Consagração – .pdf
Lição 27 – Insatisfação no rebanho – .pdf
Lição 28 – Liderança participativa – .pdf
Lição 29 – Crise na liderança – .pdf
Lição 30 – Diga-me com quem – .pdf
Lição 31 – Discipulado: Tríplice tarefa – .pdf
Lição 32 – Harpa no salgueiro – .pdf

Missões Radical no Peru

Galera missional

Sob a liderança da junta de Missões e dó Ministério Jovem da IAP, um grupo de brasileiros está no Peru para fazer a diferença ali,como discípulos de Cristo.
Acompanhe o trabalho dia a dia.
Confira sobre o segundo dia de Missões Radical no Peru!

Dicas da lição 3 – "Israel, o povo da missão"

Israel, o povo da missão

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Dicas

Dinâmica: No item 3: Os encargos, peça para os alunos descreverem qual é a missão que alguns profissionais devem exercer em sua função. Exemplo: Médico – saber identificar através dos sintomas do paciente qual a doença; conhecer o tratamento eficaz para a cura da doença em questão; orientar o paciente em como proceder em todo o tratamento, etc. 
Sugestão de outros profissionais: bombeiro, cozinheira, engenheiro, professor.
No final, peça para a classe descrever a missão do cristão chamado por Deus, a fim de pontuar qual papel devemos exercer na sociedade como servos de Deus chamados para ser luz.
Dinâmica 2: No item 4: A rejeição, aplique a dinâmica “Luz do Mundo” que mostrará como o pecado tenta apagar a luz de Deus em nossas vidas, nos instigando a não cumprir o propósito para o qual Deus nos chamou. Segue o link com o passo a passo da dinâmica: https://www.youtube.com/watch?v=LFC55tr0JOo&t=248s
Vídeo: No item 2 da aplicação como herdeiros do chamado de Israel, sejamos um povo grato, utilize o vídeo do Rev. Augusto Nicodemos – “Ingratidão a Deus é um grande problema da humanidade” – no link: https://www.youtube.com/watch?v=YOEo5xpIBtA
Material de apoio 1: Use os comentários adicionais, disponíveis no espaço abaixo, para complementar a sua aula. Para ouvir o podcast desta lição, acesse: http://portaliap.org/wp-content/uploads/2018/05/LB324_03.mp3; Utilize os slides desta lição disponíveis em: http://portaliap.org/licoes-biblicas-324/
Material de apoio 2: A Junta de Missões sempre disponibiliza a Lição Bíblica em libras. Informe seus alunos sobre este importante trabalho. Veja: https://www.youtube.com/channel/UCSajxLcXf10Zmvnz3wv7qag

Comentários Adicionais

  1. O Deus do Antigo Testamento é Missionário
    “A ideia de que o Antigo Testamento é um livro missionário e de que Deus é um Deus missionário é uma surpresa para muita gente. Afinal, sempre se pensa no Deus do Antigo Testamento como sendo exclusivamente o Deus de Israel. Todos recordam como Deus chamou Abraão e fez uma aliança com ele e seus descendentes; como ele renovou a sua aliança com Isaque e Jacó e, posteriormente, com as doze tribos que ele resgatara da escravidão no Egito e trouxera para o Monte Sinai, onde prometeu que seria o seu Deus e que faria deles o seu povo; como ele os estabeleceu na terra prometida e os abençoou com reis, sacerdotes e profetas, preparando-os para a vinda do Messias”. (Stott, John. Ouça o Espírito, ouça o mundo. Tradução de Silêda Silva Steunargel. São Paulo: ABU, 2005, p.364).
  2. Um povo que antecederia o Messias
    “[…] o Antigo Testamento começa, não com Abraão, mas com Adão; não com a aliança, mas com a criação; não com a raça escolhida, mas com a raça humana. Ele declara enfaticamente que Javé, o Deus de Israel, não era um deusinho tribal de estimação como Camos, o Deus dos moabitas, ou Milcom, o deus dos amonitas, mas o criador dos céus e da terra, o Senhor das nações, o “Autor e Conservador de toda vida”. Esta é a perspectiva de todo o Antigo Testamento. […] Javé dissera a Abraão que deixasse “a sua terra, a sua parentela e a casa do seu pai” e fosse para uma outra terra que ele lhe haveria de mostrar. […] Não seria exagero dizer que Gênesis 12.1-4 é o texto mais unificador da Bíblia inteira, pois nele se encerra o propósito salvífico de Deus, ou seja, de abençoar o mundo inteiro através de Cristo, que seria semente de Abraão”. (Stott, John. Ouça o Espírito, ouça o mundo. Tradução de Silêda Silva Steunargel. São Paulo: ABU, 2005, pp.364,365).
  3. Por meio de Israel, os gentios deveriam ser abençoados
    “Gênesis 12.1-4 é o texto mais unificador da Bíblia inteira. […] O resto da Bíblia é um desdobramento disso e a história subsequente tem sido um cumprimento disso. Primeiro Deus preparou Israel para a vinda de Cristo; e depois, através da sua vinda, tem abençoado o mundo desde então. Nós mesmos não seríamos seguidores de Jesus, hoje, se não fosse por este texto: nós somos beneficiários da promessa de Deus feita a Abraão há cerca de quatro mil anos. “Se sois de Cristo”, escreveu Paulo, “também sois descendentes de Abraão, e herdeiros segundo a promessa.” Uma vez mais, se compartilhamos da sua fé, “Abraão é pai de todos nós”. Pois a promessa divina foi um anúncio prévio do evangelho feito a Abraão, a saber, que Deus “justificaria pela fé os gentios”’. (Stott, John. Ouça o Espírito, ouça o mundo. Tradução de Silêda Silva Steunargel. São Paulo: ABU, 2005, pp.365,366).
  4. Israel vivia se esquecendo da missão
    “O trágico no Antigo Testamento é que Israel vivia se esquecendo do escopo universal da promessa de Deus. Eles negligenciavam o fato de que Deus havia escolhido uma família a fim de abençoar todas as famílias. Passaram a preocupar-se consigo mesmos e com sua própria história. Chegaram ao ponto de perverter a verdade da eleição divina, interpretando-a erroneamente como favoritismo divino, o que os levou a se vangloriarem de seu status privilegiado e a pressuporem que eram imunes ao juízo de Deus. Assim, os profetas tinham que viver tentando ampliar a visão deles, lembrando-os de que o propósito de Deus através dos descendentes de Abraão era abençoar as nações. Por exemplo, Deus iria fazer das nações a “herança” e a “possessão” do Messias; todas as nações iriam servi-lo; ele haveria de ser uma luz para as nações gentias; e, naquele dia, todas as nações e povos afluiriam para o templo do monte do Senhor”. (Stott, John. Ouça o Espírito, ouça o mundo. Tradução de Silêda Silva Steunargel. São Paulo: ABU, 2005, p.366)

Dicas da lição 2 – "O reino de Deus e a missão"

O reino de Deus e a missão

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Dicas

Leitura: O artigo “A missão do Reino de Deus” integra uma série de artigos do teólogo René Padilla, e pode ajudar o professor na compreensão pessoal do significado e da relação entre o Reino de Deus e a missão. Disponível em http://www.ultimato.com.br/revista/artigos/343/a-missao-do-reino-de-deus-parte-7
Quebrando o Gelo: Logo após a leitura do nosso objetivo você poderá usar a música “trabalhadores” de Daniel de Souza disponível nesse link: https://www.youtube.com/watch?v=htV3JIgOK6g, até o minuto 3:10. Você pode combinar previamente com 4 alunos da classe, para que cada um represente uma parte “física de Jesus” dita na música, sendo estas a boca, os olhos, as mãos e os pés. Assim após a classe ouvir a música, cada aluno da dinâmica poderá se levantar e dizer: “Sou a boca de Jesus para…”, “Sou os olhos de Jesus para…”, “Sou as mãos de Jesus para…”, “Sou os pés de Jesus para…” (O aluno deverá citar algum exemplo prático de como manifestar a missão do reino de Deus).
Imagem: No Item 2 (terceiro parágrafo) e respectiva questão (3), sobre o papel central da Obra redentora de Cristo, apresente a imagem de uma simples cruz vazia, seja em cartaz ou recurso multimídia, e questione a classe sobre o papel da cruz no cumprimento da missão de Deus.
Vídeo: No item 2 da aplicação “A IGREJA EXISTE PARA SERVIR A MISSÃO DE DEUS”, e questão 6, o professor poderá usar um vídeo objetivo que contribui para nos lembrar sobre a nossa vocação para o “IDE” ao mundo. Disponível no Link: https://www.youtube.com/watch?v=_0VURks6EVQ&index=23&list=WL&t=0s
Material de apoio 1: Use os comentários adicionais, disponíveis no espaço abaixo, para complementar a sua aula. Para ouvir o podcast desta lição, acesse: http://portaliap.org/wp-content/uploads/2018/05/LB324_02.mp3; Utilize os slides desta lição disponíveis em: http://portaliap.org/licoes-biblicas-324/
Material de apoio 2: A Junta de Missões sempre disponibiliza a Lição Bíblica em libras. Informe seus alunos sobre este importante trabalho. Veja: https://www.youtube.com/channel/UCSajxLcXf10Zmvnz3wv7qag

Comentários Adicionais

  1. O Rei e seu Reino
    “Gênesis 1 e 2 apresentam Deus como o Rei da criação. Esse Rei é tão poderoso e sua palavra possui tamanha autoridade que ele tem apenas de falar para chamar as coisas à existência. Gênesis 1 e 2 descrevem o Rei criando um reino sobre o qual ele governará. No jardim do Éden, tudo funcionava em perfeita harmonia e em perfeita submissão ao domínio do Rei. Nas primeiras páginas da Bíblia, encontramos um belo retrato de como funciona o mundo quando todos e tudo abraçam com alegria a autoridade do Rei”. (Chan, Francis. Multiplique: discípulos que fazem discípulos; traduzido por Daniel Faria. São Paulo: Mundo Cristão, 2015, p. 180).
  2. A dádiva e as responsabilidades do Reino
    “O poder dinâmico do reino de Deus evidente no ministério de Jesus capacitará igualmente essa comunidade para ser luz para as nações. […] Uma dádiva sempre envolve responsabilidade, e o privilégio conduz à obrigação. A dádiva do reino de Deus exige uma vida que encarne a boa notícia de que chegou o poder divino de renovação do fim dos tempos. Jesus gasta uma porção considerável do seu tempo ensinando às sua comunidade de discípulos um modo de vida diferente que servirá como contraste para a cultura ao seu redor e tornará evidente que o reino de Deus já despontou”. (Gohee, Michael W. A igreja missional na Bíblia: luz para as nações. Tradução de Ingrid Neufeld de Lima. São Paulo: Vida Nova, 2014, pp.113,114).
  3. O que é o Reino de Deus?
    “Não é exagero dizer que o Reino de Deus foi o principal pensamento de Jesus. A palavra é usada mais de cem vezes nos Evangelhos, em comparação com apernas três referências à Igreja [..] O Reino não é um domínio, um território, mas o governo de Deus como Rei […] Mais exatamente, o Reino é o governo do soberano (Deus expressando a Sua vontade e presença poderosa) mais a resposta dos súditos (quando se submetem ao controle do soberano) Governo sem resposta é menos do que Reino […] Muitos que se dizem cristãos se submetem à posição de Deus como Governante Supremo, mas na verdade não reagem como súditos. O Reino envolve tanto o governo como a resposta”. (Stevens, R. Paul. Os outros seis dias. Tradução Neyd Siqueira. Viçosa: Ultimato, 2005, pp.152, 153).
  4. A vida que testemunha do Reino por vir
    “A instrução de Jesus dada a seus discípulos em relação ao correto modo de vida é mais bem entendida no contexto […] de escatologia. […] Ela é escatológica: o anúncio do reino é uma mensagem sobre a restauração da vida humana como um todo sob o governo de Deus. A vida dos seguidores de Jesus deve servir como sinal do reino, do poder curador e libertador de Deus que irrompe na história. Como restauração da vida humana, o reino se volta ao plano original que Deus tinha para a humanidade na criação. Uma vez que o reino está por vir no futuro, ele também aponta para frente como um sinal do que está vindo. […] O ensino de Jesus também possui uma firme ênfase comunitária, buscando formar uma comunidade visível e que pode ser reconhecida como um corpo sob o governo de Deus”. (Goheen, Michael W. A igreja missional na Bíblia: luz para as nações. Tradução de Ingrid Neufeld de Lima. São Paulo: Vida Nova, 2014, p.114).

Seminário Temático do CETAP

O seminário Temático 2018 do CETAP (Centro de Estudos Teológicos Adventista da Promessa), acontece na próxima semana.
Confira os temas e palestrantes dos três dias do evento, que será realizado em São Paulo, SP.
Temas

  • Dia 10Dilema I – Crer, mesmo frente às injustiças sociais? (Hb 1:1-11)
    Preletor: Pr Willy Correia da Silva
  • Dia 11Dilema II – Crer, mesmo frente ao problema do mal? (Hb 1:12-2:20)
    Preletor: Pr Eleilton William de Souza Freitas
  • Dia 12Dilema III – Crer, mesmo na iminência da angústia? (Hb 3:1-19)
    Preletor: Pr José Lima de Farias Filhos

Público alvo: Alunos e ex-alunos do CETAP, e interessados em geral
Dias e horário: 10, 11 e 12 de julho de 2018, às 19h30
Local: Av. Voluntários da Pátria, 1168 – Perto do Metrô Carandiru

Lia

A verdadeira alegria da vida é encontrada somente no Senhor

Eu amo a Bíblia por causa da franqueza com que ela trata os seus heróis, está repleta de histórias de pessoas reais e de seus temores, conflitos e frustrações. Não é um livro que se dedica a contar apenas as proezas de seus heróis, mas registra em suas páginas a realidade da vida de medo, de dor, de erros, de pecados, de frustrações e de desilusões desses heróis.
Hoje quero refletir sobre Lia, filha de Labão, esposa de Jacó. Foi conhecendo sua história que ela se tornou para mim uma heroína.
Todos nós temos sonhos, desejos, aspirações, projetos. Com Lia não era diferente. Uma jovem menina que esperava um dia ver seus sonhos realizados, por mais simples e humildes que fossem, até que seu pai a fez casar-se com alguém que não a amava. Desse dia em diante, Lia travou uma luta ferrenha tentando se adequar ao destino que seu pai lhe havia escolhido.
Jacó, filho de Isaque com Rebeca e irmão caçula de Esaú, teve que fugir da casa de seu pai depois que conspirou com sua mãe e enganou Isaque, seu pai, que estava cego e enfraquecido. Jaco fez isso para receber a benção da aliança, defraudando assim seu irmão, Esaú, que prometeu vingar-se assim que seu pai morresse. Jacó fugiu de Esaú para viver com os parentes de sua mãe, a família de seu tio Labão.
“Ora, Labão tinha duas filhas; o nome da mais velha era Lia, e o da mais nova, Raquel. Lia tinha olhos meigos, mas Raquel era bonita e atraente” (Gn 29.16-17, NVI).
A palavra hebraica traduzida por “meigos” significa “fracos” e é de difícil interpretação. A verdade é que algo sobre os olhos de Lia soava negativamente para aquela época. Seja qual for o motivo, ela não era considerada atraente e cresceu à sombra de sua linda irmã mais nova, Raquel. A usura e desonestidade de seu pai Labão ,unidos à ideia de que a única forma de arrumar um casamento para Lia seria por meio de enganar alguém, fazia crescer em Lia a dor da rejeição e da humilhação.
Apaixonado por Raquel, Jacó propôs trabalhar sete anos em troca da mão de sua amada em casamento. Ao término dos sete anos, Jacó exigiu casar-se com Raquel e foi então que o sagaz Labão pôs seu plano em ação. Depois de uma festa regada com bastante vinho e uma noiva com um grosso véu sobre o rosto, Jacó casa-se com Lia, pensando que estava casando com Raquel. Você consegue imaginar o choque? No outro dia, bem cedo, ele se levanta e vê que quem está ao seu lado não é Raquel, mas Lia. Assim, o palco foi preparado para outra devastadora realidade que Lia deveria enfrentar. Mais uma vez, Lia seria motivo de desprezo e vergonha, agora não mais na casa de seu pai, mas na sua própria casa.
“Quando o Senhor viu que Lia era desprezada, concedeu-lhe filhos” Gênesis 29:31
Eu gosto da ideia de um Deus que ama os injustiçados, de um Deus que gosta de gente que sofre, de gente que grita, de gente que perdeu tudo. É o Deus do amor, é o Deus do consolo, é o Deus do aflito, é o Deus do oprimido. O interessante é que os três primeiros filhos de Lia recebem nomes que declaram a sua imensa vontade de ser vista, de ser ouvida, de ser amada como ela é.
Lia engravidou, deu à luz um filho, e deu-lhe o nome de Rúben, pois dizia: “O Senhor viu a minha infelicidade. Agora, certamente o meu marido me amará”. (Gênesis 29:32)
Lia engravidou de novo e, quando deu à luz outro filho, disse: “Porque o Senhor ouviu que sou desprezada, deu-me também este”. Pelo que o chamou Simeão. (Gênesis 29:33)
De novo engravidou e, quando deu à luz mais um filho, disse: “Agora, finalmente, meu marido se apegará a mim, porque já lhe dei três filhos”. Por isso deu-lhe o nome de Levi. (Gênesis 29:34)
Como dói ver o lamento de Lia, ela queria apenas ser amada, ser vista, ser feliz, todavia algo mudou com o nascimento do quarto filho.
Engravidou ainda outra vez e, quando deu à luz a outro filho, disse: “Desta vez louvarei ao Senhor. Assim deu-lhe o nome de Judá. Então parou de ter filhos”. (Gênesis 29:35)
É como se Lia estivesse dizendo: chega de sofrimento, chega de vergonha, chega de desprezo, pois eu tenho um Deus que me vê, que me ouve, e que me pega em seus braços de amor e promete estar ao meu lado o tempo todo “Porventura pode uma mulher esquecer-se tanto de seu filho que cria, que não se compadeça dele, do filho do seu ventre? Mas ainda que esta se esquecesse dele, contudo eu não me esquecerei de ti”. (Isaías 49:15)
Judá, “desta vez louvarei ao Senhor”, é um brado de vitória que Lia estava dando. É como se ela dissesse: o motivo da minha alegria é o Senhor, os filhos são benção de Deus, o casamento é benção do Senhor, mas a verdadeira alegria vem do Senhor, por isso eu o LOUVAREI para sempre.
Deus abençoa Lia, tornando-a não apenas mãe de quatro filhos das doze tribos de Israel, mas a matriarca legitima da tribo de Judá, da qual descenderia o Messias, o filho de Deus.
Em toda sua vida, Lia esperou ser vista, ouvida, tocada e amada por Jacó, mas foi em idade avançada que talvez ele tenha percebido o valor da mulher que lhe tinha sido dada como esposa, e escolheu ser enterrado na sepultura da família, perto de Lia (Gn 49.31), em vez de escolher ser sepultado perto de Belém, onde Raquel estava enterrada.
A seguir, Jacó deu-lhes estas instruções: “Estou para ser reunido aos meus antepassados. Sepultem-me junto aos meus pais na caverna do campo de Efrom, o hitita, Ali foram sepultados Abraão e Sara, sua mulher, e Isaque e Rebeca, sua mulher; ali também sepultei Lia. (Gênesis 49:29-31)

Pr. Arimateia Oliveira Costa é superintendente da Convenção Goiás, da Igreja Adventista da Promessa.

Dicas da lição 1 – "A missão nasceu em Deus"

A missão nasceu em Deus

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Dicas

Reforçando a resposta da 2ª pergunta: Algum dos alunos, ao ser perguntado sobre as pessoas que Deus enviou para uma missão, seguramente apontará parte dos personagens elencados no segundo e no terceiro parágrafos do item 1 da lição. Diga que a resposta está satisfatória, mas que você deseja se aprofundar mais sobre a missão de iniciativa de Deus. Com uma caneta preta para quadro branco em mãos, faça um traço vertical mais ou menos no centro do quadro branco. Escreva, em cima e à esquerda, em vermelho, a palavra PESSOA. Escreva, do outro lado do traço, também em cima e em vermelho, a palavra MISSÃO. Agora, com uma caneta preta, inicie a lista com os personagens citados pelo aluno que respondeu a pergunta da lição e, em seguida, estimule os demais alunos a citar as pessoas que Deus chamou para uma missão na Bíblia. Escreva cada nome do personagem bíblico (válido, é claro!) à esquerda do traço e uma síntese da respectiva missão dada ao personagem à direita do traço. Faça a lista com o máximo de nomes/missões que couberem no quadro branco.

 

  • OBJETIVO: Reforçar e tornar plausível o presente ensinamento de que a missão de salvação aos homens partiu do próprio Deus.
  • MATERIAL: Prepare, previamente, um quadro branco num tripé. Tenha, também, canetas em duas cores, novas (teste-as antes), cujo uso faça com que as escritas sejam vistas por quem está nos últimos assentos da sala.

ATENÇÃO 1: Escreva em letras grandes, com letras de forma e bem legível para que o propósito de centrar a atenção dos alunos ao ensino não se transforme em gracejos ou objetivos confusos. Lembre-se: Você é o responsável pelo brilho da sua aula.
ATENÇÃO 2: Leve anotado à parte o máximo de nomes e respectivas missões para a aula. Caso seus alunos tenham dificuldades para lembrar nomes, dê dicas e ajude-os a se lembrar dos nomes que você levou anotado (não se mostre “o sábio”, “o mestre” para não inibi-los. Dê pistas, mas serão eles que terão de falar, ok?
Ilustração (Manual de instruções): Ao mencionar o item 2, “o livro da missão”, pegue o manual de instruções (vide “MATERIAL” abaixo), leia uns dois pontos da INSTALAÇÃO, leia uns dois pontos do USO DO APARELHO, leia uns dois pontos da LIMPEZA/MANUTENÇÃO, leia alguns pontos de COMO AUMENTAR A VIDA ÚTIL, leia um pedaço das CONDIÇÕES DE GARANTIA e, principalmente, leia uma parte que você considera importante sobre os CUIDADOS NO USO DO APARELHO. Após fazer a leitura, pergunte para a classe se há alguém ali que compra aparelhos eletrônicos e já começa usá-los sem ler o manual de instrução. Dê liberdade para as respostas, mas não as valorize, porque elas não têm relevância ao presente estudo. Após a manifestação, faça a seguinte argumentação: “Para instalarmos e fazermos bom uso de um equipamento eletrônico, com segurança e conhecimento pleno de todos os recursos que ele oferece, temos que ler o manual de instrução, senão ele será igual ao microondas que você tem em casa – você só o usa para esquentar a sopa” (naturalmente seus alunos se lembrarão que tem um forno de microondas com recursos nunca utilizados). Pergunte, então: “Como conhecer o Deus que está em missões? Como saber a sua vontade para as nossas vidas? Como saber qual é a nossa missão? Como saber o que fazer para cumprir a nossa missão? Como conhecer os danos pelo não cumprimento da vontade de Deus para a nossa vida?”. Diante da resposta (que surgirá naturalmente), peça para que, quem tiver uma Bíblia (o livro ou no dispositivo eletrônico), a levante (sim, todos os presentes a levantarão).

  • OBJETIVO: Evidenciar a necessidade de ler, estudar, meditar e praticar os ensinos da Bíblia Sagrada e mostrar que não há desculpas para relaxarmos no cumprimento da missão de Deus, pois a Bíblia Sagrada está acessível a todos.
  • MATERIAL: Um manual de instruções de um aparelho eletrônico que ofereça risco à saúde ou à segurança pelo mal uso (cafeteira, torradeira, ferro elétrico, furadeira, secador de cabelos, etc)

Missão da IAP: Pergunte a alguém da classe se saberia dizer, de cor, a missão da sua igreja. Se ninguém souber, peça para todos repetirem após você, a missão da IAP. Depois dê uma breve explicação sobre a missão da IAP para a atual gestão.
MISSÃO DA IAP: “Adorar a Deus, proclamar Jesus Cristo e fazer discípulos no poder do Espírito Santo.”
Material de apoio: Use os comentários adicionais, disponíveis no espaço abaixo, para complementar a aula.

Comentários Adicionais

  1. A origem da palavra missão
    “A palavra ‘missão’ vem originalmente da doutrina da Trindade. Deriva- -se do vocábulo latino missio, que signi ca ‘enviar’. Era a palavra que os cristãos usavam para se referir ao envio do Filho e do Espírito ao mundo. Somente no Século XVI é que os cristãos começaram a usar o termo para descrever o ato de enviar pessoas para difundir o evangelho. A missão da igreja tem suas raízes no caráter missionário do Deus trino […] Criou um mundo. Amou-o e continua amando-o, mesmo depois que esse mundo o rejeitou. Deus veio redimir seu mundo na pessoa de seu Filho e mediante o envio de seu Espírito”. (Chester, Tim. Conhecendo o Deus trino: porque Pai, Filho e Espírito Santo são boas novas. Tradução: Elizabeth Gomes. São José dos Campos, SP: Fiel, 2016. p. 167-168).
  2. O tema fundamental da Bíblia
    “A missão é o tema fundamental da Bíblia; faz tanto sentido falar da base missional da Bíblia quanto da base bíblica da missão […] A rmar que ‘o tema fundamental da Bíblia é a missão’ não quer dizer que devemos buscar algum signi cado evangelístico em cada versículo. Estamos nos re- ferindo a algo mais profundo e amplo em relação à Bíblia como um todo”. (Wright, Christopher J. H. A missão de Deus: desvendando a grande nar- rativa da Bíblia. Tradução de Daniel Hubert Kroker, Thomas de Lima. São Paulo: Vida Nova, 2014, p.27, 29).
  3. Hermenêutica missional
    “Uma hermenêutica missional da Bíblia começa com a própria existên- cia da Bíblia […] o cânon inteiro das Escrituras é um fenômeno missional, no sentido de que é testemunha do movimento desse Deus que se doa à própria criação, bem como de nós, seres humanos criados à imagem de Deus, mas errantes e iníquos. Os próprios livros que gora compõe a nossa Bíblia são o resultado e o testemunho dessa missão suprema de Deus”. (Wright, Christopher J. H. A missão de Deus: desvendando a grande nar- rativa da Bíblia. Tradução de Daniel Hubert Kroker, Thomas de Lima. São Paulo: Vida Nova, 2014, p.47).
  4. Deus missionário
    “A missão cristã tem suas raízes na natureza do próprio Deus. A Bíblia o revela como um Deus missionário (Pai, Filho e Espírito Santo), que cria um povo missionário e que está trabalhando para a consumação missio- nária. […] Nós dizemos que temos fé em Deus? Ele é um Deus missioná- rio. Dizemos que estamos comprometidos com Cristo? Ele é um Cristo missionário. Declaramos estar cheios do Espírito Santo? Ele é um Espírito missionário. Nós nos deleitamos em pertencer à igreja? Ela é uma socie- dade missionária”. (Stott, John. Ouça o Espírito, ouça o mundo. Tradução de Silêda Silva Steunargel. São Paulo: ABU, 2005, pp. 363,375).

À procura de doutores

Muitas pessoas buscam líderes cristãos que atendam suas demandas, mas não falam o que é bíblico

Achar um bom médico no SUS (Sistema Único de Saúde) é uma tarefa difícil. Mas você sabia que existem pessoas amontoando “doutores para si”?
Paulo, escrevendo a Timóteo, nos anos de 66-67 d.C já dizia que muitos se cercariam de “doutores” conforme suas concupiscências (desejo exagerado da carne, egolatria, pecado), conforme 2 Timóteo 4:3-4.
Pessoas estudariam, se graduariam, pós-graduariam, virariam doutores e mestres com oratória impecável para atender a um grupo seleto na igreja que Paulo chama de carnal.
É possível achar um equilíbrio entre o estudo e a continuidade de um comportamento cristocêntrico na Igreja? Quais as características destes “doutores”?
As características são visíveis em líderes que percebem um público sedento e ávido a coisas novas, novidades que facilitem a cruz de Cristo e ao mesmo tempo, traga-lhes bom entretenimento.
Direcionar o evangelho a um público seleto é totalmente contrário ao que Cristo pregou. O evangelho de Cristo é inclusivo, para todos ao mesmo tempo, o tempo todo. A igreja relacional, missional visa aproximar todas as classes. Cristo rompeu estes paradigmas de separação de classes, mas os “os doutores” querem ressuscitar esta modalidade para a nossa tristeza.
Geralmente, esses líderes só gostam do púlpito, dos escritórios com ar condicionado, visitam apenas aqueles que lhes convém e que lhes pode trazer alguns benefícios, enquanto a classe de necessitados da igreja clama.
Alguns aproveitam o tempo do natal (e só) para fazer ceia natalina para os pobres ou distribuição de sopas nos viadutos das grandes cidades, com inúmeras selfies para a divulgação do “evento” nas suas redes sociais.
São avessos à oração devocional, humilhação, intercessão por uma pessoa, uma família. Lutar pela ovelha, visitar, se interessar não consta nos seus dicionários.
Deus conhece você, não se iluda com discursos bonitos se não vierem acompanhado com frutos para a salvação.
Ele nos traz a cura que necessitamos e nos faz sadios diante de Deus e dos homens. Que o grande servo sofredor de Isaias 53 nos ajude nos nossos conflitos.
“Porém, a sabedoria que vem do alto é antes de tudo pura, repleta de misericórdia e de bons frutos, imparcial e sem hipocrisia.” (Tiago 3:17)
 
Pr. Omar Figueiredo congrega na IAP em Pq. Edu Chaves (São Paulo, SP)

Preservando o meio ambiente

IAP em Varzea (PE) mostrou que é cidadã

No último sábado, dia 23, a IAP em Varzea, Recife (PE), organizou um evento para comemorar o Dia Mundial do Meio Ambiente (5 de junho), mostrando que nós, cristãos, devemos dar o exemplo. ouve distribuição de mudas de vegetais e o plantio de um Ipê, que será cuidado pela igreja.
Dessa forma, eles conseguiram abordar pessoas que passavam no local e se interessaram pela atitude dos irmãos, convidando-os para conhecerem a IAP.
 

Dicas da lição 13 – "Intensificação de dons e milagres"

Intensificação de dons e milagres

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Dicas

Dinâmica: Talento.
Materiais: Um copo e um balde.
Ao estudar o item 1: Intensificação dos dons, distribua, entre os alunos, o copo e o balde. Em seguida, pergunte-os: “Qual deles é o mais importante: o copo ou o balde?” Ouça as respostas e, em seguida, explique que, embora o balde seja maior que o copo e comporte mais água do que este, ele não é mais importante, pois o balde foi criado com um propósito e, o copo, com outro. Por exemplo, não bebemos água com um balde, mas não lavamos o chão de uma casa com o copo. Ambos são importantes.
Faça uma conexão com o assunto do item estudado lembrando que o Espírito Santo capacitou a igreja com dons para que, por meio destes ela fosse edificada. Todos nós recebemos do Espírito, dom ou dons de acordo com a vontade dele. Todos somos importantes nesse processo.
Testemunho pessoal: Ao estudar o item 2: Intensificação dos milagres, dê oportunidade para que, ao menos, duas pessoas dê um testemunho, de modo breve, sobre algum milagre realizado em sua vida pelo poder de Deus. Em seguida, enfatize que os milagres do Senhor não cessaram, mas continuam vigentes e evidentes na atualidade.
O desafio da oração: Após ler o desafio da semana, faça um momento de oração com a classe pedindo a Deus o avivamento por meio da intensificação de dons e milagres na igreja local.
Material de apoio: Use os comentários adicionais, disponíveis no espaço abaixo, para complementar a aula.

Comentários Adicionais

    1. Os milagres precisam ser acompanhados da pregação
      “O derramamento do Espírito [no dia de Pentecostes] prova que os milagres abrem portas para o evangelho, mas não são o próprio evangelho. O milagre em si não pôde transformar a multidão, mas a atraiu para ouvir a Palavra de Deus. Quando Pedro começou a pregar, o coração do povo começou a derreter”. (LOPES, Hernandes Dias. Atos: a ação do Espírito Santo na vida da igreja. São Paulo: Hagnos, 2012, p.59)
    2. Temor a Deus
      “[…] uma igreja cheia do Espírito teme a Deus e experimenta os seus milagres (2.43). Uma igreja cheia do Espírito é formada por um povo cheio de reverência. Ela tem compreensão da santidade de Deus. Ela se curva diante da majestade de Deus. Hoje as pessoas estão acostumadas com o sagrado. Há uma banalização do sagrado. Há saturação, comercialização e paganização das coisas de Deus. Quem conhece a santidade de Deus não brinca com as coisas de dele. A igreja de Jerusalém era reverente e também receptiva ao agir soberano de Deus. Tinha a agenda aberta para as soberanas intervenções do Senhor. Acreditava nos milagres de Deus”. (LOPES, Hernandes Dias. Atos: a ação do Espírito Santo na vida da igreja. São Paulo: Hagnos, 2012, p.68).
    3. Milagres na igreja primitiva
      “A manifestação extraordinária de Deus estava presente na vida da igreja: Atos 3 — 0 paralítico é curado; Atos 4.31 — O lugar onde a igreja ora, treme; Atos 5.12,15 — Muitos sinais e prodígios são efetuados; Atos 8.6 — Filipe realiza sinais em Samaria; Atos 9 — A conversão de Saulo é seguida da sua cura; Atos 12 — Pedro é libertado pelo anjo do Senhor; Atos 16.26 – Ocorre um terremoto em Filipos; Atos 19.11- Pelas mãos de Paulo, Deus fazia milagres; Atos 28.8,9 – Deus cura os enfermos de Malta pela oração de Paulo. Hoje há dois extremos na igreja: aqueles que negam os milagres e aqueles que os inventam”. (LOPES, Hernandes Dias. Atos: a ação do Espírito Santo na vida da igreja. São Paulo: Hagnos, 2012, p.69).
    4. Avivamento e o extraordinário
      ”… é preciso ressaltar que algumas vezes sinais extraordinários acompanham esse fenômeno [o avivamento], uma vez que Deus está operando com poder incomum naquele momento da história de seu povo. Por essa razão, podem acontecer curas extraordinárias, livramentos miraculosos, percepções inéditas da beleza e glória de Deus”. (FERREIRA, Franklin. Avivamento para a igreja: o papel do Espírito Santo e da oração na renovação da igreja. São Paulo: Vida Nova, 2015, p.119.)
    5. Sinais e prodígios
      “Coisas incomuns acompanham o que Deus realiza, e a Bíblia embasa isso em Romanos 15:17-20: ‘Portanto, tenho motivo para me gloriar em Cristo Jesus, nas coisas pertinentes a Deus; porque não ousarei falar de coisa alguma senão daquilo que Cristo tem feito por meu intermédio, para obediência dos gentios, em palavra e ação, pelo poder sinais e prodígios, no poder do Espírito Santo; de modo que […] desde Jerusalém e arredores, até o Ilírico, tenho proclamado plenamente o evangelho de Cristo […]’. O apóstolo pregou Cristo pela força de ‘sinais’ e ‘prodígios’, pelo ‘poder do Espírito Santo’. A Palavra de Deus, revelada na Sagrada Escritura, é acompanhada de poder autenticador, de sinais e prodígios operados pelo poder do Espírito Santo – e isso fica muito evidente em tempos de avivamento” (FERREIRA, Franklin. Avivamento para a igreja: o papel do Espírito Santo e da oração na renovação da igreja. São Paulo: Vida Nova, 2015, pp.119-120)

Por que orar?

Busque ao Senhor nos 100 Dias de Oração

Embora já tenhamos ouvido centenas de mensagens nos instruindo que devemos orar, já tenhamos lido centenas de versículos e livros ensinando-nos e incentivando-nos a orar, isso não é algo que nosso coração clama, que nossa carne pede desesperadamente. Orar é uma prática, ou seja, algo que eu começo a fazer continuamente por entender que preciso disso. Orar é uma prática sublime, gloriosa, divina. Sim, orar, segundo Elben César, “é a arte de entrar no Santo dos Santos e de nos colocar na presença do próprio Deus em espírito, por meio da fé, valendo-nos do sacrifício de Cristo, e falar com Deus com toda liberdade por meio da palavra audível ou silenciosa”.[1]
Falamos de oração, pregamos sobre oração, escrevemos sobre oração e agora estamos iniciando o Projeto 100 Dias de Oração, mas o que temos ouvido de vários pastores e autores de renome é que: a reunião de oração está em coma, na UTI, prestes a morrer! Que chocante, que fato triste, mas infelizmente real! O tempo para oração está cada dia mais escasso, não dedicamos tempo nos cultos e muito menos em casa.
Será que podemos mudar esse fato? Sim, com certeza podemos! Embora a oração não seja algo que a nossa carne deseja ardentemente, o nosso espírito tem total consciência de que orar é a melhor forma de nos aproximarmos de Deus, depois da leitura da Palavra. E se quisermos, podemos mudar nosso hábito com a ajuda de Deus. Ele quer que oremos!
Por que orar?
Porque orar é o nosso primeiro e não último recurso. Orar nos conecta ao Pai. Porque orar é o meio de experimentarmos coisas grandes e firmes que não sabemos (Jr 33.3). Orar nos ajuda a vencer a tentação (Mt 26.41). Porque sabemos que, através da oração, Deus pode fazer muito mais além do que pedimos ou pensamos (Ef 3.20). Porque a oração nos coloca no lugar certo e nos ajuda a entender quem nós somos e quem Deus é. Porque a oração é o momento que Deus trabalha em nós e começamos a entender que precisamos muito mais dele do que a resposta de nossa oração. Porque precisamos urgentemente de um avivamento, e o avivamento sempre é precedido por oração. O doutor R. A. Torrey afirmou certa vez: “Sem dúvida, um dos grandes segredos que explica a insatisfação, a superficialidade, e a falta de realidade que sentimos na maioria daquilo que atualmente chamamos de ‘avivamentos’, é que há uma dependência muito maior na engenhosidade do homem do que no poder de Deus, recebido através de oração fervorosa, persistente e confiante.”[2] Enfim, por que orar? Porque queremos sair da UTI e estar mais próximos do nosso Criador!
Querido(a) irmão(ã), se você percebe que a sua vida de oração pode estar à beira da morte ou simplesmente adoecendo, junte-se ao Projeto de Oração. Aproveite esses 100 Dias de Oração e interceda por cada propósito, é um ótimo momento para sua vida espiritual, a vida de sua família e de sua igreja ser completamente mudada. Ore, simplesmente pelo fato de que Jesus nos ensinou a orar!

Dsa. Eliane Salvador é Bacharel em Teologia e Congrega na IAP em Pq. Edu Chaves (São Paulo, SP).


Referências
1 Elben M. Lenz César.1930 – Práticas devocionais; exercícios de sobrevivência e plenitude espiritual; 4. Ed. – Viçosa, MG: Ultimato 2005; p 21
2 https://www.revistaimpacto.com.br/oracao-que-traz-avivamento/ acesso em 18 de junho de 2018

1º Encontro de Música e Artes

Louvamos a Deus pelo final de semana maravilhoso que tivemos com o 1º ENCONTRO DE MUSICA E ARTES MATOGROSSENSE.

Fomos restaurados, ministrados, conscientizados e renovados com as palestras, palavras e louvores. Entendemos um pouco mais do que é adoração e do que é ser missional.
Agradecemos a cada músico, artista, a cada adorador que saiu da sua casa, atendeu o nosso chamado (principalmente o de Jesus) e pode conosco compartilhar de momentos únicos. Com toda clareza podemos dizer: DEUS SE FEZ PRESENTE!! Agradecemos a cada um que se dispôs a colaborar conosco, seja a frente do trabalho ou nos bastidores (esses são essenciais para o bom andamento). Não temos como pagar, mas rogamos a Jesus que continue abençoando grandemente vocês. Aos Pastores e Ministros, Samuel e Amadilson que foram tremendamente usados pelo Espírito Santo e através de suas palavras entendemos melhor a ADORAÇÃO MISSIONAL.

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Dicas da lição 12 – "As marcas do evangelho"

As marcas do evangelho

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Dicas

Quebrando o Gelo: Ao estudar a introdução, o (a) professor (a) poderá previamente combinar com um ou dois alunos que têm alguma cicatriz de corte ou ferida em seu corpo, para contar a história dessa cicatriz de maneira objetiva, no primeiro momento da introdução da aula. Assim, poderemos fazer um comparativo com o que Paulo estava querendo dizer aos gálatas se referindo às suas marcas e cicatrizes literais, como consequência do amor a Jesus Cristo.
Vídeo: No Item 1: A marca da perseguição, cite os trechos mais importantes desse item e após, aplique o vídeo “o preço por escolher Jesus” disponível em: https://www.youtube.com/watch?v=Ev-xpoyg6lQ
Divisão em grupos: Se possível, divida a classe em dois grupos e, de maneira breve, peça a cada grupo para formular uma resposta para questão 1: Fale porque assim como apóstolo Paulo foi perseguido, os cristãos seriam? Baseado no item 1 e no vídeo aplicado.
Vídeo 2: No Item 2: A marca da glória, aplique o video “Lista Mundial da Perseguição 2017” Do ministério Portas Abertas, conscientizando os alunos tanto do significado e consequência da igreja prezar pela cruz, quanto do nosso eterno dever de orar pela igreja perseguida. O mapa da perseguição mundial aos cristãos na atualidade está disponível no link: https://www.youtube.com/watch?time_continue=207&v=phjC0LORHhg
Momento de oração: Após a leitura do desafio da semana ou do Momento Missionário, você poderá convidar sua classe para darem as mãos e orar em favor da pregação do evangelho da cruz, para que a igreja continue avançando apesar das perseguições. Aproveite e cite igrejas cristãs de alguns países citados no vídeo “Lista Mundial da Perseguição 2017”, onde a igreja é severamente perseguida.
Material de apoio: Use os comentários adicionais, disponíveis no espaço abaixo, para complementar a aula.

Comentários Adicionais

    1. A crucificação do mundo
      “Ele [Paulo] não diz: ‘Eu crucifiquei o mundo’, e sim, ‘ o mundo foi crucificado para mim’. Em outros termos, ele dá testemunho do fato de que o Espírito Santo, por meio dada doutrina da cruz, realizou uma poderosa obra em sua alma. O ‘mundo’, ou seja, todos os prazeres e tesouros terrenos, honras e valores mundanos, que lutam para afastar a alma de Cristo, perderam seus encantos para Paulo.” (HENDRIKSEN, William. Comentário do NT – Gálatas. Tradução: Valter G. Martins. São Paulo: Cultura Cristã, 2009, p. 292).
    2. A crucificação de Paulo
      “(…) Paulo morrera para o mundo, ou seja, ele veio a tornar-se um objeto de desprezo para todos quantos põem sua esperança nos prazeres e tesouros, honrarias e valores mundanos, que afastam a alma para longe de Cristo. Duncan expressa corretamente a idéia: ‘os ideais e a perspectiva de Paulo se tornaram tão espirituais e antimundanos, que o mundo pode desconsiderá-lo, como se ele [Paulo] deixasse de existir”. (HENDRIKSEN, Willian. Comentário do NT – Gálatas. Tradução: Valter G. Martins. São Paulo: Cultura Cristã, 2009, p. 292).
    3. Conexão e desconexão
      “Como comparação: Quando um parte de um país é desmembrada de um território, toda uma rede de dependências se torna obsoleta. Assim Paulo foi desconectado, por meio da cruz de Cristo, da rede de relações anterior e transferido para uma nova rede, na esfera de poder e da bênção de Cristo (Cl 1.13). (POHL, Adolf. Comentário Esperança: Carta aos gálatas. Tradução de Werner Fuchs. Curitiba: Esperança, 1999, p.207).
    4. “Não me moleste”
      “[…] esta declaração parece ter sido introduzida um pouco abruptamente como uma observação de despedida. [Paulo] espera que ninguém lhe cause mais problemas. Pode ser que este seja o modo delicado de Paulo terminar a Epístola com uma nota de apelo pessoal, como se fosse dizer: ‘tenham em mente todos os problemas que já me causaram e que seja para vergonha sua se ainda me causarem mais’.” (GUTHRIE, Donald. Gálatas: introdução e comentário. Tradução de Gordon Chown. São Paulo: Vida Nova, 1984, pp. 196-197).
    5. As marcas de Jesus
      “As marcas de Jesus seriam cicatrizes da perseguição. Alguns dos gálatas tinham visto aquelas cicatrizes. Eram as marcas de Jesus no sentido de terem sido incorridas na causa de Jesus. Tendo em vista aquelas cicatrizes, os gálatas devem evitar qualquer tormento adicional.” (GUTHRIE, Donald. Gálatas: introdução e comentário. Tradução de Gordon Chown. São Paulo: Vida Nova, 1984, p. 197).