Nota de falecimento

Dsa. Edinelza, de Juruti (PA), dormiu no Senhor

A Convenção Baixo Amazonas comunica que descansou no Senhor a Dsa. Edinelza, membro da IAP em Juruti (PA), Convenção Regional Baixo Amazonas.
Ela foi uma mulher valorosa, mãe e esposa exemplar, que deixou um legado de muita perseverança. Serva fiel, que combateu o bom combate e findou sua carreira, Dsa. Edinelza será sempre lembrada por todos. Cremos que um dia despertará do sono para encontrar-se com o Senhor. Oremos para que o Espírito Santo dê consolo aos familiares e amigos.

Dicas da lição 6 – "Os cristãos missionais"

Os cristãos missionais

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Dicas

Dinâmica: A Evangelização.
A mensagem do evangelho deve ir a todas as extremidades da Terra, porque a Salvação que Cristo consumou no calvário é para toda a humanidade. A classe não pode negligenciar sua missão principal: alcançar o homem com a mensagem do Evangelho.
Objetivo: Estimular uma reflexão sobre a necessidade de cumprir a missão evangelística anunciada por Jesus aos discípulos, minutos antes de subir ao Céu.
Material: Uma espiga de milho tostado e copos descartáveis.
Procedimento: Faça a leitura em classe de Mateus 28:19-20 e, em seguida, comente sobre a ação evangelizadora da Igreja. Distribua copos descartáveis para toda a turma e apresente uma espiga de milho verde com casca. Explique que o milho só existe porque um grão foi semeado, produzindo assim o fruto. Em seguida, diga que nós também iremos semear “os grãos” (a Palavra de Deus) durante a semana no coração dos não-evangélicos. Então, peça que cada aluno retire grãos de milho de espiga madura, coloque-os dentro do copo descartável que recebeu e passe a espiga adiante. Os alunos só deixarão de tirar os grãos quando não tiver mais nenhum no sabugo. Depois disso, peça que todos confiram os números de grãos que conseguiram colocar no copo. Encerre dizendo que os alunos deverão evangelizar durante a semana o número de pessoas representado através dos grãos que ficaram nos seus copos. Pode ser por meio de folhetos, telefonemas, e-mails ou de casa em casa. O importante é que se esforcem para atingir o número de sementes do copo. No sábado seguinte, separe alguns minutos para cada aluno relatar as bênçãos recebidas e expor o seu relatório evangelístico. Cremos que muitas almas poderão chegar-se a Cristo através da semeadura de cada aluno.
Material de apoio 1: Use os comentários adicionais, disponíveis no espaço abaixo, para complementar a sua aula. Para ouvir o podcast desta lição, acesse: http://portaliap.org/wp-content/uploads/2018/05/LB324_06.mp3; Utilize os slides desta lição disponíveis em: http://portaliap.org/licoes-biblicas-324/
Material de apoio 2: A Junta de Missões sempre disponibiliza a Lição Bíblica em libras. Informe seus alunos sobre este importante trabalho. Veja: https://www.youtube.com/channel/UCSajxLcXf10Zmvnz3wv7qag

Comentários Adicionais

  1. Cristãos missionais revelam Jesus com suas vidas
    “O viver missional que constrói relacionamentos por causa do Evangelho tem que ser experimentado pela comunidade de discípulos, onde encaramos pessoas como amigas e não como projetos. O grande mandamento de Jesus é amar a Deus e amar ao próximo. A grande comissão de Jesus é fazer discípulos. Por vezes, nosso discipulado se pulveriza na procura por fazer discípulos. Como isso acontece? Quando por vezes procuramos fazer discípulos nas florestas ou no sudeste da Ásia, sem ao menos compartilhar nossa fé com o vizinho ao lado. Os seguidores de Jesus proclamam o Evangelho, à medida que revelam Jesus em suas próprias vidas pautadas pelas boas novas. Podemos experimentar nos encontrar regularmente com 3 ou 5 pessoas que não seguem a Jesus, incluindo-as amorosamente na nossa vida, orando por elas e convivendo com elas”. (Costa, João. Missional: Uma jornada da devoção à missão. Interferência Editora, Rio de Janeiro: 2012. p.58).
  2. Cristãos missionais evangelizam e servem
    “Uma proposta missional nesse tempo encontrará seu impacto evangelizador, à medida que buscar na palavra do Senhor a espiritualidade capaz de permitir um surgimento de comunidades que saibam conjugar esses dois eixos: evangelização e serviço. Ou seja, redescobrir uma vivência de comunhão plena, koinonia que abarca todas as necessidades da pessoa e da cidade. Ao longo de todos os tempos a comunidade é tentada a fechar-se em torno de uma mentalidade auto-preservativa, um grupo de mentalidade voltada para si mesma. Sempre que isso ocorrer, ela precisa ser exortada a se abrir para ser oikos, abrigo, lar para aqueles que não tem casa”. (Costa, João. Missional: Uma jornada da devoção à missão. Interferência Editora, Rio de Janeiro: 2012. p.85).
  3. Cristãos missionais influenciam
    “Deus já está agindo na sociedade humana, é o que nós dizemos. Isto se dá, em parte, pela sua graça comum, quando dá ao mundo a benção da família e do governo, através dos quais o mal é restringindo e os relacionamentos controlados. Mas acontece também através dos membros de sua comunidade redimida, que zela pelos valores do seu reino, sem comprometê-los. Jesus disse que o seu povo deveria impregnar a sociedade como sal e luz. A partir destes modelos, pode-se deduzir que Jesus esperava que os seus seguidores influenciassem o mundo para o bem. Afinal, ambas as cosias refletem cousas práticas e efetivas na vida. Elas fazem diferença no contexto em que são colocadas: o sal previne a deterioração e a luz expulsa as trevas”. (Stott, John. Ouça o Espírito, ouça o mundo. Tradução de Silêda Silva Steunargel. São Paulo: ABU, 2005, p.435).
  4. Missionais no dia-a-dia
    “Jonathan Dodson, da igreja Austin City Life, no Texas, dá oito sugestões para sermos missionais. Ele comenta que ‘ser missional não significa adicionar um evento à nossa vida que é corrida. O evento é a nossa vida. Missões devem ser uma maneira de viver, não algo que adicionamos às nossas vidas…Podemos ser missionais diariamente sem sobrecarregarmos nossa rotina. Aqui estão algumas sugestões […] : 1. Faça refeições com não-cristãos. […] Por que não fazer um hábito de partilhar uma das refeições com um não-cristão ou com uma família de não-cristãos? […] 2. Não dirija, caminhe. […] 3. Seja um cliente fiel. Em vez de cada hora ir a um lugar diferente na cidade para abastecer, fazer compras, cortar o cabelo, comer fora ou tomar café, vá sempre aos mesmos lugares, nos mesmos horários. […] 4.Pratique atividades com os incrédulos […] 5. Converse com seus colegas de trabalho […] 6. Seja voluntário […] 7. Participe de eventos realizados na cidade. […] 8. Sirva seus vizinhos […]”. (Chester, Tim e Timmis, Steve. Igreja diária: comunidades do evangelho em missão. Tradução Vanessa Braganholo. Niterói, RJ: Tempo de Colheita, 2013, p.109).

Teologia no Cetap

O Centro de Estudos Teológicos Adventista da Promessa (Cetap) está com 20 vagas para novos alunos no curso em Teologia, em Santana, São Paulo. As aulas serão ministradas uma vez por semana, às terças-feiras, a partir das 19h. As inscrições estão abertas no período de 01 até 13 de agosto de 2018, e poderão ser efetuadas através do link: https://goo.gl/forms/Wgc24X5Wshw9Kvaw1.
Mais informações sobre o curso em https://portalcetap.org/20-vagas-em-teologia-no-cetap-santana/

Um sentimento incômodo

A solidão do Senhor e a nossa solidão

Você provavelmente já experimentou o difícil sentimento chamado solidão, não é mesmo? Ele inunda o coração e vem acompanhado de tristeza, angústia e dor emocional. A solidão é um sentimento de vazio, de falta, é também um termômetro de que algo não vai bem.
Quando nos sentimos sozinhos é um sinal de que algo não vai bem conosco mesmos, pois de certa forma é um sinal de que não gostamos da nossa própria companhia. Claro que não podemos generalizar ou afirmar essa regra a todas as pessoas que sentem solidão; mas muita gente que se sente solitária é assim por ainda não ter aprendido a gostar da própria companhia.
Veja bem: solteiros ou solteiras que vivem postando em redes sociais sua solteirice e desejo de companhia, normalmente, são pessoas que não aprenderam a amar a si próprios a ponto de gostarem de sua própria companhia; são pessoas incompletas que se sentem “metades da laranja” e não “o par” de alguém.
Claro que existem casos de solidão real, nos quais as pessoas vivem abandonadas e quase sem nenhum contato social; como o caso de alguns idosos que são abandonados em asilos pelos familiares, que raramente ou nunca os visitam. Essas pessoas, sim, sentem constantemente o sentimento de solidão e pior ainda, o abandono.
Existe também aquele sentimento de solidão esporádico e momentâneo. É aquele que dá e passa, que vem e vai. Que dura pouco tempo e que todo mundo já sentiu. Esse sentimento de solidão pode ser porque saíram e não te convidaram, ou porque se reuniram e não te chamaram; pode ser porque estás passando por uma fase difícil de saúde e teus amigos acabaram se afastando, ou porque nasceram seus filhos e tu não podes mais sair como antes. Enfim, muitas são as causas desse sentimento, mas ele dá e passa. Quando ele persiste, vale a pena procurar um profissional de saúde, pois pode ser indicio de alguma doença emocional, como a depressão.
Mas você sabia que até Jesus sentiu-se solitário? Sim! Ele se sentiu! No momento da sua maior angústia e dor, quando todos os seus amigos tinham-no abandonado, ele olhou ao céu e clamou: Deus meu, Deus meu, por que me desamparaste? (Mt. 27.46) Na hora de sua maior agonia, enquanto carregava em seu corpo os pecados do mundo todo, Cristo sentiu-se solitário e abandonado pelo próprio Pai, que sobre Ele derramava Sua ira, pois a justiça de Deus assim determinava.
Entretanto, o mesmo Jesus que clamou as palavras de solidão da cruz profere a mais linda promessa, enquanto ainda estava nessa terra: Eis que estou convosco todos os dias até a consumação dos séculos (Mt. 28.20). o Mesmo Cristo que sabe o que é estar sozinho e abandonado promete a nós que estará conosco TODOS os dias. Todos os dias não são alguns dias. Todos os dias envolvem os dias ensolarados e os cinzentos. Todos os dias envolvem as segundas-feiras preguiçosas e os sábados festivos. Todos os dias, meu irmão, é a garantia de presença eterna e inigualável constantemente enquanto os ponteiros do relógio celestial não marcarem o momento da gloriosa vinda e do encontro, onde ali sim, não mais haverá lagrima nem pranto! Enquanto esse dia final não chega, desfrute conscientemente da doce e revigorante presença de Jesus, que sabe o que é estar só, por isso não nos deixa só em momento algum!

Eric de Moura congrega na IAP em Vila Falchi – Mauá (SP).

Pedido de oração

Dsa Lecina, de Santarém (PA), vai retomar o tratamento

Rogamos à igreja de Cristo que ore pela Dsa. Lecina Leal de Farias Andrade, irmã do pr. José Lima, segundo secretário da Convenção Geral da IAP. Os exames constataram que o câncer de mama voltou e ela está fazendo os procedimentos iniciais para o novo tratamento contra o tumor. Os irmãos de Santarém (PA) estão orando por ela e convidamos a todos a se unirem a eles em oração. Dsa. Lecina está disposta e confiante no cuidado do Senhor, em mais esta etapa.

Pedido de oração

Pb. Adilson, de Marília (SP), passará por cirurgia nesta sexta
É hora de nos unirmos em oração em favor do Pb. Adilson Leonardo, da IAP 25 de Janeiro em Marília (SP). Na última semana, ele foi diagnosticado com tumor maligno no cérebro e passará por cirurgia nesta sexta-feira (03/08) às 13 hs. Cremos no Deus do impossível, então, vamos rogar por seu favor!
Oremos também pela esposa, Eunice, e os filhos Larissa e Danilo, para que todos desfrutem da paz do Senhor, que excede todo o entendimento.
Pb. Adilson é um valoroso colaborador da obra de Cristo e é primo do Pr. João Leonardo Junior, diretor jurídico da Convenção Geral da IAP.

AmapaCristo

Festa da juventude promessista

A Convenção Norte esteve em festa neste final de semana dias 27, 28 e 29 de Julho. A Rumap Norte Amapaense organizou mais um AmapaCristo! Na capital do Amapá, a Festa da juventude Amapaense contou com cerca de 500 Participantes! Seis pessoas entregaram suas vidas a Cristo! A Diretoria da Convenção Norte esteve presente, por meio do Pr. Otoniel Alves (Superintendente em exercício da Convenção Norte), Pr. Robson Tomaz (vice superintendente), Pr. Francileu Sousa (Secretário regional), além dos representantes da Fumap – Pr. Marco Murta e Dá. Jefferson Bagagimm. Participaram caravanas de jovens que vieram das Cidades de Breves, Laranjal do Jari, Belém-PA e Macapá.

Nota de falecimento

Oremos pela família de Cleuza Carvalho (SP)

Dormiu no Senhor a irmã Cleuza Barbosa Carvalho, uma das pioneiras da IAP em Carapicuíba (SP).
Ela era esposa do Dá. Izaque Francisco Carvalho, por quem devemos orar, além de toda família.
Tinha 67 anos e faleceu em função de uma parada cardíaca.
Que a certeza de vida eterna com Cristo console todos os familiares.

Dicas da lição 5 – "A centralidade da cruz"

A centralidade da cruz

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Dicas

Vídeo: Após explicar e discutir o item 1. A necessidade central da cruz reproduza o vídeo “Somos a Igreja e a Juventude da Cruz” disponível em: https://www.youtube.com/watch?v=D8ORgxTw9gM – Aqui temos um clipe com cenas do filme “A paixão de Cristo”, com a música “Santa Cruz”. Destaque que a cruz era uma maldição para os pecadores, como castigo. Mas em Cristo ela foi bendita, para a nossa salvação, pois ele não tendo pecado se fez maldito por nós, trazendo-nos a benção de sua Graça. Aproveite para falar enfatizar que a cruz nos beneficia de modo comunitário, não apenas individualmente, fazendo assim, um link com o item 2. A importância comunitária da cruz.
Dinâmica: Material: Uma folha de papel sulfite e uma caneta por pessoa.
Na abordagem do Item 3. A identidade missional da cruz, peça para cada aluno desenhar uma cruz em sua folha. Após desenharem a cruz peça para mostrarem seu desenho. A Seguir, peça-os para fazerem outros desenhos que tenham relação com a cruz. Ou escreverem alguns itens relacionados a ela. Diga para desenharem ou elencarem de acordo com o que a cruz representa para eles (Ex.: Família, Perdão, Salvação, Proclamação).
Na sequência, peça para cada um (ou alguns) mostrarem e explicarem sobre o que fizeram em 2 minutos, no máximo, cada. Então, explique à classe de acordo com o conteúdo da lição a identidade missional da cruz. Como ela deve estar intimamente associada a cada seguidor de Jesus. Leia Lucas 9:23, para fundamentar a fala.
Vídeo 2: Após as duas aplicações da lição, reproduza o vídeo “‘A Cruz de Cristo’ – Billy Graham Legendado” disponível em: https://www.youtube.com/watch?v=FFoRleSgaBY
Finalizando, você pode ressaltar que nem o legalismo nem o relativismo, mas o Cristo crucificado pelos nossos pecados e ressurreto com toda autoridade é quem nos conduz em triunfo como igreja discipuladora. Se preferir, faça uma recapitulação breve do conteúdo estudado e desafie a classe a cumprir o desafio da semana a seguir.
Material de apoio 1: Use os comentários adicionais, disponíveis no espaço abaixo, para complementar a sua aula. Para ouvir o podcast desta lição, acesse: http://portaliap.org/wp-content/uploads/2018/05/LB324_05.mp3; Utilize os slides desta lição disponíveis em: http://portaliap.org/licoes-biblicas-324/
Material de apoio 2: A Junta de Missões sempre disponibiliza a Lição Bíblica em libras. Informe seus alunos sobre este importante trabalho. Veja: https://www.youtube.com/channel/UCSajxLcXf10Zmvnz3wv7qag

Comentários Adicionais

  1. A importância da cruz
    “Na cruz, o reino de Deus vence o mal, não por meio de uma fora superior, mas porque Jesus toma sobre si mesmo todo o impacto do pecado e esvazia o seu poder. […] O que domina e derrota o mal e o pecado que corrompem o mundo é a força do amor sacrificial pelo qual o Cordeiro de Deus leva sobre si mesmo o pecado do mundo, inclusive sua culpa e seu poder de destruição. Nisso vemos o ápice do relato bíblico: a morte de Jesus alcança para o reino de Deus a vitória decisiva sobre o mal e o pecado, pondo fim à era antiga e alcançando o objetivo da história da redenção. A cruz tem importância cósmica. A igreja compartilha e participa dessa salvação cósmica”. (Goheen, Michael W. A igreja missional na Bíblia: luz para as nações. Tradução de Ingrid Neufeld de Lima. São Paulo: Vida Nova, 2014, p.134)
  2. A comunidade da cruz
    “A morte de Jesus cria uma comunidade restaurada, reempossada na sua vocação como um canal de salvação para as nações. A cruz é um evento que cria um povo redimido e transformado; ela tem um significado comunitário. […] Embora o Israel do Antigo Testamento tenha fracassado no seu chamado por causa de seu pecado – uma vez que a Torá não pôde fazer de Israel uma comunidade missionária fiel – a morte de Jesus indica o fim do poder do pecado. […] Agora o povo de Deus recém-reunido está capacitado a cumprir o seu chamado. A cruz liberta o poder necessário para transforma-lo em um povo que pode viver como luz para o mundo”. (Goheen, Michael W. A igreja missional na Bíblia: luz para as nações. Tradução de Ingrid Neufeld de Lima. São Paulo: Vida Nova, 2014, pp. 136, 138,139).
  3. O desprezo do mundo à cruz
    “Ainda hoje a mensagem da cruz é profundamente desprezada. A doutrina bíblica evangélica da expiação de Jesus (que diz ter Cristo padecido em nosso lugar, como nosso substituto, a morte que merecíamos morrer) é rejeitada e até ridicularizada. É considerada “primitiva”, “retórica”, “injusta”, “imoral” e “bárbara”. A. J. Ayer chamou as doutrinas relacionadas ao pecado e à expiação de “intelectualmente desprezíveis e moralmente ultrajantes”. […] Daí a tentação de retocar o evangelho do Cristo crucificado, de eliminar seus aspectos que causam mais objeções e de tentar adaptá-lo ao gosto dos sensíveis paladares modernos. Não é de admirar que o apóstolo [Paulo] pareça quase violento ao expressar sua decisão de “saber somente a Jesus Cristo”, e especialmente a sua cruz [em 1 Co 2:2-12]. Ele teve de optar entre fidelidade e popularidade”. (Stott, John. Ouça o Espírito, ouça o mundo. Tradução de Silêda Silva Steunargel. São Paulo: ABU, 2005, p.69).
  4. A singularidade de Jesus e sua cruz
    “A situação religiosa do mundo não mudou muito desde aqueles dias. E verdade que os velhos deuses da Grécia e de Roma já foram desacreditados e descartados há muito tempo. Mas em lugar deles surgiram novos deuses, assim como ressurgiram outras crenças antigas. Um dos resultados dos meios modernos de comunicação e da facilidade de viajar é que muitos países vêm se tornando cada vez mais pluralistas. O que as pessoas querem é um sincretismo fácil, uma trégua para a competição interreligiosa, uma mistura do que há de melhor em todas as religiões. Mas nós, cristãos, não podemos abrir mão, nem da supremacia, nem da unicidade de Jesus Cristo. Simplesmente não existe ninguém que seja igual a ele; sua encarnação, sua redenção e ressurreição não têm paralelos. Portanto, ele é o Mediador — aliás, o único — entre Deus e a raça humana. Esta afirmação da exclusividade de Jesus tem produzido ressentimentos amargos e profundos. Muitos a consideram “intoleravelmente intolerante”. Mas, por amor à verdade, nós temos que mantê-la, por mais ofensa que possa causar”. (Stott, John. Ouça o Espírito, ouça o mundo. Tradução de Silêda Silva Steunargel. São Paulo: ABU, 2005, p.71).

Um passo de cada vez

Há uma linha divisória entre prudência quanto ao futuro e antecipação paralisante

“Por isso, não fiquem preocupados com o dia de amanhã, pois o dia de amanhã trará as suas próprias preocupações. Para cada dia bastam as suas próprias dificuldades” (Mt 6.34)
Porque temos tanta preocupação com o futuro? Quando Deus, no princípio criou este mundo, a Bíblia diz que “Deus viu tudo o que havia feito, e tudo havia ficado muito bom” (Gn 1.31). Mas sabemos que nosso adversário é implacável, ele não se importa com os métodos que emprega, desde que possa nos abater e fazer com que muitos desacreditem da obra de Deus. A obra da criação – perfeita – sofreu ataque de um ser determinado em arruinar e destruir aquilo que Deus considerou “muito bom” e se concentrou na obra suprema de Deus – o homem. Diante da queda do homem, Deus estrategicamente não pôs um ponto final na história da humanidade, mas propôs um plano infalível da redenção, pelo qual enviou seu filho, Jesus, a este mundo, e O entregou à morte de cruz. O homem pecaminoso e caído passa a ser redimido e restaurado pelo grande e sublime amor de Deus.
O propósito do adversário é deprimir, abater e dar a impressão de que a salvação é algo inatingível por conta da fragilidade humana, que sabe que é pecadora. Porém, quando o homem tem consciência e aceita que Cristo morreu por Ele e o perdoou de todos os seus pecados, ele vive uma verdade libertadora, porque ele deixa de se concentrar nas coisas secundárias e procura águas mais profundas para seguir sua jornada espiritual.
Entretanto, devemos considerar que o nosso adversário não se dará por vencido e muda de estratégia, abatendo vidas que sofrem por medo do futuro – prevêem um futuro negativo, acreditam que o pior irá acontecer, desconsideram a possibilidade de outros desfechos; ou ainda, estabelecem fatos, crendo e antecipando problemas que talvez nem venham a acontecer e por fim questionam e sofrem por escolhas futuras de uma forma tão intensa, que desencadeiam reações emocionais no organismo devido à tensão, ao nervosismo e às preocupações, resultando até no aumento da frequência cardíaca, respiratória, presença de tremores e perda de sono, entre outros.
A forma como cada um percebe sua fragilidade é muito mais importante que o próprio desafio. Essa leitura dos sentimentos é o que vai ditar as reações diante das experiências, sejam elas simples ou complexas.
Muitas pessoas temem o futuro por conta do seu temperamento. Enquanto existem algumas autoconfiantes e seguras, que parecem não ter medo de nada, existem outras que somente com grande insistência podem ser persuadidas a falar em público. Outras pessoas temem o futuro preocupadas com a natureza da tarefa que terão que enfrentar, consideram uma missão dificílima e têm medo de falhar com Deus. E há também aqueles que têm um medo indefinido, muitas vezes imaginários.
Nós temos que ter consciência da existência de uma linha divisória entre prudência legítima quanto ao futuro e antecipação paralisante.
As escrituras nos ensinam “… não vos preocupeis com o dia de amanhã” e ainda “Não andeis ansiosos de coisa alguma; em tudo, porém, sejam conhecidas, diante de Deus, as vossas petições, pela oração e pela súplica, com ações de graça” (Fl 4.6). Isso quer dizer que devemos tomar providências, sim, mas dentro dos limites da razão, e depois devemos descansar. Ainda que seja certo pensar sobre o futuro, está errado ser controlado por ele pois isso causaria ansiedade e preocupação paralisante.
Como percebemos, é uma perda de tempo nos preocuparmos com o passado que não pode ser mudado, contudo, é igualmente errado nos preocuparmos com o futuro que somente Deus sabe, por conta da sua onisciência. Então, vivamos o hoje ao máximo, compreendendo o que Deus fez por nós, o que Ele ainda está fazendo por nós e o que Ele fará por nós no percurso dessa caminhada. Ao recebermos o Espírito Santo de Deus podemos contar com sua ação poderosa de proteção e orientação que nos dará garantia da sua companhia e de dar um passo de cada vez sem medo, mas com segurança!
Que o Senhor seja glorificado por meio de nossas atitudes. “Pois, Deus não nos deu espírito de covardia, mas de poder, de amor e de equilíbrio.” (2 Tm1.7)

Dsa. Zildeli F. Carmo Del Pozzo congrega na IAP em Vila Kellen (Campo Grande – MS) e atua no Ministério de Vida Pastoral (MVP) – Convenção Sul Matogrossense

Conferência Missionária

Evento contou com cerca de 200 participantes

No último sábado (21/07) aconteceu a “Primeira Conferência Missionária” da IAP em Taipas (Convenção Paulistana Sul). O evento foi organizado pelo Ministério Jovem da igreja local e contou com a presença de cerca de 200 pessoas, que foram impactados pelos testemunhos de missionários que deixaram tudo pelo chamado de Cristo.
Foram palestrantes os missionários Márcio Joasen (atuou na Índia, com experiência em Missão Transcultural e Liderança) e sua esposa, Karen Joasen( também serviu na Ìndia, com experiência em BAM – Negócios como Missão), Lucas Higino( serviu como missionário da JOCUM – Jovens com uma Missão na Holanda e Alemanha, trabalhou com refugiados e ministrou no Red Light District), Neto Prado (artista plástico e líder de jovens da Igreja Batista do Sul de Minas Gerais) e Felix Cobos (líder da base missionária WH Brasil, foi missionário na Turquia e na tribo indígena Waraos, na Amazônia Venezuelana).
O encerramento da Conferência foi marcado por um grande clamor em favor de Missões, para que Deus abençoe aqueles que já estão em campo e também que outros se levantem em favor da obra.
Mas devemos nos lembrar que todos somos missionários, onde quer que estejamos.

“Vão pelo mundo todo e preguem o Evangelho a todas as Pessoas!” – Marcos 16:15

Programa Plantando Esperança

Dia 23 de Julho foi a entrega de materiais das crianças da comunidade de Anchilo, em Moçambique. As crianças que receberam os materiais escolares são do Projeto de Adoção Educacional.
A missionária Ana, o pastor Marcelino e o missionário Juanito contaram pra nós como foi este momento.
Contribua você também para o projeto de Adoção Educacional do Plantando Esperança e ajude uma criança a terminar seus estudos!
Entre em contato com a Junta de Missões pelos telefones: (11) 3105-1592 ou (11) 94351-2069 (Whatsapp).
Vídeo originalmente publicado em: https://facebook.com/juntademissoes/videos/1860307227346481/

Dicas da lição 4 – "O que é igreja missional?"

O que é igreja missional?

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Dicas

Vídeo: Após ler a introdução, mostre à classe o vídeo com o tema: Os três tipos de igreja, em que o Pr. Ricardo Agreste, aborda a igreja hospital, a igreja empresa e a igreja missional. Em seguida, estimule os alunos a refletir sobre e, se possível, a comentar sobre esses tipos de igrejas. Eis o link do vídeo: https://youtu.be/gPwhQ47QB4o
Dinâmica dos versículos nos bombons: Como sugestão, faça esta dinâmica após a parte das aplicações: II. Praticando o ensino bíblico. Antecipadamente, escolha alguns versículos bíblicos alusivos à obra missionária (Ex: At 1:8, 13:2-3; Rm 15:20; 1Co 9:16; 2Co 5:20; Cl 4:2,3; 1Pd 2:9) e os transcreva em uma tira de papel sem a referência bíblica. Esta, por sua vez, deverá ser escrita em outra tira. Embrulhe uma tira em cada bombom formando pares de bombons: um com o versículo e outro com a referência.
Objetivo: Identificar a referência de alguns versículos pertencentes à base bíblica para missões e memorizá-los.
Desenvolvimento: Na classe, distribua um bombom para cada participante. Peça que o desembrulhe, retire o papelzinho e torne a embrulhar o bombom sem comê-lo. Solicite que um dos participantes leia o que está escrito. Se for referência deverá perguntar quem sabe qual é o versículo e se for versículo perguntar quem sabe a referência. Aquele que acertar receberá mais um bombom, só que agora sem papelzinho dentro. Quem errar terá seu bombom confiscado. Os participantes que casarem o versículo com a referência vão formando duplas. Quando todas as duplas estiverem formadas algumas terão mais bombons e outras não. Dê alguns minutos para cada dupla decorar o versículo e a referência bíblica. Em seguida, cada elemento falará decor seu seu versículo e referência. Quem falar corretamente receberá um bombom; quem errar uma palavra ou mais não receberá nada e não perderá nada. Ao final, a dupla que tiver mais bombons é a vencedora e receberá em dobro a quantia que possui. Em caso de empate, todos ganham o dobro de bombons que possuem.
Lembre-se: A dinâmica precisa ser adaptada conforme o número de participantes.
Material de apoio 1: Use os comentários adicionais, disponíveis no espaço abaixo, para complementar a sua aula. Para ouvir o podcast desta lição, acesse: http://portaliap.org/wp-content/uploads/2018/05/LB324_04.mp3; Utilize os slides desta lição disponíveis em: http://portaliap.org/licoes-biblicas-324/
Material de apoio 2: A Junta de Missões sempre disponibiliza a Lição Bíblica em libras. Informe seus alunos sobre este importante trabalho. Veja: https://www.youtube.com/channel/UCSajxLcXf10Zmvnz3wv7qag

Comentários Adicionais

  1. Definindo o termo missional
    “Na sua melhor definição, ‘missional’ descreve não uma atividade especifica da igreja, mas a própria essência e identidade da igreja à medida que ela assume seu papel na história de Deus no contexto de sua cultura e participa na missão de Deus para o mundo. […] Missão nos faz lembrar que a igreja deve ser orientada para o mundo, existindo em favor dos outros. […] Desse modo, descrever uma igreja como ‘missional’ significa definir a comunidade cristã inteira como um corpo enviado ao mundo e que existe não para si mesmo, mas para levar as boas novas ao mundo [..]”. (Goheen, Michael W. A igreja missional na Bíblia: luz para as nações. Tradução de Ingrid Neufeld de Lima. São Paulo: Vida Nova, 2014, pp.20,21).
  2. Orientada ao mundo
    “O termo missional, portanto lembra a igreja de que ela deve estar orientada para o mundo e permanecer fiel à sua identidade como uma agenda da missão de Deus e participante na história de Deus. […] A palavra ‘missão’ encontrou ressonância em cristãos hoje porque ela desafia a igreja a assumir seu papel e deixar para trás sua preocupação com seus próprios interesses e sua acomodação pecaminosa à sua história cultural”. (Goheen, Michael W. A igreja missional na Bíblia: luz para as nações. Tradução de Ingrid Neufeld de Lima. São Paulo: Vida Nova, 2014, pp.20,21).
  3. A ação da igreja missional
    “Em vez de simplesmente convidar a cidade para ir à igreja, os membros estão comprometidos em levar a igreja à cidade”. […] A igreja “tem de ser o missionário capaz de penetrar nas suas complexas realidades culturais para construir pontes. Estar inserido na cultura local para mostrar Cristo na vida diária é fundamental. Se a igreja estiver posicionada na cultura como se fosse um missionário, os membros deverão aprender a viver como tal. […] A obra do cristão é conversar sobre aquilo que está no coração de Deus, a saber, a redenção do homem”. (Stetzer, Ed. Igrejas que transformam o Brasil: sinais de um movimento revolucionário e inspirador. Ed Stetzer, Sérgio Queiroz. São Paulo: Mundo Cristão, 2017, pp.200,202,214).
  4. A igreja local é enviada com uma missão
    “Com essa única ordem [João 20:19-21], Jesus anunciou dois mil anos de direcionamento para a igreja, ainda em vigor para as igrejas de hoje – incluindo a sua igreja. Ele asseverou que somos enviados. A igreja é, e você individualmente também, o missionário de Deus para o mundo. Sua igreja é o instrumento de Deus para alcançar o mundo, e isso inclui alcançar as pessoas de sua localidade”. (Stetzer, Ed. Desvendando o código missional: tornando-se uma igreja missionária na comunidade. Tradução de A. G. Mendes. São Paulo: Vida Nova, 2018, pp.48,49). “Uma Igreja missional não vê as pessoas e a cultura como inimigos, mas como tesouros perdidos que Deus está restaurando. A restauração só é feita completa e abertamente, através do Evangelho, sendo comunicado pelo povo enviado por Deus, a Igreja. Isso é ser missional. Nós temos um remetente (Jesus), uma mensagem (o Evangelho), e os destinatários (pessoas reais inseridas na cultura)”. (Costa, João. Missional: Uma jornada da devoção à missão. Interferência Editora, Rio de Janeiro: 2012. p.116).

Nota de falecimento

Dormiu no Senhor dsa. Maria de Lourdes Machado

Foi sepultada ontem em São Paulo a Dsa Maria de Lourdes Machado, mãe do PR Luís Carlos, da Convenção Paulistana Leste.
Dormiu no Senhor aos 79 anos e foi uma das fundadoras da IAP em Poá (SP). Que Deus console aos filhos, Pr Luís Carlos, Valdir, Edna e Vera Lúcia.

Um tipo de super-heroi?

É importante lembrarmos do que a Bíblia ensina sobre o ministério pastoral

“Esta afirmação é digna de confiança: se alguém deseja ser bispo, deseja uma nobre função.” (1 Timóteo 3:1)
No dia 22 de julho, comemoramos o Dia do Pastor promessista. Nesta data, podemos refletir um pouco mais sobre a vida do pastor e o seu ministério. Além disso, neste período temos a oportunidade de louvar a Deus e de agradecer ao Senhor pela vida daqueles que, diariamente, têm atendido ao chamado divino, têm cumprido a vocação para a qual foram chamados e têm exercido o ministério com integridade e excelência, para a glória de Deus.
Mas, quem é o pastor segundo as Escrituras? Num contexto de sociedade em que muitos acham que os pastores são um tipo de “super-herois” que não erram, não pecam, estão sempre sorrindo e são extremamente bem-sucedidos financeiramente, é muito importante retornarmos ao que a Bíblia nos ensina sobre estes homens que têm exercido o ministério pastoral no corpo de Cristo. Ao compreendermos estas orientações somos motivados pelo Espírito Santo a orar por nossos pastores e a ajudá-los no serviço da igreja de Jesus.
Momentos de tristeza, desânimo, incerteza acontecem também na vida do pastor. O ministério pastoral não é feito somente de risos e vitórias, mas também de lágrimas e derrotas… Ele é um homem com suas fragilidades, mas cuja vida é um testemunho vivo do poder, do agir e do amor de Deus. O pastor vive para glorificar e adorar a Deus através de seu ministério. Ele é um instrumento do Senhor para proclamar as verdades do evangelho de perdão e salvação em nossa geração. Foi chamado para treinar os membros do Corpo de Cristo a fim de que a Igreja cumpra a sua missão. A vocação pastoral é um grande privilégio e significa uma “nobre função”, no entanto é também uma imensa responsabilidade! Cada pastor responde e responderá diante do Senhor pelo rebanho que está pastoreando.
O pastor é um pecador com falhas, fraquezas e limitações, mas que também foi alcançado pela graça e pela misericórdia do Senhor. É o evangelho de Cristo Jesus que transforma e dá significado à vida, à família e ao ministério pastoral. É o Espírito Santo quem capacita, fortalece e sustenta a vida do pastor que está seriamente comprometido em cumprir a vontade do Senhor para a sua vida. É a Palavra de Deus o alimento e a base dos ensinamentos, pregações, aconselhamentos e estudos bíblicos ministrados pelo pastor “segundo o coração de Deus”. É a oração que sustenta e alicerça a vida e o relacionamento do pastor com o seu Senhor e Salvador.
Sendo assim, ao meditarmos nestas questões, que possamos agradecer a Deus pela vida de nossos pastores não somente no dia 22 de julho, mas durante todos os dias. Além disso, que o nosso reconhecimento pela vida e trabalho desses homens resulte em apoio e ajuda, pois cada um de nós foi chamado para cumprir a sua missão no corpo de Cristo. Que cada pastor da Igreja de Jesus seja fortalecido em Deus e na força de seu poder!
Gostaria de encerrar esta reflexão parafraseando o versículo de Romanos 11: 36: “Pois de Cristo, por Cristo e para Cristo são todas as coisas. Inclusive e principalmente, o ministério pastoral. A Jesus seja a glória para sempre! Amém.”

Dsa. Claudia Duarte congrega na IAP em Votuporanga (SP), é diretora do Departamento Infantojuvenil Regional da Convenção Noroeste Paulista e atua no Ministério de Vida Pastoral da Convenção.