Dia das Mães

É uma data festiva para você?

No próximo domingo, será celebrado o Dia das Mães. Essa data teve origem no Brasil em 1932, quando o então presidente Getúlio Vargas, a pedido das feministas da Federação Brasileira pelo Progresso Feminino, oficializou a data no segundo domingo de maio. A iniciativa fazia parte da estratégia das feministas de valorizar a importância das mulheres na sociedade, animadas com as perspectivas que se abriram a partir da conquista do direito de votar, em fevereiro do mesmo ano. (Fonte: Wikipédia).
As mídias preparam lindas propagandas com muitos corações e músicas melodiosas. Há festas nas escolas, as lojas são decoradas, há promoções nos comércios, enfim, existe uma grande movimentação pra celebrar essa data.
Mas, é uma data festiva para você?
Talvez, como eu, você seja feliz e tenha motivos para celebrar por ter filhos e por ter uma mãe, mas talvez essa data traga a você lembranças amargas. Talvez sua gravidez foi indesejada, talvez você não goste de ser mãe ou talvez você deseje intensamente ser mãe, mas por alguma razão não pode. Talvez essa data seja dolorosa porque a sua amada mãe já não está mais viva e você não pode dar aquele abraço carinhoso. Pode ser que você tenha uma mãe maravilhosa, presente, amiga, mas pode ser que sua mãe tenha problemas, vícios, e é você quem se torna responsável por ela. Pode ser que você converse com sua mãe todos os dias pelo telefone, WhatsApp, ou pessoalmente, passando em sua casa para um cafezinho, mas pode ser que você tenha discutido com ela e não estão se falando.
Pode ser que hoje você esteja se sentindo culpada por trabalhar muito e não ter tanto tempo para seus filhos, ou por ter perdido a paciência e dito coisas erradas e se sentir uma péssima mãe. Você pode ter abortado e rejeitado um filho.
São tantas realidades, são tantos sentimentos… então, como encarar esse dia?
Crendo que absolutamente todas as coisas cooperam para o bem daqueles que amam a Deus (Rm 8.28), crendo que absolutamente tudo o que Deus faz é bom e perfeito. Portanto, se sua mãe é amável ou não, estando presente ou não, você tendo filhos ou não, absolutamente tudo está debaixo do controle do nosso Amado Pai e Ele está usando tudo isso para aperfeiçoar o caráter de Cristo em sua vida.
A Bíblia diz ainda em Romanos 12.18: “Se for possível, quanto depender de vós, tende paz com todos os homens”, Também em Mateus 18:15, diz: “Se um irmão pecar contra você, fale com ele em particular”. Faça o que for possível, peça perdão a sua mãe ou madrasta, peça perdão aos seus filhos, mas não permita que as adversidades sejam maiores que o amor de Cristo em sua vida.
Se você puder celebrar esse dia, faça-o! Mas se você não puder celebrar, glorifique ao Senhor que te ama e está cuidando de você, com um amor que não muda, não falha e não abandona!
Feliz dia do Criador das mães, dos pais, dos filhos, da vida!

Dsa. Danúbia Guarnieri é casada com Pr. Anderson Guarnieri, mãe do Caleb e da Lía. Atualmente, serve ao Senhor na IAP na Argentina.

Mãe e esposa de pastor

Quando somos jovens e procuramos alguém para nos casar, não pensamos em pastorado, a não ser quando namoramos um seminarista. No meu caso, me casei com um jovem crente, envolvido com a igreja, que foi chamado ao pastorado posteriormente. Fomos imensamente abençoados, Deus foi o nosso provedor.
Mas o maior milagre vivemos com nosso filho mais velho, em 1985, quando foi atropelado por um ônibus, em plena rodovia, e ressuscitou! Nessa época eu olhava para o céu e pensava “agora conheço o meu Deus e não o Deus do meu pai”.
Esse fato mudou minha existência. Quando veio o chamado ao pastorado, eu pensava: como vou dizer não, para quem sempre me diz “sim”? Isto nos impulsionou para o pastorado, que se iniciou em 1990. Deus foi o nosso preparo, porque nos deu direção em situações que pareciam impossíveis, pela graça de Jesus.
Nossos filhos cresceram aos pés do Senhor, que fez brotar a semente do evangelho no coração deles. Eu me lembro que num domingo, em que ia haver ceia, na igreja em que eles congregavam (porque optamos em mantê-los na igreja em que estavam acostumados), minha filha fez questão de congregar, mesmo não sendo batizada ainda. Quando voltamos para buscá-la, o poder de Deus se movia na igreja e ela foi batizada no Espírito Santo!
Um dia, Deus chamou meu marido para pastorear essa mesma igreja, e então passamos a congregar juntos. Sempre os conscientizamos de que o chamado era algo divino, especial e assim, nunca reclamaram de nada. Mesmo quando fomos enviados para Maringá (PR) e eles continuaram residindo em São Paulo sozinhos, ainda solteiros, mas sem a possibilidade de ir porque já estavam exercendo a vida profissional.
Hoje noto filhos de pastores que são avessos à igreja, porque talvez ouviram muitas reclamações da mãe: falta do esposo, falta de dinheiro. A Bíblia nos manda em tudo dar graças, que é o antídoto da reclamação. Acredito que com a ajuda de Deus conseguimos conciliar essas duas áreas tão importantes da nossa vida: o pastorado e a família.

Dsa. Deusa de Oliveira Teixeira congrega na IAP em Vila Medeiros (SP) e atua no Ministério de Vida Pastoral (MVP) – Convenção Geral

Atualização em Estatutos e Regimentos

A Comissão de Reforma Administrativa da Convenção Geral disponibiliza para download as minutas de importantes documentos da IAP que serão atualizados na Assembleia Geral Extraordinária de maio de 2018.
Faça o download das minutas dos documentos para conhecer as propostas em estudo.
Mais recentes:

Publicados em datas anteriores:

O prazo para envio de emendas foi encerrado em 4 de maio de 2018, conforme divulgado anteriormente aqui no Portal IAP.
Todas as sugestões de emendas apreciadas e aprovadas pela Comissão de Reforma já estão sendo feitas nos devidos documentos. Já as rejeitadas serão enviadas pra discussão na Assembleia Extraordinária, nos dias 19 e 20 de maio do corrente ano. O autor da emenda poderá defendê-la pessoalmente.
Agradecemos a todos pelas colaborações e contamos com vossas orações.

A dor da rejeição

Sou pastor e a igreja não me aceita. O que eu faço?

Esta frase expressa uma das maiores dores que um pastor pode enfrentar. A rejeição de uma Igreja.
Quando isso ocorrer, o pastor deve responder para si mesmo algumas perguntas:
• Foi salvo por Cristo? Se Jesus foi real, sente-se resgatado, justificado, salvo, com esperança maior de vida eterna, se há um referencial de salvação, se as palavras de 2 Co 5.17 (“Portanto, se alguém está em Cristo, é nova criação. As coisas antigas já passaram; eis que surgiram coisas novas!”) são verdadeiras em sua vida? Não temas, você é de Cristo e habitação do Espírito Santo – 1 Co 12.13. Nada nos separará do amor do Salvador – Rm 8.31-39.
• Foi chamado por Cristo? Se há convicções interiores do seu chamado, se a motivação maior é de glorificar ao Senhor com o ministério, se tem certeza de que este é o seu lugar no Corpo de Cristo, lembre-se: Você é um presente de Deus para a Igreja – “E ele designou alguns para … pastores e mestres” – Ef 4.11. Ministério não é isenção da cruz, ao contrário remete-se à ela. Paulo, em seu ministério, enfrentou muitas situações adversas – 2 Co 11.23-28. No versículo 26 citou “… perigos dos falsos irmãos.” A igreja de Cristo não está isenta desses “não convertidos”, que agem na carne, que tiram a paz da igreja e do pastor. Caso não tenha se deparado com algum deles, se prepare, fatalmente irá encontrá-los. O que deve fazer? Expulsá-los da Igreja? Não, o padrão de Cristo é amá-los até o fim, como Ele fez com Judas – Jo 13.1.
• Houve erros? Ninguém é infalível, pode haver erros administrativos, de posicionamento e até no ensino da Palavra. É possível reparação? Reconsiderações, pedidos de perdão para quem de direito? Prestação de contas aos superiores? Aconselhar-se com membros idôneos? Faça o que for preciso. Não abandone a igreja ou o ministério. Não enterre seu egípcio na areia, como fez Moisés. Um dia vai ter de desenterrá-lo e será horrível o mau cheiro da putrefação. Encare tudo com muita humildade. “Pois todo aquele que a si mesmo se exaltar será humilhado, e todo aquele que a si mesmo se humilhar será exaltado. ” – Mt 23.12.
Vida Devocional
Em todo tempo, independentemente de ter havido erro ou não, o que determina o sucesso no ministério pastoral é a vida devocional. A Bíblia Sagrada não deve ser apenas uma ferramenta de trabalho na qual se procura sermões para entregar à Igreja. Mas antes de tudo, deve ser alimento e segurança para a vida interior. A Bíblia deve ser fonte de riqueza e doçura – “ … as ordenanças do Senhor são verdadeiras, são todas elas justas. São mais desejáveis do que o ouro, do que muito ouro puro; são mais doces do que o mel, do que as gotas do favo. ” – Sl 19.9 e 10. Momentos de orações para a sua vida pessoal e familiar, e não somente pelos irmãos sob a sua responsabilidade, são fundamentais. Confissão e adoração são imprescindíveis para o ministério. Atente para esta oração de Davi: “Também guarda o teu servo dos pecados intencionais; que eles não me dominem! Então serei íntegro, inocente de grande transgressão. Que as palavras da minha boca e a meditação do meu coração sejam agradáveis a ti, Senhor, minha Rocha e meu Resgatador! ” – Sl 19. 13, 14.
Dois valores indispensáveis
A oração e a Bíblia devem nortear o sagrado ministério. A instituição do diaconato veio para liberar os apóstolos para essas duas coisas indispensáveis – “e nos dedicaremos à oração e ao ministério da palavra” At 6.4. Não há dedicação sem priorização, entrega e perseverança. Este versículo expõe as vísceras do ministério pastoral: oração e Palavra. Nada deve ser mais importante que interceder e guiar o Povo de Deus através dos princípios bíblicos. Quando oramos pelos membros, deixamos o Senhor atuar. E quando “ministramos” a Palavra, estamos alimentando adequadamente o rebanho de Cristo, colocando-o na direção certa, sob a vontade de Deus.
Lembre-se
Moisés não precisou defender-se quando seus irmãos Arão e Miriã murmuraram contra ele. Deus mesmo cuidou deles e Miriã ficou leprosa sete dias – Nm 12. A traição sempre é muito dolorida, mas quando somos chamados, Deus cuida de nós e nos defende.
Jeremias pregou a Palavra de Deus por 40 anos sem resultado imediato e aparente. Somente quando o Reino de Judá foi para o cativeiro reconheceram o seu ministério. Persevere, apesar das adversidades. Lembre-se do Salmo 46. No tempo certo será honrado.
E se neste mundo, não vier reconhecimento, lembre-se de que: “Quando se manifestar o Supremo Pastor, vocês receberão a imperecível coroa da glória.” – 1 Pe 5.4.
Um abraço de quem já passou por isso

Pr. Elias Alves Ferreira é jubilado e integra a equipe do MVP – Ministério de Vida Pastoral da Convenção Geral

Promessista homenageada

“Mulheres que Mudaram a História de PE”

Uma mulher promessista foi homenageada entre as 55 “Mulheres que Mudaram a História de Pernambuco”, mostrando como podemos fazer a diferença no mundo. A cerimônia ocorreu no dia 5 de maio último, no Centro de Convenções de Pernambuco, onde estavam mais de 800 pessoas, entre elas, a diaconisa Inalda Maria da Silva, que foi reconhecida por sua atuação social junto a sua comunidade, na área da psicologia e educação. Ela congrega na IAP em Loteamento Grande Recife, em Jaboatão dos Guararapes (PE).
“Tudo teve início por conta de um caso de necessidade de tratamento psicológico de um parente”, diz Inalda. Sua indicação se deu através do irmão Marcos Honorato, que é membro da Igreja da Várzea – Recife (PE).
“Mulheres que Mudaram a História de Pernambuco” visa reconhecer a contribuição das mulheres como protagonistas do desenvolvimento social, cultural, econômico e político de Pernambuco. A iniciativa busca dar visibilidade a iniciativas que sejam fundamentais para a consolidação de uma sociedade mais justa e fundamentada na equidade social.
Após a indicação, há todo um trabalho de pesquisa, coleta de dados e análise da história de vida e atuação social, coordenado pela Casa da Imprensa, organizadora do projeto. Louvamos a Deus que o trabalho desta serva de Cristo esteja impactando a comunidade em que ela está inserida.

Dicas da lição 6 – "O papel da lei no evangelho"

O papel da lei no evangelho

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Dicas

Recapitulação: Ao estudar a introdução, faça um breve resumo das lições que já foram estudadas até aqui (a essência, a defesa, a origem, a justiça e o desprezo ao evangelho), antes de iniciar o estudo sobre a lei, apenas para recapitulação e para mostrar a continuidade do conteúdo da carta aos Gálatas no estudo da semana.
Vídeo: Reproduza o vídeo “Papo de Discípulo – Distinção das leis” quando expor o item 1: As funções das leis, para esclarecer os aspectos da lei de Deus de forma detalhada, disponível no link: https://www.youtube.com/watch?v=G7sf1ZJ_xeQ
Dinâmica: Material: Papel e Caneta
Na segunda Aplicação “Viva como um verdadeiro filho de Deus” aplique a seguinte dinâmica:
Escreva no papel em letras grandes: “Somos filhos de Deus, Por isso, obedecemos a sua lei”.
Peça para alguns alunos (no máximo três) interagirem, dizendo como foi ou como é sua criação com seus pais ou responsáveis. Podem dizer a profissão dos pais ou alguma característica marcante para eles.
Pergunte o que acontecia ou acontece, quando os filhos desobedeciam ou desobedecem aos pais (tanto como consequência de suas ações ou como a correção aplicada pelos pais pela desobediência).
Então, afirme que é dever dos filhos obedecerem seus pais, pois assim estão sendo protegidos por estes das consequências de seus erros quando são castigados.
Mostre o papel escrito para a classe e diga que assim como é dever dos filhos obedecer a seus pais, agora que somos adotados em Cristo por Deus, é nosso dever também obedecermos a Ele, como nosso Pai celestial. Fazemos isto observando a Lei moral de Deus, pois ela não nos salva, mas nos santifica e nos protege do erro e de suas consequências.
Utilize a fala dos próprios alunos sobre a obediência aos pais, para fazer a aplicação da dinâmica com respeito a obediência da lei de Deus.
Material de apoio: Use os comentários adicionais, disponíveis no espaço abaixo, para complementar a aula.

Comentários Adicionais

    1. Abraão versus Moisés. Não!
      “[…] ‘Deus é um’ (versículo 20 [Gl 3]), ou seja, o Deus que prometeu a Abraão e o Deus de Moisés, são uma e a mesma pessoa. Não podemos colocar Abraão e Moisés, ou a promessa e a lei, um contra o outro, tout simple. Se Deus é o autor de ambas, ele deve ter algum proposto para elas.” (STOTT, John R. W. A mensagem de Gálatas: somente um caminho. Tradução de Yolanda Mirdsa Krievin. São Paulo: ABU, 2007, p.81).
    2. Esboço da lei e da promessa
      “Paulo divide o assunto em duas partes. Os versículos 15-18 [Gl 3] são negativos, ensinando que a lei não anulou a promessa de Deus. Os versículos 19-22 são positivos, ensinando que a lei iluminou a promessa de Deus, tornando-a realmente indispensável. A primeira parte Paulo reforça uma ilustração extraída dos negócios humanos; e a segunda, respondendo a duas perguntas.” (STOTT, John R. W. A mensagem de Gálatas: somente um caminho. Tradução de Yolanda Mirdsa Krievin. São Paulo: ABU Editora, 2007, p.81).
    3. A lei transforma o pecado em transgressão
      “Paulo responde: Foi acrescentada [a lei] em razão das transgressões; isto é, ela foi dada ao homem além da promessa com o fim de despertar no seu coração e mente a consciência de sua culpabilidade. Uma vaga sensação de que algo não está bem consigo mesmo jamais o impulsionará a um Salvador. Só quando percebe que seus pecados são transgressões da lei daquele Deus que é também seu Juiz, e cuja santidade não pode tolerar digressões, semelhantes desvios do caminho traçado, é que ele, quando o Espírito Santo aplica esse conhecimento ao seu coração, clamará por libertação.” (HENDRIKSEN, William. Comentário do NT – Gálatas. Tradução de Valter G. Martins. São Paulo: Cultura Cristã, 2009, p.170).
    4. A Plenitude dos tempos
      “Como nos negócios humanos o pai determina um limite de tempo para a menoridade do seu filho, assim também há um cronograma com Deus. A frase grega pleroma tou chrounou significa literalmente ‘a plenitude do tempo’, chamando a atenção para a importância crítica deste evento.” (GUTHRIE, Donald. Gálatas: introdução e comentário. Tradução: Gordon Chown. São Paulo: Vida Nova e Mundo Cristão, 1984, p.143).
    5. Pai próximo
      “Seu amor de Pai não está mais apenas lá longe, bem no fundo ou bem no alto, não mais apenas em livros, hinos, dogmas e catedrais, não mais em meras teorias e seqüências de pensamentos, não apenas algo que existiu no passado ou sempre só nos outros, porém que está habitando no centro da própria pessoa. Pelo fato de que o Espírito permite degustar dessa maneira da condição de filho, de certo modo como saudação da casa do Pai […].” (POHL, Adolf. Comentário Esperança: Carta aos gálatas. Tradução de Werner Fuchs. Curitiba: Esperança, 1999, p.148).

Casais ministeriais

Evento de capacitação em setembro

Ajudar o pastor e a esposa, em assuntos ligados à família, saúde emocional, física e espiritual. Esta é a proposta do V Simpósio de Capacitação Ministerial, voltado para os casais ministeriais e Diretorias das Convenções. Será realizado nos dias 15 e 16/09 em Valinhos (SP), pelo Ministério de Vida Pastoral (antes Demi). Investimento por casal: R$ 850,00. Faça sua inscrição pelo e-mail demi.secretaria@hotmail.com ou tel. (11)3119-6457, com Irma.

Pedido de oração

Vamos interceder pela irmã Selma, de Sumaré (SP)

A IAP em Nova Veneza (Sumaré – SP) pede nossa oração pela irmã Selma Lopes Alves. Ela passou por cirurgia para retirada de um câncer de mama há um ano e está agora internada no CAISM – Unicamp, pois foram encontrados novos focos em outras partes do corpo. Ela passará por quimioterapia e depois por cirurgia para retirada dos tumores da axila.
Pedimos que roguem ao Senhor por ela, pois sabemos que nosso Deus é Todo Poderoso. Também vamos orar pelo esposo e pelos filhos, para que Deus anime a fé de todos.

El Salvador

Junta de Missões visita IAP

No sábado, 28/4, foi realizada em Santa Ana, El Salvador, o recebimento das irmãs Silvia e sua filha, Aura. Após, foi ordenado ao pastorado, o Mis. Isaías Cuellar. A cerimônia foi realizada pelo tesoureiro da Junta de MIssões, Pr. Amadilson de Paula, com a colaboração do vice-superintendente da Convenção Paranaense, Pr. Silvio Gonçalves. Ao terminar a ordenação, iniciou-se a cerimônia do lava-pés, pelo Pr. Silvio e logo após, a Ceia, realizada pelo recém consagrado Pr. Isaias Cuellar, com o auxílio do Pr. Amadilson de Paula.

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Dicas da lição 5 – "O desprezo do evangelho"

O desprezo do evangelho

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Dicas

Ilustração: Material: Jarra de vidro ou transparente com água, para que fique bem visível seu conteúdo; sal, e uma colher.
Aplique a ilustração já no início da lição – antes do tópico 1. Primeiro mostre aos alunos a jarra com a água limpa e transparente, e explique que assim foi o evangelho de Cristo apresentado por Paulo aos gálatas – “puro e incorruptível em sua essência”, mas quando acreditaram nos falsos profetas e acrescentaram as práticas judaizantes aquela pregação pura foi alterada.
E nesse momento acrescente o sal e mexa com a colher, e ofereça para os alunos. Possivelmente ninguém irá querer tomar água com sal, pois mesmo que na jarra ainda “parece” ter somente água, sua pureza foi alterada acrescentando outro elemento e assim se tornou impropria para o consumo. Assim o evangelho de Cristo quando acrescentado qualquer elemento, pode até parecer que continua o mesmo, mas sua essência é alterada.
Vídeo: No tópico 2. – O desprezo é promovido – passe aos alunos o vídeo “O evangelho falso procede de homens” do Pr. Solano Portela, no link: https://www.youtube.com/watch?v=P-JfawWkKto
Dinâmica: Material: Alguns bombons.
Chame alguns alunos a frente da sala, ou dependendo do tamanho da turma faça a dinâmica com todos, diga que fará algumas perguntas rápidas e quem acertar ganhará um bombom. Utilize como base das perguntas contas de matemática, sendo para algumas contas fáceis (exemplo: 2 + 2?), já para outros, contas mais difíceis (exemplo: raiz quadrada de 8?). Consequentemente alguns irão acertar e outros errar. Explique que no pensamento humano só ganhamos algo por merecimento (então dê bombons para aqueles que acertaram a pergunta), mas quando tratamos da graça de Deus nenhum de nossos esforços em acertar será capaz de nos tornar merecedores do presente da salvação (neste momento também presenteie os que erraram), pois este vem somente pelo sacrifício de Jesus por nós na cruz.
Material de apoio: Use os comentários adicionais, disponíveis no espaço abaixo, para complementar a aula.

Comentários Adicionais

    1. O que é insensatez?
      “Um estudo da palavra ‘insensato’ ou ‘néscio’ em Lucas 24.25; Romanos 1.14; 1Timóteo 6.9, bem como em Tito 3.3, evidenciará que a palavra no original indica uma atitude do coração e não apenas um estado da mente. Refere-se não propriamente à obtusidade, mas à negligência pecaminosa de uma pessoa em usar seu poder mental para tirar o melhor proveito.” (HENDRIKSEN, William. Comentário do NT – Gálatas. Tradução de Valter G. Martins. São Paulo: Cultura Cristã, 2009, p. 136)
    2. Perguntas confrontantes
      “É como se Paulo estivesse perguntando: ‘Meus queridos gálatas, a direção que ora estão seguindo os faz mais felizes e seguros do que fazia aquela que anteriormente escolheram? Por qual via foram conscientizados de possuírem o Espírito Santo habitando em seu coração? Foi pela via de uma rigorosa escravidão às ordenanças cerimoniais, ou foi pelo exercício de fé em Cristo, de tal modo que ouviram e guardaram ansiosamente no coração a mensagem do evangelho?”. (HENDRIKSEN, William. Comentário do NT – Gálatas. Tradução de Valter G. Martins. São Paulo: Cultura Cristã, 2009, p. 138)
    3. Completamente cegos
      “Os crentes da Galácia estavam fascinados, enfeitiçados, completamente cegos. Depois de desfrutarem do evangelho com tal clareza, foram afetados pelo engano de Satanás. Paulo diz que eles estavam fascinados e com a ‘mente desordenada’ não apenas porque desobedeciam à verdade, mas também porque, após receberem um ensino tão claro, tão completo, tão amável e tão poderoso, apostataram imediatamente.” (LOPES, Hernandes Dias. Gálatas: a carta da liberdade cristã. São Paulo: Hagnos, 2011, p. 131)
    4. O arameu errante
      “Gn 15.6 testemunha que foi declarado justo o Abraão incircunciso (Rm 4.11,12), justificado por fé, não a partir da lei. Ainda não era um israelita, mas um ‘arameu errante’ (Dt 26.5b [BJ]), pertencendo à comunidade cultural da divindade lunar, que tinha seus centros religiosos em Ur e Harã. Segundo Rm 4.5 ele era um ‘ímpio’”. (POHL, Adolf. Esperança: Carta aos Gálatas Comentário. Tradução de Walter Fuchs. Curitiba: Esperança, 1999, p. 105)
    5. A maior de todas as bênçãos
      “Convém examinarmos que bênção era essa e como todas as nações viriam a herdá-la. A bênção é a justificação, a maior de todas as bênçãos, pois os verbos ‘justificar’ e ‘abençoar’ são usados como equivalentes no versículo 8. E o meio pelo qual a benção seria herdada é a fé. Sendo assim, os gálatas já eram filhos de Abraão, não pela circuncisão, mas pela fé”. (LOPES, Hernandes Dias. Gálatas: a carta da liberdade cristã. São Paulo: Hagnos, 2011, p. 138)

Trabalho – benção ou maldição?

Desde o Éden, o homem sente realização por planejar e executar suas tarefas

“O homem sai para seu trabalho, para o seu labor até o pôr-do-sol. Quão numerosas são as tuas obras, ó Senhor! Fizeste-as todas com perfeita sabedoria. A terra está repleta de tuas criaturas”. (Salmos 104.23-24 – K. James).
Vez ou outra ouvimos alguém dizer: “Mente vazia é oficina de Satanás.” De fato, o ócio é uma coisa ruim, pois o nosso corpo é uma “máquina” em constante funcionamento idealizada pelo criador para exercer os seus devidos movimentos.
Nossos pais, no Jardim do Eden, tinham o que fazer, e o trabalho era uma benção com sua rotina, sem maiores preocupações ou estresse. Penso eu que a única boa ansiedade que tinham era com a viração do dia, no pôr-do-sol, quando acabavam suas tarefas e Deus os visitava.
Era com muita alegria e afetividade que eles o recebiam. Imagino que cada dia eles tinham novidades para falar com Deus acerca das suas variadas obras: uma planta que desabrochou suas lindas pétalas floridas, a simetria das formigas e o seu trabalho organizado e cronometrado.
Adão, como lavrador, certamente semeava e via o progresso de sua plantação como benção de Deus, e o melhor, Ele podia agradecer pessoalmente o Seu criador pelos Seus feitos. Imagino a alegria de Deus antes da nódoa do pecado.
O texto do salmista fala sobre o trabalho, labor na rotina diária. (Labor significa trabalho, tarefa, labuta, é uma palavra com origem no latim labore, pressupõe uma atividade racional, onde o indivíduo tem que pensar, raciocinar).
Adão exercia no Eden suas funções, ele deve ter raciocinado bastante para nomear todos os animais domésticos, as aves do céu e a todas as feras (Gn 2.20).Foi um trabalho muito eficaz.
Igualmente, quando realizamos um trabalho que foi planejado, vem uma satisfação e alegria pelo dever cumprido. Segundo o salmista, o sair para trabalhar e voltar no término do dia é uma benção
Concluímos dizendo que o trabalho honesto e diligente é uma benção em muitos sentidos, pois ele está incluso entre as “numerosas, variadas obras perfeitas do Senhor” conforme nos ensina o salmista. Glórias a Deus pelo trabalho.

Pr. Omar Figueiredo congrega na IAP em Pq. Edu Chaves (São Paulo – SP)

Um novo começo

O estado dele era gravíssimo, mas Deus renovou a vida

Tarcísio Custódio registrou: “Um novo dia começou… Novas esperanças surgem, pois Deus todos os dias nos dá uma nova chance de recomeçar, e de refazer tudo aquilo que não deu certo ontem!”.
Benevides, cidade conhecida como Terra da Liberdade, no Pará, contemplou um milagre neste início de ano. Na IAP do Bairro Independente, uma pessoa recebeu de Deus essa nova chance de vida!
Uma família sentiu na pele os dias e as noites angustiantes de quase perder um ente querido.
Roberto Sousa, após um acidente de moto, foi levado para o hospital, em estado gravíssimo. Passou muitos dias na UTI, entubado, numa situação que, para os homens, não tinha volta. Foram dias, semanas de intercessão em clamor ao Senhor.
Mas Deus operou o milagre! No dia 26 de março de 2018 pudemos realizar um culto de ação de graças pela nova vida do Roberto. Para quem não tinha mais esperança, Deus se tornou o novo começo. Rendemos graças ao Senhor porque Ele é Bom e a sua misericórdia dura para sempre!

Missionário Waldemir Freitas

Convenção Nordeste Oriental

Assembleia teve batismo no Espírito Santo

Louvores, glorificações, presença de Deus e batismo no Espírito Santo. Foi assim o encerramento da Assembleia na Convenção Nordeste Oriental, no último sábado (21/04). A palavra de Deus foi explanada pelo Pr. João Leonardo Junior, com grande ousadia. Deus foi exaltado no meio do seu povo!

Nota de falecimento

Todos em oração pelo irmão Eliabi Oliveira – Vamos rogar ao Senhor pela vida do irmão Eliabi Oliveira, de Jaguariuna (SP), que foi assaltado anteontem e está desaparecido. A família está aflita por uma resposta, mas nosso Deus é socorro bem presente na angústia. Alguns irmãos estão se mobilizando para orar hoje, às 3 horas da madrugada, pedindo a resposta do Senhor diante desta situação. Vamos nos unir por esta família, como corpo de Cristo.

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Convenção Matogrossense

Cerca de 500 pessoas cultuam ao Senhor da Igreja

A Assembleia da Convenção Matogrossense iniciou-se no sábado pela manhã com aproximadamente 500 pessoas. Clima festivo, louvores contagiantes e mensagem ministrada pelo pr Gilberto Coelho, segundo diretor financeiro da Convenção Geral da IAP. À tarde, seguiu-se a Assembleia com a reformulação das Casas Administrativas da Convenção. O superintendente, pr Gediel Camargo, abriu a Assembleia Extraordinária para homologação de recomposição da Diretoria Regional, com o ingresso do pr. Levi Grovo, na função de Diretor de Patrimônio.
O Pr. Osmar Pedro, vice-presidente da Convenção Geral, convidou então a família do saudoso pr. Mário Pereira, que havia sido o Diretor de Patrimônio, para um momento de gratidão a Deus pelo legado do pr. Mario e oração pelo consolo da família.
Outro ato foi conduzido pelo Pr. José Francisco, diretor financeiro da Convenção, que foi a despedida do casal, pr. jubilado, Amador O. de Paula e sua esposa, Dsa. Lourdes de Paula, que está se mudança para o Paraná, após dez anos de excelentes serviços prestados à igreja de Cristo naquela Convenção.
O culto da noite aconteceu num clima espiritual participativo, de muito fervor e glorificações a Cristo. A mensagem foi explanada pelo Pr. Osmar Pedro, vice presidente da Convenção Geral, sob o tema: “A igreja e a Missão”. Para glória de Cristo, a igreja foi edificada, houve uma conversão e três reconciliações com o Senhor!. Por esse dia memorável, louvado seja Deus!

O trono do Senhor permanece inabalável

Tempo para tudo – guerra e paz

A vida… se tem algo instável é ela! Ela nos prega peças e, não raras vezes, nos desaponta. Se existisse um gráfico que ilustrasse a vida humana certamente seria um gráfico em ondas, que ora oscilam para cima, ora para baixo. Essa é a tônica da caminhada de todo ser humano na face deste planeta e não é diferente com você, pelo fato de ser cristão.
A própria Bíblia, em Eclesiastes 3.8b, nos ensina que existe “tempo de guerra e tempo de paz”. Convenhamos que sua vida não é muito diferente da dos outros bilhões de seres humanos, não é mesmo? Provavelmente você está em um desses estágios: ou em guerra ou em paz. Independentemente de em qual estágio você se encontra, como devemos nos comportar frente a eles?
Os momentos de guerra, de dificuldades e de problemas parecem-nos infindáveis e insuportáveis. Mas minha avó tinha um ditado que dizia que “não há mal que sempre dure”, ou seja, nenhum momento de dor é eterno. Eles sempre vêm e vão; doem, mas passam; custam, mas cicatrizam. E a recomendação que trazemos para você usar nos momentos de guerras e dores é simples: permita-se sofrer, sem superestimar nem subestimar aquela fase. Algumas pessoas em momentos de dor vestem a máscara da hipocrisia e não se permitem chorar suas mágoas e expor suas dores; mas isso é adoecedor e causa males muito mais profundos. Outros afundam-se nas dores e não conseguem ver saída; atolam-se no lodo da depressão e perdem a noção de que há um Deus que está no controle. O caminho para o sucesso nos momentos de guerra na vida é permitir-se chorar sem ser desesperado, sofrer sem ser falso e crer apesar dos pesares.
E os momentos de paz? Ah, esses tornam-se verdadeiros campos minados. Pois se na guerra podemos nos esquecer de Deus devido às aflições, na paz e calmaria corremos o risco de abandoná-lo, caso o sirvamos apenas por interesses. Nos momentos de tranquilidade e estabilidade emocional, financeira, familiar e “espiritual”, como você se relaciona com o Senhor? Qual a sua frequência de orações, jejuns, presença nos cultos? Nos momentos de calmaria da vida, qual a temperatura do seu termômetro devocional? Como não soltar as rédeas e perder as estribeiras em meio à quietude?
Os antídotos contra esse relaxamento devocional são pelo menos dois. O primeiro é a vacina das motivações. Reflita em seu coração as verdadeiras motivações pelas quais você busca o Senhor, repense se, nos momentos de tranquilidade sua rotina de consagração e orações permanece inalterada em relação aos momentos de angústia e desespero da guerra.
Caso sua devoção esteja mancando no período de paz, reveja se você está servindo ao Senhor por quem ele é ou somente pelo que ele pode oferecer. O melhor caminho é servi-lo por quem ele é, pois seus atributos permanecem inalterados, independente das circunstâncias que enfrentamos. O segundo antidoto é a vacina contra a ingratidão. Por vezes, nos momentos de lutas e aflições, buscamos de Deus respostas, soluções e milagres; mas quando o recebemos, não voltamos para agradecer, tais quais os nove leprosos curados por Jesus. O veneno da ingratidão nos afasta de Deus nos momentos de paz, mas o antidoto da gratidão pode fazer-nos vigilantes frente a esse grave pecado. Reflita sobre as motivações do seu coração e sobre como anda sua gratidão.
Em terceiro lugar, quero concluir o ditado da minha avó, que também diz que “não há bem que não se acabe”. Não se esqueça que as calmarias são gotas de água em meio ao deserto, para nos fazer ter forças para a caminhada até o lar celestial, onde ali sim, tudo será paz e tranquilidade eternas.
Finalmente, lembre-se que, quer em guerra, quer em paz, o trono do Senhor permanece inabalável e seu governo soberano e eterno continua intacto apesar de tudo que se passa conosco. Confie no Senhor nos momentos de guerra e jamais se esqueça de se relacionar com ele também nos momentos de paz.

Eric Moura é missionário na IAP.