Comissão administrativa

Reunião de hoje a quinta

Está reunida na IAP em Vila Medeiros a liderança da Igreja Adventista da Promessa, na reunião da Comissão Administrativa.
O encontro vai até quinta e está discutindo importantes pontos para a governabilidade da igreja, oremos por estas propostas.

Dicas da lição 14 – “Exercício do conserto”

Exercício do conserto

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Dicas

  • Vídeo: Para o início da lição, veio o vídeo deste link: https://www.youtube.com/watch?v=gpIgYReDYN4. Ele mostra o texto bíblico que será utilizado nesta lição.
  • Dinâmica: Faça a dinâmica “Espelho, espelho meu.”, no item 3 “reconheça suas falhas”.
    Objetivos: olhar para si, elogiar-se e ouvir elogios dos colegas de sala.
    Tempo: 10 min.
    Material: 1 espelho médio ou grande.
    Desenvolvimento: Após conversar como era nossa passada maneira de viver, antes de conhecer a Cristo; o que se lembra de bom e de ruim; se gostou ou não; relembre suas atitudes antes da conversão… o orientador pede a um voluntário que venha até a frente de espelho, olhe e diga o que está vendo: qualidades, defeitos, bonito, feio, detalhes do corpo. O orientador após ouvir a descrição dos estudantes, deve lembrar detalhes não percebidos e os elogia, pede aos colegas de sala que falem das características da pessoa que está se olhando no espelho, termina a descrição, bem os demais que queiram realizar sua descrição, ou o orientador convida outro aluno da sala para se olhar no espelho.
    Variantes: Cada participante ao finalizar sua descrição se encoraja a mudar as atitudes que precisam ser concertadas.
  • Desafio da semana: Mande para seus alunos e alunas pelo WhatsApp, redes sociais ou exiba em sala, o infográfico com o desafio da semana desta lição.

 

 

Comentários Adicionais

    1. Argila e humanidade:
      “[Jr 18:1-17] Esta passagem mostra como Jeremias percebeu a maneira com que o Oleiro divino maneja sua argila humana, observando como o oleiro trabalhava. O trabalho com cerâmica era muito comum por todo Oriente Próximo e ninguém em Judá deixaria de entender as lições que Deus queria ensinar. O registro foi feito provavelmente no começo do reinado de Jeoaquim.” (Harrison, R. K. Jeremias e lamentações: introdução e comentário. Tradução: Hans Udo Fuchs. São Paulo: Vida Nova e Mundo Cristão, 1980, p.86).
    2. Transformação constante:
      “[Fp 1.6] (…). Aqui Paulo ensina que não é suficiente que essa boa obra tenha começado em nós, mas ela deve ser completada. Para que isso aconteça, é imperativo que sejamos obedientes a Deus e que não resistamos à ação do Espírito Santo em nós.” (Tomlin, Graham. Comentário bíblico da Reforma – Filipenses e Colossenses. Tradução: Vagner Barbosa. São Paulo: Cultura Cristã, 2015, p.60).
    3. Barro transformado:
      “(…) para surpresa de Jeremias, o vaso se quebrou na mão do oleiro. Será que uma onda de tristeza tomou conta do oleiro? Se sim, isso não o refreou de usar suas hábeis mãos. Ele quebrou o vaso desfigurado em uma massa disforme e começou novamente a amassar o barro. Depois de trabalhar e refinar o vaso, ele voltou (nota de rodapé da KJV: ‘retornou e fez’) a fazer outro vaso.” (Price, Ross E. et al. Comentário Bíblico: Isaías a Daniel. Tradução: Valdemar Kroker e Haroldo Janzen. 3 ed. Rio de Janeiro: CPAD, 2015, p.307).
    4. A tristeza julgadora de Deus:
      “Algo em Israel – ‘uma pedra de tropeço’ ou ‘uma rocha de ofensa’ – desfigurou a obra do Artesão. Deus está triste com a impureza da vida da nação. As coisas não podem continuar como estão. Nessa situação, somente o perdão não será suficiente. O juízo é inevitável. Não há outro jeito senão quebrar e refinar a forma de vida nacional existente, e então tornar a fazer outro vaso (…).” (Idem).
    5. A importância do arrependimento:
      “Jeremias afirma que Deus é soberano sobre toda humanidade (cf. Am 9:7, Mq 1:2-4, etc.). O termo antropomórfico arrepender-se indica mais uma mudança de tratamento que será dispensado a Israel por causa de seu comportamento modificado, do que uma mudança de mente (cf. Nm 23:19). Novamente a responsabilidade está sobe o povo: é ele que determina seu destino.” (Harrison, R. K. Jeremias e lamentações: introdução e comentário. Tradução: Hans Udo Fuchs. São Paulo: Vida Nova e Mundo Cristão, p.86).

Encontro Unificado de lideranças 2018

Lideranças dos diferentes ministérios da IAP estão reunidas hoje, na sede da Convenção Geral, para tratar da organização e da definição de conteúdo para o próximo Encontro Unificado, a ser realizado nos dias 24 e 25 de fevereiro de 2018.
A reunião conta com a participação de representantes da Diretoria Geral e das diretorias dos ministérios de jovens, mulheres, crianças, ministerial, música e missões.

Qual é o X da questão para as Gerações Y e Z?

Vamos logo às definições: se você tem entre 15 e 20 anos, você é comumente considerado um integrante da Geração Z. Se você tem entre 21 e 34 anos, você é da Geração Y (ou também Geração do Milênio). Entre 35 e 49 anos, escreve aí: Geração X. Ainda temos os baby boomers (50 a 64 anos) e a Geração Silenciosa (65 anos ou mais). Se você está nessas faixas lendo esse texto, seja bem-vindo!
A galera das Gerações Y e Z desenvolvem sua visão de mundo, conhecimentos e experiência em e através de plataformas digitais. “Compartilhar” já significou repartir um pedaço do lanche e “postar” já foi entendido como selar uma carta e leva-la aos Correios para que em alguns dias o destinatário pudesse receber para ler o que estava escrito (à mão) nas folhas contidas dentro do envelope. Essas palavras e tantas outras tem contextos digitais para a galera da Y e da Z.
Os dilemas estão diante deles: novas e emergentes profissões, um mercado que valoriza cursos e experiências sócio culturais que agreguem valor aos seus currículos, novas tecnologias que caminham para a computação cognitiva e a tal da Internet das coisas (I.O.T, em inglês), diversidade de gênero, responsabilidade sócio ambiental, terrorismo, espiritualidade e fé…
Como não temos espaço, nesse texto, para continuar abrindo mais horizontes, vamos focar em um ponto: Para uma juventude com tantos e complexos desafios, onde a espiritualidade e a fé se encaixam? Talvez, um compartimento da rotina, confinada a um dia da semana? Uma questão de foro íntimo sendo desenvolvida sem apoio institucional? Uma fé líquida que desvaloriza qualquer doutrina com cheiro de século passado? Um êxtase “espiritual” e momentâneo, que não impacta em nada a profissão, o namoro, o consumo e o entretenimento?
Como resgatar uma sólida fé em Jesus naqueles que ainda frequentam as igrejas? E, mais, como levar as Gerações Y e Z a compartilharem o evangelho aos seus amigos e para as próximas gerações?
Essa era a preocupação de Moisés diante das novas gerações de sua época, como se observa em Deuteronômio. Como eles encarariam os desafios de seu tempo para que a fé de seus pais se mantivesse viva em Canaã. Há quem diga que a idolatria e a dificuldade de transmitir a fé para as novas gerações foram os dois grandes fatores do declínio da fé em Israel.
O grande Moisés tem uma resposta. Ele sabia o X da questão para as novas gerações de então e ouso dizer que o X da questão para a juventude atual continua o mesmo: educação, que envolva conhecimento racional (conhecer a lei e a história da redenção) e relacional (pais, professores, pastores e amigos que andam juntos as milhas da fé diante das crises e desafios que se apresentam para cada geração).
Precisamos aprender a ensinar e a assumir responsabilidades. Pais precisam assumir o papel de fonte primeira do ensino e desenvolvimento da fé de seus filhos (isso mesmo pais, não dá para lavar as mãos e acharem que professores de Escola Bíblica e líderes de jovens farão o seu serviço ou consertarão tudo que vocês deixaram de fazer). Professores, líderes de jovens e pastores não podem desistir da galera porque algumas famílias não realizam a sua parte. Deus nos chamou para liderar, discipular e servir para essas gerações. Assim, encontrar alternativas, estuda-los, buscar novas abordagens para um tempo de tamanhas transformações, tudo isso, confesso e concordo, são tarefas pesadas e recheadas de obstáculos, tentativas e erros. Nada é desculpa para desistir das novas gerações. Precisamos encontrar maneiras para que o ensino fiel, constante e transformador da Palavra de Deus possa fazer diferença na nossa galera e, então, eles impactem outros de sua geração e, por fim, quando passarmos o bastão, eles assumam a responsabilidade por levar a fé para as gerações que virão, até que Cristo volte e possamos, cada um a seu tempo, ter a paz no coração com a certeza que cumprimos nossa parte na missão de Deus, no tempo que coube, cabe ou caberá a cada um de nós.
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PARTICIPE DO CONGRESSO DE EDUCAÇÃO CRISTÃ NA ASSEMBLEIA GERAL DE NOVEMBRO/2017
Inscrições pelo site: http://backup.portaliap.org/congressodeeducacao/


Publicado originalmente em fumap.portaliap.org

Comissão teológica

Reunião está acontecendo em SP

A Comissão Teológica da igreja Adventista da Promessa está reunida nesta terça e quarta para estudar pontos importantes, a fim de reforçar as crenças da IAP.
O evento está acontecendo na IAP em Vila Medeiros e reúne participantes de todo Brasil, além da Diretoria Geral.

Encontro de Homens

IAP em Vila Maria (SP) promove em 7 e 8/10

Venha participar do Encontro de Homens promovido pela Sociedade Masculina da IAP em Vila Maria (SP), que acontecerá nos dias 7 e 8 de outubro próximo, em Santa Isabel. Oração, palavra de Deus e comunhão. O tema deste ano será: Servo – Aquele que me serve, meu pai o honrará.

Espírito Santo derramado

Jovens no RS são batizados

No sábado (16/09), a Rumap Rio Grande do Sul realizou uma Vigília Regional com o tema: “Puro Sangue”, em comemoração ao dia do Unionista, celebrado na Igreja Adventista da Promessa em 15 de setembro.
Participaram a banda Tchê Levitas, de Santa Catarina, e a preletora, Mis. Edilaine Rodrigues, da IAP em Mauá (SP), que falou sobre o poder do sangue de Jesus derramado na Cruz e sobre o derramamento do Espirito Santo, já que toda a IAP está nos 100 Dias de Oração. Cinco jovens foram batizados no Espírito Santo, para glória de Deus!
A presença de Deus continuou entre eles e durante a semana, numa reunião de oração em uma casa, mais cinco jovens / adolescentes foram batizados no Espírito Santo. É o poder de Deus sendo derramado sobre seus filhos e suas filhas!

Dicas da lição 13 – “Exercício da comunhão”

Exercício da comunhão

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Dicas

  • Vídeo: Acesse este link: https://www.youtube.com/watch?v=2Z2eX8A4vk8, e mostre a seus alunos o vídeo: Por que eu preciso de outras pessoas se eu já tenho a Jesus? Nele, o pastor americano John Piper, nos fala da importância da comunhão. Relacione o vídeo com o conteúdo da lição e principalmente com o item 1 “Praticar a mutualidade cristã”.
  • Dinâmica: Distribua entre seus alunos folhas de sulfite, canetas e/ou lápis, para fazerem a seguinte dinâmica. Com base nos mandamentos da mutualidade e dos dons espirituais apresentados nos itens 1 e 2, peça que seus alunos façam um desenho, escrevam o trecho de uma música ou façam uma frase/ou poesia que represente o mandamento de mutualidade ou dom espiritual. Peça que os que têm acesso a internet em seus celulares procurem uma imagem que mostre a importância da comunhão.
  • Desafio da semana: Mande para seus alunos e alunas pelo WhatsApp, redes sociais ou exiba em sala, o infográfico com o desafio da semana desta lição.

 

 

Comentários Adicionais

  • A solidão pode prejudicar a sua saúde mental, revela pesquisa:
    Um novo estudo realizado por pesquisadores da Universidade de Tecnologia de Swinburne, na Austrália, indica que a solidão pode levar ao desenvolvimento de ansiedade social, depressão e paranoia.
    A pesquisadora Michelle Lim, do Centro de Pesquisa Psicológica e Cerebral de Swinburne, explica que é fácil confundir solidão e depressão, mas que as duas são coisas diferentes. A solidão é um conjunto de sentimentos negativos que surgem a partir do contraste das relações e cotidiano que uma pessoa tem e as que ela deseja ter. Já a depressão afeta como a pessoa se sente no geral.
    Lim acredita que é necessário prestar atenção na solidão. “Nós não fomos desenvolvidos para sermos solitários. Somos uma espécie social”, afirma ela na divulgação do estudo. “A pessoa solitária tem mais chance de ter depressão, ansiedade social e paranoia. Isso pode se desenvolver em questão de meses.”
    No momento a pesquisadora está desenvolvendo um aplicativo que ajudará a identificar pessoas cujas saúdes mentais correm risco de serem afetadas. Enquanto a ferramenta não é lançada, Lim deixa algumas dicas do que alguém solitário pode fazer: reconheça a solidão e entenda que é um sinal para fazer algo diferente do que você geralmente faz; tente interagir com os outros de forma positiva, incluindo comidas saudáveis, exercícios e ar fresco; mostre linguagem corporal positiva e tente se interessar pelo que os outros falam; consulte um terapeuta ou converse com alguém de confiança, não deixe aquilo que te faz mal te consumir.”
  1. Dons para comunhão:
    “A evidência da presença do Espírito na vida do crente serve ao bem comum da comunidade inteira. O Espírito usa os dons do cristão individual para a edificação da Igreja (comparar com Ef 4.12), um tema que Paulo mais tarde aplica em sua discussão sobre a utilidade de falar em línguas ([1Co] 14.4). A intenção aqui é promover o bem comum e proibir qualquer pessoa de usar um dom em proveito pessoal. Paulo não descarta que o dom em si pode trazer benefício para a pessoa, mas Deus confere dons sobre o seu povo para que todos possam ser edificados (14.26).” (Kistemaker, Simon. Comentário do Novo Testamento: 1 Coríntios. Tradução: Helen Hope Gordon da Silva. São Paulo: Cultura Cristã, 2004, p.582).
  2. Crescer em amor:
    “Visto que o mandamento do mútuo amor é essencialmente ligado com o ensino de Jesus (Jo 13.34), é apropriado que a Ele seja dirigida a petição: vos faça crescer, e aumentar no amor; mas isto pode ser demasiadamente sutil. Os dois verbos são sinônimos, e sua combinação simplesmente reforça a ideia: ‘vos faça abundar grandemente’ é o pensamento.” (Marshall, I. Howard. I e II Tessalonicenses: introdução e comentário. Tradução: Gordon Chown. São Paulo: Vida Nova, 1984, p.126).
  3. “Hyper” amor (2 Ts 1:3):
    “O verbo usado, um composto com hyper, expressa crescimento vigoroso, e é de uma forma que Paulo gosta de usar. A palavra ocorre somente aqui (…). (…) o mútuo amor dos leitores, de uns para com os outros, vai aumentando. Este amor estava sendo demonstrado por todos na igreja, e este também é sinal de maturidade espiritual.” (Ibidem, p.204).
  4. Uma salvação individual/coletiva:
    “O propósito de Deus – que foi concebido em uma eternidade passada, está sendo trabalhado na história e será aperfeiçoado na eternidade por vir – não é salvar almas individuais isoladas uma da outra da outra e assim perpetuar nossa solidão, mas construir uma igreja, congregar um povo se proveniente de toda nação e cultura.” (Stott, John. Como ser cristão: um guia prático para a fé cristã. Tradução de Marcos Davi S. Stuernagel, Silêda S. Steuernagel. Viçosa: Ultimato, 2016, p.157).

Arte, a mãe das desculpas

Exposição em Porto Alegre escancara zoofilia, pedofilia e pornografia

O Santander Cultural, em Porto Alegre (RS), investiu quase um milhão de reais, usando os benefícios fiscais da lei Rouanet, numa exposição que fez apologia declarada à zoofilia, pedofilia e pornografia, além de afrontar e debochar de personagens e símbolos religiosos de alguns segmentos da fé cristã. Crianças já visitaram a exposição, tanto acompanhada de seus responsáveis, quanto em grupos de escola, com o objetivo de fazerem trabalhos para valer nota.
Após um forte protesto nas redes sociais, o banco não resistiu e suspendeu a exposição no dia 10/09/17 e emitiu um comunicado se desculpando por qualquer ofensa que tenha causado. No comunicado, alega que não tinha intenção de agredir ou atacar os valores e a fé, apenas que acredita na pluralidade e nas diversas expressões de arte. A retratação é boa, mas tardia, muitos clientes simplesmente cancelaram suas contas no banco de tão inconformados e indignados que ficaram com o fato.
Quando eu soube, pela internet consegui ver alguma coisa. Deplorável, infame, nojento, degradante, podre, estas palavras ainda não são suficientes para explicar a tal exposição. Mas precisamos nos perguntar por que um banco detentor de uma marca como o Santander coloca quase um milhão de reais numa exposição de nível muito abaixo do que poderíamos chamar de baixo? Qual o objetivo de escancarar zoofilia, pedofilia e pornografia sob o escudo da… arte?!?
Infelizmente, para cristãos que prezam, valorizam e procuram praticar os valores judaico cristãos, o Santander “errou a mão”, achou que já dava para expor as taras de uma minoria e que ia ficar tudo bem, mas não deu. Por enquanto. A guerra filosófica continua selvagem, desconstruir valores segue sem trégua. Tivesse o Santander e seus mentores tirado as “artes” mais escandalosamente declaradas sobre a decadência da moral, tudo passaria, e passaria como sendo… “arte”. É tudo apenas uma questão de tempo, o desmoronamento de nossa sociedade segue a passos largos.
Todo dia, a qualquer hora, na TV aberta ou fechada, na internet, exposições semelhantes estão lá. E todas por trás do mesmo rótulo: é arte. Dizem que é uma forma do artista expressar seus sentimentos, opiniões, protestos e inspirações. E pronto. Se é arte, nada mais precisa ser explicado, esclarecido, impedido. Se é arte, pode tudo. Não é exatamente assim que se declaram artistas o tempo todo? Não é isso que temos assistido em performances acadêmicas em salas de aula e espaços públicos? E tudo em nome da … arte.
Mas tem o lado positivo desta história. O grito dos insatisfeitos, indignados e ofendidos foi ouvido. Porém o grito só foi dado, como já afirmei, porque a dose foi muito acima do suportável. Penso que deveríamos estar mais atentos, alertas, críticos e atuantes também com as doses homeopáticas, pois tenho visto muita gente tomando uma gotinha a cada dia, achando que não causará qualquer dano e, quando vê, o estrago já foi feito numa família desfeita, num suicídio consumado, numa depressão incurável, numa insensibilidade espiritual incompreensível.
Proteste com sua fé, seus joelhos, sua herança contida nas promessas que nunca falharam, só assim as “exposições” pensadas para aniquilar você cessarão. Não aceite arte como desculpa. A arte está declarada no firmamento, nos dons que Deus deu aos homens, porém o inferno, percebendo o poder que a arte tem, usurpa um conceito, o deturpa e tenta empurrar seus valores por goela abaixo de toda uma geração sob a fachada da arte.
Você é mais, foi feito com dignidade, a arte que foi gravada em você atende por um nome que nos define e, por mais que tentem destruir e depravar, a centelha desta definição habita em você e nela se encontram os verdadeiros propósitos da vida, chama-se Imago Dei. Sim, nascemos para expressar a imagem e semelhança do Criador, e assim será independentemente dos ataques e afrontas que são sistematicamente orquestrados, pois quem zela pelo que somos é Ele, Aquele que eternamente se apresenta como o Eu Sou.

Pr. Edmilson Mendes congrega na IAP em Pq. Italia (Campinas, SP) e integra o Departamento Ministerial – Convenção Geral e Convenção Paulista

Pedido de oração

Pr. Mario, da Convenção Matogrossense, passará por cirurgia

Pedimos a oração de todos os irmãos em favor do Pr. Mario Pereira da Silva, diretor de Patrimônio e pastor Ministerial da Convenção Matogrossense. Ele está internado em Cuiabá (MT), aguardando diagnóstico médico, e passará por uma cirurgia no intestino, nos próximos dias. Vamos orar para que Deus esteja com suas mãos conduzindo o procedimento cirúrgico e por sua recuperação, para que seja a mais breve possível.

Convenção Matogrossense

Dicas da lição 12 – “Exercício da solitude”

Exercício da solitude

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Dicas

  • Versículos distribuídos: O tópico 1 explica o que é solitude (p.87), ele traz 5 casos em que Jesus praticou este exercício, distribua entre a classe os respectivos textos, peça que meditem em silêncio (3 min.) e em seguida expliquem o texto e apliquem em suas vidas. Use a metodologia de leitura da Bíblia do estudo 2. Mostre que esta forma de leitura se aplica ao exercício desta semana como explica o item 2 (p.88).
  • Chuva de ideias: Escreva num quando branco, flip chart ou anotando no celular para depois enviar via WhatsApp, as ideias sobre lugares tanto no bairro como na cidade onde, além de suas casas, poderiam praticar a solitude. A ideia é que reunindo várias possiblidades, sua classe possa definitivamente colocar este exercício como uma prática na agenda devocional.
  • Vídeo: Mostre para seus alunos o vídeo “A Solitude com Deus e a Oração” do pr. Ricardo Agreste, onde ele fala sobre a importância de estar a sós com Deus. O vídeo deve ser veiculado apenas até 3min32s, pois seu áudio só vai até aí. É um vídeo incentivador a prática desta disciplina. Acesse o vídeo aqui: https://www.youtube.com/watch?v=mT0Hq-b1SmE&t=52s.
  • Desafio da semana: Mande para seus alunos e alunas pelo WhatsApp, redes sociais ou exiba em sala, o infográfico com o desafio da semana desta lição.

 

 

Comentários Adicionais

  1. A dificuldade para a solitude:
    “No que se refere à busca pela solitude, vivemos em uma atmosfera negativa, tão invisível, tão permanente e tão enervante quanto a densa umidade em uma tarde de verão. O mundo de hoje não compreende a necessidade presente no homem ou na mulher de estar só.” (Manning, Brennan. Convite à solitude. Tradução de Fabiano Medeiros. São Paulo: Mundo Cristão, 2010, p.12).
  2. O benefício de se estar a sós:
    “Na realidade, momentos assim estão entre os mais importantes da vida – quando se está só. Certos mananciais são acessados somente quando estamos a sós. O artista sabe que precisa estar só para criar; o escritor, para desenvolver seus pensamentos; o músico, para compor; o santo, para orar.” (Ibidem, p.12).
  3. Espaços de silêncio:
    “Um lugar tranquilo não é necessariamente um espaço geográfico, uma ilha deserta ou uma pequena cabana no alto de uma montanha. É apenas um lugar onde nos encontramos com Cristo. Podemos transformar lugares hostis e barulhentos em pequenos momentos de oração e ações de graça. Um assento de ônibus, uma parada no trânsito, um intervalo entre reuniões, uma pausa no meio dia.” (Barbosa, Ricardo. Janelas para vida: resgatando a espiritualidade do cotidiano. 2 ed. Curitiba: Encontro, pp.66-67).
  4. Geografias de solitude:
    “(…) precisamos também dos lugares geográficos. Precisamos dos jardins de oração ou desertos de solitude. O mapa biográfico dos santos está repleto de lugares e altares onde se dão seus encontros com Deus; são os lugares seguros e tranquilos onde paramos para orar, ouvir, ser tocados e ter nosso coração e visão abertos para o mundo de Deus, um mundo que não é dominado pelos gigantes, mas pelo Deus eterno.” (Ibidem, pp.67, 69).

Primeiro Congresso Missional da IAP na Europa

Com representação de irmãos de Portugal, Espanha, França, Irlanda, Angola, Colômbia, Venezuela, Paraguai e Brasil, foi dado início ao Primeiro Congresso de Missões da IAP na Europa, na cidade de Lisboa, em Portugal.
Com a temática sobre os “Tempos”, de Eclesiastes 3, a ênfase principal é “Tempo de Proclamar o Evangelho do Reino de Jesus Cristo”, especificamente no continente Europeu.
Desde o início, o Espírito Santo de Deus tem se manifestado com poder e sabedoria, e a reação dos participantes é de adoração e emoção espiritual.
Com musicas, coreografias, declamações, oração e pregação, o conteúdo do Congresso vai sendo infundido nas mentes e corações dos participantes.
Deus está sendo glorificado e sua igreja edificada.
A Jesus honra e glória eternamente!
 

O Ministério Pastoral de Jesus revelado na oração do Getsêmani – III

Palavra e intercessão

Continuando a aprender com o modelo pastoral de Jesus, a oração do Getsêmani nos traz ainda ricos ensinamentos.
Ele revelou que a Bíblia é a grande dádiva do Ministério. “Pois eu lhes transmiti as palavras que me deste… Dei-lhes a tua palavra… Santifica-os na verdade; a tua palavra é a verdade. ” – Vs 8a; 14a; 17. O Ministério de Jesus tinha alicerce profundo. O alicerce era todo o conteúdo profético, histórico e didático do Antigo Testamento. Jesus não inventou nada. Ele venceu o adversário com três “Está Escrito”. Seus ensinos tinham base os princípios já anunciados anteriormente. A Bíblia é inerrante em seu conteúdo, inspirada pelo Espírito Santo, a revelação máxima de Deus, um perfeito manual para a vida espiritual, um “GPS” para a nossa fé. Nenhum ensinamento pode ultrapassar os seus limites. O Ministério Pastoral é exercido essencialmente na comunicação. E o nosso posicionamento espiritual deve estar sempre arraigado na Palavra de Deus. O maior legado que deixamos em um campo pastoral não são as construções materiais, os projetos administrativos e sim o conteúdo bíblico que ensinamos e vivemos.
Ele revelou que o Ministério é exercido com intercessão. “Eu rogo por eles. Não estou rogando pelo mundo, mas por aqueles que me deste, pois são teus… protege-os em teu nome…. Não rogo que os tires do mundo, mas que os protejas do Maligno. Minha oração não é apenas por eles. Rogo também por aqueles que crerão em mim…” – Vs. 9; 11; 15; 20. Jesus estava prestes a ir para a cruz e nem por isso deixou de interceder pelos discípulos presentes e por nós, que um dia iríamos crer. Uma das formas de proteger o rebanho a nós confiado é leva-lo sempre à presença do Senhor. Deus nos trouxe para o Ministério para que também sejamos intercessores. Não apenas publicamente, nas visitações e reuniões, mas acima de tudo, na particularidade, na devocionalidade. Faz parte do Ministério carregar outros na oração.
Jesus revelou que após a nossa ida a Ele, os valores que assumimos são eternos. “Dei-lhes a tua palavra, e o mundo os odiou, pois eles não são do mundo, como eu também não sou. Eles não são do mundo, como eu também não sou.” – Vs 14; 16. Quem olha para Jesus e observa sua vida, ensinos, morte na cruz, ressurreição, ascensão e intercessão, conclui: Jesus não é deste mundo. E quem aceita e vive em comunhão com Ele, passa também a não ser deste mundo. Os valores desejados passam a ser os eternos. Não podemos nos esquecer que um dos objetivos de nosso Ministério é despertar o desejo de eternidade nas pessoas.
Jesus revelou a missão que recebeu e que depois a transmitiu à Igreja. “Assim como me enviaste ao mundo, eu os enviei ao mundo. ” – V. 18. Ir ao mundo é a grande missão. É uma resposta obediente ao envio da parte de Deus. Mas não devemos ir em conformidade com os padrões do mundo e sim com uma contracultura. Uma contracultura com padrões elevados de amor, perdão, graça, misericórdia, bondade, fidelidade, vida eterna… Por viver estes padrões Jesus morreu na cruz. E quando nós vivemos, sofremos também, porque mesmo estando no mundo, não somos dele. Nossa escala de valores é diferente da maioria das pessoas que estão ao nosso redor. Por isso somos enviados para fazer a diferença. Jesus obedeceu e nos enviou também. Cabe a nós a consciência e a obediência.
Jesus revelou que a unidade é a grande finalidade do Ministério e a expressão mais convincente da vida Cristã. “… para que sejam um, assim como somos um… para que eles sejam um, assim como nós somos um… eu neles e tu em mim. Que eles sejam levados à plena unidade, para que o mundo saiba que tu me enviaste. ” – Vs. 21; 22 (b); 23. Os ensinos e a oração de Jesus era para que os seus discípulos tivessem unidade. Não dá para fazer nada no Corpo de Cristo sem unidade. Todos os esforços serão em vão se estivermos divididos. Jesus sabia disso e por isso pediu com profunda intensidade. A igreja é um grupo de pessoas com variações em termos de idade, sexo, cultura e condição social. É uma sociedade heterogênea e complexa. Nosso Pastorado possui este mais alto desafio, que é produzir união na igreja, para que a mesma caminhe unida na direção da salvação. E a unidade possui além da agradabilidade da vida comunitária, o potencial de testemunhar da graça Divina, sendo esta a porta para evangelização, o sal que desperta a sede em quem não creu ainda.
Jesus revelou que objetivava a felicidade das Suas ovelhas. “… para que eles tenham a plenitude da minha alegria…. Dei-lhes a glória que me deste… ” – Vs. 13; 22 (a). Jesus serviu, ensinou, doou-se plenamente para que os outros estivessem bem. Ele estava feliz e alegre com o Pai. E queria também que Suas ovelhas tivessem a mesma alegria. Ele recebeu glória e doou a glória. Tudo que recebemos, principalmente em nossa formação, é para que, em primeira mão, fiquemos bem. Mas não para aí. Ministério é doação de vida. É doar o que se tem. Assim, não podemos reter nada do que o Senhor espiritualmente nos doou. A alegria do rebanho deve ser a nossa alegria.
Jesus revelou que era satisfeito no Ministério. “Agora eles sabem que tudo o que me deste vem de ti. Tudo o que tenho é teu, e tudo o que tens é meu. E eu tenho sido glorificado por meio deles. ”- Vs. 7, 10. Do ponto de vista humano, Jesus foi um fracasso na área financeira. Nasceu numa família humilde. Seu primeiro berço foi um cocho onde se colocava alimento para os animais (manjedoura). Suas primeiras vestes foram uns panos que o envolveram. Não tinha onde reclinar a cabeça. E, depois da morte na cruz, foi colocado num túmulo emprestado (Lc 2. 7; Mt 8.20; 27.57-60). Mas o fato de não ter riquezas para administrar, tornou seu Ministério totalmente livre para atender discípulos e multidões. E esta forma de viver não o fez infeliz. Ao contrário, Jesus foi satisfeito com as pessoas que faziam parte do seu Ministério. E tudo que tinha era do Pai e todas as coisas do Pai eram dele. Neste sentido, Paulo escreveu aos Coríntios: “…como nada tendo, e possuindo tudo” 2 Co 6.10. O que temos é sempre o suficiente para o que precisamos. O compromisso de Deus conosco é com as nossas necessidades – Fl 4.19. A maior satisfação em nosso Ministério não devem ser as coisas materiais que conquistamos para a Igreja e sim as vidas alcançadas.
Jesus termina a oração, desperta os sonolentos discípulos, e caminha em direção ao traidor e aos soldados, julgamentos, escárnios, feridas e cruz.
Só nos resta entrar na presença do Sumo Pastor, com profundo temor e dizer: Obrigado Senhor por esta oração tão intimamente constrangedora! Pelo maravilhoso e desafiador exemplo de Pastorado que conseguimos ver! Oh Jesus, por tua graça, ajude-nos a ser mais profundos em oração e viver, para sermos a cada dia, mais parecidos contigo!

Pr. Elias Alves Ferreira é responsável pela IAP em Jales (SP) e atua no Departamento Ministerial – Convenção Geral.

O Ministério Pastoral de Jesus revelado na oração do Getsêmani – II

Sacrifício pelo rebanho

No Getsêmani, percebemos detalhes interessantes do maior e perfeito Pastor que o mundo já viu.
Jesus revelou que é preciso sacrifício pelo rebanho. “Em favor deles eu me santifico, para que também eles sejam santificados pela verdade. ” – V. 19. Quando Jesus usou as palavras “me santifico” não estava apenas referindo-se à oração pelos Discípulos, porém, uma entrega maior de vida. Uma impecabilidade. Um afastamento maior do mundo. Um vaso exclusivo para Deus. E isto implica sacrifício. No caso de Cristo, encontra-se o ponto alto, quando foi para cruz. Em nosso caso, quando abandonamos nossos projetos pessoais e materiais, convivência com pessoas queridas… Para ser exemplo de um rebanho e conduzi-los no caminho da verdade.
Ele revelou que o maior objetivo do Seu Ministério era salvar. “Pois lhe deste autoridade sobre toda a humanidade, para que conceda a vida eterna a todos os que lhe deste… Esta é a vida eterna: que te conheçam, o único Deus verdadeiro, e a Jesus Cristo, a quem enviaste… Nenhum deles se perdeu, a não ser aquele que estava destinado à perdição…” – vs 2, 3, 12. Jesus fez muitas coisas: consolou, aconselhou, perdoou, exortou, curou, expulsou demônios, ressuscitou, fez sinais maravilhosos na natureza… Contudo, seu objetivo foi sempre o de salvar. De trazer para perto de si pecadores que cressem nele. O homem é a expressão máxima da glória de Deus pois foi feito à Sua imagem e semelhança. Por isso Ele providencia todos meios para salvá-lo. Podemos realizar muitas coisas em nosso Ministério, mas nada iguala-se ao ato de cooperar com o Senhor, quando este está salvando alguém do lago de fogo e trazendo-o para a eternidade feliz ao seu lado. Nossas pregações, aconselhamentos, palestras, discipulado, visitações deve ter sempre a direção de salvar as pessoas. Jesus é a única possibilidade de salvação. E a pregação da cruz nunca deve envelhecer. É o recado mais urgente e importante que temos para transmitir. Quem convence é o Espírito Santo, mas quem prega somos nós.
Ele revelou que o Seu Ministério era para a glória de Deus. “Eu te glorifiquei na terra…” – v. 6 a. Jesus nunca buscou ostentação pessoal. Aliás, se buscasse, não escaparia das tentações do deserto – Mt 4.1-11. Mas o Filho de Deus venceu Satanás e as suas ciladas. As pedras continuaram a ser pedras, Ele não pulou do pináculo do templo num espetáculo efêmero e não trocou a glória do mundo pelo prazer maior de adorar unicamente ao Pai. Tudo que fez foi para exaltá-lo. Assim, não podemos concorrer com a glória de Deus. Jamais nossas ações devem ser usadas para auto realização. Ele é o Senhor, nós somos servos. Devemos realizar todas as atividades do nosso Ministério para exaltação e glorificação de Deus.

Pr. Elias Alves é responsável pela IAP em Jales (SP) e atua no Departamento Ministerial – Convenção Geral.