Senhor, salva-me!

Como Pedro, devemos pedir por socorro antes de nos afogar

Assim como Pedro, estou ciente de que não estou nem no meio nem no final do processo de afogamento. Estou apenas no início dele. Apesar do vento forte, a minha boca ora fica acima do nível da água, ora fica abaixo do nível da água. Mas sei, pelo que aprendi com o mesmo Pedro, que é nessa etapa inicial que devo gritar por ajuda. Os meus olhos leram hoje que este seu aprendiz “começando a ir para o fundo, clamou, dizendo: Senhor, salva-me” (Mt 14:30).
Ainda não me afundei nas águas do alcoolismo, da infidelidade, do desânimo, da ansiedade, do desespero, da vergonha, do consumismo, da vingança, do remorso, da depressão, da imoralidade, da homossexualidade, mas estou começando a ir para o fundo. Estou realmente muito aflito com tantas águas, mas confesso que não tenho como salvar a mim mesmo delas. Também reconheço “que nenhum outro nome foi ou será designado para nossa salvação” (At 4:12 – A Mensagem). Apenas o Senhor pode me salvar.
Não quero, porém, ser como Jonas, que deixou para pedir para ser salvo só quando o mar o cobriu completamente e as plantas marinhas se enrolaram na sua cabeça (Jn 2:5). Eu quero ser, sim, como Pedro, que pediu para ser salvo no inicio de tudo. Assim, peço agora: “Senhor, salva-me”.

Pr. Genilson Soares da Silva é responsável pela IAP em Vila Camargo (Curitiba – PR)

O escudo da fé

“Embraçando sempre o escudo da fé, com o qual podereis apagar todos os dardos inflamados do Maligno.“ (Ef 6:16)

É muito claro na vida espiritual que existe uma guerra ininterrupta, na qual não somos vitoriosos por nós mesmos e que precisamos nos proteger. Dardos inflamados, ou se preferir “setas incendiadas”, são atiradas constantemente contra a nossa integridade. A Bíblia apresenta para a nossa defesa o “escudo da fé”.
A fé nos permite abraçar a graça oferecida por Jesus (Ef 2:8), a justificação espiritual e a paz com Deus (Rm 5:1). A fé é irmã inseparável do amor e da esperança (1 Co 13:13). É a chave para entendermos o futuro, o invisível, a criação, como agradar a Deus, o segredo da vida dos irmãos do passado e nos dar um motivo digno para viver (Hb 11). Por isso, a fé, é um escudo para nos proteger das setas inesperadas.
A mesma fé que um dia nos salvou, agora nos protege. A fé que nos levou a aceitar o convite especial de Deus, agora nos inspira a avançar, apesar do zumbido incessante dos dardos inflamados. A fé que nos libertou, agora nos impulsiona a “estar com Cristo onde a luta se travar”.
Mas o que seria essas setas incendiadas? Muita coisa pode estar incluída nesta expressão. Pode ser tudo que visa ferir ou matar o cristão como: pecados, obras da carne, ódio, dúvida, medo e tristezas. Porém, as mais comuns vêm das palavras como falsos julgamentos, calúnia, ofensas e insinuações maldosas.
E essas ações, como desde o princípio, têm como articulador o Maligno, que é sempre sutil.
Os escudos dos soldados romanos protegiam-nos por inteiro. Conforme Wiersbe, o tamanho era de 1,20m de altura por 60 cm de largura. Assim, também a fé, que é a confiança plena, a certeza de que cremos num Deus verdadeiro e nunca estamos sós, não pode afastar-se de nós. Ao contrário, deve estar conosco, como um escudo firme em nosso braço e à nossa frente, protegendo-nos inteiramente.
Setas incendiadas são lançados contra os filhos de Deus e, principalmente, contra quem trabalha para o Senhor. No entanto, diante de uma fé verdadeira, as setas não apenas são debeladas, mas sim, extintas. Em 1 João 5:4 lemos: “porque todo o que é nascido de Deus vence o mundo; e esta é a vitória que vence o mundo: a nossa fé.
Pelo Senhor, avante.

Pr. Elias Alves Ferreira integra a equipe do Departamento Ministerial – Convenção Geral

Dicas da Lição 9 – "O perigo da rebeldia"

O perigo da rebeldia

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Dicas

  • Para o início da lição, divida sua classe em duplas e distribua uma folha de papel para cada uma delas. A seguir, peça que cada dupla escreva quais são as características de uma pessoa que se rebela contra alguém e as consequências dessa rebelião. Em seguida, diga para eles compartilharem o que escreveram e relacione com o objetivo da lição desta semana: mostrar sobre os perigos da rebeldia contra Deus e as lideranças estabelecidas por ele.
  • Para finalizar o primeiro tópico da lição, distribua entre seus alunos uma folha com o seguinte trecho da música “Rebeldia” do cantor Projota. A música fala que a rebeldia ainda vai levá-lo a um lugar melhor. Mas, sabemos que a rebeldia contra Deus nunca é a melhor saída, pois acarreta consequências desastrosas e trágicas para o ser humano. Peça que eles comparem a letra desta música com o ensinamento bíblico a respeito dos perigos da rebeldia, conforme o que estão estudando na Palavra de Deus.Trecho da música:
    “Essa minha rebeldia
    Ainda vai me levar pra um lugar melhor
    Que me perdoe meu pai, que me perdoe minha mãe, meus irmãos, mas eu sou maior
    Maior do que esse mundo pensa
    Eu vou domando minha loucura
    Eles procurando a cura e eu sou a própria doença
    Eu não me importo com o que você pensa”
     
  • Peça que a classe reflita no seguinte comentário do pastor Hernandes Dias Lopes, referente à rebeldia: “A rebeldia é uma afronta a Deus. É igual ao pecado da feitiçaria. Aqueles que se rebelam contra Deus e contra seus princípios desafiam a Deus e se tornam como feiticeiros. A desobediência deliberada é a uma afronta à bondade de Deus, é um desacato à autoridade de Deus, é um atentado ao amor de Deus.” Ainda relacionado a isso, peça que seus alunos relacionem este comentário com a rebeldia do povo de Israel no deserto. Além disso, peça que eles respondam numa folha de sulfite a seguinte pergunta: “Atualmente, quais são os tipos de rebeldia contra Deus e contra as autoridades por ele constituídas que temos observado?”
  • Para finalizar a lição, faça a seguinte dinâmica: Refletindo sobre a rebeldia. Para isso, o material necessário é: um copo (que representa o coração do homem); pedras pequenas (que representam a rebeldia); a água (que representa o amor de Deus); uma bacia; e, uma pinça ou pegador de gelo. Mostre para a sala um copo cheio d´água dentro de uma bacia. Explique a eles que Deus nos criou porque nos ama e para amá-lo acima de todas as coisas. Deus derramou sobre a nossa vida a sua graça e misericórdia, porém quando nos rebelamos, nos afastamos do amor de Deus e o pecado vai tomando o lugar em nosso coração. Conforme for falando, coloque as pedras dentro do copo, ilustrando o endurecimento do nosso coração à medida que nos rebelamos contra ele. Mas, mesmo com nossa rebeldia, há uma esperança: arrependermo-nos, e nos voltarmos para Cristo, pois ele perdoa os nossos pecados e sustenta a nossa vida nele. Somente Deus é capaz de remover o pecado e a rebeldia de nossos corações e restaurar o nosso relacionamento com ele (conforme for falando, retire as pedras do copo).
  • Por fim, peça que eles reflitam em sua vida e no que aprenderam nesta semana, através do estudo da Palavra de Deus. Finalize reforçando aos seus alunos a importância de voltarem-se para Deus, se submeterem a ele e obedecerem aos seus ensinamentos.

Comentários Adicionais

  1. O termo “rebelião”:
    “mãrãh (…): ‘rebelar-se, contender’. O termo mãrãh ocorre umas 50 vezes no Antigo Testamento e seu uso está espalhado ao longo de todo o Antigo Testamento (literatura histórica, profética, poética e legal). Alguns nomes pessoais são compostos parciais do verbo: Meraías (‘rebelde por natureza’, Ne 12.12) e Miriã (‘de natureza rebelde’, se for na verdade derivado do verbo).” (VINE, E. W. (et all). Dicionário Vine: o significado exegético e expositivo das palavras do Antigo e de Novo Testamento. Rio de Janeiro: CPAD, 2005, p.254).
  2. O significado de “rebelião”
    “O termo mãrãh significa oposição a alguém motivado por orgulho: ‘Quando alguém tiver um filho contumaz [sãrar] e rebelde [mãrãh], que não obedecer à voz de seu pai…’ (Dt 21.18). O sentido aparece mais claramente em Is 3.8: ‘Porque Jerusalém tropeçou, e Judá caiu, porquanto a sua língua e as suas obras são contra o SENHOR, para irritarem os olhos da sua glória’.” (Idem).
  3. Detalhes para obedecer
    “A legislação mosaica era complexa e detalhada. Os próprios sacerdotes precisavam estudá-la cuidadosamente, para que soubessem o que fazer e como fazer. Assim, um homem facilmente podia negligenciar alguma coisa, ou fazer algo de maneira errada. Quando alguém descobrisse que tinha errado, ou se alguém lhe mostrasse que havia cometido algum erro, ou então tinha de fazer as emendas apropriadas por meio de sacrifícios estipulados por tais atos ou omissões.” (CHAMPLIN, R. N. O Antigo Testamento interpretado versículo por versículo. São Paulo: Candeia,
    2000, vol. 01, p.663).
  4. Pecado por ignorância
    “No hebraico, shagagah, pecados cometidos não por vontade deliberada, mas na ignorância, inocentemente. Poderiam ser pecados de omissão ou comissão, embora não deliberado feitos. O vs. 30 deste capítulo [Nm 15] mostra que as infrações deliberadas da legislação mosaica eram castigadas por meio da execução ou do banimento. A lei de Moisés não incluía provisão quanto a pecados deliberados, mas somente requeria punições severas para eles. Contrastar isso com a graça de Cristo.” (Idem).
  5. Líderes escolhidos por Deus
    “Deus deixou muito claro que os israelitas deviam aceitar e respeitar a autoridade dos líderes a autoridade dos líderes que ele havia escolhido. É perigoso que as pessoas desafiem a ordem do Senhor e se promovam a posições de liderança. Não pecam apenas contra o Senhor (Nm 16:11), mas também contra sua própria vida (v.38). O Dr. A. W. Tozer costumava dizer: ‘Nunca siga um líder até que tenha visto o óleo da unção sobre a cabeça dele.” (WIERSBE, W. W. Comentário Bíblico Expositivo: Pentateuco. Santo André: Geográfica, 2008, Vol. 1, p.445).

Onde está a sua alegria?

Como “permanecer” no Senhor pode fazer toda a diferença

O livro de Habacuque me chama muito a atenção. Ele conta a história de um profeta, um homem temente a Deus, conhecedor da Palavra, mas totalmente indignado, triste, abatido com a condição do povo de Judá. Ele faz muitas perguntas para o Senhor e começa seu livro com essa: “Até quando, Senhor, clamarei por socorro, sem que tu ouças? Até quando gritarei a ti: ‘Violência!’ sem que tragas salvação?” (Hb 1:2).
Deus, por sua misericórdia, traz repostas a Habacuque, mas as respostas não eram favoráveis, as coisas iriam piorar. E mesmo diante de tamanho caos, o profeta termina o livro declarando que: “Mesmo não florescendo a figueira, não havendo uvas nas videiras; mesmo falhando a safra de azeitonas, não havendo produção de alimento nas lavouras, nem ovelhas no curral nem bois nos estábulos, ainda assim eu exultarei no Senhor e me alegrarei no Deus da minha salvação.” (Hb 3. 17-18)
O profeta começa o livro de forma tão intensa, tão questionadora, inconformado com o que estava vendo ao seu derredor, mas ele termina declarando que mesmo que tudo vá mal, a alegria dele está colocada no Senhor, Deus da Salvação.
O que aconteceu com esse homem? Como pode mudar tão rápido de postura? Eu encontrei a resposta no primeiro versículo do capítulo 2: “Ficarei no meu posto de sentinela e tomarei posição sobre a muralha; aguardarei para ver o que ele me dirá e que resposta terei à minha queixa.”
Habacuque decidiu permanecer na presença do Senhor.
Nem sempre Deus vai mudar as circunstâncias da nossa vida, porque na realidade o maior interesse de Deus é mudar o nosso coração.
O coração desse homem foi tocado, a forma dele enxergar a vida foi transformada, a maneira de falar, de se comportar foi mudada porque ele decidiu permanecer na presença do Senhor e nesse tempo com Deus, nesse tempo de espera, ele entendeu que a alegria dele não poderia depender de nada mais, somente do Pai.
Pode ser que você esteja orando por uma situação há anos, na sua igreja, família, trabalho, nação, e talvez as coisas estejam apenas piorando. Sempre se lembre dessa verdade absoluta encontrada no livro de Habacuque: Deus deseja transformar o nosso coração a tal ponto que nossa alegria dependa somente dEle!

Danúbia Guarnieri é missionária da IAP na Argentina

Seguindo a nuvem

Precisamos abandonar nossas formas de “fazer acontecer”

“Faz-me conhecer o teu coração, ensina-me a ouvir a tua voz. Revela-me teus planos, mostra-me os teus caminhos…”
Estes versos de uma música trouxeram ao meu coração a lembrança da atuação do poder de Deus em minha vida nos últimos tempos.
No verso 17 do capítulo 9 de Números temos o relato de como Deus conduziu seu povo pelo deserto. A nuvem os conduzia e Moisés, apesar de seus conhecimentos geográficos da região, preferiu segui-la. Ele confiou em Deus para guiá-lo e livrá-lo durante o caminho.
Por vezes em nossas vidas nos garantimos em nossos conhecimentos a respeito de certa situação em que nos encontramos e insistimos em seguir o caminho para aquilo que consideramos ser a solução.
Em minha última experiência aprendi algumas coisas a este respeito:
1. Precisamos abandonar nossas formas de “fazer acontecer” e deixar Deus nos conduzir.
2. Precisamos esperar o “mover da nuvem”, descansando nos braços do Pai, pois Ele tem para nós infinitamente mais do que pedimos ou pensamos.
3. Precisamos ter a sensibilidade espiritual necessária para entender que, mesmo quando a nuvem estava parada no deserto, Deus agia. As crianças nasciam, os jovens casavam, trabalhavam etc.
Hoje entendo que estar parada, esperando “a nuvem se mover” em minha vida, não é necessariamente cruzar os braços. Deus tem usado minha vida de forma diferente, tem colocado uma nova forma de olhar as necessidades do Reino em meu coração.
Meu coração tem se alegrado na presença dele à medida que permito que Ele me conduza, procuro descansar nele e abandono os meus “considerados planos infalíveis”.
Prossigamos em seguir a nuvem…

Miss. Ilma Farias de Souza é educadora cristã, pedagoga e esposa de pastor, além de membro da equipe de Mulheres em Ministérios

Além da microcefalia

Meu filho nasceu com a doença, mas entendi o propósito do Senhor e sou grata a Ele

Eu e meu esposo, Jorge Yoshida, planejamos nosso primeiro filho e, quando eu engravidei, os médicos disseram que os exames realizados confirmaram que tudo estava bem. Chegou o grande dia, 9 de junho de 2012, e na hora do parto, a surpresa… O médico me disse: “seu filho nasceu com problema, ele tem microcefalia. Quero sua autorização para levá-lo a outro hospital, para realizar alguns exames.”
Naquela mesma hora, respondi: “eu o amo de qualquer maneira”. Feitos os exames, constatou-se a microcefalia e assim ficamos um mês internados na maternidade, para ele tomar medicamentos. Após a alta, fomos encaminhados para a APAE, para acompanhamento do caso. O que não sabíamos é que ele teria epilepsia, convulsão, parada respiratória e cardíaca, além de várias apneias durante o dia. Em tudo isso, Deus estava nos capacitando e mostrando Seu amor.
Aos 7 meses ele aspirou secreções, então, a partir daí, se alimentava por sonda gástrica e passou a usar cateter de oxigênio. Aprendi a trocar a sonda e aspirá-lo. Meu amor por ele crescia cada dia, vendo sua luta para viver. Nesse tempo começamos o estudo bíblico em nossa casa, pois ainda não conhecíamos algumas verdades da palavra de Deus.
No primeiro dia de estudo, o Yudi passou muito mal e tivemos que levá-lo ao hospital onde ficou internado por três meses na UTI e um mês no quarto. Eu disse ao pastor que, assim que ele tivesse alta, continuaríamos os estudos pois queria que a família estivesse completa. Para ele ter alta era necessário ter o aparelho de oxigênio e pelo SUS (Sistema Único de Saúde), iria demorar cerca de seis meses. Foi então que Deus uma providência, uma amiga nossa, chamada Adriana, que se prontificou: “é isso que precisa para ele ter alta? Então, preparem a alta que estou indo alugar agora (na época, custava R$ 350,00 ao mês).” Quando eu perguntei quem iria pagar, ela respondeu que iria pagar enquanto ele precisasse!
Fomos para casa e tivemos o estudo da palavra de Deus. Fiquei conhecendo o Projeto SARA (Semeando Amor, Resgatando Almas) e que meu filho Yudi tinha uma mãe de oração. Novamente, ele passou mal e fomos ao hospital. Quando chegamos, o médico disse que o coraçãozinho dele não estava batendo e para reanimá-lo era necessário cerrar o tórax. Nesse momento, olhei para o céu e disse: “Senhor, me deste o Yudi por um propósito, então que eles não precisem fazer esse procedimento, mostra para eles que o Senhor é o Deus que eu sirvo.” Logo em seguida, veio em médico que disse: “não será preciso, aquelas batidas que você deu no peito dele, durante o trajeto, e quando colocou o dedo na gargante, para ele respirar, fizerm com que o coraçãozinho voltasse a bater”. Para glória de meu Deus!
Conta em branco
Fomos transferidos para UTI de um hospital com melhores condições, mas assim que chegamos fomos informados que nosso plano de saúde não cobria os gastos pois ainda estava na carência. Ficamos desesperados e ali estava novamente nossa amiga Adriana. Ela disse para deixa-lo ali mesmo que ela venderia o que fosse preciso para custear o tratamento a ele! Ele ficou internado dois meses naquele hospital e quando chegou a hora da alta veio a conta e disseram que estava em branco (nada a pagar)! Foi Deus, mais uma vez, cuidando e provendo todas as coisas. Ele foi transferido para um hospital público, onde foi realizada uma gastrostomia (procedimento para fixação de uma sonda alimentar) e assim fomos para casa e pudemos acabar o estudo bíblico, mesmo com todas as dificuldades, como as crises convulsivas, em que ele tinha que ser aspirado, mas o que aprendemos foi valioso, glorioso e poderoso nas nossas vidas. A partir daí, começamos a falar desse Deus Todo Poderoso nos consultórios da APAE e nos hospitais.
No dia 12 de abril de 2014, foi realizado o Encontro Sara e lá estávamos nós: eu, meu marido e nosso filho, Yudi, testemunhando o que Deus havia feito em nossas vidas. Vivemos um dia muito feliz. Duas semanas depois, o Senhor recolheu nosso filhinho. Ficamos tristes mas confortados pelo Senhor e vimos o seu poder na vida do Yudi nesse período de um ano e dez meses de vida, quando a medicina achava que não passaria de três meses.
Passados dois meses, Jorge conseguiu para mim um emprego em um trailer de lanches, ao lado do Hospital Estadual de Bauru. Comecei a conhecer mães que passam pelo mesmo problema que passei, só que elas não conheciam o Senhor Jesus. Então, eu dizia: “como Deus é bom, e como seu filho é lindo”. Elas olhavam com descaso para mim, até eu contar a minha história e falar que sabia o que elas estavam sentindo.
Comecei a visitar essas crianças, a levar para elas o amor de Deus e que Ele fez nas nossas vidas. Então, com meu testemunho, comecei a levar para elas uma palavra de amor, esperança e fé. Também falei do projeto SARA e do grupo que temos no Whatsapp. Como meu filho teve uma mãe de oração, senti que aquelas crianças e suas mães precisavam de alguém para ajudá-las em oração. Algumas mães têm ido à igreja testemunhar o que a oração do grupo SARA fez pela vida delas e dos filhos.
Amputação descartada
Entre elas, tem uma mãe que mora em outro estado e o seu filho sofreu um acidente com trator e ficou enterrado até a cintura na queimada da cana. Convidei-a para ir à igreja, inicialmente ela recusou, mas acabou indo. Chegando lá, não queria entrar, mas eu peguei delicadamente no seu braço e disse: “Deus te chama.”
Na hora da oração, levei-a à frente e disse a ela que Deus iria falar com ela.o Espírito Santo visitou aquela mãe, ela chorou muito, se derramou aos pés do Senhor. Dias depois ela testemunhou que seu filho que estava todo enfaixado sem poder mover-se, mas de repente, quis levantar da cama! Ela ficou apavorada, chamou a enfermeira, que disse que ele não poderia. Mas estava passando um medico bem nessa hora, e ele ordenou ao rapaz: “Ande!” O rapaz deu uns quatro passos e voltou para cama andando! O médico então disse que, no prontuário dele estava marcada cirurgia para o dia seguinte, na qual ele amputaria as pernas e o órgão genital, mas diante do que ele viu, não era mais necessário! Aquela mãe chorou muito, agradecida a Deus e lembrando da Palavra do Senhor no sábado anterior. Os órgãos foram enxertados e tudo voltou a funcionar, em um milagre! Nosso Deus é o Deus do impossível! Eles ficaram mais um mês no hospital e essa mãe decidiu servir a Deus e para sua glória, retornaram bem para casa.
Continuo trabalhando, visitando, orando e levando a Palavra aos que necessitam e Deus tem operado milagres. No último encontro SARA, realizado aqui em Bauru (SP), entre muitos testemunhos, uma mãe chamada Ana Paula esteve testemunhando do milagre na vida de seu filho Pietro que sofreu queimaduras em quase todo o corpo, num acidente que sofreu devido a uma explosão de uma churrasqueira. Ele passou por várias cirurgias, mas Deus tem abençoado. No dia 14 de janeiro último, estivemos em Itatiba (SP), num culto de agradecimento a Deus pelo aniversário do Pietro e pelo milagre de Deus na vida dele e da família. Alem desses milagres, há muitos outros que nosso Deus tem operado, mas o maior de todos, é a salvação.

Josiane Maria da Silva congrega na IAP em Jardim Eldorado (Bauru, SP).

Fonte: www.fesofap.com.br

Assembleias Regionais

Eventos em Março / Abril e Maio

Fique de olho no calendário das Assembleias Regionais. Envolva-se, ore, participe! Vamos clamar para que o Senhor da Igreja nos desperte cada vez mais para ser uma igreja missional.

Dicas da lição 8 – “A falta de fé”

A falta de fé

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Dicas

01. Para introduzir a lição, leve um quadro com a pergunta: “É possível viver sem fé?” Antes que os alunos ou alunas comecem a responder, indague sobre o significado da palavra “FÉ”: Confiar, acreditar…
(latim fides, -ei) substantivo feminino
Adesão absoluta do espírito àquilo que se considera verdadeiro.
Dicionário Priberam da Língua Portuguesa [em linha], 2008-2013.
O professor poderá ver outros significados, ou ainda, pedir aos alunos ou alunas para pesquisarem o significado da palavra durante a semana.
02. Ainda com base na pergunta acima, distribua as perguntas abaixo:
De que forma eu uso a “Fé” (sentido comum- acreditar e confiar) quando:
• Vou ao médico. (Confiar que ele tem a formação para atender)
• Subo em um avião. (Confiar que o Piloto tem a habilidade para voar)
• Vou a um restaurante. (Acreditar que o Chefe sabe cozinhar e não vai colocar nada prejudicial na comida)
• Planejo férias para o fim de ano. (Não sabemos o pode acontecer até chegar lá)
• Leio um livro de História do Brasil. (Acreditar que a informações contidas nos livros aconteceram de fato)
03. Para o Tópico II – Aplicando o Tema, Exiba o vídeo do link a seguir e reflita com os alunos de que forma podemos evitar a falta de Fé em nossa Vida.
https://youtu.be/uTPRr2xLEWg
 

Comentários Adicionais

    1. Não duvidem!
      “Em outras palavras: ‘Não duvidem. Vocês vencerão as batalhas. Alcançarão a vitória. Deus tomará a terra para vocês. Agora vão atrás dela!’. Mas, claro, a falta de fé lhes paralisou os pés, e eles permaneceram onde estavam. Mais tarde, Deus acrescentou: ‘Entretanto, não quisestes subir, mas fostes rebeldes à ordem do SENHOR, nosso Deus; […] Mas nem assim confiastes no SENHOR, vosso Deus’ (v. 26,32).” (MACDONALD, James. Senhor, transforma minha atitude antes que seja tarde demais. Tradução: Jurandy Bravo. São Paulo: Vida Nova, 2015, p. 139).
    2. Um relato pessimista
      “Conquanto os dez espias tenham admitido que a terra manava leite e mel, apressaram-se a falar sobre os grandes obstáculos, sobre as cidades fortificadas e sobre os gigantes. Haviam visto o que pensaram que veriam, e o relataram com crescente pessimismo. De igual maneira aumentou o terror dos israelitas ao ouvirem o relatório”. (HOFF, Paul. O Pentateuco. Tradução: Luiz Caruso. São Paulo: Vida, 2007, p.207).
    3. Arrependimento tardio
      “Arrependeram-se de sua rebeldia e trataram de conquistar Canaã por suas próprias forças, porém já era tarde. Haviam perdido a oportunidade de apossar-se da terra, e somente lhes restava a lúgubre perspectiva de peregrinar mais trinta e oito anos no deserto”. (HOFF, Paul. O Pentateuco. Tradução: Luiz Caruso. São Paulo: Vida, 2007, p. 209).
    4. O juízo é chegado
      “O juízo de Deus foi triplo: (1) a nação vagaria pelo deserto durante trinta e oito anos, totalizando quarenta anos no deserto, um para cada dia que os espias haviam investigado a Terra prometida; (2) durante esse tempo, a geração mais velha, de vinte anos para cima, morreria e, portanto, não entraria na terra, com exceção de Calebe e Josué; e (3) os dez espias incrédulos morreriam por causa de seu relato pecaminoso sobre o que haviam visto (vv. 36-38). (WIERSBE, Warren. W. Comentário bíblico expositivo: Antigo Testamento. Vol. 1. Pentateuco. Tradução: Susana E. Klassen. Santo André: Geográfica editora, 2006, p. 439).
    5. A ingratidão de um povo
      “Quiseram nomear outro líder e voltar para o Egito. Reconheceram que o Senhor os havia conduzido até ali, mas chegaram ao auge dizendo que ele os havia trazido a uma armadilha para matar os homens a espada e fazer suas mulheres e filhos escravos dos cananeus”. (HOFF, Paul. O Pentateuco. Tradução: Luiz Caruso. São Paulo: Vida, 2007, p.208).

Nota de falecimento

Dsa. Maria Elsa, da Convenção Ceará

Com pesar, a Convenção Ceará informa o falecimento da Dsa. Maria Elsa Fernandes, no último sábado, aos 86 anos. Ela era uma serva do Senhor muito prestativa, na IAP em Jereissati 2 Maracanaú (Ceará). Ela aceitou a Jesus como Salvador em 1976, foi batizada em 1980 e servia a Deus como diaconisa desde 1990. A Diretoria da Convenção Ceará e toda família promessista no estado manifesta seus sinceros sentimentos e orações pela família enlutada.

Nota de falecimento

Dormiu no Senhor na última terça-feira a Dsa. Severina Mendes de Barros, aos 85 anos, que congregava na IAP em Vila Medeiros (São Paulo, SP). Ela era víúva do Pr. José Francisco de Barros. Havia sido consagrada ao diaconato em 1973 e sempre serviu ao Senhor, dedicada e discreta. Teve os filhos Raquel, Luzinete, Natanael, Junior, Daniela e Sonia (in memorian). Oremos pela consolação do Espírito Santo a toda a família.

Ms. Scheila já se recupera

O Pr. Almir Rodrigues, responsável pela IAP em Moçambique, agradece a todos que oraram por sua esposa, Ms. Scheila, que havia contraído malária há algumas semanas. A enfermidade leva muitas pessoas à morte na África. Ela ficou muito debilitada, com muitas dores no corpo e vômito, mas fez o tratamento e, pela graça de Deus, já está bem. Continuem orando pelo trabalho desta família abençoada, plantando a semente do evangelho em Moçambique.

Estamos calçados ou somos soldados de pés descalços?

… “e calçados os pés na preparação do evangelho da paz. “ (Ef 6:15)

O soldado cristão deve estar equipado para todas as situações. Assim como um soldado não poderia ir descalço para as batalhas, por que isto feriria os seus pés e o faria vulnerável nas lutas, o cristão não pode negligenciar o uso dos calçados apropriados. Esses calçados eram uma espécie de sandálias de couro e possuíam travas para que ficassem firmes nos locomoções e combates. Os pés formam a base do corpo, por isso deviam estar protegidos em terrenos pontiagudos e firmes em terrenos acidentados e escorregadios. Protegidos para se defender e “preparado” para atacar. Assim o Cristão deve estar protegido no seu dia a dia e de “prontidão” para invadir o reino do mal e libertar os cativos.
Paulo denominou estes calçados de “evangelho da paz”. Evangelho no grego é uma boa nova, uma boa notícia, uma informação importante. No nosso caso, denominamos “evangelho de Cristo”. E quando afirmamos isso, estamos dizendo que o que Ele fez e ensinou é uma boa notícia. Uma boa notícia de um Deus que, por amor; se fez carne, viveu entre nós; revelou, em seus ensinos e ações, como é viver de acordo com a vontade do Pai; pagou o preço pelos nossos pecados, morrendo numa cruz; ressuscitou ao terceiro dia; foi Ascenso aos céus; intercede por nós e voltará. Essas são as melhores e urgentes notícias que as pessoas precisam ouvir. Nenhuma notícia possui maior alegria do que esta, de que o Senhor deseja perdoar os pecados e dar uma vida nova e eterna.
Mas não dá para ir sem primeiro viver. O texto é claro em afirmar de que devemos estar “calçados”, com os pés “revestidos” desse evangelho. Com o evangelho não dá para ser teórico. Ou temos ou não temos. Estamos calçados ou somos soldados de pés descalços. É com os pés que nos locomovemos, e se eles forem figuradamente “revestidos” com o evangelho, nossos passos serão santificados e onde iremos levaremos este evangelho transformador. Será verdade as palavras de Isaías 52.7: “Quão formosos sobre os montes são os pés do que anuncia as boas-novas, que proclama a paz, que anuncia coisas boas, que proclama a salvação, que diz a Sião: O teu Deus reina!”
As Palavras de Jesus são transformadoras: “Tenho-vos dito estas coisas, para que em mim tenhais paz…” – Jo 16.33. O evangelho é uma pessoa, e esta pessoa é Jesus e somente nEle temos paz verdadeira. O evangelho é da paz, produz paz para quem se dispõe a viver pela fé. O contexto de Efésios 6 é de guerra, mas apesar desse ambiente, num paradoxo, o soldado cristão experimenta esta paz e depois transmite-a. Não sem esforço, porque viver e transmitir este evangelho é uma guerra diária.

Pr. Elias Alves Ferreira integra a equipe do Departamento Ministerial – Convenção Geral

Correndo com perseverança

Não sabemos o que 2017 nos trará mas devemos avançar sempre!

Entramos há pouco em 2017, logo, o ano de 2016 será uma folha dobrada no tempo. Ocorre-nos de, ouvindo a leitura do escritor bíblico “aos Hebreus”1, desenvolver esta reflexão.
Que a nossa jornada terrena é remarcada por correrias ninguém duvida e nem discorda.
Consideremos o emblemático ano de 2016, que deu adeus ao presente e ingressou no passado. Este ano também terá uma folha que registrará a sua história e que também será dobrada e traz uma série de indagações.
Ninguém, em sã consciência, reúne condições de responder às inúmeras perguntas sobre o que irá acontecer e como será este 2017.
“O futuro a Deus pertence” é a resposta que frequentemente se ouve. E ela está correta. Faltam-nos condições para sabermos o que acontecerá, não somente no restante de 2017, mas até mesmo daqui a um minuto.
A propósito, a Palavra Bíblica inspirada referindo-se à ansiosa solicitude pela nossa vida adverte: “não vos inquieteis, pois, pelo dia de amanhã, porque o dia de amanhã cuidará de si mesmo. Basta a cada dia o seu mal”, que parafraseamos: bastam, para cada dia, os seus problemas, as suas vicissitudes, até mesmo em face do que expressa o verso 27 do mesmo capítulo 6 do Evangelho S. Mateus, no sentido de que os nossos cuidados, por maiores e mais legítimos que sejam, não podem acrescentar um côvado2 que seja à nossa estatura e, nem mesmo um minuto a mais em nossa existência, sabido que “Os meus tempos estão nas Tuas mãos…”3.
Oportuno considerar que, ao mesmo tempo em que não devemos ser presas de preocupações desmedidas quanto à nossa vida, com o que teremos para comer, beber e vestir, visto que aquele que cuida muito bem de nós, cuida igualmente das aves, alimentando-as, e vestindo de forma belíssima o frágil lírio do campo4, não devemos cruzar os braços, nem sermos relapsos e nem deixar de considerar o que o escritor da Epístola aos Hebreus remarca no verso primeiro do capítulo 12.
Não somos ilhas e nem estamos num deserto. Estamos permanentemente rodeados de testemunhas e, por isso mesmo, não podemos permitir que embaraços de qualquer ordem turbem a nossa jornada e nos desviem de Cristo, que é o autor e consumador de nossa fé.
Correr com persistência a carreira que nos está proposta quer dizer, em outras palavras, uma situação de certeza, de confiança, de tal modo que nada obnubile a nossa visão do alvo proposto e nem nos desestimule na continuação da jornada, por mais espinhosa e cheia de percalços que ela seja.
Significa mais: não arrepiarmos a carreira. Avançar sempre. Esteja claro o dia ou carregado de nuvens escuras, prenunciando tempestades ou não. Mesmo em circunstâncias tais, reprisando o poeta amazonense: “Faz escuro, mas eu canto”5, devemos levantar a cabeça e correr perseverantemente. Afinal, são os embates da jornada que nos enrijecem, da mesma maneira como os ventos fortes enrijecem o bambu e a palmeira.
“Corramos, pois, perseverantemente, sem olhar nem para a direita e nem para a esquerda, mas com os olhos fixos no alvo, no prêmio da soberana vocação de Deus em Cristo Jesus”6.
Perseverar sempre. Parar, desistir, nunca. Correr perseverantemente tendo Cristo como alvo, eis o segredo.


1Epístola aos Hebreus, cap. 12 e verso 1:”Portanto, visto que nós também estamos rodeados de tão grande nuvem de testemunhas, deixemos todo o embaraço, e o pecado que tão de perto nos rodeia, e corramos com perseverança a carreira que nos está proposta”.
2S. Mateus, capitulo 6 e verso 34.
3Livro dos Salmos, nº 35 e verso 15 primeira parte.
4Mateus, capítulo 6 e versos 25 a 31.
5Poeta Thiago de Mello
6Carta de Paulo aos Filipenses, cap. 3 e verso 14.

Dicas da lição 7 – “Preparados para a jornada”

Preparados para a jornada

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Dicas

01. Dinâmica: Para iniciar a lição aplique a seguinte dinâmica:
– Leve uma mala pequena ou mochila; além de papel sulfite e canetas e/ou lápis.
– Distribua sulfites e canetas e/ou lápis, para verificar (anotarem) quais objetos as pessoas levariam na mala ou mochila para uma viagem. Depois peça, que coloquem na mala ou mochila, e falando sobre a lista, identifiquem dizendo: “por que era importante levar tais coisas?”.
– Mostrando em uma folha de papel anotada, ou em um slide projetado, ou numa lousa ou quadro branco, o tema das 6 primeiras lições, que falaram do livro de levítico e que dão as orientações de como seguir naquela viagem.
– A partir de então, com base nos dois tópicos da lição, fale sobre o preparo da jornada, como nos conta o inicio do livro de Números. Você poderá imprimir o quadro abaixo, mostrar como foi o preparo dos israelitas e ir colocando os itens na bolsa de viagem.


Observação: Você pode utilizar a bolsa de viagem durante toda aula, para dinamizar o conteúdo. Também, poderá colocar este quadro na mala ou mochila, separando cada item, e passar para que seus alunos e alunas vão abrindo a bolsa e possam ler os textos e comentar o assunto.
02. Vídeo: Para a parte aplicativa da lição, mostre o vídeo: “DEVEMOS PEDIR ORIENTAÇÃO A DEUS?”, de 1min e 19s. Nele, alguns versículos bíblicos, mostram a importância de pedir e seguir as orientações de Deus. Assista aqui: https://www.youtube.com/watch?v=jJ54szEbygE
 

Comentários Adicionais

    1. Recenseamento
      “O recenseamento do povo ([Nm] 1:1-19). Moisés e Arão recebem instruções para fazer um recenseamento de todos os homens capazes, de mais de vinte anos de idade (2-3). Um homem de cada tribo é nomeado para computar os números de seu grupo (4-16). Para enfatizar o cuidado com esta ordem foi executada, alguns dos detalhes são mencionados uma segunda vez nos versículos 17-19.” (WENHAN, Gordon J. Números: introdução e comentário. Tradução: Adiel Almeida de Oliveira. São Paulo: Vida Nova e Mundo Cristão, 1985, p. 60).
    2. Os levitas
      “Os três filhos de Levi eram Gérson, Coate e Merari (Gn 46:11). Moisés e Arão eram descendentes de Coate (Nm 3:14-24), e Arão foi o primeiro sumo sacerdote. Somente os fi lhos de Arão podiam ministrar no altar (vv. 1-4), e os levitas assistiam os sacerdotes em seu ministérios. Sob supervisão do sumo sacerdote, os levitas desmontavam o tabernáculo quando o acampamento se mudava, carregavam as várias partes do tabernáculo, sua mobília e utensílios e, depois, erguiam o tabernáculo no novo local de acampamento.” (WIERSBE, Warren. W. Comentário bíblico expositivo: Antigo Testamento. Vol. 1. Pentateuco. Tradução: Susana E. Klassen. Santo André: Geográfica editora, 2006, p.412).
    3. Dispensados do serviço militar
      “Em função de seu ministério essencial como assistentes dos sacerdotes, os levitas foram dispensados do serviço militar. O tabernáculo era a estrutura mais importante de todo acampamento, e somente os levitas podiam cuidar dele. Assim, não foram contados no censo militar.” (Idem).
    4. Impurezas
      “Nem toda impureza podia ser evitada, e muitas vezes era causada por algo que de modo algum poderia ser considerado pecado. Havia diversas categorias de impureza que não podiam ser facilmente evitadas, inclusive as impurezas sexuais e aquelas relacionadas a doenças e ao contato com pessoas ou animais mortos. Apesar de ser mais uma questão formal do que ética, o ambiente sagrado precisava ser protegido de tudo que fosse inadequado.” (WALTON, John H. et al. Comentário bíblico Atos: Antigo Testamento. Tradução: Noemi Valéria Altoé. Belo Horizonte: Atos, 2003, p.148).
    5. Os cabelos
      “O cabelo era dedicado ao Senhor enquanto estivesse na cabeça ([Nm 6] v.9), não quando fosse cortado. Nos homens, o cabelo tinha um valor simbólico: era sinal de masculinidade ou virilidade (ver 2 Sm 10.4). As mulheres arrumavam e adornavam cuidadosamente os cabelos como sinal de beleza.” (Idem).